A porta do quarto do hotel mal tinha se fechado quando Marcela me empurrou contra a parede com um sorriso faminto. Nossas bocas se encontraram com urgĂŞncia, lĂnguas se enroscando enquanto as mĂŁos dela desciam pelo meu peito atĂ© apertar meu volume, que entre beijos e carĂcias, já marcava na minha calça. — Uuuy bebĂŞ!… a semana inteira sonhando com isso — sussurrou Marcela contra meus lábios, mordendo o inferior —. Preciso que vocĂŞ me coma com força hoje, tĂ´ há vários dias sem nada, vocĂŞ sabe como Ă© o Cristian (o marido dela). Soltei um gemido rouco e agarrei a bunda dela com as duas mĂŁos, apertando com força, ao toque a legging apertada que ela usava parecia de outro planeta. — EntĂŁo nĂŁo perde tempo, Marcela. Quero arrancar sua roupa e meter atĂ© o fundo. Eu tambĂ©m tĂ´ com muita vontade, sua amiga nĂŁo me satisfaz como eu gostaria, falei entre risos e desejo. Marce riu com voz baixa e sexy, esfregando a pĂ©lvis contra meu pau já durĂssimo. — Tira tudo de mim. Quero sentir vocĂŞ dentro já — exclamou a puta. Puxei a linda legging dela de uma vez, incluindo a calcinha fio dental preta atĂ© os tornozelos. Ela tirou a blusa e o sutiĂŁ rapidamente, deixando Ă mostra os peitos firmes e os mamilos já duros. Me ajoelhei, abri as pernas dela e enfiei a cara entre as coxas, lambendo a buceta já molhada com lĂngua ansiosa. — Ahhh… sim, Edu, come minha buceta — gemeu, agarrando meu cabelo com força e apertando minha cara contra ela —. Enfia a lĂngua bem fundo… filho da puta, adoro essa lĂngua! Chupei o clitĂłris dela com força, enfiando dois dedos no interior Ăşmido e quente, penetrando com eles enquanto lambia sem parar. — VocĂŞ tá encharcada, puta… sua buceta tá escorrendo pra mim — gemi contra a carne dela —. Seu namorado nĂŁo te deixa assim tĂŁo molhada, nĂ©? — NĂŁo… sĂł vocĂŞ me deixa com tanto tesĂŁo — respondeu ela entre gemidos, mexendo o quadril contra minha boca faminta —. Quero seu pau agora… enfia em mim, quero que vocĂŞ abra minha buceta com esse pau duro e caliente. Levantamos e empurrei ela na cama. Marcela ficou de quatro, arqueando as costas e me oferecendo a bunda e a buceta perfeitamente depilada. Abaixei minha calça, liberando meu pau duro e cheio de veias, e cuspi na minha mĂŁo pra lubrificar um pouco mais. Apoiei a cabeça grossa na entrada da buceta dela e empurrei de uma vez sĂł, enfiando atĂ© o fundo. — Ufff… que buceta apertada e quente vocĂŞ tem, Marcela — gritei entre gemidos, segurando ela pelos quadris e começando a meter com força —. TĂ´ te abrindo toda… tá sentindo, amor? Todo meu pau dentro dela, abrindo ela por completo. Marcela soltou um gemido longo e gutural, empurrando pra trás pra receber cada centĂmetro, maldita gulosa! — Mais forte, buceta… me come como se nĂŁo me quisesse, me destrĂłi. Dá mais duro, Edu! Entre tapas fortes na bunda que ecoavam no quarto, acelerei o ritmo, com metidas profundas e selvagens. O som de pele contra pele se misturava com os gemidos dos dois. — Assim… cĂŞ gosta que eu te foda como uma puta? — perguntei entre dentes, puxando o cabelo dela —. Me fala o quanto vocĂŞ adora ter meu pau abrindo sua buceta. — Adoro… sim, adoro! — gritava Marcela, apertando os lençóis —. Mais forte… arrebenta meu cu tambĂ©m depois, se quiser. Quero que vocĂŞ me deixe andando torta amanhĂŁ quando eu voltar pro meu namorado. Sorri com luxĂşria, saĂ da buceta dela e apoiei a cabeça contra o cu dela. Cuspi no meio, empurrei devagar, abrindo ela aos poucos enquanto ela gemia de prazer e dor misturados. — Relaxa… vocĂŞ pediu, vocĂŞ tem, vou te comer esse cuzinho — sussurrei —. Quero encher seus dois buracos hoje. Marcela ofegou quando sentiu ele entrar inteiro. — Ahhh… sim… enfia no meu cu… me come como uma puta barata. As metidas ficaram mais intensas. Eu alternava entre a buceta e o cu dela, metendo sem piedade enquanto masturbava o clitĂłris dela. — TĂ´ perto… vou gozar — falei entre ofegos. — Dentro… goza dentro de mim — implorou ela. Marcela—. Enche minha buceta ou meu cu, como quiser… me faz sua putinha! Com um grunhido profundo, enfiei atĂ© o fundo na buceta dela e gozei, disparando jorros quentes de sĂŞmen dentro dela. Marcela teve um orgasmo quase ao mesmo tempo, tremendo e apertando meu pau com contrações fortes enquanto gritava de prazer. CaĂmos na cama, ofegantes, ainda juntos. Marcela se virou, me beijou de lĂngua, mordendo meus lábios. —Isso tá sĂł começando, meu amor… ainda quero montar em vocĂŞ atĂ© te deixar seco e depois quero que vocĂŞ me coma de novo contra a janela. Sorri, ainda dentro dela, massageando bem os peitos dela —Quando vocĂŞ quiser, meu amor… essa noite Ă© nossa e nossos parceiros nĂŁo existem, pelo menos por algumas horas!! Transamos a noite toda, e quando amanheceu voltamos pra casa exaustos mas felizes, esperando a prĂłxima vez 🔥
0 comentários - Noite de hotel com a Marcela 🔥