Prazer na cama
Olá, meu nome é Alejandro e a história que quero compartilhar com vocês descreve o primeiro encontro sexual que tive com minha irmã Daniela.
Naquela época, eu tinha 19 anos e ela estava prestes a completar 18.
Morávamos em uma casa só com meus pais: Manuel, de 42, e minha mãe Berenice, de 37.
Devo deixar claro que, até aquele verão em particular, nunca houve nenhum incidente ou aproximação com a Daniela. Meu interesse estava focado em outras atividades e eu levava numa boa meus estudos e a natação (um esporte que curto muito).
Na real, pode-se dizer que, mesmo sendo minha irmã, eu a conhecia muito pouco.
Por isso, fiquei meio desconfortável quando papai avisou que, a partir da próxima sexta-feira (era quarta), a Daniela provavelmente passaria mais de uma semana no meu quarto. O motivo era que a vovó Marcela e a tia Sofia viriam de Guadalajara para fazer uns exames médicos na "vó" que só podiam ser feitos aqui na cidade onde eu morava. Então, por causa disso, elas ficariam no quarto dela.
Bom, enfim, que seriam só uns dias — pensei — e não reclamei de nada, porque conhecia bem o jeitão do meu pai.
Minha avó e minha tia chegaram na hora certa na tarde do dia marcado, sem problemas.
Papai tinha buscado elas no terminal de ônibus e, junto com a mamãe, as instalou em casa, no quarto da minha irmã.
Eu estava na sala com minha irmã enquanto eles faziam isso. Olhei de canto pra ela e perguntei:
— Vai levar roupa e cobertas pro meu quarto? Digo, se quiser, posso ajudar...
— Não... Acho que não precisa, a gente só vai dormir junto por uns dias... pelo menos espero! — respondeu sem virar pra me olhar.
Concordei balançando a cabeça e completei:
— Tá bom, mas se precisar de algo, me avisa...
Mais tarde, no jantar, a vovó distribuiu os presentes que trouxe. A gente conversou por um bom tempo e, terminando de comer, ela foi descansar com a tia Sofia.
Nós, papai e mamãe, nos acompanharam pra supervisionar como a gente ia se acomodar. Combinamos que a Dani ficaria na cama e eu no chão, num colchonete com meu saco de dormir que usava nos meus velhos tempos de escoteiro.
Já sozinhos, sugeri pra minha irmã se trocar no banheiro, enquanto eu fazia o mesmo no quarto. E assim, terminando de me trocar, enquanto minha irmã voltava, estendi meu colchonete no chão, do lado da cama, e me deitei.
Nem percebi que horas ela voltou porque praticamente apaguei na hora.
No dia seguinte não tinha aula, mas tinha treino, então acordei cedo. Me troquei, peguei minhas coisas e antes de sair olhei pra cama... minha irmã ainda tava dormindo, de bruços, toda enroscada nas cobertas e lençóis.
Depois de nadar, voltei já passando do meio-dia e encontrei a casa vazia. Achei que tinham saído pra passear e deixei minhas coisas na sala pra depois ir na cozinha pegar umas frutas. Mais tarde fui pro quarto arrumar e, quando abri a porta, senti na hora um cheiro diferente no ar, mais suave e doce. Me aproximei da cama e levantei os lençóis pra cheirar — "não tinha erro", o aroma vinha deles.
A Daniela tinha impregnado tudo com o cheiro do corpo dela!
— Que gostoso! — murmurei e puxei os lençóis pra sacudir...
Nessa hora, um montinho azul celeste que tava debaixo do travesseiro chamou minha atenção. Peguei e, instintivamente, levei ao nariz, inspirei fundo e fechei os olhos pra aproveitar.
— Hmmm!
O cheiro que saía dele era mais forte; não conseguia definir, mas tanto faz, era realmente muito agradável.
Desembrulhei e, quando vi o que era, um calor súbito subiu dos meus testíbooties até o rosto.
Tava com a roupa íntima da minha irmã nas mãos: o sutiã e a calcinha dela!
Fiquei muito perturbado com a descoberta, nervoso, arrumei a cama e deixei tudo como tinha encontrado. Depois Arrumei a bagunça no quarto e me apressei pra sair.
De repente, um alerta passou pela minha cabeça:
Como é que ela não ia perceber que eu peguei a roupa dela, se a cama tava perfeitamente arrumada?
— Detalhe besta! — pensei, e decidi que o mais seguro era levar as roupas pro cesto de roupa suja no quarto dela, porque seria menos constrangedor do que fingir que não tinha visto!
Desci pra sala pra descansar e acabei dormindo esperando por eles. Mamãe me acordou quando a comida ficou pronta. Na mesa, meus pais sentaram do lado da vó e da tia Sofi, então sobrou pra mim sentar do lado da Daniela.
Enquanto eles planejavam o que iam fazer no começo da semana, minha irmã virou pra mim e, sorrindo, puxou conversa:
— Como você arrumou bem o quarto!
— Valeu — respondi, meio sem graça, e ela completou num tom suspeito:
— Já eu, sou uma bagunçada e deixo a roupa jogada em qualquer canto, né?
Fiz que não ouvi, mas não consegui evitar ficar vermelho. Minha reação divertiu ela, e ela riu gostoso.
A tia Sofi, que tava mais perto da gente, perguntou:
— Do que vocês tão rindo tanto?
— Nada... Nada, tia — respondemos os dois, e minha irmã completou:
— Ri porque lembrei de uma piada que ouvi num programa...
— Ah, tá bom, contanto que não estejam rindo da gente, tudo bem, hein? — resmungou a tia Sofi, fingindo brabeza, e voltou pra conversa com os outros.
