Capitulo 8 - Mi Tia Carmen y Rosa de Viaje

Capitulo 8 - Mi Tia Carmen y Rosa de Viaje



Tinha 19 anos, tinha uma boa relação com as irmãs do meu pai, apesar de serem mais velhas que eu, e também com 2 dos maridos delas, já que a do meio era solteira… Eu me dava bem com meus "tios", sabia muitos segredos deles e sempre guardava... A história fica interessante… durante as festas na casa dos meus avós, altas horas da noite, quando todo mundo já tava muito bêbado, às vezes eu via umas coisas estranhas. Minhas tias agarrando meus tios, e em algumas ocasiões eu vi elas dando umas mamadas enormes nos maridos. Várias vezes elas me pegaram olhando de soslaio. Minha tia "solteirona", muitas vezes eu a via dormindo bêbada ou só de calcinha… Minha vizinha, da idade delas, ia casar na praia e tinha convidado elas (minha filha, a piranha, não). Por outro lado, meus tios e uns amigos tinham planejado uma viagem de homem e já tinham pago parte dela. Quando contaram pras minhas tias, elas se enfureceram porque era no mesmo fim de semana do casamento. Pra não prolongar a história, elas ficaram putas da vida e cada um foi com seu grupo. Eu fui convidado pelos tios, mas minhas tias me pediram pra, por favor, levar elas até lá e cuidar delas, já que era muito longe. Aceitei... O dia amanheceu, meus tios já tinham saído pra viagem e a gente tava a caminho. Ficamos conversando sobre vários assuntos, e no meio do papo as duas falaram que fingiram estar bravas pra vir sozinhas na viagem, que ia ser uma viagem em família linda... Chegamos e as senhoras, junto com a noiva, já tinham planejado a semana de casamento delas: saídas, festas, e eu não tava incluído, então organizei as minhas coisas. No primeiro dia, como levei minha câmera fotográfica, fui pra praia tirar fotos aleatórias e ver o que dava pra usar nos meus projetos. A noite chegou e fui comprar umas garrafas de vinho pra ir pra varanda e tirar fotos lá de cima. Enquanto tava sozinho, ouvi umas risadas e, quando desci, eram minhas tias, um pouco bêbadas. Elas me viram e, uma por uma, foram me cumprimentando com beijo e abraço, bem carinhosas. Olharam pras garrafas e riram, dizendo que a noite ainda não tinha acabado... O tempo passou enquanto a gente bebia, nós quatro estávamos bêbados. Começamos a jogar aquele jogo de conversa ou confissões íntimas. Todas contaram suas coisas. Pra ser sincero, no meio da conversa, fiquei com tesão e fui pra um dos quartos, assim como cada uma delas. De madrugada, deu vontade de mijar e fui. No caminho pro banheiro, ouvi um gemido vindo da minha tia solteirona (Carmen). Quando espiei pela porta entreaberta, notei que ela tava se masturbando. Bêbada e com tesão, a piranha tava no maior fogo. Tirei a pica pra fora e, sem mais, comecei a me masturbar junto. Quando caí em mim, fui embora e deixei ela. Na volta pro meu quarto, reparei que a porta da minha Rebeca (a tia mais velha) tava aberta. Ela tava dormindo, mas vi a roupa dela no chão. Entrei sorrateiramente e peguei. Quando cheguei no quarto, vi que era a calcinha dela (de renda preta), toda encharcada. Como não tinha terminado de me masturbar e ainda tava com tesão, coloquei aquela calcinha no nariz, cheirando bem devagar, enquanto me masturbava e gozei dentro dela. Na hora, devolvi e fui dormir. Quando acordei, minhas tias estavam carinhosas comigo. Na verdade, sempre foram, mas dessa vez foi mais. Eu tava revisando meu rosto, vendo quais fotos serviam. Uma tia me pediu uma foto, e assim cada uma delas. Eu tirei foto de todas. Era só risada. Elas me perguntaram o que eu ia fazer hoje, enquanto elas iam pra festa. Falei que ia arrumar um baseado pra me divertir de noite... Chegou a madrugada, era umas 4 da manhã, minhas tias chegaram extremamente bêbadas, foram direto pro quarto de tão loucas. Eu ainda tava no meu PC arrumando umas fotos, olhei pra ela parada na porta (Carmen), nem conseguia abrir os olhos. Deu uns passos e se jogou na cama, começou a se despir até ficar só de sutiã e calcinha. Desliguei o computador, sem fazer barulho, e comecei a observar. De repente, ela enfia a mão na buceta e começa a se masturbar. Fiquei paralisado. Ela tava de barriga pra cima, se masturbando com a mão esquerda, enquanto com a outra procurava algo no criado-mudo. Ajudei sem ela ver e ela pegou um vibrador, começou a meter na boca. A cena era linda. Não pensei duas vezes, tirei o pau pra fora, todo duro, e comecei a me masturbar. Ela gemia gostoso. O vibrador caiu, ela começou a procurar e, sem hesitar, coloquei meu pau na mão dela. Do nada, ela levou até a boca e começou a chupar. Uau, foi sensacional. Antes de gozar, tirei da boca dela e vazei... Mefua na sala, já que ela ficou no meu quarto. Sentei pensando no que aconteceu. 20 minutos depois, minha tia Rosa saiu do quarto dela com um short super mega curto e uma blusa de alças… me viu sério. Rosa: Oi anão, já tava achando que você tinha dormido
Eu: Oi tia, a Carmen entrou no meu quarto super bêbada pra dormir e eu deixei ela, kkkkk
Rosa: e por que tão triste?
