Aos 40 anos, eu era uma mulher normal, incrivelmente decente e recatada, muito rígida tanto com meu marido quanto com meu filho Jorge, de 19 anos, um jovem que tinha se tornado incrivelmente rebelde e mimado, e que até já tinha se envolvido com a polícia por roubos em shoppings.
Como já disse, um dos meus traços mais marcantes é minha inegável firmeza, principalmente em assuntos relacionados a sexo. Mal deixava meu filho sair de casa nos fins de semana, talvez isso seja em parte o motivo da rebeldia absurda dele.
Os problemas mais sérios, e que têm a ver com o que vou contar, aconteceram há mais de 2 meses. Meu filho vivia me roubando dinheiro, a mim e ao pai, e um dia, revirando nosso quarto de casal, encontrou algo que eu achava que não existia mais: umas fotos minhas pelada que meu marido tirou há muitos anos, na nossa lua de mel — primeira e última vez que me deixei levar pelos efeitos do álcool. O caso é que eu achava que meu marido tinha jogado fora, como mandei, mas vi que não era assim quando, depois de uma briga com meu filho porque ele tinha passado 3 dias sem ir pra aula, ele jogou as fotos na mesa durante o almoço.
"É curioso, mãe, que sendo tão recatada e frígida com sexo, você tenha tirado umas fotos dessas."
Eu me senti muito envergonhada. Tentei repreendê-lo, tanto eu quanto o pai, mas Jorge estava fora de controle, e o sem-vergonha queria aproveitar a sorte grande.
"Nada de 'mas', tenho cópias dessas fotos e também guardei no meu computador. De nada adianta você rasgá-las. A partir de agora, as coisas vão mudar aqui. Estou farto das suas regras e das suas merdas, mãe. Agora quem manda aqui sou eu."
Fiquei possessa, mas ele me venceu quando ameaçou encher as ruas com minhas fotos pelada, desde o colégio dele até meu local de trabalho. Eu sabia que era meu filho, mas também sabia que era um mimado capaz disso e de mais, muito mais.
"Olha só, mãe, como só me deixa sair de casa, só vi uma mulher nua nos meus 19 anos e já tá na hora disso mudar, de agora em diante você vai ficar o dia inteiro em casa pelada, não é uma novinha mas pra sua idade você é bem gostosa pra foder".
As palavras do meu filho me deixaram chocada, que porco que eu criei, ele era muito pior do que eu imaginava e ia me fazer pagar caro pela minha rigidez com ele, sabia que não tinha escolha então ali mesmo, na frente do meu marido, comecei a me despir até ficar completamente nua, me sentia terrivelmente humilhada e envergonhada mas meu filho estava adorando aquilo como um louco.
"Vamos mãe, pra você não se sentir envergonhada eu também vou ficar o dia inteiro pelado, papai pode fazer o que quiser, não me importo"
Dito isso ele também tirou toda a roupa sem nenhuma vergonha e na minha frente ficou exposto o pau dele, uma ferramenta que eu não via há muitos anos e que tenho que admitir que me surpreendeu não pelo tamanho mas pela grossura, o dobro da do meu marido.
Passaram-se vários dias assim, eu andava nua pela casa com a esperança de encontrar as cópias das minhas fotos e poder acabar com tudo aquilo, mas pra minha infelicidade as humilhações do meu filho tinham só começado.
Uma noite de sexta, meu filho ficou em casa com a gente vendo um filme, quando terminou começou um filme pornô que eu rapidamente tirei, não permitia esse tipo de coisa na minha casa, nem filmes que tivessem cenas de cama.
Meu filho me chamou a atenção e disse que a partir daquele momento pornô era permitido em casa, colocou o filme de novo onde mostrava uma loira jovem chupando até o talo o pau de um homem negro.
Pra minha vergonha pude ver como o pau do meu filho começava a crescer, o safado começou a se tocar suavemente com os pais ali mesmo, sem nenhum pudor começou a fazer uma punheta de campeonato que terminou em 5 minutos com uma gozada em toda a mesinha da sala.
