Minha cunhada não sabia como evitar que eu contasse tudo!

Um dia, tava indo pro trampo de carro e resolvi pegar um caminho diferente. Pra resumir, no meio do trajeto vi minha cunhada, casada, com só 20 anos, flertando feio com um cara. Disfarcei, parei num lugar onde ela não me visse e comecei a gravar e tirar fotos do que ela tava fazendo.

Na semana seguinte, teve um churrasco da família da minha mina, então ia ver minha cunhada de novo. Lá, aproveitei pra mostrar as fotos e os vídeos pra ela. Ela ficou branca que nem papel, mas eu falei pra ficar tranquila, que não ia contar nada, e que a gente conversava depois. Passou um tempão e todo mundo começou a ficar bem bêbado, inclusive o marido da minha cunhada. Aí aproveitei pra chegar nela de novo. Falei: "Cê já tá bem doida, hein... Teu marido já tá caindo de tão bêbado. Que tal levar algo mais forte pra ele, assim ele apaga logo?" E preparei um drink de pisco com menta (muito gostoso, mas derruba qualquer um) pra ela levar. Ela me olhou e levou. Nem preciso dizer como ele tomou. Em 30 minutos, ele já não aguentava ficar em pé de tão bêbado. Ajudei ela a levar ele pro quarto, deitamos ele e ele apagou na hora. Foi aí que perguntei: "E agora, o que cê vai fazer?" Ela respondeu: "Não sei, o que você vai fazer?" Eu falei: "Tô pensando no que a gente vai fazer com o que eu sei." Ela respondeu: "Não quero que você conte nada. Pede o que quiser, mas não conta nada..." Minha mina, ou seja, a irmã dela, tava no quintal do primeiro andar, também já bem doida.

Voltando ao momento, falei: "Vou te proteger, mas só se você pagar do mesmo jeito que pagou pro cara das fotos." Ela perguntou: "Como assim?" Eu respondi: "Com seu corpo." E ao mesmo tempo, peguei ela pela borda do pescoço, passei a mão até a nuca e agarrei o cabelo dela pela raiz com a mão toda, meio fechada. Puxei ela pra perto e olhei fixo nos olhos dela, de um jeito bem dominante. Ela tava respirando muito rápido enquanto me encarava. Aí perguntei: "Cê tá de acordo?" A respiração dela acelerava cada vez mais. Tudo isso no mesmo quarto. Onde o marido dela dormia, a voz dela tava trêmula mas excitada, foi aí que ela me respondeu "vou fazer, vou fazer", essa resposta foi o ponto de virada na minha mente. Eu ainda segurava ela pela cabeça com minha mão, então a baixei de forma brusca mas segura pra ela e a coloquei de joelhos na frente do meu amigão. Abri o zíper e só tirei ele pra fora, tava durasso (olho, tamanho bom). Ela viu e arregalou os olhos, encostei ele na cara dela e bati com ele, coloquei na boca dela e ela fez o serviço sozinha. Foi tão bom que em minutos eu gozei dentro da boca dela e segurei ela, não deixei ela sair. Ela teve que engolir boa parte do que saiu. Me aproximei e falei: "é por putinha que você é" e dei um tapa nela com intensidade sexual. A vadiazinha gemeu quando eu bati, era uma submisa no auge. Falei: "se limpa, acabamos por hoje" e fui interagir com os outros. Ela se juntou em minutos como se nada tivesse acontecido. Assim terminou a festa quando amanheceu. Minha mulher apagou bêbada, então tivemos que ficar pra dormir. Todos os outros foram embora, então ficamos só nós dois acordados. Nos medimos com as bebidas mas igualmente bêbados...

Fica pra segunda parte...

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