Fotógrafo da Minha Filha

Fala aí, meu nome é Martín, tenho 44 anos, moro no DF e sou fotógrafo profissional. Sempre curti fotografia desde moleque e até hoje é a profissão que me apaixona de verdade, e é disso que vivo e vivo muito bem, inclusive. Várias revistas nacionais e internacionais já contrataram os serviços do meu estúdio fotográfico (onde vários colegas fotógrafos trabalham sob meu comando) e já fotografei pessoas, coisas e paisagens de todo tipo. Entre as pessoas que fotografei, a maioria foram modelos também de todo tipo e de todas as idades.

Queria comentar, embora não seja segredo nenhum, que nessa parada de fotografia tem muito erotismo e muito sexo, principalmente envolvendo as aspirantes a modelo, que sempre foram as que mais caem fácil na rede de um fotógrafo profissional com a ideia de que o fotógrafo é quem faz a estrela — e em grande parte é verdade. Se as fotos não dão o foco desejado ou fazem a modelo parecer mal, as casas de roupa e moda quase sempre descartam a modelo e procuram outra pessoa. Então o papel do fotógrafo pra destacar a carreira de uma modelo é super importante. Isso que tô falando ninguém me ensinou, não tá em manual nenhum nem nada do tipo. Eu vivi isso sem querer quando comecei a tirar fotos pra revistas muito importantes de moda, e as próprias modelos vinham me procurar pra ajudar elas nas carreiras em troca de fotos de capa ou fotos que fizessem elas realmente se destacarem pra serem levadas a sério e subirem na carreira. Sem eu fazer nada, elas davam em cima de mim e, no começo, tenho que admitir que não sabia lidar com a situação e perdi várias oportunidades. Mas com o tempo, não só as que se ofereciam iam pra cama comigo, como até as que se faziam de desinteressadas. Aprendi a falar com elas e a dizer o que queriam ouvir pra conseguir levar elas pra cama. Com o passar dos anos... tenho que admitir que foram vários corpos gostosos que eu consegui comer, também não vou dizer que foram centenas ou milhares, mas não posso reclamar nem um pouco nesse aspecto. Na verdade, já estava sempre preparado caso a oportunidade surgisse, então no meu estúdio mandei construir um quarto que pode-se dizer secreto (o prédio onde fica meu estúdio se comunica com outros cubículos externos, então decidi alugar um ao lado e conectar ao meu estúdio), e nele tinha uma cama, um frigobar com champanhe e espelhos por todos os lados, para que quando à noite no estúdio ficássemos só a modelo e eu para uma sessão especial de fotos, ela fosse direto para esse quarto em vez de procurar um motel complicado ou ir para a casa dela, ainda mais nessa cidade dominada pelo caos, onde atravessar três esquinas de carro pode levar às vezes mais de meia hora.

Nunca fui casado, mas morei junto com uma modelo, ela engravidou há 19 anos, coisa que até hoje tenho certeza de que ela não me perdoa e nunca vai perdoar, porque não pôde mais continuar modelando. No final, depois de dois anos, ela nos abandonou para ir sei lá para onde, e até hoje nunca mais soube nada dela. Por isso e pelo ritmo bem agitado e social da minha vida, decidi que o melhor era minha filha morar com meus pais, já que eu podia até viajar por várias semanas para as sessões de fotos na praia ou em algum outro lugar.

Minha filha Laura tinha saído muito parecida com a mãe, altura mediana, cabelo castanho claro, olhos verdes, pele branca lisa e macia, nem gorda nem magra, pernas poderosas, barriga lisa e chapada, peitos médios mas dava para ver que eram bem durinhos e maduros, com um corpo que tinha absolutamente tudo que uma gostosa deve ter no lugar certo, sem chegar nem a banhas nem a ossos. No entanto, o que ela tirou de exuberante no corpo não tirou no caráter, sendo ela um pouco tímida e introvertida, então ela, que sem dúvida com esse corpo poderia conseguir tudo O que ela se propunha a fazer nunca dava certo.
Eu via nela muitas, mas muitas qualidades para ser uma modelo bem-sucedida, e acho que ela também se via nessa posição. Dos poucos interesses que ela demonstrava, o único pelo qual ela tinha desenvolvido um entusiasmo recente era esse. Quando vi essa mudança repentina, sem dúvida comecei a incentivá-la. Ficava muito feliz que minha linda filha mostrasse interesse na área em que eu era um verdadeiro expert.

