[**A Viuvinha (Real)**
Olá pessoal, como vocês devem ter lido no meu relato anterior, é aqui que trago mais uma das minhas experiências reais. Como copiar e colar não é minha praia e respeito quem faz, acho que a ideia e a nossa sacanagem no Poringa é contar coisas reais ou de fantasia, mas que saiam da gente, pra alimentar os ratos das minas, novinhas e nem tão novinhas, além de provocar um tesão danado.
Particularmente, não tem nada que me excite mais num relato do que saber que é real.
Meu relato é sobre minha experiência com a Viuvinha. Vou chamar ela assim, essa morena simpática de 49 anos. Ficou viúva nova e com uma filha que hoje deve ter uns 17 anos. Na época que conheci ela, ela tinha 47 e eu acabava de fazer 27, então foi há dois anos.
A viúva é uma morena bem baixinha e cheinha, tem 1,60m, uma boca linda, uns cachos enormes, peituda e uma rabuda. No rosto dava pra ver a idade, e não por maldade, mas ela já aparentava uns 50, mas isso não tirava o tesão dela quando sorria. Conheci ela no norte, no meu estado. Como vocês sabem, moro em Capital Federal, mas numa dessas viagens de férias precisei ir a um cartório onde essa mulher era a chefe da área. Vou chamar ela de Sil. Como eu tinha que resolver um monte de burocracia e me empurravam de um lado pro outro (típico de repartição pública), perdi a paciência e, com a pressa de quem vive na cidade grande, decidi subir mais e pedir pela chefe da área. Me disseram que era a Sra. Sil. Já de cara, o título de "Sra." me desperta um interesse em mulheres, vai saber por que, culpa desse Édipo maldito. Foi assim que fui até a sala da Sil, que ficava no segundo andar da prefeitura, no fim do corredor. Uma placa com o nome e o cargo dela enfeitava a porta. Meio arrogante, bati forte e abri a porta, e encontrei uma morena, madura, sentada atrás de uma mesa com um computador, com uma cara de... Estranha e com um sorriso incrédulo, ela me disse.
Sil: Oi, o que deseja? (já com aquele sorriso e os cachos, eu tava desejando tanta coisa)
Eu: Desculpa, me mandaram falar com você sobre o seguinte assunto…
Sil: Senta aí que já te atendo (enquanto assinava uns papéis, eu automaticamente comecei tipo um scanner a olhar ela de cima a baixo, brincos grandes tipo argola, camisa branca bem recatada mas que apertava uns peitões bons, e até aí chegou minha visão da mesa)
Palavras pra cá, palavras pra lá, a gente falou sobre o assunto e ela ficou bem disposta a resolver pra mim rapidinho. Nisso tudo, já comecei a me sentir meio desconfortável e enquanto ela mexia aqueles lábios pintados, eu expliquei meu problema de resolver logo porque tinha que viajar em uma semana e meia, então queria voltar pra capital com tudo resolvido.
Sil: Não esquenta, assim que estiver pronto você pode ligar e dar uma olhada…
Eu: Valeu, Sil (bem cara de pau no meu tratamento informal, sem pensar em ser ousado, só quebrando toda a formalidade por causa da guria) e que baita ajuda.
Continuei: Você podia me passar seu e-mail pessoal? Assim eu escrevo e você me avisa quando estiver pronto, porque se eu ligar no telefone ninguém atende nunca.
Sil: É, faz sentido, os telefones tocam e tocam, mas nenhuma dessas meninas novas parece querer trabalhar.
Eu: Valeu, Sil (enquanto ela me passava um papel com o e-mail anotado). Nisso, guardei numa pastinha que levei, me despedi como se tivesse pressa (típico de quando fico nervoso) e descendo as escadas, deu aquela coceira de olhar o papelzinho.
&%&%@hotmail.com — hmmm, pensei que ela fosse passar um e-mail oficial, mas não! Passou o pessoal dela. Nem besta nem preguiçoso, logo em seguida já tava adicionando ela no MSN e, oh surpresa, ela tava online (aguenta servidor público, haha), então ela me aceitou na hora e veio a pergunta de praxe.
Sil: Quem é você?
