Olá, pessoal! Essa é minha primeira história. Faz anos que entro aqui quase todo dia, vendo tudo que vocês postam e, principalmente, lendo os contos. Como me deprime pra caralho ler histórias fictícias, resolvi contribuir com algo 100% REAL, com toda a emoção de um novato. Não sei como resumir tudo, mas vou tentar ser o mais curto possível, mesmo sabendo que não vai dar.
A mãe do meu amigo de infância, um dos meus três melhores amigos, que vou chamar de Dona M. Antes de mais nada, preciso confessar como sou: alto, grandão, porque jogava rugby, mas depois que parei, engordei pra caramba. Mais um gordo argentino com barriga, apesar dos meus 29 anos. Alguém que as mulheres geralmente nem olham na rua, mas que teve muita experiência desde cedo, aprendendo como tratar uma dama na vida e transformá-la numa puta completa na cama, pervertendo ela morbidamente do jeito que eu gosto, pra que ela se descubra e, se já se conhece, encontre outros prazeres diferentes do habitual.
Moro na Capital há alguns anos, mas sou do interior, uma província com paisagens lindas e, como toda província tradicionalista, as aparências são TUDO! É assim que a Dona M, uma lady completa, uma dama Lacoste, como eu chamo, de uma situação financeira muito boa, tem casa no campo. Desde pequeno, eu ia passar fins de semana inteiros lá e dormir com meu amigo, vivendo todas aquelas aventuras da infância e até da adolescência: histórias de fantasma, o primeiro dia que nos emprestaram um carro pra andar nas ruas de cascalho, típicas de cidade de veraneio, as festas com amigas e música, os primeiros beijos e toda a estratégia pra conquistar uma garota que a gente gostava.
A Dona M foi mãe jovem. Como toda lady, depois de casar, teve dois filhos, e o mais velho era meu melhor amigo. Lembro, desde criança e jovem, do corpo dela desfilando pela piscina, e meus olhos tentando admirá-la sem levantar suspeitas do meu amigo sobre o quanto a mãe dele é linda. Vou descrevê-la pra vocês terem uma ideia: ela tem 55 anos (uma verdadeira veterana) mas com um corpo lindo e digno de admiração, somado àquele ar de senhora fina que ninguém suspeitaria de tudo que esconde a cabecinha e os desejos dela. Cabelo cacheado, preto de tintura hoje em dia mas que nunca perdeu aquele aspecto natural, os olhos azuis mais lindos e profundos que vocês podem imaginar, muito parecida com a Liz Taylor (que Deus a tenha em glória), um rosto maravilhoso, o corpo de toda senhora madura com uma altura de aproximadamente 1,70, peitos pequenos que a cirurgia nunca tocou e eu sempre me perguntei por que ela não fez como toda dama da sociedade entediada na rotina e preocupada com a estética, como eu disse, pequenos mas muito bem colocados que não denunciam a passagem dos anos. O quadril dela pronunciado pela cintura mas que forma uma beleza espetacular, embora a bunda não seja mais a dos 40 anos, ainda rouba muitos olhares, resumindo, um corpo lindo que carrega muito bem a idade.
Vou acendendo um cigarro atrás do outro enquanto conto, porque o nervosismo tá tomando conta, mas quero tirar um tempo pra contar direito, sempre esteve na minha mente, não como uma obsessão, mas como a fantasia do que seria um diamante bruto tão lindo nas minhas mãos. Foi assim que o tempo passou, os anos, e depois de vários sem vê-la, embora nunca tenhamos perdido contato com meu amigo, nesse verão a gente se encontrou com a Senhora M, por acaso comprando umas bebidas num mercadinho dessa vila de veraneio. O lugar, pra vocês imaginarem, tem casas tipo mansões e outras mais simples, estradas de terra, terrenos enormes e tudo emoldurado por morros cheios de vegetação. Sem perceber a presença dela, sinto alguém tocar meu ombro enquanto me chama pelo nome, quando me viro, vejo ela sorrindo com aqueles olhos iluminados de alegria, me deu um abraço forte, mais forte do que eu imaginava, e a mão dela pousou no meu rosto.