(Minha cabeça começou a ferver, eu precisava aliviar o tesão)
Eu: Tô com vergonha, tia
Rosa: fala, anão, sempre fomos muito diretos, e enquanto eu puder te ajudar, sabe que vou
Eu: kkkk isso você fala porque tá bêbada
Rosa: tô sim, mas você sabe que é verdade, meu anão, então me conta
Eu: ok, vou falar, mas não zoa
Rosa: já me deixou curiosa, anão, conta logo
Eu: é que tô há um tempão sem transar e queria bater uma pra aliviar a dor nos ovos
Rosa: kkkkk ai anão, e o que te impede?
Eu: é que meu celular descarregou, meu notebook também, e eu sou muito burro da cabeça, não consigo imaginar nada (óbvio que mentira)
Rosa: kkkkk que idiota
Eu: você disse que não ia zoar (fiz cara triste e baixei a cabeça, parece que o chantagem funcionou)
Rosa: ok, olha, vamos fazer uma coisa: vou fechar as portas das minhas irmãs e a gente vai pro meu quarto ver como eu te ajudo... Depois de fazer o que a gente combinou, fomos pro quarto dela. Ela me deu o celular dela e falou: "vai logo, se apressa" (eu fiz cara de decepção e, de verdade, fiquei decepcionado com aquilo). Entrei no navegador, procurei um filme e já tava indo pro banheiro. Rosa: Onde cê vai, anão?
Eu: Ué, no banheiro (com voz de decepção).
Rosa: Não, podem te ouvir. Olha, faz naquele sofá ali. Eu vou deitar e não atrapalho. Sentei e puxei meu pau pra fora, já durão, comecei devagar, mas minha expressão tentei nunca mudar, mesmo olhando ela de costas com aquele short, tentava me segurar. Rosa: já, anão
Eu: ah, tia, eu demoro pra caralho pra gozar
Rosa: ah, anão, não inventa, e depois com pornô você não se apressa
Eu: ué, sei lá Eneso se vira e me vê sentado com as pernas abertas e o short até os tornozelos. Rosa: Ah, mano, por isso você não goza, com tanta merda pra lutar
Eu: Ah, tia, desculpa, é que a buceta nem motiva, passei mais tempo olhando seu short do que isso Algo nela mudou, ela não parava de me olhar enquanto eu me masturbava, mesmo com pouca luz dava pra ver bem, séria, olhando fixo, virava pra porta e depois voltava o olhar, aí ela mordeu os lábios, na hora eu soube que podia dar meu próximo passo. Eu: Tia..
