Grace, a Professora Safada.

Esta é uma história criada por mim, a partir da ideia que a @mamigrace me deu e que ela gentilmente me permitiu usar fotos dela também, para dar uma incrementada.

Professora do ensino médio, eu tinha todas as turmas, mas uma em particular era a mais problemática, e além disso tinha um grupo de 3 garotos que eram os mais bagunceiros e faziam a sala toda seguir as travessuras deles.

Não vou perder tempo descrevendo ela, porque vocês vão ver as fotos, mas sim em descrever como ela estava naquela tarde: sapatos com salto não tão alto, saia até uns dedos acima do joelho, camisa e cabelo preso, de vez em quando usava uns óculos com a armação alongada nas pontas, tipo secretária, daqueles que se você vê em qualquer mulher, dá um tesão, e mais ainda se ela souber usar com atitude.

Eu tinha dado um trabalho prático para toda a turma, eles tinham que apresentar slides, a escola tinha um projetor e a gente via tudo no quadro branco. Passou o primeiro grupo, aprovado. Segundo, aprovado. Aí foram eles três, e só tinham dois slides, um trabalho bem fraco, e mesmo que ela quisesse aprovar todo mundo, pra poder curtir as férias, também não podia dar nota de graça ou os outros colegas podiam arrumar problema pra ela.

Grace: Vocês 3 estão reprovados. Quando a aula acabar, vão ficar e têm que me apresentar de qualquer jeito o trabalho que deveriam ter feito para hoje. Mãos à obra, rapazes, senão os vejo em fevereiro.

Nico: Não temos muito tempo, professor, semana que vem a gente entrega o trabalho certinho.

Grace: Não, não é justo para os colegas dela, é hoje ou em fevereiro, vocês escolhem.

Enquanto os adolescentes resmungavam, a jogada de serem aprovados tinha dado errado, mas Nico disse que tinha uma ideia, e que eles iam sair dali aprovados naquele dia, mas precisavam confiar nele. Então foram para o último banco da sala e, com um notebook, puseram a mão na massa.

O tempo passou e os dois últimos grupos também, todos aprovados. O sinal tocou e a professora deu permissão para todos irem embora, parabenizando e desejando boas férias para a galera. Ela voltou para a sala e os jovens ainda estavam no seu trabalho.

Grace: Falta muito? Vocês têm só uns minutinhos.

Mati: Não, professor, falta pouco, dá mais uns minutinhos pra gente.

Apareceu o zelador da escola, falou com a professora e disse que ela precisava sair, ele não podia esperar depois do seu horário de trabalho, até que ela terminasse, então deixou a chave da escola para que quando ela fosse embora, trancasse. Grace aceitou entendendo que não era trabalho do zelador esperar por ela, mas ela teria gostado que sim.

Pablo: Terminamos, professora.

Grace: Muito bem, venham até a frente e me mostrem o que fizeram.

Ajeitaram os cabos, o computador e começaram, a aula que estavam dando era terrivelmente ruim, e a professora já tinha ficado puta.

Grace: Isso que fizeram? Gente, eu não posso aprovar vocês, literalmente falaram 10 palavras a mais cada um.

Nico: Professora, a gente não terminou, eu tive uma ideia excelente e tenho certeza que você vai aprovar.

Grace: Continuem então.

De repente apareceu um slide que dizia: "Se não quiser que tudo isso vaze, você vai nos aprovar". Surpresa, ela não entendia o que estava acontecendo.
Segundo slide: "A Professora mais puta de toda Buenos Aires".

Grace: Que merda vocês têm na cabeça? São uns atrevidos, já vão saindo daqui. (Deu um pulo da cadeira, apontando com a mão para a saída da sala).

Nico: Eu não saio daqui, cala a boca e olha.

Ao virar a cabeça, ela viu uma foto sua no escritório do diretor.

Nico: É você mesmo?

Grace: Não, não sou eu, vocês estão loucos?

Nico: É você mesmo, senta aí e olha.

Perplexa, ela se sentou olhando as fotos e os caras com uma cara de apavorada.

Nico: Te descobri, sabia que se você tinha essa bunda, ia querer mostrar em algum lugar, e te encontrei num site pornô. Quer que eu continue mostrando?