M: Quanto tempo!!! Como você tá, meu bem? Que alegria te encontrar, o que você faz por aqui?
Eu: M!!!! é uma alegria de verdade depois de tantos anos, sempre Peço pro teu filho te mandar beijos e lembranças de minha parte, espero que tenham chegado.
M: Você sabe como ele é, nunca me conta nada nem me entrega, mas me diz o que você tá fazendo por aqui, imagino que tá com muita saudade, né?
Eu: Você não faz ideia de quanta saudade eu tenho, e tantas lembranças lindas que guardo dos meus verões e invernos na sua casa aqui.
M: Sim, a gente sempre lembra de você e pergunta como você tá, quando vai nos visitar.
Vale dizer que a Senhora M é casada com um advogado muito antipático e, por baixo dos panos, sei que ele não se comporta nada bem fora de casa (mas isso seria uma confissão que ela me faria em outra ocasião).
M: Você não vai embora sem vir ver como a casa mudou, como tá a piscina e todo o jardim da casa (e eu só tinha saído pra dar uma volta por esses lugares sozinho no carro, igual um maluco, então não tava com pressa de nada).
Eu: Beleza, M, vamos nessa. O que você tá fazendo? Eu tô no meu carro.
M: Tô na minha caminhonete, diferente da que você lembra! Jejeje (uma super 4x4 importada).
Eu: Mas que alegria que finalmente você tem uma sua e não precisa ficar na dependência de te emprestarem outra.
M: Sim! Decidi que tinha que me dar um agrado, então comprei. Imagino que não esqueceu como chegar em casa, né?
Eu: Não, M, como eu esqueceria? Vamos, que eu te sigo!
Chegamos na casa dela depois de segui-la pelo caminho que eu lembrava muito bem, embora, vendo a casa, sinceramente não tivesse tão diferente do que eu lembrava. O que tinha mudado mesmo era a urbanização da área, com muito mais casas de campo do que antes.
Estacionamos e ela me levou pra mostrar todas as mudanças, mas minha cabeça e meus olhos não paravam de admirar o rebolado dela ao andar. Toda uma senhora, mas minha mente ia por outros caminhos. Ela tava de tênis, umas leggings pretas com uma blusona de decote enorme e bem jovial, marcando aquela vedete que tantas vezes imaginei e procurei no banheiro dela escondido pra tentar olhar, tocar e ficar um pouco mais perto dela. Nem preciso dizer que nunca esqueci nenhuma por aí pendurada, ha.
A gente passou e ela me ofereceu algo pra beber, eu aceitei só um café. Ela tava super feliz de me ver e a gente bateu um papo sobre várias coisas: minha vida, a vida da família dela, trabalho, estudo, netos (um neto recém-nascido do meu amigo). Mas meus olhos se perdiam no sorriso dela e na profundidade da cor dos olhos dela. Aos poucos, minha mente foi ficando mais e mais tarada, com imagens repentinas de situações bem hot juntos.
De vez em quando, ela soltava uma gargalhada e tocava levemente na minha mão, mas sem perder a postura na cadeira. Dava pra ver que ela tava realmente feliz, mas nada me prepararia pro que viria depois.
As horas passaram e, quando percebi que eram 15h, já eram 18h!!! Três horas conversando como se o tempo tivesse parado. Nisso, ela me diz…
M: Três horas!! E eu tinha tanta coisa pra fazer, mas como tô sozinha e ninguém quis vir me ajudar, então vou ficar até a noite e aproveitar mais um pouco dessa conversa tão gostosa.
Eu: M, como assim ninguém quis te ajudar?
M: Sim, ninguém quis. Meu marido (falou o nome dele) tá com os papéis dele no escritório, os filhos cada um na sua, e como eu tava entediada, resolvi vir arrumar um pouco e comprar terra pra umas plantas que quero colocar na sala.
Na mesma hora, ela pegou na minha mão e disse: vem, vou te mostrar a sala e te contar o que tenho em mente pra colocar, pra ver o que você acha.
A gente foi pra sala, tudo rústico: tijolo à vista, vigas de madeira no teto e piso de lajota, uma decoração bem campestre que eu adoro.
