Esta é a 4ª e última parte contando como, a pedido do meu melhor amigo, acabei comendo a esposa dele e, sem querer, também a amante dele...
Depois da sessão de sexo em grupo quase improvisada, fomos tomar banho. Sérgio e Sandra foram para um lado, eu esperei a Laura fazer o mesmo em outro cômodo da casa e, enquanto eu me lavava, começaram os preparativos para o jantar, que tinha ficado adiado, como vocês já sabem pelo post anterior.
Todo mundo na mesa, Sérgio levantou a taça de vinho, abraçado na esposa, e se dirigiu a mim e à Laura. Agradeceu a gente por ter realizado as fantasias dele, por estarmos ali, pela amizade e confiança que eles tinham em nós. Disse que tanto ele quanto Sandra tinham adorado pra caralho e que adorariam repetir sempre que desse.
Brindamos e, enquanto jantávamos, fui caindo na real de como as coisas tinham se desenrolado, principalmente como eles "convenceram" a Laura, já que a parte sobre mim era conhecida por todos nós três.
Assim como o Sérgio, que me tinha como confidente, a Laura era a confidente da Sandra. Quando decidiram se compartilhar com outro, o Sérgio me sugeriu como candidato. E a parte de ter expressado o desejo dele pela Laura foi moleza pra Sandra, já que, como a Laura era quem ouvia e aconselhava, conforme a Sandra avançava nas brincadeiras sexuais com o Sérgio e contava pra ela, percebeu que a Laura ficava excitada. Nem preciso dizer que elas se conheciam desde a adolescência, e durante a conversa deu pra perceber que as primeiras experiências sexuais delas foram brincadeiras entre as duas, que não passaram de carícias...
O negócio é que, sabendo que o Sérgio tava de olho nela, e que ela não conseguia esconder a excitação ouvindo as confissões da amiga, a Sandra insinuou abertamente se ela não gostaria que o marido dela fizesse com ela o mesmo que ela tava contando. Já sabemos qual foi a resposta dela, e acabei descobrindo que aquelas brincadeiras da puberdade tinham voltado, e que fizeram parte da mudança visível, mas gradual, da Sandra. O jeito de se vestir, mais provocante, claro, influenciado pelo Sérgio que incentivava ela cada vez mais.
Aí o Sérgio completou, falando que adorava ver ela daquele jeito, toda putinha. A Sandra abraçou ele e deu um beijo, e a gente concordou com malícia.
A conversa se estendeu por um bom tempo, regada com um vinho bom, embora eu não seja de beber.
O Sérgio levantou e disse:
> "Continuem conversando, mas vão ter que me desculpar, tô des-tru-í-do!!!... Vou pra caminha."
A Sandra quis levantar pra acompanhar ele, mas ele apoiou as mãos no ombro dela, dando um beijo:
> "Fica, love, continuem conversando, vou recuperar as energias pra amanhã."
Ele se despediu da gente e subiu pro quarto que tinham escolhido.
Eu fiquei no meu lugar, o banho tinha me despertado e além disso não tinha bebido, então quando elas ficaram, eu fiquei.
A conversa seguiu no mesmo tom. Peguei a garrafa de vinho e fingi que ia encher a taça da Laura. Ela recusou, dizendo:
> "Se eu continuar bebendo, não sei onde vai parar minha inibição."
Aí a Sandra soltou uma risadinha e falou:
> "Mais ainda?!!"
Todo mundo riu. Me aproximei da Laura e apoiei minhas mãos na saia dela, por baixo da mesa. Ela tava só com um regata larga e comprida, tipo um vestido. A Sandra percebeu os movimentos, deu a volta na mesa, se colocou entre a gente e convidou pra ir pro jardim. Na penumbra, a gente foi pro jardim pelo corredor. A Sandra deixou cair a saia jeans que tava usando, ficando só no que eu achei que era um biquíni preto, que destacava ainda mais a pele branca dela na pouca luz do corredor. Da Laura eu já tinha apalpado que não tava de calcinha, e tinha notado como os bicos dos peitos dela endureceram durante a conversa do jantar.
Sentei no meio do sofá do jardim, elas se posicionaram de cada lado. Comecei a deslizar minhas mãos pelas duas entre as pernas. A Sandra não tava de biquíni, mas sim uma calcinha fio dental suave, que eu fui sentindo como ficava molhada a cada roçada dos meus dedos. A Laura encharcava meus dedos diretamente, já que não tava com nada. Senti o clitóris dela ereto e foi ela que, tirando a camiseta, me ofereceu seus bicos duros, que pediam para ser mordidos. Sandra colocou uma das almofadas do sofá no chão e, praticamente puxando, me tirou o short que eu vestia, e começou a brincar com a língua, primeiro no meu púbis, percorrendo minha virilha, quase sem tocar meu pau, que já estava duro e cheio de vontade de novo. Puxou a pele que cobria minha glande e começou o jogo com a língua...