Então, convenci ela a começar a se aventurar no assunto e a convidei para tirar umas fotos no meu estúdio. Claro que não queria que nenhum outro colega fotografasse minha filha, eu sei bem que tipo de safados eles são, hahaha. Então, por vários dias, comecei eu mesmo a ensinar o que ela precisava fazer: algumas dicas de maquiagem, figurino, o tipo de atitude que se deve ter e tudo mais. No começo das sessões de fotos de cada dia, ela, que sempre foi introvertida, não se sentia muito à vontade. No entanto, do que eu comecei a perceber era que minha filha Laura, meu Deus, era uma beleza, hmm, com aquela carinha de anjo e aquele corpo tão suculento. Sempre achei que ela era muito linda, mas agora que eu a estava fotografando, hmm, caralho, que absurdo. Comecei a ter pensamentos que só tinha com as outras modelos e reações corporais que antes só aconteciam com outras mulheres. Uff, pose após pose que eu indicava, pensamento após pensamento que me vinha.

Passaram-se vários dias em que era eu quem sempre tirava fotos dela em vários cenários montados, e não sei em que momento eu cruzei a linha, mas comecei a pedir para ela trocar de roupa, colocar algo mais chamativo. Ela, timidamente, ficava desconfortável, mas com meu jeito de falar, eu a convencia sem problema algum. Depois, algo menor, até que ela ficou só com uma saia curta e um top que tornava impossível meus pensamentos se focarem em outra coisa. Ver aquele corpaço assim e aproveitar de formas... diferentes. Como naquele dia era por volta das 6 da tarde, não dava pra tentar algo mais ousado com ela, já que o estúdio ainda tava cheio de gente e, pelos olhares dos contrarregras e dos técnicos, dava pra ver que os infelizes queriam comer minha filha viva. Então encerrei aquela primeira sessão e convidei a Laura pra passar no meu escritório pra gente bater um papo sobre os resultados desses dias todos. Já sozinhos, menti pra ela, dizendo que as fotos tavam sem muita chispa, sem muito caráter, sem muita sensualidade, e que assim a carreira dela ia afundar antes mesmo de decolar. Mas que eu queria testar com ela um gênero de modelagem um pouco mais ousado pra ver se ela se encaixava melhor ali. Ela, decepcionada e desanimada com meus comentários, ficou bem triste, ainda mais porque ela tinha se dedicado pra caralho naquilo. Aí eu falei que não era nada demais, que nem toda mina era pra esse tipo de modelagem, mas que a gente devia, sem dúvida, tentar um novo gênero. - E qual é esse gênero, Pai? - Bom, é o de modelagem de lingerie love. Acho que é aí que você pode brilhar sem problema nenhum, e de todos os cenários, esse é o que falta. - Paiii, olha, mas não acho que isso seja pra mim. É ousado demais e, definitivamente, não me sentiria nada confortável. - É assim mesmo, Lau, e acho que a gente devia tentar. Claro, sei que é meio constrangedor pra você, e é por isso que queria que fosse hoje à noite, umas 11, depois que todos os funcionários tiverem ido embora. Com isso, a gente ganha várias coisas: primeiro, você se testa nesse novo gênero; segundo, você vai ter a confiança de que eu serei o fotógrafo e nenhum outro zé-ninguém que talvez queira te olhar com malícia — isso nem você nem eu queremos; e terceiro, não vai ter mais ninguém no estúdio, então a sessão de fotos vai ser mais leve pra você. - Puuuuts, não sei, Pai, de verdade, não sei. Não acho que seja uma boa ideia. - Olha, Laura, se você não tá decidida a continuar com isso, me fala logo de uma vez. Pra isso, precisa ter... mostrar um pouco de atitude e você sempre arruma desculpas pra tudo: que a roupa é pequena, que a pose é ousada demais, que a iluminação não tá boa, que isso, que aquilo. Eu, como seu pai, quero te ajudar, mas não é fácil se você não coopera. Outro já teria te posto na rua, mas eu te mimo demais e não vejo retorno da sua parte. Olha, Laura, amadurece e pensa nisso, mas se você não estiver aqui hoje às 11 em ponto, pode crer que não vai ter mais chance pra você.

