Houve uma época em que meu filho começou a namorar. Foi uma boa notícia por dois motivos: a garota tinha a idade dele (maior de 18, eu temia que ele só se interessasse por mulheres milf) e assim, pensei, ele vai parar de me perturbar (leiam meus relatos anteriores e vão entender o que quero dizer).
Pedi pra ele não trazer a namorada em casa pra transar, ofereci dinheiro pra irem a um hotel, mas ele nunca me ouviu.
Ela me lembra de mim quando tinha a idade dela, é meio tímida e tem carinha de quem está muito apaixonada. Meu filho (que tanto me lembra meu ex-marido) parece se aproveitar da situação.
Uma noite eles tiveram uma sessão de sexo bem escandalosa no quarto dele. Eu ouvia tudo do meu, era impossível dormir. Será que em algum momento eu estava com ciúmes? Não, impossível. Bom, impossível não, mas tentei afastar esses pensamentos da minha cabeça.
Em dado momento, os gemidos de prazer dela se transformaram em gemidos de dor. Também ouvi ela dizer pro meu filho: "Eu quero, mas doi muito."
Olhei o relógio, eram duas da manhã e eu estava acordada, e alterada. Excitada? Também não queria nem pensar nisso.
Me levantei sem vestir nada e fui no escuro até o armário do banheiro pegar um remédio pra dormir. Tateando, tentava encontrar a caixa quando de repente a luz acendeu.
Era meu filho, completamente nu e com uma ereção colossal.
Nos assustamos um com o outro.
— Mãe, o que cê tá fazendo aqui no escuro?
— O que cê tá fazendo assim, pelado?
— Igual você — ele sorriu.
Aí lembrei que eu também estava nua. Cobri os peitos com o antebraço e a virilha com a outra mão.
— O que cê tá fazendo aqui? — insisti.
— Tô procurando creme.
— O quê?
— Me empresta um dos seus cremes. Preciso urgente.
Não precisava perguntar pra quê. Olhei por cima do ombro dele. Além da porta do banheiro, na penumbra, estava a namorada dele, também nua, tentando cobrir os peitos com um certo pudor.
Imaginando pra que ele precisava, passei um pote.
— Toma, esse aqui serve. Vai servir.
—Valeu, mãe, tu é foda —disse ele e me beijou na bochecha.
—E você se comporte, não seja bruto.
Ele ia sair, mas voltou e me perguntou:
—Não daria um conselho pra ela?
—O quê?
Ele pegou a namorada pela mão e a levou pro banheiro. Ela baixou os olhos. Me lembrava tanto de mim que me encheu de ternura!
—Isso, dá uns conselhos pra ela sobre como fazer —insistiu meu filho.
—Você é louco?
—Vai, mãe, tu entende do assunto.
Fiquei vermelha.
—Vai embora, pelo amor de Deus. Vão os dois.
—Fala alguma coisa, sei lá, que ela não fique nervosa, que não tenha medo.
—É pra você que eu tô falando: não seja bruto. Seja delicado.
Ele sorriu, me deu outro beijo e foram embora.
Que loucura, pensei.
Peguei um comprimido da caixa. No banheiro não tinha copo, então apaguei a luz e fui até a cozinha. Foi aí que percebi que meu filho tinha deixado a porta do quarto dele aberta.
Fiquei parada um tempão, matutando. Sabia que ele tinha feito de propósito, sabia que não devia espiar, mas não consegui me controlar. Foi como se meus pés me levassem até lá contra minha vontade.
Espiei discretamente, prendendo a respiração. Meu coração quase pulou pra fora do peito.
Na penumbra do quarto, vi a garota de quatro na cama, na beirada, e meu filho de pé, tentando enfiar a ferramenta enorme dele no cu dela.
Ele tava com dificuldade. A cada avanço, ela reclamava, aí ele recuava um pouco, passava mais creme e tentava de novo.
Até que num certo momento ele não recuou mais. Ela reclamava de dor, mas meu filho não tirou. Aos poucos, o pau inteiro desapareceu no cu da namorada.
Ela caiu pra frente, ficou completamente de bruços, e meu filho por cima dela. Nessa posição, ele bombou lenta e profundamente.
