Desejos da Serra VII

A recuperação do Ramiro já estava quase completa quando chegou a notícia que ninguém esperava. José ligou numa tarde de sábado, com a voz emocionada e nervosa ao mesmo tempo.

—Pai, mãe, mano… tenho que falar uma coisa importante. Vou pra San Luis neste fim de semana.

Quero ver como você tá, pai, e… tem mais uma coisa. Vou casar.

Karina deixou cair o pano que tinha na mão. Javier, que estava do lado, sentiu um nó no estômago que não soube explicar. Ramiro riu alto no telefone, feliz.

—Filho! Sério? Quem é a sortuda? Vem, vem logo. Queremos te ver e te abraçar.

José chegou no domingo de manhã num ônibus noturno. Desceu com um sorriso enorme, mais alto e mais largo do que da última vez que tinham visto, com o cabelo curto e uma corrente de prata no pescoço. Abraçou o Ramiro com cuidado por causa da perna, beijou a Karina na testa e deu um abraço forte no Javier, batendo nas costas dele como sempre.

—Mano, que bom te ver. O pai tá bem, né? Quase andando como novo.

Javier sorriu, mas o olhar dele cruzou com o da Karina por um segundo. Ela baixou os olhos rápido, fingindo ajustar o xale.

José mostrou fotos no celular: uma mina de Monterrey, morena clara, olhos grandes, sorriso aberto. Chamava Ana. Tinham se conhecido na construtora onde ele trabalhava; ela era do RH. "É gente boa, família decente. Querem conhecer todo mundo. Já comprei passagens pra vocês virem pra Monterrey na semana que vem. Vamos passar o fim de semana lá, conhecer os pais dela, planejar o casamento. Tudo formal.Deseos de sierra VIIRamiro ficou tão emocionado que quase se levantou sem as muletas. Karina concordou, com lágrimas de felicidade genuína misturadas com algo mais sombrio que ninguém viu. Javier só disse:

— Que bom, mano. Parabéns.

Mas por dentro sentia um vazio estranho. José, o irmão mais velho que tinha ido embora primeiro, o que os empurrou a sair da serra, agora estava formando a própria família. E eles… eles continuavam enroscados num segredo que não podiam dividir com ninguém.

A viagem pra Monterrey foi organizada rápido. Ramiro já andava sem problemas, só com uma leve mancada que disfarçava com orgulho. Compraram roupa nova — nada chique, mas decente — e subiram no ônibus de primeira classe que José tinha pago. O trajeto foi longo, mas animado: Ramiro contando causos da serra, José falando do casamento planejado pro ano que vem, Karina sorrindo e perguntando detalhes sobre a Ana. Javier ficou calado a maior parte do tempo, olhando pela janela a paisagem que mudava de seca pra mais industrial.Aqui esta a traducao para o pChegaram em Monterrey no fim da tarde. A família da Ana recebeu eles numa casa modesta mas bem cuidada, num bairro popular: pais simpáticos, uma irmã mais nova, tios que chegaram com comida. Teve abraços, mole de panela, tortillas quentes, cerveja pros homens. A Ana era exatamente como nas fotos: calorosa, sorridente, com uma voz suave que contrastava com o sotaque norteño forte da família dela. Ela se deu bem com a Karina na hora; as duas falaram de receitas e de como criar filhos na cidade.

Naquela noite, na casinha do José, a tensão subiu de novo. Ramiro e Karina dividiam um quarto; Javier e José, um na cama e outro num colchonete no chão. Mas Javier não conseguia dormir. Ele ouvia o José roncando tranquilo, feliz com o futuro dele, enquanto pensava no quarto ao lado: na mãe dele deitada junto com o pai, em como as coisas tinham mudado e continuavam as mesmas ao mesmo tempo.relatoNo dia seguinte, enquanto a família da Ana organizava um churrascão no quintal, Karina e Javier tiveram um momento a sós na cozinha, preparando café.

— Seu irmão parece feliz — ela disse baixinho, mexendo o açúcar.

Javier se aproximou por trás, roçando as costas dela com o peito.

— E eu… não sei o que sinto.

Karina se virou, olhando pra ele com olhos que diziam tudo sem palavras.

— Não dá aqui. Agora não. Com todo mundo perto.

Mas as mãos deles se encontraram debaixo da mesa da cozinha. Dedos entrelaçados por um segundo, um aperto que era promessa e despedida ao mesmo tempo. Javier sentiu o pulso acelerado dela no punho.

Naquela noite, no jantar em família, todos brindaram ao casamento. José levantou o copo:

— Pela família. Pelos que vieram de longe, pelos que ficaram e lutaram, pelos que vão seguir juntos.

