Companheira de trabalho infiel pt3 final

Ela me viu meio duro e me deitou, ajoelhou e começou devagar a me tocar e lamber. Eu usava ela como um brinquedo. Beijo pra cá, língua pra lá. Fui ficando duro de novo e ela começou a me punhetar enquanto descia pras bolas. Num momento, volta pra chupar meu pau e começa a apalpar minhas bolas. Se faz de sonsa e passa um dedo perto do meu cu. Eu, todo largado, deixei, e ela começou a massagear ele. Fiquei durasso e ela começou a levantar e abaixar minhas pernas. Aí começou a chupar meu cu inteiro enquanto me punhetava. A putinha tinha descoberto minha fraqueza. Ficou um tempão ali e até tentou enfiar um dedo, mas eu parei (só por essa vez, hahaha). Depois de um tempo, ela se ajeita pra um 69 e tira o plug que tava usando. — Agora é sua vez. Deixa ele preparado pro seu pau. — Fechou. Aí ela sentou a bunda na minha cara e comecei a meter língua. Fazia círculos no anelzinho e ela gemia. Depois comecei a enfiar a língua pra dentro. Separava as bandas e comia ela com a língua. Ela tava possessa de tesão e pulava na minha cara, me deixando sem ar. — Quer provar meu cu? — Sim. Aí vou colocar uma camisinha. — No cu não, cê ganhou sem. Na sequência, enquanto eu tava deitado, ela montou em mim de frente e começou a enfiar ele me olhando. Entrava devagar, mas entrava. Dava pra ver que era treinado. Quando entrou tudo, soltou um gemido forte e começou a rebolar. Eu sentia o pau bem apertado e sem camisinha. Ela tava possessa de tesão e se mexia como uma profissional. — A corna da sua namorada não te dá o cu, né? — Não, não. — Que delícia finalmente sentir um pau de verdade no cu. — Ah é? Seu namorado não te abre direito? — Não tem igual a você. Você tem mais comprido e mais grosso. — E isso que você não sentiu ele de quatro. — Bota se tiver coragem. Ela tirou ele e se posicionou na beirada, de quatro. Tava com o cu bem aberto e com as mãos ela abriu mais as bandas. Sem muito esforço, consegui enfiar e comecei devagar. — Passa seu celular pra mim. — Pra quê? — Te quero deixar um presentinho — olha só
Ela começa a filmar como eu pegava a bunda dela contra o espelho. Gemeu igual uma atriz pornô e me passou o celular, pedindo pra eu filmar de cima pra mostrar como eu abria a buceta dela.
— esses vídeos guarda bem pra corna não ver e me manda no telegram.
— fechou
— e agora me come gostoso e enche de porra
— não tá doendo?
— se doer eu falo
Joguei o celular e comecei a meter forte. Achei que ia me parar, mas nada. Entre os gemidos e o pedido dela pra eu encher o cu dela de porra, gozei em minutos. Fiquei dentro dela um tempão. Quando saí, ela virou de barriga pra cima e me mostrou a porra escorrendo do cu.
— me encheu toda, seu filho da puta
— bem que você gosta
— shhhh
Ficamos dormindo pelados com a porra por um tempo. De manhã, acordei e falei que tinha que ir, que tavam me esperando. Ela me acompanhou até a porta, pelada, e me deu um beijo de língua meio sonolenta.
Até aqui o relato. Espero que tenham gostado!

1 comentários - Companheira de trabalho infiel pt3 final

Ldmo37 +1
Buenísimo, estoy como piedra, que buena sexfriend pegaste.