Minha mãe fode na minha cama

Minha mãe fode na minha camaimagem ilustrativa

Quantas emoções juntas depois daquele puta aniversário, se já tinha gozado pra caralho com a Victoria (a filha da amiga da minha mãe), lembrar da minha mãe dando no banheiro como uma verdadeira puta e ainda por cima aquela frase excitante dela fez com que quando acordamos eu já estivesse de pau duro de novo. Na real, também ajudou a esquentar mais que assim que entramos em casa minha mãe tirou o vestidinho e ficou completamente pelada. Mostrando a buceta e as tetas. Ali na minha frente como se nada, pegou um copo de refrigerante e bebeu na minha cara. Eu olhava alternando entre as tetonas dela e a buceta carnuda, ainda mais com aqueles pelinhos que a deixavam meio peluda, mais fêmea ainda, mais MILF. Pra aumentar ainda mais meu tesão, minha puta de mãe me olhou e disse: "minha buceta tá doendo de tanta rola, vou dormir, nem me acordem amanhã, hein". Eu me deitei como sempre, completamente nu, na cama colada na minha, minha irmã também fez o mesmo, toda peladinha. Dormimos um monte de horas, mas mesmo assim fui o primeiro a acordar umas quatro da tarde de domingo. Nem esquentei em me vestir e, aproveitando que todo mundo dormia, comecei a trocar ideia no MSN com a Dalma e com minha namoradinha. A diferença era absurda, enquanto minha namoradinha respondia assustada e com um certo nojo só de eu contar do vestidinho super sexy da minha mãe; a Dalma, pelo contrário, tava fascinada. Me perguntava mais e mais detalhes e quando contei a sequência do banheiro, ela tava explodindo de tesão. "Quero ouvir sua mãe dando", foram as palavras dela. Me contou da irmã dela e de uma noite de pura putaria no baile, que tinham ido super vagabundas vestidas e que a irmã, com um decotão sem sutiã, tinha comido uns seis caras, que um dançando passava a mão na buceta dela por baixo do vestido e ela como se nada. Contei que minha mãe ainda dormia tranquilamente, toda de buceta e tetas de fora, e ela confessou que também dormia assim. Pela Bom, te contei que eu durmo pelado graças à puta da minha mãe, que nos acostumou assim.

A questão é que na mesma tarde fui ver minha namoradinha um pouco, e a gente se pegou e deu muitos beijos, mas já não era a mesma coisa, não me despertava nada. Não me interessava mais, tava quente demais com a minha mãe e com a Dalma. Além disso, quando voltei, encontrei outra surpresa: uma mensagem no MSN da Victoria dizendo que tinha acabado de acordar e que a gente tinha feito uma noite daquelas. Aquela noite de domingo foi o reflexo de quão liberal é essa casa, e a gente jantou uma pizza meia-boca os três. Minha mãe diretamente de buceta e de peitos de fora, como se nada, sufocada pelo calorão. Minha irmã só de uma fio dental, de peitos de fora, mesmo não tendo muito. E eu com um moletom de tecido bem fininho que deixava aparecer toda a minha pica, que ia ficando dura de comer vendo as tetonas da minha mãe. Aquela noite a gente ficou conversando na cama quase pelados com minha irmã, papeando e comemorando ter uma mãe tão puta. Segunda e terça foram, digamos, quase normais, mas com muita conversa no MSN com a Dalma, contando mais coisas, mais detalhes sobre a irmã dela e sobre a minha puta mãe. A Victoria, embora em menor escala, também contribuía com a conversa e deixou no ar que a gente se visse de novo no sábado. Mas o mais importante pra mim era que na quarta eu ia me ver com a Dalma de novo. Nesses dias, já tinha acumulado um tesão danado, e as conversas com a Dalma tinham ficado mais intensas. Além disso, ver sempre minha mãe de peitos de fora e de boceta esquentava qualquer um.

Na quarta, acordei com o pau muito duro, já sentia que a rola tava toda inchada, cheia de veias e com a cabeçona. O roçar no lençol me deixava muito excitado, e pra piorar, quando coloquei o moletom fininho pra tomar café, encontrei na cozinha a minha puta mãe sentada no colo do namorado dela. Tava com as tetonas de fora e dando gargalhadas. Quando aparecemos eu e minha irmã, a nossa puta mãe disse: “essa noite vocês não dormem, desculpa, vou dar uma fudida”. vida…”. O chongo tava celebrando a ousadia da minha mãe e a gente, feliz de ter uma mãe assim, ria junto cúmplice. Minha cabeça tava acumulando um monte de sensações, mas ver minha mãe dando uns amassos no chongo dela de tetas e no colo na frente da gente era algo muito quente. Mas também a saída com a Dalma me deixava muito animado. Passou do meio-dia, peguei o ônibus pra buscar a Dalma pensando em levar ela pra casa. Quando cheguei, ela tava de novo bem decotada e rapidinho começamos com os beijos e os apalpões. Ficamos umas duas horas pegando fogo sem parar na beira do rio. Ela me deixava louco, por um lado porque em cada beijo, em cada amasso, eu passava a mão alternando nas tetas gostosas dela e depois na bunda nua dela. Mas também me deixava completamente excitado pelas coisas que a gente contava. A pivete adorava cada história da minha mãe, tipo como foi que comecei a dormir pelado graças à minha mãe ou o vestido bem puta do sábado, também a trepada dela no aniversário e várias outras. Ao mesmo tempo, eu curtia ouvir as histórias da irmã dela, de como ela adorava sair quase de tetas pra dançar, que não importava se fosse passear na rua principal, a irmã ia super decotada e que de noite sempre mostrava um pouco mais. A saída com a Dalma durou várias horas e, embora a ideia fosse levar ela pra casa, ela recusou e disse que na próxima saída sim, mas que ainda era cedo. Lembro que em 2007 a internet não era o que é hoje, ainda tinha mais medos. Mas esses medos não impediram que eu levasse um boquete foda na beira do rio como da outra vez. Novamente sem deixar eu gozar, me deixando explodido, prometendo que na sexta-feira vinha pra casa de qualquer jeito e assim “vou conhecer a ídola da minha sogra”.