Rosa: fala, anão
Eu: eu sei que a senhora sente falta de ficar com meu tio
Rosa: um pouco, anão
Eu: é, hoje eu não sou seu anão e a senhora não é minha tia, e a gente se usa pra bater uma
Rosa: ah, anão, que coisa você fala
Eu: daqui onde a gente tá, a luz tá apagada, e só vamos nos ajudar, desconhecida Quando eu disse isso, ela começou a se mexer de um jeito mais estranho e começou a se acariciar por cima da roupa. Rosa: tá bom, desconhecido, mas só por cima, cachorro. Ela começou a se mexer e a se tocar, estava uma gostosa. Eu continuei no meu ritmo, me levantei e segui. Ela abriu os olhos e me viu, não aguentou e tirou a blusa, me deixando ver os peitos dela. A gente continuou e foi avançando, ela tirou a parte de baixo e surpresa: não tinha calcinha, estava totalmente pelada. Já estava no pé da cama e ela com três dedos na buceta e dois na boca. Eu fiz um gesto e gemi como se tivesse gozado. Ela rapidamente ficou de quatro, com a buceta virada pra mim, começou a se masturbar e ficou me olhando. Eu: nossa, que imagem gostosa de ver Ela ri e continua, eu olhei de frente e vi como o espelho me dava um perfil delicioso, ela virou pro espelho, depois pra mim Rosa: Cê gosta, anãozinho?
Eu: Não, sou desconhecido?
Rosa: Prefiro que seja você meu anãozinho… Vem, chega mais perto pra sentir o calor. Eu me apoiei num pé só, com o joelho na cama, e de repente vejo ela enfiar um dedo no cu. Aquilo me acendeu de vez, e eu levantei o olhar. Quando menos esperava, a boca da minha tia envolveu meu pau e começou a me masturbar com a boca dela. Fiquei pasmo. Eu: Tia…
Tira meu pau da boca
Rosa: Não ia ser desconhecida
Eu: Sempre quis que fosse você
Rosa: Ah, meu anão
Eu: Só lembra que eu duro muito
Rosa: É o que eu espero Enfiei meu pau de novo na boca dela, continuamos e continuamos, depois ela pediu pra eu fazer o mesmo nela, não pensei duas vezes, ela gozou umas duas vezes, não aguentei e encostei meu pau na ponta da buceta dela. Rosa: Você vai me fazer gozar muito, anão
Eu: É o que eu espero, tia
Rosa: Mete ela O resto vocês já imaginam, ela bêbada, eu chapado de maconha, a gente ficou umas hora, ela gozou umas 50 vezes e me beijou por 10 minutos, depois apagou e eu vazei. Quando saí do quarto, fui devagar pro meu pra ver se a Carmena ainda tava lá, e tava sim. Entrei de cócoras, peguei umas roupa limpa e quando ia sair... Carmem: Raul, é você?
(Na verdade, não sei quem era o Raul)
Eu: Sim
Carmem: Aonde você vai?
Eu: Vou pegar um copo d'água
Carmem: Você vai continuar me fazendo amor?
(Não sei quem era o Raul, mas que sortudo)
Eu: Se quiser, faço primeiro e depois vou pegar o copo d'água Me aproximei já com o pau duro e coloquei perto da boca dela. Eu: antes chupa minha buceta, carme Começou, a verdade, super gostosa, numa dessas quando tiro da boca dela, disse Carmen: desde que vi aquele cara magro no banho se masturbando, tô toda molhada (o cara é uma pica)
Eu: então fala pra ele, pede pra ele, tá aí fora, ele não vai te negar
Carmen: (continuava chupando e só tirava pra falar) ele não vai querer, já tô velha
Eu: a luz tá apagada, vou falar que você é outra pessoa, só mando ele não acender a luz e você faz o serviço
Carmen: cê acha que ele vai acreditar?
Eu: já volto Fiz uma performance que tinha ido e voltado Eu: (já com minha voz) aqui estou, já tô pronto, pega (coloquei a mão dela no meu pau duro)
Carmen: É você, Raul?
Eu: Não, sou Sebas e você? Sinceramente, o nome dela, enfiou meu pau na boca dela como se fosse um doce, por um tempão, eu comecei a masturbar ela igual um louco e ela ficava assim, coloquei ela de quatro e comecei a chupar o cu e a buceta dela, ela explodia de prazer, no meio do orgasmo ela me diz Carmen: Gato, sou eu
Pelo apelido já sabia que era ela
Eu: (tirando minha boca da bunda dela) sei sim, tia, vou parar
Carmen: claro que não, enfia ela Bueno, a gente durou muito tempo, acho que até duas vezes a gente fez, até a bebedeira baixou e quando ela ia indo pro quarto dela já de pé, ela voltou e sentou de novo, me pegou na pica, colocou na boca dela, meteu umas 10 vezes e me disse Carmem: Valeu, cara, cê não sabe como eu tava afim de você
Eu: Quando quiser, tia, só não fala nada pra ninguém
Carmem: Tomara que sim E aí, aquela noite eu dormi mais de 10 horas. 

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