Karina sorriu, mas os olhos dela procuraram os de Javier do outro lado da mesa. Ramiro, alheio a tudo, abraçou a esposa pelos ombros e beijou a têmpora dela.

— Graças a Deus que estamos todos bem — disse Ramiro. — E agora, com o José casando, a família cresce.

Javier também levantou o copo, mas o sorriso dele era tenso. A viagem pra Monterrey tinha sido pra celebrar um novo começo. Mas pra ele e pra Karina, só serviu pra lembrar que o segredo deles continuava vivo, pulsando por baixo da superfície, esperando a hora em que ficariam sozinhos de novo na casinha de San Luis.

A volta foi silenciosa no ônibus. Ramiro dormia encostado no ombro de Karina. Javier olhava pela janela, sentindo o peso de tudo que não foi dito.

A recuperação de Ramiro tinha acabado. A vida seguia. Mas entre mãe e filho, nada tinha mudado. Só tinha sido adiado. Sou o inválido". A casinha voltou a parecer pequena, mas agora sem desculpas pra distância.

Um dia, Ramiro abriu a gaveta de cima da cômoda (aquela que a Karina sempre usava pra roupa íntima). E lá estava.maduraNão só as velhas calcinhas de algodão branco ou floridas que ele conhecia de cor. Também na gaveta tinha lingerie provocante: tangas de renda preta, vermelha e branca; sutiãs push-up de renda transparente; bodies que fechavam entre as pernas; cintas-liga.

Ramiro ficou paralisado. Pegou uma calcinha fio dental vermelha mínima entre os dedos ásperos de camponês e trabalhador. O tecido era tão fino que quase transparentava. Debaixo tinha outro conjunto: um sutiã preto com abertura nos mamilos e uma calcinha fio dental combinando com uma abertura na virilha.

— Que porra é essa? — perguntou Ramiro, franzindo a testa mas sem ficar bravo ainda —. Isso não parece roupa íntima normal…

Karina sentiu o sangue descer pros pés. Por um segundo ficou muda. Depois improvisou o mais rápido que pôde, tentando soar natural:

— Ah… isso. É que fui no mercado de roupa outro dia e comprei várias coisas. Pedi pacotes de roupa íntima normal, de algodão, como sempre. Mas quando cheguei em casa e abri a sacola, percebi que me deram uma trocada. Eram essas… coisas. Fui trocar, mas a mulher da banca disse que não aceitava devolução porque era de "atacado" e que eu não tinha o ticket. Fiquei com vergonha de jogar fora, então guardei. Pensei que talvez pudesse usar como roupa de dormir ou algo… mas a verdade é que não usei nada disso.

Ramiro levantou a calcinha fio dental com dois dedos, olhando pra ela com uma mistura de surpresa e algo mais sombrio.

— Isso é pra dormir? — perguntou, com tom incrédulo —. Isso quase não tapa nada, Karina. Parece… caro.

E muito… diferente.

Karina se aproximou, fingindo vergonha.

— Juro que foi um erro. Você sabe como são essas bancas de mercado, tudo misturado. Não queria gastar mais dinheiro com outra coisa, então guardei. Se quiser, jogo fora agora.

Ramiro ficou olhando pra renda por uns segundos, passando o polegar pelo tecido macio. Depois deixou elas em cima da cama e olhou Karina de cima a baixo, parando nas curvas dela. peitos.
—Não joga fora —disse ele, finalmente, com um meio sorriso—. Talvez… você pudesse vestir pra mim hoje à noite. Seria tipo uma surpresa.

Karina sentiu um frio na espinha. Forçou um sorriso tímido e concordou.

—Tá bom… se é isso que você gosta.

Ramiro se aproximou e deu um beijo nela na boca, mais demorado que o normal.

—Você tá muito diferente ultimamente, Karina. Tô gostando dessa sua versão.

Quando Ramiro saiu do quarto pra ir ao banheiro, Karina ficou olhando pra lingerie em cima da cama com o coração batendo forte. Sabia que Javier chegaria em algumas horas e que teria que contar pra ele o que tinha rolado. Também sabia que naquela noite teria que fingir de novo com Ramiro… enquanto a lingerie que Javier tinha comprado com tanto carinho agora era a prova que podia entregar os dois.Incesto FamiliarSentou na cama, pegou o conjunto preto nas mãos e suspirou.

"Só uma noite", disse pra si mesma. "Só uma noite de fingir."

