abri e
... Fechou a boca, igualzinho os olhinhos dela e às vezes não via nada, sentindo os pequenos orgasmos que ela mesma se dava, tava toda animada olhando pra tela, era um filme novo. Vi como a Gema, quando olhava pro cara do filme que fez as duas minas se molharem e açoitou elas com um chicote, não foi pesado, mas a cena chocou a Cielo Riveros, que acelerou os dedos e gemeu mais forte. A Pao me beijou com paixão, enfiando a língua na minha boca, e as maria-chiquinha dela não me deixaram ver a Cielo Riveros, tive que inclinar ela pra continuar beijando sem perder nenhum detalhe da Cielo Riveros. A Pao já tava cansada e não pulava mais, só mexia a bunda pra frente e pra trás. Senti um baita molhado no meu púbis e percebi que a Pao tava mijando, alguma coisa tinha acontecido e nos orgasmos mais fortes ela mijava, talvez pela apertura da bucetinha pequena dela comprimir muito a bexiga. Senti a umidade vindo da Pao e, como ela, apertando a boca dela na minha, gemeu forte junto com os movimentos, de repente parou exausta e respirou fundo. Tirei ela de cima de mim e fiz ela chupar meu pau por um tempo. Ela se levantou, enfiando a cabecinha na minha virilha e chupou com vontade, tentando tirar meu gozo. Agora eu tinha uma vista panorâmica da Cielo Riveros, que se masturbava vendo a tortura que o cara aplicava naquelas minas. Eram minas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o cara por acaso tinha meu tom de pele, acho que isso a deixou mais excitada, o cara... talvez pela apertura da bucetinha pequena dela comprimir muito a bexiga, senti a umidade vindo da Pao e, como ela, apertando a boca dela na minha, gemeu forte junto com os movimentos, de repente parou exausta e respirou fundo. Tirei ela de cima de mim e fiz ela chupar meu pau por um tempo. Ela se levantou, enfiando a cabecinha na minha virilha e chupou com vontade, tentando tirar meu gozo. Agora eu tinha uma vista panorâmica da Cielo Riveros, que se masturbava vendo a tortura que o cara aplicava naquelas. garotas. Eram garotas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o cara por acaso tinha o meu tom de pele,
Acho que foi isso que mais excitou ela, o garoto... talvez pela apertura da bucetinha dela ter comprimido muito a bexiga, senti a umidade vindo da Pao e como ela, pressionando a boca contra a minha, gemeu intensamente junto com os movimentos dela, de repente parou exausta e pegou ar, tirei ela de cima de mim e fiz ela chupar meu pau por um tempo, ela se levantou enfiando a cabecinha na minha virilha e chupou com vontade tentando arrancar meu leite, agora eu tinha uma vista panorâmica da Cielo Riveros, que se masturbava vendo a tortura que o garoto aplicava naquelas minas. Eram minas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o garoto por acaso tinha o mesmo tom de pele que eu, acho que foi isso que mais excitou ela, o garoto... de repente parou exausta e respirou fundo, tirei ela de cima de mim e fiz ela chupar meu pau por um tempo, ela se levantou enfiando a cabecinha na minha virilha e chupou com gosto tentando arrancar meu leite, agora eu tinha uma vista panorâmica da Cielo Riveros, que se masturbava vendo a tortura que o garoto aplicou naquelas minas. Eram minas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o garoto por acaso tinha o mesmo tom de pele que eu, acho que foi isso que mais excitou ela, o garoto... de repente parou exausta e respirou fundo, tirei ela de cima de mim e fiz ela chupar meu pau por um tempo, ela se levantou enfiando a cabecinha na minha virilha e chupou com gosto tentando arrancar meu leite, agora eu tinha uma vista panorâmica da Cielo Riveros, que se masturbava vendo a tortura que o garoto aplicou naquelas minas. Eram minas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o garoto por acaso tinha o mesmo tom de pele que eu, acho que foi isso que mais excitou ela, o garoto... Eram minas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o garoto por acaso tinha o mesmo tom de pele que eu, acho que foi isso que mais excitou ela, o garoto... Eram minas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o garoto por acaso tinha o mesmo tom de pele que eu, acho que foi isso que mais excitou ela, o garoto...
... parei de esfregá-las, as duas garotas continuavam rebolando a bunda de um lado pro outro, ansiosas pelo que viria. Olhei pra Cielo Riveros, que estava na tela. O cara apareceu no palco com outro homem do lado e disse pra ele foder o cu de cada uma delas com a pica e com os dedos; fiz isso ao mesmo tempo, enquanto penetrava uma, enfiava três dedos na outra, metia forte, olhava pra Cielo Riveros, que se masturbava freneticamente na buceta dela, abriu a boca quase toda e começou a gemer, alguma coisa na cena realmente tinha excitado ela. Finalmente fechou os olhos, inclinando a cabeça pra trás, terminando o orgasmo. Abriu os olhos e viu que eu tava olhando pra ela enquanto Pao me chupava gostoso. Me deu um sorriso de satisfação que quase me fez gozar na boca da irmã dela.
— A cena da puta te excitou?
— Sim!
Levantei, tirando a pica da boca da Pao, me aproximei de Cielo Riveros, e levei ela, colocando em seguida na mesa de centro da sala. Botei ela de quatro e me posicionei sobre a bunda dela. Cielo Riveros continuava vendo as imagens das meninas sendo sodomizadas por um amigo do pai, tanto de dedo quanto de pica. Ele gemeu forte quando minha pica sumiu no cu dela. Abaixei a cabeça quando enfiei, depois voltei a ver as imagens do filme; segurei ela firme pelas cadeiras e, sem me importar se doía, comecei a meter e tirar. As garotas gemeram na TV e Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão do cu dela e bombeei sem piedade, nós dois gemíamos de prazer. Cielo Riveros tava excitada demais.
Me aproximei de Cielo Riveros, e levei ele, colocando em seguida na mesa de centro da sala. Botei ele de quatro e me posicionei sobre a bunda dele. Cielo Riveros continuava vendo as imagens das meninas sendo sodomizadas por um amigo do pai, tanto de dedo quanto de pica. Gemeu forte quando minha pica sumiu no cu dele. Abaixei a cabeça quando enfiei, depois voltei a ver as imagens do filme; segurei ele firme pelas cadeiras e, sem me importar se doía, comecei a meter e tirar. Comecei a meter e tirar, as garotas gemiam na televisão e a Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão da bunda dela e bombei sem piedade, nós dois gemíamos de prazer, a Cielo Riveros tava muito excitada.
Me aproximei da Cielo Riveros, e levei ela pra mesa de café da sala, coloquei ela de quatro e me posicionei em cima da bunda dela. A Cielo Riveros continuou vendo as imagens das meninas sendo sodomizadas por um amigo do pai, tanto com dedo quanto com pau, gemeu forte quando meu pau sumiu no cu dela. Abaixou a cabeça quando enfiei, depois voltei a olhar as imagens do filme; segurei ela firme pelos quadris e, sem me importar se doía, comecei a meter e tirar. As garotas gemeram na televisão e a Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão da bunda dela e bombei sem piedade, nós dois gemíamos de prazer, a Cielo Riveros tava muito excitada.
Coloquei ela de quatro e me posicionei em cima da bunda dela. A Cielo Riveros continuou vendo as imagens das meninas sendo sodomizadas por um amigo do pai, tanto com dedo quanto com pau, ele gemeu forte quando meu pau sumiu no cu dela. Abaixou a cabeça quando enfiei, depois voltei a olhar as imagens do filme, segurei ela firme pelos quadris e, sem me importar se doía, comecei a meter e tirar. As garotas reclamaram na TV e a Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão da bunda dela e bombei sem piedade, nós dois gemíamos de prazer, a Cielo Riveros tava muito excitada.
Coloquei ela de quatro e me posicionei em cima da bunda dela. A Cielo Riveros continuou vendo as imagens das meninas sendo sodomizadas por um amigo do pai, tanto com dedo quanto com pau, ele gemeu forte quando meu pau sumiu no cu dela. Abaixou a cabeça quando enfiei, depois voltei a olhar as imagens do filme, segurei ela firme pelos quadris e, sem me importar se doía, comecei a meter e tirar. As garotas reclamaram na TV e a Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão da bunda dela e bombei sem piedade. Nós dois gemíamos de prazer, Cielo Riveros, tava muito excitada.
Depois volto a ver as imagens do filme, agarrei ela forte pelas cadeiras e, sem ligar se doía, comecei a meter e tirar. As minas reclamavam na TV e a Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão da bunda dela e bombei sem dó. Nós dois gemíamos de prazer, Cielo Riveros, tava muito excitada.
Depois volto a ver as imagens do filme, agarrei ela forte pelas cadeiras e, sem ligar se doía, comecei a meter e tirar. As minas reclamavam na TV e a Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão da bunda dela e bombei sem dó. Nós dois gemíamos de prazer, Cielo Riveros, tava muito excitada.
