Deixo com vocês um relato que encontrei
Olá, vou contar como foi minha primeira vez, incrível!!!!!!! Até hoje lembro, me desvirgaram suavemente e ao mesmo tempo com força, foi delicioso.
Sou Domênica, agora tenho 21 anos, mas quando aconteceu eu tinha 16. Apesar da idade, já era bem desenvolvida: sou magra, tenho 1,65, morena, olhos castanhos, cabelo cacheado e claro; peitos pequenos, mas uma bunda que compensa tudo. Eu fazia aulas de francês e meu professor era 15 anos mais velho que eu, um homem muito atraente, mas era casado, então não valia a pena tentar.
Uma vez saímos com os colegas dele e os meus para um show de música romântica, então todo mundo ficou deprimido, chorando e se sentindo péssimo. Bem, eu também tinha terminado com meu namorado. Então meu lindo professor Martin me consolava: primeiro me abraçou e depois começou a me acariciar bem perto dos meus quadris, e então passava a mão por ali. Toda minha tristeza foi embora e comecei a ficar excitada, fiquei toda molhada, e o volume dele começou a crescer, mas não podíamos fazer nada, todo mundo estava nos observando. Além disso, lembre-se: ele é meu professor e eu, aluna dele.
Naquela noite, depois do show, fomos para um bar. Aos poucos, o pessoal foi indo embora e ficamos só Martin e eu; Mônica e Francisco (professores) dançaram e se divertiram. Eu estava morrendo de vontade de ir ao banheiro, então fui. Quando me virei, vi meu querido professor e ele me deu um beijo delicioso, como só homens maduros sabem dar. Entramos no banheiro feminino e começamos a nos acariciar. Ele desabotoou minha blusa e começou a apalpar meus peitos, eu comecei a passar a mão no pau dele de cima pra baixo; a gente começou a se esquentar, e aí entrou uma velha que quase viu tudo. Por causa disso, antes do escândalo, saímos de lá com o tesão a mil.
Aquele dia terminou e eu não parava de pensar nele como meu primeiro amante. E um dia, meu sonho se realizou: fomos para uma visita de campo. O tempo todo tentávamos ficar juntos, e eu pegava na bunda e no volume dele sempre que podia. Ele fazia o mesmo. Comigo, de tanto brincar, a gente se esquentou de novo, então saímos do grupo e começamos a nos beijar. Eu tava com uma saia curtinha que deixava ele me tocar à vontade, e ele com uns shorts bem largos. Ele enfiou a mão na minha blusa e beliscava meus mamilos, depois começou a me beijar toda. Eu tava começando a ficar excitada e dei um chupão de infarto, porque tava morrendo de vontade de ser desvirginada daí a pouco... Não dava mais, e um dos meus colegas começou a gritar pra gente ir comer. Enfim, com a vontade de novo.
Acabamos de comer pela metade, nos despedimos e fomos pra um motel. Eu não aguentava mais de tesão, então assim que chegamos ele começou a me despir na garagem. Me deitou sobre o carro e começou a lamber minha buceta de cima pra baixo, mordiscou meu clitóris, enfiou os dedos um por um, e eu gozei. Ele tava com a piroca tão inchada que, assim que tentei fazer um oral, ele gozou na minha boca; eu, feito uma menina boazinha, engoli toda a porra gostosa dele. Vendo aquilo, o pau dele começou a inchar de novo, e ele me virou de costas sobre o capô do carro, começou a beijar meu cu e a lamber, enfiando e tirando a ponta da língua. Depois, puxou um lubrificante do porta-luvas, passou no meu cu e começou a me penetrar devagar; eu sentia que ia morrer de prazer. Ele me fodia com a piroca dura, de trás pra frente, meus peitos roçavam no metal, e ele masturbava meu clitóris. Não aguentei mais e gozei. Quando vi meus fluidos escorrendo pelas pernas dele, ele tirou o pau e gozou em todo o meu cu, depois me limpou com o dedo e enfiou na minha boca até me limpar toda.
Entramos no quarto já pelados e começamos a foda de novo. Tomamos banho juntos na banheira de hidromassagem do motel, e ele rasgou meu cu de novo com a piroca.
Já na cama, num colchão delicioso, nos beijamos e ele começou a me masturbar. Enquanto fazia isso, eu via no espelho como ele me excitava, e ele também ficava excitado. Começou a balançar a piroca, então eu ajudei. Começamos um 69: ele lambia toda a minha racha e eu... Engolia o pau dele como se fosse o mais gostoso dos pirulitos. Não aguentei mais e ele começou a esfregar o pinto na minha bucetinha virgem, roçando de cima pra baixo, só de lembrar ummm!!! Ele começou a meter e tirar a ponta, depois apertou de leve, eu senti uma dorzinha quando ele disse que ia ficar tudo bem e que eu ia gostar, então ele me arrombou e começou a se mover devagar, depois rápido, e eu perdi o controle, gozei mil vezes até sentir o leite quente dele dentro de mim, foi o máximo.
Ele pediu um sorvete no quarto e começamos a comer, quando ele colocou nos meus peitos, na bunda e na bucetinha e começou a chupar tudo, isso me excitou pra caralho até que ele espalhou sorvete na minha bucetinha toda e começou a lamber com muita sabedoria, senti que ia morrer, depois ele me penetrou de novo de fora pra dentro, terminamos e dormimos com o pau dele dentro da minha agora não mais virgem xota até o dia seguinte.