Laura, posicionada à minha direita, esfregava os peitos no meu rosto, enquanto abria as pernas o máximo que podia, sentindo meus dedos — uns no esfíncter dela, outros beliscando de leve o clitóris. Ela foi se deslizando para baixo até ficar do lado da Sandra, e elas se revezavam para enfiar meu pau o mais fundo que podiam na boca, ou enquanto uma chupava meu tronco e glande, a outra lambia com gosto minhas bolas.
Peguei as duas pelos cabelos e juntei os rostos uma de frente para a outra... As línguas delas pareciam chicotes, se chocando uma na outra e voltando pro meu pau. Eu curtia o que elas faziam e o que via. Peguei as mãos de cada uma e levei para os peitos da outra, fazendo com que elas se tocassem com minhas mãos. Por um instante, não houve resposta.
Até que eu sussurrei: "Vamos... se vocês têm vontade e eu tenho mais ainda de ver vocês..."
Elas começaram tímidas, até que eu juntei suas bocas de novo... As línguas delas se encontraram de novo, e as mãos começaram a se tocar. Eu me levantei e coloquei as almofadas dos sofás no chão, me ajoelhei ao lado delas e comecei a beijá-las por todo lado enquanto elas se tocavam. Arranquei quase puxando a calcinha pequenininha da Sandra — estava encharcada dos sucos dela. Quando levei minha língua até a pussy dela, percebi que não era a mão DELA que me impedia de chupar; elas tinham se soltado, e eu me dediquei a aproveitá-las. Cada uma, por sua vez, intercalava a boca e a língua entre meu pau e a pussy cada vez mais molhada da outra. Elas me chupavam sem parar de se dar beijos profundos naquelas vulvas quentes...
Eu as posicionei para fazerem um "trib". No começo, não Entenderam até perceberem o que eu tava pedindo, "a tesourinha" era estar no paraíso, vê-las e sentir aquele barulhinho aquoso das bucetas se esfregando, eu ajoelhado no meio ia de boca em boca, de peito em peito, até afundar minha cara entre as duas conchas que soltavam fios de mel toda vez que se separavam pra se esfregar de novo.
As mãos delas se esticavam pra massagear meu pau que não parava de escorrer de tesão e prazer... ninguém falava... só gemidos e gritinhos abafados, e aquele som aquoso das bocas e bucetas se chocando...
Não sei quanto tempo passou, só sabia que meu pau não aguentava mais, então me deitei de barriga pra cima e peguei a Sandra, que é mais miudinha, e praticamente enfiei ela no meu pau, cavalgando com fúria, já que naquele instante ela tava tendo um dos tantos orgasmos. A Laura não ficou pra trás e, de frente pra Sandra, se posicionou na minha cara, esfregando a bunda e a buceta em mim enquanto eu comia a boca da amiga dela, minhas mãos apertavam os peitos das duas... minha língua percorria toda a extensão da entreperna da Laura, desde o cu cada vez mais dilatado que eu me encarregava de abrir mais e mais separando as nádegas, até a buceta dela onde sentia o clitóris duro igual um mamilo... de repente trocaram de posição... a Sandra me presenteou com um lindo espasmo na cara e, ao sentir meu pau no cu gostoso da Laura, praticamente enfiei gozando, com meus gemidos abafados pela buceta encharcada da Sandra.
Meus movimentos de gozar foram diminuindo, mas a Laura continuou até ter o orgasmo mais que evidente entre gritinhos abafados e o corpo dela se tensionando em cima de mim.
Ficamos exaustos, depois de recuperar o fôlego só soltei num suspiro: "Que trio lindo!!! Puta merda!!! Ainda tô nas nuvens!" Nem terminei de falar e vejo acender a luz do jardim. Era o Sérgio que tinha observado tudo da penumbra.
Ele se aproximou da gente enquanto a Sandra, ainda ofegante, dizia: "Gostou, neném??... Era assim que você queria... Olha, amanhã é sua vez, porquinho da minha vida!!!!...
