Calor e Exploração com Juli, a Gostosa Nudista 4

Tesão e Exploração com Juli, uma garota safada e nudista 4

Agora escreve Juli.

Cansei de deixar elas contarem, eu quero contar, me lembrar e me esquentar. Pra começar, tô sozinha na cama do Pepe e da Juli, já pelada com meu baseado e fui buscar o boxer do Pepe que eu trouxe no dia da piscina. Dessa vez tá limpinho, mas sempre me deu muito tesão porque me lembrava daquela época.

Antes de continuar a história, cresci com muita liberdade sexual com a Laura, minha mãe. Ela me cuidou e me ensinou muito, e já aos 13 comecei com meus primeiros tesões e punhetas. Aos 15 peguei meu primeiro pau e fiquei maluca. Como eu gosto de paus; sejam pequenos, grandes, grossos, finos (embora eu goste mais dos grossos do que dos compridos), com pelos ou lisinho, com pele ou cortado, com cabeçona ou não, enfim, desde que peguei paus comecei a chupar, tocar, sentir, cheirar. E a porra, de quase todos, eu gosto muito. Além disso, adoro ficar pelada, sentir o ventinho na bucetinha e as tetas livres, me dá muito prazer. Depois de descobrir que eu gostava de pau, houve tentativas de me comerem, mas eram ou muito pequenos ou não me molhavam muito, e depois desisti até encontrar o cara certo, enquanto me cansava de chupar pau e receber porra. Até que ouvi minha mãe conversando com amigas sobre o Pepe, que eu já conhecia, mas até ouvi-la não tinha prestado atenção. Depois comecei a olhar o volume dele e começou a me dar tesão, comecei a brincar com ele, gostava de desejá-lo e sentia que ele, escondido, também me desejava. Assim foi até que vi o pau dele, peguei e ele me deu um pouquinho de porra na boca (relato 1). Desde aquele momento fiquei obcecada e só de imaginar o pau dele eu já ficava molhada.

Bom, continuo o relato:

Subi pro meu quarto com aquele boxer todo gozado, me joguei na cama e comecei a me tocar. Tinha gozado muito (um squirtão) esfregando o pau do Pepe e ainda tava com tesão, não pode ser, o quanto ele me deixa molhada e toda a situação. Passava o boxer, a parte de dentro, pelo rosto, pela boquinha, lambendo o que tinha sobrado de porra, ficava louca. e eu me masturbava, estava tão molhada de tanto que eu queria dar pra ele naquela hora, putz, podia ter combinado com a minha mãe e o Pepe outra coisa. Mas a gente só falou que penetração era proibida, né? Então enquanto eu me tocava, eu ficava imaginando como seria esquentar o Pepe, brincando no limite, e quando eu estava quase gozando de novo, comecei a gritar “Peeeepe, siim, me come todinha, Pepe, eu sou sua putinhaaa, preciso do seu pau” na esperança que ele me ouvisse, e aí

P: dá pra ouvir daqui, Júliii
J: era a ideia (gritei enquanto gemiiiia) não quer vir me ajudar?
P: não dá pra ser tão putinha assim, o que a gente combinou??
J: mas só vem aqui, assim eu não preciso te imaginar, e a porra da cueca já acabou e eu quero maaais
P: tão safadinha você vai ser…

Eu sabia que o Pepe ficava louco quando eu era uma putinha tarada, já sentia que ele era meu.

J: por você, o que você quiser, se não vier, eu desço e não vou me controlar
P: não desce, não desce
J: aahh ahh (gemia enquanto me masturbava) vai, vem, a gente fica a 1 metro de distância
P: você me promete?
J: óbvio (não sei se ele ainda confiava em mim ou se eu só estava esquentando ele)

Eu esperava que ele não viesse, mas ele apareceu, com um short de futebol e uma camiseta larga, e me viu pelada, de pernas abertas, com a cueca dele na minha boca, no vão da porta do meu quarto.

P: nossa, que puta você vai fazer? Olha como você tá molhada!!

E dava pra ver o pau dele ficando duro no short de futebol, ele não tinha nada por baixo, veio bem excitado, isso me deixou ainda mais excitada, a gente tinha feito a promessa fazia só 1 mês e eu não aguentava não dar pra ele, ainda mais sabendo que ele também estava com tesão.