Eu: Fulano de tal, Sil, acabei de falar com você há uma hora e meia no seu escritório. Ah, mas o teu vai demorar uns dias. Por que você pede autorização no MSN?
Eu: Pra agilizar a comunicação, mas se te incomoda, a gente se vira por e-mail.
Sil: Não, não, é que me surpreendeu, porque todas as pessoas que tenho no MSN são conhecidas minhas, e aceitei pensando quem seria.
Assim foi passando o tempo, dois dias na verdade, em que eu entrava no MSN e a Sil tava lá, de dia ou de noite. Então, conversando e mantendo uma certa formalidade, foi relaxando aos poucos. Começamos a contar coisas, trabalho, etc., e aí veio a linha que eu soltei.
Eu: Mas seu marido não reclama de você passar tanto tempo no computador?
Sil: Não tenho marido, ele faleceu há muitos anos. Moro só com minha filha.
Eu: Glup!!! Me engole terra. No clima de paquera, mando essa pergunta e ela vem com essa resposta. Pra que mentir? Me senti um baita dum idiota, e dez vezes pior, talvez pelo tom lamentável que ficou (e eu pensando em meter e meter bomba).
Bom, com respostas pra sair da situação, formalidades como "sinto muito" e tal, ela tirou o drama do assunto e, depois de longas horas com a bunda na cadeira e os olhos no monitor, me confessou que não tinha tido nenhum parceiro, namorado ou amante desde então (de novo a gente no jogo!!!).
Sabendo disso, na minha cabeça a Sil virou a viuvinha. Meu tempo de estadia jogava contra mim. Já tava há 4 dias conversando horas no MSN até que chega sexta-feira. E aí, com uns convites de amigos pra sair, decidi apostar tudo e arriscar. Abri o MSN esperando encontrar ela, mas nada. Puta que pariu! Deixei aberto e fui tomar banho, já pensando em não me entediar nas minhas férias curtas. Oh, surpresa! Era ela me cumprimentando numa janelinha piscando.
Contar todos os detalhes da conversa é fazer o relato muito longo, então vou resumir pra um…
Eu: Não vai sair? É sexta, a semana foi puxada, noite tão gostosa com o frio indo embora.
Viuvinha: Não, a Vou levar minha filha na casa de uma amiga e volto, tô meio cansada da semana e ainda por cima não tenho com quem sair (CHANNNN)
Eu: Eu também tava pensando em ficar, todos meus amigos vão sair mas não gosto do lugar onde eles vão, então prefiro ficar de boa aqui.
Viúva: Mas como é que você não vai sair nas suas férias, tem que aproveitar, você é novo.
Eu: Você também é nova e mesmo assim vai ficar…
Viuvinha: Eu já sou uma velha, meus anos passaram e todas minhas amigas estão com suas famílias.
Palavra vai, palavra vem. Eu: Faz o seguinte, deixa sua filha lá e vem comigo tomar alguma coisa ou um sorvete, não vamos ficar trancados numa sexta depois de uma semana tão longa.
Silêncio tic tac tic tac silêncio, a puta da mãe ou melhor, bem!! Tá na dúvida.
Viuvinha: É, por que não, um sorvete não vai me fazer mal (vamooo porra) aquela enrolação de me passar o endereço, as instruções pra chegar e o principal, o horário.
Beleza, um perfume gostoso pra estação, como tava calor (meio atípico pras noites do norte) bermuda, camiseta e ahhh não tenho camisinha (já tinha uma certa confiança) passei pra comprar cigarro e camisinha.
Vou até a casa, toco a campainha e ela abre, bem informal, nada de outro mundo, uma regatinha meio decotada bem colada no corpo, um corpo que eu não tinha visto direito sinceramente, cintura linda marcando dois peitos lindos, grandes e bem cheios de carne, jeans e umas sandálias.
