Fala, galera do poringa! Aqui vai a 3ª parte dessa história.
Aquela noite foi uma "iniciação" pra mim e, claro, pro Sergio e pra Sandra, mesmo que tudo tivesse ficado só numa sessão de sexo oral.
Fiquei dois dias esperando o Sergio me ligar, não tive coragem de ligar primeiro.
Depois de pensar muito, criei coragem e liguei na casa do Sergio, inventando uma desculpa. Nem precisei: quem atendeu foi a Sandra, que, ao reconhecer minha voz, disse que tinha ficado pensando em mim. Isso me deu abertura pra continuar a conversa nesse rumo, que era o que me interessava:
– Ahã, também fiquei pensando em você. Fiquei com vontade de mais, e ainda não consegui falar com o Sergio.
– E eu!! Você não faz ideia da vontade que tô, e o Sergio nem se fala!
– Legal!! Então quer dizer que você gostou, vocês gostaram, haha.
– Siiim, a gente tem que planejar algo logo!! Semana que vem acabam as aulas e vai complicar, com os filhos, sabe?
– Bom, é só a gente se acertar quando e onde. Porque o como... você não tem ideia das coisas que passam pela minha cabeça.
– Mmmm, gato!! Você não sabe como me deixa!!!
– Não sei... como eu te deixo?
– Muito molhada, é isso que quer ouvir? Muito molhada. Então se liga e se mexe, senão...
– Ok, deixa comigo então.
Pedi pra falar com o Sergio e, sem rodeios, falei:
– Conheço um cara que aluga um sítio pelo tempo que a gente quiser: por mês, quinzena, e o melhor de tudo, por fim de semana, já que as férias ainda não começaram.
– Show de bola, bota a mão na massa. Com a baixinha a gente não sabia onde fazer. Arruma tudo e avisa.
– Pelo que a Sandra me disse, vai ter que ser esse fim de semana.
– Se fosse por mim, hoje mesmo!!!
Nem preciso dizer que desliguei de falar com eles e liguei pro cara que alugava o sítio. Fechamos o trato e combinei de passar no escritório dele no dia seguinte pra pagar e pegar as chaves.
Finalmente chegou a sexta. Cada um deu seus pulos pra se organizar. Eu dei um jeito em casa falando que o Sergio ia me buscar pra "ir pescar". Foi, passou pra me buscar, fomos pegar a Laura, depois a Sandra.
Intuitivamente, cada um ocupou seu lugar no carro, depois de arrumar as coisas que a Sandra tinha preparado pra levar. A Lau no banco do carona, a Sandra e eu no banco de trás.
Já na estrada, a Sandra tomou a dianteira. Com um gesto de trás, incentivou a Lau a se aproximar do Sérgio, que tava dirigindo, e se colocando entre os dois, disse: — Acaricia a rola dele, ele adora que façam isso enquanto dirige. E você... dirige com cuidado.
Deu um beijo na bochecha do Sérgio. Eu olhava pra ela extasiado, a mudança era nítida. Ela tava mais decidida. Esperava ir tirando a timidez dela, mas claramente era ela quem tava no comando.
Ela se recostou no meu ombro, desci minha mão pelas costas dela. Ela levantou a perna pra deixar eu me enfiar entre o banco e a bunda dela, enquanto abria minha calça. Me acariciava suavemente por cima da cueca, sem tirar. Minha mão massageava com força uma das nádegas dela, ao mesmo tempo que fazia a calcinha fio dental se enterrar mais entre os lábios dela. Levei minha mão mais além. Não tava úmida. Ensopada é a palavra.
Antes de pegar a rodovia, paramos num supermercado. Faltavam algumas coisas pra levar. O Sérgio convidou a Laura pra acompanhá-lo. A Sandra e eu ficamos no carro. Ela olhou em volta, pra garantir que não tinha olhares indiscretos, e liberando minha rola da cueca, se abaixou pra chupar. A respiração dela ficou entrecortada e de vez em quando soltava uns gemidos. Confesso que nunca tinham me chupado com tanta vontade. Uma das minhas mãos segurava o cabelo dela pra eu poder ver como minha rola sumia na boca dela, apesar dos vidros escuros e da pouca iluminação do estacionamento. Minha outra mão puxava a calcinha fio dental pro lado,
e, ajudado pela lubrificação, enfiei dois dedos na buceta dela, enquanto meu polegar fazia círculos no cuzinho dela...
— Ai, mamãe, que gostoso você me chupa!!! Tá gostando, docinho?
