Por uma mutação genética, um garoto cresce tendo uma buceta que é alimentada pelos paus da família dele.
— Senhores Menéndez, as anomalias do estudo genético deram resultados um pouco fora do comum… — Disse o médico, ajustando os óculos enquanto entregava o documento. — É um caso a cada 2.500 pessoas. — Os dois pais se olharam confusos.
Abraham e Teodoro Menéndez eram pais de três jovens muito saudáveis. A vida era feliz e eles se sentiam realizados. Com a quarta gravidez de Teodora, previam que finalmente teriam a primeira filha. No entanto, os estudos mostraram que o bebê nascido era geneticamente um menino forte e saudável, mas com uma condição que alarmou todo mundo no centro cirúrgico: o bebê cresceria para se tornar fisiologicamente um garoto, mas seus genitais se pareciam mais com os de uma menina. Por mais que tentassem achar uma solução, não conseguiriam esconder as tendências masculinas no desenvolvimento do moleque. Aprenderam a viver com um filho que tinha uma buceta no lugar de um pau.
— Mateus, cuidado! — soou antes que uma bola acertasse a cabeça dele. O jovem de não mais que 13 anos caiu atordoado. Os irmãos mais velhos correram pra ajudar, e um deles se desculpou, tentando amenizar o acidente.
— Não tem problema, já tô bem — o adolescente sorriu, e os irmãos retribuíram antes de voltar a jogar futebol.
Mateus era o caçula da Família Menéndez. O Senhor Menéndez tinha o título de Patriarca da casa, com 45 anos. A esposa dele, Teodora, mal tinha 43, e tinham formado uma família modelo. O primeiro filho era Abraham Jr., um jovem muito bonito e másculo, com 25 anos. O segundo era Rick, com 23 anos, já tinha um título muito importante em nível nacional. O terceiro era Benjamin, com 20 anos, o universitário rebelde, mas de bom coração. Todo mundo os via como uma linda família, eram muito queridos na vizinhança.
Mateus era mais um homem da família. Nunca se sentiu diferente dos seus. irmãos e sempre mostrou tendências masculinas. Na puberdade, receitou um medicamento à base de testosterona que ajudou muito na autoestima dele, agora era completamente um homem. No meio da pré-adolescência, as mudanças se tornaram mais frequentes e de certa forma ele foi descobrindo muito mais sobre o próprio corpo, mas foi só quando veio a primeira menstruação que todas essas mudanças se intensificaram.
Com o primeiro sangramento, os familiares dele assumiram uma postura muito mais protetora, essas mudanças tinham enfraquecido um pouco o corpo do Mateo e o médico proibiu as brincadeiras mais brutas que ele costumava ter com os irmãos mais velhos. A mãe dele, muito compreensiva, ajudou a lidar com a situação, mas ele precisava parar de tomar a testosterona por um tempo. Depois de tanto tempo, a condição dele era totalmente desconhecida e a adolescência poderia mudar muitas coisas.
— Ei! Preciso mijar urgente — Rick batia desesperado na porta do banheiro, Mateo mal tinha se ensaboado e congelou ao ouvir o irmão. — Vou ser rápido, só vira de costas — Mateo deixou ele entrar e logo o irmão começou a mijar. Enquanto Mateo passava o sabão pela pele, percebeu como se arrepiou ao ver, inconscientemente, o irmão mijando em pé. Ficou se perguntando quão diferentes eles eram se ele também era um homem, os dedos dele tocaram superficialmente a própria buceta cheia de sabão, sentindo uma corrente quente naquela área.
Enquanto continuava no chuveiro, observou através do vidro o irmão se sacudindo de costas, o som da urina caindo batendo no vaso. Mateo saiu do chuveiro enquanto Rick ainda esvaziava a bexiga. Tentou sair silenciosamente, mas não contou que a toalha quase caiu, por sorte o irmão pegou no ar enquanto se virava até ficar de frente para ele.
