A escrava do pirata (de Angela Knight)

Esta é uma novela que amei.
Espero que você curta tanto quanto eu.

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A ESCRAVA DO PIRATA

Eu flutuava nua, com um colar de chumbo apertando minha garganta, cada um dos meus pulsos presos ao cotovelo oposto, de modo que meus ombros eram puxados para trás e meu peito nu era empurrado para frente numa exibição lasciva. Fazia muito frio no quarto, e esse calafrio deixou meus mamões vergonhosamente duros. Mas minhas bochechas ardiam de vergonha. Quase podia sentir os olhares famintos da minha plateia masculina deslizando sobre mim como ácido, queimando minha pele nua, me despindo do meu orgulho.

Estranho. De todos os destinos que imaginei para mim, esse não era um deles. Morte, sim, vi minha morte cem vezes... por tiros de piratas, mercenários ou traficantes de armas que eu caçava, explodindo em partículas minúsculas minha nave-patrulha por algum inimigo sortudo, apunhalada por um prisioneiro fugindo. Até mesmo os eventos recentes, liquidados por mim. Mas nunca isso.

O leiloeiro apertou um dos meus mamilos e torceu cruelmente. Não lhe dei o gosto de fazer uma careta de desgosto. — Há um mês, ela era a Capitã Rayna Kinkaid da Patrulha Sideral... mas isso foi antes de ser declarada culpada de aceitar subornos dos mesmos piratas que deveria caçar — Ele olhou com luxúria, seu rosto redondo mostrando maldade. — Qual de vocês, cavalheiros, quer ser o que vai castigá-la por seus crimes?

Segurando meu braço, ele me fez girar, depois pegou a corrente que pendia do meu pescoço e puxou com força, arrastando minha cabeça para baixo. — Olha só essa bunda, cara — Ele passou a mão gorda sobre ela. — Vê como é redonda e firme. E pálida. Tá pedindo umas palmadas, não tá? Tá implorando pra ser açoitada. até que peça perdão aos gritos —Brutalmente, ele agarrou minhas bochechas e as observou isoladamente— E então, quando você estiver duro e ela estiver implorando, vocês poderão usar essa buceta apertada, ou talvez esse cuzinho rosado. A escolha é sua. E ela mereceria, não é? Cada açoite, cada estocada do seu pau. Ela traiu a honra do uniforme da Patrulha Sideral. O tribunal diz que ela merece o pior que você puder fazer. Ela fica apenas à sua misericórdia.

Contemplando a cortina dos fundos, mordi o lábio e lutei contra o impulso de chutar com força bem no meio da virilha dele. Mas isso só me renderia um tapa.

Ele me manteve inclinada assim para o leilão, me instigando quando os lances começaram a cair, enfiou um dedo gordo à força no meu cu e lembrou à multidão meu antigo posto. Afinal, não era realmente a chance de punir um condenado que os atraía; era a chance de foder e torturar uma capitã da Patrulha Sideral.

Minhas costas doíam pela posição forçada quando ele finalmente decidiu dar à multidão outra olhada nos meus peitos. Não sei o que ele pensou que poderia elevar o lance ainda mais; já tinha alcançado alturas astronômicas naquele momento. Na verdade, todos os homens tinham sido eliminados à força, exceto dois postores implacáveis, disputando meus favores com quantias escandalosas. Sem perceber, aparentemente, que quem me comprasse estaria comprando a própria morte. Eu tinha jurado matar meu novo dono e escapar por qualquer meio necessário.

Mas então, olhei para a multidão enquanto o leiloeiro machucava meus mamilos, e reconheci um dos postores. E meu coração parou.

Armand Deguere.

Aqueles com inclinação à poesia o chamavam de O Senhor Negro das Estrelas; nós na Patrulha Sideral simplesmente o chamávamos de pirata. Ou rebelde. Ou filho da puta.

E algumas vezes, no fundo dos nossos corações, o chamávamos de brilhante, impiedoso, esquivo... Ou Pelo menos eu tinha feito isso. Eu tinha perseguido Armand Deguere por cinco anos.

Mais de uma vez, eu esperei que o Senhor Negro fosse o arquiteto da morte que eu sabia que viria. Ainda agora, parecia que ele tinha outro destino em mente para mim. Ele cravou os olhos em mim do outro lado da sala, seu rosto caro determinado em linhas duras, inexpressivo exceto por uma espécie de determinação gelada. Estranho. Eu esperava que ele se regozijasse no prazer.

Aqui estava eu, de pé, nua com correntes, sendo leiloada ao melhor lance para o uso mais humilhante possível. E ele aparentemente pretendia ser esse lance.

Embora, se a Patrulha soubesse que ele estava aqui... então era sorte para ele que o Mercado de Escravos fosse um planeta fora da jurisdição da Patrulha; o chefão máximo tinha estabelecido assim para fazer vista grossa para algumas das violações que aconteciam aqui.

No final, não fiquei realmente surpresa quando meu outro suposto amo desistiu, e Armand caminhou em passos largos para a frente para me reivindicar. Em todos os meus anos de perseguir o Senhor Negro, aprendi que ele geralmente conseguia o que queria. E nas poucas vezes que ele não conseguiu, foi porque eu o frustrei com uma certa combinação de sorte e astúcia.

De qualquer forma, eu nunca tinha conseguido ter a vitória final colocando correntes nele.

Agora foi ele quem pegou minha coleira do leiloeiro.

E naquele momento, quando vi seus dedos duros e morenos se fechando ao redor da corrente, senti uma sensação de inevitabilidade. Como se este fosse o momento para o qual eu estava me dirigindo desde o início, como se eu devesse saber que todos aqueles anos de combate e busca terminariam dessa forma e neste lugar.

— Parabéns, senhor — disse o homem gordo, me dando um olhar molhado — Você vai achar domá-la um desafio agradável.

— Cala a boca, seu verme nojento — rosnou meu inimigo.
A boca do leiloeiro caiu mole. O choque foi tanto que ele quase deixou cair o chip de crédito do Armand quando o Senhor Negro jogou pra ele.
Ele ainda tava piscando de espanto quando Armand tirou a capa dos ombros largos e colocou em volta de mim. — Depois que eu pagar, não quero ninguém mais olhando com luxúria pra minha propriedade — ele rosnou pra mim.
Mas, do mesmo jeito que eu achava que meu inimigo era implacável, ele tinha um lado mais suave. Ele envolveu uma mão grande na minha coleira e girou nos calcanhares da bota — Vem, puta. Você e eu temos uma longa noite pela frente.
Quase caí com o puxão forte que ele deu na corrente. Amordaçada, corri atrás dele.
Meu Deus, que irônico. Uma vez, nos dias antes da Patrulha Estelar me trair, eu tinha sonhado com o cenário oposto. Na minha fantasia, eu tinha capturado o Armand, testemunhado contra ele no tribunal, visto ele ser condenado à escravidão... e era eu quem o comprava. Sonhava em manter o deliciosamente gostoso prisioneiro na minha casa de campo da família. Eu largaria a Patrulha pra me dedicar a reabilitá-lo com amor, usando minha língua, minhas mãos e minha buceta cremosa.
Agora parecia que o colar de escravo tava no outro pescoço.
Armand me arrastou pelo salão comprido, parando só quando ele percebeu os outros clientes me olhando de soslaio porque eu não conseguia manter a capa fechada com os braços amarrados nas costas. Impaciente, ele passou o braço musculoso e o dobrou em volta de mim, segurando a capa fechada enquanto eu deslizava ao lado dele. De repente, eu percebi vividamente que o topo da minha cabeça mal chegava na axila dele. Pela primeira vez, tive uma compreensão instintiva do quão grande ele era.
Estranho que eu não tivesse notado antes... nem mesmo na noite em que lutamos com facas no bar Rigel. Porra, ele realmente tinha me derrotado daquela vez; só a chegada do meu reforço me salvou. Eu poderia me defender do Armand em Uma batalha de navio a navio, mas corpo a corpo era algo pelo qual eu nunca tinha rezado. Ele era simplesmente forte demais, habilidoso demais, rápido demais.