Percebi que eu era bem mais alto com meus 1,83 e ela não demorou a zoar sobre isso, eu respondi com um sorriso mas sem passar do ponto, me segurei. Sorvete de praxe, conversando besteira e pra não acabar ali, como o tempo voava e sinceramente eu tava me divertindo, ela ria muito e isso, vocês sabem, é sempre um bom sinal na mulher, sugeri continuar dando um rolê de carro, ela animada respondeu: Sim! Bora, vou com você, ao entrar no carro como regra minha, todo mundo que entra comigo tem que colocar o cinto O que eu falei pra ela colocar, não sei o que ela fez que não conseguiu botar, e eu me inclinei pra passar pra ela direitinho com o braço cruzando o peito dela. Ela se inclinou e o peito esquerdo dela ficou apoiado no meu braço. Como descrever? Grande, duro, uma pedra realmente linda! Fez meu amigo acordar na hora, um tesão danado, talvez pelo tempo que ela deixou ali, e o efeito do perfume cítrico suave que ela usava despertou meu instinto mais safado.
Partimos pra um rio com uma desculpa meio besta, mas ela topou. No caminho, falei que a gente podia comprar algo pra beber e continuar a conversa, já que a noite tava convidativa. Ela meio na dúvida aceitou. Comprei uns freeze a pedido dela e seguimos viagem pro rio (que, por sinal, é bem perto da cidade).
Chegamos, descemos e continuamos conversando, bebendo. Eu, pelo menos, pouco por causa da direção; ela mais solta, ria, fazia piadas e comentava como tava se divertindo. Apoiada numa pedra, começou a esfriar, e eu não pude deixar de notar quando ela exclamou: "Viúva, esfriou!" Fazendo um gesto esfregando os braços.
Dois botões na blusinha dela saltaram na penumbra, duros, pareciam enormes, desafiadores. Que mamilos lindos! (Não tem nada que eu ame mais que uma mulher com uns mamilos bons, grandes e grossos pra morder e lamber horas a fio.) Naquele momento, já comecei a esquecer do frio e sentir o calor subindo no meu rosto. Que puta quentura começou a me invadir. Todo mundo sabe que quando faz frio ou sentimos um pouco dele, dá vontade de mijar, né? Mas as mulheres, especialmente, ficam com aquela pressa, visivelmente incomodadas e com a cabeça em outro lugar.
Viuvinha: "A gente podia voltar, não?"
Eu: "Já se cansou? Com o quanto a gente tá se divertindo..."
Viuvinha: "É que o frio e o vinho me deram vontade de ir ao banheiro."
Eu sabia que se voltássemos, quebrava um pouco o clima. Aí respondi pra ela se animar, que não tinha ninguém por perto, atrás do carro, e que ela fizesse ali mesmo.
Viuvinha: "Tá louco? Que vergonha, como é que eu vou fazer? Já que você tá aí!
Eu: Mas não é que você é extraterrestre, é algo normal de todo ser humano fazer, não vai ficar se segurando, faz tranquila que eu vou um pouco mais longe e te alivia.
Viuvinha: (meio na dúvida, mas a cachaça deu uma animada) Tá bom, mas não vai olhar, né?
Eu: Como vou olhar se você vai estar atrás do carro? Vai, manda ver!
Ela foi pra trás do carro e, na luz de fundo, vi que ela se agachava, sumindo no vidro traseiro. Segundos depois, começou a se ouvir um som tão característico, diferente da água que passava calma: o som de um jorro potente que vai aumentando de volume até ficar constante, como se implorasse pra sair de entre aqueles lábios.
Como eu amo uma mulher mijando! É tão diferente de nós, que é só tirar a rola pra fora e fazer em qualquer lugar. E que som lindo que ela fazia, com tanta vontade que tava fazendo. Só de pensar que ela ia levantar a calcinha sem conseguir se secar aquela buceta já me deixava a mil, porque potencializa aquele cheiro de mulher e um pouco de safadeza de fazer em qualquer lugar, sem o ritual típico do banheiro, lavar as mãos e se secar com papel, né?
Continua…
Não me odeiem, mas a história é longa e vou continuar contando o que rolou naquela noite, que mal tinha dez pras meia-noite.
Um abraço pra todos, obrigado por lerem e comentarem. Se puderem, comentar como NFU é legal saber que vocês tão curtindo. E pra quem é novato como eu, talvez não consiga, mas pode mandar Private Message.
Um abraço pros cavalheiros e um beijo pras damas.
