Continuo ressurgindo....
A mesma história com outro título, sem pretensão de ofender ninguém... pelo contrário!Amor (NÃO) Internacional
Isso aconteceu comigo há algumas semanas, na verdade foi minha última experiência sexual prazerosa (há pouco tempo tive outra, mas daquelas que a gente prefere esquecer, por isso não vou falar sobre ela).
Conheci esse personagem lindo numa festa, ele se aproximou e fiquei intrigada na hora com o sotaque estranho dele falando nosso idioma. Não era daqui, era divino e falava um inglês quase perfeito. Não precisou de muito mais para me conquistar. Naquela noite só rolou uma conversa, mas eu sabia que nosso encontro não ia ficar esquecido.
E foi assim. Saí mais umas 4 vezes com ele.
As mais interessantes foram sem dúvida a 2ª e a 4ª. A 3ª, por meu azar, chegou a Tia Irma (leia-se: síndrome hormonal feminina) bem no dia que finalmente íamos transar. Foi gostosa, mas sem detalhes que se destaquem.
Agora sim, continuo.
2ª
Praça Itália. Frio. 2 latas de cerveja.
Por causa do congelamento, decidimos nos refugiar numa famosa (mas não a mais famosa) lanchonete. Subimos as escadas para o andar de cima e no último box nos sentamos. Não tinha ninguém, estávamos praticamente sozinhos, exceto por uma mesa ocupada por outro casal, mas nem ligamos.
Que beijos gostosos esse menino dava, tinha lábios macios, suculentos e carnudos. Tão, mas tão gostosos que me excitei. Nossa temperatura começou a subir uns graus aos poucos, já estávamos com as pernas enroscadas, os braços nos envolvendo, as mãos apertando.
Decidimos desacelerar um pouco, ele tinha que ir, mas eu já estava molhada o suficiente para que qualquer simples roçada da calça manifestasse na minha expressão uma vontade danada de transar.
Levantamos. Bom, ele já estava de pé há um bom tempo. Não teve ideia melhor do que me abraçar por trás e encostar o pau duro em mim. Isso me ACABA! Naquele instante, quando me encostam por trás, não respondo mais por mim, me transformo num simples órgão sexual que só quer sentir algo dentro.
Ele me propôs nos trancarmos num banheiro, minha teen interna Fascinou-se pela ideia e eu topei na hora. Que sensação gostosa esse medo de ser descoberto. Aumenta a umidade. Enquanto nossos braços continuavam se enrolando e nossas mãos tocando, acariciando e apertando o que estivesse mais perto; dessa vez em outra posição, em outro lugar, mas o mesmo calor, entravam homens (sim, tudo rolava no box do meio do banheiro masculino do Burger King da Plaza Italia, se forem lá, podem lembrar de mim). Uma das mãos dele na minha boca, como se a amordaçasse pra que meus gemidos não fossem ouvidos, enquanto a outra mão passeava pela minha entreperna, sentindo a umidade e ao mesmo tempo aumentando ela. Os dedos macios dele me fizeram gozar num tesão gostoso pra caralho. Me agachei e era a vez dele de aproveitar agora (claro que, como já escrevi em algum outro momento, sou amante dessa atividade, então não era só ele que ia curtir, eu continuava). Não precisei desabotoar a calça dele porque ele já tinha feito antes, óbvio. Devagarzinho comecei a percorrer com a língua, sem deixar um milímetro sem meu salive. Com a boca cheia d'água já, aumentei o ritmo e deixei ele voar. Percebi como ele decolou e a frase dele "how do you do it?" me confirmou isso.
