Antes de mais nada, quero dizer que sou leitora assídua dos contos publicados neste site, já li muitos e muito bons, e só espero estar à altura do desafio.
Meu nome é Verônica, tenho 42 anos e estou separada e divorciada há 5 anos. Tenho 1,67m, sou morena e, fisicamente, acho que não fujo muito do normal. Sempre tive seios pequenos, mas o que realmente me destaca é minha bela bunda, que sempre foi a inveja dos amigos do meu ex-marido. Mesmo na minha idade, ela continua firme porque faço ioga durante a semana.
Isso que vou contar aconteceu há apenas alguns dias e não queria deixar de compartilhar. Trabalho o ano todo num escritório e tirei minhas férias na semana passada. Fui veranear numa cidade do litoral argentino, uma das mais badaladas; sou solteira, não tenho filhos, tenho um bom salário e sempre vou para algum lugar em janeiro.
Em Pinamar, aluguei um quarto num hotel com piscina e discoteca própria. Na verdade, em matéria de sexo, sempre fui mais tradicional, e isso já me rendeu várias discussões com meu ex. Sou muito reservada pra falar do assunto, minha primeira vez foi aos 20 anos e nada de sexo anal nem coisas estranhas.
No primeiro dia em Pinamar, o vento estava meio forte, então decidi usar a piscina em vez de ir para o mar. Os monitores de recreação organizaram uma partida de polo aquático e me inscrevi num dos times: afinal, não tinha nada pra fazer, estava sozinha e um pouco de diversão não cairia mal.
No meu time, tinha um casal de jovens, uns 20-25 anos. Germán e Julieta.
Ele era normal, 25 anos, bonitão, mas nada demais. Ela tinha cara de "filhinha de papai" (não sei qual é a expressão usada em outros países, mas aqui na Argentina significa uma menina de família bem, que estuda e tem carinha de anjo, por assim dizer). Ela tinha acabado de fazer 21 anos e estava de férias com o namorado pela primeira vez. Numa bola, enquanto jogávamos polo aquático, o Germán me apoiou por trás de repente, sem nenhuma sutileza. Como a namorada dele estava do lado, achei que tinha sido só um acidente e continuei jogando sem dar muita bola pro ocorrido.
Depois do jogo, todo o time foi almoçar no refeitório do hotel e eles sentaram do meu lado. Ela, num momento, tocou no meu cabelo pra me avisar que tava meio bagunçado por causa da piscina e também passou a mão nos meus ombros pra me mostrar que eu tava queimada de sol. Não vi nada de estranho nisso, sinceramente, um pouco pela minha inocência e outro pouco, acho eu, porque pela idade dela podia ser minha filha.
No dia seguinte não nos vimos, mas no outro, por acaso, nos encontramos no centro da cidade passeando. Voltamos juntos e nesse dia eles me convidaram pra dançar na discoteca do hotel à noite. Nessa altura, já nos "conhecíamos", eles tinham me contado que tavam juntos há dois anos e eu que tô separada há quase cinco.
À noite, passaram no meu quarto e fomos pra discoteca. Antes de entrar, fiquei meio sem graça, porque pensei que lá só teria jovem, mas por sorte, como em todo hotel, tem de tudo e dá pra ver gente de mais de 60 dançando, então entrei de boa.
Dancei com o Germán, soltos e bem colados, e também com a Julieta, soltos e bem colados. Confesso que na hora senti um tesão e a situação me despertou uma vontade. Umas três da manhã fui pro meu quarto e eles continuaram na festa.
Cheguei e tomei um banho, tava meio excitada e quase sem querer enfiei um dedo na minha buceta. Não cheguei a me masturbar, mas fiz uma brincadeirinha que a gente, mulher, às vezes faz, se tocando um pouco aqui e um pouco ali.
De manhã, acordei tarde e desci pra pegar sol. Vi a Julieta dormindo na areia e deitei do lado dela. Quando sentiu que eu sentava perto, virou um pouco pra me cumprimentar, e ao vê-la, Ela tava com uma cara de cansada danada e eu falei: "Uhhh, dá pra ver que vocês foram pra festa até tarde, hein!!!"