Sei que parece horrível, mas eu fiquei com a buceta molhada. Tava ficando excitada vendo meu filho comendo a namorada!
Isso não pode estar acontecendo, pensei. Sentia uma vontade incontrolável de me tocar. Pior ainda, de estar na cama com eles.
Lutando contra meus desejos ocultos, minha culpa, minha vergonha, me afastei da porta. Fui até a cozinha e tomei o comprimido com um copão de água.
Fiquei parada ali até os sons no quarto do meu filho pararem. Mas o galope do meu coração não tinha parado, nem a umidade da minha buceta. O sonífero ainda não tinha feito efeito.
Passou mais um tempão. Tremendo da cabeça aos pés, espiei de novo o quarto do meu filho. Os dois pareciam estar dormindo.
Sem saber o que fazer, vaguei pela casa. No encosto de uma cadeira da sala de jantar tinha uma camisa do meu filho, vesti sem abotoar, continuei andando e acabei no sofá da sala sem conseguir pegar no sono. Na minha cabeça, eu repetia as imagens que tinha visto. Não conseguia parar de pensar.
O que estava acontecendo comigo? O que era esse lado voyeur meu que eu desconhecia? E logo tinha despertado com o meu filho?
Minha mente voava. Me relaxei no sofá, fechei os olhos. Talvez o sono finalmente viesse.
— Não consegue dormir?
A voz do meu filho me tirou dos meus pensamentos profundos com um susto.
Ele sentou do meu lado, ainda pelado, embora agora não estivesse duro.
— O que você está fazendo assim? Se cobre — falei.
Ele nem ligou.
Tinha um copo de cerveja gelada, me ofereceu, tomei um gole e devolvi.
Fechei um pouco a camisa pra cobrir os peitos e cruzei as pernas.
— Eu também não consigo dormir — ele disse.
— E sua namorada? — perguntei olhando pro quarto dele.
— Ela dorme que nem uma pedra — sorriu.
— Filho, vai pra sua cama. Tô preocupada que essa garota pense algo ruim de mim, de você, de nós dois.
— Ela nunca vai pensar nada de ruim. Não tem família, lembra que te contei? Você é tipo uma mãe pra ela, não faz ideia do quanto ela te ama.
— Coitadinha. Você não fez nada à força com ela, né?
— Não, mãe, juro que não.
— Olha que você pode machucar ela e é muito feio.
— Juro. Aliás, saí mais machucado do que ela — sorriu.
— O que quer dizer?
— Tá ardendo — disse colocando a mão no pau.
Mesmo na penumbra, dava pra ver que a cabeça avermelhada.
–É muito apertada, por isso agora tá ardendo – ela disse.
–Não quero saber de detalhe nenhum – cortei ele.
–E o que eu faço com a ardência?
–Mete em água fria – falei secamente.
Só consegui que ele risse.
–Shh, não ri tão alto que você vai acordar ela.
Tentei me levantar pra ir pro meu quarto, mas ele me segurou.
–Me solta, vou pra minha cama.
–Não, espera, fica mais um pouquinho.
Ele se deitou em cima de mim, enlaçou meu pescoço com os braços. O pinto mole dele ficou apoiado nas minhas coxas.
–Filho…
–Só mais um pouquinho, assim abraçados.
O corpo dele estava quentinho e macio. A verdade é que eu precisava de um abraço naquele momento. Não sei se meu filho era a pessoa mais adequada, mas não tinha mais ninguém que pudesse me dar isso.
Ficamos um tempo em silêncio. A sensação era muito gostosa. Sentia que o sono finalmente vinha me pegando.
Mas de novo alguma coisa me fez abrir os olhos. Um pressentimento.
A namorada do meu filho estava de pé do nosso lado. Tinha o cabelo bagunçado, o rosto vermelho e suava.
–O que foi? – perguntei meio preocupada.
–Tô mal. Quero vomitar.
Virei pro meu filho:
–O que você fez com ela?
–Nada.
–Deu ela pra fumar?
Ele sorriu sem me responder.
–Você é incorrigível.
Me levantei, abracei a garota e levei ela até o banheiro. Parecia um bichinho ferido, tão vulnerável…
Ela se jogou no vaso e vomitou. Eu me agachei do lado dela. Percebi que um pouco de sêmen escorria do cu dela.