O porco do meu filho riu e mandou eu limpar, disse que ia dormir.
Os dias passaram, ele não se contentava mais com a gente andando pelado, também batia punheta quando queria, na minha frente ou na do pai dele, como se fosse o dono da casa. Uma noite, reclamei do comportamento dele e foi aí que começou o pior.
"Porco, para de bater punheta, você fica o dia inteiro nessa merda."
Jorge ficou puto pra caralho, disse pra eu não encher o saco dele se não quisesse que minhas fotos pelada espalhassem pela cidade inteira. O filho da puta sabia que eu era uma mulher de reputação impecável e que isso importava pra caralho pra mim.
Mas Jorge não se acalmou e me xingou.
"Tô de saco cheio de você, mãe. Não quer que eu bata punheta? Então vai ser você quem vai bater pra mim. Vem aqui e chupa minha pica, mãe."
Meu sangue gelou. Meu marido não aguentou mais e partiu pra cima do Jorge, mas ele era um garoto forte e atlético, acertou o pai na barriga e jogou ele no chão.
"Qual é, pai? Não quer ver sua esposa chupando minha pica? Então vai dormir ou fica aqui pra ver ela me mamar, mas não enche o saco, senão vou te encher de porrada, seu otário."
"Vem, mãe. Sei que você é uma puta de uma conservada, mas é fácil. Fica aqui de joelhos, abre a boca e chupa minha pica como se fosse um picolé de morango daqueles que você tanto gosta."
O porco do meu filho não tinha limites. Ele tinha batido no pai, tava no controle, e sabia disso. Se eu tomasse alguma atitude contra ele, virava fofoca na cidade inteira. Não tinha outra escolha, por mais que me revirasse o estômago ter que chupar o pau do meu próprio filho — algo que nunca tinha feito com homem nenhum.
Avancei e fiquei de joelhos na frente do meu filho sorridente. Sem dizer uma palavra, peguei a pica que ele me oferecia e enfiei na boca.
"Aaah, siiiim, gostei, mãe. Você manda muito bem", meu filho gemeu enquanto eu chupava a pica dele com a maior profissionalidade que consegui mostrar.
Tava concentrada no meu trabalho de chupação quando meu marido que ainda estava no chão depois do golpe que meu filho deu, ele se levantou e, vendo que ela estava chupando a pica do meu filho como eu nunca quis fazer com ele, foi para o nosso quarto com lágrimas nos olhos, me vendo ali com a pica do nosso filho enterrada na minha boca.
Acho que pra meu filho foi um dos melhores dias da vida dele, ter a mãe ali, prostrada na frente dele, chupando a pica com gula como se fosse um delicioso manjar.
Eu alternava as chupadas longas com lambidas, deslizando a língua por toda a superfície da pica ereta, sem esquecer das bolas inchadas do meu filho.
Meu filho não aguentou mais e explodiu num orgasmo violento e poderoso, enchendo minha boca de esperma. Me pegou de surpresa e tentei me afastar, mas ele me obrigou a manter a boca com a pica dele dentro.
"Engole tudo, mãe, você me deu seu leite quando eu era pequeno e agora eu fodo você com o meu, engole tudo como se fosse uma mamadeira, haha"
Não tive escolha e, com muito nojo, engoli tudo que pude, mas depois tive que abrir a boca, deixando o sêmen escorrer entre meus lábios vermelhos, caindo como torrentes viscosas no meu pescoço e nos meus peitos.
Quando meu filho terminou de gozar, eu estava com a cara cheia de esperma. Ele me ordenou que limpasse a pica dele, e eu coloquei de novo na boca, ainda pulsando, lambendo até deixar limpa e brilhante.
Chupar a pica do meu filho tinha sido demais, mas algo me dizia que não seria a única coisa que ele me faria fazer.
Por mais dois dias, ele se contentou em bater uma na minha frente, até que uma noite, enquanto eu e o pai dele dormíamos, ele entrou no quarto e nos acordou gritando.