Entre bocados, comentários e um ou outro olhar disfarçado, terminamos de comer.
A Daniela ficou com vontade de tomar um sorvete depois da comida e pediu pro Papai a gente sair, mas ninguém mais tava a fim, então ela insistiu pra eu ir com ela.
Já na rua, a caminho da sorveteria, me peguei olhando pra ela bestificado... e como não, se minha irmã era uma gostosa de verdade!
A Daniela tinha um olhar doce e uns lábios carnudos de dar água na boca! O cabelo preto dela, que caía até os ombros, destacava na pele branquinha... da pele dela. Tem um rostinho meigo e um corpo de curvas suaves e redondinhas que, sem ser exagerado, exibia uns peitos voluptuosos e uma bunda muito, mas muito gostosa. E de tudo isso eu mal tava me ligando!
Daniela franziu levemente a testa e, com um ar condescendente, soltou uma coisa que me deixou ainda mais pilhado do que já tava:
— Olha só, cê tá bem lúcido hein, antes nem me notava!
Com um tom sugestivo, continuou:
— Assim que mexeu na minha roupa íntima já bateu a tentação, né? — E, enquanto mordia o lábio inferior de um jeito lascivo, finalizou perguntando com malícia: — Gostou muito, Alex?
Confuso, respondi sem nem pensar na resposta:
— Sim... digo, não! — tentei me explicar atrapalhado — quis dizer que sim... que achei sua roupa, mas foi sem querer e larguei ela no seu quarto na hora!
Ela se divertia com a explicação e com minha cara de arrependido. Parecia estar adorando a situação, então continuou me provocando com uma voz inocente:
— Não me diga que você nem cheirou elas um pouquinho?
Desviei o olhar e nem tentei responder. Acho que ela entendeu como um sim pela minha reação, porque dava pra ver que ela já sabia.
Com um gesto de vitória, concluiu:
— É... você gostou, e muito, sabia!... Mas não se preocupa, se não tivesse feito isso, aí sim a gente ia ficar preocupada, porque meu irmãozinho não gostar de mulher, né?
Essa observação esperta aliviou um pouco a vergonha que eu tava sentindo e eu ri junto com ela.
Mais relaxados, fomos andando até o lugar que vendia sorvete e voltamos pra casa pra ver TV com a família e esperar a hora de dormir.
Minha avó e a Sofí foram cedo e, depois de um tempo, a Dani também foi dormir. Mas, antes de ir, chegou perto de mim discretamente — meus pais estavam no outro sofá — e, baixinho, sugeriu que eu não demorasse.
O tom e o jeito que ela falou Eles estavam esperando algo muito especial!
Depois de alguns minutos, que pareceram horas, meus pais se levantaram pra ir descansar. Fiz o mesmo, acompanhando eles até a porta do quarto deles, e depois fui pro meu.
Quando cheguei no meu quarto, a Daniela estava na cama vendo um programa de TV. Ela tinha as mãos entrelaçadas em cima da barriga, a cabeça afundada no travesseiro e ainda não tinha se trocado.
Ela tava vestindo uma calça de gabardina e uma blusa justa de manga comprida, daquelas que mostram a barriga.
Aí notei o robe de dormir dobrado no pé da cama e perguntei:
— Não vai vestir ele?
Ela respondeu secamente:
— Mais tarde…
Dei de ombros e fui até o armário pegar meu pijama e meu colchonete.
Me achei engraçado o jeito que ela acompanhou meus passos. Ficou parada, sem levantar o queixo do peito, só mexia os olhos pra onde eu ia. Intrigado, preparei minha cama e peguei meu pijama pra ir me trocar no banheiro. Naquela hora, ela se levantou e tentou me convencer, colocando um tom provocante na voz:
— Não vai não, Alex… não me deixa sozinha!
Fazendo um gesto tentador, sugeriu algo que esquentou meu sangue:
— Se quiser, eu apago a TV e as luzes pra você se trocar… sim?! — depois, com um jeitinho meigo, completou — vai lá… e eu fecho meus olhinhos pra você não ficar com vergonha!
Animado com a intenção por trás da proposta, aceitei sem pensar duas vezes!
Rápido, ela se levantou, trancou a porta, apagou a TV e as luzes, e se deitou na cama se ajeitando de um jeito que pudesse ver. Ela colocou o braço esquerdo por baixo do corpo, apoiou o peso no cotovelo, reclinou a cabeça na mão e ficou na expectativa.
Nessa altura, eu já tava suando de nervoso e com a boca seca de tesão. Não conseguia ver o rosto dela no escuro, mas sentia o olhar. Ela esperava que eu me pelasse!
Entrei na brincadeira. Primeiro, tirei a camiseta bem devagar e joguei pra ela. — Meu pulso e meu respiração se alterou porque consegui ouvir um leve suspiro vindo da cama. - Imediatamente desabotoei minha calça e deixei cair no chão, ao me inclinar pra pegá-la percebi que a pouca luz que entrava pela janela era suficiente pra vislumbrar algo, meus olhos já tinham se adaptado à escuridão então tentei olhar pra ela e, mesmo com um pouco de esforço, consegui distinguir. Essa visão me perturbou. Era certeza que ela me via claramente já que eu estava mais perto da janela!
Joguei minha calça aos pés dela e em voz baixa perguntei:
- você não tá de olhos fechados, né?
Ela respondeu nervosa com outra pergunta:
- o que você acha... Alex!?
Só me restava a cueca, coloquei as mãos na borda do colchão, me inclinei de novo e fui descendo ela devagar até passar por baixo dos pés.
Daniela se remexeu inquieta na cama e eu senti o pau inchando a ponto de explodir.