Ela me respondeu: "Sim, nem te conto. Com o Germão, a gente transou até o amanhecer. Me deixou moída, mas hoje eu vou devolver na mesma moeda" — fiquei realmente surpresa com as palavras dela, não só pelo vocabulário, mas porque a gente não tinha tanta intimidade assim pra se falar desse jeito. Eu só esperava um "sim, a gente foi dormir tarde" e nada mais.
Ela percebeu minha surpresa e me disse que, na real, com o Germão ela se dava super bem na cama e que ele era um amante excelente. "Você sabe" — ela falou — "você é adulta, já deve ter tido várias experiências no seu casamento e depois também." Aí eu confessei que, na verdade, era bem tímida com esse assunto e que fazia quase cinco anos que não transava.
Naquele dia na praia, a gente brincou um pouco na água, passou creme nas costas uma da outra, sem nada que insinuasse ser sensual ou erótico, mas acho que o contato fez a gente se excitar. Eu realmente via aquilo como algo inocente e só; o Germão tinha saído pra correr na praia e, quando voltou, a gente sentou os três bem juntinhos, mas não rolou nada fora do normal.
A gente conversou e eles me contaram que aquele era o último dia de férias deles, já que no dia seguinte à tarde voltariam pra cidade deles. Me convidaram pra sair à noite, mas eu falei que não, que aproveitassem a última noite sozinhos. Insistiram, e, mesmo me sentindo meio intrometida, aceitei.
Me pediram que, dessa vez, eu fosse buscá-los no quarto. Aceitei e, às nove em ponto, bati na porta.
Eu tava usando um vestidinho preto, meio sugestivo, e por baixo uma tanga branca que amo, e não usei sutiã (na real, quase nunca uso, como já falei, sou mais do tipo "chata").
A Julieta abriu a porta de biquíni e falou: "Oi, como cê tá? Tô um pouco atrasada, mas vou tomar um banho rápido e a gente já sai."
A Julieta me ofereceu uma cerveja, não costumo beber, mas aceitei porque já... Refrescante não vinha nada mal. A partir daqui, acho que comecei a perder a inibição e a tal "inocência".
Conversamos por uns momentos e ela se colocou na minha frente com a desculpa de arrumar meu cabelo e, num movimento sutil, me beijou na boca. Isso me desconcertou totalmente, embora naquele dia no chuveiro eu tivesse imaginado a situação... nem pela mais remota chance achava que podia rolar!!!!!
Eu a afastei de mim e falei: "e isso???", "o que cê tá fazendo?".
Ela não disse nada, me pegou pela cintura e começou a me beijar de novo. Eu nunca tinha beijado uma garota, mas devo confessar que já estava excitadíssima. O último detalhe necessário foi que Germán saiu do banheiro, só com uma toalha cobrindo a parte de baixo do corpo, e me apoiou por trás.
Agora sim, eu não entendia nada, mas tava gostando, me sentia desejada. Sentir o volume de Germán na minha bunda, tocando meus peitos por cima do vestido, e ela esfregando minha buceta por cima da calcinha fio dental,
¡¡¡Tava no paraíso!!!!!!!!!!
Eles me levaram até a cama e me despiraram. Aqui senti muito pudor, eu nua, exposta, na frente de dois corpos jovens. Mas me sentia desejada, como há muito tempo não me sentia:
Tava ensopada, minhas mãos suavam, tava agitada, e ver eles dois me tocando, com os olhos cheios de luxúria e vontade de me "comer" me elevava a um estado incrível.
Comecei a me beijar com Juli e ele foi buscar camisinhas no banheiro. Primeiro, ela enfiou um dedo na minha buceta, depois dois. Ela realmente sabia o que fazia. Germán veio por trás e começou a chupar meus mamilos, me tocava sem freio. Realmente tava muito tesuda e, ao me virar, percebi uma coisa que não tinha notado antes: O pau de Germán era realmente lindo (escrevendo isso, tô me excitando de novo de uma maneira infernal).