–Já vai passar. Se você não tá acostumada, pode dar essa reação. Não devia ter fumado nada do que meu filho te dá.
Ela se recompôs um pouco e me disse:
–Você é tão boa…
Pra minha surpresa, ela me abraçou e começou a chorar.
–Calma, mocinha… o que foi?
–Nunca tive ninguém que cuidasse de mim…
Estávamos as duas ajoelhadas no banheiro, abraçadas, ela chorando no meu ombro, meus peitos apoiados nos peitos dela. Tinha um cheiro forte de sexo, a buceta dela tão molhada quanto a minha.
Nessa posição meu filho nos encontrou. Ele parou na porta. O pau dele tinha ficado Duro de novo.
—Está melhor?
—Sim, mas o que você fez foi muito errado — repreendi.
Ele se ajoelhou junto com a gente e nos envolveu com os braços.
—Desculpa, peço perdão, não pensei que ia te machucar.
O arrependimento dele era sincero. Naquele momento mágico, havia muito amor ali. Nos nossos corpos, tão nus, tão quentes, tão próximos, não tinha nem um pingo de maldade.
A namorada dele disse suavemente:
—Eu sei que você não quis me machucar. Você também é muito bom.
E olhando pra mim, completou:
—Vocês são incrivelmente bons, os dois.
Meu filho beijou ela na boca. Depois, pra minha surpresa, me beijou na boca também.
Ele sorriu. Tava cheio de amor. A namorada dele também sorria.
—Beija ela — disse meu filho.
Ela buscou meus lábios com os dela. Eu sentia que aquilo não era certo, me afastei um pouquinho pra trás. Tava confusa.
—Não sei se isso é adequado — falei.
Meu filho, se referindo à namorada, disse com naturalidade:
—Ela gosta de beijar outras mulheres.
—Bom… isso não tem nada a ver.
—Mãe, ela quer te beijar pra mostrar o amor dela. Não é verdade? — perguntou pra ela.
—Sim, senhora, mas se a senhora não quiser, tá tudo bem também — disse a garota timidamente.
—Não, não me entenda mal. Eu também gosto muito de você, mas…
Foi aí que meu filho fez a revelação da noite:
—Mãe, ela sabe de tudo.
—O quê? Como assim? — perguntei atordoada.
A namorada esclareceu:
—Sei que a senhora e seu filho têm uma relação muito especial.
—Você contou? — me alarmei.
Ela continuou:
—Ele me contou, e acho maravilhoso. Quem me dera ter tido uma família assim. Quem me dera ter sido amada assim. Mas meus pais me abandonaram quando eu era pequena. Vocês… vocês são a família que eu queria ter tido…
Ela começou a chorar de novo. Senti meu coração se apertar, a história daquela garota me comovia profundamente. Insisto, mesmo correndo o risco de ser repetitiva, que ela me lembrava muito eu mesma naquela idade.
—Viu, mãe? Tá tudo bem. Isso é puro amor — disse meu filho.
Ele nos apertou mais forte com os braços. A boca da namorada dele buscou a minha. de novo minha boca, e dessa vez eu não evitei. A gente se beijou lindamente.
Por instinto, porque não sei beijar de outro jeito, por reflexo condicionado, enfiei a língua. Imediatamente reagi e tirei, mas aí foi ela quem enfiou a língua em mim. Até nessas reações a gente se parecia. Ela também não sabia beijar de outro jeito.
Apesar do jogo das línguas, da troca profunda das nossas salivas, aquele beijo foi puro amor, pura paz. Eu continuava sem achar que havia maldade naquele momento. Senti que aquela garota poderia ter sido minha filha.
Depois ela abraçou forte o meu filho e eu.
— Amo vocês, amo tanto... — disse com lágrimas nos olhos.
— Vocês são as mulheres que mais amo na vida — ele disse.
Ele pegou um peito da namorada e esfregou o mamilo dela num dos meus. Se levantou um pouco e roçou os mamilos na glande do pau dele, já ereto.
— Amo vocês... amo vocês — repetiu.
Eu me sentia meio bêbada, mas ainda conseguia enxergar certos limites.