... No filme, a trama era nova pra ela e ela viveu intensamente, sentiu como se empurrasse pra trás pra enfiar mais meu pau. O cara tinha as duas minas em pé numa cama e chicoteava elas com um látego de couro. Cielo Riveros viu elas apanhando e se mexendo mais. Levantei minha mão e deixei cair na bunda dela, do lado direito. — Aaahhh — foi o grito que ela deu quando sentiu minha mão, mas não parou de se mexer. Continuei com as palmadas cada vez que o cara batia nas minas, acertei a bunda dela. Cielo Riveros gemeu alto. Parei de bater porque o cara voltou a foder o cu de uma das minas. Agarrei ela pela cintura com as duas mãos e meti sem piedade, parecia um pistão no cu dela. Meu pau entrava e saía lubrificado pela saliva da Pao, minha cintura se mexia pedindo pra gozar. Senti meus ovos explodirem e meu leite saindo direto no cu do moleque. — Toma, sua putinha, bebe todo meu leite, aaahhh — gozei gostoso no cu de Cielo Riveros, que se mexia igual uma cobra sentindo eu me esvaziar por dentro. Agarrei ela com força e enfiei meu pau o mais fundo que dava. Tava berrando igual um touro de olho virado, todo suado e com a cara desfigurada de prazer pervertido por foder o cu de uma menina de 9 anos. Quem me visse ia se horrorizar, mas eu tava tendo o orgasmo da minha vida num cu infantil. Terminei de gozar e fiquei um tempo sentindo Cielo Riveros, ela contraiu o cu instintivamente e prendeu meu pau, me dando choques elétricos cada vez... bebe todo meu leite, aaahhh gozei gostoso no cu de Cielo Riveros, que se mexia igual uma cobra
sentindo como me esvaziava por dentro, agarrei ela bem forte e enfiei meu pau o mais fundo que pude, urrava como um touro de olhos virados, tava todo suado e minha cara desfigurada pelo prazer pervertido de foder o cu de uma menina de 9 anos, quem me visse ia se horrorizar, mas eu tava tendo o orgasmo da minha vida num cuzinho infantil. Terminei de gozar e fiquei um tempo me sentindo como Cielo Riveros, ela contraiu o cu instintivamente e prendeu meu pau, me dava choques elétricos a cada vez... bebe toda minha porra aaahhh gozei copiosamente no reto de Cielo Riveros, que se mexia como uma cobra sentindo como me esvaziava por dentro, agarrei ela bem forte e enfiei meu pau o mais fundo que pude, urrava como um touro de olhos virados, tava todo suado e minha cara desfigurada pelo prazer pervertido de foder o cu de uma menina de 9 anos, quem me visse ia se horrorizar, mas eu tava tendo o orgasmo da minha vida num cuzinho infantil. Terminei de gozar e fiquei um tempo me sentindo como Cielo Riveros, ela contraiu o cu instintivamente e prendeu meu pau, me dava choques elétricos a cada vez... tava todo suado e minha cara desfigurada pelo prazer pervertido de foder o cu de uma menina de 9 anos, quem me visse ia se horrorizar, mas eu tava tendo o orgasmo da minha vida num cuzinho infantil. Terminei de gozar e fiquei um tempo me sentindo como Cielo Riveros, ela contraiu o cu instintivamente e prendeu meu pau, me dava choques elétricos a cada vez... tava todo suado e minha cara desfigurada pelo prazer pervertido de foder o cu de uma menina de 9 anos, quem me visse ia se horrorizar, mas eu tava tendo o orgasmo da minha vida num cuzinho infantil. Terminei de gozar e fiquei um tempo me sentindo como Cielo Riveros, ela contraiu o cu instintivamente e prendeu meu pau, me dava choques elétricos a cada vez...
... Fiz isso, quando senti que meu pau tava amolecendo, tirei devagar. Quando gozei dentro do Céu Riveros, ela soltou um pum. Às vezes acontecia isso, saía gás do cu dela porque tava muito dilatado. Ela sorria envergonhada quando fazia isso, eu também sorria pra ela, mas meu sorriso era mais pervertido. Deitei ela e enfiei meu pau na boca dela. Ela chupou por um tempo e, quando senti ele limpo, tirei e me joguei no sofá. Pao me recebeu com beijos e abraços, deixei ela me acariciar por um tempo e depois mandei ela tomar banho. Céu Riveros chegou perto e sentou do meu lado, espremendo meu gozo do cu dela. — Gostou do filme, minha raposinha? "Muito, você nunca trouxe um assim, quero ver mais desse tipo, vai trazer?" — Fiquei sem grana, minha raposinha, não é fácil de conseguir nem barato. — E você não consegue mais dinheiro? — Não por enquanto, mas me diz, o que você mais gostou no filme? — Quando o pai convida o amigo pras filhas dele.
— Você gostaria de ficar com outra pessoa? "Não sei, talvez, você me deixaria?" — Claro, minha pequena foxy, é pra isso que eu te treino. Na verdade, tenho um plano que pode nos render dinheiro. Me diz uma coisa, qual professor você acha que tem mais grana? — Hum, não sei, talvez o professor Alvarado, ele tá com um carro novo bem chique. — Hahaha, isso seria perfeito. Eu tinha um plano imaginado, que se desse certo, eu podia ganhar muita grana. Só precisava executar ele perfeitamente. Contei como seria, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria que as coisas fossem. O plano não podia falhar. O que você mais gostou no filme? — Quando o pai convida o amigo pras filhas dele. — Você gostaria de ficar com outra pessoa? "Não sei, talvez, você me deixaria?" — Claro, minha pequena foxy, é pra isso que eu te treino. Na verdade, tenho um plano que pode nos render dinheiro. Me diz uma coisa, qual professor você acha que tem mais grana? — Hum, não sei, talvez o professor Alvarado, ele tá com um carro novo bem chique. — Hahaha, isso seria perfeito. Eu tinha um plano imaginado, que se desse certo, eu podia ganhar muita grana. Só precisava executar ele perfeitamente. Contei como seria, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria que as coisas fossem. O plano não podia falhar. O que você mais gostou no filme? — Quando o pai convida o amigo pras filhas dele. — Você gostaria de ficar com outra pessoa? "Não sei, talvez, você me deixaria?" — Claro, minha pequena foxy, é pra isso que eu te treino. Na verdade, tenho um plano que pode nos render dinheiro. Me diz uma coisa, qual professor você acha que tem mais grana? —
Mmm, não sei, talvez o professor Alvarado tenha um carro novo bem chique. — Hahaha, isso seria perfeito. Eu tinha um plano imaginado, que se desse certo, eu podia ganhar uma grana boa. Só precisava executar tudo direitinho. Contei como ia ser, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria. O plano não podia falhar. — Claro, minha pequena foxy, é pra isso que te treino. Na verdade, tenho um plano que pode render dinheiro pra gente. Me diz uma coisa: qual professor você acha que tem mais grana? — Mmm, não sei, talvez o professor Alvarado tenha um carro novo bem chique. — Hahaha, isso seria perfeito. Eu tinha um plano imaginado, que se desse certo, eu podia ganhar uma grana boa. Só precisava executar tudo direitinho. Contei como ia ser, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria. O plano não podia falhar. — Claro, minha pequena foxy, é pra isso que te treino. Na verdade, tenho um plano que pode render dinheiro pra gente. Me diz uma coisa: qual professor você acha que tem mais grana? — Mmm, não sei, talvez o professor Alvarado tenha um carro novo bem chique. — Hahaha, isso seria perfeito. Eu tinha um plano imaginado, que se desse certo, eu podia ganhar uma grana boa. Só precisava executar tudo direitinho. Contei como ia ser, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria. O plano não podia falhar. Só precisei executar tudo perfeitamente, contei como ia ser, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria. O plano não podia falhar. Só precisei executar tudo perfeitamente, contei como ia ser, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria. O plano não podia falhar.
O professor Alvarado era um homem de uns 45 anos, tinha trabalhado na docência a vida inteira desde que se formou, foi casado por 20 anos com Margarita, teve dois filhos, Samuel 18 e Diana 18. A vida financeira dele ia de vento em popa, ele tinha estudado os títulos de mestrado e os diplomas necessários pra alcançar o salário máximo que um professor pode ganhar, vivia confortavelmente. A sua bela e extravagante esposa ocupava um lugar importante entre os amigos, tanto pela posição econômica quanto moral, era esposa de um professor renomado, isso a enchia de orgulho e sempre que podia se gabava disso. Os filhos eram o orgulho dele e ele fazia de tudo por eles, trabalhando de manhã e à tarde se dedicava ao lar.
Resumindo, ele se sentia o homem mais sortudo do mundo.
Na segunda-feira de manhã, começou a rotina como faz todo começo de semana, preparou no escritório as coisas que ia ensinar e as avaliações pertinentes, chegou na sala de aula e todos os alunos o receberam com bons dias enquanto se levantavam, ele respondeu educadamente e com um gesto deu sinal pra sentarem. Pediu que abrissem o livro na página correspondente ao tema do dia e que começassem com os exercícios que tinham praticado na semana anterior, e os alunos assim fizeram.
Alvarado tava revisando os detalhes da semana quando algo chamou a atenção dele, no final da fila perto dele, Cielo Riveros, a loirinha, tava lendo o livro de matemática toda concentrada, enquanto fazia isso, ela tava com as pernas abertas mostrando parte da calcinha, ele, como um velho professor, já tava acostumado a ver essas cenas por acaso, não se impressionava, mas dessa vez foi diferente, Cielo Riveros não só abriu as pernas como também ficava abrindo e fechando devagar, segurando o lápis entre os dedos e a boca parecendo concentrada; a borracha do lápis tava entre os lábios dela e foi acariciada pela língua, continuou com o movimento das pernas abrindo e fechando devagar e de um jeito sensual, não fez como uma menina, mas como uma mulher que parece gostosa.
Alvarado achou que Cielo Riveros tava tão concentrada que nem percebia a sensualidade que tava exalando, e por algum motivo ele não parava de olhar a virilha dela mostrando a calcinha branca e infantil; Alvarado pela primeira vez viu uma aluna na virilha mais do que devia, Cielo Riveros, seguindo uma dança rítmica das pernas como uma borboleta que bate as asas devagar, o pau de Alvarado começou a crescer dentro da calça, ele se sentiu ofendido consigo mesmo por ter uma ereção vendo a calcinha de Cielo Riveros, não era pedófilo, nunca tinha se sentido atraído por uma menina, mas mesmo assim não perdeu nenhum detalhe nem a ereção crescendo.
