Depois que eu enchi a buceta dela de porra, ela foi no banheiro expulsar e voltou pra cama dormir comigo. A gente acabou dormindo juntos, pelados na cama, como se fôssemos um casal.
De manhã, acordei abraçado nela, enrolando meu corpo no dela, ela bem coladinha em mim, ainda dormindo. Assim que levantei, já fiquei duro — tinha minha irmã pelada grudada no meu corpo, foi uma reação normal. Não quis acordar ela, então fiquei parado ali, mas assim que ela acordou, sentiu minha ereção.
Ela pegou e começou a me masturbar, não perdeu nem um segundo do tempo dela.
Irmãzinha: Que bom dia, hein? Parece que alguém acordou feliz.
Aí, na mesma hora, ela se virou, pegou minha pica com a mão e levou até a buceta dela. Assim que enfiou a ponta, soltou e começou a jogar a bunda pra trás, se aproximando de mim, meteu tudo, enquanto soltava um gemido suave. Passei a mão por cima dela, agarrei os peitos e comecei a me mexer um pouco, de ladinho, colados um no outro, amanhecemos transando.
Depois dessa trepada matinal, ela me deu um beijo na bochecha e foi direto fazer o café da manhã. Eu ia entrar no trabalho daqui a pouco, comi e fui embora, ela ficou limpando a casa.
No caminho pro trabalho e durante o expediente, fiquei pensando: isso tava certo? Tinha comido minha irmãzinha duas vezes e, não só isso, tinha enchido a buceta dela de porra nas duas vezes, e ela não tava nem aí, aliás, ela queria aquilo. Não tinha certeza, mas me sentia estranho. Agora, minha irmã era minha namorada? Que situação complicada! Por enquanto, até pensar nisso, ia tentar evitar ela um pouco, precisava decidir se isso tava certo ou se definitivamente tinha que mudar. Tentei esquivar dela, falei pouco, disse que tava com sono e queria descansar. Quando ela tentou se meter na minha cama à noite, eu a tirei. Precisava dormir e no dia seguinte tinha que estar bem descansado. No outro dia, a mesma coisa: ela me seguia pela casa e eu me fazia de ocupado, respondia com monossílabos e me distraía com outras coisas só pra não ficarmos ali conversando cara a cara.
No fim de semana, nem apareci pra jantar. Fui pra um bar, comi e bebi lá até tarde, jogando sinuca e abusando da bebida. Ela me ligou várias vezes, mas não atendi. Voltei perto das 4 da manhã, ela tava lá me esperando. Me deu um sermão e quis conversar, mas eu tava muito bêbado pra ter uma conversa. Foi realmente impossível, então fui deitar e ela ficou puta. Mas, enfim, não ia conseguir evitar ela pra sempre. Na manhã seguinte, quando acordei, ela me encarou.
Irmãzinha: Se você não sentar e conversar aqui e agora comigo, vou embora daqui.
Eu: Não. você não vai a lugar nenhum.
Irmãzinha: Então vem e senta aqui.
A gente conversou, o papo esquentou, eu fiquei com tesão, ela ficou com tesão e a gente começou a gritar. Ela jogou na minha cara que eu tinha expulsado ela e quis ir embora, falando que eu ia continuar evitando ela. Aí eu levantei e encurralei ela.
Eu: Me escuta uma coisa, você não vai a lugar nenhum. Entendeu?? Você é minha, garota.
Irmãzinha: Se eu sou sua, por que você me evita então? Me pega e me faz sua, então.
Tirei a pica pra fora e comecei a mostrar pra ela enquanto batia uma e segurava ela pelo pescoço.
Eu: Você não me diz o que fazer, garota, você é minha irmã, é minha e me pertence. Então vou te fazer minha quantas vezes eu quiser, começando agora.
Coloquei ela de joelhos e fiz ela começar a chupar minha pica.