Olá, vou contar como foi minha primeira vez, incrível!!!!!!! Até hoje lembro, me desvirgaram suavemente e ao mesmo tempo com força, foi delicioso.
Sou Domênica, agora tenho 21 anos, mas quando aconteceu eu tinha 16. Apesar da idade, já era bem desenvolvida: sou magra, tenho 1,65, morena, olhos castanhos, cabelo cacheado e claro; peitos pequenos, mas uma bunda que compensa tudo. Eu fazia aulas de francês e meu professor era 15 anos mais velho que eu, um homem muito atraente, mas era casado, então não valia a pena tentar.
Uma vez saímos com os colegas dele e os meus para um show de música romântica, então todo mundo ficou deprimido, chorando e se sentindo péssimo. Bem, eu também tinha terminado com meu namorado. Então meu lindo professor Martin me consolava: primeiro me abraçou e depois começou a me acariciar bem perto dos meus quadris, e então passava a mão por ali. Toda minha tristeza foi embora e comecei a ficar excitada, fiquei toda molhada, e o volume dele começou a crescer, mas não podíamos fazer nada, todo mundo estava nos observando. Além disso, lembre-se: ele é meu professor e eu, aluna dele.
Naquela noite, depois do show, fomos para um bar. Aos poucos, o pessoal foi indo embora e ficamos só Martin e eu; Mônica e Francisco (professores) dançaram e se divertiram. Eu estava morrendo de vontade de ir ao banheiro, então fui. Quando me virei, vi meu querido professor e ele me deu um beijo delicioso, como só homens maduros sabem dar. Entramos no banheiro feminino e começamos a nos acariciar. Ele desabotoou minha blusa e começou a apalpar meus peitos, eu comecei a passar a mão no pau dele de cima pra baixo; a gente começou a se esquentar, e aí entrou uma velha que quase viu tudo. Por causa disso, antes do escândalo, saímos de lá com o tesão a mil.
Aquele dia terminou e eu não parava de pensar nele como meu primeiro amante. E um dia, meu sonho se realizou: fomos para uma visita de campo. O tempo todo tentávamos ficar juntos, e eu pegava na bunda e no volume dele sempre que podia. Ele fazia o mesmo. Comigo, de tanto brincar, a gente se esquentou de novo, então saímos do grupo e começamos a nos beijar. Eu tava com uma saia curtinha que deixava ele me tocar à vontade, e ele com uns shorts bem largos. Ele enfiou a mão na minha blusa e beliscava meus mamilos, depois começou a me beijar toda. Eu tava começando a ficar excitada e dei um chupão de infarto, porque tava morrendo de vontade de ser desvirginada daí a pouco... Não dava mais, e um dos meus colegas começou a gritar pra gente ir comer. Enfim, com a vontade de novo.
Acabamos de comer pela metade, nos despedimos e fomos pra um motel. Eu não aguentava mais de tesão, então assim que chegamos ele começou a me despir na garagem. Me deitou sobre o carro e começou a lamber minha buceta de cima pra baixo, mordiscou meu clitóris, enfiou os dedos um por um, e eu gozei. Ele tava com a piroca tão inchada que, assim que tentei fazer um oral, ele gozou na minha boca; eu, feito uma menina boazinha, engoli toda a porra gostosa dele. Vendo aquilo, o pau dele começou a inchar de novo, e ele me virou de costas sobre o capô do carro, começou a beijar meu cu e a lamber, enfiando e tirando a ponta da língua. Depois, puxou um lubrificante do porta-luvas, passou no meu cu e começou a me penetrar devagar; eu sentia que ia morrer de prazer. Ele me fodia com a piroca dura, de trás pra frente, meus peitos roçavam no metal, e ele masturbava meu clitóris. Não aguentei mais e gozei. Quando vi meus fluidos escorrendo pelas pernas dele, ele tirou o pau e gozou em todo o meu cu, depois me limpou com o dedo e enfiou na minha boca até me limpar toda.
Entramos no quarto já pelados e começamos a foda de novo. Tomamos banho juntos na banheira de hidromassagem do motel, e ele rasgou meu cu de novo com a piroca.
Já na cama, num colchão delicioso, nos beijamos e ele começou a me masturbar. Enquanto fazia isso, eu via no espelho como ele me excitava, e ele também ficava excitado. Começou a balançar a piroca, então eu ajudei. Começamos um 69: ele lambia toda a minha racha e eu... Engolia o pau dele como se fosse o mais gostoso dos pirulitos. Não aguentei mais e ele começou a esfregar o pinto na minha bucetinha virgem, roçando de cima pra baixo, só de lembrar ummm!!! Ele começou a meter e tirar a ponta, depois apertou de leve, eu senti uma dorzinha quando ele disse que ia ficar tudo bem e que eu ia gostar, então ele me arrombou e começou a se mover devagar, depois rápido, e eu perdi o controle, gozei mil vezes até sentir o leite quente dele dentro de mim, foi o máximo.
Ele pediu um sorvete no quarto e começamos a comer, quando ele colocou nos meus peitos, na bunda e na bucetinha e começou a chupar tudo, isso me excitou pra caralho até que ele espalhou sorvete na minha bucetinha toda e começou a lamber com muita sabedoria, senti que ia morrer, depois ele me penetrou de novo de fora pra dentro, terminamos e dormimos com o pau dele dentro da minha agora não mais virgem xota até o dia seguinte.
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