— Sim, gato!! A chupada que te dei outro dia... Noite me deixou toda excitada e com vontade de mais, além da do Sergio, essa é a primeira rola que eu chupo...
E ela enfiou de novo na boca, e sugava com tanta força que em vários momentos eu quase gozei...
Sergio e a Lau voltaram, demoraram pra subir porque ficaram arrumando as coisas no porta-malas. Pelo retrovisor, da minha posição, parecia que o Sergio tinha ela encurralada contra o carro e a parede do estacionamento...
Lá pelas 21h chegamos no sítio. Enquanto eu falava com o caseiro que morava na frente, ele me explicou como ligar o filtro da piscina, onde ficava o quadro de luz e os detalhes da casa. Na despedida, deixei claro que precisávamos de tranquilidade e privacidade, e que se precisássemos de algo, avisaríamos.
Sandra e a Lau arrumaram os mantimentos na geladeira e, claro, "se acertaram". O Sergio me esperava na sala, prontos pra conversar, quando as minhas chegaram. A Sandra me pegou pelas mãos, foi até o maridinho dela e disse:
— Esse senhor aqui e eu temos que terminar o que começamos no carro (piscando o olho). Você... espero que não se entedie... a Laurinha vai te ler uma historinha...
Aí o Sergio, quase implorando, pediu:
— Lembra do que te pedi ontem à noite, fala sério, não seja chata! Além disso, ninguém lembrou das câmeras pra filmar a gente. Por favor!!! Se você gosta e tem mais vontade do que eu!!
A Sandra, sem mais, me mandou levantar. Sem parar de olhar sugestivamente pro Sergio, desabotoou minha camisa e abaixou meu jeans e cueca até tirar tudo. Confesso que fiquei duro, meio envergonhado, com os três me olhando. Ia falar alguma coisa, quando a Sandra, ajoelhada e com a saia na cintura, enfiou de novo na boca meu pau mole, sob o olhar do Sergio e da Laura, que dava pra ver pela respiração que tava muito excitada. Ela começou a despir o Sergio e ele a ela, sem parar de nos olhar.
O boquete da Sandra, junto com a nudez da Laura, me fez perder a inibição e me soltei.
Estávamos de pé, a Laura... E eu... Sandra me chupando e o Sérgio fazendo o mesmo com a buceta da Laura, um do lado do outro. Estiquei meu braço e puxei a Laura mais pra perto de mim, tocando nos biquinhos dela que estavam durinhos. Como não teve rejeição, eu a trouxe ainda mais pra perto, e começamos a brincar com nossas línguas. A mão dela tava passando na minha bunda junto com a da Sandra, que já brincava com um dos dedos no meu cu. Eu apertava e amassava os peitos da Laura (isso superava minhas fantasias, o que pra mim era comer a mulher do meu amigo, sabendo que ele tava ligado, acabou numa "party" que, juntando os pontos, era o que eles tinham planejado enquanto trepavam na noite anterior, e a Sandra tratou de convencer a amiga dela — o único surpreso era eu).
Num instante, a gente tava rolando no tapete da sala. A Laura de quatro, a Sandra de lado guiando a rola do Sérgio pra dentro da buceta da Laura e meu pau na boca dela, pra depois se juntar e me dar um boquete duplo. Depois de um tempo me segurando pra não gozar, trocamos de posição.
Dessa vez, o Sérgio separava as nádegas da Sandra pra eu meter nela, enquanto as duas davam um boquete duplo nele. Eu, doidão com aqueles dois cuzinhos empinados na minha direção, saí de dentro da Sandra e comecei a alternar minha língua entre a buceta molhada da Sandra e o cu da Laura.
As minas, de tanto lamber os dois paus, foram se acostumando a roçar as línguas uma na outra. Daí a pouco, tavam esfregando bico com bico e se beijando de boca aberta, deixando a gente ver como entrelaçavam as línguas, ou chupando os peitos uma da outra. Eu e o Sérgio incentivamos elas a ir mais longe, mas elas não animaram ou fingiram que não entenderam.
Depois, o Sérgio sentou no sofá com a Laura por cima e começou a comer ela de novo, enquanto provocava a Sandra e ela provocava ele. Enquanto isso, eu tava comendo a Sandra...
— Vai, puta gostosa... adoro como você se deixa comer... que tesão você me dá, olha... vou encher o cu da sua amiguinha do colégio de porra...