— Desculpa… — Mateo baixou o olhar e se surpreendeu ao ver o pau duro do irmão apontando para ele, sentiu uma mistura de vergonha e curiosidade, primeira Pela primeira vez na vida, ele via uns genitais masculinos e descobriu que eram totalmente diferentes dos seus. Rick também baixou o olhar para ver a bucetinha do irmão mais novo, se surpreendeu ao ver como era pequena e lisinha, isso fez o pau dele dar um pulo, os dois ficaram paralisados se olhando.
— Nunca tinha te visto… — Rick tentou quebrar o silêncio, foram uns segundos muito longos para os dois.
— Eu também não… — os olhares se conectaram na hora, Rick segurou o próprio pênis inconscientemente e puxou a cueca toda pra baixo.
— Quer ver de perto? — disse antes de se aproximar devagar do irmão mais novo, Mateo assentiu olhando o pau do irmão se aproximar, ficou completamente hipnotizado vendo ele balançar em cima das bolas peludas. — Posso tocar aí? — Mateo assentiu enquanto o irmão estava na frente dele, os dedos de Rick desceram até roçar a virilha dele, causando uma sensação quente, o irmão abriu a boca deixando cair um pouco de saliva nos dedos enquanto continuava tocando ele.
O calor de Rick cobria o corpo dele e o pau a centímetros dele o fazia tremer, os dedos tocavam os lábios da bucetinha virgem e depois de um tempo ele começava a ofegar, com as mãos quentes abraçou o irmão mais velho pelos ombros enquanto ele continuava masturbando ele, com essa aproximação Rick aproveitou para cuspir mais saliva nas mãos, mas dessa vez passou no pau pulsante dele.
Mateo fechou os olhos abraçando o irmão, Rick abriu mais as pernas do irmãozinho e apontou o pau para a virilha dele, primeiro passou de cima pra baixo substituindo os dedos pela ponta da pica. O contraste era lindo, a bucetinha do adolescente era rosadinha e molhada enquanto o pau do irmão era escuro e um pouco grosso, Mateo sentia o pau dele deslizando sobre a bucetinha mas teve medo de parar aquele momento.
Depois de tanta roçada, Rick apontou pro buraquinho virgem do irmãozinho, ainda sem entrar sentia o Calor na ponta do pau dele.
— Me deixa entrar? — essa pergunta ecoou por alguns segundos na mente de Mateo, ele sentiu o pau do irmão roçando sua entreperna e desejou mais.
Sem resposta, Rick moveu a mão pra guiar a rola dura dele até a buceta molhada de Mateo, o pau era grande e queria entrar naquele buraquinho tão pequeno e virgem, queria desvirgar a xereca do irmão mais novo. Mateo tapou a boca com as duas mãos enquanto deixava o irmão forçar a bocetinha dele. No começo foi bem difícil e custou pra cabeça entrar, o jovem teve que aguentar a dor enquanto o irmão continuava tentando penetrá-lo, logo a cabeça do pau desapareceu dentro da pele de Mateo, que se mordeu ao sentir cada centímetro da pica do irmão entrando.
Rick ofegou ao sentir as bolas dele encostarem nas pernas lisas do irmão, tava metendo tudo no irmãozinho mais novo e adorava a sensação. Mateo soltou umas lágrimas e abraçou o irmão, que olhava meio confuso, o pau dele tava completamente dentro, a cavidade vaginal tava aberta por um pedaço grande, as pernas tremeram e isso tirou Rick do choque, que começou a se mexer.
O pau media uns 20 cm e centímetro por centímetro foi saindo da buceta do irmão até Mateo parar de tremer, foi aí que ele conseguiu começar a meter com mais liberdade, sabendo que a dor tava passando. Foi lento mas fundo, um sorriso se formou no rosto dele ao perceber que era o primeiro homem dentro daquela xotazinha novinha. A vista era uma obra de arte, tavam conectados, o pau escuro dele dentro daquela buceta avermelhada, o tesão tava a mil e ele começou a meter mais rápido, fazendo o mais novo soltar gemidos difíceis de segurar. Mateo sentia o pau do irmão abrindo as cavidades já dilatadas e começava a sentir o prazer do sexo.