Num certo momento, Alvarado olhou pro rosto de Cielo Riveros, que já não tava mais olhando pro livro, ela tava olhando diretamente pra ele com um sorriso, pegou a barra da saia e levantou balançando, como se tivesse com calor sem parar de sorrir de um jeito inocente; Alvarado agora tava perturbado, porque foi pego olhando a virilha da menina, Cielo Riveros sorriu pra ele como uma aluna sorriria pra professora, mas enquanto fazia isso continuou com a dança provocante, o pau de Alvarado não parava de crescer, ele tava ficando excitado demais. Pensei que tinha que desviar a própria atenção
— Cielo Riveros, por favor vai até o quadro e escreve o primeiro problema.
— Sim, professor.
Cielo Riveros, ao se levantar, abriu quase completamente as pernas, mostrando sua calça, que agora Alvarado percebia que não era tão infantil assim. Era uma calça de renda que, prestando mais atenção, dava pra ver a linha dos lábios maiores dela. Ele não conseguia evitar ficar de boca aberta ao ver um espetáculo daquele. Cielo Riveros, como de costume, andou de forma sensual olhando pra ele e, quando quase chegou no quadro, lembrou que não tinha pegado o livro. Virou-se de repente e, ao fazer isso, a saia voou, deixando a coxa e parte da calcinha sexy de renda à mostra. Alvarado se amaldiçoou, porque o pau dele já tava completamente duro. Se o diretor ou alguém aparecesse, iam notar a ereção. Cielo Riveros, de volta à mesa, rebolou e se inclinou pra pegar o livro, exibindo com pompa a bunda em desenvolvimento. A professora agora tava alucinada. Enquanto admirava a bunda da menina, Cielo Riveros se virou sem se levantar, girou e olhou nos olhos dele, sorrindo de novo.
Ele se endireitou e foi até o quadro negro, escrevendo o problema que tinham indicado pra ele. Toda vez que podia, virava pra olhar pro professor, que fazia ele sorrir. Cielo Riveros resolvia o problema com as mesmas dificuldades que qualquer aluno teria, não era nenhum gênio.
A aula terminou e chegou a hora de trocar de sala. A professora passou tarefas pro dia seguinte e, enquanto guardava as coisas na sua maleta de couro chique, Cielo Riveros se aproximou dele.
— Professor?
— Fala, Cielo Riveros.
— Fiquei com muitas dúvidas sobre os últimos assuntos. Acha que posso ir até seu escritório pra te mostrar? Me diz qual exercício fazer e eu sigo à risca. Não quero me ferrar nesse bloco.
— Sabe que não posso dar conselhos, ainda mais se seus pais não concordarem.
— É que minha mãe trabalha até tarde e não tem tempo de vir. Pelo bem da minha nota... — Cielo Riveros olhou pra ele com um olhar suplicante e segurou ele de leve pelo paletó.
— Tá bom, te espero no meu escritório na hora do intervalo.
— Valeu.
Cielo Riveros quase pulou de alegria quando viu que o professor aceitou tirar as dúvidas dela. O professor sentiu um arrepio ao pensar que ficaria sozinho com Cielo Riveros, algo naquilo o perturbava.
Alvarado realmente não conseguia se concentrar nas aulas seguintes, ficava pensando na calcinha da menina, nos olhos azuis dela, na boca sensual. Quando crescesse, seria uma verdadeira destruidora de corações, embora já fosse agora. Quando pensava em todo aquele corpinho frágil e nu, o pau dele pulava e ele tinha que se concentrar na aula pra baixar a ereção.
O coração dele batia forte quando ouviu o sinal do intervalo, sentia as próprias batidas e até ouvia o coração acelerar. Com um certo tremor, guardou as coisas na pasta, nem passou a lição de casa pra turma, só se despediu e foi embora na mesma hora que os alunos, alguns correndo e se empurrando. Num dia normal, ele os repreendia e mandava esperar na sala até os outros saírem, mas hoje estava muito tolerante e, acima de tudo, não queria perder tempo pra chegar no escritório.
Chegou e sentou na poltrona confortável, pegou uns papéis, mal ia começar a ler quando ouviu as batidas na porta.
— Pode entrar.
Cielo Riveros disse isso, levantando a voz, entrou com um caderno e o livro de matemática nos braços.
— Entra, Cielo Riveros, senta aí. Me diz, que dúvidas você teve?
— Tem várias, olha... Hmm, posso chegar mais perto?
— Pode.
Cielo Riveros se aproximou e ficou do lado dele, abriu o livro e apontou os problemas que não conseguia resolver.
Alvarado, como profissional, explicou como resolvê-los. Cielo Riveros prestou atenção em tudo, às vezes chegava muito perto de Alvarado e ele podia sentir o perfume do sabonete de banho.
— Tô cansada de ficar em pé, posso sentar na mesa? Não tem mais cadeira ou você quer que eu sente no seu colo?
— Na mesa tá de boa.
Alvarado respondeu rápido e, frações de segundo depois, se arrependeu da resposta. Teria sido bom ter aquela garota sentada no colo dele, embora também não fosse prudente.
Terminou de explicar o problema e Cielo Riveros agradeceu, e para mostrar isso, deu um beijo na bochecha dele.
Ainda restavam 10 minutos de descanso e Cielo Riveros se preparou para falar. Reclinou-se com os braços para trás, apoiada na mesa, e perguntou ao professor o que ele fazia à tarde, quantos filhos tinha, como se chamava a esposa e coisas assim. Ele respondeu tudo, mas em determinado momento criou coragem e fez as perguntas. Vale dizer que, o tempo todo, Cielo Riveros mexia as pernas inquieta e a saia subia até a metade da coxa. O professor não perdia nenhum detalhe das pernas brancas e finas da garota.
— Cielo Riveros, por que sua mãe não vai às reuniões e só sua avó?
— Ela trabalha até tarde, sempre chega às 9, faz a janta pra gente, às vezes dá banho e nos leva pra cama.
— Cielo Riveros, quem compra sua roupa íntima?
— Minha mãe, por quê?
— Sem querer, vi sua calcinha e percebi que era de renda. Foi ela quem comprou?
— Sim, hehehe, você viu? Que vergonha — Cielo Riveros cobriu os olhos azuis com a mão direita, envergonhada.
— Não fique com vergonha, não te olhei com maldade, só me chamou a atenção que era renda, é bonito — houve um silêncio entre os dois, mas nunca pararam de se olhar nos olhos, nem ela parou de sorrir, flertando. Ele tomou coragem — você poderia me mostrar? Só um pouquinho, por curiosidade.
— Hihihi, quer ver? Tá bom, não acho que tenha nada demais, talvez você já tenha visto.
Cielo Riveros, com as mãos, pegou na barra da saia e foi levantando devagar. Alvarado observava em êxtase como aparecia a parte de cima das coxas, olhava a pele branca dela com pouca beleza, ela levantou um pouco mais e a calcinha branca dela surgiu iluminada pela luz do escritório. Cielo Riveros, não satisfeita em só mostrar, abriu um pouco as pernas. Alvarado sentiu arrepios e como suas mãos tremiam.
— É muito bonita — disse ele, com a boca completamente seca.
— E é muito macia, olha, toca aqui.
— É? Posso tocar? — perguntou ele, levantando a mão e direcionando-a para a virilha da menina.
— Kkkk sim, se você quiser, mas e se alguém entrar? — A mão de Alvarado parou no ar.
O professor ficou paralisado, não sabia o que responder, não ia dizer que não tinha problema se alguém entrasse, porque não estava fazendo nada de errado, porque se fizesse, uma menina não devia mostrar a calcinha para um adulto e muito menos deixar que ele a tocasse. Cielo Riveros, percebendo a hesitação dele, soltou a saia, pulou da mesa e foi até a porta colocar o cadeado, voltou para onde estava sentada, abriu as pernas de novo e levantou a saia. Alvarado ficou perplexo. Cielo Riveros viu toda a cena e como ele voltou com um sorriso cúmplice para continuar mostrando a calcinha dela.
Já fechei, anda, toca, professor, pra você ver como é bem macia."
A mão de Alvarado tinha ficado no ar todo esse tempo. Quando Cielo Riveros se acomodou exatamente onde estava, a mão continuou seu caminho perverso, os dedos trêmulos sentiram a calça, percebendo a renda que ela tinha se gabado. Com o polegar, acariciou a linha divisória dos lábios da fenda, fez isso de cima pra baixo. Cielo Riveros abriu mais as pernas pra receber a carícia de apropriação indevida, rindo baixinho e curtindo como o professor, todo nervoso, tentava sentir a fenda dela.
"É bem macia, tão macia que dá pra afastar sem problema", disse Cielo Riveros, ainda sorrindo.
Alvarado, sem parar de tremer, passou o dedo indicador pela borda da calça, bem na altura da fenda, afastou ela de lado e viu pela primeira vez a fenda de uma menina, uma aluna ou algo que era uma mulher e tinha 18 anos. Sentiu a fenda, naquele momento tinha medo de romper alguma coisa da virgindade dela. O instinto perverso dele queria meter o dedo, saborear com a língua, meter a pica nela com força, mas a prudência só deixava ele acariciar devagar, com os dedos trêmulos, pela abertura dos lábios dela.
"Tá gostoso", disse Cielo Riveros, sem deixar de olhar pra ele e sorrindo.
"Você gosta?"
"Sim."
"Alguém já tinha tocado na sua calcinha ou olhado sua abertura?"
"Só minha mãe", mentiu Cielo Riveros, "mas ela só lava, não acaricia igual você, aaaah, você é gostoso."