"Chupa minha pica, mãe, come minha pica, faz um boquete ou eu explodo"
Meu marido não sabia o que fazer, e eu também não. Ele subiu na cama e empurrou meu filho, jogando ele no chão.
"Fica no chão até eu terminar de foder sua mulher na sua própria cama, seu corno frouxo, hahaha."
Meu marido, totalmente humilhado, ficou no chão enquanto eu não tive outra opção a não ser... Abri a boca desmedidamente e enfiei a pica do meu filho bem fundo, diante dos olhos do pai dele.
Depois, depois de babar ela toda, lamber e saborear à vontade, comecei a chupar.
"Quero que você seja minha putinha, que se comporte como tal, então é melhor falar umas sacanagens."
Não bastava eu chupar a pica dele, ele queria que eu mostrasse prazer diante de tamanha aberração, não tive escolha a não ser aceitar.
Com a pica do meu filho na boca, levantei o olhar, tirei o pau do meu menino de entre os lábios e falei:
"Mmm… Adoro sua pica, querido, tem um gosto tão, tão bom… ahhh… mal posso esperar pra você gozar na minha boca", e continuei chupando.
Pra falar a verdade, por incrível que pareça, tava começando a gostar. O toque macio da pica do meu filho na minha língua, o gosto da pica dele e do esperma, sentir as veias da pica do meu filho entre meus lábios era algo que não me desagradava tanto, e isso me fazia sentir suja e culpada.
Minha boca sugou com força a pica do meu filho, chupando tão bem que logo o deixei na minha mercê. Minha língua se concentrou em lamber a ponta da glande do meu filho, suavemente, mas sem parar.
Meu filho não demorou a gozar, soltando um jato poderoso de esperma que foi parar direto dentro da minha boca aberta, que já tava esperando ansiosa.
Engoli tudo que pude e deixei o resto escorrer obscenamente pra fora da minha boca. Meu filho me chamava de putinha com a pica já saindo, enquanto contemplava extasiado minha cara escorrendo de esperma, cheia de fios de porra pendurados lascivamente no meu queixo, lábios, orelhas e nariz.
Primeiro, limpei meu rosto como pude com as mãos, e depois senti meu filho me algemando na cabeceira da cama e se deitando sobre mim, enquanto meu filho continuava sem fazer nada.
"Agora você vai ser minha putinha submissa, mamãe."
Eu tentei resistir ao sentir meu filho apontar a ponta da pica dele pra minha buceta, gritei que aquilo era errado. que era antinatural, mas ele só riu e me disse:
"Cala a boca, mamãe, há 19 anos você me teve nas suas entranhas, agora vai me ter de novo dentro e, com certeza, dessa vez você vai gostar mais, vou meter até o fundo, sua puta."
Ele apertou com força e me perfurou, não consegui resistir às investidas da rola dele na minha buceta, ele fodia como um touro de briga, não se cansava de foder e foder, as investidas eram cada vez mais fortes e o idiota do meu marido não fazia nada pra impedir que meu filho me fodesse bem na cara dele.
O único homem que eu tinha conhecido era meu marido, e tenho que dizer que a gente transava uma vez por semana, com a luz apagada e na posição missionária, naquela mesma posição era agora meu filho que me fodia com um ímpeto próprio de um jovem como ele, e já não tenho medo de admitir que ele fodava melhor que o pai, era errado, mas meu corpo não conseguia evitar sentir prazer toda vez que a rola pulsante do meu filho enchia minhas entranhas por completo.
"Sim, você vai me partir ao meio com esse tronco seu."
Eu tinha a rola do meu filho cravada até o fundo na minha buceta molhada de puta safada, eu estava por baixo, de pernas bem abertas, e meu filho por cima, me fodendo bem fodida, metendo e tirando a rola de coelho uma e outra vez, me fodendo do melhor jeito que sabia, e ele sabia fazer muito bem.
"Sim, me fode, sou sua puta."
Eu gritava como uma puta barata, com os olhos quase fechados e a língua pra fora, babando de tesão, totalmente safada, com a buceta encharcada e o pau do meu filho entrando e saindo da minha rachinha com total facilidade.
