Minha vida mudou 3

O sogro saiu do banheiro fechando a calça com um sorriso de satisfação e foi direto pro campo. Eu fiquei uns minutos largada no chão frio debaixo do jato de água fervendo, me esfregando toda pra tirar o resto da porra do Dom Humberto que escorria devagar pelas minhas coxas. Ali, sozinha no banheiro, com o corpo tremendo e a buceta ardendo depois de duas horas de porrada, me deu um surto na cabeça. Meu Deus, que merda eu tô fazendo? — pensei, segurando a cabeça enquanto a água batia no meu rosto —. Acabei de me entregar pro pai do meu marido... E agora, o que vou fazer com esses dois homens em cima de mim? Se o Maicol descobre isso, ele mata todo mundo ou eles vão destruir minha vida. Tô presa entre o pai e o irmão... no que foi que eu me transformei?Minha vida mudou 3Mas, enquanto eu esfregava aquela buceta inchada e sensível, a culpa começou a se transformar num calor perverso no ventre. Um arrepio subiu pela minha espinha quando me vi no espelho do banheiro: os lábios carnudos, as nádegas vermelhas das palmadas do Dom Humberto e os olhos arregalados de pura excitação. A ideia de ser a putinha submissa da família, de ter dois peões selvagens disputando meu corpo nessa fazenda esquecida, despertou em mim um tesão doentio e incontrolável. Não... quem eu tô enganando? — sorri com malícia.vadiaNo espelho, sentindo uma pontada de prazer percorrer minha entreperna—. Se já estou no inferno, então vou queimar gostoso. Não tem mais volta. Se vão me usar, vou aproveitar todos... vou comer o velho, o cunhado e até meu próprio marido quando voltar. Vou ser a puta dessa casa e eles vão ter que me aguentar. Com essa resolução correndo nas veias, me vesti com um shortinho curto e uma blusa fina, e fui pro quarto deitar um pouco pra descansar antes de fazer o almoço. Assim que me deitei na cama e fechei os olhos, ouvi a porta da entrada abrir. Era meu cunhado. Ele chegou mais cedo da roça pra pegar umas ferramentas, mas como não viu ninguém na sala, foi direto pro meu quarto. Abriu a porta de repente e me viu lá deitada, sozinha, com as pernas de fora. Os olhos dele acenderam de puro tesão. Ele não fazia a menor ideia de que o próprio pai tinha me comido no banheiro há menos de uma hora; pra ele, eu estava simplesmente sozinha e disponível. Cunhado: Ora, ora... a cunhada descansando enquanto meu irmão se mata na roça. Que vida boa você leva.rabao​Eu: (Sentando na cama, fingindo surpresa): cunhado... o que você tá fazendo aqui? Pensei que tava na roça com seu pai... ​cunhado: (Fechando a porta com chave e tirando o cinto): Vim pegar umas coisas, mas encontrei algo muito melhor. Passei a manhã inteira pensando em você e no tesão que você me deixou ontem à noite do lado do meu irmão. Então não vem com dificuldade hoje não. ​Eu: (Entrando na brincadeira pra ele ficar confiante): Cunhado, pelo amor de Deus... agora não, tô com o corpo dolorido... me deixa em paz. ​cunhado: (Andando em direção à cama com um sorriso safado): Não vem com essa história pra cima de mim não. Você é minha toda vez que eu quiser, ou esqueceu que eu tô te ameaçando de contar tudo pro Maicol? Então abre essas pernas agora mesmo.vadiaSem me dar tempo de reagir, ela se jogou em cima de mim na cama. Prendeu minhas mãos acima da minha cabeça e puxou minha calça short de uma vez só junto com a calcinha, deixando minha buceta nua e exposta.padrastoEle desabotoou a calça, puxou o pau duro e cheio de veias, e sem pedir licença enfiou tudo de uma vez só, com um empurrão seco. Eu: AGGGHHH! Cunhado!esposa putaSenti como ela me abria de novo. Como eu tinha acabado de tomar banho, tava um pouco sensível no começo, mas a sacanagem de saber que esse idiota tava me comendo igual um bruto sem desconfiar que o pai dele já tinha entupido minha buceta naquela mesma manhã me deixou toda molhada e com um tesão do caralho. Não tinha mais medo, só vontade de me entregar de vez. ​PLAC, PLAC, PLAC, PLAC! ​O som da minha bunda batendo no colchão ecoava no quarto. Meu cunhado me segurava pelos quadris com força, metendo rápido e com vontade, totalmente por fora do segredo que eu e o Dom Humberto guardávamos.esposa infielcunhado: (Dando um tapão forte na minha bunda enquanto ofegava no meu ouvido): Isso aí, gostosa! Mexe essa raba assim pro seu cunhado! Você é uma puta deliciosa!esposa de bunda grande​Eu: Mmmmmm! (Apertando os lençóis e me entregando completamente ao prazer): Isso, cunhado... continua... vai me desmanchar! ​Ele não aguentou muito; a tentação de me ter na cama em plena luz do dia foi maior. Em poucos minutos, soltou um gemido forte, colou bem na minha bacia e gozou fundo dentro de mim, enchendo minhas entranhas com o esperma quente dele pela segunda vez no dia.Culado
Minha vida mudou 3Ele se levantou, ajeitando a roupa, se achando o dono da casa por ter me pegado à força.