O efeito das minhas palavras foi tremendo. Laura baixou a cabeça e, com lágrimas nos olhos, saiu correndo do meu escritório. É verdade que fui um pouco bruto, mas também é verdade que não era a primeira vez que eu dizia algo assim pra uma modelo novata, e quase todas tinham caído nas minhas garras.

Esperei pacientemente. Bateu 9, 10, 10:30 e, apesar de já ter vivido esse tipo de espera muitas noites antes, dessa vez eu sentia tudo diferente. Tava tão nervoso que minhas mãos suavam o tempo todo. Minha mente divagava, fantasiava, se reprimia porque era MINHA PRÓPRIA FILHA, como é que eu podia pensar numa coisa dessas? Mas aí lembrava do corpo dela e voltava a fantasiar, e assim, sem conseguir ficar parado, comecei a escolher que roupa eu podia colocar nela: baby dolls, neglilles, fui pegando de cores diferentes. Uffff, o corpo da Laurita enfiado numa coisa dessas, com certeza meu pau estoura, porque só de imaginar já tava duríssimo.

Bateu 11 e nada, 11:10 e nada. Meu Deus, não, Laura não vai vir. 11:15, nada. Tava ficando louco, cada minuto que passava era mais um prego no meu caixão de decepção. Fiquei olhando o ponteiro do relógio como hipnotizado. Às 11:20, comecei a apagar as luzes e, resignado, ia indo pra casa, onde ela com certeza já estaria na cama, dormindo o sono da beleza. Mas aí aconteceu: tocaram o interfone do estúdio e, pelo vídeo-porteiro, pude ver ela ali. Laura, minha linda filha, esperando eu abrir. Abri a porta, apertei o botão, a porta abriu, ela subiu pelo elevador até chegar no estúdio, eu abri pra ela. Deeeeeeeus, ela tinha ido se maquiar e parecia um anjo caído na terra. Ela vestiu uma calça jeans que só Deus sabe como entrou, porque estava coladíssima no corpo, marcando aquelas pernas enormes e uma raba que tava imponente, dura, empinada. Que mulher do caralho, um decotão que deixava ver aqueles peitos igualmente duros, a gravidade não existia pra eles, parecia que tinham hélio, em vez de caírem, subiam. Era um top pequeno, dava pra ver a barriguinha dela e o umbigo, com essa combinação dava pra notar a cintura de pilão, lisa e forte, mmmm, sem um único grama de gordura, e no lugar de gordura, curvas, a Laurita tinha.

- Você não sabe o quanto me faz feliz por ter vindo, pensei que você tinha desistido.
- De jeito nenhum, Papai, estou determinada a lutar pra ser uma modelo excelente e sei que com sua ajuda, seus conselhos e minha dedicação, vou construir uma carreira de sucesso.