Quando ele percebeu que eu colaborava, tirou as algemas e se colocou por baixo, sem me dizer nada, eu sentei na rola dele e meti até sentir os ovos dele batendo na minha vulva, nessa posição comecei a cavalgar em cima do meu filho de pernas abertas como uma louca, meus peitos subiam e desciam no ritmo das investidas, com o impotente do meu marido olhando do chão como o próprio filho fodava a esposa dele.
Eu agarrei na cabeceira e gozei como uma puta, depois me apoiei na parede e ali ele continuou me fodendo como um louco, meus peitos batiam na parede e eu gritava como uma puta sem me importar com o que os vizinhos pensariam.
Eu estava tão tesuda que nem reconheci as palavras que saíram da minha boca, muito menos o pobre do meu marido.
"Pelo cu, filho, agora, mete no meu cu, quero sentir esse pauzão teu no meu cu inteiro, por favor"
"Muito bem, mamãe, como você quiser, PELO CU!"
Nunca tinham me dado por ali, meu filho me colocou na cama de novo de quatro e depois de lamber meu cu com uma perícia incrível, meteu o pau no meu cu sem perder um segundo.
"É isso, amor, me dá teu pau, quero ele bem dentro, tudo dentro, destrói meu cu"
Eu gritava como uma louca enquanto o pau do meu filho perfurava meu cu sem piedade pela mãe dele.
"Você quer que eu te coma no cu?"
"ENTÃO VOU TE COMER NO CU, PUTA MERDA"
Meu filho me agarrou pelo cabelo, puxou com força para trás e imprimiu uma intensidade bestial na minha penetração anal, o pau do meu filho entrava e saía com violência e rapidez descomunais do meu cu.
Logo senti meu cu queimando e que ninguém mais conseguiria apagar aquilo.
E sem conseguir evitar, tive o primeiro orgasmo da minha vida com o pau do meu filho cravado até o fundo no meu cu
Arregalando os olhos e a boca, soltando uns uivos de prazer tão brutais que até as paredes da minha casa tremeram de susto. Meu menino, por sua vez, tirou o pau do buraco do meu cu e com uma ferocidade incrível, me virou de novo até me deixar de joelhos, esmagada, na frente dele.
"Abre a boca, puta, que vou te dar de beber"
Eu obedeci sem reclamar e um segundo depois, meu filho meteu o pau na minha boca, até o fundo.
Engoli aquele tronco até onde consegui, então meu filho começou a foder minha boca, metendo e tirando o pau da minha boca uma e outra vez.
Não demorei a sentir como um imparável Um jato de porra quente inundou minha boca e minha garganta, e pra finalizar, meu filho bateu com o pau na minha cara umas três ou quatro vezes, sacudindo as últimas gotas de porra.
Olhei pra ele com sarcasmo, toda melada, depois passei a língua com gosto, engolindo toda a porra que dava, e aí comecei a limpar o pau do meu filho com a língua até deixar ele brilhando e limpinho, sem ele precisar falar nada.
Depois beijei ele, não como uma mãe beija um filho, mas como se beija um amante, como se beija um amante que te deu a melhor foda da sua vida. Meu marido entendeu o que tinha rolado e saiu do quarto sem olhar na nossa cara, foi embora de casa e dois dias depois chegou a carta do advogado dele pedindo o divórcio. Ele nos pegou na cama, eu e meu filho, fodendo como loucos, aproveitando a enrabada do meu filho. Me dar o cu era o que eu mais gostava, me sentir a puta dele, a escrava dele. Meu cu era dele pra foder quando quisesse, e ele queria pra caralho.
Meu filho não precisou mais me ameaçar com as fotos. Viramos amantes. Era eu que pedia pra ele me foder e me dar no cu. Adorava sentir a carga das bolas dele escorrendo quente pela minha garganta antes de ir trabalhar.
Sou a puta do meu filho e adoro isso.
