mi primer relato

Aventura
Não pretendo de forma alguma que gostem do meu relato, é só um jeito de confiar a alguém uma história que, às vezes, me pesa na consciência e fico pensando que talvez ela fosse o amor da minha vida, a parceira ideal pra passar o resto dos meus dias, e eu deixei ela ir pra sempre…

Olá, meu nome é… que importa meu nome, se o importante é a história que vou contar.

Hoje trabalho numa empresa onde recebo o reconhecimento que tanto queria como profissional, mesmo tendo só 24 anos, sou respeitado pelos colegas de trabalho, já que tenho uma posição invejável dentro da empresa. Mas minha história começa no meu emprego anterior…

Apesar de ter um cargo de técnico, também tinha uma posição bem vantajosa, muitas viagens e despesas pagas à vontade, mas era um trabalho pouco invejável, era perigoso por causa dos materiais que a gente mexia e do cuidado que tinha que ter ao fazer um serviço desses. Por isso, não tinha muita gente que aguentava o ritmo de trabalho, muito menos que se arriscava tanto. Na verdade, todo mundo que tava na área começou bem novinho, lá pelos vinte anos, idade que eu comecei. Depois de vários incidentes no meu histórico em três anos, decidi procurar outro trampo, que é o que tenho agora.

Foi lá que eu conheci ela. Ela tava indo procurar emprego como secretária auxiliar de gerência. Naquele dia, ela apareceu com um terno preto, blusa branca e sapatilhas, tava realmente linda. Quando vi ela, decidi que ela ia ser minha. Por insistência da secretária de gerência, pedi pra aceitarem ela. Na hora, ela sacou o recado e, sem mais nem menos, na segunda-feira seguinte apareceu pra trabalhar…

Ela é mais baixinha, 1,60 de altura, peitos pequenos, mas firmes, pernas não muito finas, suculentas, eu diria, cinturinha que não tinha o menor sinal de gordura, estrias ou coisa assim, cara de anjo, pele morena clara, enfim, tudo de bom. Gostosa, e cinco anos mais nova que eu.

Foi aí que comecei a paquerar ela, a jogar charme pra valer. Em duas semanas já estávamos saindo com intenção de algo mais, comer, ir ao cinema, dançar, qualquer desculpa era boa pra fazer ela minha. Foi quase um mês depois que ela entrou que, na hora do almoço, e por razões óbvias não tinha ninguém por perto, fui até a sala dela e começamos a conversar. Com a desculpa de que queria ver o que ela fazia no computador, fiquei atrás dela, me encostei nas costas dela, eu de pé, e sem aviso peguei o rosto dela e dei um beijo, profundo. Minha língua penetrava a dela e ela, extasiada, eu a levantei, peguei pela cintura e coloquei em cima da mesa. Continuei beijando ela, minhas mãos procuravam os peitos dela por cima da blusa, comecei a massagear, enquanto continuava beijando. Ela me abraçava com força. Comecei a desabotoar a blusa dela, depois o sutiã, os peitos dela à minha disposição. Chupei eles, lambi com vontade, uns vinte minutos assim, sem buscar mais nada. Me afastei e comentei que não era o momento nem o lugar pra algo mais. Então ficou por isso, e me retirei, não sem antes dar outro beijo nela e arrumar a roupa dela com o maior cuidado possível. Ela só conseguiu me dizer "obrigada" e eu saí da sala dela.

Como fui criado numa família conservadora, nunca foi minha intenção trair, e foi assim. Na verdade, gosto de tratar minhas parceiras da vez com o maior cuidado possível, mas sou rebelde por natureza e na maioria dos casos não respeito lugar nem momento. Já cheguei a agir como um verdadeiro babaca em algumas ocasiões, mas isso não quer dizer que eu engane elas ou não as ame, é só meu jeito de ser.

Passou uma semana, em que saímos pra comer duas vezes, assim como fomos ao cinema e ao teatro. Amo teatro, me considero uma pessoa culta e estudiosa, desde história até minhas matérias favoritas, matemática e física clássica, além de ler o jornal regularmente. Sempre me comportando como um verdadeiro cavalheiro com ela, deixava ela passar na frente. Primeiro, eu abria a porta pra ela, puxava a cadeira, sempre atento ao que ela precisasse na mesa: água, talher, guardanapo, sal, e chamava ela de forma educada. Mas não era só na hora da conquista, não — continuava assim mesmo depois que a gente tava namorando. Uma amiga minha disse que isso é estranho, mas fazer o quê? Sou assim mesmo.