Imediatamente peguei ela pela cabeça e comecei a empurrar contra meu pau, agarrei a boca dela, até o fundo, enfiando sem medir a força, tava sendo agressivo, muito bruto, possessivo, tava fazendo ela minha, mostrando que a partir de agora quem manda sou eu e ela é minha, ela se deixando empurrar, fazendo força pra respirar como dava, enquanto os engasgos ecoavam porque eu empurrava o pau até o fundo da garganta dela, foi um tempão de sexo possessivo, até que soltei ela, mas ela continuou chupando.
Depois de soltar ela, continuou me chupando até o fundo, até eu chegar no ponto e começar a gozar, ela sorriu, começou a me masturbar enquanto abria a boquinha e recebia tudo.
Irmãzinha: (me olhava com um sorriso bem de putinha enquanto tinha todos os dentes lambuzados de leite) mmmmmmm que gostoso😋.
Mas isso não ia ser tudo, ela tinha me provocado e eu ia mostrar quem manda, e que ela é minha, então peguei ela pelo cabelo e levei pra cama.
Roubei a calcinha fio dental dela e, puxando ela pelo cabelo, comecei a meter. Ela não ia escapar, ia virar minha mulher ali mesmo, na hora. Não teve momento carinhoso, não teve sexo romântico, só o macho dela, o irmão mais velho mostrando que ela é minha e que eu faço o que quero com ela, mostrando que o corpo dela me pertence e que a buceta dela, o único que vai arrebentar sou eu. Então meti bem forte enquanto ela gemia se entregando pra mim.
Mas ela me pertence toda, a buceta dela e o cu também, então enfiei dois dedos enquanto comia ela, até o fundo, sem lubrificar, entre as fortes estocadas na buceta dela se juntaram meus dedos se movendo no fundo do cu virgem e apertadinho dela, a surpresa dela foi evidente, gemeu bem alto, mas não reclamou, eu também não ia parar, então ela segurou e começou a morder o lençol aguentando as estocadas, se entregando ao prazer, até que gozei dentro dela, com o pau bem fundo, com intenção de engravidar ela, quando terminei dei um tapa forte na bunda dela, e levei o pau até a boca dela pra ela limpar, ela chupou e tirou o leite que tinha sobrado, e depois disso foi se lavar, pra deitar no meu peito, com a boca cheia, a buceta cheia e dolorida, mas muito feliz.
A partir daí nossa relação mudou, não era mais uma relação de irmãos, mas sim de namorados, a gente se tratava como namorados mas oficialmente não éramos, embora fizéssemos coisas de namorados, principalmente transar.
Ela adorava me provocar, comprou lingerie e desfilava pra mim, mas quando eu tava ocupado trabalhando, chegava esses tipos de vídeo pra ver uma vez só, me deixava com o pau duro e cheio de vontade, era esperta, sabia que depois quando visse ela ia levar uma foda monumental, mas dessa vez ela ia ter uma surpresa.
Claro que levou uma bela surra de buceta, na cama gritando que nem uma puta enquanto eu comia ela, ela tentava me empurrar com as mãos, se esquivar, já era costume eu estourar a boceta dela de porrada de pau, e mesmo que ela gostasse, depois doía mais ainda quando eu era bruto assim, ela não era nada encorpada, era bem baixinha e magrinha, quando eu fazia isso, arrebentava a buceta dela. Mas dessa vez parei, tava com o pau mais duro do que nunca por causa daquele vídeo, mas não parei por bondade, e sim porque ia mostrar que ela era minha, e ia reafirmar minha autoridade.
Cruzei as pernas dela, levantando um pouco pra deixar o cu bem exposto pra mim, e sem medir a força, meti de uma vez só, sem aviso, até o fundo. Ela gritou, sentiu uma fisgada, mas não parei, porque já comecei a me mexer, pegando a bunda dela num ritmo moderado. Não era forte e rápido, mas também não era lento e controlado, era bem intenso, demais pra ser a primeira vez dela no anal, mas tava de boa, eu tinha que dominar ela e mostrar que quando ela me manda aqueles vídeos provocando, isso acaba assim, com o cu bem comido por mim, e claro que não podia faltar a gozada.