Era grande, grosso, cheio de veias e com uma cabeça vermelha prestes a explodir.
A essa altura, vocês podem imaginar que eu tava disposta a qualquer coisa. Eu tava deitada de costas e ela começou a me beijar. Ele desceu até minha buceta e começou a lamber de um jeito incrível, ele sabia fazer perfeitamente, como nunca tinham feito comigo.
Em cinco minutos gozei de um jeito lindo e falei algo que nunca tinha dito na vida: "Me come de uma vez por favor!!!!!", não acreditava no que estava dizendo, era uma puta feita e direita. Estava entregue.
"Enfia agora mesmo, não aguento mais", nos rostos deles surgiu um sorriso de vitória e o Germán colocou a camisinha e se deitou de costas com o pau apontando pro céu. Já falei que ele era lindo, né?.
Montei nele e acho que foi o melhor momento da minha vida: fazia muito tempo que não ficava com alguém, era praticamente um desconhecido e éramos três!!!!!. Muitas emoções e todas juntas.
Eu me mexia, ela me beijava, me tocavam por todo lado. Me sentia no paraíso mesmo. Gozei de novo, e já não queria mais. O Germán ainda estava como novo e ela também.
Nessa hora a Juli pegou o pau do Germán e enfiou na boca e me disse: "não vai provar??". Devo confessar que só tinha feito uma vez com meu ex porque ele implorou, mas dessa vez peguei sem pensar.
Chupei ele todo, o tronco, as bolas, a glande, tudo. Beijava a Julieta, estava no céu. Realmente me sentia muito bem. Talvez seja difícil explicar em palavras, transar quando se é jovem é muito gostoso, as hormonas e o tesão se soltam, além de ser um ato de rebeldia contra os limites. Mas quando a gente cresce, com uns anos nas costas, o que se sente é uma sensação de libertação, de estar bem consigo mesma, e de se conectar com a outra pessoa.
Eu continuava dando um boquete como nunca tinha feito, a Julieta me beijou e disse: "já volto"
Ela se levantou e foi até o banheiro. Trouxe um lubrificante na mão. "Porra, esses são profissionais" – pensei.
"Quero ter sua bunda" – me disse o Germán – "e não aceito um NÃO como resposta. Tô de pau duro por você desde o dia na piscina".
Nunca Eu já tinha praticado sexo anal. Tinha muito medo, realmente me assustava.
Tinha ouvido amigas minhas que tiveram várias experiências: boas, ruins, dolorosas, prazerosas, de tudo; mas enquanto eu pensava nisso tudo, a Juli já estava passando o lubrificante na minha buceta enquanto enfiava primeiro um dedo, depois dois.
O Germán me colocou de quatro, meu Deus, escrevendo isso até fico vermelha!!!! Que puta essa senhora, vocês devem estar pensando aí em casa enquanto leem isso!!!!!
Mas naquele momento, nada me importava.
Ele foi enfiando devagar, me deu uma dor danada, até escorreu umas lágrimas dos meus olhos; mas a Julieta falava no meu ouvido pra me acalmar e ao mesmo tempo dizia coisas que eu nunca imaginei ouvir de uma garota de 21 anos.
Depois da dor: o prazer.
Não consigo explicar em palavras, era uma delícia, eu pedia mais, e mais. As estocadas dele enterravam fundo e me levavam ao máximo. Num momento ele tirou devagar e brincou com o pauzão na entrada do meu cu, me fazendo gozar toda!!!!!!
Ficamos nesse ritmo por uns minutos, até que ele tirou de repente e disse que ia gozar. Deitou de barriga pra cima e, quase que instintivamente, eu e a Juli nos jogamos em cima do pau dele, começamos a masturbar ele, e em pouco tempo ele gozou na minha cara, nos meus peitos, no lençol, nada importava.
