Esfregando a pica na bunda da mamãe às 3 da manhã

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https://www.poringa.net/posts/relatos/6345039/De-Mama-Carinosa-a-Puta-de-mi-Hijo.htmlA madrugada em Rosário era um inferno pegajoso. Eram 3h40 da manhã e o calor não tinha baixado nem um grau. O ventilador de teto girava preguiçoso, mal movendo o ar denso, carregado de cheiro de suor, sabonete barato e sexo acumulado.

Maria dormia de bruços na cama de casal, a mesma que ocupava sozinha há quinze anos. A camisola azul-clara tinha subido até a cintura, deixando à mostra suas nádegas grandes, brancas e macias.

Ela só usava uma calcinha preta de algodão gasta, que se enfiava entre as carnes.

Lucas não conseguia dormir. A pica latejava dura e dolorida dentro da cueca há mais de uma hora. As lembranças recentes — a boca da mãe engolindo o gozo dele, a buceta dela escorrendo contra a língua dele, os gemidos dela enquanto ele a chupava na cozinha — não o deixavam em paz.
Ele se levantou sorrateiro e andou descalço pelo corredor escuro.

Empurrou a porta do quarto de Maria e entrou. A luz laranja do poste da rua recortava o corpo da mãe dele. Ele baixou a cueca, liberando a pica grossa, cheia de veias e completamente dura, com a cabeça inchada e brilhando de porra.

Subiu com cuidado na cama, se acomodou entre as pernas abertas dela e apoiou toda a pica quente entre as nádegas dela.

Começou a se esfregar devagar, deslizando o comprimento entre as carnes macias e quentes.

Maria se remexeu, ainda meio dormindo.

— Mmmh… — gemeu baixinho.

Lucas ganhou confiança. Agora se esfregava com mais intenção: passava a pica inteira entre as nádegas, pressionando a cabeça contra o tecido da calcinha, bem em cima da buceta. Subia e roçava também contra o cu enrugado dela.

Maria abriu os olhos de repente e virou a cabeça.

— Lucas… que porra você tá fazendo aqui? — murmurou rouca, entre o sono e a surpresa —. Não… meu filho… não faz isso… tô dormindo…

Mas enquanto protestava, ela abriu um pouco mais as pernas. Com uma mão pra trás, baixou ela mesma a calcinha até o meio da coxa, expondo completamente a buceta palavra: buceta madura, inchada e já molhada, junto com o buraquinho escuro do cu dela.

Lucas não esperou. Apoiou a cabeça grossa contra os lábios inchados da use the word: buceta e começou a esfregar devagar, deslizando entre as dobras quentes e escorregadias sem penetrar.

— Só um pouquinho, mãe… Não aguentava mais no meu quarto. Preciso tanto de você…

Maria enterrou o rosto no travesseiro, respirando ofegante.

— Isso é muito errado, Lucas… Sou sua mãe. Tenho cinquenta e seis anos e você mal dezenove… Não pode vir de madrugada esfregar a cock em mim enquanto durmo.

Não tá certo…

Mesmo assim, levantou sutilmente o quadril, facilitando o roçar.

Lucas esfregava agora com mais força: descia a cock toda entre os lábios da use the word: buceta, apertando forte contra o clitóris, e depois subia pra esfregar e pressionar a cabeça inchada contra o cu dela.

— Uff… você tá ensopada, mãe — ele ofegou.

— Porque você me deixa muito puta… — respondeu ela quase sem fôlego — Mas não entra… só esfrega. Não entra.

Lucas agarrou as nádegas largas dela com as duas mãos e acelerou o ritmo. O som molhado e obsceno da cock deslizando entre as dobras e as nádegas enchia o quarto.

Maria enfiou uma mão debaixo do corpo e começou a se tocar no clitóris com movimentos rápidos.

— Assim… mais forte contra a use the word: buceta… — gemeu, já sem disfarce — Uff, que gostoso… Mesmo você sendo meu filho… mesmo sendo tão errado… não para.

Lucas se inclinou sobre as costas suadas dela, beijou seu pescoço e mordeu de leve seu ombro.

— Me manda parar e eu paro agora mesmo — sussurrou perto do ouvido dela.

Maria ficou calada por vários segundos, tremendo. Depois mexeu a raba em círculos, se esfregando com mais vontade contra a cock dura do filho.

— Não para… — admitiu com a voz trêmula — Me esfrega entre os dois… me faz sentir tudo.

Ficaram quase meia hora assim. Lucas esfregando com ritmo constante e forte, alternando entre a use the word: buceta jorrando e o cu. Apertadinha.
Maria gemendo contra o travesseiro, se tocando e rebolando os quadris como uma cadela no cio.

—Você é meu filho… meu único filho… e olha como me deixou, toda molhada e desesperada — murmurava entre gemidos, misturando culpa com prazer.

Quando sentiu que Lucas estava perto, Maria apertou as nádegas em volta do pau dele.

—Goza fora, meu filho… joga tudo no meu cu… mas não entra ainda.
Lucas soltou um gemido rouco e gozou com força.

Jorros grossos, quentes e abundantes caíram sobre as nádegas, o cu e a lombar da mãe dele. Continuou esfregando entre as nádegas enquanto se esvaziava completamente.

Maria gozou segundos depois, tremendo violentamente e abafando um gemido longo contra o travesseiro.

Ficaram em silêncio por um bom tempo, respirando ofegantes. Lucas ainda com o pau meio duro apoiado entre as nádegas cobertas de porra.

Maria virou um pouco a cabeça, com a voz cansada, mas suave:

—Vai pro teu quarto agora, Lucas… Isso tá escapando da gente. Cada vez eu quero mais. Cada vez fica mais difícil dizer não. Tô com medo do que a gente vai acabar fazendo se continuar assim.
Mas enquanto falava, a mão dela ainda acariciava a perna dele com ternura possessiva, sem mandá-lo embora ainda.

A madrugada continuava pesada e quente sobre Rosário. Naquela casa humilde de Fisherton, a fronteira entre mãe e filho já quase não existia mais.

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