— Querido, tá na hora do jantar — as batidas na porta congelaram os dois. No ato, a pica do Rick continuava dura enquanto a buceta do Mateo soltava líquidos ao redor do pau. As roçadas ficaram mais constantes e os dois se separaram com medo de serem descobertos. Depois de um tempo, ambos estavam vestidos, evitando contato visual um com o outro.
Rick olhou pra ele antes de sair rápido do banheiro. Por sorte, não tinha ninguém por perto e ele conseguiu evitar encontros constrangedores. Enquanto isso, Mateo ficou no banheiro tocando a flor recém-aberta, se surpreendeu um pouco com como se sentia naquele momento. Um fio de sangue indicou que agora ele tinha deixado a inocência pra trás e os prazeres do sexo se abriam de um jeito que ele nunca imaginou. O fato de ter sido o irmão dele quem o desvirginou foi um estopim no pensamento dele, ele só lembrava das sensações que aquilo causou e queria sentir de novo.
Com uma leve dor, saiu do banheiro e foi pro jantar numa boa. Rick também estava lá e agiu com normalidade o tempo todo, essa foi a parte que ele mais gostou. Desde aquele momento, ele soube que podia transar e seguir a vida numa boa, já ansiava por sentir de novo a buceta sendo aberta por um homem. Talvez a partir daquele momento, Mateo passou a olhar pros homens da família com outros olhos, sentia curiosidade e desejo.
Desde que se entende por gente, ele divide o quarto com o irmão mais velho. Abraham sempre foi muito protetor com ele e dava pra dizer que era o irmão favorito dele. Depois de semanas do ocorrido com Rick, eles não tinham tido um contato assim, só roçadas ocasionais ou olhares disfarçados. A maior parte do tempo ele passava com Abraham no quarto ou nas idas ao mercado que a mãe mandava. Mateo, aos poucos, começou a ver Abraham como homem e não só como irmão mais velho, vivia observando ele pra reparar nos detalhes. Abraham era o mais velho dos irmãos, com 25 anos, tinha barba que aparava toda semana e também era o mais alto de todos. Era atlético, mas tinha uma barriguinha cheia de pelos macios. do umbigo até desaparecer dentro da calça dele, também tinha músculos que o faziam parecer bem másculo. Os detalhes que ele conseguia notar agora o atraíam bastante, antes o irmão dele usava shorts normalmente no quarto, mas agora Mateo tava ligado no que os outros caras têm entre as pernas e sentia curiosidade, mas isso não se comparava à vontade de sentir de novo aquelas sensações que ele tinha amado, e Abraham era o tipo de homem que podia dar prazer pra ele, mesmo sendo o irmão mais velho, o irmão favorito e protetor.
As noites passavam naturalmente, Abraham e Mateo dormiam numa cama grande e espaçosa que dava um bom espaço pra cada um, normalmente cada um ficava no seu canto depois de dar boa noite, mas fazia uns dias que Mateo tava se aproximando do irmão pra dormir de conchinha, Abraham adorava o irmãozinho e curtia abraçar ele na hora de dormir.
Uma noite os dois seguiram a rotina de sempre, os dois estavam de shorts e se deitaram como sempre, Abraham abraçou Mateo com força, colando o peito nas costas finas do irmão. Depois de um tempo os dois tentando dormir, ouviam a respiração um do outro, Mateo sentia o corpo queimar de tão esmagado pelo peso do irmão, ninguém falou nada, mas se mexeram roçando os corpos e aos poucos Mateo sentiu uma coisa bem dura batendo na bunda dele, com o tesão que tava sentindo, começou a sentir a bucetinha dele se molhando de líquido transparente e mexeu a bunda se esfregando no corpo do irmão mais velho.
Abraham só ficou passando a mão no cabelo dele enquanto o pau crescia cada vez mais.
— Abraham? — Mateo falou sem se virar.
— Hum…? — Fingindo sonolência, respondeu com um som leve.
— Não, nada… — Mateo tava nervoso e não sabia como reagir nesse tipo de situação, podia fingir que nada tava rolando e dormir.
— Fala, Mat — Abraham deu um Um tapinha no ombro e o irmãozinho se virou pra encarar ele nos olhos.