Acelerei o ritmo e comecei a comer ela, dessa vez sim um pouco mais rápido. Ela não teve escolha a não ser se entregar. Doía, era estranho, mas ela curtia um pouco, então se entregou àquele pouco prazer pra tornar tudo mais gostoso. Ela tinha que se acostumar porque ia ser a primeira de muitas comidas de cu. Depois de um tempo penetrando a bunda dela, cheguei no limite e enchi ela com meu leite.
Enquanto os dois ofegávamos e eu beijava ela, a buceta e o cu dela doíam, ela não ia conseguir andar direito amanhã, mas tinha sido uma noite incrível e ia ficar ainda melhor porque depois disso eu falei que a gente ia fazer uma viagem. Tinham me dado as férias, então a gente ia passar duas semanas no lugar que ela sempre quis ir, o país dos sonhos dela. A gente ia passar duas semanas na Europa, mais especificamente na França. Já tinha comprado as passagens, então amanhã ela ia ter que arrumar as malas como desse, porque depois de amanhã a gente tinha que sair de manhã cedo.
O dia da viagem foi agitado. Saímos bem cedo pro aeroporto, ficamos duas horas lá até o voo começar, e tivemos exatamente 10 horas de viagem, com escalas — três escalas pra ser exato, com uma hora em cada aeroporto em cada escala. Chegamos destruídos na Itália, mas fazer o quê, era França, a capital tava nos esperando. Só que não deu pra fazer nada naquele dia, chegamos bem tarde no hotel, nem deu tempo de jantar, já que o jantar no hotel já tinha passado, então tivemos que sair pra comprar algo na rua. mal chegamos no quarto, pensei que íamos dormir, mas não — minha irmãzinha queria me agradecer e não conseguia esperar, e eu, óbvio, não ia recusar.
Assim encerramos o dia mais cansativo, na cama chupando minha pica enquanto eu tocava ela, tava só começando a viagem que mudaria a vida de nós dois, aqui nossa relação se consolidaria de vez. Fim. Continua???
De manhã, acordei abraçado nela, enrolando meu corpo no dela, ela bem coladinha em mim, ainda dormindo. Assim que levantei, já fiquei duro — tinha minha irmã pelada grudada no meu corpo, foi uma reação normal. Não quis acordar ela, então fiquei parado ali, mas assim que ela acordou, sentiu minha ereção.
Ela pegou e começou a me masturbar, não perdeu nem um segundo do tempo dela.
Irmãzinha: Que bom dia, hein? Parece que alguém acordou feliz.
Aí, na mesma hora, ela se virou, pegou minha pica com a mão e levou até a buceta dela. Assim que enfiou a ponta, soltou e começou a jogar a bunda pra trás, se aproximando de mim, meteu tudo, enquanto soltava um gemido suave. Passei a mão por cima dela, agarrei os peitos e comecei a me mexer um pouco, de ladinho, colados um no outro, amanhecemos transando.Depois dessa trepada matinal, ela me deu um beijo na bochecha e foi direto fazer o café da manhã. Eu ia entrar no trabalho daqui a pouco, comi e fui embora, ela ficou limpando a casa.
No caminho pro trabalho e durante o expediente, fiquei pensando: isso tava certo? Tinha comido minha irmãzinha duas vezes e, não só isso, tinha enchido a buceta dela de porra nas duas vezes, e ela não tava nem aí, aliás, ela queria aquilo. Não tinha certeza, mas me sentia estranho. Agora, minha irmã era minha namorada? Que situação complicada! Por enquanto, até pensar nisso, ia tentar evitar ela um pouco, precisava decidir se isso tava certo ou se definitivamente tinha que mudar. Tentei esquivar dela, falei pouco, disse que tava com sono e queria descansar. Quando ela tentou se meter na minha cama à noite, eu a tirei. Precisava dormir e no dia seguinte tinha que estar bem descansado. No outro dia, a mesma coisa: ela me seguia pela casa e eu me fazia de ocupado, respondia com monossílabos e me distraía com outras coisas só pra não ficarmos ali conversando cara a cara.