Desde então, Ramiro reclamava seu lugar na cama com mais frequência: beijos na nuca da Karina de manhã, mão na cintura dela à noite, até tentativas de intimidade que ela aceitava com sorrisos forçados enquanto a mente estava em outro lugar.maeA tensão entre Karina e Javier ficou sufocante. Não tinha mais sofá separado nem necessidade de "ajuda" com o Ramiro. Cada olhada era um risco, cada roçada um incêndio. De manhã, quando o Ramiro saía cedo, a Karina preparava o café da manhã e o Javier chegava por trás pra "ajudar" com o café. As mãos dele deslizavam pela cintura dela, desciam pra apertar os quadris, e ela se encostava nele por um segundo, sentindo a pica dura dele contra a bunda dela. Mas sempre se separavam quando ouviam a porta da frente — o Ramiro esquecendo alguma coisa — ou quando o telefone tocava.incestoUma tarde, enquanto Ramiro tirava um cochilo, Karina tava lavando roupa no quintal. Javier saiu, encurralou ela contra a parede atrás dos lençóis estendidos e beijou ela com uma violência contida: língua invadindo a boca dela, mão enfiando por baixo da saia pra esfregar a buceta já molhada. Karina gemeu baixinho, abrindo as pernas pra deixar dois dedos entrarem fundo. Ele bateu uma pra ela rápido, curvando os dedos até fazer ela tremer e gozar em silêncio contra a mão dele. Bem na hora que ela tava se recuperando, Ramiro chamou lá de dentro:mae e filho—Karina… cadê você? Tá doendo minha perna de novo.
Ela entrou correndo, com as bochechas vermelhas e as pernas tremendo, fingindo que tava pendurando roupa. Ramiro olhou estranho pra ela por um segundo, mas não falou nada.

As noites eram piores. Ramiro dormia pesado, mas Karina não conseguia. Ficava acordada sentindo o calor do corpo do marido de um lado e a presença do Javier do outro lado da parede. Às vezes se tocava em silêncio, imaginando as mãos do filho, mas sempre acabava chorando baixinho de culpa. Javier, no quarto dele, fazia a mesma coisa: batia uma pensando nela, gozando com o nome dela nos lábios, se odiando depois.

A tensão cresceu até ficar insuportável. Pequenos incidentes alimentavam aquilo: um olhar demorado durante o jantar, um pé roçando no outro debaixo da mesa, um "valeu, mãe" dito com voz rouca que fazia Karina apertar as coxas. Ramiro começou a perceber alguma coisa, mesmo sem dar nome: "Por que vocês dois tão tão calados?", perguntava às vezes. Karina respondia com sorrisos forçados; Javier mudava de assunto.

E então chegou o casamento do José.incesto entre mae e filhoFoi em Monterrey, seis meses depois da viagem de apresentação. Uma cerimônia simples numa igreja modesta, seguida de uma festa num salão comunitário com música norteña, churrasco e cerveja. A família inteira foi: Ramiro todo orgulhoso de terno emprestado, Karina com um vestido azul que marcava as curvas dela, Javier de camisa branca e calça preta, tentando parecer normal.

José e Ana estavam radiantes. Ele de terno barato, mas bem passado, ela com vestido branco simples e véu curto. Durante a cerimônia, Karina chorou de emoção genuína ao ver o filho mais velho se casar. Javier olhou pra ela do banco de trás, sentindo uma pontada estranha: ciúme misturado com orgulho, desejo misturado com tristeza. Quando José e Ana se beijaram como marido e mulher, Karina procurou a mão de Javier debaixo do banco e apertou forte, um segundo de conexão proibida que ninguém viu.

Na festa, a música tocava alto e o povo dançava. Ramiro dançou com Karina uma música lenta, abraçando ela pela cintura como nos velhos tempos. Javier observou os dois da mesa, com um nó na garganta. Quando a música acabou, Karina se aproximou dele "pra servir mais pozole".

— Cê tá muito calado — falou baixinho.

— Não consigo te ver dançando com ele sem querer... — sussurrou Javier, sem terminar a frase.

Karina olhou em volta: ninguém tava prestando atenção. Puxou ele discretamente pra um corredor escuro atrás do salão, onde as luzes não chegavam.relatos de incestoO corredor era estreito, mal iluminado, só uma lâmpada amarelada no fundo e o eco distante da banda tocando uma ranchera animada. Ninguém passava por ali; os convidados dançavam no salão principal, as crianças corriam pelo pátio, e o barulho de pratos e risadas abafava qualquer som.

Javier a seguiu sem resistir, o coração batendo na garganta. Mal entraram na penumbra, ela se virou e o empurrou contra a parede áspera de bloco. Suas bocas se chocaram com violência: lábios abertos de imediato, línguas se enrolando num beijo faminto, molhado, quase doloroso. Karina mordeu o lábio inferior dele até tirar sangue; Javier grunhiu e devolveu a mordida no pescoço, chupando forte a pele morena até deixar uma marca vermelha que amanhã ela teria que cobrir com o rebozo.