Foi tão perturbador o pensamento que cruzou minha mente que olhei pra cima e vi o mural que estávamos passando. Mostrava uma escrava loira acorrentada, nua e sendo fodida... sodomizada... pelo seu dono maciçamente dotado. Uma imagem sobreposta atrás deles mostrava o ânus dela se esticando de forma impossivelmente larga em volta do pau enorme dele. Era uma pintura eroticamente violenta, e me lembrou com inquietação das vezes que Armand tinha me ameaçado com exatamente aquele destino.

Teve um momento no Rigel em que ele me imobilizou debaixo dele, e eu pude sentir o tamanho da ereção dele enquanto ele se espremia contra mim. E com uma voz rouca de luxúria, ele descreveu como ia me levar de volta pro navio dele, me colocar uma coleira de escravo, e dar pro meu ânus virgem a atenção tradicional de uma noite de leilão.
Nunca contei a ninguém que, quando minha equipe de assalto passou pela porta, senti uma decepção momentânea.

Mas esta noite, o leilão era real, e não teria nenhum tipo de ajuda da Patrulha Sideral pra me salvar. Porra, a Patrulha praticamente me entregou pra ele com as bênçãos deles. Ele podia fazer comigo tudo o que sempre tinha prometido, e não tinha como escapar.

Só queria não me sentir tão... intrigada com a ideia.

— Se eu soubesse que você era tão fácil de comprar — ele me apertou de repente, o braço apertando dolorosamente em volta dos meus ombros — teria feito isso há muito tempo e me poupado uma puta frustração.

— Nunca me apresentei a leilão antes — me recuperei rápido, encolhendo os ombros tentando escapar do aperto dele. Foi em vão.

Ele me lançou um olhar apaixonado e malicioso. — Não segundo os demandantes da Patrulha Sideral.
Eu me tensionei.

— Imagina minha surpresa quando ouvi. que a sempre virtuosa Capitã Kinkaid tinha aceitado subornos desde o começo —Seus lindos lábios formaram uma careta de desprezo.— Mil créditos? Qual é, Rayna. Você não é só corrupta, também é barata.

Nem me dei ao trabalho de negar, embora tivesse que apertar forte os maxilares para segurar as palavras. Ele nunca acreditaria que armaram uma armadilha pra mim. Ninguém mais acreditou.

— O que me impressiona é que você aparentemente não sente vergonha de nada. Depois de todos aqueles discursos moralistas pra mim sobre como a lei é a única coisa que nos separa do abismo, você deixa o Will Tucker te subornar por uns míseros mil créditos —Ele balançou a cabeça.— E aí você, uma criminosa condenada, estava em pé naquela plataforma enquanto aquele filho da puta do leiloeiro machucava seus peitos, e sua cara estava tão calma e suas costas tão retas como se você estivesse no pátio de treino da Academia Sideral. Você tem é muita cara de pau, mulher.

Levantei o queixo e fiquei em silêncio.

De repente, ele se virou pra mim, o corpo grande se jogando sobre o meu, me fazendo recuar contra a parede do corredor.— Tão sem expressão —rosnou ele.— Tão fria. Fico me perguntando se você vai conseguir controlar todo esse orgulho quando sentir meu pau batendo forte no seu cuzinho. Mas talvez você seja capaz disso. Talvez o Tucker já tenha te fodido aí.

Firmei o olhar nos olhos escuros e ardentes dele, lutando pra esconder meu espanto diante da fúria escaldante.— Com ciúmes, Capitão Deguere?

Ele se afastou de mim como se tivesse se queimado.— Diabos, não. Não importa se o Tucker te fodeu mil vezes. Ele nunca mais vai poder te tocar.

— Você está me insultando se acha que eu tenho tão mau gosto assim. —Percebi nitidamente que a capa que ele tinha me dado tinha se aberto sem querer sobre meus peitos com o empurrão.
Ele cravou os olhos neles avidamente.— Ah, tenho certeza de que você é absolutamente maravilhosa. E vou descobrir. Vamos.

Me arrastando de volta pra baixo dele. braço, ele rapidamente me levou até o porto da nave. Mal percebi o barulho ensurdecedor que tomava conta do enorme hangar enquanto a carga era colocada em cima das naves para serem transportadas até os navios que orbitavam lá em cima. Eu estava muito mais ocupada refletindo sobre os ciúmes alucinantes do Armand.

Ele me enfiou às pressas a bordo da nave dele... fui marcada por um laser ardente que eu mesma suspeitava ter fabricado... e direto para a sua minúscula ponte.

Antes de me jogar com estardalhaço num divã, ele abriu as correntes que prendiam meus pulsos aos meus cotovelos. Segurei um grito enquanto meus músculos esticados e judiados sentiam o fluxo de sangue enchê-los de novo pela primeira vez em horas.

Armand praguejou baixinho e começou a massagear gentilmente meus braços cãibrados. — Você vai ficar bem? — perguntou rispidamente.

Dei de ombros. — Tenho certeza que vou sobreviver.

Os olhos escuros dele se estreitaram, o rosto lindo assumindo uma expressão severa. — Não fala merda. Se precisar de atendimento médico, me fala agora. Posso te levar pra um hospital planetário em três minutos.

Me forcei a dar um sorrisinho debochado. — Ora, capitão... não sabia que você se importava.

— Não me importo, — ele retrucou — só tenho outros planos pra essas mãos compridas do que deixar elas estragarem com gangrena.

Com isso, ele se jogou no assento do piloto e começou a preparar a decolagem com destreza. Olhei pra ele. — Não vai me dar um tapa de novo?

— Pra que me dar ao trabalho? — Os dedos grandes e morenos dele deslizaram sobre o console, acariciando os comandos com agilidade. — Duvido que você consiga mexer os braços o suficiente pra ser perigosa.

Estudei minhas mãos. Elas jaziam moles no meu colo, ardendo cruelmente enquanto a circulação voltava. Tentei levantar uma e não consegui. — Você tem um bom ponto.

Ele ficou em silêncio durante a decolagem, que foi notavelmente suave; Armand era um piloto do caralho, e Fiquei desse jeito até sentir vontade de provocá-lo.

— Cadê o Blackbeard?

Ele me lançou um olhar — A pouco mais de um dia. Não ia trazer ele perto de nenhum planeta onde pudesse ter naves da Patrulha Sideral.