Olá pessoal, como vocês devem ter lido no meu relato anterior, é aqui que trago mais uma das minhas experiências reais. Como copiar e colar não é minha praia e respeito quem faz, acho que a ideia e a nossa sacanagem no Poringa é contar coisas reais ou de fantasia, mas que saiam da gente, pra alimentar os ratos das minas, novinhas e nem tão novinhas, além de provocar um tesão danado.
Particularmente, não tem nada que me excite mais num relato do que saber que é real.
Meu relato é sobre minha experiência com a Viuvinha. Vou chamar ela assim, essa morena simpática de 49 anos. Ficou viúva nova e com uma filha que hoje deve ter uns 17 anos. Na época que conheci ela, ela tinha 47 e eu acabava de fazer 27, então foi há dois anos.
A viúva é uma morena bem baixinha e cheinha, tem 1,60m, uma boca linda, uns cachos enormes, peituda e uma rabuda. No rosto dava pra ver a idade, e não por maldade, mas ela já aparentava uns 50, mas isso não tirava o tesão dela quando sorria. Conheci ela no norte, no meu estado. Como vocês sabem, moro em Capital Federal, mas numa dessas viagens de férias precisei ir a um cartório onde essa mulher era a chefe da área. Vou chamar ela de Sil. Como eu tinha que resolver um monte de burocracia e me empurravam de um lado pro outro (típico de repartição pública), perdi a paciência e, com a pressa de quem vive na cidade grande, decidi subir mais e pedir pela chefe da área. Me disseram que era a Sra. Sil. Já de cara, o título de "Sra." me desperta um interesse em mulheres, vai saber por que, culpa desse Édipo maldito. Foi assim que fui até a sala da Sil, que ficava no segundo andar da prefeitura, no fim do corredor. Uma placa com o nome e o cargo dela enfeitava a porta. Meio arrogante, bati forte e abri a porta, e encontrei uma morena, madura, sentada atrás de uma mesa com um computador, com uma cara de... Estranha e com um sorriso incrédulo, ela me disse.
Sil: Oi, o que deseja? (já com aquele sorriso e os cachos, eu tava desejando tanta coisa)
Eu: Desculpa, me mandaram falar com você sobre o seguinte assunto…
Sil: Senta aí que já te atendo (enquanto assinava uns papéis, eu automaticamente comecei tipo um scanner a olhar ela de cima a baixo, brincos grandes tipo argola, camisa branca bem recatada mas que apertava uns peitões bons, e até aí chegou minha visão da mesa)
Palavras pra cá, palavras pra lá, a gente falou sobre o assunto e ela ficou bem disposta a resolver pra mim rapidinho. Nisso tudo, já comecei a me sentir meio desconfortável e enquanto ela mexia aqueles lábios pintados, eu expliquei meu problema de resolver logo porque tinha que viajar em uma semana e meia, então queria voltar pra capital com tudo resolvido.
Sil: Não esquenta, assim que estiver pronto você pode ligar e dar uma olhada…
Eu: Valeu, Sil (bem cara de pau no meu tratamento informal, sem pensar em ser ousado, só quebrando toda a formalidade por causa da guria) e que baita ajuda.
Continuei: Você podia me passar seu e-mail pessoal? Assim eu escrevo e você me avisa quando estiver pronto, porque se eu ligar no telefone ninguém atende nunca.
Sil: É, faz sentido, os telefones tocam e tocam, mas nenhuma dessas meninas novas parece querer trabalhar.
Eu: Valeu, Sil (enquanto ela me passava um papel com o e-mail anotado). Nisso, guardei numa pastinha que levei, me despedi como se tivesse pressa (típico de quando fico nervoso) e descendo as escadas, deu aquela coceira de olhar o papelzinho.
&%&%@hotmail.com — hmmm, pensei que ela fosse passar um e-mail oficial, mas não! Passou o pessoal dela. Nem besta nem preguiçoso, logo em seguida já tava adicionando ela no MSN e, oh surpresa, ela tava online (aguenta servidor público, haha), então ela me aceitou na hora e veio a pergunta de praxe.
Sil: Quem é você?
Eu: Fulano de tal, Sil, acabei de falar com você há uma hora e meia no seu escritório. Ah, mas o teu vai demorar uns dias. Por que você pede autorização no MSN?