Cada uma foi tomar banho, eu e o Sergio ficamos no jardim
> E aí?,,,gostou, hein!!!,,,,
> Tô acabado!!!....cara, podia ter me avisado!!..tô de surpresa em surpresa – falei, ainda tentando recuperar o fôlego
> Jejeje..faz parte das nossas fantasias, senão não tinha graça
> Kkkkkk...e as minas, como se soltaram!!!
> Olha, isso é outra história, faz mais de um ano que elas tão entre si, só que não tinham coragem na minha frente...na nossa frente, por que você acha que pedi pra ser a Lau e não outra
> Uau!!..tá fazendo cada vez mais sentido pra mim...
> É isso, mano, eu compartilho ela com você, que é de agora em diante o amante dela, ela me compartilha com meu amante e, por sua vez, compartilha o amante dela com a gente...entendeu?
> Sim, mais que claro, agradeço, agradeço a confiança de vocês
> Shhh..não fala nada, somos nós quatro, a gente se diverte pra caralho, ninguém força ninguém, e com a baixinha, não poderíamos ser mais felizes, mudou nossa vida pra melhor.
> Mas...não te dá um "receio"...sou meio idiota às vezes...ainda, apesar do que você viu, sou meio na minha..
> Olha, cara, pra ficar claro, agora a gente se ama mais do que nunca, pode ser que sejamos loucos, sei lá, mas isso nos faz muito felizes..a gente conversou pra caramba, duvidou, entre desconhecidos, a gente ficava doido de tesão, fantasiando, mas "a frio" a gente tinha medo. Os conhecidos tinham que ser de muita confiança e nos atrair. E aí percebemos que a gente se matava de imaginar com vocês, e o tesão continuava, e a gente pensava em como encarar a situação....
Ele deu um tapinha nas minhas costas e fomos dormir, já quase amanhecia.
O que rolou no dia seguinte entre as minas e o Sergio, não consegui ver, fiquei exausto e dormi igual um anjo. Só sei que eles se divertiram pra caralho.
Claro que isso começou há dois anos atrás, ainda continuamos, às vezes eu sozinho com uma das minas, o Sergio a mesma coisa, as minas entre si, outras vezes nós quatro em alguma escapada que a gente organiza, pra outro momento em que cai o relato do trio entre o Sergio, eu e cada uma das minas
valeu por terem chegado até aqui. espero que tenham curtido.
*( Sandra, Lau, Sergio: como vocês vão ver, escrevi exatamente como pediram, sem pular detalhes... valeu pra vocês três)
Depois da sessão de sexo em grupo quase improvisada, fomos tomar banho. Sérgio e Sandra foram para um lado, eu esperei a Laura fazer o mesmo em outro cômodo da casa e, enquanto eu me lavava, começaram os preparativos para o jantar, que tinha ficado adiado, como vocês já sabem pelo post anterior.
Todo mundo na mesa, Sérgio levantou a taça de vinho, abraçado na esposa, e se dirigiu a mim e à Laura. Agradeceu a gente por ter realizado as fantasias dele, por estarmos ali, pela amizade e confiança que eles tinham em nós. Disse que tanto ele quanto Sandra tinham adorado pra caralho e que adorariam repetir sempre que desse.
Brindamos e, enquanto jantávamos, fui caindo na real de como as coisas tinham se desenrolado, principalmente como eles "convenceram" a Laura, já que a parte sobre mim era conhecida por todos nós três.
Assim como o Sérgio, que me tinha como confidente, a Laura era a confidente da Sandra. Quando decidiram se compartilhar com outro, o Sérgio me sugeriu como candidato. E a parte de ter expressado o desejo dele pela Laura foi moleza pra Sandra, já que, como a Laura era quem ouvia e aconselhava, conforme a Sandra avançava nas brincadeiras sexuais com o Sérgio e contava pra ela, percebeu que a Laura ficava excitada. Nem preciso dizer que elas se conheciam desde a adolescência, e durante a conversa deu pra perceber que as primeiras experiências sexuais delas foram brincadeiras entre as duas, que não passaram de carícias...
O negócio é que, sabendo que o Sérgio tava de olho nela, e que ela não conseguia esconder a excitação ouvindo as confissões da amiga, a Sandra insinuou abertamente se ela não gostaria que o marido dela fizesse com ela o mesmo que ela tava contando. Já sabemos qual foi a resposta dela, e acabei descobrindo que aquelas brincadeiras da puberdade tinham voltado, e que fizeram parte da mudança visível, mas gradual, da Sandra. O jeito de se vestir, mais provocante, claro, influenciado pelo Sérgio que incentivava ela cada vez mais.
Aí o Sérgio completou, falando que adorava ver ela daquele jeito, toda putinha. A Sandra abraçou ele e deu um beijo, e a gente concordou com malícia.