Não parecia ter o que dizer sobre isso, então fiquei quieta. No meu cansaço, não demorei muito pra cair no sono.

* * * * *

Acordei com a boca ardente de Armand mordendo e chupando meus mamilos. A sensação foi tomando conta de mim devagar enquanto eu ainda estava dormindo, queimando, me acordando. Até que, quando fiquei totalmente consciente, minha buceta já estava cremosa e minha respiração, irregular. Gemi e tentei levantar as mãos, só pra descobrir que ele tinha me acorrentado ao divã.

Ele ergueu o olhar do meu peito brilhante, uma mão áspera e escura brincando com o outro biquinho duro e rosado. Os olhos dele eram tão pretos, demoníacos e tentadores quanto o próprio Satã, e o sorriso dele foi lento e branco. — Se você tivesse esperado muito mais, teria acordado com meu pau na sua buceta. Ou talvez no seu cu. Ainda tava tentando decidir.

Bufei. — Quem você pensa que engana, Armand? Quando resolver me foder como uma escrava, vai querer que eu esteja acordada pra cada estocada.

Ele riu baixinho, num som aveludado e vibrante que acariciou meus sentidos. — Você me conhece bem demais, Rayna. Esperei cinco anos pra colocar minhas mãos em você, e não vou deixar você perder um segundo da humilhação, do sofrimento ou do prazer que planejei.

Passei a língua nos lábios, observando em fascinação inquieta o olhar quente dele percorrer meu corpo amarrado. — Sempre foi um bastardo malvado, Armand.

Ele me deu uma olhada, um canto da boca linda se curvando. — Querida, você não faz ideia.

O polegar dele testou um mamilo, acariciando o biquinho duro. — A questão é — disse distraidamente, contemplando-o em especulação absorta — que Você oferece a um coração bastardo e negro tanta riqueza de possibilidades eróticas. Pegar esses peitos magníficos, por exemplo. Olha como eles são redondos e cheios, e mesmo deitada eles ainda se empinam. E são tão deliciosamente sensíveis — Ele passou os dedos sobre eles com um toque tão leve quanto penas que eu prendi a respiração de prazer — Tenho um chicote delicado de "nove caudas" no navio. Esse chicote é bem pequeno, feito estritamente para usar nas tetas de uma escrava — Ele me encarou, a voz descendo para um ronronar sedutor. — Espero que você não espere que eu resista à tentação.

Mal consegui conter o balanço faminto dos meus quadris. — Isso acaba com sua reputação de tratar inimigos com honra.

A raiva flamejou nos olhos dele. — Sempre tratei inimigos honrados com dignidade. Infelizmente para você, sua própria Patrulha Sideral já estabeleceu que você não tem honra.

Segurei uma discussão calorosa em minha própria defesa.

— Além disso, as regras sempre foram diferentes entre você e eu — Ele desceu a mão, acariciando meu abdômen nu. Eu teria fechado as coxas, mas meus tornozelos estavam amarrados nas pernas do divã. — Você, com aquelas armadilhas impecáveis que armava para mim, ou o jeito que sempre adivinhava meus planos e como superá-los... Você tornou impossível que houvesse qualquer outra coisa entre nós além de calor.

— Não fui só eu que armei armadilhas — gritei. Ele tinha encontrado a macia mata de pelos entre minhas coxas. — Lembra daquela emboscada em Argília?

Ele riu. — Quase te peguei daquela vez. Estava tão certo de que te possuiria e te destruiria até o fim do dia que fiquei duro a batalha inteira.

Eu me mexi ansiosamente nas correntes enquanto ele traçava a linha suave dos meus lábios inferiores. — Por que nos deixou ir, Armand?

— Os motores da sua nave ainda estavam funcionando, embora você estivesse danificada demais para lutar. Sabia que se tentasse te abordar, você explodiria tudo. os motores... e você junto com eles

Assenti com a cabeça. — Certo. Mas não havia nada que te impedisse de nos destruir.

— E perder o prazer deste momento? — Ele deslizou um dedo grosso bem fundo na minha buceta. Tocando meu creme, ele sorriu abertamente como o pirata que era. — Sabia que te colocaria uma coleira com o tempo. Mas, francamente, preferia ter te escravizado de uma forma mais dramática. Sempre fantasiei em me perder entre suas pernas no convés do seu navio — Ele começou a empurrar o dedo calejado bem fundo na minha vagina impotentemente molhada. Fiz o possível para não gemer. — Depois de uma dura batalha espacial, talvez, seguida por um combate corpo a corpo... no qual você não teria chance alguma de me vencer, é claro.

— É claro — bufei, ofendida. Embora ele tivesse razão, droga.

— Então, depois de tudo isso, eu abaixaria suas calças do uniforme apertado cinza e te lubrificaria para uma penetração lenta e demorada no seu cu — Ele tirou o dedo molhado da minha boceta e procurou meu cu, pressionando de leve. — Fantasiei mil vezes sobre ver meu pau deslizando no seu cu — Lentamente, ele começou a entrar. Fiquei sem ar, instintivamente arqueando a coluna. Os olhos derretidos de prazer lascivo, ele sorriu para meus peitos, empurrados para cima pela minha posição. O dedo dele parecia enorme, escaldante, como se fosse um ferrão me desvirginando. Inclinando a cabeça, ele começou a lamber e chupar meus bicos duros enquanto continuava alargando meu cu virgem. A sensação não se parecia com nada que eu já tivesse sentido; avassaladora, dolorosa... Mas havia algo ali que se tornava selvagemente erótico. Meu inimigo mais mortal explorava meu cu inexplorado, se preparando para a penetração. E isso me deixou mais excitada do que jamais estive na vida.

— Pobre pequena Rayna — ronronou ele, se retirando só um pouco. pra voltar a entrar com dois dedos endurecidos. Respiro fundo — um cu tão apertado. Só consigo imaginar a dor que você vai sentir lá dentro quando eu te foder como uma escrava. Tô meio receoso porque sou bem dotado, então o encaixe vai ser meio... brutal
— E você não vê a hora — eu apertei os dentes, enquanto os dedos dele cavavam mais fundo.
Ele sorriu devagar. — Conto os segundos. Espero que não espere clemência.
— Não de você.
— Garota esperta — De repente, ele tirou a mão de arrasto e se levantou rápido, exibindo mais músculo. Com um único movimento violento, abriu a braguilha da calça preta e puxou o pau pra fora. Meus olhos se arregalaram de surpresa. O comentário sarcástico dele sobre o tamanho não era bravata à toa; a vara dele era tão grossa que duvidei conseguir fechar meus dedos em volta dela.
Equilibrando uma perna no sofá, ele montou no meu corpo nu, uma mão agarrando um punhado do meu cabelo preto. Eu ofeguei. Ele apontou a cabeça do mastrão pra minha boca. — Abre, Rayna. Hora de chupar a vara do seu dono.

Passei a língua nos lábios e obedeci. Num instante, ele enfiou a dura comprida fundo na minha boca. Fechei os olhos contra o triunfo brilhante no rosto dele e comecei a chupar. Era mais que um bocado, maior do que eu conseguia acomodar confortavelmente, mas ele não me deu escolha, então eu aguentei de qualquer jeito. A cabeça do órgão dele era aveludada, tinha um gosto delicioso de pré-gozo e do próprio perfume masculino do Armand. Minha língua deslizou sobre ela, saboreando o calor, o gosto, a textura. Saboreando o jeito que o Armand se projetava sobre mim, o corpo grande e musculoso dominando o meu.