Cielo Riveros franziu a testa e sua boquinha já tinha recebido a carícia do adulto "responsável" pela educação dela.
"Tem um cheiro bem limpinho.
? Sim, lavo todo dia pra ficar bem limpinho, pode cheirar hehehe ou provar se quiser.
O professor sentiu o coração acelerar, nunca imaginou que faria aquilo, muito menos que uma garota inocente perguntaria isso, a cabeça dele tava nublada de tesão, já não pensava mais, o pau estourou dentro da calça, devagar ele se aproximou da fresta sentindo o cheiro, a língua dele saiu de entre os lábios, tava a 10 centímetros da fresta do menino, tava saboreando a delicadeza nublada de tesão quando de repente o sinal da escola fez ele pular de susto, por instinto tirou a mão da virilha da menina e ajeitou a roupa nervoso; Cielo Riveros, apoiada na mesa, com os braços pra trás, respirava pesado, a calça dela cobria parcialmente a abertura, dava pra ver os fluidos escorrendo mostrando que ela tava excitada.
? Cielo Riveros, se prepara e vai pra sua aula.
? Quer que eu volte amanhã?
? Sim... Quer dizer, não... bom, talvez... Não, melhor não, a gente não pode.
? Por quê? Tamo nos divertindo tanto.
? Não é certo, além disso alguém pode entrar.
? É verdade — Cielo Riveros pensou por um momento — Professor, e se o senhor vier na minha casa me dar conselhos? A gente podia revisar e aprender mais.
? Mas você disse que sua mãe não tá aqui, isso não seria certo.
? Bom, minha mãe não tá aqui mas minha avó cuida da gente, se for pra revisar ela não vai se opor.
? Não sei, bom, acho que talvez a gente pudesse.
? Perfeito, amanhã foda-se a direção e o senhor chega lá pelas três da tarde, né?
O olhar de Cielo Riveros era de súplica, quase juntou as mãos implorando pra ele dizer sim, Alvarado ainda tava excitada demais pra pensar direito e acabou cedendo ao pedido errado de Cielo Riveros, que ao ouvir o "sim" pulou de alegria e deu um beijo na boca dele, não foi um beijo apaixonado, foi só uma bicadinha rápida mas Alvarado ficou todo bagunçado, Cielo Riveros se levantou e enfiou as mãos por baixo da saia ajeitando a calcinha sem parar. de olhar para o professor com cara de safada, e depois saiu da sala dando uma última olhada cheia de malícia
Ela sabia que naquela semana a avó não ia cuidar deles, teve que resolver uns problemas em outra cidade por causa da doença de uma das irmãs dela. A mãe falou pra Cielo Riveros contratar uma babá, mas ela recusou, dizendo que já dava conta de si mesma, que já eram crescidos, também sabiam cuidar de estranhos. A mãe viu a maturidade e a segurança nela e não contratou babá, só deixou umas coisas pra esquentar no micro-ondas e comer.
? Ahhhhhh
No quarto das meninas, ouviam-se os gemidos da Paola enquanto eu a fodia selvagemente. A criatura se agarrava aos lençóis e, de quatro, recebia meu pau no cu; eu tinha lutado, mas consegui enfiar todo o meu pau nela. A garota chorava, sangrando pelo cu, mas mesmo assim não parei. Cielo Riveros, eu consegui. Naqueles dias, para passar creme anti-inflamatório diariamente e dar comprimidos para prevenir infecções e aliviar a dor, é preciso dizer que a mantive sob ameaça de que o monstro viria se ela dissesse algo. Ficamos assim por umas 3 semanas até que ela se acostumou e tolerou todo o meu pau sem problemas. Fodi ela com força em todas as posições que me vieram à mente, sempre no cu, e a boceta dela não me divertiu; só pensei em bater forte nela e fazê-la cagar enquanto a sodomizava sem piedade.
Cielo Riveros, nessa hora, tava lá embaixo preparando comida e esperando ela terminar com a irmãzinha, pra depois a gente beliscar junto. Eu tava com a cara toda distorcida de prazer, virava os olhos, babava pelos cantos da boca aberta, colocava a língua pra fora e fazia movimentos como se o ar tivesse uma buceta e eu tivesse lambendo. A Pao tava me dando um prazer sem fim, eu me mexia segurando os quadris dela, metendo sem parar. Adorava como o cabelo dela voava a cada estocada que eu dava. Não tinha tirado o uniforme dela, a calça tava enrolada num tornozelo, na altura da meia escolar, a saia só tinha sido levantada. Depois de chupar ela com a boca e lamber os buracos dela, primeiro passei a cabeça da pica pela fenda que, entre empurrões e gemidos, me recebeu, e depois pelo meu cu, que enquanto eu me lubrificava com a fenda dela, eu dilatei na ponta dos dedos e com saliva. Ela reclamava como se tivesse dor, mas enfiei a pica mais dura na fenda dela, fazendo ela gemer de prazer, pra esquecer o desconforto da dilatação.
? Aaahhh aaahhh aaahhh é, bota tudo em mim, eu gosto, eu gosto da pica no meu cu
A linguagem dela tinha florescido muito, ensinei ela a falar sujo pra me excitar mais durante a foda, fiz ela dizer o quanto gostava da pica e quando eu enfiava já sabia que tinha que falar "mais forte" "é no cu" "me fodam como um homem no cu até arder" e umas besteiras que não eram próprias pra uma garota daquela idade.
? Sim papai! Me fodam forte no cu!, é oh!
ai!.
ai!.
Ela abriu a boca e os olhos ao máximo quando eu investi forte como o pistão de um carro, tanta era a velocidade e a força que tive que me deixar cair, é, sem parar de bombar e fiz ela deitar de bruços completamente deitada, bombei forte, segurei o pescoço e o quadril dela, minha barriga se encaixava na região lombar dela e vibrava a cada empurrão que eu dava, meu suor encharcava as costas dela; Puxei o pescoço dela, levantando e virando a cabeça pra meter minha língua na boquinha dela, não lembrava se tinha lavado a boca, provavelmente tava com mau hálito; Minha boca cheirava a boceta, cu e um pouco de xixi além do meu mau hálito, mas isso não me impediu de profanar com minha língua a boca do menino, que se abriu pra me receber sem problema nenhum
? Mmmggghhh mmmmggghhh
Era o som dos gemidos abafados dela dentro da minha boca, eu já tava cansando de ficar por cima, soltei ela e virei de lado, levantei a perna dela e continuei metendo forte e rápido, senti meu coração acelerar, naquele momento lembrei como no começo, quando conheci eles, eu cansava de bombar e tinha que parar pra pegar ar, mas com o tempo já tinha me condicionado, era igual correr, você se acostuma tanto a fazer isso; tirei minha piroca e abri o cu dela pra câmera poder capturar a dilatação completa e total, enfiei três dedos sem problema nenhum.
— Bota a piroca de novo, papai, no meu cu maduro.
Jeje ri pra mim mesma, eu era uma atriz completa e já sabia pedir piroca quando mostrei a dilatação pra câmera; cuspi na mão e passei a saliva no cu dela, apontei a piroca pro buraco e ataquei a bunda dela de novo, meti e tirei a piroca sem dificuldade nenhuma, a saliva tinha feito milagre.
Me reorganizei e coloquei ela por cima de mim, pra câmera capturar a penetração anal; a câmera não só capturou a penetração anal mas também como meus dedos apertavam o clitóris dela, Pao gemeu que nem uma adulta, às vezes empurrava quando eu metia tudo, soltei ela e com as duas mãos apertei a barriga dela ao mesmo tempo que metia, a pressão dela aumentou, tanto que mostrou alarme.
— Pa... Papai, tô sentindo umas coisas estranhas na barriga, ah... caralho.
Sabia o que vinha, com minhas intenções mais pervertidas acelerei e apertei a barriga dela, ela reclamou mais.
— Parece que vou cagar, papai... caralho... não... para, se eu cagar... caralho.
Senti uma pressão no meu pau que vinha do intestino da garota, apertei mais minha barriga e puxei meu pau rapidamente, segurei ela pelos isquiotibiais com as duas mãos e do cu dela saiu merda semissólida, quase líquida, em dois pedaços pequenos. De baixo, vi como a Paola lutava pra fechar o cu e segurar a merda, tava tão dilatado que ela não conseguiu evitar, vi a cara vermelha dela, tava mais que envergonhada, senti o cheiro da merda e isso me fez pensar que ia ganhar uma grana com os malditos pervertidos que viram o vídeo. Eu tinha feito ela cagar com minhas estocadas, imaginei como eles iam se masturbar igual loucos vendo a cena até gozar na mão; deixei ela naquela posição por uns segundos pra câmera captar toda a sujeira e depois coloquei ela de lado e mandei ela ir no banheiro se lavar, levantei e fui atrás dela. Vi como ela se pelou no banheiro e entrou no chuveiro, vi a bunda dela manchada de marrom e ri; limpei minha barriga com papel higiênico, joguei os papéis sujos no vaso, com lenços umedecidos limpei as manchas de bosta da minha barriga e do meu pau, lavei as mãos e saí do banheiro, deixando a mina se lavar sozinha. Fui e desliguei a câmera.
Desci nua e lá estava Cielo Riveros, olhando os livros dela e tentando fazer a lição de casa. Ela me viu e se levantou, caminhou até a cozinha e começou a preparar as coisas que ia esquentar pra nós três. Olhei pra ela com a saia escolar, o cabelo preso num coque mostrando o pescoço longo e fino, e como ela, concentrada, colocou a comida nas vasilhas de plástico pra esquentar no micro-ondas e depois me servir.