Ela se abaixou pra mexer em alguma coisa, e eu não consegui disfarçar de admirar aquela bunda linda se empinando enquanto as costas dela desciam e ficavam retas. Marcava a calcinha fio-dental e, entre as pernas, aparecia aquele triângulo de carne lindo que eu já fantasiei tantas vezes. Sem conseguir tirar os olhos de lá, eu falei:
Eu: M! Deixa eu te ajudar, não faz força. Quando me aproximei, ela recuou e a gente se chocou, feito uma boa enfiada de quatro, bem forte, como Eu curti e senti meu pau (que dormindo é minúsculo, hein) pousar no meio das nádegas dela, um formigamento das minhas bolas até a barriga, que com certeza muita gente já sentiu e vai se identificar.
Na hora, de tanta vergonha, senti minhas bolas encolherem até a garganta, e ela soltou um AI! Mas que soou muito erótico, igual ao de uma dama no auge do orgasmo.
M: Ai! Desculpa! A gente tropeçou e eu, por ser desastrada, te bati. Tá bem? (passando a mão dela suavemente e sem maldade nenhuma, tocou minha coxa)
Eu: Claro que sim! Não esquenta, não foi nada. Já tomei tanto porrada jogando que isso aí é um carinho! (não sei o que explodiu em mim, mas senti que molhei a cueca com aquele líquido seminal que a gente solta quando fica excitado demais, mesmo sem uma ereção)
Aquele toque leve dela, o calor da mão ali e a visão daqueles olhos lindos me olhando de baixo como se fosse me chupar inteira realmente me deixaram muito, mas muito alterado!Continua...
Eu sei que vão me odiar, mas vou fazer em várias partes, porque não sei resumir algo que quero que vocês sintam na pele como eu senti. Espero os comentários e correções de vocês pra melhorar meu relato, e desculpa se pulei alguma coisa e perdi vocês no meio. Comentem aí, enquanto eu continuo escrevendo tudo que veio depois. Era hora de contribuir e retribuir tantos anos de companhia que vocês me deram com seus relatos e fotos. Desde já, não tenho fotos, mas vou tentar ser o mais gráfico possível ao contar tudo. Um abraço pros cavalheiros e um beijo pras damas.
A mãe do meu amigo de infância, um dos meus três melhores amigos, que vou chamar de Dona M. Antes de mais nada, preciso confessar como sou: alto, grandão, porque jogava rugby, mas depois que parei, engordei pra caramba. Mais um gordo argentino com barriga, apesar dos meus 29 anos. Alguém que as mulheres geralmente nem olham na rua, mas que teve muita experiência desde cedo, aprendendo como tratar uma dama na vida e transformá-la numa puta completa na cama, pervertendo ela morbidamente do jeito que eu gosto, pra que ela se descubra e, se já se conhece, encontre outros prazeres diferentes do habitual.
Moro na Capital há alguns anos, mas sou do interior, uma província com paisagens lindas e, como toda província tradicionalista, as aparências são TUDO! É assim que a Dona M, uma lady completa, uma dama Lacoste, como eu chamo, de uma situação financeira muito boa, tem casa no campo. Desde pequeno, eu ia passar fins de semana inteiros lá e dormir com meu amigo, vivendo todas aquelas aventuras da infância e até da adolescência: histórias de fantasma, o primeiro dia que nos emprestaram um carro pra andar nas ruas de cascalho, típicas de cidade de veraneio, as festas com amigas e música, os primeiros beijos e toda a estratégia pra conquistar uma garota que a gente gostava.