Me senti a maior puta de todas, tinha porra na minha boca, no canto dos meus lábios, no meu peito, e a Juli começou a me lamber com gosto. Nos beijamos, foi incrível.
Sério, gozei como nunca tinha gozado antes.
Depois tomamos banho e dormimos os três juntos na cama.
Acordei de manhã, bem tarde, e eles não estavam.
"Descemos pra praia" dizia um bilhete em cima da minha bolsa.
Levantei meio dolorida e com umas olheiras que assustariam qualquer um. Passei no meu quarto e desci pra praia.
Vi eles, e me aproximei com um pouco de vergonha, realmente custou chegar perto e falar com eles. Não sei por quê. Culpa, eu acho. Inibição, talvez. Foi lindo, mas passada a luxúria da noite, tinha que encarar a manhã.
"Como você tá?" – quebrou o gelo a Juli, como se nada tivesse acontecido. Criei coragem pra falar sobre o assunto e resolvi agradecer: "galera, sobre ontem à noite... muito obrigada, fazia tempo que não me sentia assim. Na verdade, acho que nunca me senti assim", falei.
"Você não tem nada pra agradecer" – disseram quase em coro – "pra gente também foi lindo".
Naquela tarde eles foram embora, trocamos telefones e e-mails. Eu moro na Capital e eles no interior, mas combinamos de nos encontrar de novo algum dia.
Qualquer coisa... vocês serão os primeiros a saber.
PRA QUEM TIVER INTERESSE EM FALAR POR CHAT OU TEL, AVISEM POR PRIVATE MESSAGE. TAMBÉM ESCLAREÇO QUE ESSA CONTA É DE UM AMIGO MEU E ELE ME CONVENCEU A POSTAR ISSO. É A SEGUNDA VEZ QUE POSTAMOS, ESPERO NÃO OFENDER NINGUÉM E QUE DEIXEM ALGUM PONTO, PORQUE NÃO SEI O QUE É, KKKK.
BEIJOS PRA TODOS E SAUDAÇÕES ATÉ LOGUINHO.
Meu nome é Verônica, tenho 42 anos e estou separada e divorciada há 5 anos. Tenho 1,67m, sou morena e, fisicamente, acho que não fujo muito do normal. Sempre tive seios pequenos, mas o que realmente me destaca é minha bela bunda, que sempre foi a inveja dos amigos do meu ex-marido. Mesmo na minha idade, ela continua firme porque faço ioga durante a semana.
Isso que vou contar aconteceu há apenas alguns dias e não queria deixar de compartilhar. Trabalho o ano todo num escritório e tirei minhas férias na semana passada. Fui veranear numa cidade do litoral argentino, uma das mais badaladas; sou solteira, não tenho filhos, tenho um bom salário e sempre vou para algum lugar em janeiro.
Em Pinamar, aluguei um quarto num hotel com piscina e discoteca própria. Na verdade, em matéria de sexo, sempre fui mais tradicional, e isso já me rendeu várias discussões com meu ex. Sou muito reservada pra falar do assunto, minha primeira vez foi aos 20 anos e nada de sexo anal nem coisas estranhas.
No primeiro dia em Pinamar, o vento estava meio forte, então decidi usar a piscina em vez de ir para o mar. Os monitores de recreação organizaram uma partida de polo aquático e me inscrevi num dos times: afinal, não tinha nada pra fazer, estava sozinha e um pouco de diversão não cairia mal.
No meu time, tinha um casal de jovens, uns 20-25 anos. Germán e Julieta.
Ele era normal, 25 anos, bonitão, mas nada demais. Ela tinha cara de "filhinha de papai" (não sei qual é a expressão usada em outros países, mas aqui na Argentina significa uma menina de família bem, que estuda e tem carinha de anjo, por assim dizer). Ela tinha acabado de fazer 21 anos e estava de férias com o namorado pela primeira vez. Numa bola, enquanto jogávamos polo aquático, o Germán me apoiou por trás de repente, sem nenhuma sutileza. Como a namorada dele estava do lado, achei que tinha sido só um acidente e continuei jogando sem dar muita bola pro ocorrido.