Com a cueca na mão me endireitei e com algum esforço tentei me cobrir porque meu cacete já tava duro e quente.
Minha irmã, que não perdia um detalhe, não se aguentou e se sentou na borda da cama, desabotoou a calça e enfiou literalmente as mãos entre as pernas murmurando excitada:
- aiii!.. Alex... mmm!, tira as mãos... sim!?
Minhas pernas tremeram e um gostoso formigamento subiu dos meus ovos até o estômago.
Antes de fazer isso empunhei o falo por inteiro e puxei o prepúcio pra base pra descobrir a glande. Molhei a cueca com o suco que escorria e joguei na cara dela. Ela, ao sentir, pegou depressa pra cheirar e ouvi ela sussurrar encantada:
-.. uhmmm!!.. sim.. que gostoso!!
Depois disso veio um silêncio expectante. Senti o olhar dela explorando meu corpo. Ela contemplava vidrada, concentrando toda a atenção no pedaço de carne inchado e molhado que se destacava firme entre minhas pernas. Ela engoliu saliva, se levantou da cama e a calça dela caiu no chão. Afastei com os pés e me aproximei, colocando os dedos no meu nariz para sentir o cheiro. Depois, quebrou o silêncio perguntando, segura da resposta:
— Você gosta, né?!
— Claro que sim... — E como não, se minha irmã tinha os dedos molhados com os fluidos da buceta dela!
Em seguida, desceu as mãos devagar, acariciando meu corpo até chegar na pica, segurou ela com as mãos, massageando com cuidado por um tempo, a respiração dela queimava meu pescoço, arrepiando minha pele.
Eu estava fascinado com os carinhos! Então, sem soltar minha pica, me arrastou até a cama, parou de apertar e me empurrou pra deitar enquanto ficava de pé.
Sem tirar os olhos dela, me ajeitei como pude e esperei! Aí, ela tirou devagar a piercing do umbigo, jogou no chão, desabotoou o sutiã sutilmente, apertou ele lascivamente contra os peitos e deixou cair.
A vista era espetacular!! Eu tinha razão em pensar que da cama se via com mais clareza.
Logo em seguida, minha irmã se inclinou um pouco sem parar de me olhar, lentamente tirou a provocante calcinha fio dental que usava e jogou no meu rosto.
Depois ficou parada, ereta, em silêncio, igual a mim.
A silhueta dela era perfeita, a carne provocante dos peitos se destacava por uma firmeza notável e uns mamilos duros emoldurados por auréolas enormes. As curvas do quadril, as pernas bem definidas, a barriga tanquinho e a dobra tentadora entre as pernas eram argumentos suficientes pra enlouquecer qualquer um.
Daniela, sem dúvida, exalava sensualidade por cada poro da pele!
Virei de barriga pra cima, fechei os olhos pra clarear os sentidos e continuar me deliciando com a vista. Tava nessa quando me assustou algo morno e molhado chupando o pau... que sensação gostosa!
Levantei a cabeça pra olhar... minha linda irmã devorava com avidez a massa de carne dura e suculenta enquanto com uma mão apertava minhas bolas!
Apertando com os lábios, ela deslizava ao longo pra engolir inteira e devolver lambendo a glande e os testículos.
Coloquei as mãos na cabeça dela e acompanhei seus movimentos repetidos, impressionado com a puta mamada que ela me dava.
Uns minutos depois de muito esforço, ela percebeu que o pau já tava durinho, pronto pra ser usado em outro lugar, então, ágil e sem soltar, montou nas minhas cadeiras e as bundas dela descansaram nas minhas coxas. Depois esticou um braço e se apoiou no meu peito, com a outra mão encaixou o pênis ao longo das dobras molhadas e esfregou. Minha irmã gemeu satisfeita:
- uhmmm!
Depois de uns instantes parou, levantou as cadeiras, se ajeitou endireitando meu pau, encostou a buceta e desceu um pouco, enfiando só a ponta que já tava inchada. Ela se sacudiu levemente e eu tensei as pernas. Já encaixados, ela soltou, juntou as mãos no meu peito, seguramos a respiração e minha irmã desceu suavemente a cadeira, alojando por completo o pedaço enorme de carne quente...
- ahhhhhh! - gemeu minha irmã escandalosamente e eu apertei os lábios, encantado pra não gritar de prazer!
Ficamos imóveis por um momento, dominados pelo acoplamento!
Ela sussurrou delirante:
- ahhh!... to com ele dentro... alex... Hmmm... o que diriam nossos pais???... uhmmm! sinto... que, aghhh! queima por dentro, te amo tanto!
Coloquei minhas mãos nas pernas dela, acariciando, e implorei que se mexesse:
- Dani... gulp!, aghhh! por favor!... espreme essa porra, mamãe... é toda sua!
- Mas... Hmmmm... e meus pais???? - nessa hora minha irmã quis se fazer de inocente. Já era tarde demais...
- Dane-se eles, rebola essa bunda que hoje à noite vou te meter o pau até morrer... AAAHHH...
Minha irmã rebolou harmoniosamente a cadeira pra frente e pra trás, aumentando aos poucos a intensidade.
Meu pau penetrava e emergia, ameaçando explodir.
Sem parar o vaivém frenético, Ela se inclinou pra me beijar com paixão. A língua dela vasculhava desesperada, eu apertei a bunda dela e acompanhei o movimento.
Nós dois ofegávamos sem controle enquanto nos devorávamos de beijos.
A carne gostosa dela saciava meus desejos, a bunda, as costas, os peitos... ela toda, estava ao meu alcance!
Faltavam mãos e boca pra devorar ela inteira! Não podia acreditar na mulherão que eu tinha na minha cama! E que sorte a minha, a safada da minha irmãzinha tinha caído sozinha na minha cama!