... Fechou a boca, igualzinho os olhinhos dela e às vezes não via nada, sentindo os pequenos orgasmos que ela mesma se dava, tava toda animada olhando pra tela, era um filme novo. Vi como a Gema, quando olhava pro cara do filme que fez as duas minas se molharem e açoitou elas com um chicote, não foi pesado, mas a cena chocou a Cielo Riveros, que acelerou os dedos e gemeu mais forte. A Pao me beijou com paixão, enfiando a língua na minha boca, e as maria-chiquinha dela não me deixaram ver a Cielo Riveros, tive que inclinar ela pra continuar beijando sem perder nenhum detalhe da Cielo Riveros. A Pao já tava cansada e não pulava mais, só mexia a bunda pra frente e pra trás. Senti um baita molhado no meu púbis e percebi que a Pao tava mijando, alguma coisa tinha acontecido e nos orgasmos mais fortes ela mijava, talvez pela apertura da bucetinha pequena dela comprimir muito a bexiga. Senti a umidade vindo da Pao e, como ela, apertando a boca dela na minha, gemeu forte junto com os movimentos, de repente parou exausta e respirou fundo. Tirei ela de cima de mim e fiz ela chupar meu pau por um tempo. Ela se levantou, enfiando a cabecinha na minha virilha e chupou com vontade, tentando tirar meu gozo. Agora eu tinha uma vista panorâmica da Cielo Riveros, que se masturbava vendo a tortura que o cara aplicava naquelas minas. Eram minas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o cara por acaso tinha meu tom de pele, acho que isso a deixou mais excitada, o cara... talvez pela apertura da bucetinha pequena dela comprimir muito a bexiga, senti a umidade vindo da Pao e, como ela, apertando a boca dela na minha, gemeu forte junto com os movimentos, de repente parou exausta e respirou fundo. Tirei ela de cima de mim e fiz ela chupar meu pau por um tempo. Ela se levantou, enfiando a cabecinha na minha virilha e chupou com vontade, tentando tirar meu gozo. Agora eu tinha uma vista panorâmica da Cielo Riveros, que se masturbava vendo a tortura que o cara aplicava naquelas. garotas. Eram garotas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o cara por acaso tinha o meu tom de pele,
Acho que foi isso que mais excitou ela, o garoto... talvez pela apertura da bucetinha dela ter comprimido muito a bexiga, senti a umidade vindo da Pao e como ela, pressionando a boca contra a minha, gemeu intensamente junto com os movimentos dela, de repente parou exausta e pegou ar, tirei ela de cima de mim e fiz ela chupar meu pau por um tempo, ela se levantou enfiando a cabecinha na minha virilha e chupou com vontade tentando arrancar meu leite, agora eu tinha uma vista panorâmica da Cielo Riveros, que se masturbava vendo a tortura que o garoto aplicava naquelas minas. Eram minas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o garoto por acaso tinha o mesmo tom de pele que eu, acho que foi isso que mais excitou ela, o garoto... de repente parou exausta e respirou fundo, tirei ela de cima de mim e fiz ela chupar meu pau por um tempo, ela se levantou enfiando a cabecinha na minha virilha e chupou com gosto tentando arrancar meu leite, agora eu tinha uma vista panorâmica da Cielo Riveros, que se masturbava vendo a tortura que o garoto aplicou naquelas minas. Eram minas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o garoto por acaso tinha o mesmo tom de pele que eu, acho que foi isso que mais excitou ela, o garoto... de repente parou exausta e respirou fundo, tirei ela de cima de mim e fiz ela chupar meu pau por um tempo, ela se levantou enfiando a cabecinha na minha virilha e chupou com gosto tentando arrancar meu leite, agora eu tinha uma vista panorâmica da Cielo Riveros, que se masturbava vendo a tortura que o garoto aplicou naquelas minas. Eram minas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o garoto por acaso tinha o mesmo tom de pele que eu, acho que foi isso que mais excitou ela, o garoto... Eram minas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o garoto por acaso tinha o mesmo tom de pele que eu, acho que foi isso que mais excitou ela, o garoto... Eram minas muito parecidas com a Cielo Riveros, e a Pao, em idade e altura, o garoto por acaso tinha o mesmo tom de pele que eu, acho que foi isso que mais excitou ela, o garoto...
... parei de esfregá-las, as duas garotas continuavam rebolando a bunda de um lado pro outro, ansiosas pelo que viria. Olhei pra Cielo Riveros, que estava na tela. O cara apareceu no palco com outro homem do lado e disse pra ele foder o cu de cada uma delas com a pica e com os dedos; fiz isso ao mesmo tempo, enquanto penetrava uma, enfiava três dedos na outra, metia forte, olhava pra Cielo Riveros, que se masturbava freneticamente na buceta dela, abriu a boca quase toda e começou a gemer, alguma coisa na cena realmente tinha excitado ela. Finalmente fechou os olhos, inclinando a cabeça pra trás, terminando o orgasmo. Abriu os olhos e viu que eu tava olhando pra ela enquanto Pao me chupava gostoso. Me deu um sorriso de satisfação que quase me fez gozar na boca da irmã dela.— A cena da puta te excitou?
— Sim!
Levantei, tirando a pica da boca da Pao, me aproximei de Cielo Riveros, e levei ela, colocando em seguida na mesa de centro da sala. Botei ela de quatro e me posicionei sobre a bunda dela. Cielo Riveros continuava vendo as imagens das meninas sendo sodomizadas por um amigo do pai, tanto de dedo quanto de pica. Ele gemeu forte quando minha pica sumiu no cu dela. Abaixei a cabeça quando enfiei, depois voltei a ver as imagens do filme; segurei ela firme pelas cadeiras e, sem me importar se doía, comecei a meter e tirar. As garotas gemeram na TV e Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão do cu dela e bombeei sem piedade, nós dois gemíamos de prazer. Cielo Riveros tava excitada demais.
Me aproximei de Cielo Riveros, e levei ele, colocando em seguida na mesa de centro da sala. Botei ele de quatro e me posicionei sobre a bunda dele. Cielo Riveros continuava vendo as imagens das meninas sendo sodomizadas por um amigo do pai, tanto de dedo quanto de pica. Gemeu forte quando minha pica sumiu no cu dele. Abaixei a cabeça quando enfiei, depois voltei a ver as imagens do filme; segurei ele firme pelas cadeiras e, sem me importar se doía, comecei a meter e tirar. Comecei a meter e tirar, as garotas gemiam na televisão e a Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão da bunda dela e bombei sem piedade, nós dois gemíamos de prazer, a Cielo Riveros tava muito excitada.
Me aproximei da Cielo Riveros, e levei ela pra mesa de café da sala, coloquei ela de quatro e me posicionei em cima da bunda dela. A Cielo Riveros continuou vendo as imagens das meninas sendo sodomizadas por um amigo do pai, tanto com dedo quanto com pau, gemeu forte quando meu pau sumiu no cu dela. Abaixou a cabeça quando enfiei, depois voltei a olhar as imagens do filme; segurei ela firme pelos quadris e, sem me importar se doía, comecei a meter e tirar. As garotas gemeram na televisão e a Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão da bunda dela e bombei sem piedade, nós dois gemíamos de prazer, a Cielo Riveros tava muito excitada.
Coloquei ela de quatro e me posicionei em cima da bunda dela. A Cielo Riveros continuou vendo as imagens das meninas sendo sodomizadas por um amigo do pai, tanto com dedo quanto com pau, ele gemeu forte quando meu pau sumiu no cu dela. Abaixou a cabeça quando enfiei, depois voltei a olhar as imagens do filme, segurei ela firme pelos quadris e, sem me importar se doía, comecei a meter e tirar. As garotas reclamaram na TV e a Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão da bunda dela e bombei sem piedade, nós dois gemíamos de prazer, a Cielo Riveros tava muito excitada.
Coloquei ela de quatro e me posicionei em cima da bunda dela. A Cielo Riveros continuou vendo as imagens das meninas sendo sodomizadas por um amigo do pai, tanto com dedo quanto com pau, ele gemeu forte quando meu pau sumiu no cu dela. Abaixou a cabeça quando enfiei, depois voltei a olhar as imagens do filme, segurei ela firme pelos quadris e, sem me importar se doía, comecei a meter e tirar. As garotas reclamaram na TV e a Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão da bunda dela e bombei sem piedade. Nós dois gemíamos de prazer, Cielo Riveros, tava muito excitada.
Depois volto a ver as imagens do filme, agarrei ela forte pelas cadeiras e, sem ligar se doía, comecei a meter e tirar. As minas reclamavam na TV e a Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão da bunda dela e bombei sem dó. Nós dois gemíamos de prazer, Cielo Riveros, tava muito excitada.
Depois volto a ver as imagens do filme, agarrei ela forte pelas cadeiras e, sem ligar se doía, comecei a meter e tirar. As minas reclamavam na TV e a Cielo Riveros fez o mesmo do meu lado. Senti a tensão da bunda dela e bombei sem dó. Nós dois gemíamos de prazer, Cielo Riveros, tava muito excitada.
