Compartilhando experiência Mãe-Filha-Genro Pt1

Meu nome é Cristy e quero contar pra vocês como eu me sinto bem desde que eu e minha filha transamos com o namorado dela.Compartilhando experiência Mãe-Filha-Genro Pt1Eu nunca pensei que isso fosse me dar prazer, nem passava pela minha cabeça, mesmo eu adorando muito sexo — quem não gosta, né? Mas nunca fiz nada "diferente", só o básico, digamos assim. Não gostava de me gravar nem de tirar fotos pelada. Tudo começou há alguns anos, quando meu genro foi morar com minha filha. Eu fui morar com meu parceiro e deixei a casa pra eles. Às vezes eu dormia lá, ou quando saía do trabalho, chegava lá direto. Em várias ocasiões, encontrava minha filha e o namorado dela transando. Dava pra ouvir da rua minha filha gemendo, gritando de prazer, e por isso eles não me ouviam entrar. Comecei a ficar excitada ouvindo eles treparem, com tanta força, com tanta vontade. Nunca pensei que veria e/ou ouviria minha filha daquele jeito. Foi aí que percebi que minha filha era uma puta viciada em sexo. Isso acontecia direto: ouvia eles transando ou correndo pra se vestir porque eu ia chegar. Quando não tinha ninguém em casa, eu me lembrava daqueles gritos de prazer da minha filha, como ela soava quando chupava ele e de repente engasgava, a brutalidade com que meu genro comia ela e o que ele dizia: "Quem é minha putinha?!" "Engole tudo!" "Você é uma gostosa!vadiaAo entrar no que era meu quarto pra pegar roupa, me deparei com dildos e vários brinquedos sexuais que não eram meus, claro. Nunca tinha usado nada daquilo, mas já excitada, eu colocava roupinha sexy ou ficava completamente nua e começava a me masturbar lembrando como meu genro e minha filha transam. Passava óleo nos peitos, pegava um vibrador e enfiava até o fundo da minha buceta, bem forte, querendo imitar as fodas deles. Aos poucos, fui perdendo o controle de mim, do meu corpo, de tudo. Queria ser comida pelo meu genro, queria estar junto com eles fazendo aquilo, sentir o que minha filha sentia. Nunca tinha feito assim, queria sentir igual.

Passei perfume do meu genro nos travesseiros, já toda molhada, oleada. Larguei o vibrador e enfiei um consolo, metia 2 ou 3 vezes com força até o fundo da minha buceta, gritava igual minha filha fazia, imaginando que era o namorado dela. "Faz sua! Eu também quero ser sua puta! Me fode mais! Me bate! Me dá!" Tirava e enfiava rápido na boca pra chupar e me engasgar com ele. Naquele momento, até pensei em me gravar ou tirar fotos e mandar pra ele pedindo pra me comer. Me perdi completamente até gozar, e assim, nua, toda molhada, com a porta do quarto aberta e o consolo enfiado na buceta, acabei dormindo.

Horas depois, ouvi barulho na entrada. Minha filha tava chegando e eu, nua, grudenta e aberta de tanto me masturbar. Corri rápido pra vestir algo e guardar as coisas. Ela entrou no quarto e ficou me olhando, perguntando entre risadas por que tava com cheiro estranho. "Que que cê tava fazendo, sua porca? haha! E depois fala que sou eu!" A verdade é que na hora eu não sabia o que fazer ou como reagir se minha filha descobrisse o que eu tava fazendo. E se me pegasse, não sabia o que seria mais estranho ou pior: se ela dissesse que eu podia transar com o namorado dela, ou se só visse o que faço e ficasse brava. Mas no fim, ficou por isso mesmo, sem mais perguntas.

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