Deeeeeeus, esse discurso e essa atitude eu já ouvi centenas de vezes, minha filha não era nada diferente de muitas modelos que, com quase essas mesmas palavras, acabaram sendo muito comidas por mim com a promessa de levá-las ao topo (muitas eu realmente ajudei a se destacar, outras não valiam a pena, mas fazer o quê).
Rapidamente falei que tinha deixado várias mudas de roupa no provador principal, pra ela vestir uma delas enquanto eu preparava o cenário. Quando a Laura saiu do provador, fiquei igual carro esportivo, de zero a mil em dois segundos, hahaha. Não acreditava, era uma deusa com aquele body branco, Deus, que beleza, que pau duro eu tava, que peitos, que corpo. Imediatamente comecei a tirar fotos dela de todos os ângulos, até dando zoom nos peitos dela e na parte íntima, uffff, depois mandei ela experimentar os outros modelos, mais fotos e mais modelos, até que eu senti que ia explodir, então Eu falei que já era o suficiente e que a gente precisava conversar sobre aquela sessão e comentar as fotos. Fomos pro meu escritório, onde eu disse que as fotos tinham sido um desastre, mas que eu tinha descoberto que o problema era que não tinha química entre a gente, não como pai e filha, mas como fotógrafo e modelo. Por isso as fotos saíam totalmente sem brilho nem sensualidade, apesar da lingerie que ela ainda tava usando. Falei que seria muito difícil progredir daquele jeito e que o melhor seria, se ela quisesse continuar com a carreira, procurar outro fotógrafo mais adequado.

— Pai, mas se já tô me sentindo desconfortável logo no começo, imagina se for outra pessoa tirando foto. Não, por favor, eu não quero que seja assim, pelo menos agora não. Eu não aguentaria de jeito nenhum. Tem que ser você meu fotógrafo, além do mais você é meu pai e por isso sei que vai me ajudar nisso.

— É verdade, Lau, mas não dá pra fazer nada se não tiver essa química entre a gente. As fotos, por mais sensuais ou criativas que sejam, sempre vão sair tristes e sem graça.

— Me diz o que a gente pode fazer pra ter essa química que você tanto fala.

— Hmm, amor, sei lá, sei não. Essa química não rola tão fácil. Precisa de união, sintonia, como se fôssemos duas mentes numa só, dois corpos num só. Não é algo simples, pelo contrário, exige compromisso dos dois e sacrifício, principalmente seu. Um compromisso de se envolver numa união de sentimentos e de corpos.

Ao ouvir isso, Laura ficou toda vermelha e baixou a cabeça. Sem dúvida, ela tinha entendido o significado de todas aquelas palavras.

— Pai, mas acho que não é certo. O que você tá pedindo é algo que entre a gente não devia acontecer.

— Amor, a única coisa que peço é que a gente se conheça de um jeito completamente diferente do que a gente vem se conhecendo. Que a gente se conheça intimamente, dando um passo além. Não vê como algo de pai e filha, mas como homem e mulher, como fotógrafo e modelo. Vem, Laura, me acompanha que vou te mostrar o que quero dizer com isso. Continuava de cabeça baixa, sem dúvida não acreditava no que eu, o próprio pai dela, estava propondo.
Voltei a pressioná-la, dizendo que ela nunca tinha se dedicado a nada nem mostrado firmeza em coisa alguma, e isso com certeza atingiu o fundo da alma dela.

— Não me fala essas coisas, pai, não é verdade o que você diz. Isso sim é algo que eu gosto e quero me dedicar, crescer e me destacar.

— Então prova, Laurita, não só com palavras, mas com atos. Mostra que você realmente quer se dedicar e avançar nisso, me conhecendo melhor e de forma totalmente íntima.

Não aguentava mais, minha ereção já tava machucando a calça de tanto que eu devorava minha filha com os olhos. Então me levantei, peguei ela suavemente pela mão e a conduzi com bastante delicadeza, mas com decisão, pro meu quarto especial, aquele que eu tinha preparado especialmente pra esses momentos, só que nunca imaginei que seria com a minha linda filha Laura que eu levaria pela mão.