— Siiiiiiiiii, gato... eu adoro... que delícia de sentir. Outra p***a.... me deixa?.... quero que enfie no meu cu... quer que outra pica arrebente meu cu, neném?... hein... quer???
Sem dar tempo pra nada, virei ela, coloquei ela de pé encostada num móvel, me abaixei, abri as pernas dela o máximo que pude e comecei a lamber a bunda dela pra lubrificar. Chupei a bunda dela até sentir que tava dilatada. Me levantei e comecei a esfregar a cabeça da minha pica na bunda dela, o que deixou ela mais excitada, pelos gemidos e pelo jeito que falava com o Sérgio...
— Olha, neném... olha como eu engulo outra pica... olha sua puta.... agora vou ser a puta dele... pra ele arrebentar meu cu com essa pica dura que ele tem!!!
Sandra começou a rebolando em círculos, ela assumiu o controle da penetração, eu deixei ela fazer. Ela empurrava e gemia... empurrava de novo e gemia... separou as nádegas com as duas mãos e deu a estocada final, gemendo e gozando. Não sabia se ela tava curtindo ou sentindo dor. Vendo minha pouca reação, começou a me dizer:
— Vai, neném!!... se mexe... me come... mais... mais... — ela gemia e pedia — vai, enterra tudo, não tira... não tira....
Eu, agarrado nos peitos dela com uma mão e na buceta com a outra, cavalgava o cu dela até o talo.
— Tá vendo, papai?... tá vendo?... olha sua puta, papaiiii....
Quase aos gritos enquanto gozava gostoso, ao mesmo tempo que enchia o cu dela de porra....
Sérgio nos olhava com os olhos arregalados de prazer, enquanto fazia o mesmo com a Laura, só que era ela quem batia uma na própria buceta e massageava os peitos, nos vendo transar.
Terminamos exaustos... Sérgio e Sandra foram tomar banho no banheiro do quarto principal, e já que a Laura e eu estávamos lá, tomamos banho juntos no outro banheiro.
Eram umas 2:00 da manhã e ainda não tínhamos jantado. E com certeza no jantar viria a conversa sobre o que aconteceu. Mas isso deixo pro próximo post.
Espero que tenham gostado dessa terceira parte. Se chegou até aqui, só peço que deixe seu comentário. Críticas construtivas são aceitas.
Aquela noite foi uma "iniciação" pra mim e, claro, pro Sergio e pra Sandra, mesmo que tudo tivesse ficado só numa sessão de sexo oral.
Fiquei dois dias esperando o Sergio me ligar, não tive coragem de ligar primeiro.
Depois de pensar muito, criei coragem e liguei na casa do Sergio, inventando uma desculpa. Nem precisei: quem atendeu foi a Sandra, que, ao reconhecer minha voz, disse que tinha ficado pensando em mim. Isso me deu abertura pra continuar a conversa nesse rumo, que era o que me interessava:
– Ahã, também fiquei pensando em você. Fiquei com vontade de mais, e ainda não consegui falar com o Sergio.
– E eu!! Você não faz ideia da vontade que tô, e o Sergio nem se fala!
– Legal!! Então quer dizer que você gostou, vocês gostaram, haha.
– Siiim, a gente tem que planejar algo logo!! Semana que vem acabam as aulas e vai complicar, com os filhos, sabe?
– Bom, é só a gente se acertar quando e onde. Porque o como... você não tem ideia das coisas que passam pela minha cabeça.
– Mmmm, gato!! Você não sabe como me deixa!!!
– Não sei... como eu te deixo?
– Muito molhada, é isso que quer ouvir? Muito molhada. Então se liga e se mexe, senão...
– Ok, deixa comigo então.
Pedi pra falar com o Sergio e, sem rodeios, falei:
– Conheço um cara que aluga um sítio pelo tempo que a gente quiser: por mês, quinzena, e o melhor de tudo, por fim de semana, já que as férias ainda não começaram.
– Show de bola, bota a mão na massa. Com a baixinha a gente não sabia onde fazer. Arruma tudo e avisa.
– Pelo que a Sandra me disse, vai ter que ser esse fim de semana.
– Se fosse por mim, hoje mesmo!!!
Nem preciso dizer que desliguei de falar com eles e liguei pro cara que alugava o sítio. Fechamos o trato e combinei de passar no escritório dele no dia seguinte pra pagar e pegar as chaves.
Finalmente chegou a sexta. Cada um deu seus pulos pra se organizar. Eu dei um jeito em casa falando que o Sergio ia me buscar pra "ir pescar". Foi, passou pra me buscar, fomos pegar a Laura, depois a Sandra.