Eu apalpava à vontade os peitos dela, lambia e chupava os biquinhos apetitosos enquanto ela gemia e gemia transtornada:
- siiiim... assim... pussy... come eles... são teus! - Várias vezes ela me chamava de pussy. Isso me estranhava, mas ao mesmo tempo me excitava pra caralho.
O ponto alto ia chegar a qualquer momento.
Dani se endireitou e jogou o corpo um pouco pra trás se arqueando, apoiou as mãos nas pernas sem parar de rebolar empurrando com mais força e implorou:
- ...ahhh!, ahhh!! maiiis, assim pussy, assimmm, me dá... maiiis!
Eu me agarrei nos quadris dela, dominado pelo ímpeto dela encharcado de suor e fluidos.
Olhei pra ela alucinado, os peitos dela balançavam loucos a cada investida, pela carne perlada de suor escorriam gotinhas que contornavam as redondezas macias pra cair no meu corpo.
Já não aguentei mais; o roçar incessante dos genitais fez meu pau estourar jorrando gozo.
Soltei o ar com força, exaltado:
- ahhhhhhhhh!!!
O líquido fluiu copiosamente batendo com força nas entranhas dela, escorrendo pelas dobras da buceta dela.
Minha irmã exclamou no êxtase do clímax, gozando também:
- ahhh!..ahhh!...meu deuuus...assim!, pussy...assiiim! eu gozo!..eu gozooo!...ahhh! ... aiiii!.....sim, meu deus!... uhmmm! simmm!... assim! ...que gostoso!... ahhh!!..ahhh!!!
Depois de bombar mais um pouco, nós dois ficamos atordoados, resfolegando:
- ufff!!! - uffff!!
Fiquei sentindo espasmos nos genitais por causa Esforço feito, flácidos, encharcados e sem forças.
Exausta, ela desabou sobre mim, esticou o corpo e se deitou de barriga pra cima do meu lado. Virei a cabeça pra olhar pra ela, ela sorria satisfeita. Virou-se e, olhando nos meus olhos, perguntou desafiadora:
— Gostou??? Quer mais!?
Correspondi ao sorriso dela e balancei a cabeça afirmativamente.
Daniela finalizou dizendo:
— Bom... nesse caso, descansa, pussy... porque quero provar seu gozo…
O descanso foi bem curto, depois de uns minutos impaciente ela perguntou:
— Já?... já tá pronto, papai? — era óbvio que já tava com vontade. Suspirei e respondi que sim!
Ela se jogou em cima de mim depressa, me beijando cheia de desejo, nos abraçamos fogosamente e ao sentir a carne dela queimando de novo, o pau começou a endurecer.
Passou uma mão entre os quadris e começou a massagear meus genitais, enquanto fazia isso sussurrou no meu ouvido:
— Sabe do que eu tô com vontade, papai? — sem me dar tempo de responder, continuou melosa — quero chupar sua pica, pussy... mas também tô a fim de que ao mesmo tempo você chupe minha buceta... sim?
— Sim... claro... me diz como!? — respondi feito um idiota.
— Pelo amor, Alex! — disse surpresa, soltando o pau e colocando as mãos no meu peito, perguntou — não sabe fazer o 69? Tô com vontade de fazer porque nunca fiz e quem melhor que meu irmão mais velho pra me ensinar, né??
Ela segurou meu pau, montou em mim de costas e apoiou a bunda na minha barriga. Depois, apalpou por uns minutos meu pau até conseguir molhar ele e cuidadosamente o besuntou com os fluidos que escorriam. Em seguida, se inclinou pra frente e, sem levantar as nádegas, juntou os peitos com minhas pernas, prendendo a pica contra a parte de cima da barriga dela. Pela posição em que estava, ao se inclinar a vagina se abriu mais, colando as dobras molhadas contra meu abdômen.
Enquanto com a língua acariciava as coxas, começou a se deslocar suavemente em direção ao meu rosto, se movendo tocando e lambendo. Habilmente, cada centímetro de pele ao seu alcance e só parou quando engoliu a carne suculenta que tanto amava e ao sentir a buceta dela se encaixar na minha boca. Naquele exato instante, ela colocou em prática novamente sua técnica apurada de chupar. Já eu, meti a língua animado e lambi cada cantinho da bucetinha rosada, provando seus sucos.
O fluido era uma mistura de salgado e doce, de consistência meio viscosa, indefinida, mas com um sabor incomparavelmente delicioso! Continuei saboreando da fonte, mesmo com dificuldade, porque minha irmã, ao contato da minha língua e das sugadas na buceta dela, se estremeceu, acelerando as chupadas que me dava.
Os dois ofegávamos de boca ocupada:
-HMMM… HMMMMMM…
Aumentamos a intensidade das carícias até que, de repente, minhas pernas se tensionaram e a buceta dela tremeu, anunciando o clímax. Nós dois gozamos jorrando:
-AAAHHHHH HMMMMMMMMMMM…
Daniela, com dificuldade, engolia o esperma que o pau jorrava sem parar, e eu mal conseguia sugar os fluidos que escorriam em abundância pelas dobras da buceta esplêndida dela!
Depois de vários minutos de atividade intensa, ficamos exaustos, deitados, ela em cima de mim, satisfeitos e muito, muito felizes. Estávamos convencidos de que não havia nada melhor na vida e certos de que teríamos mais encontros como aquele.
Olá, meu nome é Alejandro e a história que quero compartilhar com vocês descreve o primeiro encontro sexual que tive com minha irmã Daniela.
Naquela época, eu tinha 19 anos e ela estava prestes a completar 18.