Como já disse, um dos meus traços mais marcantes é minha inegável firmeza, principalmente em assuntos relacionados a sexo. Mal deixava meu filho sair de casa nos fins de semana, talvez isso seja em parte o motivo da rebeldia absurda dele.
Os problemas mais sérios, e que têm a ver com o que vou contar, aconteceram há mais de 2 meses. Meu filho vivia me roubando dinheiro, a mim e ao pai, e um dia, revirando nosso quarto de casal, encontrou algo que eu achava que não existia mais: umas fotos minhas pelada que meu marido tirou há muitos anos, na nossa lua de mel — primeira e última vez que me deixei levar pelos efeitos do álcool. O caso é que eu achava que meu marido tinha jogado fora, como mandei, mas vi que não era assim quando, depois de uma briga com meu filho porque ele tinha passado 3 dias sem ir pra aula, ele jogou as fotos na mesa durante o almoço.
"É curioso, mãe, que sendo tão recatada e frígida com sexo, você tenha tirado umas fotos dessas."
Eu me senti muito envergonhada. Tentei repreendê-lo, tanto eu quanto o pai, mas Jorge estava fora de controle, e o sem-vergonha queria aproveitar a sorte grande.
"Nada de 'mas', tenho cópias dessas fotos e também guardei no meu computador. De nada adianta você rasgá-las. A partir de agora, as coisas vão mudar aqui. Estou farto das suas regras e das suas merdas, mãe. Agora quem manda aqui sou eu."
Fiquei possessa, mas ele me venceu quando ameaçou encher as ruas com minhas fotos pelada, desde o colégio dele até meu local de trabalho. Eu sabia que era meu filho, mas também sabia que era um mimado capaz disso e de mais, muito mais.
"Olha só, mãe, como só me deixa sair de casa, só vi uma mulher nua nos meus 19 anos e já tá na hora disso mudar, de agora em diante você vai ficar o dia inteiro em casa pelada, não é uma novinha mas pra sua idade você é bem gostosa pra foder".
As palavras do meu filho me deixaram chocada, que porco que eu criei, ele era muito pior do que eu imaginava e ia me fazer pagar caro pela minha rigidez com ele, sabia que não tinha escolha então ali mesmo, na frente do meu marido, comecei a me despir até ficar completamente nua, me sentia terrivelmente humilhada e envergonhada mas meu filho estava adorando aquilo como um louco.
"Vamos mãe, pra você não se sentir envergonhada eu também vou ficar o dia inteiro pelado, papai pode fazer o que quiser, não me importo"
Dito isso ele também tirou toda a roupa sem nenhuma vergonha e na minha frente ficou exposto o pau dele, uma ferramenta que eu não via há muitos anos e que tenho que admitir que me surpreendeu não pelo tamanho mas pela grossura, o dobro da do meu marido.
Passaram-se vários dias assim, eu andava nua pela casa com a esperança de encontrar as cópias das minhas fotos e poder acabar com tudo aquilo, mas pra minha infelicidade as humilhações do meu filho tinham só começado.
Uma noite de sexta, meu filho ficou em casa com a gente vendo um filme, quando terminou começou um filme pornô que eu rapidamente tirei, não permitia esse tipo de coisa na minha casa, nem filmes que tivessem cenas de cama.
Meu filho me chamou a atenção e disse que a partir daquele momento pornô era permitido em casa, colocou o filme de novo onde mostrava uma loira jovem chupando até o talo o pau de um homem negro.
Pra minha vergonha pude ver como o pau do meu filho começava a crescer, o safado começou a se tocar suavemente com os pais ali mesmo, sem nenhum pudor começou a fazer uma punheta de campeonato que terminou em 5 minutos com uma gozada em toda a mesinha da sala.
O porco do meu filho riu e mandou eu limpar, disse que ia dormir.
Os dias passaram, ele não se contentava mais com a gente andando pelado, também batia punheta quando queria, na minha frente ou na do pai dele, como se fosse o dono da casa. Uma noite, reclamei do comportamento dele e foi aí que começou o pior.
"Porco, para de bater punheta, você fica o dia inteiro nessa merda."