Depois do jogo, todo o time foi almoçar no refeitório do hotel e eles sentaram do meu lado. Ela, num momento, tocou no meu cabelo pra me avisar que tava meio bagunçado por causa da piscina e também passou a mão nos meus ombros pra me mostrar que eu tava queimada de sol. Não vi nada de estranho nisso, sinceramente, um pouco pela minha inocência e outro pouco, acho eu, porque pela idade dela podia ser minha filha.
No dia seguinte não nos vimos, mas no outro, por acaso, nos encontramos no centro da cidade passeando. Voltamos juntos e nesse dia eles me convidaram pra dançar na discoteca do hotel à noite. Nessa altura, já nos "conhecíamos", eles tinham me contado que tavam juntos há dois anos e eu que tô separada há quase cinco.
À noite, passaram no meu quarto e fomos pra discoteca. Antes de entrar, fiquei meio sem graça, porque pensei que lá só teria jovem, mas por sorte, como em todo hotel, tem de tudo e dá pra ver gente de mais de 60 dançando, então entrei de boa.
Dancei com o Germán, soltos e bem colados, e também com a Julieta, soltos e bem colados. Confesso que na hora senti um tesão e a situação me despertou uma vontade. Umas três da manhã fui pro meu quarto e eles continuaram na festa.
Cheguei e tomei um banho, tava meio excitada e quase sem querer enfiei um dedo na minha buceta. Não cheguei a me masturbar, mas fiz uma brincadeirinha que a gente, mulher, às vezes faz, se tocando um pouco aqui e um pouco ali.
De manhã, acordei tarde e desci pra pegar sol. Vi a Julieta dormindo na areia e deitei do lado dela. Quando sentiu que eu sentava perto, virou um pouco pra me cumprimentar, e ao vê-la, Ela tava com uma cara de cansada danada e eu falei: "Uhhh, dá pra ver que vocês foram pra festa até tarde, hein!!!"
Ela me respondeu: "Sim, nem te conto. Com o Germão, a gente transou até o amanhecer. Me deixou moída, mas hoje eu vou devolver na mesma moeda" — fiquei realmente surpresa com as palavras dela, não só pelo vocabulário, mas porque a gente não tinha tanta intimidade assim pra se falar desse jeito. Eu só esperava um "sim, a gente foi dormir tarde" e nada mais.
Ela percebeu minha surpresa e me disse que, na real, com o Germão ela se dava super bem na cama e que ele era um amante excelente. "Você sabe" — ela falou — "você é adulta, já deve ter tido várias experiências no seu casamento e depois também." Aí eu confessei que, na verdade, era bem tímida com esse assunto e que fazia quase cinco anos que não transava.
Naquele dia na praia, a gente brincou um pouco na água, passou creme nas costas uma da outra, sem nada que insinuasse ser sensual ou erótico, mas acho que o contato fez a gente se excitar. Eu realmente via aquilo como algo inocente e só; o Germão tinha saído pra correr na praia e, quando voltou, a gente sentou os três bem juntinhos, mas não rolou nada fora do normal.
A gente conversou e eles me contaram que aquele era o último dia de férias deles, já que no dia seguinte à tarde voltariam pra cidade deles. Me convidaram pra sair à noite, mas eu falei que não, que aproveitassem a última noite sozinhos. Insistiram, e, mesmo me sentindo meio intrometida, aceitei.
Me pediram que, dessa vez, eu fosse buscá-los no quarto. Aceitei e, às nove em ponto, bati na porta.
Eu tava usando um vestidinho preto, meio sugestivo, e por baixo uma tanga branca que amo, e não usei sutiã (na real, quase nunca uso, como já falei, sou mais do tipo "chata").
A Julieta abriu a porta de biquíni e falou: "Oi, como cê tá? Tô um pouco atrasada, mas vou tomar um banho rápido e a gente já sai."