Eu: Pra agilizar a comunicação, mas se te incomoda, a gente se vira por e-mail.
Sil: Não, não, é que me surpreendeu, porque todas as pessoas que tenho no MSN são conhecidas minhas, e aceitei pensando quem seria.
Assim foi passando o tempo, dois dias na verdade, em que eu entrava no MSN e a Sil tava lá, de dia ou de noite. Então, conversando e mantendo uma certa formalidade, foi relaxando aos poucos. Começamos a contar coisas, trabalho, etc., e aí veio a linha que eu soltei.
Eu: Mas seu marido não reclama de você passar tanto tempo no computador?
Sil: Não tenho marido, ele faleceu há muitos anos. Moro só com minha filha.
Eu: Glup!!! Me engole terra. No clima de paquera, mando essa pergunta e ela vem com essa resposta. Pra que mentir? Me senti um baita dum idiota, e dez vezes pior, talvez pelo tom lamentável que ficou (e eu pensando em meter e meter bomba).
Bom, com respostas pra sair da situação, formalidades como "sinto muito" e tal, ela tirou o drama do assunto e, depois de longas horas com a bunda na cadeira e os olhos no monitor, me confessou que não tinha tido nenhum parceiro, namorado ou amante desde então (de novo a gente no jogo!!!).
Sabendo disso, na minha cabeça a Sil virou a viuvinha. Meu tempo de estadia jogava contra mim. Já tava há 4 dias conversando horas no MSN até que chega sexta-feira. E aí, com uns convites de amigos pra sair, decidi apostar tudo e arriscar. Abri o MSN esperando encontrar ela, mas nada. Puta que pariu! Deixei aberto e fui tomar banho, já pensando em não me entediar nas minhas férias curtas. Oh, surpresa! Era ela me cumprimentando numa janelinha piscando.
Contar todos os detalhes da conversa é fazer o relato muito longo, então vou resumir pra um…
Eu: Não vai sair? É sexta, a semana foi puxada, noite tão gostosa com o frio indo embora.
Viuvinha: Não, a Vou levar minha filha na casa de uma amiga e volto, tô meio cansada da semana e ainda por cima não tenho com quem sair (CHANNNN)
Eu: Eu também tava pensando em ficar, todos meus amigos vão sair mas não gosto do lugar onde eles vão, então prefiro ficar de boa aqui.
Viúva: Mas como é que você não vai sair nas suas férias, tem que aproveitar, você é novo.
Eu: Você também é nova e mesmo assim vai ficar…
Viuvinha: Eu já sou uma velha, meus anos passaram e todas minhas amigas estão com suas famílias.
Palavra vai, palavra vem. Eu: Faz o seguinte, deixa sua filha lá e vem comigo tomar alguma coisa ou um sorvete, não vamos ficar trancados numa sexta depois de uma semana tão longa.
Silêncio tic tac tic tac silêncio, a puta da mãe ou melhor, bem!! Tá na dúvida.
Viuvinha: É, por que não, um sorvete não vai me fazer mal (vamooo porra) aquela enrolação de me passar o endereço, as instruções pra chegar e o principal, o horário.
Beleza, um perfume gostoso pra estação, como tava calor (meio atípico pras noites do norte) bermuda, camiseta e ahhh não tenho camisinha (já tinha uma certa confiança) passei pra comprar cigarro e camisinha.
Vou até a casa, toco a campainha e ela abre, bem informal, nada de outro mundo, uma regatinha meio decotada bem colada no corpo, um corpo que eu não tinha visto direito sinceramente, cintura linda marcando dois peitos lindos, grandes e bem cheios de carne, jeans e umas sandálias.