Jorge ficou puto pra caralho, disse pra eu não encher o saco dele se não quisesse que minhas fotos pelada espalhassem pela cidade inteira. O filho da puta sabia que eu era uma mulher de reputação impecável e que isso importava pra caralho pra mim.
Mas Jorge não se acalmou e me xingou.
"Tô de saco cheio de você, mãe. Não quer que eu bata punheta? Então vai ser você quem vai bater pra mim. Vem aqui e chupa minha pica, mãe."
Meu sangue gelou. Meu marido não aguentou mais e partiu pra cima do Jorge, mas ele era um garoto forte e atlético, acertou o pai na barriga e jogou ele no chão.
"Qual é, pai? Não quer ver sua esposa chupando minha pica? Então vai dormir ou fica aqui pra ver ela me mamar, mas não enche o saco, senão vou te encher de porrada, seu otário."
"Vem, mãe. Sei que você é uma puta de uma conservada, mas é fácil. Fica aqui de joelhos, abre a boca e chupa minha pica como se fosse um picolé de morango daqueles que você tanto gosta."
O porco do meu filho não tinha limites. Ele tinha batido no pai, tava no controle, e sabia disso. Se eu tomasse alguma atitude contra ele, virava fofoca na cidade inteira. Não tinha outra escolha, por mais que me revirasse o estômago ter que chupar o pau do meu próprio filho — algo que nunca tinha feito com homem nenhum.
Avancei e fiquei de joelhos na frente do meu filho sorridente. Sem dizer uma palavra, peguei a pica que ele me oferecia e enfiei na boca.
"Aaah, siiiim, gostei, mãe. Você manda muito bem", meu filho gemeu enquanto eu chupava a pica dele com a maior profissionalidade que consegui mostrar.
Tava concentrada no meu trabalho de chupação quando meu marido que ainda estava no chão depois do golpe que meu filho deu, ele se levantou e, vendo que ela estava chupando a pica do meu filho como eu nunca quis fazer com ele, foi para o nosso quarto com lágrimas nos olhos, me vendo ali com a pica do nosso filho enterrada na minha boca.
Acho que pra meu filho foi um dos melhores dias da vida dele, ter a mãe ali, prostrada na frente dele, chupando a pica com gula como se fosse um delicioso manjar.
Eu alternava as chupadas longas com lambidas, deslizando a língua por toda a superfície da pica ereta, sem esquecer das bolas inchadas do meu filho.
Meu filho não aguentou mais e explodiu num orgasmo violento e poderoso, enchendo minha boca de esperma. Me pegou de surpresa e tentei me afastar, mas ele me obrigou a manter a boca com a pica dele dentro.
"Engole tudo, mãe, você me deu seu leite quando eu era pequeno e agora eu fodo você com o meu, engole tudo como se fosse uma mamadeira, haha"
Não tive escolha e, com muito nojo, engoli tudo que pude, mas depois tive que abrir a boca, deixando o sêmen escorrer entre meus lábios vermelhos, caindo como torrentes viscosas no meu pescoço e nos meus peitos.
Quando meu filho terminou de gozar, eu estava com a cara cheia de esperma. Ele me ordenou que limpasse a pica dele, e eu coloquei de novo na boca, ainda pulsando, lambendo até deixar limpa e brilhante.
Chupar a pica do meu filho tinha sido demais, mas algo me dizia que não seria a única coisa que ele me faria fazer.
Por mais dois dias, ele se contentou em bater uma na minha frente, até que uma noite, enquanto eu e o pai dele dormíamos, ele entrou no quarto e nos acordou gritando.
"Chupa minha pica, mãe, come minha pica, faz um boquete ou eu explodo"
Meu marido não sabia o que fazer, e eu também não. Ele subiu na cama e empurrou meu filho, jogando ele no chão.
"Fica no chão até eu terminar de foder sua mulher na sua própria cama, seu corno frouxo, hahaha."
Meu marido, totalmente humilhado, ficou no chão enquanto eu não tive outra opção a não ser... Abri a boca desmedidamente e enfiei a pica do meu filho bem fundo, diante dos olhos do pai dele.