— Preciso de você agora — sussurrou ela contra a boca dele, a voz rouca e trêmula —. Não aguento mais te ver com essa cara de querer me foder na frente de todo mundo.

Javier não respondeu com palavras. As mãos dele desceram rápido: levantou o vestido azul de Karina até a cintura, amassando-o nos punhos. Encontrou a calcinha de renda simples que ela tinha vestido "por via das dúvidas", já encharcada no meio. Puxou-a de uma vez até os joelhos, deixando as coxas grossas e morenas expostas ao ar fresco do corredor. Enfiou dois dedos direto na buceta quente e escorregadia dela, sentindo como as paredes internas apertavam na hora, escorrendo melado pela mão dele.

Karina gemeu alto, tapando a boca com uma mão para abafar o gemido. Com a outra, desabotoou o cinto de Javier com dedos atrapalhados, abaixou o zíper e puxou o pau dele duro, cheio de veias, pulsando. Acariciou de cima a baixo com firmeza, sentindo as gotas de porra na ponta. Javier grunhiu contra a orelha dela:

— Tá toda molhada, putinha… escorre só de me olhar.

Ela não respondeu; só guiou o pau dele pra entrada, esfregando a cabeça grossa contra os lábios inchados e abertos dela. Javier enfiou de uma vez só. Brutal, entrando até o fundo numa estocada profunda que fez ela arquear contra a parede. Karina soltou um grito abafado que disfarçou de tosse, cravando as unhas nos ombros dele através da camisa.

Javier comeu ela com força contida, mas sem piedade: estocadas rápidas e profundas, o som molhado dos corpos se chocando misturado com a música distante. Cada empurrão fazia os peitos de Karina balançarem soltos sob o vestido; ele puxou o decote de uma vez, expondo um peito inteiro, e pegou o mamilo escuro e duro na boca, chupando com força enquanto continuava se movendo dentro dela. Karina mordia o punho pra não gritar, a bacia respondendo no ritmo, empurrando pra trás pra ele entrar mais fundo, batendo no colo do útero a cada estocada.

— Mais forte… me come mais forte, mô — ela implorou num sussurro quebrado, lágrimas de prazer escorrendo pelas bochechas.

Javier obedeceu: levantou ela do chão, enrolando as pernas grossas dela na cintura dele. Apoiou ela contra a parede e penetrou ainda mais fundo, fodendo com golpes secos e rápidos. O clitóris dela roçava no púbis dele a cada movimento, mandando descargas de prazer que faziam ela tremer inteira. Karina gozou primeiro: a buceta dela se contraiu violentamente em volta da pica do Javier, um jorro quente molhou as coxas dela e o chão, as unhas dela deixaram sulcos vermelhos nas costas dele.

Ela gemeu o nome dele num soluço abafado:

— Javier… sim… dentro… me enche…

Ele não aguentou mais. Empurrou uma última vez até o fundo e gozou com um grunhido animal, derramando dentro dela em jorros quentes e grossos, enchendo ela até sentir o leite começar a escorrer pelas coxas dela. Ficaram assim um momento eterno: corpos tremendo, respirações ofegantes, suor se misturando, o cheiro de sexo impregnando o corredor.

Karina baixou as pernas devagar, com os joelhos bambos. Javier segurou ela um segundo antes de se separarem. Ela subiu a calcinha com Mãos trêmulas, sentindo o leite do filho escorrendo quente pelas pernas dela. Ajeitou o vestido, passou os dedos no cabelo bagunçado e limpou as lágrimas com as costas da mão.

— Volta primeiro — sussurrou. — Eu entro daqui a um minuto.

Javier assentiu, deu um beijo rápido na testa dela — quase carinhoso depois de tanta brutalidade — e saiu do corredor arrumando a camisa e a calça.

Karina esperou, respirando fundo, sentindo o leite escorrendo devagar, a buceta ainda pulsando e sensível. Se olhou num reflexo embaçado de uma janela próxima: bochechas coradas, lábios inchados, uma marca vermelha no pescoço que cobriu com o xale. Entrou na sala sorrindo, como se nada tivesse acontecido.

Ninguém notou nada. Ou pelo menos foi o que pensaram.

José abraçou os dois depois, agradecendo por terem vindo. Ana deu beijos no rosto deles. Ramiro brindou à "família que cresce", abraçando Karina pela cintura.

Mas no ônibus de volta, enquanto Ramiro dormia encostado no ombro dela, Karina deslizou a mão por baixo da jaqueta de Javier e entrelaçou os dedos. Ninguém viu. O segredo continuava vivo, mais forte do que nunca.relatos de incesto entre mae e

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