A Julieta me ofereceu uma cerveja, não costumo beber, mas aceitei porque já... Refrescante não vinha nada mal. A partir daqui, acho que comecei a perder a inibição e a tal "inocência".
Conversamos por uns momentos e ela se colocou na minha frente com a desculpa de arrumar meu cabelo e, num movimento sutil, me beijou na boca. Isso me desconcertou totalmente, embora naquele dia no chuveiro eu tivesse imaginado a situação... nem pela mais remota chance achava que podia rolar!!!!!
Eu a afastei de mim e falei: "e isso???", "o que cê tá fazendo?".
Ela não disse nada, me pegou pela cintura e começou a me beijar de novo. Eu nunca tinha beijado uma garota, mas devo confessar que já estava excitadíssima. O último detalhe necessário foi que Germán saiu do banheiro, só com uma toalha cobrindo a parte de baixo do corpo, e me apoiou por trás.
Agora sim, eu não entendia nada, mas tava gostando, me sentia desejada. Sentir o volume de Germán na minha bunda, tocando meus peitos por cima do vestido, e ela esfregando minha buceta por cima da calcinha fio dental,
¡¡¡Tava no paraíso!!!!!!!!!!
Eles me levaram até a cama e me despiraram. Aqui senti muito pudor, eu nua, exposta, na frente de dois corpos jovens. Mas me sentia desejada, como há muito tempo não me sentia:
Tava ensopada, minhas mãos suavam, tava agitada, e ver eles dois me tocando, com os olhos cheios de luxúria e vontade de me "comer" me elevava a um estado incrível.
Comecei a me beijar com Juli e ele foi buscar camisinhas no banheiro. Primeiro, ela enfiou um dedo na minha buceta, depois dois. Ela realmente sabia o que fazia. Germán veio por trás e começou a chupar meus mamilos, me tocava sem freio. Realmente tava muito tesuda e, ao me virar, percebi uma coisa que não tinha notado antes: O pau de Germán era realmente lindo (escrevendo isso, tô me excitando de novo de uma maneira infernal).
Era grande, grosso, cheio de veias e com uma cabeça vermelha prestes a explodir.
A essa altura, vocês podem imaginar que eu tava disposta a qualquer coisa. Eu tava deitada de costas e ela começou a me beijar. Ele desceu até minha buceta e começou a lamber de um jeito incrível, ele sabia fazer perfeitamente, como nunca tinham feito comigo.
Em cinco minutos gozei de um jeito lindo e falei algo que nunca tinha dito na vida: "Me come de uma vez por favor!!!!!", não acreditava no que estava dizendo, era uma puta feita e direita. Estava entregue.
"Enfia agora mesmo, não aguento mais", nos rostos deles surgiu um sorriso de vitória e o Germán colocou a camisinha e se deitou de costas com o pau apontando pro céu. Já falei que ele era lindo, né?.
Montei nele e acho que foi o melhor momento da minha vida: fazia muito tempo que não ficava com alguém, era praticamente um desconhecido e éramos três!!!!!. Muitas emoções e todas juntas.
Eu me mexia, ela me beijava, me tocavam por todo lado. Me sentia no paraíso mesmo. Gozei de novo, e já não queria mais. O Germán ainda estava como novo e ela também.
Nessa hora a Juli pegou o pau do Germán e enfiou na boca e me disse: "não vai provar??". Devo confessar que só tinha feito uma vez com meu ex porque ele implorou, mas dessa vez peguei sem pensar.
Chupei ele todo, o tronco, as bolas, a glande, tudo. Beijava a Julieta, estava no céu. Realmente me sentia muito bem. Talvez seja difícil explicar em palavras, transar quando se é jovem é muito gostoso, as hormonas e o tesão se soltam, além de ser um ato de rebeldia contra os limites. Mas quando a gente cresce, com uns anos nas costas, o que se sente é uma sensação de libertação, de estar bem consigo mesma, e de se conectar com a outra pessoa.