A Dona M foi mãe jovem. Como toda lady, depois de casar, teve dois filhos, e o mais velho era meu melhor amigo. Lembro, desde criança e jovem, do corpo dela desfilando pela piscina, e meus olhos tentando admirá-la sem levantar suspeitas do meu amigo sobre o quanto a mãe dele é linda. Vou descrevê-la pra vocês terem uma ideia: ela tem 55 anos (uma verdadeira veterana) mas com um corpo lindo e digno de admiração, somado àquele ar de senhora fina que ninguém suspeitaria de tudo que esconde a cabecinha e os desejos dela. Cabelo cacheado, preto de tintura hoje em dia mas que nunca perdeu aquele aspecto natural, os olhos azuis mais lindos e profundos que vocês podem imaginar, muito parecida com a Liz Taylor (que Deus a tenha em glória), um rosto maravilhoso, o corpo de toda senhora madura com uma altura de aproximadamente 1,70, peitos pequenos que a cirurgia nunca tocou e eu sempre me perguntei por que ela não fez como toda dama da sociedade entediada na rotina e preocupada com a estética, como eu disse, pequenos mas muito bem colocados que não denunciam a passagem dos anos. O quadril dela pronunciado pela cintura mas que forma uma beleza espetacular, embora a bunda não seja mais a dos 40 anos, ainda rouba muitos olhares, resumindo, um corpo lindo que carrega muito bem a idade.
Vou acendendo um cigarro atrás do outro enquanto conto, porque o nervosismo tá tomando conta, mas quero tirar um tempo pra contar direito, sempre esteve na minha mente, não como uma obsessão, mas como a fantasia do que seria um diamante bruto tão lindo nas minhas mãos. Foi assim que o tempo passou, os anos, e depois de vários sem vê-la, embora nunca tenhamos perdido contato com meu amigo, nesse verão a gente se encontrou com a Senhora M, por acaso comprando umas bebidas num mercadinho dessa vila de veraneio. O lugar, pra vocês imaginarem, tem casas tipo mansões e outras mais simples, estradas de terra, terrenos enormes e tudo emoldurado por morros cheios de vegetação. Sem perceber a presença dela, sinto alguém tocar meu ombro enquanto me chama pelo nome, quando me viro, vejo ela sorrindo com aqueles olhos iluminados de alegria, me deu um abraço forte, mais forte do que eu imaginava, e a mão dela pousou no meu rosto.
M: Quanto tempo!!! Como você tá, meu bem? Que alegria te encontrar, o que você faz por aqui?
Eu: M!!!! é uma alegria de verdade depois de tantos anos, sempre Peço pro teu filho te mandar beijos e lembranças de minha parte, espero que tenham chegado.
M: Você sabe como ele é, nunca me conta nada nem me entrega, mas me diz o que você tá fazendo por aqui, imagino que tá com muita saudade, né?
Eu: Você não faz ideia de quanta saudade eu tenho, e tantas lembranças lindas que guardo dos meus verões e invernos na sua casa aqui.
M: Sim, a gente sempre lembra de você e pergunta como você tá, quando vai nos visitar.
Vale dizer que a Senhora M é casada com um advogado muito antipático e, por baixo dos panos, sei que ele não se comporta nada bem fora de casa (mas isso seria uma confissão que ela me faria em outra ocasião).
M: Você não vai embora sem vir ver como a casa mudou, como tá a piscina e todo o jardim da casa (e eu só tinha saído pra dar uma volta por esses lugares sozinho no carro, igual um maluco, então não tava com pressa de nada).
Eu: Beleza, M, vamos nessa. O que você tá fazendo? Eu tô no meu carro.
M: Tô na minha caminhonete, diferente da que você lembra! Jejeje (uma super 4x4 importada).
Eu: Mas que alegria que finalmente você tem uma sua e não precisa ficar na dependência de te emprestarem outra.
M: Sim! Decidi que tinha que me dar um agrado, então comprei. Imagino que não esqueceu como chegar em casa, né?
Eu: Não, M, como eu esqueceria? Vamos, que eu te sigo!
Chegamos na casa dela depois de segui-la pelo caminho que eu lembrava muito bem, embora, vendo a casa, sinceramente não tivesse tão diferente do que eu lembrava. O que tinha mudado mesmo era a urbanização da área, com muito mais casas de campo do que antes.
Estacionamos e ela me levou pra mostrar todas as mudanças, mas minha cabeça e meus olhos não paravam de admirar o rebolado dela ao andar. Toda uma senhora, mas minha mente ia por outros caminhos. Ela tava de tênis, umas leggings pretas com uma blusona de decote enorme e bem jovial, marcando aquela vedete que tantas vezes imaginei e procurei no banheiro dela escondido pra tentar olhar, tocar e ficar um pouco mais perto dela. Nem preciso dizer que nunca esqueci nenhuma por aí pendurada, ha.