Intuitivamente, cada um ocupou seu lugar no carro, depois de arrumar as coisas que a Sandra tinha preparado pra levar. A Lau no banco do carona, a Sandra e eu no banco de trás.
Já na estrada, a Sandra tomou a dianteira. Com um gesto de trás, incentivou a Lau a se aproximar do Sérgio, que tava dirigindo, e se colocando entre os dois, disse: — Acaricia a rola dele, ele adora que façam isso enquanto dirige. E você... dirige com cuidado.
Deu um beijo na bochecha do Sérgio. Eu olhava pra ela extasiado, a mudança era nítida. Ela tava mais decidida. Esperava ir tirando a timidez dela, mas claramente era ela quem tava no comando.
Ela se recostou no meu ombro, desci minha mão pelas costas dela. Ela levantou a perna pra deixar eu me enfiar entre o banco e a bunda dela, enquanto abria minha calça. Me acariciava suavemente por cima da cueca, sem tirar. Minha mão massageava com força uma das nádegas dela, ao mesmo tempo que fazia a calcinha fio dental se enterrar mais entre os lábios dela. Levei minha mão mais além. Não tava úmida. Ensopada é a palavra.
Antes de pegar a rodovia, paramos num supermercado. Faltavam algumas coisas pra levar. O Sérgio convidou a Laura pra acompanhá-lo. A Sandra e eu ficamos no carro. Ela olhou em volta, pra garantir que não tinha olhares indiscretos, e liberando minha rola da cueca, se abaixou pra chupar. A respiração dela ficou entrecortada e de vez em quando soltava uns gemidos. Confesso que nunca tinham me chupado com tanta vontade. Uma das minhas mãos segurava o cabelo dela pra eu poder ver como minha rola sumia na boca dela, apesar dos vidros escuros e da pouca iluminação do estacionamento. Minha outra mão puxava a calcinha fio dental pro lado,
e, ajudado pela lubrificação, enfiei dois dedos na buceta dela, enquanto meu polegar fazia círculos no cuzinho dela...
— Ai, mamãe, que gostoso você me chupa!!! Tá gostando, docinho?
— Sim, gato!! A chupada que te dei outro dia... Noite me deixou toda excitada e com vontade de mais, além da do Sergio, essa é a primeira rola que eu chupo...
E ela enfiou de novo na boca, e sugava com tanta força que em vários momentos eu quase gozei...
Sergio e a Lau voltaram, demoraram pra subir porque ficaram arrumando as coisas no porta-malas. Pelo retrovisor, da minha posição, parecia que o Sergio tinha ela encurralada contra o carro e a parede do estacionamento...
Lá pelas 21h chegamos no sítio. Enquanto eu falava com o caseiro que morava na frente, ele me explicou como ligar o filtro da piscina, onde ficava o quadro de luz e os detalhes da casa. Na despedida, deixei claro que precisávamos de tranquilidade e privacidade, e que se precisássemos de algo, avisaríamos.
Sandra e a Lau arrumaram os mantimentos na geladeira e, claro, "se acertaram". O Sergio me esperava na sala, prontos pra conversar, quando as minhas chegaram. A Sandra me pegou pelas mãos, foi até o maridinho dela e disse:
— Esse senhor aqui e eu temos que terminar o que começamos no carro (piscando o olho). Você... espero que não se entedie... a Laurinha vai te ler uma historinha...
Aí o Sergio, quase implorando, pediu:
— Lembra do que te pedi ontem à noite, fala sério, não seja chata! Além disso, ninguém lembrou das câmeras pra filmar a gente. Por favor!!! Se você gosta e tem mais vontade do que eu!!
A Sandra, sem mais, me mandou levantar. Sem parar de olhar sugestivamente pro Sergio, desabotoou minha camisa e abaixou meu jeans e cueca até tirar tudo. Confesso que fiquei duro, meio envergonhado, com os três me olhando. Ia falar alguma coisa, quando a Sandra, ajoelhada e com a saia na cintura, enfiou de novo na boca meu pau mole, sob o olhar do Sergio e da Laura, que dava pra ver pela respiração que tava muito excitada. Ela começou a despir o Sergio e ele a ela, sem parar de nos olhar.
O boquete da Sandra, junto com a nudez da Laura, me fez perder a inibição e me soltei.