Eu continuava dando um boquete como nunca tinha feito, a Julieta me beijou e disse: "já volto"
Ela se levantou e foi até o banheiro. Trouxe um lubrificante na mão. "Porra, esses são profissionais" – pensei.
"Quero ter sua bunda" – me disse o Germán – "e não aceito um NÃO como resposta. Tô de pau duro por você desde o dia na piscina".
Nunca Eu já tinha praticado sexo anal. Tinha muito medo, realmente me assustava.
Tinha ouvido amigas minhas que tiveram várias experiências: boas, ruins, dolorosas, prazerosas, de tudo; mas enquanto eu pensava nisso tudo, a Juli já estava passando o lubrificante na minha buceta enquanto enfiava primeiro um dedo, depois dois.
O Germán me colocou de quatro, meu Deus, escrevendo isso até fico vermelha!!!! Que puta essa senhora, vocês devem estar pensando aí em casa enquanto leem isso!!!!!
Mas naquele momento, nada me importava.
Ele foi enfiando devagar, me deu uma dor danada, até escorreu umas lágrimas dos meus olhos; mas a Julieta falava no meu ouvido pra me acalmar e ao mesmo tempo dizia coisas que eu nunca imaginei ouvir de uma garota de 21 anos.
Depois da dor: o prazer.
Não consigo explicar em palavras, era uma delícia, eu pedia mais, e mais. As estocadas dele enterravam fundo e me levavam ao máximo. Num momento ele tirou devagar e brincou com o pauzão na entrada do meu cu, me fazendo gozar toda!!!!!!
Ficamos nesse ritmo por uns minutos, até que ele tirou de repente e disse que ia gozar. Deitou de barriga pra cima e, quase que instintivamente, eu e a Juli nos jogamos em cima do pau dele, começamos a masturbar ele, e em pouco tempo ele gozou na minha cara, nos meus peitos, no lençol, nada importava.
Me senti a maior puta de todas, tinha porra na minha boca, no canto dos meus lábios, no meu peito, e a Juli começou a me lamber com gosto. Nos beijamos, foi incrível.
Sério, gozei como nunca tinha gozado antes.
Depois tomamos banho e dormimos os três juntos na cama.
Acordei de manhã, bem tarde, e eles não estavam.
"Descemos pra praia" dizia um bilhete em cima da minha bolsa.
Levantei meio dolorida e com umas olheiras que assustariam qualquer um. Passei no meu quarto e desci pra praia.
Vi eles, e me aproximei com um pouco de vergonha, realmente custou chegar perto e falar com eles. Não sei por quê. Culpa, eu acho. Inibição, talvez. Foi lindo, mas passada a luxúria da noite, tinha que encarar a manhã.
"Como você tá?" – quebrou o gelo a Juli, como se nada tivesse acontecido. Criei coragem pra falar sobre o assunto e resolvi agradecer: "galera, sobre ontem à noite... muito obrigada, fazia tempo que não me sentia assim. Na verdade, acho que nunca me senti assim", falei.
"Você não tem nada pra agradecer" – disseram quase em coro – "pra gente também foi lindo".
Naquela tarde eles foram embora, trocamos telefones e e-mails. Eu moro na Capital e eles no interior, mas combinamos de nos encontrar de novo algum dia.
Qualquer coisa... vocês serão os primeiros a saber.
PRA QUEM TIVER INTERESSE EM FALAR POR CHAT OU TEL, AVISEM POR PRIVATE MESSAGE. TAMBÉM ESCLAREÇO QUE ESSA CONTA É DE UM AMIGO MEU E ELE ME CONVENCEU A POSTAR ISSO. É A SEGUNDA VEZ QUE POSTAMOS, ESPERO NÃO OFENDER NINGUÉM E QUE DEIXEM ALGUM PONTO, PORQUE NÃO SEI O QUE É, KKKK.
BEIJOS PRA TODOS E SAUDAÇÕES ATÉ LOGUINHO.
5 comentários - La vero de vacaciones un buen relato para la noche