J: siim, bem molhada por você, vem me comer
P: mas…
J: eu sei, a gente prometeu, não me come, mesmo que eu adoraria, mas deixa eu ver um pouquinho esse pau lindo que é o que eu fico imaginando
P: mas não podemos, a gente disse que…
J: vai, Pepe, não tá vendo como eu tô molhada?? Ou eu vou até aí e você sabe que eu não me controlo, dá de presente pra sua sobrinha putinha

Não sei o que convenceu ele, mas ele abaixou o short e aquele pauzão lindo apareceu, eu não aguentava mais de tesão, estava quase gozando de novo. ver essa pica

J: aii papi que pica linda (dizia enquanto se masturbava) tira a camiseta, eu tô pelada.. é injusto.

E o Pepe, como se estivesse possuído, com certeza muito excitado, fez isso. Tirou a camiseta, ficou peladão pra mim, e soltou o cabelo, meio comprido, era um gostoso e com a pica duríssima.

J: Deus, que pica, meu amor, mete ela todinha
Pepe começou a gaguejar porque estava num transe de tesão
J: tudo bem, tudo bem, em 2 meses você vai meter ela toda, olha como eu tô molhada agora, imagina quando ela tiver dentro, aahhh ahh (gemia enquanto se tocava e se contorcia de tesão) agora se toca um pouquinho pra mim

Pepe estava com muito tesão e começou a se masturbar devagar. Não sabem como essa pica era linda, toda dura, com um pouco de líquido pré-gozo e ele estava se masturbando me olhando, eu não aguentava mais, estava quase gozando e disse

J: por favor, vou gozar, preciso ver de perto
P: ahh ahha (já estava gemendo sem vergonha nenhuma) você acha? não é demais?
J: se você não vem, eu vou, vem aqui, papi, quero ver de perto essa pica linda

Pepe veio como se estivesse hipnotizado, ver como aquela pica linda se aproximava, com aquela cabeça bem grande e dura, me dava água na boca e eu usei a palavra: buceta. Ele foi se aproximando mais e mais, quase hipnotizado. Não sei se meu inconsciente de puta ou o tesão agiu, mas de estar de costas, de pernas abertas, me tocando para o Pepe, assim que o Pepe estava com aquela pica duríssima, meio molhadinha, na frente da minha cama, à minha esquerda (lembro da cena e não consigo parar de me tocar enquanto escrevo), eu fiquei de quatro com a minha boca atraída como um ímã para a pica dele. Minha cara ficou a escassos 3 cm da ponta daquela pica linda, olhei para ele de lá de baixo, vi aqueles olhinhos puxados, aquele cabelo comprido, enquanto lambia os lábios, passando a língua pelos meus lábios, olhando para ele como uma puta, ele me viu e nos olhamos. Deus, como me dava tesão estar pelada, muito, mas muito molhada, de quatro enquanto os peitos balançavam, estava prestes a chupar aquela pica linda, enquanto aqueles olhos verdes me olhavam com um tesão enorme, me implorando aos berros pra chupar e eu não pude negar. Primeiro enfiei de uma vez, precisava sentir na boca, desejei e imaginei muito. Senti ela todinha dura na boca, que sensação maravilhosa, apertei os lábios e comecei a chupar bem devagar. Tirei da boca, saboreei olhando nos olhos dele e perguntei:

J: parece que tá gostando, por que se negava, bombom? (enquanto engolia esse pau lindo)

P: tão puta você vai ser?

J: sua puta, você vai me dar leite? (olhando pra ele, agarrando o pau duro pra explodir colado nos meus lábios) sou sua putinha leiteira, me excita muito ser, sou toda sua.

P: ahh ahh (ele gemeu e movia a pelve e me dava pirocadas)

J: alguém tá bem excitado, né?

P: ahhh ahh (gemeu cada vez mais forte) sim puta, você vai ter todo meu leite!

J: ah é? E comecei a chupar querendo que ele me desse todo o leite, estava muito grossa e sinto como começa a se mover e solta o primeiro jato quente na minha garganta, afastei um pouco o pau e o segundo foi na minha boca, aproveitei muito mais, saboreei e veio um terceiro que encheu minha boca e tirei da boca porque ele ia continuar gozando o filho da puta e eu tinha a boquinha cheia e queria saborear esse leitinho gostoso. Enquanto aproveitava o leite na minha boquinha, o filho da puta gozou todas nas minhas tetas, que quantidade de leite, meu elixir, que pena que não foi mais na minha boquinha. Aí decidi aprender a aguentar mais na boca, o Pepe gozava muito, mesmo eu adorando me sentir toda melada, bem putinha e mais ainda pro Pepe. Assim que me enchi de leite gozei que nem um animal, molhei toda a cama um squirt im pre sio nan te.