Estávamos de pé, a Laura... E eu... Sandra me chupando e o Sérgio fazendo o mesmo com a buceta da Laura, um do lado do outro. Estiquei meu braço e puxei a Laura mais pra perto de mim, tocando nos biquinhos dela que estavam durinhos. Como não teve rejeição, eu a trouxe ainda mais pra perto, e começamos a brincar com nossas línguas. A mão dela tava passando na minha bunda junto com a da Sandra, que já brincava com um dos dedos no meu cu. Eu apertava e amassava os peitos da Laura (isso superava minhas fantasias, o que pra mim era comer a mulher do meu amigo, sabendo que ele tava ligado, acabou numa "party" que, juntando os pontos, era o que eles tinham planejado enquanto trepavam na noite anterior, e a Sandra tratou de convencer a amiga dela — o único surpreso era eu).
Num instante, a gente tava rolando no tapete da sala. A Laura de quatro, a Sandra de lado guiando a rola do Sérgio pra dentro da buceta da Laura e meu pau na boca dela, pra depois se juntar e me dar um boquete duplo. Depois de um tempo me segurando pra não gozar, trocamos de posição.
Dessa vez, o Sérgio separava as nádegas da Sandra pra eu meter nela, enquanto as duas davam um boquete duplo nele. Eu, doidão com aqueles dois cuzinhos empinados na minha direção, saí de dentro da Sandra e comecei a alternar minha língua entre a buceta molhada da Sandra e o cu da Laura.
As minas, de tanto lamber os dois paus, foram se acostumando a roçar as línguas uma na outra. Daí a pouco, tavam esfregando bico com bico e se beijando de boca aberta, deixando a gente ver como entrelaçavam as línguas, ou chupando os peitos uma da outra. Eu e o Sérgio incentivamos elas a ir mais longe, mas elas não animaram ou fingiram que não entenderam.
Depois, o Sérgio sentou no sofá com a Laura por cima e começou a comer ela de novo, enquanto provocava a Sandra e ela provocava ele. Enquanto isso, eu tava comendo a Sandra...
— Vai, puta gostosa... adoro como você se deixa comer... que tesão você me dá, olha... vou encher o cu da sua amiguinha do colégio de porra...
— Siiiiiiiiii, gato... eu adoro... que delícia de sentir. Outra p***a.... me deixa?.... quero que enfie no meu cu... quer que outra pica arrebente meu cu, neném?... hein... quer???
Sem dar tempo pra nada, virei ela, coloquei ela de pé encostada num móvel, me abaixei, abri as pernas dela o máximo que pude e comecei a lamber a bunda dela pra lubrificar. Chupei a bunda dela até sentir que tava dilatada. Me levantei e comecei a esfregar a cabeça da minha pica na bunda dela, o que deixou ela mais excitada, pelos gemidos e pelo jeito que falava com o Sérgio...
— Olha, neném... olha como eu engulo outra pica... olha sua puta.... agora vou ser a puta dele... pra ele arrebentar meu cu com essa pica dura que ele tem!!!
Sandra começou a rebolando em círculos, ela assumiu o controle da penetração, eu deixei ela fazer. Ela empurrava e gemia... empurrava de novo e gemia... separou as nádegas com as duas mãos e deu a estocada final, gemendo e gozando. Não sabia se ela tava curtindo ou sentindo dor. Vendo minha pouca reação, começou a me dizer:
— Vai, neném!!... se mexe... me come... mais... mais... — ela gemia e pedia — vai, enterra tudo, não tira... não tira....
Eu, agarrado nos peitos dela com uma mão e na buceta com a outra, cavalgava o cu dela até o talo.
— Tá vendo, papai?... tá vendo?... olha sua puta, papaiiii....
Quase aos gritos enquanto gozava gostoso, ao mesmo tempo que enchia o cu dela de porra....
Sérgio nos olhava com os olhos arregalados de prazer, enquanto fazia o mesmo com a Laura, só que era ela quem batia uma na própria buceta e massageava os peitos, nos vendo transar.
Terminamos exaustos... Sérgio e Sandra foram tomar banho no banheiro do quarto principal, e já que a Laura e eu estávamos lá, tomamos banho juntos no outro banheiro.
Eram umas 2:00 da manhã e ainda não tínhamos jantado. E com certeza no jantar viria a conversa sobre o que aconteceu. Mas isso deixo pro próximo post.
Espero que tenham gostado dessa terceira parte. Se chegou até aqui, só peço que deixe seu comentário. Críticas construtivas são aceitas.
7 comentários - Quando três é demais, a irmã é companhia