... No filme, a trama era nova pra ela e ela viveu intensamente, sentiu como se empurrasse pra trás pra enfiar mais meu pau. O cara tinha as duas minas em pé numa cama e chicoteava elas com um látego de couro. Cielo Riveros viu elas apanhando e se mexendo mais. Levantei minha mão e deixei cair na bunda dela, do lado direito. — Aaahhh — foi o grito que ela deu quando sentiu minha mão, mas não parou de se mexer. Continuei com as palmadas cada vez que o cara batia nas minas, acertei a bunda dela. Cielo Riveros gemeu alto. Parei de bater porque o cara voltou a foder o cu de uma das minas. Agarrei ela pela cintura com as duas mãos e meti sem piedade, parecia um pistão no cu dela. Meu pau entrava e saía lubrificado pela saliva da Pao, minha cintura se mexia pedindo pra gozar. Senti meus ovos explodirem e meu leite saindo direto no cu do moleque. — Toma, sua putinha, bebe todo meu leite, aaahhh — gozei gostoso no cu de Cielo Riveros, que se mexia igual uma cobra sentindo eu me esvaziar por dentro. Agarrei ela com força e enfiei meu pau o mais fundo que dava. Tava berrando igual um touro de olho virado, todo suado e com a cara desfigurada de prazer pervertido por foder o cu de uma menina de 9 anos. Quem me visse ia se horrorizar, mas eu tava tendo o orgasmo da minha vida num cu infantil. Terminei de gozar e fiquei um tempo sentindo Cielo Riveros, ela contraiu o cu instintivamente e prendeu meu pau, me dando choques elétricos cada vez... bebe todo meu leite, aaahhh gozei gostoso no cu de Cielo Riveros, que se mexia igual uma cobra
sentindo como me esvaziava por dentro, agarrei ela bem forte e enfiei meu pau o mais fundo que pude, urrava como um touro de olhos virados, tava todo suado e minha cara desfigurada pelo prazer pervertido de foder o cu de uma menina de 9 anos, quem me visse ia se horrorizar, mas eu tava tendo o orgasmo da minha vida num cuzinho infantil. Terminei de gozar e fiquei um tempo me sentindo como Cielo Riveros, ela contraiu o cu instintivamente e prendeu meu pau, me dava choques elétricos a cada vez... bebe toda minha porra aaahhh gozei copiosamente no reto de Cielo Riveros, que se mexia como uma cobra sentindo como me esvaziava por dentro, agarrei ela bem forte e enfiei meu pau o mais fundo que pude, urrava como um touro de olhos virados, tava todo suado e minha cara desfigurada pelo prazer pervertido de foder o cu de uma menina de 9 anos, quem me visse ia se horrorizar, mas eu tava tendo o orgasmo da minha vida num cuzinho infantil. Terminei de gozar e fiquei um tempo me sentindo como Cielo Riveros, ela contraiu o cu instintivamente e prendeu meu pau, me dava choques elétricos a cada vez... tava todo suado e minha cara desfigurada pelo prazer pervertido de foder o cu de uma menina de 9 anos, quem me visse ia se horrorizar, mas eu tava tendo o orgasmo da minha vida num cuzinho infantil. Terminei de gozar e fiquei um tempo me sentindo como Cielo Riveros, ela contraiu o cu instintivamente e prendeu meu pau, me dava choques elétricos a cada vez... tava todo suado e minha cara desfigurada pelo prazer pervertido de foder o cu de uma menina de 9 anos, quem me visse ia se horrorizar, mas eu tava tendo o orgasmo da minha vida num cuzinho infantil. Terminei de gozar e fiquei um tempo me sentindo como Cielo Riveros, ela contraiu o cu instintivamente e prendeu meu pau, me dava choques elétricos a cada vez...
... Fiz isso, quando senti que meu pau tava amolecendo, tirei devagar. Quando gozei dentro do Céu Riveros, ela soltou um pum. Às vezes acontecia isso, saía gás do cu dela porque tava muito dilatado. Ela sorria envergonhada quando fazia isso, eu também sorria pra ela, mas meu sorriso era mais pervertido. Deitei ela e enfiei meu pau na boca dela. Ela chupou por um tempo e, quando senti ele limpo, tirei e me joguei no sofá. Pao me recebeu com beijos e abraços, deixei ela me acariciar por um tempo e depois mandei ela tomar banho. Céu Riveros chegou perto e sentou do meu lado, espremendo meu gozo do cu dela. — Gostou do filme, minha raposinha? "Muito, você nunca trouxe um assim, quero ver mais desse tipo, vai trazer?" — Fiquei sem grana, minha raposinha, não é fácil de conseguir nem barato. — E você não consegue mais dinheiro? — Não por enquanto, mas me diz, o que você mais gostou no filme? — Quando o pai convida o amigo pras filhas dele.
— Você gostaria de ficar com outra pessoa? "Não sei, talvez, você me deixaria?" — Claro, minha pequena foxy, é pra isso que eu te treino. Na verdade, tenho um plano que pode nos render dinheiro. Me diz uma coisa, qual professor você acha que tem mais grana? — Hum, não sei, talvez o professor Alvarado, ele tá com um carro novo bem chique. — Hahaha, isso seria perfeito. Eu tinha um plano imaginado, que se desse certo, eu podia ganhar muita grana. Só precisava executar ele perfeitamente. Contei como seria, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria que as coisas fossem. O plano não podia falhar. O que você mais gostou no filme? — Quando o pai convida o amigo pras filhas dele. — Você gostaria de ficar com outra pessoa? "Não sei, talvez, você me deixaria?" — Claro, minha pequena foxy, é pra isso que eu te treino. Na verdade, tenho um plano que pode nos render dinheiro. Me diz uma coisa, qual professor você acha que tem mais grana? — Hum, não sei, talvez o professor Alvarado, ele tá com um carro novo bem chique. — Hahaha, isso seria perfeito. Eu tinha um plano imaginado, que se desse certo, eu podia ganhar muita grana. Só precisava executar ele perfeitamente. Contei como seria, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria que as coisas fossem. O plano não podia falhar. O que você mais gostou no filme? — Quando o pai convida o amigo pras filhas dele. — Você gostaria de ficar com outra pessoa? "Não sei, talvez, você me deixaria?" — Claro, minha pequena foxy, é pra isso que eu te treino. Na verdade, tenho um plano que pode nos render dinheiro. Me diz uma coisa, qual professor você acha que tem mais grana? —
Mmm, não sei, talvez o professor Alvarado tenha um carro novo bem chique. — Hahaha, isso seria perfeito. Eu tinha um plano imaginado, que se desse certo, eu podia ganhar uma grana boa. Só precisava executar tudo direitinho. Contei como ia ser, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria. O plano não podia falhar. — Claro, minha pequena foxy, é pra isso que te treino. Na verdade, tenho um plano que pode render dinheiro pra gente. Me diz uma coisa: qual professor você acha que tem mais grana? — Mmm, não sei, talvez o professor Alvarado tenha um carro novo bem chique. — Hahaha, isso seria perfeito. Eu tinha um plano imaginado, que se desse certo, eu podia ganhar uma grana boa. Só precisava executar tudo direitinho. Contei como ia ser, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria. O plano não podia falhar. — Claro, minha pequena foxy, é pra isso que te treino. Na verdade, tenho um plano que pode render dinheiro pra gente. Me diz uma coisa: qual professor você acha que tem mais grana? — Mmm, não sei, talvez o professor Alvarado tenha um carro novo bem chique. — Hahaha, isso seria perfeito. Eu tinha um plano imaginado, que se desse certo, eu podia ganhar uma grana boa. Só precisava executar tudo direitinho. Contei como ia ser, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria. O plano não podia falhar. Só precisei executar tudo perfeitamente, contei como ia ser, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria. O plano não podia falhar. Só precisei executar tudo perfeitamente, contei como ia ser, ela entendeu tudo exatamente do jeito que eu queria. O plano não podia falhar.
O professor Alvarado era um homem de uns 45 anos, tinha trabalhado na docência a vida inteira desde que se formou, foi casado por 20 anos com Margarita, teve dois filhos, Samuel 18 e Diana 18. A vida financeira dele ia de vento em popa, ele tinha estudado os títulos de mestrado e os diplomas necessários pra alcançar o salário máximo que um professor pode ganhar, vivia confortavelmente. A sua bela e extravagante esposa ocupava um lugar importante entre os amigos, tanto pela posição econômica quanto moral, era esposa de um professor renomado, isso a enchia de orgulho e sempre que podia se gabava disso. Os filhos eram o orgulho dele e ele fazia de tudo por eles, trabalhando de manhã e à tarde se dedicava ao lar.Resumindo, ele se sentia o homem mais sortudo do mundo.
Na segunda-feira de manhã, começou a rotina como faz todo começo de semana, preparou no escritório as coisas que ia ensinar e as avaliações pertinentes, chegou na sala de aula e todos os alunos o receberam com bons dias enquanto se levantavam, ele respondeu educadamente e com um gesto deu sinal pra sentarem. Pediu que abrissem o livro na página correspondente ao tema do dia e que começassem com os exercícios que tinham praticado na semana anterior, e os alunos assim fizeram.
Alvarado tava revisando os detalhes da semana quando algo chamou a atenção dele, no final da fila perto dele, Cielo Riveros, a loirinha, tava lendo o livro de matemática toda concentrada, enquanto fazia isso, ela tava com as pernas abertas mostrando parte da calcinha, ele, como um velho professor, já tava acostumado a ver essas cenas por acaso, não se impressionava, mas dessa vez foi diferente, Cielo Riveros não só abriu as pernas como também ficava abrindo e fechando devagar, segurando o lápis entre os dedos e a boca parecendo concentrada; a borracha do lápis tava entre os lábios dela e foi acariciada pela língua, continuou com o movimento das pernas abrindo e fechando devagar e de um jeito sensual, não fez como uma menina, mas como uma mulher que parece gostosa. Alvarado achou que Cielo Riveros tava tão concentrada que nem percebia a sensualidade que tava exalando, e por algum motivo ele não parava de olhar a virilha dela mostrando a calcinha branca e infantil; Alvarado pela primeira vez viu uma aluna na virilha mais do que devia, Cielo Riveros, seguindo uma dança rítmica das pernas como uma borboleta que bate as asas devagar, o pau de Alvarado começou a crescer dentro da calça, ele se sentiu ofendido consigo mesmo por ter uma ereção vendo a calcinha de Cielo Riveros, não era pedófilo, nunca tinha se sentido atraído por uma menina, mas mesmo assim não perdeu nenhum detalhe nem a ereção crescendo.