— Filho, não exagera — sussurrei.
Ele continuou esfregando o pau nos nossos peitos e falou baixinho:
— São meus dois amores... quero ter vocês duas.
Ele se levantou um pouco mais. Tinha uma mão nas minhas costas, outra nas costas da namorada, e nos mantinha uma do lado da outra, com o pau na altura dos nossos rostos. Naquele banheiro minúsculo não tinha espaço pra gente sair da posição.
— Não, filho — insisti.
Mas a namorada dele teve uma reação diferente: abriu a boca e fez um boquete nele.
— Me deixa sair — pedi pro meu filho.
— Não, mãe, você também quer.
— Não. Me deixa ir.
— E então por que você ficou olhando na porta do meu quarto?
— O qu... quê? — gaguejei.
— A gente te viu quando você ficou nos olhando, mãe. E isso deixou a gente louco.
A namorada parou de chupar e me disse:
— Não me incomodou, senhora, pelo contrário, senti... senti como se a senhora estivesse cuidando de mim. E foi muito bonito.
Fiquei estupefata. Então eles tinham me visto. E agora meu filho estava me oferecendo o pau dele, coberto de saliva da namorada, pra eu chupar. Reagi de repente, como se tivesse acordado.
—Não, não posso, não devo. Chega. Filho, você sabe que não é certo. Já falamos disso um monte de vezes.
—Não obriga sua mãe se ela não quiser — interferiu a namorada.
Ao mesmo tempo, a garota agarrou uma das minhas tetas com a mão. Passou a unha no meu mamilo, depois no dela, e voltou pro meu, e assim, como um tique nervoso. Acho que ela fazia isso sem nem perceber, mas era excitante.
—Ela quer, mas é sempre a mesma coisa, nega, não quer admitir — disse meu filho.
—Não, não quero.
—Deixa ela.
Era uma discussão sem sentido. Eu não cedia, meu filho também não, e a namorada tentava interceder.
Então as coisas começaram a se desenrolar numa velocidade que, no meu estado, me impediu de reagir.
Meu filho começou a se balançar, esfregando o pau dele nas nossas tetas.
A namorada dele voltou a me beijar. Dessa vez fez com mais intensidade, gemendo. Enquanto colava os lábios nos meus, enfiava a língua na minha boca, pegou uma das minhas mãos e levou direto pra pussy dela. Tava molhadíssima.
Não parou por aí. Quando se certificou de que eu não tiraria minha mão da entreperna dela, enfiou dois dedos na minha pussy.
Meu filho continuava com a balançada. Agora tava diretamente comendo nossas tetas.
—Amo vocês… amo vocês — gritou meu filho.
Senti ele me respingar as bochechas.
Rapidamente, a namorada dele parou de me beijar e meteu o pau dele na boca pra lamber o resto da porra.
Chupou forte, e depois voltou a me beijar com a boca cheia de sêmen do meu filho. Engoli um pouco e devolvi o resto.
A masturbação que ela tava fazendo em mim, e a que eu fazia nela ao mesmo tempo, me fizeram perder a cabeça. Nossas línguas impregnadas de porra se enroscaram, lutaram dentro das nossas bocas. Meu filho observava, e esfregava o pau no nosso rosto e nas nossas tetas. Talvez sem querer, éramos duas fêmeas prestando tributo da nossa tesão pro macho que nos conquistou.
Tive meu orgasmo, porque era impossível não chegar ao êxtase naquela situação. essa situação. Aí a namorada do meu filho enfiou um mamilo na minha boca.
—Me morde… me morde, por favor.
Apertei meus dentes no mamilo duro dela e ela explodiu. Teve um orgasmo tão forte com meus dedos enfiados na buceta que até mijou.
Eu fiquei em choque naquela noite. Até hoje me pergunto se caí numa armadilha, se meu filho e a namorada conspiraram pra tudo aquilo acontecer, ou se era genuíno o amor que sentiam e transbordou pro lado do sexo.
Isso aconteceu há um tempo. Pouco depois meu filho terminou com a namorada. A última coisa que soube dela é que se prostitui. Meu filho costuma visitá-la, agora como cliente, e insiste pra eu ir junto.