Morávamos em uma casa só com meus pais: Manuel, de 42, e minha mãe Berenice, de 37.
Devo deixar claro que, até aquele verão em particular, nunca houve nenhum incidente ou aproximação com a Daniela. Meu interesse estava focado em outras atividades e eu levava numa boa meus estudos e a natação (um esporte que curto muito).
Na real, pode-se dizer que, mesmo sendo minha irmã, eu a conhecia muito pouco.
Por isso, fiquei meio desconfortável quando papai avisou que, a partir da próxima sexta-feira (era quarta), a Daniela provavelmente passaria mais de uma semana no meu quarto. O motivo era que a vovó Marcela e a tia Sofia viriam de Guadalajara para fazer uns exames médicos na "vó" que só podiam ser feitos aqui na cidade onde eu morava. Então, por causa disso, elas ficariam no quarto dela.
Bom, enfim, que seriam só uns dias — pensei — e não reclamei de nada, porque conhecia bem o jeitão do meu pai.
Minha avó e minha tia chegaram na hora certa na tarde do dia marcado, sem problemas.
Papai tinha buscado elas no terminal de ônibus e, junto com a mamãe, as instalou em casa, no quarto da minha irmã.
Eu estava na sala com minha irmã enquanto eles faziam isso. Olhei de canto pra ela e perguntei:
— Vai levar roupa e cobertas pro meu quarto? Digo, se quiser, posso ajudar...
— Não... Acho que não precisa, a gente só vai dormir junto por uns dias... pelo menos espero! — respondeu sem virar pra me olhar.
Concordei balançando a cabeça e completei:
— Tá bom, mas se precisar de algo, me avisa...
Mais tarde, no jantar, a vovó distribuiu os presentes que trouxe. A gente conversou por um bom tempo e, terminando de comer, ela foi descansar com a tia Sofia.
Nós, papai e mamãe, nos acompanharam pra supervisionar como a gente ia se acomodar. Combinamos que a Dani ficaria na cama e eu no chão, num colchonete com meu saco de dormir que usava nos meus velhos tempos de escoteiro.
Já sozinhos, sugeri pra minha irmã se trocar no banheiro, enquanto eu fazia o mesmo no quarto. E assim, terminando de me trocar, enquanto minha irmã voltava, estendi meu colchonete no chão, do lado da cama, e me deitei.
Nem percebi que horas ela voltou porque praticamente apaguei na hora.
No dia seguinte não tinha aula, mas tinha treino, então acordei cedo. Me troquei, peguei minhas coisas e antes de sair olhei pra cama... minha irmã ainda tava dormindo, de bruços, toda enroscada nas cobertas e lençóis.
Depois de nadar, voltei já passando do meio-dia e encontrei a casa vazia. Achei que tinham saído pra passear e deixei minhas coisas na sala pra depois ir na cozinha pegar umas frutas. Mais tarde fui pro quarto arrumar e, quando abri a porta, senti na hora um cheiro diferente no ar, mais suave e doce. Me aproximei da cama e levantei os lençóis pra cheirar — "não tinha erro", o aroma vinha deles.
A Daniela tinha impregnado tudo com o cheiro do corpo dela!
— Que gostoso! — murmurei e puxei os lençóis pra sacudir...
Nessa hora, um montinho azul celeste que tava debaixo do travesseiro chamou minha atenção. Peguei e, instintivamente, levei ao nariz, inspirei fundo e fechei os olhos pra aproveitar.
— Hmmm!
O cheiro que saía dele era mais forte; não conseguia definir, mas tanto faz, era realmente muito agradável.
Desembrulhei e, quando vi o que era, um calor súbito subiu dos meus testíbooties até o rosto.
Tava com a roupa íntima da minha irmã nas mãos: o sutiã e a calcinha dela!
Fiquei muito perturbado com a descoberta, nervoso, arrumei a cama e deixei tudo como tinha encontrado. Depois Arrumei a bagunça no quarto e me apressei pra sair.
De repente, um alerta passou pela minha cabeça:
Como é que ela não ia perceber que eu peguei a roupa dela, se a cama tava perfeitamente arrumada?
— Detalhe besta! — pensei, e decidi que o mais seguro era levar as roupas pro cesto de roupa suja no quarto dela, porque seria menos constrangedor do que fingir que não tinha visto!
Desci pra sala pra descansar e acabei dormindo esperando por eles. Mamãe me acordou quando a comida ficou pronta. Na mesa, meus pais sentaram do lado da vó e da tia Sofi, então sobrou pra mim sentar do lado da Daniela.
Enquanto eles planejavam o que iam fazer no começo da semana, minha irmã virou pra mim e, sorrindo, puxou conversa:
— Como você arrumou bem o quarto!
— Valeu — respondi, meio sem graça, e ela completou num tom suspeito:
— Já eu, sou uma bagunçada e deixo a roupa jogada em qualquer canto, né?
Fiz que não ouvi, mas não consegui evitar ficar vermelho. Minha reação divertiu ela, e ela riu gostoso.
A tia Sofi, que tava mais perto da gente, perguntou:
— Do que vocês tão rindo tanto?
— Nada... Nada, tia — respondemos os dois, e minha irmã completou:
— Ri porque lembrei de uma piada que ouvi num programa...
— Ah, tá bom, contanto que não estejam rindo da gente, tudo bem, hein? — resmungou a tia Sofi, fingindo brabeza, e voltou pra conversa com os outros.
Entre bocados, comentários e um ou outro olhar disfarçado, terminamos de comer.
A Daniela ficou com vontade de tomar um sorvete depois da comida e pediu pro Papai a gente sair, mas ninguém mais tava a fim, então ela insistiu pra eu ir com ela.