Deixei passar um fim de semana. No sábado seguinte, a gente marcou de se ver na estação do metrô Quatro Caminhos. Eu sabia de um hotel, por causa dos meus ex-colegas de trabalho, que ficava perto da Avenida Primeiro de Maio, já em Naucalpan, Estado do México. Bom, a gente se viu lá pelo meio-dia, conversamos uns vinte minutos e ela me perguntou pra onde a gente ia. Eu respondi que pra onde ela quisesse. Óbvio que não teve resposta. Aí sugeri irmos pra um lugar onde a gente ficasse sozinho. Sem pensar, ela falou que sim na hora. Subimos numa kombi — transporte comum aqui na cidade — e ela nos deixou a umas duas quadras do tal hotel. Paguei um quarto, subimos até o segundo andar, achamos o quarto e entramos na mesma…

Tirei a camisa depois de trancar a porta. Ela parecia nervosa, com um brilho nos olhos que eu nunca tinha visto. Cheguei perto dela e a peguei nos meus braços sem desviar o olhar. Abracei ela e comecei a beijar. Ela começou a me abraçar, a acariciar, me tocava como se estivesse desesperada. Então eu tocava ela com o maior cuidado possível. Com a mão direita, massageava um peito por cima da roupa. Com a outra, passava a mão nas costas dela, de baixo pra cima e vice-versa, e no meio do caminho massageava a bunda dela. Ela foi ficando mais molinha. Tirei o top que ela tava usando e depois o sutiã. Na sequência, sentei na cama e puxei ela pra perto. Comecei com um dos peitos dela: lambia, chupava, mordia bem devagar. Ela tirou minha camiseta e depois a calça, e em seguida a cueca. Eu, completamente pelado, ela acariciava minhas costas e meu peito, procurando meus lábios com os lábios dela. Assim, depois de um tempinho, quando empurrei ela contra a cama, deitei ela e comecei a desabotoar a calça dela, já tirei os sapatos, e fui tirando tudo. Passava uma mão pelas pernas dela, pelas coxas, pelo monte de Vênus, e com a outra abraçava ela e acariciava o pescoço, beijava ela com muito cuidado. Devagarzinho, tirei a calcinha dela e enfiei meus dedos entre os lábios da buceta dela, percorrendo a entrada, acariciando, devagar no começo e depois cada vez mais rápido. Ajeitei ela bem na cama, abri as pernas dela e me posicionei pra meter, na posição de missionário. Coloquei meu pau na entrada dela e apertei um pouco, ela deu um pulinho quando só a cabeça do meu pau tinha entrado, e aí parei. Continuei beijando ela, acariciando os peitos dela e, enquanto dava, abraçava ela. Ela dobrou os joelhos, levantando as pernas, erguendo um pouco a lombar, tava totalmente entregue. Assim, fui penetrando ela devagar, mas não era fácil. Ela recuava, dizia que tava doendo. Aí peguei a perna direita dela e levantei mais, abrindo o máximo que dava, e devagarzinho meu pau foi entrando, até que chegou no fundo... tinha desvirginado ela.

Olhei pro rosto dela, ela tava chorando. Não me mexi por um bom tempo e, enquanto continuava beijando ela, ela começou a gemer quando eu iniciei o movimento, um vai e vem devagar no começo, rápido às vezes, mas sem parar. Ela gemia, gritava, pedia pra eu não parar, pra continuar, pra ficar dentro dela pra sempre, até que gozamos juntos num orgasmo.

Deitei do lado dela, continuei abraçando ela, e agora era ela quem me beijava. Depois de uns minutos, ela se virou de bruços, deixando à mostra aquela bunda linda dela, empinadinha, bem desenhada. Com aquilo, fiquei duro de novo. Deitei praticamente em cima dela, beijava as costas dela e, ao mesmo tempo, procurava a entrada do cu dela com meu pau já duro. Ela dizia que por ali não, e quando já tava pronto, ela quase implorava pra eu não fazer. Dei uma enfiada só, limpinha, e meu pau sumiu. Entre as suas bundas lindas, ela deu um grito tão alto que, na minha opinião, deu pra ouvir no hotel inteiro… eu tinha desvirginado o cu dela também…