Pedi pra ele não trazer a namorada em casa pra transar, ofereci dinheiro pra irem a um hotel, mas ele nunca me ouviu.
Ela me lembra de mim quando tinha a idade dela, é meio tímida e tem carinha de quem está muito apaixonada. Meu filho (que tanto me lembra meu ex-marido) parece se aproveitar da situação.
Uma noite eles tiveram uma sessão de sexo bem escandalosa no quarto dele. Eu ouvia tudo do meu, era impossível dormir. Será que em algum momento eu estava com ciúmes? Não, impossível. Bom, impossível não, mas tentei afastar esses pensamentos da minha cabeça.
Em dado momento, os gemidos de prazer dela se transformaram em gemidos de dor. Também ouvi ela dizer pro meu filho: "Eu quero, mas doi muito."
Olhei o relógio, eram duas da manhã e eu estava acordada, e alterada. Excitada? Também não queria nem pensar nisso.
Me levantei sem vestir nada e fui no escuro até o armário do banheiro pegar um remédio pra dormir. Tateando, tentava encontrar a caixa quando de repente a luz acendeu.
Era meu filho, completamente nu e com uma ereção colossal.
Nos assustamos um com o outro.
— Mãe, o que cê tá fazendo aqui no escuro?
— O que cê tá fazendo assim, pelado?
— Igual você — ele sorriu.
Aí lembrei que eu também estava nua. Cobri os peitos com o antebraço e a virilha com a outra mão.
— O que cê tá fazendo aqui? — insisti.
— Tô procurando creme.
— O quê?
— Me empresta um dos seus cremes. Preciso urgente.
Não precisava perguntar pra quê. Olhei por cima do ombro dele. Além da porta do banheiro, na penumbra, estava a namorada dele, também nua, tentando cobrir os peitos com um certo pudor.
Imaginando pra que ele precisava, passei um pote.
— Toma, esse aqui serve. Vai servir.
—Valeu, mãe, tu é foda —disse ele e me beijou na bochecha.
—E você se comporte, não seja bruto.
Ele ia sair, mas voltou e me perguntou:
—Não daria um conselho pra ela?
—O quê?
Ele pegou a namorada pela mão e a levou pro banheiro. Ela baixou os olhos. Me lembrava tanto de mim que me encheu de ternura!
—Isso, dá uns conselhos pra ela sobre como fazer —insistiu meu filho.
—Você é louco?
—Vai, mãe, tu entende do assunto.
Fiquei vermelha.
—Vai embora, pelo amor de Deus. Vão os dois.
—Fala alguma coisa, sei lá, que ela não fique nervosa, que não tenha medo.
—É pra você que eu tô falando: não seja bruto. Seja delicado.
Ele sorriu, me deu outro beijo e foram embora.
Que loucura, pensei.
Peguei um comprimido da caixa. No banheiro não tinha copo, então apaguei a luz e fui até a cozinha. Foi aí que percebi que meu filho tinha deixado a porta do quarto dele aberta.
Fiquei parada um tempão, matutando. Sabia que ele tinha feito de propósito, sabia que não devia espiar, mas não consegui me controlar. Foi como se meus pés me levassem até lá contra minha vontade.
Espiei discretamente, prendendo a respiração. Meu coração quase pulou pra fora do peito.
Na penumbra do quarto, vi a garota de quatro na cama, na beirada, e meu filho de pé, tentando enfiar a ferramenta enorme dele no cu dela.
Ele tava com dificuldade. A cada avanço, ela reclamava, aí ele recuava um pouco, passava mais creme e tentava de novo.
Até que num certo momento ele não recuou mais. Ela reclamava de dor, mas meu filho não tirou. Aos poucos, o pau inteiro desapareceu no cu da namorada.
Ela caiu pra frente, ficou completamente de bruços, e meu filho por cima dela. Nessa posição, ele bombou lenta e profundamente.
Sei que parece horrível, mas eu fiquei com a buceta molhada. Tava ficando excitada vendo meu filho comendo a namorada!
Isso não pode estar acontecendo, pensei. Sentia uma vontade incontrolável de me tocar. Pior ainda, de estar na cama com eles.