Depois, depois de babar ela toda, lamber e saborear à vontade, comecei a chupar.
"Quero que você seja minha putinha, que se comporte como tal, então é melhor falar umas sacanagens."
Não bastava eu chupar a pica dele, ele queria que eu mostrasse prazer diante de tamanha aberração, não tive escolha a não ser aceitar.
Com a pica do meu filho na boca, levantei o olhar, tirei o pau do meu menino de entre os lábios e falei:
"Mmm… Adoro sua pica, querido, tem um gosto tão, tão bom… ahhh… mal posso esperar pra você gozar na minha boca", e continuei chupando.
Pra falar a verdade, por incrível que pareça, tava começando a gostar. O toque macio da pica do meu filho na minha língua, o gosto da pica dele e do esperma, sentir as veias da pica do meu filho entre meus lábios era algo que não me desagradava tanto, e isso me fazia sentir suja e culpada.
Minha boca sugou com força a pica do meu filho, chupando tão bem que logo o deixei na minha mercê. Minha língua se concentrou em lamber a ponta da glande do meu filho, suavemente, mas sem parar.
Meu filho não demorou a gozar, soltando um jato poderoso de esperma que foi parar direto dentro da minha boca aberta, que já tava esperando ansiosa.
Engoli tudo que pude e deixei o resto escorrer obscenamente pra fora da minha boca. Meu filho me chamava de putinha com a pica já saindo, enquanto contemplava extasiado minha cara escorrendo de esperma, cheia de fios de porra pendurados lascivamente no meu queixo, lábios, orelhas e nariz.
Primeiro, limpei meu rosto como pude com as mãos, e depois senti meu filho me algemando na cabeceira da cama e se deitando sobre mim, enquanto meu filho continuava sem fazer nada.
"Agora você vai ser minha putinha submissa, mamãe."
Eu tentei resistir ao sentir meu filho apontar a ponta da pica dele pra minha buceta, gritei que aquilo era errado. que era antinatural, mas ele só riu e me disse:
"Cala a boca, mamãe, há 19 anos você me teve nas suas entranhas, agora vai me ter de novo dentro e, com certeza, dessa vez você vai gostar mais, vou meter até o fundo, sua puta."
Ele apertou com força e me perfurou, não consegui resistir às investidas da rola dele na minha buceta, ele fodia como um touro de briga, não se cansava de foder e foder, as investidas eram cada vez mais fortes e o idiota do meu marido não fazia nada pra impedir que meu filho me fodesse bem na cara dele.
O único homem que eu tinha conhecido era meu marido, e tenho que dizer que a gente transava uma vez por semana, com a luz apagada e na posição missionária, naquela mesma posição era agora meu filho que me fodia com um ímpeto próprio de um jovem como ele, e já não tenho medo de admitir que ele fodava melhor que o pai, era errado, mas meu corpo não conseguia evitar sentir prazer toda vez que a rola pulsante do meu filho enchia minhas entranhas por completo.
"Sim, você vai me partir ao meio com esse tronco seu."
Eu tinha a rola do meu filho cravada até o fundo na minha buceta molhada de puta safada, eu estava por baixo, de pernas bem abertas, e meu filho por cima, me fodendo bem fodida, metendo e tirando a rola de coelho uma e outra vez, me fodendo do melhor jeito que sabia, e ele sabia fazer muito bem.
"Sim, me fode, sou sua puta."
Eu gritava como uma puta barata, com os olhos quase fechados e a língua pra fora, babando de tesão, totalmente safada, com a buceta encharcada e o pau do meu filho entrando e saindo da minha rachinha com total facilidade.
Quando ele percebeu que eu colaborava, tirou as algemas e se colocou por baixo, sem me dizer nada, eu sentei na rola dele e meti até sentir os ovos dele batendo na minha vulva, nessa posição comecei a cavalgar em cima do meu filho de pernas abertas como uma louca, meus peitos subiam e desciam no ritmo das investidas, com o impotente do meu marido olhando do chão como o próprio filho fodava a esposa dele.
