Jogos Perigosos com a Enteada 03

A história continua, meus amigos...

Retomando minha história, desculpa pela demora, mas a vida cotidiana às vezes não dá espaço pra lembrar e escrever.

Bom, naquela tarde minha pequena chegou toda empolgada pra me mostrar sua travessura. Num dos cadernos dela, ela tinha separado por folhas os pelos pubianos das amigas adolescentes, escrito em cada tufo o nome da dona... Ela me mostrava alegre e tarada, mas meio escondido porque aquela tarde a moça que fazia a limpeza estava em casa e a gente não tinha liberdade total pra falar como queria. "Olha, pai, esses pelos mais escuros são da Clau, e esses mais claros são da Patty", enquanto me mostrava aqueles tufos que horas antes estavam cobrindo as rachas de umas bucetas virgens, eu me acariciava a pica por cima da calça sem nenhuma vergonha, queria que minha pequena visse como a travessura dela me excitava pra caralho. Ela, enquanto falava, baixava o olhar pro meu volume e sorria com tesão, era nosso jogo secreto... só um padrasto pervertendo a enteada adolescente enquanto a mãe não tá.

Na sequência, guardei cada tufo nuns saquinhos daqueles que fecham sozinhos, que já tinha separado desde o meio-dia, identificando com a letra inicial de cada menina, e foram parar na carteira junto com o saquinho que tinha os pelos pubianos da minha pequena. Assim iam comigo pra todo canto, mesmo estando com minha mulher, e isso parecia excitar minha pequena pervertida. Naquela tarde não deu pra fazer muito mais, porque minha esposa avisou que chegava cedo do trabalho por causa de um problema numa das máquinas e, diante do imprevisto, era melhor ir pra casa duas horas antes do normal.

Mandei uma mensagem pra minha enteada sobre a novidade e aproveitei pra lembrar que queria a calcinha que ela tava usando com uma vontade danada, porque sabia que devia estar bem molhada desde a conversa de manhã. "Tá, pai, tão encharcadas, por mim eu já trocava pelas que você deixou com seu gozo. de hoje, mas sei que você gosta deles com meu cheiro fresco e sentindo o tecido quentinho, então vou deixá-los a noite toda e pra escola vou levar os que você gozou hoje", amigos, eu não sabia como recompensar tanta preocupação com meu prazer e minha perversão, ainda mais vindo praticamente de uma menina, e só consegui responder: "é isso mesmo, pequena, seus sucos ainda frescos e cheirosos são um manjar inigualável que ninguém mais pode me dar", a resposta dela foi imediata: "nem minha mãe"...."nem sua mãe".... carinha feliz e carinha mandando um beijo... eu sabia no fundo que aquela resposta enchia o ego da minha pequena e a fazia se sentir toda uma mulher desejável, não apenas uma menina.

No outro dia, a mesma rotina de manhã: café da manhã, van da escola, beijo de despedida.... quando fiquei sozinho, já tinha uma ereção notória quando entrei no quarto da minha enteada, que ainda tinha aquele cheiro do splash de morango dela. Ao levantar o travesseiro dela, meus olhos encontraram aquela calcinha branca perfeitamente dobrada sobre si mesma, ainda morna... amigos, nem o Gollum guardava o anel dele com tanto zelo quanto eu guardava a calcinha suja que minha pequena me deixava toda manhã. Ao abrir meu presente, aquela fragrância tão peculiar que uma buceta exala me atingiu sem aviso, enchendo minhas narinas e deixando meu pau ainda mais duro, se é que era possível. Entre as fibras mornas, uma grande mancha de umidade que encharcava os restos de fluido acumulado por horas e formava um caminho ao longo daquele sortudo pedaço de pano que toca desde os lábios da xereca dela até o cu virgem dela.

Deitei na cama da minha enteada como num ritual pervertido que já fazia por inércia e, como todo homem pode imaginar, levei aquele manjar ao nariz imaginando que era a fonte direta que eu cheirava, e não o intermediário, e depois, sem pressa, lambi os restos dos sucos dela enquanto começava a me masturbar deitado entre os cobertores que horas antes cobriam o corpinho da minha putinha adolescente. O tempo sumia durante aquele ritual e não Não sabia de nada, nem de ninguém, aquele momento podia se esticar por horas sem que eu me importasse com o que acontecia fora daquele quarto. Finalmente gozei a jatos na calcinha da minha pequena: 3, 4 jorros que encharcaram completamente o pano branco com o sêmen do padrasto dela, sêmen que já não queria dar pra mãe dela e que agora tinha uma destinatária diferente.