Já na rua, a caminho da sorveteria, me peguei olhando pra ela bestificado... e como não, se minha irmã era uma gostosa de verdade!
A Daniela tinha um olhar doce e uns lábios carnudos de dar água na boca! O cabelo preto dela, que caía até os ombros, destacava na pele branquinha... da pele dela. Tem um rostinho meigo e um corpo de curvas suaves e redondinhas que, sem ser exagerado, exibia uns peitos voluptuosos e uma bunda muito, mas muito gostosa. E de tudo isso eu mal tava me ligando!
Daniela franziu levemente a testa e, com um ar condescendente, soltou uma coisa que me deixou ainda mais pilhado do que já tava:
— Olha só, cê tá bem lúcido hein, antes nem me notava!
Com um tom sugestivo, continuou:
— Assim que mexeu na minha roupa íntima já bateu a tentação, né? — E, enquanto mordia o lábio inferior de um jeito lascivo, finalizou perguntando com malícia: — Gostou muito, Alex?
Confuso, respondi sem nem pensar na resposta:
— Sim... digo, não! — tentei me explicar atrapalhado — quis dizer que sim... que achei sua roupa, mas foi sem querer e larguei ela no seu quarto na hora!
Ela se divertia com a explicação e com minha cara de arrependido. Parecia estar adorando a situação, então continuou me provocando com uma voz inocente:
— Não me diga que você nem cheirou elas um pouquinho?
Desviei o olhar e nem tentei responder. Acho que ela entendeu como um sim pela minha reação, porque dava pra ver que ela já sabia.
Com um gesto de vitória, concluiu:
— É... você gostou, e muito, sabia!... Mas não se preocupa, se não tivesse feito isso, aí sim a gente ia ficar preocupada, porque meu irmãozinho não gostar de mulher, né?
Essa observação esperta aliviou um pouco a vergonha que eu tava sentindo e eu ri junto com ela.
Mais relaxados, fomos andando até o lugar que vendia sorvete e voltamos pra casa pra ver TV com a família e esperar a hora de dormir.
Minha avó e a Sofí foram cedo e, depois de um tempo, a Dani também foi dormir. Mas, antes de ir, chegou perto de mim discretamente — meus pais estavam no outro sofá — e, baixinho, sugeriu que eu não demorasse.
O tom e o jeito que ela falou Eles estavam esperando algo muito especial!
Depois de alguns minutos, que pareceram horas, meus pais se levantaram pra ir descansar. Fiz o mesmo, acompanhando eles até a porta do quarto deles, e depois fui pro meu.
Quando cheguei no meu quarto, a Daniela estava na cama vendo um programa de TV. Ela tinha as mãos entrelaçadas em cima da barriga, a cabeça afundada no travesseiro e ainda não tinha se trocado.
Ela tava vestindo uma calça de gabardina e uma blusa justa de manga comprida, daquelas que mostram a barriga.
Aí notei o robe de dormir dobrado no pé da cama e perguntei:
— Não vai vestir ele?
Ela respondeu secamente:
— Mais tarde…
Dei de ombros e fui até o armário pegar meu pijama e meu colchonete.
Me achei engraçado o jeito que ela acompanhou meus passos. Ficou parada, sem levantar o queixo do peito, só mexia os olhos pra onde eu ia. Intrigado, preparei minha cama e peguei meu pijama pra ir me trocar no banheiro. Naquela hora, ela se levantou e tentou me convencer, colocando um tom provocante na voz:
— Não vai não, Alex… não me deixa sozinha!
Fazendo um gesto tentador, sugeriu algo que esquentou meu sangue:
— Se quiser, eu apago a TV e as luzes pra você se trocar… sim?! — depois, com um jeitinho meigo, completou — vai lá… e eu fecho meus olhinhos pra você não ficar com vergonha!
Animado com a intenção por trás da proposta, aceitei sem pensar duas vezes!
Rápido, ela se levantou, trancou a porta, apagou a TV e as luzes, e se deitou na cama se ajeitando de um jeito que pudesse ver. Ela colocou o braço esquerdo por baixo do corpo, apoiou o peso no cotovelo, reclinou a cabeça na mão e ficou na expectativa.
Nessa altura, eu já tava suando de nervoso e com a boca seca de tesão. Não conseguia ver o rosto dela no escuro, mas sentia o olhar. Ela esperava que eu me pelasse!
Entrei na brincadeira. Primeiro, tirei a camiseta bem devagar e joguei pra ela. — Meu pulso e meu respiração se alterou porque consegui ouvir um leve suspiro vindo da cama. - Imediatamente desabotoei minha calça e deixei cair no chão, ao me inclinar pra pegá-la percebi que a pouca luz que entrava pela janela era suficiente pra vislumbrar algo, meus olhos já tinham se adaptado à escuridão então tentei olhar pra ela e, mesmo com um pouco de esforço, consegui distinguir. Essa visão me perturbou. Era certeza que ela me via claramente já que eu estava mais perto da janela!
Joguei minha calça aos pés dela e em voz baixa perguntei:
- você não tá de olhos fechados, né?
Ela respondeu nervosa com outra pergunta:
- o que você acha... Alex!?
Só me restava a cueca, coloquei as mãos na borda do colchão, me inclinei de novo e fui descendo ela devagar até passar por baixo dos pés.
Daniela se remexeu inquieta na cama e eu senti o pau inchando a ponto de explodir.
Com a cueca na mão me endireitei e com algum esforço tentei me cobrir porque meu cacete já tava duro e quente.
Minha irmã, que não perdia um detalhe, não se aguentou e se sentou na borda da cama, desabotoou a calça e enfiou literalmente as mãos entre as pernas murmurando excitada:
- aiii!.. Alex... mmm!, tira as mãos... sim!?