Lutando contra meus desejos ocultos, minha culpa, minha vergonha, me afastei da porta. Fui até a cozinha e tomei o comprimido com um copão de água.
Fiquei parada ali até os sons no quarto do meu filho pararem. Mas o galope do meu coração não tinha parado, nem a umidade da minha buceta. O sonífero ainda não tinha feito efeito.
Passou mais um tempão. Tremendo da cabeça aos pés, espiei de novo o quarto do meu filho. Os dois pareciam estar dormindo.
Sem saber o que fazer, vaguei pela casa. No encosto de uma cadeira da sala de jantar tinha uma camisa do meu filho, vesti sem abotoar, continuei andando e acabei no sofá da sala sem conseguir pegar no sono. Na minha cabeça, eu repetia as imagens que tinha visto. Não conseguia parar de pensar.
O que estava acontecendo comigo? O que era esse lado voyeur meu que eu desconhecia? E logo tinha despertado com o meu filho?
Minha mente voava. Me relaxei no sofá, fechei os olhos. Talvez o sono finalmente viesse.
— Não consegue dormir?
A voz do meu filho me tirou dos meus pensamentos profundos com um susto.
Ele sentou do meu lado, ainda pelado, embora agora não estivesse duro.
— O que você está fazendo assim? Se cobre — falei.
Ele nem ligou.
Tinha um copo de cerveja gelada, me ofereceu, tomei um gole e devolvi.
Fechei um pouco a camisa pra cobrir os peitos e cruzei as pernas.
— Eu também não consigo dormir — ele disse.
— E sua namorada? — perguntei olhando pro quarto dele.
— Ela dorme que nem uma pedra — sorriu.
— Filho, vai pra sua cama. Tô preocupada que essa garota pense algo ruim de mim, de você, de nós dois.
— Ela nunca vai pensar nada de ruim. Não tem família, lembra que te contei? Você é tipo uma mãe pra ela, não faz ideia do quanto ela te ama.
— Coitadinha. Você não fez nada à força com ela, né?
— Não, mãe, juro que não.
— Olha que você pode machucar ela e é muito feio.
— Juro. Aliás, saí mais machucado do que ela — sorriu.
— O que quer dizer?
— Tá ardendo — disse colocando a mão no pau.
Mesmo na penumbra, dava pra ver que a cabeça avermelhada.
–É muito apertada, por isso agora tá ardendo – ela disse.
–Não quero saber de detalhe nenhum – cortei ele.
–E o que eu faço com a ardência?
–Mete em água fria – falei secamente.
Só consegui que ele risse.
–Shh, não ri tão alto que você vai acordar ela.
Tentei me levantar pra ir pro meu quarto, mas ele me segurou.
–Me solta, vou pra minha cama.
–Não, espera, fica mais um pouquinho.
Ele se deitou em cima de mim, enlaçou meu pescoço com os braços. O pinto mole dele ficou apoiado nas minhas coxas.
–Filho…
–Só mais um pouquinho, assim abraçados.
O corpo dele estava quentinho e macio. A verdade é que eu precisava de um abraço naquele momento. Não sei se meu filho era a pessoa mais adequada, mas não tinha mais ninguém que pudesse me dar isso.
Ficamos um tempo em silêncio. A sensação era muito gostosa. Sentia que o sono finalmente vinha me pegando.
Mas de novo alguma coisa me fez abrir os olhos. Um pressentimento.
A namorada do meu filho estava de pé do nosso lado. Tinha o cabelo bagunçado, o rosto vermelho e suava.
–O que foi? – perguntei meio preocupada.
–Tô mal. Quero vomitar.
Virei pro meu filho:
–O que você fez com ela?
–Nada.
–Deu ela pra fumar?
Ele sorriu sem me responder.
–Você é incorrigível.
Me levantei, abracei a garota e levei ela até o banheiro. Parecia um bichinho ferido, tão vulnerável…
Ela se jogou no vaso e vomitou. Eu me agachei do lado dela. Percebi que um pouco de sêmen escorria do cu dela.
–Já vai passar. Se você não tá acostumada, pode dar essa reação. Não devia ter fumado nada do que meu filho te dá.
Ela se recompôs um pouco e me disse:
–Você é tão boa…
Pra minha surpresa, ela me abraçou e começou a chorar.