Cunhado: (Me olhando jogada na cama): Rápido, se arruma e prepara o almoço, cunhada... que eu e meu pai estamos com fome.
Ele saiu do quarto sem desconfiar de nada. Eu fiquei deitada na cama, sorrindo com pura malícia enquanto sentia o gozo escorrendo pelas minhas coxas... sabendo que o velho do meu sogro e meu cunhado iam me foder daqui pra frente, mas eles voltaram de novo. Meus pensamentos: Meu Deus, o que eu faço? Porque quando não for meu cunhado, vai ser meu sogro. Esse dia termino sem ter mais nada pra contar. No outro dia, não sabia se saía do quarto ou não, mas saí em silêncio e, quando me aproximei do banheiro, sinto um puxão.
Eu: Ai, sogrinho, pelo amor de Deus! Vai me matar de susto... Além disso, não temos tempo, o almoço não vai se fazer sozinho e seu filho deve estar chegando do lote ou acordando pro turno dele.
Sogro: (Me apertando contra a parede e enfiando a mão por baixo do roupão): Não vem com historinha pra mim, Camilita. Esse menino passou a noite toda na plantação de batata cuidando da colheita e agora tá caído de sono no outro quarto. Tô sozinho com você. Além disso, são cinco minutinhos pra começar a alegrar meu dia...
O velho não perdia tempo. Como estavam tirando a colheita de batata e cebola, os dois se revezavam dia e noite pra cuidar e trabalhar a terra. Enquanto o cunhado trabalhava à noite e descansava de manhã, o sogro cobria o dia. Isso dava o espaço perfeito pra me encurralar sozinha.
Eu: (Dando uma risadinha safada e ajeitando a gola da camisa dele): Que manhoso, meu velho lindo... Bom, mas rápido, só uma provadinha porque senão não dá tempo de preparar nada e depois seu filho começa a desconfiar.
Me abaixei na hora, sem fazer charme pra ele. Do Dom Humberto eu já tinha a medida certa; com o velho, eu era naturalmente mimada, safada e entregue. Desci o zíper, tirei pra fora aquele pau grosso que já começava a endurecer e meti na boca. Comecei a chupar no ritmo, devagar, arrancando gemidos abafados enquanto o velho passava a mão no meu cabelo meio bruto. ​Sogro: Mmmmm... ahhh, Camila! Que boca deliciosa que tem a mulher do meu filho... porra. ​Foram só três minutos de um boquete bem dado, deixando ele a ponto de estourar antes de tirar da boca com um beijo molhado no queixo.vadia
rabao​Eu: Pronto, sogrinho... por hoje é só. O resto ele ganha mais tarde se se comportar bem no campo. ​O velho suspirou resignado, ajeitando a calça com um sorriso de orelha a orelha e me dando um tapão sonoro na bunda antes de sair do banheiro.vadiaFicando sozinha na frente do espelho, suspirei. Com o Dom Humberto o negócio fluía gostoso, eu adorava mimar o patriarca da casa.padrastoMas com meu cunhado a estratégia tinha que ser bem diferente. Com ele não ia ser tão fácil. Ele ainda me tratava com rispidez, achando que me tinha na mão por causa da chantagem de contar pro Maicol. Por isso, pra ele eu não ia dar beijos de graça, nem mostrar que tava a fim; com ele eu ia continuar fazendo a difícil, botando limite pra que aquela fome e ciúme de não me ter por inteiro deixasse ele louco durante os dias de colheita que vinham por aí. Saí do banheiro pra preparar o almoço, sabendo que nessa casa a rotina do trampo pesado no campo tava só começando, e as sessões de sexo escondido com os dois iam render por muito tempo.

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