Continuei me movendo sem parar dentro do intestino dela, ela estava muito apertada e fez eu gozar bem rápido, ela chorava sem parar, tentando se soltar, até que sentiu meu gozo quente dentro do cu dela, foi aí que ela ficou quieta. Deixei lá dentro até perder a ereção e tirei bem devagar, coloquei ela na minha frente e fiquei beijando ela, ficamos abraçados por um tempo, e ela dormiu. Minutos depois, levantei pra ir ao banheiro, abri o chuveiro e comecei a tomar banho, pouco depois ela me seguiu, entrou no banho comigo, e comecei a massagear ela, procurei a entrada da buceta dela com meu pau já duro de novo e meti, a água quente escorria pelos nossos corpos, ela gemia, pedia pra eu não parar, pra gozar dentro dela, pra continuar comendo ela, até que eu gozei dentro dela. Saímos e eu sequei ela com o maior cuidado possível, focando especialmente nos peitos dela e na sua buceta, nos vestimos, devagar, no final, eu sentado na cama colocando o último sapato, ela se jogou em cima de mim, me beijou com carinho, me derrubou na cama e ela por cima de mim não parava de agradecer, dizendo que tinha sido muito gostoso e que nunca esqueceria…

Nos meses seguintes, continuamos saindo, como namorados, íamos pra todo lugar, comer, jantar, cinema, teatro, parque de diversões, um café pra conversar, ou só caminhar e passar o tempo juntos… Mas eu não estava realmente apaixonado por ela, meu único objetivo era comer ela sempre que eu quisesse, e ela não colocava nenhuma objeção, bastava pedir pra ir pra um hotel, e ela nunca dizia não.

Por motivos de trabalho, já que era muito perigoso como eu mencionei antes, pedi demissão, que foi aceita com muitos problemas, só vi ela mais uma vez, uma semana depois que saí da empresa, e claro, fomos transar, ela pediu demissão dois meses depois e arrumou outro emprego. Pelo que fiquei sabendo depois.
Ela me ligava pra pedir pra gente se ver, mas eu sempre arrumava desculpa de que tava muito ocupado no meu novo trampo. Na real, eram as viagens que tomavam meu tempo, até fim de semana, além de a gente morar muito longe. Organizei meu tempo pra fazer aulas de inglês, onde conheci outra mina, dois anos mais nova que eu, e em duas semanas a gente já tava namorando. E, como sempre, me comporto direitinho, dou a maior atenção, pelo menos eu acho. Mas ela é mais do tipo que valoriza muito a liberdade dela, tem um gênio difícil pra caralho, é bem teimosa, se irrita rápido e às vezes me manda pastar por não ir vê-la ou algo assim. Sei que é só chegar na casa dela e ficar um tempinho com ela que ela se acalma e esquece tudo, mas às vezes ela me tira do sério. Mesmo tentando ser o melhor pra ela, sei que não é suficiente e ela espera mais de mim. E não sei se tô preparado pra dar todo meu tempo e esforço, porque sei que ela não daria. São muitas coisas, seis meses de namoro, mas pelo menos tento que a gente converse tudo e fique de boa com o que a gente faz.

E não é à toa. Quando a gente conversava sobre transar, sugeri a ideia de ir primeiro no ginecologista. Eu levei ela, tento fazer tudo dar certo pra gente não passar susto nem nada.

Agora, aquela mina que eu desvirginei num hotel de vez em quando me liga pra ver se a gente pode se encontrar, pra conversar. Ela diz que não me esquece e que tem muitos sonhos pra nós dois... juntos. Não tenho coragem de encarar ela e pedir desculpas por todo o dano que causei. Ela pensando que eu ia ficar do lado dela pra sempre, e eu, na primeira oportunidade, me afasto e arrumo outra. Que não curto o sexo com minha namorada atual como curtia com ela. E claro que tem outra no lugar dela...

Agora ela tá online no Messenger, me manda e-mails insistindo pra saber se eu posso vê-la... não sei... E é que minha namorada atual também fez muita coisa pra ficar comigo. Ela também me dá atenções que ninguém nunca me deu antes. Na real, eu não bebo bebida alcoólica… Bom, até bebo, mas é raro pra caralho quando eu tomo, e quando bebo, mando bem. Isso sim, eu aguento o tranco de cair o cu da bunda, e meus primos e primas quase nunca conseguem me acompanhar. No fim, eu que acabo cuidando deles. Uma vez que fiz isso, ela quase me ligava ou mandava mensagem no celular a cada cinco minutos pra saber como eu tava. Depois fiquei sabendo pela irmã dela que ela tava preocupada comigo e que não aguentaria se algo me acontecesse.

Isso sem falar nos conselhos de uma amigona minha, íntima, digamos, e que, pra variar, desde que a conheço — há mais de seis anos — é meu amor platônico. Ela sabe disso, mas não tenho chance nenhuma com ela. É uma mulher em todos os sentidos: inteligente, livre, segura de si, com uma coragem que muita gente queria ter quando encara projetos novos. Mas tem um gênio bravo pra caralho. Já aprendi a lidar com ela, e comigo ela se acalma, fica mole. Já saímos várias vezes e, mesmo tendo tido chance de transar com ela, eu respeito.

É assim minha vida, fazer o quê…

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