–Calma, mocinha… o que foi?
–Nunca tive ninguém que cuidasse de mim…
Estávamos as duas ajoelhadas no banheiro, abraçadas, ela chorando no meu ombro, meus peitos apoiados nos peitos dela. Tinha um cheiro forte de sexo, a buceta dela tão molhada quanto a minha.
Nessa posição meu filho nos encontrou. Ele parou na porta. O pau dele tinha ficado Duro de novo.
—Está melhor?
—Sim, mas o que você fez foi muito errado — repreendi.
Ele se ajoelhou junto com a gente e nos envolveu com os braços.
—Desculpa, peço perdão, não pensei que ia te machucar.
O arrependimento dele era sincero. Naquele momento mágico, havia muito amor ali. Nos nossos corpos, tão nus, tão quentes, tão próximos, não tinha nem um pingo de maldade.
A namorada dele disse suavemente:
—Eu sei que você não quis me machucar. Você também é muito bom.
E olhando pra mim, completou:
—Vocês são incrivelmente bons, os dois.
Meu filho beijou ela na boca. Depois, pra minha surpresa, me beijou na boca também.
Ele sorriu. Tava cheio de amor. A namorada dele também sorria.
—Beija ela — disse meu filho.
Ela buscou meus lábios com os dela. Eu sentia que aquilo não era certo, me afastei um pouquinho pra trás. Tava confusa.
—Não sei se isso é adequado — falei.
Meu filho, se referindo à namorada, disse com naturalidade:
—Ela gosta de beijar outras mulheres.
—Bom… isso não tem nada a ver.
—Mãe, ela quer te beijar pra mostrar o amor dela. Não é verdade? — perguntou pra ela.
—Sim, senhora, mas se a senhora não quiser, tá tudo bem também — disse a garota timidamente.
—Não, não me entenda mal. Eu também gosto muito de você, mas…
Foi aí que meu filho fez a revelação da noite:
—Mãe, ela sabe de tudo.
—O quê? Como assim? — perguntei atordoada.
A namorada esclareceu:
—Sei que a senhora e seu filho têm uma relação muito especial.
—Você contou? — me alarmei.
Ela continuou:
—Ele me contou, e acho maravilhoso. Quem me dera ter tido uma família assim. Quem me dera ter sido amada assim. Mas meus pais me abandonaram quando eu era pequena. Vocês… vocês são a família que eu queria ter tido…
Ela começou a chorar de novo. Senti meu coração se apertar, a história daquela garota me comovia profundamente. Insisto, mesmo correndo o risco de ser repetitiva, que ela me lembrava muito eu mesma naquela idade.
—Viu, mãe? Tá tudo bem. Isso é puro amor — disse meu filho.
Ele nos apertou mais forte com os braços. A boca da namorada dele buscou a minha. de novo minha boca, e dessa vez eu não evitei. A gente se beijou lindamente.
Por instinto, porque não sei beijar de outro jeito, por reflexo condicionado, enfiei a língua. Imediatamente reagi e tirei, mas aí foi ela quem enfiou a língua em mim. Até nessas reações a gente se parecia. Ela também não sabia beijar de outro jeito.
Apesar do jogo das línguas, da troca profunda das nossas salivas, aquele beijo foi puro amor, pura paz. Eu continuava sem achar que havia maldade naquele momento. Senti que aquela garota poderia ter sido minha filha.
Depois ela abraçou forte o meu filho e eu.
— Amo vocês, amo tanto... — disse com lágrimas nos olhos.
— Vocês são as mulheres que mais amo na vida — ele disse.
Ele pegou um peito da namorada e esfregou o mamilo dela num dos meus. Se levantou um pouco e roçou os mamilos na glande do pau dele, já ereto.
— Amo vocês... amo vocês — repetiu.
Eu me sentia meio bêbada, mas ainda conseguia enxergar certos limites.
— Filho, não exagera — sussurrei.
Ele continuou esfregando o pau nos nossos peitos e falou baixinho:
— São meus dois amores... quero ter vocês duas.
Ele se levantou um pouco mais. Tinha uma mão nas minhas costas, outra nas costas da namorada, e nos mantinha uma do lado da outra, com o pau na altura dos nossos rostos. Naquele banheiro minúsculo não tinha espaço pra gente sair da posição.