Entramos e já tinha tudo preparado desde a tarde: velas, uma garrafa de champanhe Bollinger no frigobar, a luz baixa, tudo pronto. Ofereci uma taça de champanhe pra Laura, que recusou bem nervosa. Falei que ia ajudar ela a se acalmar, ela aceitou, e tomou três em menos de cinco minutos. Então decidi que era a hora certa e me aproximei. Ela tava imóvel, na expectativa, respirando rápido — sinal claro do estado agitado dela. Cheguei perto o suficiente pra sentir o hálito dela na minha frente, e então aconteceu: juntei meus lábios aos dela. A respiração ofegante dela só me deixou mais excitado, então movi minha língua pra abrir os lábios dela, que ainda estavam fechados. Consegui. Ela não ofereceu resistência nenhuma — mmm, que delícia, tinha gosto de morango. Procurei a língua dela, mas dava pra ver que ela tava escondendo. Fui atrás até encontrar, toquei nela, fiz com que se enroscassem naquele beijo enquanto minhas mãos começavam a... mover ao redor do corpo dela, tocando o pescoço, as costas, descendo até a cintura bem apertada dela, ainda mais pra baixo, tocando as nádegas redondas, firmes, paradísiacas, duríssimas, mmmmmm, deusss, comecei a massageá-las enquanto empurrava ela pra frente pra que Laura sentisse minha excitação, minha pica dura através da calça.
Não sei quanto tempo ficamos nos beijando daquele jeito, mas eu já não aguentava mais, dei um passo pra trás e me despi o mais rápido que pude porque minha pica já tava doendo de tanto tempo dura. Quando fiquei nu, Laura fixou os olhos na minha pica totalmente paradísiaca, ereta ao máximo, Laura abriu enormemente seus lindos olhos verdes, mas não ousava fazer nada, tava como petrificada, então dei um passo à frente, peguei as duas mãos dela e fiz com que me tocassem, a sensação de sentir as mãos dela ali foi, sei lá, riquíssima, comecei a movê-las pra frente e pra trás, enquanto isso acontecia, dava pra ver como o rosto de Laura tava diferente, mais corado e com um brilho nos olhos, pelo neglille que ela usava dava pra ver como os mamilos dela marcavam furiosamente, então pedi que ela se ajoelhasse.

- Papai, eeeu, é que não sei se………

Sem ouvir o que ela dizia, coloquei minhas duas mãos nos ombros dela e com um pouco de pressão consegui que ela se ajoelhasse, ficando exatamente com os lábios dela na altura do meu membro paradisíaco, ela hesitava, ficava olhando e hesitava, não se decidia nem pra frente nem pra trás, hesitava, então mais uma vez com uma mão minha no queixo dela, ternamente, guiei ela pra começar a introduzir minha pica na boquinha dela.
Ufffffffffffff que sensação, deusss meuooo, sentir os lábios úmidos dela na minha pica, os lábios quentinhos dela, que ainda indecisos não sabiam se iam mais pra frente ou recuar, então com um movimento suave dos meus quadris fiz com que uma parte do tronco entrasse, percebi que ela quis puxar a cabeça pra trás, mas eu não deixei, segurei a cabeça dela e disse que não. que ela fizesse, que começasse melhor com a língua passando pela minha cabeça, pelo meu tronco, ela obedeceu e começou a saborear todo o meu pau, eu me sentia no paraíso pela forma tímida, mas tremenda, como minha filha estava me chupando a rola, quando já deixou bem babado, pedi que ela se levantasse porque ia despí-la e assim, só de puxar uns fios, a camisola foi toda pro chão, me deixando ver um dos espetáculos mais inesquecíveis da minha vida, a Laura em todo seu esplendor, que corpaço, não parecia de 19, parecia uns 26, com uns peitos que eu pensei que, ao cair a camisola, poderiam descer um pouco, mas em vez disso ficaram no lugar, sem se mexer nem um centímetro, ao contrário, como já disse antes, parecia que iam subir, uffff, e os biquinhos, deus, rosados e super eretos, imediatamente minhas mãos foram pra eles, tocando de leve enquanto minha boca ia pro esquerdo, lambendo devagar, suave e pausado, dava pra sentir os batimentos do coração dela bem fortes, com certeza esperando o que inevitavelmente aconteceria, então não dava mais pra esperar, a ponta do meu pau estava escorrendo líquido pré-seminal de tão excitado que eu tava, antes de meter minha rola na Laura, quis ter certeza de que ela também ia curtir, então desci a mão e com dois dedos tateei a entrada da bucetinha dela, toda depilada, ufffff, por deus, por mais que a Laura quisesse esconder, tava molhadíssima, tava fervendo, e junto com isso, quando ela sentiu meus dedos ali, o corpo dela deu um pequeno sobressalto involuntário enquanto soltava um pequenino "mmhh, aii", quando tirei meus dedos de lá com aquele puxão clássico, eu soube que era a hora, soube que não tinha volta, soube que nossas vidas iam mudar pra sempre, soube que nada mais seria igual.