Eu agarrei na cabeceira e gozei como uma puta, depois me apoiei na parede e ali ele continuou me fodendo como um louco, meus peitos batiam na parede e eu gritava como uma puta sem me importar com o que os vizinhos pensariam.
Eu estava tão tesuda que nem reconheci as palavras que saíram da minha boca, muito menos o pobre do meu marido.
"Pelo cu, filho, agora, mete no meu cu, quero sentir esse pauzão teu no meu cu inteiro, por favor"
"Muito bem, mamãe, como você quiser, PELO CU!"
Nunca tinham me dado por ali, meu filho me colocou na cama de novo de quatro e depois de lamber meu cu com uma perícia incrível, meteu o pau no meu cu sem perder um segundo.
"É isso, amor, me dá teu pau, quero ele bem dentro, tudo dentro, destrói meu cu"
Eu gritava como uma louca enquanto o pau do meu filho perfurava meu cu sem piedade pela mãe dele.
"Você quer que eu te coma no cu?"
"ENTÃO VOU TE COMER NO CU, PUTA MERDA"
Meu filho me agarrou pelo cabelo, puxou com força para trás e imprimiu uma intensidade bestial na minha penetração anal, o pau do meu filho entrava e saía com violência e rapidez descomunais do meu cu.
Logo senti meu cu queimando e que ninguém mais conseguiria apagar aquilo.
E sem conseguir evitar, tive o primeiro orgasmo da minha vida com o pau do meu filho cravado até o fundo no meu cu
Arregalando os olhos e a boca, soltando uns uivos de prazer tão brutais que até as paredes da minha casa tremeram de susto. Meu menino, por sua vez, tirou o pau do buraco do meu cu e com uma ferocidade incrível, me virou de novo até me deixar de joelhos, esmagada, na frente dele.
"Abre a boca, puta, que vou te dar de beber"
Eu obedeci sem reclamar e um segundo depois, meu filho meteu o pau na minha boca, até o fundo.
Engoli aquele tronco até onde consegui, então meu filho começou a foder minha boca, metendo e tirando o pau da minha boca uma e outra vez.
Não demorei a sentir como um imparável Um jato de porra quente inundou minha boca e minha garganta, e pra finalizar, meu filho bateu com o pau na minha cara umas três ou quatro vezes, sacudindo as últimas gotas de porra.
Olhei pra ele com sarcasmo, toda melada, depois passei a língua com gosto, engolindo toda a porra que dava, e aí comecei a limpar o pau do meu filho com a língua até deixar ele brilhando e limpinho, sem ele precisar falar nada.
Depois beijei ele, não como uma mãe beija um filho, mas como se beija um amante, como se beija um amante que te deu a melhor foda da sua vida. Meu marido entendeu o que tinha rolado e saiu do quarto sem olhar na nossa cara, foi embora de casa e dois dias depois chegou a carta do advogado dele pedindo o divórcio. Ele nos pegou na cama, eu e meu filho, fodendo como loucos, aproveitando a enrabada do meu filho. Me dar o cu era o que eu mais gostava, me sentir a puta dele, a escrava dele. Meu cu era dele pra foder quando quisesse, e ele queria pra caralho.
Meu filho não precisou mais me ameaçar com as fotos. Viramos amantes. Era eu que pedia pra ele me foder e me dar no cu. Adorava sentir a carga das bolas dele escorrendo quente pela minha garganta antes de ir trabalhar.
Sou a puta do meu filho e adoro isso.
37 comentários - Sou a puta do meu filho e adoro
http://www.todorelatos.com/relato/34426/
Saludos
🤤
entonces poné de dónde los sacás.... 😩
Saludos desde Mexico
WTS??????????
Donde se junta la gente del imperio con CAM... exclusivo para rio cuarto... disfrutalo ya !!![/b]
Esto es una perrada
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aparte para mi q su mama estaba buenisim¡¡¡:F
wa yo del padre voy a la cocina busco un cuchillo y le corto la polla al cabron de mi hijo para que aprenda