No fim de semana, nem apareci pra jantar. Fui pra um bar, comi e bebi lá até tarde, jogando sinuca e abusando da bebida. Ela me ligou várias vezes, mas não atendi. Voltei perto das 4 da manhã, ela tava lá me esperando. Me deu um sermão e quis conversar, mas eu tava muito bêbado pra ter uma conversa. Foi realmente impossível, então fui deitar e ela ficou puta. Mas, enfim, não ia conseguir evitar ela pra sempre. Na manhã seguinte, quando acordei, ela me encarou.
Irmãzinha: Se você não sentar e conversar aqui e agora comigo, vou embora daqui.
Eu: Não. você não vai a lugar nenhum.
Irmãzinha: Então vem e senta aqui.
A gente conversou, o papo esquentou, eu fiquei com tesão, ela ficou com tesão e a gente começou a gritar. Ela jogou na minha cara que eu tinha expulsado ela e quis ir embora, falando que eu ia continuar evitando ela. Aí eu levantei e encurralei ela.
Eu: Me escuta uma coisa, você não vai a lugar nenhum. Entendeu?? Você é minha, garota.
Irmãzinha: Se eu sou sua, por que você me evita então? Me pega e me faz sua, então.
Tirei a pica pra fora e comecei a mostrar pra ela enquanto batia uma e segurava ela pelo pescoço. Eu: Você não me diz o que fazer, garota, você é minha irmã, é minha e me pertence. Então vou te fazer minha quantas vezes eu quiser, começando agora.
Coloquei ela de joelhos e fiz ela começar a chupar minha pica.
Imediatamente peguei ela pela cabeça e comecei a empurrar contra meu pau, agarrei a boca dela, até o fundo, enfiando sem medir a força, tava sendo agressivo, muito bruto, possessivo, tava fazendo ela minha, mostrando que a partir de agora quem manda sou eu e ela é minha, ela se deixando empurrar, fazendo força pra respirar como dava, enquanto os engasgos ecoavam porque eu empurrava o pau até o fundo da garganta dela, foi um tempão de sexo possessivo, até que soltei ela, mas ela continuou chupando.
Depois de soltar ela, continuou me chupando até o fundo, até eu chegar no ponto e começar a gozar, ela sorriu, começou a me masturbar enquanto abria a boquinha e recebia tudo. Irmãzinha: (me olhava com um sorriso bem de putinha enquanto tinha todos os dentes lambuzados de leite) mmmmmmm que gostoso😋.
Mas isso não ia ser tudo, ela tinha me provocado e eu ia mostrar quem manda, e que ela é minha, então peguei ela pelo cabelo e levei pra cama.
Roubei a calcinha fio dental dela e, puxando ela pelo cabelo, comecei a meter. Ela não ia escapar, ia virar minha mulher ali mesmo, na hora. Não teve momento carinhoso, não teve sexo romântico, só o macho dela, o irmão mais velho mostrando que ela é minha e que eu faço o que quero com ela, mostrando que o corpo dela me pertence e que a buceta dela, o único que vai arrebentar sou eu. Então meti bem forte enquanto ela gemia se entregando pra mim.
Mas ela me pertence toda, a buceta dela e o cu também, então enfiei dois dedos enquanto comia ela, até o fundo, sem lubrificar, entre as fortes estocadas na buceta dela se juntaram meus dedos se movendo no fundo do cu virgem e apertadinho dela, a surpresa dela foi evidente, gemeu bem alto, mas não reclamou, eu também não ia parar, então ela segurou e começou a morder o lençol aguentando as estocadas, se entregando ao prazer, até que gozei dentro dela, com o pau bem fundo, com intenção de engravidar ela, quando terminei dei um tapa forte na bunda dela, e levei o pau até a boca dela pra ela limpar, ela chupou e tirou o leite que tinha sobrado, e depois disso foi se lavar, pra deitar no meu peito, com a boca cheia, a buceta cheia e dolorida, mas muito feliz.A partir daí nossa relação mudou, não era mais uma relação de irmãos, mas sim de namorados, a gente se tratava como namorados mas oficialmente não éramos, embora fizéssemos coisas de namorados, principalmente transar.