- Laura, amor, por favor, deita na cama.

- Pai, você não colocou camisinha, por favor, coloca.

- Eu nunca colocaria camisinha. Com você eu nunca vou colocar, seria uma burrice minha estragar esse momento, eu quero sentir o contato pele com pele, mas não se preocupa que eu vou saber tirar na hora.

- Pai, mas olha só, você tá escorrendo líquido pré-seminal.

- No pior dos casos, amanhã eu compro a pílula do dia seguinte.

Coloquei a cabeça da minha piroca dura pra caralho na entrada da buceta dela, Laura não acreditava no que ia acontecer em segundos, e então aconteceu, comecei a entrar uffffff.

- Ahhhh, ahhhh pai

- Laura, calma.

Minha filha virava a cabeça pra todo lado enquanto eu a furava devagarzinho.

- Ahhh mmm deusss pai espera.

- Não Laura, sente ele dentro, se acomoda.

Nunca tinha sentido uma sensação igual, deusss tão apertadaaa, tão quente, cheia de líquido, sentia as contrações dela, sentia cada vez que ela tentava mexer a cintura sozinha e se empalava mais fundo, ufffff só quem já viveu algo assim sabe do que eu tô falando, é uma sensação indescritível enquanto Laura se contorcia, se mexia, as mãos dela subiam e desciam nas minhas costas, as pernas dela abriam e fechavam em volta da minha cintura, os gemidos dela ecoavam pelo quarto todo e com certeza pra fora também.

- Pai espera, não mexe mais não, por favor deixa ele parado, deixa eu me acostumar, deixa eu me adaptar a ele.

Então, sem me mexer, deixei ele dentro enquanto via Laura fazer de tudo pra se acostumar, pra acalmar o prazer imenso que tava sentindo. Aproveitei esse momento pra me inclinar só um pouquinho mais pra frente e beijar ela na boca enquanto minhas mãos percorriam o corpo todo dela, principalmente os peitos dela.

- Mmfff mffff, pai espera - ela dizia enquanto a gente se beijava.

- Mmmf mmfff, Lau, o que foi? Tá gostoso, né?

- Deussss mmffff, ahhh

Não sei quanto tempo a gente ficou assim, mas enquanto a gente se beijava, comecei a mexer a cintura, pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, o que fez minha filha começar a morder os lábios de prazer, se contorcia. Ela ofegava, as costas arqueadas enquanto nossos quadris se moviam agora ritmicamente. Decidi parar de me mexer pra ver qual seria a reação dela e, pra minha surpresa, percebi que ela mesma começou a rebolar os quadris pra sentir o vai e vem do meu pau dentro dela. Laura, de olhos fechados, só gemia, se movendo sozinha pra sentir ele lá dentro.

- Aiiii, papai, pelo amor de Deus - ela dizia enquanto arqueava as costas.

Resolvi meter um pouco mais forte e bati na parede vaginal dela. Ela deu um pulinho pra trás enquanto um gemido longo e poderoso escapou. Senti a buceta dela gozando, senti as contrações no máximo, então deixei minha cabeça encostada na parede dela por vários minutos.

Depois disso, resolvi tirar pra ver qual seria a reação dela.

- Papai, o que cê tá fazendo?