Ele começou a bombear pra dentro e pra fora entre meus lábios, fodendo minha boca, as duas mãos duras segurando minha cabeça parada enquanto me usava. Eu gemi de prazer.

— Isso, puta — ele sibilou — Meu Deus, sempre quis ver essa boca enrolada no meu pau. Tão doce. Tão Submissa. Simplesmente do jeito que eu quis que fosse.

Ele saiu e entrou, mais e mais fundo enquanto eu lutava pra não vomitar.

— Isso aí — Ele jogou a cabeça pra trás. — Você é minha finalmente, Rayna. Minha pra foder do jeito que eu quiser. Minha pra acorrentar e atormentar. Vou colocar grampos nos bicos dessas tetas gostosas e nessa bunda linda. Vou te comer de todas as formas possíveis. Vou te dominar... — As mãos dele apertaram dolorosamente meu cabelo enquanto as estocadas aumentavam de velocidade. Os olhos reviraram, fechando-se com o prazer violento de foder minha boca, ele ficou sem fôlego, se tensionou, arqueando as costas.

Senti o pau dele começar a bombear esperma, amargo e quente na minha língua.

Os olhos de Armand se abriram de repente, e ele ficou olhando fixo pra baixo, com uma luz selvagem queimando nos olhos dele. — Engole — ele rosnou. — Engole tudo.

Tremendo, eu engoli.

* * * * *

O Blackbeard era uma fragata armada até os dentes, rápida e manobrável, a ponto de a Patrulha Sideral nunca ter conseguido derrotá-la em combate.

Vou admitir que senti uma certa apreensão fria e úmida quando atracamos no grande hangar da fragata; não tinha certeza de como a tripulação reagiria à visão de um oficial nu da Patrulha Sideral, com uma coleira de escrava. Ex-oficial. Especialmente a mesma que tinha tentado explodi-los no espaço tantas vezes.

Eu não precisava ter me preocupado. A tripulação de Armand era treinada demais pra demonstrar qualquer reação quando passei depressa dentro da curva do braço musculoso do capitão deles, embora tenha visto momentaneamente uma satisfação sádica aqui e ali nos olhos de alguns homens. Provavelmente antecipando os tormentos que eu logo sofreria nas mãos experientes de Armand.

O pensamento fez minha boca secar.

Ele me levou direto pros aposentos dele... e direto através deles. Mal consegui dar uma olhada num escura, decoração brutalmente masculina antes de ser levada pra um quarto grande conectado. Os aposentos dos escravos. Muitos navios civis tinham, geralmente perto das cabines do capitão; classificando a posse dos privilégios deles.

O quarto era surpreendentemente de bom gosto, os móveis pesados e caros na qualidade, tudo escolhido em azul e mergulhado em cinza. A cama era enorme, coberta com uma colcha azul grossa... embora fosse óbvio que as argolas na cabeceira e nos pés eram mais que simples enfeites. Um armário alto de carvalho encostado num canto, uma cômoda refletida na parede, e uma variedade de mesinhas com peças de esculturas de bronze. A única indicação de que o quarto era usado pra prazer dominante era a presença de várias argolas colocadas no chão, no teto e nas divisórias.

— Vou ter que te deixar por um tempo — Armand me disse enquanto entrava cautelosamente no quarto. — Assuntos do navio.

— Não se apresse por minha causa — resmunguei.

Ele riu. — Te garanto, Rayna, que sua hora vai chegar.

Com isso, ele me deixou sozinha. Nem me preocupei em ver se ele tinha me trancado; sabia que tinha.
Pra matar o tempo, comecei a explorar. Foi aí que descobri que aquelas figuras de bronze eram bem menos inocentes do que pareciam de longe.

A estátua na mesinha redonda do canto mostrava um cavaleiro medieval. Vestido de cota de malha, segurando a espada num ângulo ameaçador. Uma mulher se ajoelhava aos pés dele, vestida com roupas finas, uma coroa na cabeça. Ela chupava o pau do cavaleiro, a mão fechada num punho no cabelo dele.

O bronze na cômoda era um viking corpulento, os lábios já curvados num sorriso aberto de triunfo. Sobre um ombro, ele carregava uma mulher, nua, amarrada e amordaçada, o corpo exuberante contorcido pela luta inútil.
O terceiro bronze, um oficial de prisão americano imobilizava uma donzela indígena no chão. As duas mãos dela estavam presas nas dele, e ele tinha aberto as pernas dela bem largas com as coxas musculosas. Ele chupava um peito descoberto enquanto enfiava o pau fundo na buceta dela.

A estátua na frente mostrava um pirata do século dezessete segurando uma mulher que se contorcia dobrada sobre um canhão enquanto ele possuía o cu dela com o pau duro e enorme. Como todas as vítimas, a mulher tinha a minha cara. Como todos os sequestradores, o pirata tinha a do Armand.

Fincando os olhos no bronze, percebi que estava respirando com dificuldade. Engoli e me sentei na cama.

Eu deveria estar enojada. Oprimida pelas formas das estátuas, com suas representações de estupros antigos, sugerindo que eu estava predestinada a ser uma presa gostosa pra porra pro Armand, que era o predador macho dominante. Eu era oficial da Patrulha Sideral, porra, capitã. Em nome da honra, não podia, não iria, não me renderia.

De repente, me dei conta de que estava deitada de costas, meus dedos enterrados fundo na minha buceta. Gemendo, virei a cabeça para fincar os olhos na estátua do oficial de prisões Armand estuprando a jovem indígena Rayna. Comecei a me tocar mais rápido, deslizando entre as dobras escorregadias e quentes, esfregando o botão duro do meu clitóris. Quase podia sentir os dedos dele cravando nos meus pulsos enquanto ele me segurava imobilizada, a vara dele entrando e saindo do meu corpo indefeso e esticado.

Imaginando os grunhidos triunfantes dele, gozei.

* * * * *

Quatro horas depois, Armand jogou o braço musculoso para trás, então lançou o chicote de "nove caudas" num arco sibilante. Os leves nove látegos atravessaram meus mamilos nus e inchados, e eu pulei nas unhas dos pés.

Meus pulsos estavam acorrentados juntos acima da minha cabeça num anel no teto, e meu cu ardia. Ele tinha lançado um jato carregado de Espalhei lubrificante anal no meu reto, depois de preencher, coloquei um plug na minha parte traseira.

O plug, lembro, foi feito pra manter o lubrificante no lugar até ele estar pronto pra me dar a minha primeira fodida como escrava.

Enquanto isso, ele tava ficando duro, açoitando meus peitos com o chicote. O chicote era leve demais pra cortar de verdade, mas como ardia... Meus mamilos estavam durinhos e vermelhos, inchados de sangue das porradas.

Tremendo nas minhas correntes, vi ele se afastar pra bater de novo. Ele tinha se despido até a cintura, e o músculo ondulava pelo torso largo enquanto ele se mexia.

TCHIBUM

Pulei de susto quando os chicotes cortaram meus peitos — Sua puta filha da puta! Nunca percebi que sádico fodido você é, Armand.