Depois de me dar leite na boca e encher minhas tetas, a barriga e no geral de leite dele, meu bombom caiu morto na cama. Deu uma vontade de subir em cima e cavalgar, mas nada de penetração haha. Mesmo assim fui limpar o pau dele e escuto:

P: tão puta você vai ser, acabou de me espremer até a última gota e quer mais??

J: só tava limpando, tem que tratar bem (enquanto limpava o que restava de leite e aproveitava pra saboreá-la)

P: você é muito puta e isso me deixa tão excitado que eu perco o controle

J: ai, não me fala isso..

P: chega, além disso eu preciso descansar um pouco e você toda cheia de porra, o que vai fazer?

J: eu adoro ter sua porra no meu corpo, posso deitar com você?

E coloquei minha cabeça no peito dele, um pouco peludo, e ele acariciou minha bunda e fomos nos acomodando até que eu fiquei deitada sobre meu peito e meio sobre sua perna, minha buceta apoiada na coxa dura dele (eu adorava) e o Pepê, como sempre, acariciava minha bunda bem quente. E assim nos deitamos e dormimos.

Horas depois, eu acordo e senti que estava no paraíso. Eu, peladinha como adoro ficar e ainda com gosto de porra do Pepê. Estava sobre um gostoso peludo, barba e aquela rola linda e ele ainda tinha a mão na minha bunda. Foi a primeira vez (de muitas) que acordei assim com o Pepê e só de lembrar ainda me deixa molhada. E naquele momento senti um calor na buceta ao me ver assim com ele, os dois pelados. Então minha mão pousou naquela rola linda e minha boca deu um beijinho na bochecha dele e eu digo:

J: bom dia, gostoso

O Pepê não entendia nada e eu curtia aquele momento, pelada, acariciando o pau dele devagarinho

P: isso não tá certo

J: tá muito certo, é meu sonho, podemos fazer mais vezes? Enquanto sentia que o pau dele ficava duro na minha mão e os olhos dele iam para os meus peitos

J: gosta? Enquanto me levantava, sem soltar o pau dele e mostrava os peitos

O Pepê, embasbacado, disse:

P: e a verdade é que sim, putinha

E a puta em mim venceu e eu passei eles no rosto dele

P: para, que é demais (mas ele bem que estava com o pau bem duro e botou a linguinha para sentir meus mamilos durinhos)

J: é que você me deixa tão excitada (e não sei por que fui beijá-lo)

Isso foi incrível, de repente estávamos nos beijando pelados, ele apertando meu cuzinho contra a coxa e esfregando minha buceta, eu não soltei o pau dele e esfreguei meus peitos no peito peludooo dele, de tanta excitação eu gozei sem perceber, molhei toda a perna dele hahaha.

P: puta, já acabou ahahah

J: o que você quer? (digo, emburrada) sim, sou sua putinha e você me deixa louquinhaaa, e essa buceta (e fui chupá-la)

P: para (digo enquanto ela se levantava) vamos parar (eu não queria parar porra nenhuma) levanto que tem coisas pra fazer

E ela se virou e me deixou aquele bumbum na altura do rosto e comecei a beijá-lo, nunca tinha chupado o cu de nenhum homem e adorei e parece que o Pepe também porque ele ficou duríssimo e começou a gemer, e comecei a punhetar ele enquanto chupava seu cu, e sentia que ele estava cada vez mais duro e nesse momento sentimos que a Laura entrou. Era demais ela nos ver assim, ele saiu correndo pro quarto e eu tentei me vestir mas estava muito excitada.

Depois disso, aquele dia esfriou com a chegada da Laura, mas eu fiquei com a bucetinha quente e cheia de porra o dia todo, pena que o Pepe foi embora e não voltou nos dias seguintes.

Continua…

PS: demorei pra escrever porque enquanto escrevia me masturbava e gozava. Espero que vocês também se masturbem e me contem nos comentários.

0 comentários - Calor e Exploração com Juli, a Gostosa Nudista 4