Minhas pernas tremeram e um gostoso formigamento subiu dos meus ovos até o estômago.
Antes de fazer isso empunhei o falo por inteiro e puxei o prepúcio pra base pra descobrir a glande. Molhei a cueca com o suco que escorria e joguei na cara dela. Ela, ao sentir, pegou depressa pra cheirar e ouvi ela sussurrar encantada:
-.. uhmmm!!.. sim.. que gostoso!!
Depois disso veio um silêncio expectante. Senti o olhar dela explorando meu corpo. Ela contemplava vidrada, concentrando toda a atenção no pedaço de carne inchado e molhado que se destacava firme entre minhas pernas. Ela engoliu saliva, se levantou da cama e a calça dela caiu no chão. Afastei com os pés e me aproximei, colocando os dedos no meu nariz para sentir o cheiro. Depois, quebrou o silêncio perguntando, segura da resposta:
— Você gosta, né?!
— Claro que sim... — E como não, se minha irmã tinha os dedos molhados com os fluidos da buceta dela!
Em seguida, desceu as mãos devagar, acariciando meu corpo até chegar na pica, segurou ela com as mãos, massageando com cuidado por um tempo, a respiração dela queimava meu pescoço, arrepiando minha pele.
Eu estava fascinado com os carinhos! Então, sem soltar minha pica, me arrastou até a cama, parou de apertar e me empurrou pra deitar enquanto ficava de pé.
Sem tirar os olhos dela, me ajeitei como pude e esperei! Aí, ela tirou devagar a piercing do umbigo, jogou no chão, desabotoou o sutiã sutilmente, apertou ele lascivamente contra os peitos e deixou cair.
A vista era espetacular!! Eu tinha razão em pensar que da cama se via com mais clareza.
Logo em seguida, minha irmã se inclinou um pouco sem parar de me olhar, lentamente tirou a provocante calcinha fio dental que usava e jogou no meu rosto.
Depois ficou parada, ereta, em silêncio, igual a mim.
A silhueta dela era perfeita, a carne provocante dos peitos se destacava por uma firmeza notável e uns mamilos duros emoldurados por auréolas enormes. As curvas do quadril, as pernas bem definidas, a barriga tanquinho e a dobra tentadora entre as pernas eram argumentos suficientes pra enlouquecer qualquer um.
Daniela, sem dúvida, exalava sensualidade por cada poro da pele!
Virei de barriga pra cima, fechei os olhos pra clarear os sentidos e continuar me deliciando com a vista. Tava nessa quando me assustou algo morno e molhado chupando o pau... que sensação gostosa!
Levantei a cabeça pra olhar... minha linda irmã devorava com avidez a massa de carne dura e suculenta enquanto com uma mão apertava minhas bolas!
Apertando com os lábios, ela deslizava ao longo pra engolir inteira e devolver lambendo a glande e os testículos.
Coloquei as mãos na cabeça dela e acompanhei seus movimentos repetidos, impressionado com a puta mamada que ela me dava.
Uns minutos depois de muito esforço, ela percebeu que o pau já tava durinho, pronto pra ser usado em outro lugar, então, ágil e sem soltar, montou nas minhas cadeiras e as bundas dela descansaram nas minhas coxas. Depois esticou um braço e se apoiou no meu peito, com a outra mão encaixou o pênis ao longo das dobras molhadas e esfregou. Minha irmã gemeu satisfeita:
- uhmmm!
Depois de uns instantes parou, levantou as cadeiras, se ajeitou endireitando meu pau, encostou a buceta e desceu um pouco, enfiando só a ponta que já tava inchada. Ela se sacudiu levemente e eu tensei as pernas. Já encaixados, ela soltou, juntou as mãos no meu peito, seguramos a respiração e minha irmã desceu suavemente a cadeira, alojando por completo o pedaço enorme de carne quente...
- ahhhhhh! - gemeu minha irmã escandalosamente e eu apertei os lábios, encantado pra não gritar de prazer!
Ficamos imóveis por um momento, dominados pelo acoplamento!
Ela sussurrou delirante:
- ahhh!... to com ele dentro... alex... Hmmm... o que diriam nossos pais???... uhmmm! sinto... que, aghhh! queima por dentro, te amo tanto!
Coloquei minhas mãos nas pernas dela, acariciando, e implorei que se mexesse:
- Dani... gulp!, aghhh! por favor!... espreme essa porra, mamãe... é toda sua!
- Mas... Hmmmm... e meus pais???? - nessa hora minha irmã quis se fazer de inocente. Já era tarde demais...
- Dane-se eles, rebola essa bunda que hoje à noite vou te meter o pau até morrer... AAAHHH...
Minha irmã rebolou harmoniosamente a cadeira pra frente e pra trás, aumentando aos poucos a intensidade.
Meu pau penetrava e emergia, ameaçando explodir.
Sem parar o vaivém frenético, Ela se inclinou pra me beijar com paixão. A língua dela vasculhava desesperada, eu apertei a bunda dela e acompanhei o movimento.
Nós dois ofegávamos sem controle enquanto nos devorávamos de beijos.
A carne gostosa dela saciava meus desejos, a bunda, as costas, os peitos... ela toda, estava ao meu alcance!
Faltavam mãos e boca pra devorar ela inteira! Não podia acreditar na mulherão que eu tinha na minha cama! E que sorte a minha, a safada da minha irmãzinha tinha caído sozinha na minha cama!
Eu apalpava à vontade os peitos dela, lambia e chupava os biquinhos apetitosos enquanto ela gemia e gemia transtornada:
- siiiim... assim... pussy... come eles... são teus! - Várias vezes ela me chamava de pussy. Isso me estranhava, mas ao mesmo tempo me excitava pra caralho.