— Só no que diz respeito a você, querida — Tinha um volume na calça apertada dele grande o bastante pra envergonhar um cavalo. — Além disso, do meu jeito de ver, só tô cumprindo meu dever cívico.

TCHIBUM.

Puxei forte as correntes que amarravam meus pulsos. Quando ele estivesse bem preparado, ia se curvar sobre mim e deslizar aquele pau enorme fundo no meu cu virgem.

TCHIBUM.

Ele ia me foder com golpes longos e brutais, e não ia ligar pro quanto meu cu ia alargar, duro e largo.

E eu não via a hora.

Eu realmente queria aquilo. Era uma coisa assustadora, de verdade. De certo modo, cada chicotada suja...

TCHIBUM

... me deixava mais faminta pra chegar no final, com o qual ele vinha me ameaçando todos esses anos. Se Armand era um sádico pra eu me preocupar, então eu tinha virado uma masoquista desejando ardentemente a dominação dele.

TCHIBUM

— Você merece isso, putinha — ele rosnou enquanto eu me contorcia — depois do que você fez, do jeito que se vendeu pro Will Tucker, você merece tudo que eu posso te dar. Me fez pensar que era melhor que isso, quando desde o começo você não passou de... pra uma puta…
ZAS
ZAS
ZAS

— Me armaram uma cilada! — As palavras escaparam depressa. Apertei os dentes, puta da vida por ter deixado meus bicos doídos me distraírem tanto a ponto de realmente falar aquilo.

Ele recuou o braço no meio do golpe. — O que você disse?

Porra. Bem que eu podia contar a história toda. — Falei que me armaram uma cilada.

Ele bufou. — É, claro.

Minha mandíbula travou com o tom de deboche dele. Segurando a raiva, expliquei devagar: — Eu tava investigando o contrabandista de armas do anel de Yeman II. A gente tinha desmontado um dos computadores dele. Encontrei arquivos ligando a Almirante Bryson ao crime organizado. No começo, não acreditei, mas a documentação era boa demais. Claramente alguém tinha montado um dossiê pra chantagear a Almirante.

Ele franziu a testa, se endireitando devagar. — Continua.

— Mas meu imediato tava na folha de pagamento da Almirante. Ele conseguiu avisar ela de algum jeito. A próxima coisa que eu soube foi que o Will Tucker tinha dito pra Segurança Interna que eu tava aceitando propina. — Senti minha boca se torcer num sorriso amargo. — Parece que pegaram o Tucker no pulo, e ele tentou reduzir a pena colaborando com eles.

— Te condenaram na marra com acusações falsas. — Com um grunhido de raiva, ele se virou rápido e jogou o chicote num canto. — Tudo isso por causa de uma condenação apressada com base em mentiras.

— Sabe, não me surpreendeu que o Tucker tenha perjurado; ele é escória. Mas o que realmente me revoltou foi a quantidade de gente que eu achava honrada e que se dispôs a me enterrar, só pra subir na carreira. Sabe, uma dúzia de tripulantes se apresentou dizendo que me viu aceitando propina. Claro, os outros disseram que eu era limpa, mas essas testemunhas foram varridas pra debaixo do tapete. Só Ouviram os mentirosos — ri com amargura sarcástica — É isso aí sobre a honra do serviço.

Devagar, ele começou a praguejar, a voz baixa, cruel de tanta ferocidade. Eu ouvi com um mal-estar crescente. — Tô falando a verdade, Armand.

— Porra, sei que cê tá falando a verdade — cuspiu ele — Lutei contra você por cinco anos. Dá pra aprender muita coisa sobre uma pessoa na intensidade do combate, o jeito que ela pensa, o que faz e o que não faz. O fato é que você não é do tipo que aceita suborno. Seu senso de honra é afiado demais.

Rosnando, ele se jogou na cama e cravou os olhos em mim por um longo tempo. Me mexi ansiosa nas minhas correntes, não gostando da raiva ameaçadora nos olhos dele.

— Droga, não tenho escolha — resmungou finalmente.

— O que cê tá planejando, Armand?

De repente, a expressão dele suavizou — Tô planejando foder seus miolos, isso sim — Ele rolou pra fora da cama e voltou, alcançando as correntes que me prendiam ao teto. Abriu elas, depois os grilhões dos meus tornozelos, e me pegou nos braços. Por reflexo, enrolei os braços no pescoço musculoso dele.

— Armand, que porra cê tá fazendo?

Ele mudou de direção comigo e me deitou na cama. — Nada pra ter medo, Rayna. Só...

A boca dele desceu na minha. Mas não foi o beijo saqueador que eu esperava dele; foi suave, doce, pedindo em vez de tomar, com lábios quentes, aveludados e tentadores. Instintivamente, fiquei mole debaixo dele. Ele me apertou mais forte nos braços poderosos e apoiou o peso dele no meu. As mãos grandes dele me acariciaram, delicadamente tocando meus peitos inchados, deslizando suavemente pela minha barriga sensível. — Me fala se eu te machucar — murmurou.

— Por quê? Pra você poder se gabar?

Ele ignorou o comentário sarcástico e continuou me tocando, roçando minha pele suada, traçando com fogo suave nas minhas coxas. O tempo todo, os olhos escuros dele... ficaram fixos no meu rosto como se estivesse tentando memorizar cada traço.

Realmente levei um momento pra entender o que estava rolando. Armand estava fazendo amor comigo, não me comendo.

Cautelosamente, me atrevi a tocá-lo, passando uma mão ao redor da curva dos seus bíceps largos, traçando a dureza do músculo que cobria seu peito.

— Ai, Deus — gemeu. — É isso. Assim mesmo.

Nunca tinha ouvido aquele tom dele antes, nem quando eu tinha chupado ele inteiro. Ele tinha rosnado, ronronado, resmungado, mas nunca tinha falado tão docemente, como se eu fosse alguém precioso pra ele.

A ideia era original, escandalosa. E muito intrigante.

Ele esfregou os dedos entre minhas coxas, e eu deixei minhas pernas caírem separadas pra permitir o acesso. Tremi com a sensação dos dedos dele tocando minha carne mais sensível.

— Você é tão cremosa — murmurou. — Você me deseja, querida? Tá pronta?

Quase gemi, quase ri — Tô pronta há dois dias, Armand. Se você não me pegar logo, vou ficar louca.

Ele se levantou e abriu a braguilha da calça, depois puxou tudo rapidamente pra baixo das pernas duras e morenas. O pau dele pulou livre, erguendo-se num ângulo reto, escuro e grosso. Parecia deliciosamente enorme.

Devagar, se movendo com aquela mesma rara elegância, ele desceu sobre mim. Abri minhas pernas ansiosamente, levantei meus quadris. Cuidadosamente, ele guiou a cabeça redonda do pau até minha buceta molhada. Senti aquela sonda encontrar a abertura cremosa, começando uma longa, interminável deslizada pra dentro. Ofeguei, fechando os olhos de puro prazer que me dava. Ele era tão grande, me preenchia tão completamente... era tudo que eu precisava, tudo que eu tinha desejado por tanto tempo.

— Abre seus olhos — murmurou ele. — Me olha.