4ª
Hostel. Comida. Vinho tinto. (Special) Brownies. Flores e Bong. Combo excelente, especialmente pro que veio depois: Ducha quentinha. Assim que nos despimos completamente, entramos debaixo da água quente (não mais do que nós) que caía em forma de chuva. Queria pular todo o preâmbulo e ir direto ao que mais diverte, mas tenho duas coisas pra esclarecer: 1. beijar debaixo do chuveiro é maravilhoso. Pura paixão, a água se misturando com os lábios, as línguas. Sensação divina. e... 2. Se beijar debaixo do chuveiro é maravilhoso, deveria dizer maravilhosíssimo pra descrever chupar. Sentir a chuva no rosto enquanto minha língua brincava com o pau judeu dele foi puro prazer. Depois de um bom tempo de preliminares, pensei que finalmente ia Chegou a hora de transar (lembrando que até agora nunca tínhamos feito isso), mas não. Ela escolheu pular uma etapa.
Me virou de costas, braços esticados, mãos tocando os azulejos que estavam frios e que, com o contraste da água quente, me davam arrepios. Começou devagar, num ritmo super lento, entrando aos poucos, e depois meu corpo sozinho começou a pedir mais. Foi a primeira vez dela fazendo um Booty (coisa que descobri depois) e, por sorte, não só não deu pra perceber, como foi super gostoso pra inexperiência dela e minha abstinência.
Assim, pelados, molhados e enrolados numa toalha, subimos até o quarto dela. Deitei na cama dela, ela tirou minha toalha e começou a passear a língua pelo meu corpo. Relaxei demais, fazia um tempão que eu não recebia uma chupadinha (tão deliciosa).
E aí sim chegou o momento, ela retomou o passo que tinha pulado. Uma transa foda, onde ela mostrou suas habilidades, até me colocar na posição de cowgirl e eu cavalgá-la.
Assim, pelados, molhados e agora sem toalha, a gente dormiu.
Dia seguinte
Um matinal pra acordar de vez, curto, mas gostoso, uma bela recarga de energia e bom humor pra começar o dia.
Fui embora. Ela foi embora. Não nos vimos mais.Espero que vocês tenham gostado, se sim, comentem que é gostoso receber comentários e mensagens privadas!!
Abraços pra todo mundo!
A mesma história com outro título, sem pretensão de ofender ninguém... pelo contrário!Amor (NÃO) Internacional
Isso aconteceu comigo há algumas semanas, na verdade foi minha última experiência sexual prazerosa (há pouco tempo tive outra, mas daquelas que a gente prefere esquecer, por isso não vou falar sobre ela).
Conheci esse personagem lindo numa festa, ele se aproximou e fiquei intrigada na hora com o sotaque estranho dele falando nosso idioma. Não era daqui, era divino e falava um inglês quase perfeito. Não precisou de muito mais para me conquistar. Naquela noite só rolou uma conversa, mas eu sabia que nosso encontro não ia ficar esquecido.
E foi assim. Saí mais umas 4 vezes com ele.
As mais interessantes foram sem dúvida a 2ª e a 4ª. A 3ª, por meu azar, chegou a Tia Irma (leia-se: síndrome hormonal feminina) bem no dia que finalmente íamos transar. Foi gostosa, mas sem detalhes que se destaquem.
Agora sim, continuo.
2ª
Praça Itália. Frio. 2 latas de cerveja.
Por causa do congelamento, decidimos nos refugiar numa famosa (mas não a mais famosa) lanchonete. Subimos as escadas para o andar de cima e no último box nos sentamos. Não tinha ninguém, estávamos praticamente sozinhos, exceto por uma mesa ocupada por outro casal, mas nem ligamos.
Que beijos gostosos esse menino dava, tinha lábios macios, suculentos e carnudos. Tão, mas tão gostosos que me excitei. Nossa temperatura começou a subir uns graus aos poucos, já estávamos com as pernas enroscadas, os braços nos envolvendo, as mãos apertando.
Decidimos desacelerar um pouco, ele tinha que ir, mas eu já estava molhada o suficiente para que qualquer simples roçada da calça manifestasse na minha expressão uma vontade danada de transar.
Levantamos. Bom, ele já estava de pé há um bom tempo. Não teve ideia melhor do que me abraçar por trás e encostar o pau duro em mim. Isso me ACABA! Naquele instante, quando me encostam por trás, não respondo mais por mim, me transformo num simples órgão sexual que só quer sentir algo dentro.