— É que eu tô sentindo uma coisa estranha... — os olhos vidrados do Mateo fizeram o irmão olhar cheio de preocupação.
— Estranho como? — sem perguntar mais nada, acendeu o abajur da mesa, iluminando os rostos deles enquanto sentavam um de frente pro outro.
Mateo, ao vê-lo naquela noite, sentiu as bochechas esquentarem e o formigamento nas mãos apareceu. Hesitou nas palavras, mas continuou. — Aqui — disse apontando pra baixo da barriga. Abraão se aproximou, colocando a mão no ventre lisinho dele, sem pelos. Mateo notou a ereção do irmão mais velho e quis tocar, mas se segurou.
As mãos de Abraão apertavam a barriga do irmãozinho, mas Mateo balançava a cabeça negando. O mais velho abriu as pernas pra ficar mais confortável, e o mais novo se aproximou até ficar com as pernas em cima das do irmão. Depois de alguns segundos, Mateo apontou pra entreperna dele, e notaram uma manchinha do leitinho que escorria dali.
— Será que eu devia chamar a mãe? — Abraão tentou se levantar, mas foi segurado pelo irmão mais novo. O short dele tinha uma barraca apontada direto pro Mateo.
— Não, acho que você pode me ajudar. Deixa eu te mostrar — Mateo, sem sair do lugar, começou a se despir. Isso não era estranho entre eles, porque foram criados como irmãos e às vezes ele fazia isso. Claro, quando acontecia, sempre evitavam se olhar nas partes íntimas. Dessa vez não foi assim.
Mateo tirou a roupa e ficou completamente pelado na frente do irmão, que o observou com atenção sem diminuir o tamanho da barraca. Mateo se inclinou e, com os dedos, abriu os lábios da bucetinha dele e mostrou o quanto estava melada. Abraão engoliu seco e observou com cuidado enquanto o irmãozinho se abria a vagina pra ele.
— Mano, tira o seu... Continua: singlerelatos.blogspot.com/2026/04/capitulo-iii-un-joven-con-vagina.html
— Senhores Menéndez, as anomalias do estudo genético deram resultados um pouco fora do comum… — Disse o médico, ajustando os óculos enquanto entregava o documento. — É um caso a cada 2.500 pessoas. — Os dois pais se olharam confusos.
Abraham e Teodoro Menéndez eram pais de três jovens muito saudáveis. A vida era feliz e eles se sentiam realizados. Com a quarta gravidez de Teodora, previam que finalmente teriam a primeira filha. No entanto, os estudos mostraram que o bebê nascido era geneticamente um menino forte e saudável, mas com uma condição que alarmou todo mundo no centro cirúrgico: o bebê cresceria para se tornar fisiologicamente um garoto, mas seus genitais se pareciam mais com os de uma menina. Por mais que tentassem achar uma solução, não conseguiriam esconder as tendências masculinas no desenvolvimento do moleque. Aprenderam a viver com um filho que tinha uma buceta no lugar de um pau.
— Mateus, cuidado! — soou antes que uma bola acertasse a cabeça dele. O jovem de não mais que 13 anos caiu atordoado. Os irmãos mais velhos correram pra ajudar, e um deles se desculpou, tentando amenizar o acidente.
— Não tem problema, já tô bem — o adolescente sorriu, e os irmãos retribuíram antes de voltar a jogar futebol.
Mateus era o caçula da Família Menéndez. O Senhor Menéndez tinha o título de Patriarca da casa, com 45 anos. A esposa dele, Teodora, mal tinha 43, e tinham formado uma família modelo. O primeiro filho era Abraham Jr., um jovem muito bonito e másculo, com 25 anos. O segundo era Rick, com 23 anos, já tinha um título muito importante em nível nacional. O terceiro era Benjamin, com 20 anos, o universitário rebelde, mas de bom coração. Todo mundo os via como uma linda família, eram muito queridos na vizinhança.