O ponto alto ia chegar a qualquer momento.
Dani se endireitou e jogou o corpo um pouco pra trás se arqueando, apoiou as mãos nas pernas sem parar de rebolar empurrando com mais força e implorou:
- ...ahhh!, ahhh!! maiiis, assim pussy, assimmm, me dá... maiiis!
Eu me agarrei nos quadris dela, dominado pelo ímpeto dela encharcado de suor e fluidos.
Olhei pra ela alucinado, os peitos dela balançavam loucos a cada investida, pela carne perlada de suor escorriam gotinhas que contornavam as redondezas macias pra cair no meu corpo.
Já não aguentei mais; o roçar incessante dos genitais fez meu pau estourar jorrando gozo.
Soltei o ar com força, exaltado:
- ahhhhhhhhh!!!
O líquido fluiu copiosamente batendo com força nas entranhas dela, escorrendo pelas dobras da buceta dela.
Minha irmã exclamou no êxtase do clímax, gozando também:
- ahhh!..ahhh!...meu deuuus...assim!, pussy...assiiim! eu gozo!..eu gozooo!...ahhh! ... aiiii!.....sim, meu deus!... uhmmm! simmm!... assim! ...que gostoso!... ahhh!!..ahhh!!!
Depois de bombar mais um pouco, nós dois ficamos atordoados, resfolegando:
- ufff!!! - uffff!!
Fiquei sentindo espasmos nos genitais por causa Esforço feito, flácidos, encharcados e sem forças.
Exausta, ela desabou sobre mim, esticou o corpo e se deitou de barriga pra cima do meu lado. Virei a cabeça pra olhar pra ela, ela sorria satisfeita. Virou-se e, olhando nos meus olhos, perguntou desafiadora:
— Gostou??? Quer mais!?
Correspondi ao sorriso dela e balancei a cabeça afirmativamente.
Daniela finalizou dizendo:
— Bom... nesse caso, descansa, pussy... porque quero provar seu gozo…
O descanso foi bem curto, depois de uns minutos impaciente ela perguntou:
— Já?... já tá pronto, papai? — era óbvio que já tava com vontade. Suspirei e respondi que sim!
Ela se jogou em cima de mim depressa, me beijando cheia de desejo, nos abraçamos fogosamente e ao sentir a carne dela queimando de novo, o pau começou a endurecer.
Passou uma mão entre os quadris e começou a massagear meus genitais, enquanto fazia isso sussurrou no meu ouvido:
— Sabe do que eu tô com vontade, papai? — sem me dar tempo de responder, continuou melosa — quero chupar sua pica, pussy... mas também tô a fim de que ao mesmo tempo você chupe minha buceta... sim?
— Sim... claro... me diz como!? — respondi feito um idiota.
— Pelo amor, Alex! — disse surpresa, soltando o pau e colocando as mãos no meu peito, perguntou — não sabe fazer o 69? Tô com vontade de fazer porque nunca fiz e quem melhor que meu irmão mais velho pra me ensinar, né??
Ela segurou meu pau, montou em mim de costas e apoiou a bunda na minha barriga. Depois, apalpou por uns minutos meu pau até conseguir molhar ele e cuidadosamente o besuntou com os fluidos que escorriam. Em seguida, se inclinou pra frente e, sem levantar as nádegas, juntou os peitos com minhas pernas, prendendo a pica contra a parte de cima da barriga dela. Pela posição em que estava, ao se inclinar a vagina se abriu mais, colando as dobras molhadas contra meu abdômen.
Enquanto com a língua acariciava as coxas, começou a se deslocar suavemente em direção ao meu rosto, se movendo tocando e lambendo. Habilmente, cada centímetro de pele ao seu alcance e só parou quando engoliu a carne suculenta que tanto amava e ao sentir a buceta dela se encaixar na minha boca. Naquele exato instante, ela colocou em prática novamente sua técnica apurada de chupar. Já eu, meti a língua animado e lambi cada cantinho da bucetinha rosada, provando seus sucos.
O fluido era uma mistura de salgado e doce, de consistência meio viscosa, indefinida, mas com um sabor incomparavelmente delicioso! Continuei saboreando da fonte, mesmo com dificuldade, porque minha irmã, ao contato da minha língua e das sugadas na buceta dela, se estremeceu, acelerando as chupadas que me dava.
Os dois ofegávamos de boca ocupada:
-HMMM… HMMMMMM…
Aumentamos a intensidade das carícias até que, de repente, minhas pernas se tensionaram e a buceta dela tremeu, anunciando o clímax. Nós dois gozamos jorrando:
-AAAHHHHH HMMMMMMMMMMM…
Daniela, com dificuldade, engolia o esperma que o pau jorrava sem parar, e eu mal conseguia sugar os fluidos que escorriam em abundância pelas dobras da buceta esplêndida dela!
Depois de vários minutos de atividade intensa, ficamos exaustos, deitados, ela em cima de mim, satisfeitos e muito, muito felizes. Estávamos convencidos de que não havia nada melhor na vida e certos de que teríamos mais encontros como aquele.
20 comentários - Prazer na cama com minha irmã
jaja que ipocrita que sos man!! criticas esta historia por que es con la hermana y el unico post que tenes es sobre dos gemelas teniendo sexo!!!! cualquiera!!!
Si el se chingo a su hermana es muy su pedo, tu mejor dedicate a realizar algun post bueno porque tus unicos 2 post estan para tirarse a la basura
Por otra parte:
Q buen ralato 🆒 🆒 🆒 🆒
saludos y gracisa