Ela adorava me provocar, comprou lingerie e desfilava pra mim, mas quando eu tava ocupado trabalhando, chegava esses tipos de vídeo pra ver uma vez só, me deixava com o pau duro e cheio de vontade, era esperta, sabia que depois quando visse ela ia levar uma foda monumental, mas dessa vez ela ia ter uma surpresa.
Claro que levou uma bela surra de buceta, na cama gritando que nem uma puta enquanto eu comia ela, ela tentava me empurrar com as mãos, se esquivar, já era costume eu estourar a boceta dela de porrada de pau, e mesmo que ela gostasse, depois doía mais ainda quando eu era bruto assim, ela não era nada encorpada, era bem baixinha e magrinha, quando eu fazia isso, arrebentava a buceta dela. Mas dessa vez parei, tava com o pau mais duro do que nunca por causa daquele vídeo, mas não parei por bondade, e sim porque ia mostrar que ela era minha, e ia reafirmar minha autoridade.
Cruzei as pernas dela, levantando um pouco pra deixar o cu bem exposto pra mim, e sem medir a força, meti de uma vez só, sem aviso, até o fundo. Ela gritou, sentiu uma fisgada, mas não parei, porque já comecei a me mexer, pegando a bunda dela num ritmo moderado. Não era forte e rápido, mas também não era lento e controlado, era bem intenso, demais pra ser a primeira vez dela no anal, mas tava de boa, eu tinha que dominar ela e mostrar que quando ela me manda aqueles vídeos provocando, isso acaba assim, com o cu bem comido por mim, e claro que não podia faltar a gozada.Acelerei o ritmo e comecei a comer ela, dessa vez sim um pouco mais rápido. Ela não teve escolha a não ser se entregar. Doía, era estranho, mas ela curtia um pouco, então se entregou àquele pouco prazer pra tornar tudo mais gostoso. Ela tinha que se acostumar porque ia ser a primeira de muitas comidas de cu. Depois de um tempo penetrando a bunda dela, cheguei no limite e enchi ela com meu leite.
Enquanto os dois ofegávamos e eu beijava ela, a buceta e o cu dela doíam, ela não ia conseguir andar direito amanhã, mas tinha sido uma noite incrível e ia ficar ainda melhor porque depois disso eu falei que a gente ia fazer uma viagem. Tinham me dado as férias, então a gente ia passar duas semanas no lugar que ela sempre quis ir, o país dos sonhos dela. A gente ia passar duas semanas na Europa, mais especificamente na França. Já tinha comprado as passagens, então amanhã ela ia ter que arrumar as malas como desse, porque depois de amanhã a gente tinha que sair de manhã cedo.
O dia da viagem foi agitado. Saímos bem cedo pro aeroporto, ficamos duas horas lá até o voo começar, e tivemos exatamente 10 horas de viagem, com escalas — três escalas pra ser exato, com uma hora em cada aeroporto em cada escala. Chegamos destruídos na Itália, mas fazer o quê, era França, a capital tava nos esperando. Só que não deu pra fazer nada naquele dia, chegamos bem tarde no hotel, nem deu tempo de jantar, já que o jantar no hotel já tinha passado, então tivemos que sair pra comprar algo na rua. mal chegamos no quarto, pensei que íamos dormir, mas não — minha irmãzinha queria me agradecer e não conseguia esperar, e eu, óbvio, não ia recusar.
Assim encerramos o dia mais cansativo, na cama chupando minha pica enquanto eu tocava ela, tava só começando a viagem que mudaria a vida de nós dois, aqui nossa relação se consolidaria de vez. Fim. Continua???
3 comentários - Irmãzinha mais nova gostosa