A conversa se estendeu por um bom tempo, regada com um vinho bom, embora eu não seja de beber.
O Sérgio levantou e disse:
> "Continuem conversando, mas vão ter que me desculpar, tô des-tru-í-do!!!... Vou pra caminha."
A Sandra quis levantar pra acompanhar ele, mas ele apoiou as mãos no ombro dela, dando um beijo:
> "Fica, love, continuem conversando, vou recuperar as energias pra amanhã."
Ele se despediu da gente e subiu pro quarto que tinham escolhido.
Eu fiquei no meu lugar, o banho tinha me despertado e além disso não tinha bebido, então quando elas ficaram, eu fiquei.
A conversa seguiu no mesmo tom. Peguei a garrafa de vinho e fingi que ia encher a taça da Laura. Ela recusou, dizendo:
> "Se eu continuar bebendo, não sei onde vai parar minha inibição."
Aí a Sandra soltou uma risadinha e falou:
> "Mais ainda?!!"
Todo mundo riu. Me aproximei da Laura e apoiei minhas mãos na saia dela, por baixo da mesa. Ela tava só com um regata larga e comprida, tipo um vestido. A Sandra percebeu os movimentos, deu a volta na mesa, se colocou entre a gente e convidou pra ir pro jardim. Na penumbra, a gente foi pro jardim pelo corredor. A Sandra deixou cair a saia jeans que tava usando, ficando só no que eu achei que era um biquíni preto, que destacava ainda mais a pele branca dela na pouca luz do corredor. Da Laura eu já tinha apalpado que não tava de calcinha, e tinha notado como os bicos dos peitos dela endureceram durante a conversa do jantar.
Sentei no meio do sofá do jardim, elas se posicionaram de cada lado. Comecei a deslizar minhas mãos pelas duas entre as pernas. A Sandra não tava de biquíni, mas sim uma calcinha fio dental suave, que eu fui sentindo como ficava molhada a cada roçada dos meus dedos. A Laura encharcava meus dedos diretamente, já que não tava com nada. Senti o clitóris dela ereto e foi ela que, tirando a camiseta, me ofereceu seus bicos duros, que pediam para ser mordidos. Sandra colocou uma das almofadas do sofá no chão e, praticamente puxando, me tirou o short que eu vestia, e começou a brincar com a língua, primeiro no meu púbis, percorrendo minha virilha, quase sem tocar meu pau, que já estava duro e cheio de vontade de novo. Puxou a pele que cobria minha glande e começou o jogo com a língua...
Laura, posicionada à minha direita, esfregava os peitos no meu rosto, enquanto abria as pernas o máximo que podia, sentindo meus dedos — uns no esfíncter dela, outros beliscando de leve o clitóris. Ela foi se deslizando para baixo até ficar do lado da Sandra, e elas se revezavam para enfiar meu pau o mais fundo que podiam na boca, ou enquanto uma chupava meu tronco e glande, a outra lambia com gosto minhas bolas.
Peguei as duas pelos cabelos e juntei os rostos uma de frente para a outra... As línguas delas pareciam chicotes, se chocando uma na outra e voltando pro meu pau. Eu curtia o que elas faziam e o que via. Peguei as mãos de cada uma e levei para os peitos da outra, fazendo com que elas se tocassem com minhas mãos. Por um instante, não houve resposta.
Até que eu sussurrei: "Vamos... se vocês têm vontade e eu tenho mais ainda de ver vocês..."
Elas começaram tímidas, até que eu juntei suas bocas de novo... As línguas delas se encontraram de novo, e as mãos começaram a se tocar. Eu me levantei e coloquei as almofadas dos sofás no chão, me ajoelhei ao lado delas e comecei a beijá-las por todo lado enquanto elas se tocavam. Arranquei quase puxando a calcinha pequenininha da Sandra — estava encharcada dos sucos dela. Quando levei minha língua até a pussy dela, percebi que não era a mão DELA que me impedia de chupar; elas tinham se soltado, e eu me dediquei a aproveitá-las. Cada uma, por sua vez, intercalava a boca e a língua entre meu pau e a pussy cada vez mais molhada da outra. Elas me chupavam sem parar de se dar beijos profundos naquelas vulvas quentes...
Eu as posicionei para fazerem um "trib". No começo, não Entenderam até perceberem o que eu tava pedindo, "a tesourinha" era estar no paraíso, vê-las e sentir aquele barulhinho aquoso das bucetas se esfregando, eu ajoelhado no meio ia de boca em boca, de peito em peito, até afundar minha cara entre as duas conchas que soltavam fios de mel toda vez que se separavam pra se esfregar de novo.