Obedeci, e ele me beijou, acariciando com a língua fundo na minha boca enquanto começava a meter devagar aquele pau maravilhoso. em mim. Muito devagar. Eu já estava tão perto de chegar lá que sentia meu clímax ao alcance. Incapaz de resistir, comecei a me erguer debaixo dele, querendo ele mais fundo, mais rápido. O pau dele era tão gostoso, tão duro, tão macio... enrolei minhas pernas em volta da cintura fina dele e me apertei contra ele, ofegante.
— Espera — ele gemeu. — Não vou conseguir me segurar se você...
— Então não se segura — eu rosnei. — Me fode, Armand.
Por um instante ele congelou, como se não pudesse acreditar no que eu tinha dito. Então ele começou a meter com força dentro de mim, me fazendo sentir a força dele, o poder dele. Me agarrei nos ombros largos dele e senti a primeira onda quebrar, queimando minhas terminações nervosas com o prazer bruto que se concentrava no pau enorme batendo com força na minha buceta molhada.
Joguei a cabeça para trás e gritei, me contorcendo. E ao longe ouvi o rugido masculino dele.
* * * * *
Quando acordei na manhã seguinte, ele tinha ido embora. Não o vi de novo até duas semanas depois.
* * * * *
Embora um tripulante viesse três vezes por dia me trazer comida e ficar comigo enquanto eu andava pelo navio, eu estava entediada durante o tempo que ele ficou fora.
Aí descobri a coleção pornô de sims do Armand. Sem nada melhor pra fazer, comecei a examiná-los. Todos pareciam tratar do ultraje: agentes cruéis de contraespionagem e espiãs inimigas, comandos e gostosas prisioneiras de guerra, especialistas em segurança e lindas ladras. A perseguição, a captura, um pouco de tortura erótica.
Aí o herói começava a explorar cada buraco da vítima com tanta habilidade que ela logo gemia de prazer, a escrava mais que satisfeita dele.
* * * * *
No dia que ele voltou, eu estava esticando meu cu. Depois de sentir aquele pau enorme na minha buceta, tinha decidido tentar me preparar.
Tinha encontrado uma cadeira estranha num armário. Era alta como um banco de bar, mas a O assento era feito de couro, no formato de uma sela de cavalo do oeste, completo com um chifre de apoio e estribos.

Havia uma segunda protuberância, mais comprida, saindo do assento. Tinha o formato de um pau, e eu tinha uma ideia bem clara de onde aquela extensão ia parar. Ele tinha ficado fora por uma semana quando resolvi experimentar.

Num dos filmes que assisti hoje, era especialmente obsceno. Uma gostosa sequestrada que teve o azar de cair nas garras de um sequestrador com um apetite por estupro anal e um pau como um porrete. Amarrada e amordaçada, ela estava dobrada sobre o encosto de um sofá, esperando ele se enfiar no buraquinho virgem dela. Claro, ela fazia barulhos de súplica por trás da mordaça — isso era aparentemente uma parte crucial da fantasia, a garota implorando por misericórdia.

Não era da minha natureza implorar por nada, mas se meu gemido deixava Armand tão excitado, decidi tentar.

Segurando o chifre da sela, me acomodei na montaria, sentindo o pedaço longo e lubrificado da superfície escorregadia do consolo contra meu cu. Doía, mas eu tinha descoberto que a sensação também era incrivelmente erótica.

Na tela, o sequestrador pressionava a cabeça do pau enorme dele no brotinho rosado da garota.

Observando ele forçar a entrada, deslizei para baixo no consolo, fantasiando como seria quando Armand fizesse aquilo comigo. Ele era muito maior do que o pau falso que eu estava montando...

Sorrindo abertamente de triunfo, o sequestrador se acomodou dentro dela, dando à vítima uma enfiada longa e lenta. A câmera focou no desespero dela enquanto o cu dela se expandia para aguentar o pau dele, enquanto ele fodia para dentro e para fora. Ela gemia com a dor da grossura dele.

Beliscando meus mamilos com força, me levantei nos estribos, depois deslizei de volta para baixo. atormentar meu cu.
Meu Deus, eu estava com tesão. Me perguntei se Armand alguma vez tinha observado esse sim e se masturbado, o pau dele ficaria duro enquanto imaginava desflorar meu cu. Será que ele ficava de pau duro pensando no meu cu apertado e no prazer cremoso que ele encontraria ao usar ele brutalmente? Será que ele sonhava comigo implorando por clemência, com meus gemidos suaves?

A vítima começou a gemer de prazer, ao sentir os primeiros prazeres masoquistas de tomar um pau tão grande no cu. Os quadris dela se ergueram, e ela deu uma pequena empurrada para trás. O sequestrador dela sorriu. — Eu te disse que você ia gostar disso — ele grunhiu.

Peguei o vibrador e comecei a montar no consolo mais rápido, abraçando a dor e o prazer enquanto a vítima começava a pular no furo retal do sequestrador dela. Tremendo, senti a tensão do orgasmo começando.

Quando o sequestrador separou as nádegas da garota para revelar o cu inchado e lambuzado de esperma, eu gritei meu clímax.

* * * * *
No dia seguinte, estava deitada desleixada na cama, pensando.

Tinha me ocorrido um plano de fuga.

Não era ruim, na verdade. Era simples, fácil, com a vantagem extra de ser irônico. Usando um dos chicotes que eu tinha encontrado no armário como uma corda, eu agarraria a mulher da tripulação que trazia minhas refeições e a forçaria a me levar ao hangar da baía. Depois, roubaria uma nave, correndo o risco de que eles relutassem em atirar na escrava cara do capitão deles. Claro, eu não podia fazer isso no hangar, e se fizesse, eles poderiam me explodir até o inferno de qualquer jeito, mas valia a tentativa. E com certeza, se eu fosse prisioneira de outro, mas não de Armand, eu teria feito isso num piscar de olhos.

Mas eu era a escrava de Armand, e o fato é que meu engenhoso, simples, irônico e pequeno plano de fuga tinha muito pouca vontade de ser executado.

Como eles tinham Caíram os poderosos.
A parada é que eu sempre tinha vivido uma existência meio limitada; minha vida tinha girado em torno da Patrulha Sideral e minha briga constante com o Armand. Agora a Patrulha tinha saído da minha vida pra sempre, mas o Armand ainda tava lá. E de certa forma, eu não conseguia mesmo me conformar em cortar essa última conexão.

Além disso, eu era uma escrava. Mesmo se conseguisse fugir, meu código genético ia disparar um alerta toda vez que tentasse alugar um apê ou comprar um veículo aéreo. Ou até pra conseguir comida, na real.

Virando a cabeça agitada no travesseiro, vi a figurinha do oficial de prisões Armand e sua gostosa cativa — Cê tá cheia de merda, Rayna — resmunguei pra mim mesma, de repente puta da vida com minhas racionalizações. — Isso não tem nada a ver com ser escrava. Cê só não quer largar ele.

Porra. Era deprimente. Melhor eu meter mais uma punheta do que cair numa conversa de autocomiseração, então decidi botar um dos sims e curtir.