— Não, filho — insisti.
Mas a namorada dele teve uma reação diferente: abriu a boca e fez um boquete nele.
— Me deixa sair — pedi pro meu filho.
— Não, mãe, você também quer.
— Não. Me deixa ir.
— E então por que você ficou olhando na porta do meu quarto?
— O qu... quê? — gaguejei.
— A gente te viu quando você ficou nos olhando, mãe. E isso deixou a gente louco.
A namorada parou de chupar e me disse:
— Não me incomodou, senhora, pelo contrário, senti... senti como se a senhora estivesse cuidando de mim. E foi muito bonito.
Fiquei estupefata. Então eles tinham me visto. E agora meu filho estava me oferecendo o pau dele, coberto de saliva da namorada, pra eu chupar. Reagi de repente, como se tivesse acordado.
—Não, não posso, não devo. Chega. Filho, você sabe que não é certo. Já falamos disso um monte de vezes.
—Não obriga sua mãe se ela não quiser — interferiu a namorada.
Ao mesmo tempo, a garota agarrou uma das minhas tetas com a mão. Passou a unha no meu mamilo, depois no dela, e voltou pro meu, e assim, como um tique nervoso. Acho que ela fazia isso sem nem perceber, mas era excitante.
—Ela quer, mas é sempre a mesma coisa, nega, não quer admitir — disse meu filho.
—Não, não quero.
—Deixa ela.
Era uma discussão sem sentido. Eu não cedia, meu filho também não, e a namorada tentava interceder.
Então as coisas começaram a se desenrolar numa velocidade que, no meu estado, me impediu de reagir.
Meu filho começou a se balançar, esfregando o pau dele nas nossas tetas.
A namorada dele voltou a me beijar. Dessa vez fez com mais intensidade, gemendo. Enquanto colava os lábios nos meus, enfiava a língua na minha boca, pegou uma das minhas mãos e levou direto pra pussy dela. Tava molhadíssima.
Não parou por aí. Quando se certificou de que eu não tiraria minha mão da entreperna dela, enfiou dois dedos na minha pussy.
Meu filho continuava com a balançada. Agora tava diretamente comendo nossas tetas.
—Amo vocês… amo vocês — gritou meu filho.
Senti ele me respingar as bochechas.
Rapidamente, a namorada dele parou de me beijar e meteu o pau dele na boca pra lamber o resto da porra.
Chupou forte, e depois voltou a me beijar com a boca cheia de sêmen do meu filho. Engoli um pouco e devolvi o resto.
A masturbação que ela tava fazendo em mim, e a que eu fazia nela ao mesmo tempo, me fizeram perder a cabeça. Nossas línguas impregnadas de porra se enroscaram, lutaram dentro das nossas bocas. Meu filho observava, e esfregava o pau no nosso rosto e nas nossas tetas. Talvez sem querer, éramos duas fêmeas prestando tributo da nossa tesão pro macho que nos conquistou.
Tive meu orgasmo, porque era impossível não chegar ao êxtase naquela situação. essa situação. Aí a namorada do meu filho enfiou um mamilo na minha boca.
—Me morde… me morde, por favor.
Apertei meus dentes no mamilo duro dela e ela explodiu. Teve um orgasmo tão forte com meus dedos enfiados na buceta que até mijou.
Eu fiquei em choque naquela noite. Até hoje me pergunto se caí numa armadilha, se meu filho e a namorada conspiraram pra tudo aquilo acontecer, ou se era genuíno o amor que sentiam e transbordou pro lado do sexo.
Isso aconteceu há um tempo. Pouco depois meu filho terminou com a namorada. A última coisa que soube dela é que se prostitui. Meu filho costuma visitá-la, agora como cliente, e insiste pra eu ir junto.
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32 comentários - Sexo com meu filho e a namorada dele (todos +18)
Si tanto asco te da no les ademas me parece que no te das lugar a distinguir entre relatos realidades fantasias y demas me parece que si te haces una lobotomia en el hueco hacemos un aeropuerto.
se ven joya, excelente relato
no, a mi tb me pasa! excelente relato!!! +10