Ao meio-dia, minha pequena me escreveu pedindo ela mesma as fotos que provassem como tinha curtido com a calcinha dela, "papi, me mostra como foi gostosa a sua tarde hoje" ..."você é uma menina muito pervertida e isso me encanta, já te mando umas fotos"... carinha de diabo com um hahahaha. "uau papi, que quantidade de porra você tirou"... respondi: "igual a ontem, em cima da calcinha que você tá usando agora, pequena" pra provocar ela e deu certo... "ahh papi, tive que ficar de pernas fechadas porque no começo da aula a Clau me perguntou se eu não tava com um cheiro estranho, tipo se tivessem usado cloro pra limpar a sala, hahaha eu ria por dentro e pensava 'se ela soubesse que o cheiro vem da minha calcinha com sua porra'"... "me excita saber que você curte tanto nossas brincadeiras, pequena"... "não sabia que ia gostar tanto, pra ser sincera, mas agora não quero parar, papi", essa foi a cereja do bolo, meus amigos, minha enteada tava viciada na minha safadeza e comemorei mandando uma foto da calcinha dela recém-usada enrolando meu pau veiudo e do lado os saquinhos com os pentelhos dela e das amigas... "você é um pervertido completo" com um diabinho sorrindo... "você adora que eu seja assim, assume" respondi... "verdade sim, a professora chegou, te escrevo depois", e aí foi silêncio total.

À tarde, quando sabia que as aulas dela tinham terminado, minha enteada me escreveu algo que achei estranho... "Papi, a Clau e a Patty vêm hoje aqui em casa fazer um trabalho em grupo, então por favor pode deixar uma bebida pra gente nesse calor, siiiim?", eu vi nisso uma oportunidade foda pra subir de nível nossas brincadeiras, então às velocidade da luz eu escrevi..."claro, pequenas, vou fazer um suco com um ingrediente muito especial, o mesmo que deixei na sua calcinha"... ela na hora me mandou um emoji de surpresa e depois um de diabinho..."você vai fazer minhas amigas comerem seu leite sem saber, é um papi degenerado"... "se quiser, não faço", sabendo que ela ia dizer que sim, minha menina já tava no meu nível de perversão, então esperei uns minutos até ver que finalmente ela escrevia a resposta..."faz, papi, se isso te excita"... "ok, pequena, vou fazer".

Sem perder tempo e com a pica mais dura que um trilho, fui procurar algo pra fazer um suco que pudesse disfarçar o gosto da minha porra, sabia que as meninas iam chegar entre 20 a 25 minutos. Finalmente achei na geladeira - atrás de umas frutas - meia graviola embrulhada em plástico filme, então rapidamente com uma colher tirei as sementes e a polpa, joguei no liquidificador com meio litro de leite e uns cubinhos de gelo da geladeira, liguei o liquidificador até ter a consistência que queria, tipo um sorvete. Em seguida, servi o conteúdo do liquidificador numa jarra de vidro, mesma que coloquei numa cadeira na minha frente pra logo tirar a pica e começar a me masturbar com a imagem daquelas bocas jovens saboreando meu leite sem saber, aumentei a velocidade da punheta até que, com a imagem da minha enteada me olhando sabendo o que tava comendo, gozei com uns dois jatos grossos que caíram direto no sorvete, vi eles afundarem devagar na espuma se misturando com o líquido, virando um só.

Mas minha perversão não tinha fim, amigos, então peguei a gota que ainda tava na cabeça da minha pica lutando contra a gravidade e com a ponta do dedo coletei pra passar na borda dos 3 copos que já tinha preparado antes com a jarra, as bordas ficaram brilhando e eu me senti eufórico. Tava mexendo devagar meu suco igual uma bruxa no meio de um feitiço, melhor dizendo com uma Sorriso perverso no meu rosto quando ouço o som da caminhonete chegando na frente de casa, depois a porta de correr da van e as risadas das meninas se aproximando da porta. Eu, com o pulso nervoso, enchi os 3 copos com meu precioso suco (sem tocar nas bordas) e, levando tudo numa bandeja, esperei impaciente as 3 ninfas entrarem pra saborear meu presente perverso pra elas...

A história continua, amigos.

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