Escolhi um que já tinha visto antes, sobre um comandante da selva e a mensageira que recebeu ordens pra caçar e matar. Sendo criativo e tarado, ele decidiu que tinha usos melhores pra sua bela prisioneira do que destruí-la. Esse sim era um dos meus favoritos porque o comandante me lembrava um pouco o Armand... e o que ele fazia com a prisioneira durante a cena do interrogatório nunca deixava de me deixar molhada.

Logo tava vidrada vendo ele caçar a pequena e gostosa mensageira.

Quando ele atacou de repente, ela começou uma briga corajosa e totalmente inútil, que terminou na hora com ela pelada e de mãos e pés amarrados.

Antecipando o que vinha a seguir, peguei o tubo de lubrificante no armário e passei a graxa grossa no meu cu. Tava definitivamente no clima pra um treino de sela.

— Rayna

Levei um susto e me virei, ao mesmo tempo deslizando o cano debaixo de um travesseiro.

Armand estava parado na entrada, com uma caixa volumosa e alegremente embrulhada debaixo do braço.

— Finalmente você voltou — falei, meio idiota.
— Demorei um pouco mais do que esperava — Ele estendeu o presente pra mim — Trouxe uma coisa pra você.

Sem graça, me adiantei um pouco pra pegar. De repente, fiquei bem consciente da minha nudez... e ainda mais desconcertada com o jeito que Armand parecia se forçar a não olhar de forma safada.

Com minha grosseria de sempre, me joguei no presente, encontrando uma caixa comprida de roupas lá dentro. Meio esperando ver um vestido de cetim vermelho de viúva alegre, joguei a tampa... e descobri meu uniforme cinza da Patrulha Sideral. Escondendo uma pontada de dor, me forcei a sorrir abertamente pro Armand. — Quer que eu vista pra brincar?

— Não! — Ele pareceu meio horrorizado. — Não, só queria... Rayna, você foi absolvida. Sua sentença vai ser anulada a qualquer dia desses. Acho que você vai recuperar seu posto antigo na Patrulha.

Olhei pra ele de boca aberta. — O quê? Isso é algum tipo de piada?

Os olhos dele se apertaram. — Não gosto de piadas.

— Não, claro que não — Desnorteada, me afundei na cama. — Só não entendo. Como isso aconteceu?
— Fui atrás do seu ex-segundo no comando e bati na cara podre dele até ele concordar em ir pra mídia interestelar com o arquivo da conexão da Almirante Bryson com o crime organizado — disse Armand com satisfação sombria. — O caso inteiro explodiu como uma estrela assassina ou uma bomba atômica. O filho da puta contou tudo, inclusive o jeito que armaram pra te calar. Aparentemente ele achou que se cantasse bastante e alto o suficiente, poderia salvar a própria carreira.

— Você fez tudo isso? E anulou minha sentença? Pisquei, completamente chocada. — Armand... Por quê? Caralho, a gente Fomos inimigos por anos. Finalmente você me tem onde queria. Por que se arriscou pra limpar meu nome?

Ele mudou os pés de posição. Eu tinha a estranha sensação de que ele se sentia desconfortável. — Sei que pode achar difícil de acreditar, mas sou um homem honrado. O que fizeram com você... Não dava pra ficar parado e deixar eles se safarem.

— Sim, mas... — Balancei a cabeça, tonta.

Armand suspirou e sentou ao meu lado. — Rayna, sabia que você é a única mulher que eu já quis estuprar?

Fiquei olhando fixo pra ele. — Sei que já me ameaçou com isso várias vezes, sim. E agora que me pegou...

— Fiquei obcecado por você desde nossa primeira batalha. No começo, só queria te foder umas duas vezes, mas com o tempo, quando conheci seu jeito de pensar, sua coragem, sua... Percebi que não seria suficiente — Ele fez uma pausa, com o olhar perdido no espaço. — Aí me veio a ideia de te escravizar. Depois que te tivesse, simplesmente... Não ia te soltar — Ele virou de lado pra me encarar. — Parecia o único jeito.

— O único jeito de quê?

— O único jeito de te ter — Ele agitou uma mão impaciente. — Rayna, você é uma pessoa boa, eu sou um cara mau. Não é como se pudéssemos sair pra um encontro. Sabia que a única forma de te manter seria se você estivesse acorrentada.

— Então eles me exibiram num leilão — falei devagar.

— E eu fiquei puto. Você não era o que eu pensava. Porra, desconfiei até que tinha dado pro Will Tucker, e isso realmente me deixou louco. Mas quando descobri que você foi condenada às pressas com acusações falsas, soube que não dava pra ficar parado — Ele me deu um sorriso repentino e arrogante. Fui ferida pela tristeza por trás daquelas palavras. — Mas te aviso, se um dia eu te capturar em combate, essa sua bunda é minha.

Olhei pra ele. — Por que esperar?

Ele piscou. — O quê?

— Me fode por trás, Armand — Me virei. Me ajoelhei na cama, apoiada nas mãos e nos joelhos.
— Soda-me. Abusa do meu cu virgem. Sei que quer fazer isso, você fala nisso há anos.

O sorriso dele foi agridoce.
— Uma vez pelos velhos tempos? Acho que não.

— Droga, Armand, para de ser tão obtuso — rosnei, de repente impaciente. Respirei fundo e articulei com cuidado — Eu não quero voltar pra Patrulha Sideral!

Ele arfou.
— O quê?

— Significa muito que você limpou meu nome, e foda-se o obrigado por isso. Mas não quero mais essa vida. Foi uma mentira. Toda aquela historinha bonita sobre honra e serviço, e me foderam no minuto em que foi conveniente pra eles. Pelo menos você teve a decência de me avisar que queria me dominar.

— Quer dizer que você realmente quer ser minha escrava?

— Realmente — falei baixinho —, tenho a sensação de que a escravidão é mútua.

A incredulidade dele se transformou em cautela.
— O que quer dizer com isso?

— Só me dei conta de uma coisa. Todos esses anos, você esteve apaixonado por mim.

— Que porra é essa — ele rosnou. — Quero te foder, sim...

— Você me ama — insisti —, ou não teria feito, porra, todo esse esforço pra restaurar minha honra, se privando do que sempre quis por anos. Esse sacrifício só pode ser movido por amor. — Respirei fundo. — E sabe de uma coisa? Eu também te amo, seu bastardo sádico e vil.

Um sorriso lento começou a se espalhar pelo rosto dele.
— Jura?

— Porra, sim. Por que você acha que ainda estou aqui? Se não te amasse, aquela idiota que traz minhas refeições já teria virado refém de um daqueles chicotes que você tem pendurados no armário. Eu teria saído desse navio tão rápido que teria deixado um rastro de íons.

Os olhos escuros dele se estreitaram.
— Não tenha tanta certeza de que teria sido tão fácil.

— Não? Então prova. — Nua, levantei meu quadril no ar, me arrastando lentamente na direção do rosto dele. — Meu navio estava em chamas ao nosso redor, Armand. Você espancou meu imediato até... esmagá-lo, e depois me obrigou a me despir sob a mira de uma arma. Você besuntou meu cu virgem e apertado, e tem uma ereção que chega até seu umbigo — Estendi meus braços para trás de mim. — Estou à sua mercê.