Voltei pra casa extremamente excitado pra caralho e, depois de perder um ônibus, quando cheguei já tinha escurecido de vez. Mal cruzei a porta de entrada, minha irmã veio rapidinho até onde eu tava, querendo cochichar alguma coisa. “Mãe tá Transando na sua cama" — ela disse enquanto soltava uma risadinha gostosa. Eu tava tão excitado que mal conseguia processar o que minha irmã tava me dizendo. "O quê?" perguntei, sentindo um puta fogo no pau. "Que a nossa putona e gostosa mãe tá dando na sua cama… ela tá usando sua cama de hotel… se fodeu." Minha irmã ria e, pra piorar, percebia que eu tinha ficado mais vermelho, mais excitado. Caminhamos juntos até a porta do nosso quarto, que tava semiaberta. Eu espiei um pouco a cabeça e pude confirmar aquela cena tão gostosa. Minha putona de mãe tava de quatro na minha cama, cabelo ao vento, com as tetonas balançando e a bunda empinada. O macho dela, de joelhos também na minha cama, tava metendo o pau como um verdadeiro tarado. Minha mãe gritava gostoso a cada sentada: "AAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAA" e a pobre cama balançava toda. A bunda da minha mãe, bem redonda e boa, tava perfeita, e aquelas tetonas enormes roçavam o lençol de tão grandes. O cara repetia: "cê gosta, puta, cê gosta?" Minha mãe, entre aqueles gritos de prazer, respondia: "sim, papai, me dá esse pau, arrebenta bem a minha buceta, arrebenta ela toda." Eu tava com o pau duríssimo, o pobre moletom já não aguentava mais esconder, e ainda por cima sentia que, somado ao boquete da Dalma, tava prestes a explodir. Nos olhamos, eu e minha irmã, os dois muito excitados. Ela tava vermelha e mordia os lábios. Os pezinhos dela tinham endurecido. O momento de maior tesão veio quando, ainda de quatro, minha mãe disse pro macho dela: "viu que puta mãe que sou? como você me come na cama do meu filho?" E, pra piorar, o cara respondeu: "adoro como você vai deixar ela." Ao que minha mãe, à beira do orgasmo, respondeu: "toda molhada, cheia de gozo."

Nós, eu e minha irmã, estávamos tão excitados que, sem dizer nada, só com o olhar, fomos juntos pro banheiro. Ainda ouvindo os gritos de prazer da minha mãe, começamos a nos tocar mutuamente. Em poucos segundos, ficamos completamente nus e minhas mãos foram... direto na bucetinha dela. Dessa vez eu não ia terminar sem que ela gozasse, então comecei a tocar a boceta dela primeiro com um dedo, depois com dois. A bucetinha rosada dela estava encharcada, parecia uma máquina de jorrar. Eu, por minha vez, tava com o pau durasso e parecia que qualquer roçada ia me fazer gozar. Enquanto tocava a boceta molhada dela, começamos a nos beijar bem forte, bem apaixonado. Os beijos tinham um gosto especial, muito quentes, muito safados. Minha irmã já tava gemendo de tão excitada que tava e, pra piorar, bruta como sempre, apertou meu pau e começou a brincar com ele. Eu tava voando de tesão e, ao fundo, os gritos da minha mãe ficavam cada vez mais fortes. Dessa vez, minha irmã gozou primeiro, enfiando os dedos entre beijos apaixonados e ouvindo os gritos da nossa putona de mãe, gozou toda na minha mão. Encheu minha mão de fluido. Foi tanta gozada que me fez voar ainda mais. Eu pensei que minha irmã ia me punhetar, mas a safada se ajoelhou no chão do banheiro e colocou a boquinha dela no meu pau durasso. "Pra você, bebê", foram as palavras dela. Eu só aproveitei o momento, com os gritos da minha mãe transando na minha cama ao fundo "aaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaa" e ao vivo minha irmãzinha, exatamente como nossa mamãe, bem vadia, me fazendo um boquete no banheiro. Não faço ideia se foi muito ou pouco, mas só sei que com todo aquele tesão a gozada foi mortal. Gozei uma porrada de porra toda dentro da boquinha dela, não parava de gozar, e o tesão que a gente tinha tido deixou nós dois com as perninhas tremendo no chão do banheiro, pelados e suados, apoiados um no outro. Ainda dava pra ouvir os gritos da nossa mãe curtindo a putaria dela…

No próximo conto, como minha putona de mãe deixou a cama e seguimos em frente.

2 comentários - Minha mãe fode na minha cama

Que locura divina, es increíble lo putas que pueden ser. Estos relatos son los mejor +10