Mateus era mais um homem da família. Nunca se sentiu diferente dos seus. irmãos e sempre mostrou tendências masculinas. Na puberdade, receitou um medicamento à base de testosterona que ajudou muito na autoestima dele, agora era completamente um homem. No meio da pré-adolescência, as mudanças se tornaram mais frequentes e de certa forma ele foi descobrindo muito mais sobre o próprio corpo, mas foi só quando veio a primeira menstruação que todas essas mudanças se intensificaram.
Com o primeiro sangramento, os familiares dele assumiram uma postura muito mais protetora, essas mudanças tinham enfraquecido um pouco o corpo do Mateo e o médico proibiu as brincadeiras mais brutas que ele costumava ter com os irmãos mais velhos. A mãe dele, muito compreensiva, ajudou a lidar com a situação, mas ele precisava parar de tomar a testosterona por um tempo. Depois de tanto tempo, a condição dele era totalmente desconhecida e a adolescência poderia mudar muitas coisas.
— Ei! Preciso mijar urgente — Rick batia desesperado na porta do banheiro, Mateo mal tinha se ensaboado e congelou ao ouvir o irmão. — Vou ser rápido, só vira de costas — Mateo deixou ele entrar e logo o irmão começou a mijar. Enquanto Mateo passava o sabão pela pele, percebeu como se arrepiou ao ver, inconscientemente, o irmão mijando em pé. Ficou se perguntando quão diferentes eles eram se ele também era um homem, os dedos dele tocaram superficialmente a própria buceta cheia de sabão, sentindo uma corrente quente naquela área.
Enquanto continuava no chuveiro, observou através do vidro o irmão se sacudindo de costas, o som da urina caindo batendo no vaso. Mateo saiu do chuveiro enquanto Rick ainda esvaziava a bexiga. Tentou sair silenciosamente, mas não contou que a toalha quase caiu, por sorte o irmão pegou no ar enquanto se virava até ficar de frente para ele.
— Desculpa… — Mateo baixou o olhar e se surpreendeu ao ver o pau duro do irmão apontando para ele, sentiu uma mistura de vergonha e curiosidade, primeira Pela primeira vez na vida, ele via uns genitais masculinos e descobriu que eram totalmente diferentes dos seus. Rick também baixou o olhar para ver a bucetinha do irmão mais novo, se surpreendeu ao ver como era pequena e lisinha, isso fez o pau dele dar um pulo, os dois ficaram paralisados se olhando.
— Nunca tinha te visto… — Rick tentou quebrar o silêncio, foram uns segundos muito longos para os dois.
— Eu também não… — os olhares se conectaram na hora, Rick segurou o próprio pênis inconscientemente e puxou a cueca toda pra baixo.
— Quer ver de perto? — disse antes de se aproximar devagar do irmão mais novo, Mateo assentiu olhando o pau do irmão se aproximar, ficou completamente hipnotizado vendo ele balançar em cima das bolas peludas. — Posso tocar aí? — Mateo assentiu enquanto o irmão estava na frente dele, os dedos de Rick desceram até roçar a virilha dele, causando uma sensação quente, o irmão abriu a boca deixando cair um pouco de saliva nos dedos enquanto continuava tocando ele.
O calor de Rick cobria o corpo dele e o pau a centímetros dele o fazia tremer, os dedos tocavam os lábios da bucetinha virgem e depois de um tempo ele começava a ofegar, com as mãos quentes abraçou o irmão mais velho pelos ombros enquanto ele continuava masturbando ele, com essa aproximação Rick aproveitou para cuspir mais saliva nas mãos, mas dessa vez passou no pau pulsante dele.
Mateo fechou os olhos abraçando o irmão, Rick abriu mais as pernas do irmãozinho e apontou o pau para a virilha dele, primeiro passou de cima pra baixo substituindo os dedos pela ponta da pica. O contraste era lindo, a bucetinha do adolescente era rosadinha e molhada enquanto o pau do irmão era escuro e um pouco grosso, Mateo sentia o pau dele deslizando sobre a bucetinha mas teve medo de parar aquele momento.
Depois de tanta roçada, Rick apontou pro buraquinho virgem do irmãozinho, ainda sem entrar sentia o Calor na ponta do pau dele.