Percebi que eu era bem mais alto com meus 1,83 e ela não demorou a zoar sobre isso, eu respondi com um sorriso mas sem passar do ponto, me segurei. Sorvete de praxe, conversando besteira e pra não acabar ali, como o tempo voava e sinceramente eu tava me divertindo, ela ria muito e isso, vocês sabem, é sempre um bom sinal na mulher, sugeri continuar dando um rolê de carro, ela animada respondeu: Sim! Bora, vou com você, ao entrar no carro como regra minha, todo mundo que entra comigo tem que colocar o cinto O que eu falei pra ela colocar, não sei o que ela fez que não conseguiu botar, e eu me inclinei pra passar pra ela direitinho com o braço cruzando o peito dela. Ela se inclinou e o peito esquerdo dela ficou apoiado no meu braço. Como descrever? Grande, duro, uma pedra realmente linda! Fez meu amigo acordar na hora, um tesão danado, talvez pelo tempo que ela deixou ali, e o efeito do perfume cítrico suave que ela usava despertou meu instinto mais safado.
Partimos pra um rio com uma desculpa meio besta, mas ela topou. No caminho, falei que a gente podia comprar algo pra beber e continuar a conversa, já que a noite tava convidativa. Ela meio na dúvida aceitou. Comprei uns freeze a pedido dela e seguimos viagem pro rio (que, por sinal, é bem perto da cidade).
Chegamos, descemos e continuamos conversando, bebendo. Eu, pelo menos, pouco por causa da direção; ela mais solta, ria, fazia piadas e comentava como tava se divertindo. Apoiada numa pedra, começou a esfriar, e eu não pude deixar de notar quando ela exclamou: "Viúva, esfriou!" Fazendo um gesto esfregando os braços.
Dois botões na blusinha dela saltaram na penumbra, duros, pareciam enormes, desafiadores. Que mamilos lindos! (Não tem nada que eu ame mais que uma mulher com uns mamilos bons, grandes e grossos pra morder e lamber horas a fio.) Naquele momento, já comecei a esquecer do frio e sentir o calor subindo no meu rosto. Que puta quentura começou a me invadir. Todo mundo sabe que quando faz frio ou sentimos um pouco dele, dá vontade de mijar, né? Mas as mulheres, especialmente, ficam com aquela pressa, visivelmente incomodadas e com a cabeça em outro lugar.
Viuvinha: "A gente podia voltar, não?"
Eu: "Já se cansou? Com o quanto a gente tá se divertindo..."
Viuvinha: "É que o frio e o vinho me deram vontade de ir ao banheiro."
Eu sabia que se voltássemos, quebrava um pouco o clima. Aí respondi pra ela se animar, que não tinha ninguém por perto, atrás do carro, e que ela fizesse ali mesmo.
Viuvinha: "Tá louco? Que vergonha, como é que eu vou fazer? Já que você tá aí!
Eu: Mas não é que você é extraterrestre, é algo normal de todo ser humano fazer, não vai ficar se segurando, faz tranquila que eu vou um pouco mais longe e te alivia.
Viuvinha: (meio na dúvida, mas a cachaça deu uma animada) Tá bom, mas não vai olhar, né?
Eu: Como vou olhar se você vai estar atrás do carro? Vai, manda ver!
Ela foi pra trás do carro e, na luz de fundo, vi que ela se agachava, sumindo no vidro traseiro. Segundos depois, começou a se ouvir um som tão característico, diferente da água que passava calma: o som de um jorro potente que vai aumentando de volume até ficar constante, como se implorasse pra sair de entre aqueles lábios.
Como eu amo uma mulher mijando! É tão diferente de nós, que é só tirar a rola pra fora e fazer em qualquer lugar. E que som lindo que ela fazia, com tanta vontade que tava fazendo. Só de pensar que ela ia levantar a calcinha sem conseguir se secar aquela buceta já me deixava a mil, porque potencializa aquele cheiro de mulher e um pouco de safadeza de fazer em qualquer lugar, sem o ritual típico do banheiro, lavar as mãos e se secar com papel, né?
Continua…
Não me odeiem, mas a história é longa e vou continuar contando o que rolou naquela noite, que mal tinha dez pras meia-noite.
Um abraço pra todos, obrigado por lerem e comentarem. Se puderem, comentar como NFU é legal saber que vocês tão curtindo. E pra quem é novato como eu, talvez não consiga, mas pode mandar Private Message.
Um abraço pros cavalheiros e um beijo pras damas.
4 comentários - A Viuvinha Parte 1 (Real) Editado
http://www.poringa.net/posts/relatos/1866823/la-viudita-2da-parte-final-_real_.html 😃