As mãos delas se esticavam pra massagear meu pau que não parava de escorrer de tesão e prazer... ninguém falava... só gemidos e gritinhos abafados, e aquele som aquoso das bocas e bucetas se chocando...
Não sei quanto tempo passou, só sabia que meu pau não aguentava mais, então me deitei de barriga pra cima e peguei a Sandra, que é mais miudinha, e praticamente enfiei ela no meu pau, cavalgando com fúria, já que naquele instante ela tava tendo um dos tantos orgasmos. A Laura não ficou pra trás e, de frente pra Sandra, se posicionou na minha cara, esfregando a bunda e a buceta em mim enquanto eu comia a boca da amiga dela, minhas mãos apertavam os peitos das duas... minha língua percorria toda a extensão da entreperna da Laura, desde o cu cada vez mais dilatado que eu me encarregava de abrir mais e mais separando as nádegas, até a buceta dela onde sentia o clitóris duro igual um mamilo... de repente trocaram de posição... a Sandra me presenteou com um lindo espasmo na cara e, ao sentir meu pau no cu gostoso da Laura, praticamente enfiei gozando, com meus gemidos abafados pela buceta encharcada da Sandra.
Meus movimentos de gozar foram diminuindo, mas a Laura continuou até ter o orgasmo mais que evidente entre gritinhos abafados e o corpo dela se tensionando em cima de mim.
Ficamos exaustos, depois de recuperar o fôlego só soltei num suspiro: "Que trio lindo!!! Puta merda!!! Ainda tô nas nuvens!" Nem terminei de falar e vejo acender a luz do jardim. Era o Sérgio que tinha observado tudo da penumbra.
Ele se aproximou da gente enquanto a Sandra, ainda ofegante, dizia: "Gostou, neném??... Era assim que você queria... Olha, amanhã é sua vez, porquinho da minha vida!!!!...
Cada uma foi tomar banho, eu e o Sergio ficamos no jardim
> E aí?,,,gostou, hein!!!,,,,
> Tô acabado!!!....cara, podia ter me avisado!!..tô de surpresa em surpresa – falei, ainda tentando recuperar o fôlego
> Jejeje..faz parte das nossas fantasias, senão não tinha graça
> Kkkkkk...e as minas, como se soltaram!!!
> Olha, isso é outra história, faz mais de um ano que elas tão entre si, só que não tinham coragem na minha frente...na nossa frente, por que você acha que pedi pra ser a Lau e não outra
> Uau!!..tá fazendo cada vez mais sentido pra mim...
> É isso, mano, eu compartilho ela com você, que é de agora em diante o amante dela, ela me compartilha com meu amante e, por sua vez, compartilha o amante dela com a gente...entendeu?
> Sim, mais que claro, agradeço, agradeço a confiança de vocês
> Shhh..não fala nada, somos nós quatro, a gente se diverte pra caralho, ninguém força ninguém, e com a baixinha, não poderíamos ser mais felizes, mudou nossa vida pra melhor.
> Mas...não te dá um "receio"...sou meio idiota às vezes...ainda, apesar do que você viu, sou meio na minha..
> Olha, cara, pra ficar claro, agora a gente se ama mais do que nunca, pode ser que sejamos loucos, sei lá, mas isso nos faz muito felizes..a gente conversou pra caramba, duvidou, entre desconhecidos, a gente ficava doido de tesão, fantasiando, mas "a frio" a gente tinha medo. Os conhecidos tinham que ser de muita confiança e nos atrair. E aí percebemos que a gente se matava de imaginar com vocês, e o tesão continuava, e a gente pensava em como encarar a situação....
Ele deu um tapinha nas minhas costas e fomos dormir, já quase amanhecia.
O que rolou no dia seguinte entre as minas e o Sergio, não consegui ver, fiquei exausto e dormi igual um anjo. Só sei que eles se divertiram pra caralho.
Claro que isso começou há dois anos atrás, ainda continuamos, às vezes eu sozinho com uma das minas, o Sergio a mesma coisa, as minas entre si, outras vezes nós quatro em alguma escapada que a gente organiza, pra outro momento em que cai o relato do trio entre o Sergio, eu e cada uma das minas
valeu por terem chegado até aqui. espero que tenham curtido.
*( Sandra, Lau, Sergio: como vocês vão ver, escrevi exatamente como pediram, sem pular detalhes... valeu pra vocês três)
5 comentários - 4º Relato: Quando Três é Companhia