Enfiei de novo, mas agora comecei a me mover muito mais rápido, pra dentro e pra fora. Só se ouvia no quarto o barulho das molas da cama. Laura fechou os olhos, a carinha dela toda desfeita - nunca tinha visto aquela expressão nela. Era a expressão orgásmica dela, a expressão de prazer infinito. Os gemidos sumiram e no lugar só se ouvia um leve:

- Papaaaaaiiiii, aaaaaaaahhhh, aaaaaaaahhhhh, papaaaaaaaai, aaaaaaaaa

Tirei de novo, saí da cama e fiquei de pé. Meu Deus, impressionante ver minha filha toda suada, ainda se contorcendo de prazer do meu pau, abrindo e fechando as pernas pra sentir ainda mais prazer. Mandei ela deitar na beirada da cama com as pernas pro alto pra eu poder segurar com meus braços. Laura fez sem dizer nada. Quando ela tava assim, abri as pernas dela com as duas mãos enquanto meu pau se dirigia à buceta dela, pronto pra bombar de novo. Hummm, entrou de um jeito bem gostoso. Ela gemeu mais uma vez enquanto eu penetrava até ela pedir pra parar. Foi aí que comecei a rebolar os quadris feito louco.

- Ahhhh, mmmm, papai, espera, uffff. Sente isso, Laura, sabe que não vou tirar ele até você gozar várias vezes.
Mmm, Laura se debatia um pouco pra tentar fechar as pernas, mas eu segurava elas firmes com as mãos enquanto abria o máximo que podia. Que prazer eu sentia comendo minha filha, sentia ela molhadíssima e também sentia como ela gozava sem parar, fazendo toda a região da buceta dela ficar encharcada, assim como as áreas ao redor.
Os gemidos dela eram mais um incentivo pra continuar bombando. Tenho certeza de que minha filha Laura nunca tinha sido comida nem na quinta parte do jeito que eu tava macetando ela, e ainda tinha muito mais pela frente…
Laura se contorcia, se mexia, fechava os olhos, abria, virava eles pra cima, gemia, arqueava as costas, mexia as mãos, passava os dedos no cabelo, fazia caretas, o rostinho dela se desmontava, mexia as pernas, respirava rápido, depois devagar, ficava vermelha, ficava molhadíssima, se contraía, se expandia, virava pra todos os lados. Meu Deus, Laura, minha filha, minha nova amante…
Ficamos assim por vários minutos, e minha intenção era continuar sem gozar, mas eu sabia que tinha a noite toda pela frente pra comer ela, então decidi acelerar ao máximo. Pensei que minha filha fosse desmaiar, mas ela aguentou até meu pau gozar com uma carga impressionante de esperma dentro dela, me mexendo em círculos até a última gota de porra sair. Deitei em cima dela enquanto ela cruzava os dois braços no meu pescoço e enroscava as pernas em volta da minha cintura.
Laura estava tão suada como se tivesse tomado um banho. O corpo inteiro dela tinha ficado avermelhado, a bucetinha dela estava aberta e parecia que respirava sozinha de tanto que eu tinha comido ela.
Abracei e beijei ela, porque sabia e sentia que era questão de minutos até eu ter a segunda ereção da noite…
CONTINUA

16 comentários - Fotógrafo da Minha Filha

es un hijo de put bastardo maldito emfermo de mierda
Ang412
Maldito bastardo pero tienes cojones para hacer eso yo no lo ubiese echo je
14jara
este relato no es para mi, no termine de leer, me ofende.
😒 DECILE AL SEÑOR QUE SE COMPADEZCA DE TI..... MEJOR ARREPIENTETE DE LO QUE HICISTES......... ESTO NO VA CONMIGO 😩
SOS UN MALDITO HIJO DE PUTA..ENFERMO RETRASADO DE MIERDA.....TENES ALGUNA ENFERMEDAD O ALGUN SINDROME???? COMO PUTA SE TE DIO LA IDEA DE GARCHARTE A TU HIJA..... SOS UN MALDITO ENFERMO.......ESTAS CONDENADO PARA TODA LA ETERNIDAD...OJALA TE SALGAN 3 NEGROS Y TE VIOLEN HIJO DE PUTA...MIERDA Y LO PEOR CON TU PROPIA HIJA... SABES SOS UN MALDITO BASURA... 😩 COJETE MEJOR A LA PUTA QUE TE PARIO....................................................................................ENFERMO DE MIERDA.....VIOLADOR.ABERRADO SEXUAL
@14jara
😒
dijo:es un hijo de put bastardo maldito emfermo de mierda