Num certo momento, Alvarado olhou pro rosto de Cielo Riveros, que já não tava mais olhando pro livro, ela tava olhando diretamente pra ele com um sorriso, pegou a barra da saia e levantou balançando, como se tivesse com calor sem parar de sorrir de um jeito inocente; Alvarado agora tava perturbado, porque foi pego olhando a virilha da menina, Cielo Riveros sorriu pra ele como uma aluna sorriria pra professora, mas enquanto fazia isso continuou com a dança provocante, o pau de Alvarado não parava de crescer, ele tava ficando excitado demais. Pensei que tinha que desviar a própria atenção
— Cielo Riveros, por favor vai até o quadro e escreve o primeiro problema.— Sim, professor.
Cielo Riveros, ao se levantar, abriu quase completamente as pernas, mostrando sua calça, que agora Alvarado percebia que não era tão infantil assim. Era uma calça de renda que, prestando mais atenção, dava pra ver a linha dos lábios maiores dela. Ele não conseguia evitar ficar de boca aberta ao ver um espetáculo daquele. Cielo Riveros, como de costume, andou de forma sensual olhando pra ele e, quando quase chegou no quadro, lembrou que não tinha pegado o livro. Virou-se de repente e, ao fazer isso, a saia voou, deixando a coxa e parte da calcinha sexy de renda à mostra. Alvarado se amaldiçoou, porque o pau dele já tava completamente duro. Se o diretor ou alguém aparecesse, iam notar a ereção. Cielo Riveros, de volta à mesa, rebolou e se inclinou pra pegar o livro, exibindo com pompa a bunda em desenvolvimento. A professora agora tava alucinada. Enquanto admirava a bunda da menina, Cielo Riveros se virou sem se levantar, girou e olhou nos olhos dele, sorrindo de novo.
Ele se endireitou e foi até o quadro negro, escrevendo o problema que tinham indicado pra ele. Toda vez que podia, virava pra olhar pro professor, que fazia ele sorrir. Cielo Riveros resolvia o problema com as mesmas dificuldades que qualquer aluno teria, não era nenhum gênio.A aula terminou e chegou a hora de trocar de sala. A professora passou tarefas pro dia seguinte e, enquanto guardava as coisas na sua maleta de couro chique, Cielo Riveros se aproximou dele.
— Professor?
— Fala, Cielo Riveros.
— Fiquei com muitas dúvidas sobre os últimos assuntos. Acha que posso ir até seu escritório pra te mostrar? Me diz qual exercício fazer e eu sigo à risca. Não quero me ferrar nesse bloco.
— Sabe que não posso dar conselhos, ainda mais se seus pais não concordarem.
— É que minha mãe trabalha até tarde e não tem tempo de vir. Pelo bem da minha nota... — Cielo Riveros olhou pra ele com um olhar suplicante e segurou ele de leve pelo paletó.
— Tá bom, te espero no meu escritório na hora do intervalo.
— Valeu.
Cielo Riveros quase pulou de alegria quando viu que o professor aceitou tirar as dúvidas dela. O professor sentiu um arrepio ao pensar que ficaria sozinho com Cielo Riveros, algo naquilo o perturbava.Alvarado realmente não conseguia se concentrar nas aulas seguintes, ficava pensando na calcinha da menina, nos olhos azuis dela, na boca sensual. Quando crescesse, seria uma verdadeira destruidora de corações, embora já fosse agora. Quando pensava em todo aquele corpinho frágil e nu, o pau dele pulava e ele tinha que se concentrar na aula pra baixar a ereção.
O coração dele batia forte quando ouviu o sinal do intervalo, sentia as próprias batidas e até ouvia o coração acelerar. Com um certo tremor, guardou as coisas na pasta, nem passou a lição de casa pra turma, só se despediu e foi embora na mesma hora que os alunos, alguns correndo e se empurrando. Num dia normal, ele os repreendia e mandava esperar na sala até os outros saírem, mas hoje estava muito tolerante e, acima de tudo, não queria perder tempo pra chegar no escritório.
Chegou e sentou na poltrona confortável, pegou uns papéis, mal ia começar a ler quando ouviu as batidas na porta.
— Pode entrar.
Cielo Riveros disse isso, levantando a voz, entrou com um caderno e o livro de matemática nos braços.
— Entra, Cielo Riveros, senta aí. Me diz, que dúvidas você teve?
— Tem várias, olha... Hmm, posso chegar mais perto?
— Pode.
Cielo Riveros se aproximou e ficou do lado dele, abriu o livro e apontou os problemas que não conseguia resolver.
Alvarado, como profissional, explicou como resolvê-los. Cielo Riveros prestou atenção em tudo, às vezes chegava muito perto de Alvarado e ele podia sentir o perfume do sabonete de banho.
— Tô cansada de ficar em pé, posso sentar na mesa? Não tem mais cadeira ou você quer que eu sente no seu colo?
— Na mesa tá de boa.
Alvarado respondeu rápido e, frações de segundo depois, se arrependeu da resposta. Teria sido bom ter aquela garota sentada no colo dele, embora também não fosse prudente.Terminou de explicar o problema e Cielo Riveros agradeceu, e para mostrar isso, deu um beijo na bochecha dele.
Ainda restavam 10 minutos de descanso e Cielo Riveros se preparou para falar. Reclinou-se com os braços para trás, apoiada na mesa, e perguntou ao professor o que ele fazia à tarde, quantos filhos tinha, como se chamava a esposa e coisas assim. Ele respondeu tudo, mas em determinado momento criou coragem e fez as perguntas. Vale dizer que, o tempo todo, Cielo Riveros mexia as pernas inquieta e a saia subia até a metade da coxa. O professor não perdia nenhum detalhe das pernas brancas e finas da garota.
— Cielo Riveros, por que sua mãe não vai às reuniões e só sua avó?
— Ela trabalha até tarde, sempre chega às 9, faz a janta pra gente, às vezes dá banho e nos leva pra cama.
— Cielo Riveros, quem compra sua roupa íntima?
— Minha mãe, por quê?
— Sem querer, vi sua calcinha e percebi que era de renda. Foi ela quem comprou?
— Sim, hehehe, você viu? Que vergonha — Cielo Riveros cobriu os olhos azuis com a mão direita, envergonhada.
— Não fique com vergonha, não te olhei com maldade, só me chamou a atenção que era renda, é bonito — houve um silêncio entre os dois, mas nunca pararam de se olhar nos olhos, nem ela parou de sorrir, flertando. Ele tomou coragem — você poderia me mostrar? Só um pouquinho, por curiosidade.
— Hihihi, quer ver? Tá bom, não acho que tenha nada demais, talvez você já tenha visto.
Cielo Riveros, com as mãos, pegou na barra da saia e foi levantando devagar. Alvarado observava em êxtase como aparecia a parte de cima das coxas, olhava a pele branca dela com pouca beleza, ela levantou um pouco mais e a calcinha branca dela surgiu iluminada pela luz do escritório. Cielo Riveros, não satisfeita em só mostrar, abriu um pouco as pernas. Alvarado sentiu arrepios e como suas mãos tremiam.— É muito bonita — disse ele, com a boca completamente seca.
— E é muito macia, olha, toca aqui.
— É? Posso tocar? — perguntou ele, levantando a mão e direcionando-a para a virilha da menina.
— Kkkk sim, se você quiser, mas e se alguém entrar? — A mão de Alvarado parou no ar.
O professor ficou paralisado, não sabia o que responder, não ia dizer que não tinha problema se alguém entrasse, porque não estava fazendo nada de errado, porque se fizesse, uma menina não devia mostrar a calcinha para um adulto e muito menos deixar que ele a tocasse. Cielo Riveros, percebendo a hesitação dele, soltou a saia, pulou da mesa e foi até a porta colocar o cadeado, voltou para onde estava sentada, abriu as pernas de novo e levantou a saia. Alvarado ficou perplexo. Cielo Riveros viu toda a cena e como ele voltou com um sorriso cúmplice para continuar mostrando a calcinha dela.
Já fechei, anda, toca, professor, pra você ver como é bem macia."A mão de Alvarado tinha ficado no ar todo esse tempo. Quando Cielo Riveros se acomodou exatamente onde estava, a mão continuou seu caminho perverso, os dedos trêmulos sentiram a calça, percebendo a renda que ela tinha se gabado. Com o polegar, acariciou a linha divisória dos lábios da fenda, fez isso de cima pra baixo. Cielo Riveros abriu mais as pernas pra receber a carícia de apropriação indevida, rindo baixinho e curtindo como o professor, todo nervoso, tentava sentir a fenda dela.
"É bem macia, tão macia que dá pra afastar sem problema", disse Cielo Riveros, ainda sorrindo.
Alvarado, sem parar de tremer, passou o dedo indicador pela borda da calça, bem na altura da fenda, afastou ela de lado e viu pela primeira vez a fenda de uma menina, uma aluna ou algo que era uma mulher e tinha 18 anos. Sentiu a fenda, naquele momento tinha medo de romper alguma coisa da virgindade dela. O instinto perverso dele queria meter o dedo, saborear com a língua, meter a pica nela com força, mas a prudência só deixava ele acariciar devagar, com os dedos trêmulos, pela abertura dos lábios dela.
"Tá gostoso", disse Cielo Riveros, sem deixar de olhar pra ele e sorrindo.
"Você gosta?"
"Sim."
"Alguém já tinha tocado na sua calcinha ou olhado sua abertura?"