— Me deixa entrar? — essa pergunta ecoou por alguns segundos na mente de Mateo, ele sentiu o pau do irmão roçando sua entreperna e desejou mais.
Sem resposta, Rick moveu a mão pra guiar a rola dura dele até a buceta molhada de Mateo, o pau era grande e queria entrar naquele buraquinho tão pequeno e virgem, queria desvirgar a xereca do irmão mais novo. Mateo tapou a boca com as duas mãos enquanto deixava o irmão forçar a bocetinha dele. No começo foi bem difícil e custou pra cabeça entrar, o jovem teve que aguentar a dor enquanto o irmão continuava tentando penetrá-lo, logo a cabeça do pau desapareceu dentro da pele de Mateo, que se mordeu ao sentir cada centímetro da pica do irmão entrando.
Rick ofegou ao sentir as bolas dele encostarem nas pernas lisas do irmão, tava metendo tudo no irmãozinho mais novo e adorava a sensação. Mateo soltou umas lágrimas e abraçou o irmão, que olhava meio confuso, o pau dele tava completamente dentro, a cavidade vaginal tava aberta por um pedaço grande, as pernas tremeram e isso tirou Rick do choque, que começou a se mexer.
O pau media uns 20 cm e centímetro por centímetro foi saindo da buceta do irmão até Mateo parar de tremer, foi aí que ele conseguiu começar a meter com mais liberdade, sabendo que a dor tava passando. Foi lento mas fundo, um sorriso se formou no rosto dele ao perceber que era o primeiro homem dentro daquela xotazinha novinha. A vista era uma obra de arte, tavam conectados, o pau escuro dele dentro daquela buceta avermelhada, o tesão tava a mil e ele começou a meter mais rápido, fazendo o mais novo soltar gemidos difíceis de segurar. Mateo sentia o pau do irmão abrindo as cavidades já dilatadas e começava a sentir o prazer do sexo.
— Querido, tá na hora do jantar — as batidas na porta congelaram os dois. No ato, a pica do Rick continuava dura enquanto a buceta do Mateo soltava líquidos ao redor do pau. As roçadas ficaram mais constantes e os dois se separaram com medo de serem descobertos. Depois de um tempo, ambos estavam vestidos, evitando contato visual um com o outro.
Rick olhou pra ele antes de sair rápido do banheiro. Por sorte, não tinha ninguém por perto e ele conseguiu evitar encontros constrangedores. Enquanto isso, Mateo ficou no banheiro tocando a flor recém-aberta, se surpreendeu um pouco com como se sentia naquele momento. Um fio de sangue indicou que agora ele tinha deixado a inocência pra trás e os prazeres do sexo se abriam de um jeito que ele nunca imaginou. O fato de ter sido o irmão dele quem o desvirginou foi um estopim no pensamento dele, ele só lembrava das sensações que aquilo causou e queria sentir de novo.
Com uma leve dor, saiu do banheiro e foi pro jantar numa boa. Rick também estava lá e agiu com normalidade o tempo todo, essa foi a parte que ele mais gostou. Desde aquele momento, ele soube que podia transar e seguir a vida numa boa, já ansiava por sentir de novo a buceta sendo aberta por um homem. Talvez a partir daquele momento, Mateo passou a olhar pros homens da família com outros olhos, sentia curiosidade e desejo.
Desde que se entende por gente, ele divide o quarto com o irmão mais velho. Abraham sempre foi muito protetor com ele e dava pra dizer que era o irmão favorito dele. Depois de semanas do ocorrido com Rick, eles não tinham tido um contato assim, só roçadas ocasionais ou olhares disfarçados. A maior parte do tempo ele passava com Abraham no quarto ou nas idas ao mercado que a mãe mandava. Mateo, aos poucos, começou a ver Abraham como homem e não só como irmão mais velho, vivia observando ele pra reparar nos detalhes. Abraham era o mais velho dos irmãos, com 25 anos, tinha barba que aparava toda semana e também era o mais alto de todos. Era atlético, mas tinha uma barriguinha cheia de pelos macios. do umbigo até desaparecer dentro da calça dele, também tinha músculos que o faziam parecer bem másculo. Os detalhes que ele conseguia notar agora o atraíam bastante, antes o irmão dele usava shorts normalmente no quarto, mas agora Mateo tava ligado no que os outros caras têm entre as pernas e sentia curiosidade, mas isso não se comparava à vontade de sentir de novo aquelas sensações que ele tinha amado, e Abraham era o tipo de homem que podia dar prazer pra ele, mesmo sendo o irmão mais velho, o irmão favorito e protetor.