Por um longo momento ele não se mexeu, apenas me contemplou. Até que, lentamente, um sorriso cruel esticou sua boca generosa. — Muito ruim pra você que eu não tenho nada — Uma das mãos dele se fechou em volta das minhas com tanta força que me deixou sem fôlego. Ele sacudiu meus braços para trás com força, então passou a outra mão para colocá-la sobre a curva da minha buceta... e entre as nádegas, lentamente abrindo caminho pelo meio, procurando a entrada apertada. Um dedo indicador rude a encontrou e a forçou a se abrir, depois cavou fundo lá dentro.

Eu ofeguei e arqueei minhas costas com a penetração. — Sou um capitão da Patrulha Espacial, seu bastardo! Você vai se arrepender disso.
— Ah, duvido muito — ele ronronou. — Mas você vai desejar — De repente, alavancando meus braços, ele me forçou a abaixar a cabeça para erguer minha bunda bem alto no ar. Um segundo dedo encontrou seu caminho fundo. Eu gemi, só em parte fingindo. — Considerando que momento difícil você está tendo com meus dedos, meu pau vai te abrir bem largo.

— E aposto que você vai amar cada segundo disso, filho da puta sádico — Eu tremi, a luxúria rolando por mim em ondas ardentes.
— Ah, siiiim — Ele moveu os dedos em círculos, me machucando. — Fiquei de pau duro por você todo o tempo que estivemos lutando, pensando neste momento.
A voz dele desceu para um grunhido baixo, rasgado pela luxúria. — Meu pau é mais grosso que meu pulso, Rayna, e minhas bolas estão quentes e apertadas. Pronta pra sofrer?
Gemir "ah, sim" estaria completamente fora do personagem, então, em vez disso, eu rosnei — Faça o que puder, seu bastardo.
— Não se preocupe... vou fazer.

Mas, em vez disso, ele retirou os dedos enfiadores e soltou meus pulsos.

Eu toquei a borda da cama e ouvi a gaveta da Mesa de cabeceira escorregou, mas antes que eu pudesse me virar, ele agarrou meus braços de novo e começou a enrolar um pedaço de corda áspera em volta deles.
— É pra isso que quero minhas duas mãos livres — ele disse enquanto virava minha cabeça pra me encarar com ansiedade — Quero abrir suas bundinhas brancas e lindas e ver meu pau empalar seu cu virgem

Assim que ele me deixou bem amarrada, abriu a braguilha e liberou o pau. Era enorme, vermelho escuro excitado e cheio de veias, e eu lambi meus lábios numa mistura de nervosismo e tesão. Isso ia doer.

Segurando minhas nádegas, Armand forçou elas enquanto as abria o máximo que podia.
Então, finalmente, senti a cabeça macia e arredondada do pau dele contra meu cu.

— Aarrrrrmaaaaaannnd! — A entrada não foi nada rápida ou suave enquanto o órgão imenso perfurava meu cu, forçando ele a dilatar com pressão implacável. Mas Armand tava no personagem pra valer, e não me deu trégua, enfiando aquele pedaço comprido e grosso mais e mais fundo, uns centímetros de cada vez.

Olhando ferozmente pra trás, vi o sorriso demoníaco dele.. Ele já não tava mais só fingindo ser um conquistador dominante que sodomiza sua prisioneira indefesa. Ele era meu dono. Saquear meu cu virgem era direito e prazer dele.

— Não, por favor — eu gemi, a dor queimando meu canal anal — Você é grande demais, não consigo aguentar...

— Consegue, — ele rosnou — e vai — Eu podia sentir as bolas peludas dele contra minha bunda agora, e o pau inteiro e duro dele enfiado direto no meu umbigo. Ele começou a recuar, saindo devagar, tão devagar...
E eu senti os primeiros espasmos de prazer.

— Deus — ele rangeu — Você é ainda mais apertada do que eu esperava, agarra meu pau tão gostoso, tão quente, tão... — Ele enfiou pra dentro, sem fim e ardente — Como é que tá, Rayna? — ele ronronou — Esse pau todo nessa bucetinha pequena?

— Isso... Ah, dói. É... Você é grande demais grande...
— Não se preocupa... Você vai achar mais fácil... Com a prática

Ao se retirar. O prazer aumentando através da dor como uma rosa abrindo caminho por um matagal de espinhos.
Olhando para cima, de repente percebi que podia nos ver no espelho. Ele se erguia sobre mim, seu enorme pau escavando um túnel no meu cu, completamente vestido, seu terno naval preto contrastando totalmente com meu corpo nu e branco. Seu rosto bonito estava feroz de triunfo, luxúria e prazer bruto e duro. Gemi ao observá-lo.
E me entreguei.

Os músculos do meu esfíncter invadido relaxaram, dando-lhe permissão para empurrar mais suavemente, mais facilmente.

— Isso mesmo, Rayna — ele rosnou. — Não tem mais motivo pra lutar. Você está conquistada. Escravizada. Minha
— Sim — gemi.
— Fala!
— Sou sua — O prazer e a dor, batendo através de mim a cada longa estocada de escavação.
— Você é meu o quê?
— Sou sua... UH... escrava!

Ele começou a pegar o ritmo, a penetração pra dentro e pra fora. — E o que acontece com escravos, Rayna?
— Eles são... Oh!... Eles são fodidos até ficarem escravizados
— Certo — Dava pra ver ele sorrindo como um lobo no espelho — Eles são dobrados e abertos bem largos, seus donos enfiam seus paus grandes e duros fodendo seus cuzinhos apertados — Ele começou a me bater com força, enfatizando cada palavra com uma estocada implacável. — DENTRO e FORA e DENTRO e FORA, até que os pobres escravos sabem que estão completamente na misericórdia dos seus donos. E seus donos não têm nenhuma piedade.

A dor mal se notava agora, nada mais que um contraponto agudo ao prazer atormentador da sua posse. E subindo através do prazer estava o calor, a luxúria, a necessidade de me submeter a ele. — Meu inimigo — ofeguei, me deliciando em cada estocada cruel — Meu pirata. Você ama... torturar... meu cu...

Ele bateu fundo com tanta força que minha respiração saiu dos meus pulmões em agonia deliciosa. — Sim, adoro horrores
— Sádico — chorei — conquistador cruel. Goza no meu cu, me conquista. Me escraviza
— Siiiiiii —Ele bateu forte e fundo.
Aquela última e brutal estocada me atingiu ruidosamente enquanto eu gozava. Meu clímax escorreu sobre mim bem quando ele começou a bombear meu reto invadido, enchendo ele com seu sêmen.
* * * * *
Deitada de bruços, mal consciente. Armand se acomodou ao meu lado, as duas mãos abrindo minha bunda enquanto inspecionava os resultados das suas investidas com preguiçosa satisfação. — Você, —ele disse— parece uma escrava bem comida.
Suspirei. — Com certeza sou.
— Assim que eu recuperar minhas forças, vou açoitar sua bunda com um chicote e fazer tudo de novo.
— Vil bastardo — Meus olhos foram se fechando.
— Com certeza sou —Eu estava pegando no sono quando ele murmurou— E eu te amo.
— Não vou contar pra ninguém —murmurei.
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Angela Knight

2 comentários - A escrava do pirata (de Angela Knight)

Excelente !!!
De primera el relato de sumisión !!!


Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!

A escrava do pirata (de Angela Knight)

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