A gente passou e ela me ofereceu algo pra beber, eu aceitei só um café. Ela tava super feliz de me ver e a gente bateu um papo sobre várias coisas: minha vida, a vida da família dela, trabalho, estudo, netos (um neto recém-nascido do meu amigo). Mas meus olhos se perdiam no sorriso dela e na profundidade da cor dos olhos dela. Aos poucos, minha mente foi ficando mais e mais tarada, com imagens repentinas de situações bem hot juntos.
De vez em quando, ela soltava uma gargalhada e tocava levemente na minha mão, mas sem perder a postura na cadeira. Dava pra ver que ela tava realmente feliz, mas nada me prepararia pro que viria depois.
As horas passaram e, quando percebi que eram 15h, já eram 18h!!! Três horas conversando como se o tempo tivesse parado. Nisso, ela me diz…
M: Três horas!! E eu tinha tanta coisa pra fazer, mas como tô sozinha e ninguém quis vir me ajudar, então vou ficar até a noite e aproveitar mais um pouco dessa conversa tão gostosa.
Eu: M, como assim ninguém quis te ajudar?
M: Sim, ninguém quis. Meu marido (falou o nome dele) tá com os papéis dele no escritório, os filhos cada um na sua, e como eu tava entediada, resolvi vir arrumar um pouco e comprar terra pra umas plantas que quero colocar na sala.
Na mesma hora, ela pegou na minha mão e disse: vem, vou te mostrar a sala e te contar o que tenho em mente pra colocar, pra ver o que você acha.
A gente foi pra sala, tudo rústico: tijolo à vista, vigas de madeira no teto e piso de lajota, uma decoração bem campestre que eu adoro.
Ela se abaixou pra mexer em alguma coisa, e eu não consegui disfarçar de admirar aquela bunda linda se empinando enquanto as costas dela desciam e ficavam retas. Marcava a calcinha fio-dental e, entre as pernas, aparecia aquele triângulo de carne lindo que eu já fantasiei tantas vezes. Sem conseguir tirar os olhos de lá, eu falei:
Eu: M! Deixa eu te ajudar, não faz força. Quando me aproximei, ela recuou e a gente se chocou, feito uma boa enfiada de quatro, bem forte, como Eu curti e senti meu pau (que dormindo é minúsculo, hein) pousar no meio das nádegas dela, um formigamento das minhas bolas até a barriga, que com certeza muita gente já sentiu e vai se identificar.
Na hora, de tanta vergonha, senti minhas bolas encolherem até a garganta, e ela soltou um AI! Mas que soou muito erótico, igual ao de uma dama no auge do orgasmo.
M: Ai! Desculpa! A gente tropeçou e eu, por ser desastrada, te bati. Tá bem? (passando a mão dela suavemente e sem maldade nenhuma, tocou minha coxa)
Eu: Claro que sim! Não esquenta, não foi nada. Já tomei tanto porrada jogando que isso aí é um carinho! (não sei o que explodiu em mim, mas senti que molhei a cueca com aquele líquido seminal que a gente solta quando fica excitado demais, mesmo sem uma ereção)
Aquele toque leve dela, o calor da mão ali e a visão daqueles olhos lindos me olhando de baixo como se fosse me chupar inteira realmente me deixaram muito, mas muito alterado!Continua...
Eu sei que vão me odiar, mas vou fazer em várias partes, porque não sei resumir algo que quero que vocês sintam na pele como eu senti. Espero os comentários e correções de vocês pra melhorar meu relato, e desculpa se pulei alguma coisa e perdi vocês no meio. Comentem aí, enquanto eu continuo escrevendo tudo que veio depois. Era hora de contribuir e retribuir tantos anos de companhia que vocês me deram com seus relatos e fotos. Desde já, não tenho fotos, mas vou tentar ser o mais gráfico possível ao contar tudo. Um abraço pros cavalheiros e um beijo pras damas.
14 comentários - Senhora M, a mãe do meu amigo (primeiro relato REAL)