Ele me propôs nos trancarmos num banheiro, minha teen interna Fascinou-se pela ideia e eu topei na hora. Que sensação gostosa esse medo de ser descoberto. Aumenta a umidade. Enquanto nossos braços continuavam se enrolando e nossas mãos tocando, acariciando e apertando o que estivesse mais perto; dessa vez em outra posição, em outro lugar, mas o mesmo calor, entravam homens (sim, tudo rolava no box do meio do banheiro masculino do Burger King da Plaza Italia, se forem lá, podem lembrar de mim). Uma das mãos dele na minha boca, como se a amordaçasse pra que meus gemidos não fossem ouvidos, enquanto a outra mão passeava pela minha entreperna, sentindo a umidade e ao mesmo tempo aumentando ela. Os dedos macios dele me fizeram gozar num tesão gostoso pra caralho. Me agachei e era a vez dele de aproveitar agora (claro que, como já escrevi em algum outro momento, sou amante dessa atividade, então não era só ele que ia curtir, eu continuava). Não precisei desabotoar a calça dele porque ele já tinha feito antes, óbvio. Devagarzinho comecei a percorrer com a língua, sem deixar um milímetro sem meu salive. Com a boca cheia d'água já, aumentei o ritmo e deixei ele voar. Percebi como ele decolou e a frase dele "how do you do it?" me confirmou isso.
4ª
Hostel. Comida. Vinho tinto. (Special) Brownies. Flores e Bong. Combo excelente, especialmente pro que veio depois: Ducha quentinha. Assim que nos despimos completamente, entramos debaixo da água quente (não mais do que nós) que caía em forma de chuva. Queria pular todo o preâmbulo e ir direto ao que mais diverte, mas tenho duas coisas pra esclarecer: 1. beijar debaixo do chuveiro é maravilhoso. Pura paixão, a água se misturando com os lábios, as línguas. Sensação divina. e... 2. Se beijar debaixo do chuveiro é maravilhoso, deveria dizer maravilhosíssimo pra descrever chupar. Sentir a chuva no rosto enquanto minha língua brincava com o pau judeu dele foi puro prazer. Depois de um bom tempo de preliminares, pensei que finalmente ia Chegou a hora de transar (lembrando que até agora nunca tínhamos feito isso), mas não. Ela escolheu pular uma etapa.
Me virou de costas, braços esticados, mãos tocando os azulejos que estavam frios e que, com o contraste da água quente, me davam arrepios. Começou devagar, num ritmo super lento, entrando aos poucos, e depois meu corpo sozinho começou a pedir mais. Foi a primeira vez dela fazendo um Booty (coisa que descobri depois) e, por sorte, não só não deu pra perceber, como foi super gostoso pra inexperiência dela e minha abstinência.
Assim, pelados, molhados e enrolados numa toalha, subimos até o quarto dela. Deitei na cama dela, ela tirou minha toalha e começou a passear a língua pelo meu corpo. Relaxei demais, fazia um tempão que eu não recebia uma chupadinha (tão deliciosa).
E aí sim chegou o momento, ela retomou o passo que tinha pulado. Uma transa foda, onde ela mostrou suas habilidades, até me colocar na posição de cowgirl e eu cavalgá-la.
Assim, pelados, molhados e agora sem toalha, a gente dormiu.
Dia seguinte
Um matinal pra acordar de vez, curto, mas gostoso, uma bela recarga de energia e bom humor pra começar o dia.
Fui embora. Ela foi embora. Não nos vimos mais.Espero que vocês tenham gostado, se sim, comentem que é gostoso receber comentários e mensagens privadas!!
Abraços pra todo mundo!
5 comentários - uma fodida gostosa
También me gusto las vueltas para decir Burger y después relatando la escena del baño no te importo mas nada 😀 y otro detalle fué el \"judío miembro\" 😃 me causó gracia.
Muy buen relato... a ver cuando formo parte de uno 😉
😀 😀 😀