As noites passavam naturalmente, Abraham e Mateo dormiam numa cama grande e espaçosa que dava um bom espaço pra cada um, normalmente cada um ficava no seu canto depois de dar boa noite, mas fazia uns dias que Mateo tava se aproximando do irmão pra dormir de conchinha, Abraham adorava o irmãozinho e curtia abraçar ele na hora de dormir.
Uma noite os dois seguiram a rotina de sempre, os dois estavam de shorts e se deitaram como sempre, Abraham abraçou Mateo com força, colando o peito nas costas finas do irmão. Depois de um tempo os dois tentando dormir, ouviam a respiração um do outro, Mateo sentia o corpo queimar de tão esmagado pelo peso do irmão, ninguém falou nada, mas se mexeram roçando os corpos e aos poucos Mateo sentiu uma coisa bem dura batendo na bunda dele, com o tesão que tava sentindo, começou a sentir a bucetinha dele se molhando de líquido transparente e mexeu a bunda se esfregando no corpo do irmão mais velho.
Abraham só ficou passando a mão no cabelo dele enquanto o pau crescia cada vez mais.
— Abraham? — Mateo falou sem se virar.
— Hum…? — Fingindo sonolência, respondeu com um som leve.
— Não, nada… — Mateo tava nervoso e não sabia como reagir nesse tipo de situação, podia fingir que nada tava rolando e dormir.
— Fala, Mat — Abraham deu um Um tapinha no ombro e o irmãozinho se virou pra encarar ele nos olhos.
— É que eu tô sentindo uma coisa estranha... — os olhos vidrados do Mateo fizeram o irmão olhar cheio de preocupação.
— Estranho como? — sem perguntar mais nada, acendeu o abajur da mesa, iluminando os rostos deles enquanto sentavam um de frente pro outro.
Mateo, ao vê-lo naquela noite, sentiu as bochechas esquentarem e o formigamento nas mãos apareceu. Hesitou nas palavras, mas continuou. — Aqui — disse apontando pra baixo da barriga. Abraão se aproximou, colocando a mão no ventre lisinho dele, sem pelos. Mateo notou a ereção do irmão mais velho e quis tocar, mas se segurou.
As mãos de Abraão apertavam a barriga do irmãozinho, mas Mateo balançava a cabeça negando. O mais velho abriu as pernas pra ficar mais confortável, e o mais novo se aproximou até ficar com as pernas em cima das do irmão. Depois de alguns segundos, Mateo apontou pra entreperna dele, e notaram uma manchinha do leitinho que escorria dali.
— Será que eu devia chamar a mãe? — Abraão tentou se levantar, mas foi segurado pelo irmão mais novo. O short dele tinha uma barraca apontada direto pro Mateo.
— Não, acho que você pode me ajudar. Deixa eu te mostrar — Mateo, sem sair do lugar, começou a se despir. Isso não era estranho entre eles, porque foram criados como irmãos e às vezes ele fazia isso. Claro, quando acontecia, sempre evitavam se olhar nas partes íntimas. Dessa vez não foi assim.
Mateo tirou a roupa e ficou completamente pelado na frente do irmão, que o observou com atenção sem diminuir o tamanho da barraca. Mateo se inclinou e, com os dedos, abriu os lábios da bucetinha dele e mostrou o quanto estava melada. Abraão engoliu seco e observou com cuidado enquanto o irmãozinho se abria a vagina pra ele.
— Mano, tira o seu... Continua: singlerelatos.blogspot.com/2026/04/capitulo-iii-un-joven-con-vagina.html
1 comentários - Capítulo I: Nasci com uma buceta