"Só minha mãe", mentiu Cielo Riveros, "mas ela só lava, não acaricia igual você, aaaah, você é gostoso."
Cielo Riveros franziu a testa e sua boquinha já tinha recebido a carícia do adulto "responsável" pela educação dela.
"Tem um cheiro bem limpinho.
? Sim, lavo todo dia pra ficar bem limpinho, pode cheirar hehehe ou provar se quiser. O professor sentiu o coração acelerar, nunca imaginou que faria aquilo, muito menos que uma garota inocente perguntaria isso, a cabeça dele tava nublada de tesão, já não pensava mais, o pau estourou dentro da calça, devagar ele se aproximou da fresta sentindo o cheiro, a língua dele saiu de entre os lábios, tava a 10 centímetros da fresta do menino, tava saboreando a delicadeza nublada de tesão quando de repente o sinal da escola fez ele pular de susto, por instinto tirou a mão da virilha da menina e ajeitou a roupa nervoso; Cielo Riveros, apoiada na mesa, com os braços pra trás, respirava pesado, a calça dela cobria parcialmente a abertura, dava pra ver os fluidos escorrendo mostrando que ela tava excitada.
? Cielo Riveros, se prepara e vai pra sua aula.
? Quer que eu volte amanhã?
? Sim... Quer dizer, não... bom, talvez... Não, melhor não, a gente não pode.
? Por quê? Tamo nos divertindo tanto.
? Não é certo, além disso alguém pode entrar.
? É verdade — Cielo Riveros pensou por um momento — Professor, e se o senhor vier na minha casa me dar conselhos? A gente podia revisar e aprender mais.
? Mas você disse que sua mãe não tá aqui, isso não seria certo.
? Bom, minha mãe não tá aqui mas minha avó cuida da gente, se for pra revisar ela não vai se opor.
? Não sei, bom, acho que talvez a gente pudesse.
? Perfeito, amanhã foda-se a direção e o senhor chega lá pelas três da tarde, né?
O olhar de Cielo Riveros era de súplica, quase juntou as mãos implorando pra ele dizer sim, Alvarado ainda tava excitada demais pra pensar direito e acabou cedendo ao pedido errado de Cielo Riveros, que ao ouvir o "sim" pulou de alegria e deu um beijo na boca dele, não foi um beijo apaixonado, foi só uma bicadinha rápida mas Alvarado ficou todo bagunçado, Cielo Riveros se levantou e enfiou as mãos por baixo da saia ajeitando a calcinha sem parar. de olhar para o professor com cara de safada, e depois saiu da sala dando uma última olhada cheia de malícia
Ela sabia que naquela semana a avó não ia cuidar deles, teve que resolver uns problemas em outra cidade por causa da doença de uma das irmãs dela. A mãe falou pra Cielo Riveros contratar uma babá, mas ela recusou, dizendo que já dava conta de si mesma, que já eram crescidos, também sabiam cuidar de estranhos. A mãe viu a maturidade e a segurança nela e não contratou babá, só deixou umas coisas pra esquentar no micro-ondas e comer.
? Ahhhhhh
No quarto das meninas, ouviam-se os gemidos da Paola enquanto eu a fodia selvagemente. A criatura se agarrava aos lençóis e, de quatro, recebia meu pau no cu; eu tinha lutado, mas consegui enfiar todo o meu pau nela. A garota chorava, sangrando pelo cu, mas mesmo assim não parei. Cielo Riveros, eu consegui. Naqueles dias, para passar creme anti-inflamatório diariamente e dar comprimidos para prevenir infecções e aliviar a dor, é preciso dizer que a mantive sob ameaça de que o monstro viria se ela dissesse algo. Ficamos assim por umas 3 semanas até que ela se acostumou e tolerou todo o meu pau sem problemas. Fodi ela com força em todas as posições que me vieram à mente, sempre no cu, e a boceta dela não me divertiu; só pensei em bater forte nela e fazê-la cagar enquanto a sodomizava sem piedade.
Cielo Riveros, nessa hora, tava lá embaixo preparando comida e esperando ela terminar com a irmãzinha, pra depois a gente beliscar junto. Eu tava com a cara toda distorcida de prazer, virava os olhos, babava pelos cantos da boca aberta, colocava a língua pra fora e fazia movimentos como se o ar tivesse uma buceta e eu tivesse lambendo. A Pao tava me dando um prazer sem fim, eu me mexia segurando os quadris dela, metendo sem parar. Adorava como o cabelo dela voava a cada estocada que eu dava. Não tinha tirado o uniforme dela, a calça tava enrolada num tornozelo, na altura da meia escolar, a saia só tinha sido levantada. Depois de chupar ela com a boca e lamber os buracos dela, primeiro passei a cabeça da pica pela fenda que, entre empurrões e gemidos, me recebeu, e depois pelo meu cu, que enquanto eu me lubrificava com a fenda dela, eu dilatei na ponta dos dedos e com saliva. Ela reclamava como se tivesse dor, mas enfiei a pica mais dura na fenda dela, fazendo ela gemer de prazer, pra esquecer o desconforto da dilatação.
? Aaahhh aaahhh aaahhh é, bota tudo em mim, eu gosto, eu gosto da pica no meu cu A linguagem dela tinha florescido muito, ensinei ela a falar sujo pra me excitar mais durante a foda, fiz ela dizer o quanto gostava da pica e quando eu enfiava já sabia que tinha que falar "mais forte" "é no cu" "me fodam como um homem no cu até arder" e umas besteiras que não eram próprias pra uma garota daquela idade.
? Sim papai! Me fodam forte no cu!, é oh!
ai!.
ai!.
Ela abriu a boca e os olhos ao máximo quando eu investi forte como o pistão de um carro, tanta era a velocidade e a força que tive que me deixar cair, é, sem parar de bombar e fiz ela deitar de bruços completamente deitada, bombei forte, segurei o pescoço e o quadril dela, minha barriga se encaixava na região lombar dela e vibrava a cada empurrão que eu dava, meu suor encharcava as costas dela; Puxei o pescoço dela, levantando e virando a cabeça pra meter minha língua na boquinha dela, não lembrava se tinha lavado a boca, provavelmente tava com mau hálito; Minha boca cheirava a boceta, cu e um pouco de xixi além do meu mau hálito, mas isso não me impediu de profanar com minha língua a boca do menino, que se abriu pra me receber sem problema nenhum
? Mmmggghhh mmmmggghhh
Era o som dos gemidos abafados dela dentro da minha boca, eu já tava cansando de ficar por cima, soltei ela e virei de lado, levantei a perna dela e continuei metendo forte e rápido, senti meu coração acelerar, naquele momento lembrei como no começo, quando conheci eles, eu cansava de bombar e tinha que parar pra pegar ar, mas com o tempo já tinha me condicionado, era igual correr, você se acostuma tanto a fazer isso; tirei minha piroca e abri o cu dela pra câmera poder capturar a dilatação completa e total, enfiei três dedos sem problema nenhum.— Bota a piroca de novo, papai, no meu cu maduro.
Jeje ri pra mim mesma, eu era uma atriz completa e já sabia pedir piroca quando mostrei a dilatação pra câmera; cuspi na mão e passei a saliva no cu dela, apontei a piroca pro buraco e ataquei a bunda dela de novo, meti e tirei a piroca sem dificuldade nenhuma, a saliva tinha feito milagre.
Me reorganizei e coloquei ela por cima de mim, pra câmera capturar a penetração anal; a câmera não só capturou a penetração anal mas também como meus dedos apertavam o clitóris dela, Pao gemeu que nem uma adulta, às vezes empurrava quando eu metia tudo, soltei ela e com as duas mãos apertei a barriga dela ao mesmo tempo que metia, a pressão dela aumentou, tanto que mostrou alarme.
— Pa... Papai, tô sentindo umas coisas estranhas na barriga, ah... caralho.
Sabia o que vinha, com minhas intenções mais pervertidas acelerei e apertei a barriga dela, ela reclamou mais.
— Parece que vou cagar, papai... caralho... não... para, se eu cagar... caralho.
Senti uma pressão no meu pau que vinha do intestino da garota, apertei mais minha barriga e puxei meu pau rapidamente, segurei ela pelos isquiotibiais com as duas mãos e do cu dela saiu merda semissólida, quase líquida, em dois pedaços pequenos. De baixo, vi como a Paola lutava pra fechar o cu e segurar a merda, tava tão dilatado que ela não conseguiu evitar, vi a cara vermelha dela, tava mais que envergonhada, senti o cheiro da merda e isso me fez pensar que ia ganhar uma grana com os malditos pervertidos que viram o vídeo. Eu tinha feito ela cagar com minhas estocadas, imaginei como eles iam se masturbar igual loucos vendo a cena até gozar na mão; deixei ela naquela posição por uns segundos pra câmera captar toda a sujeira e depois coloquei ela de lado e mandei ela ir no banheiro se lavar, levantei e fui atrás dela. Vi como ela se pelou no banheiro e entrou no chuveiro, vi a bunda dela manchada de marrom e ri; limpei minha barriga com papel higiênico, joguei os papéis sujos no vaso, com lenços umedecidos limpei as manchas de bosta da minha barriga e do meu pau, lavei as mãos e saí do banheiro, deixando a mina se lavar sozinha. Fui e desliguei a câmera.
Desci nua e lá estava Cielo Riveros, olhando os livros dela e tentando fazer a lição de casa. Ela me viu e se levantou, caminhou até a cozinha e começou a preparar as coisas que ia esquentar pra nós três. Olhei pra ela com a saia escolar, o cabelo preso num coque mostrando o pescoço longo e fino, e como ela, concentrada, colocou a comida nas vasilhas de plástico pra esquentar no micro-ondas e depois me servir.
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