Grace: Não sou eu, vocês que estão malucos.

Pablo: Mostra pra ele, foda-se.

(MAIS FOTOS)
 
Nico: Agora a pergunta é a seguinte: o que você nos dá em troca pra isso ficar só entre nós quatro?

Grace: Nada, vocês são loucos, essa não sou eu.

Nico: Ah não? Então vamos compartilhar isso, e deixar a escola tirar suas próprias conclusões.

Grace: Tá bom, aprovo os três, já era, pronto.

Mati: KKKKKKKK Acha que a gente tá nem aí pra nota

Pablo: A questão de passar, isso é mais do que óbvio, mas é muito pouco.

Grace: O que mais vocês querem?

Nico: Vamos te comer, aqui e agora. E mais algumas vezes, com certeza.

Grace: Saiam daqui agora mesmo, seus doentes.

Pablo: Nós não temos problema, o problema vai ser seu, tchau, a gente se vê.

Os três se levantaram, saíram da sala e foram embora. Andaram uns 15 metros, até ouvirem: "Tá bom, venham, mas isso fica só entre a gente.
Os 3 voltaram se parabenizando entre si, como se ela não os visse, não importava nem um pouco para eles. Entraram na sala, colocaram 3 cadeiras na frente de todos os outros bancos e carteiras, como se estivessem olhando para o quadro. Nico, sendo o mais esperto dos 3, desplugou o projetor do notebook, empurrou ele para um banco do lado e baixou todo o brilho da tela.

Nico: Agora sim, professora, nos dê uma aula, vá lá na frente, mas, seria bom se você fosse mostrando um pouco do seu corpo enquanto ensina.

Grace: Tá bom, vou dar a melhor aula que vocês vão ter na vida, mas prometam que isso fica entre a gente.

Pablo: Já te dissemos que sim, não nos faça esperar mais.

A Grace levantou a saia até a metade da bunda, virou de costas e começou a falar e anotar coisas no quadro. Os 3 adolescentes, instantaneamente, começaram a massagear os volumes por cima dos joggins. Ao se virar e ver essa situação, a professora começou a gostar desse jogo, colocou seus óculos e a caneta na boca.

Grace: Tudo certo, galera? Tão entendendo?

Mati: Sim, estamos prestando muita atenção. Ele disse, segurando o pau, que com a corrida dava pra ver que ele tava duro.

Grace: Que bom, porque a aula vai ser longa. (Ela desabotoou alguns botões da blusa, para destacar seus peitos)

Ela os manteve assim por um tempo, acariciando-se enquanto falava, às vezes deixando a caneta cair para se abaixar e pegá-la, parando a bunda, fazia alguma pergunta e enquanto os meninos respondiam, brincava com a caneta na boca e na língua, até que terminou de desabotoar a blusa, tirou-a e jogou em cima da cadeira, onde estava a bolsa.

Nico: Boa aula, agora temos que fazer o teste oral com você.

Ela tirou o pau para fora da calça, e os outros seguiram fazendo o mesmo. O Nico era o que tinha o pau maior, veiudo e com um par de bolas que não deixariam nenhuma mina com fome. Em seguida vinha o Mati, que era bem peludo, meio desarrumado, e por último o Pablo, que não tinha muita diferença do Mati, mas este estava depilado. A Grace já estava completamente no jogo, não fazia mais aquilo só para que guardassem em segredo seu lado putinha favelada, fazia porque queria sentir os paus jovens desses adolescentes.

Ela estava a uns 3 ou 4 metros de distância de onde os caras a esperavam, então se ajoelhou e rastejou até o meio do círculo que eles ainda faziam sentados em suas cadeiras. Cuspiu nas duas mãos e começou a punhetar o Nico e o Pablo, enquanto enfiava o pau do Mati na boca, e ia revezando para que todos recebessem sua parte de um bom boquete. De vez em quando, parava para tirar algum cabelo da boca.

Nico: E aí? Não tá entrando meu pau todinho?

Grace: É grande, tá difícil de aguentar.

Nico: Então eu te ajudo.

Ele colocou uma mão atrás da cabeça dela e a outra agarrando seu queixo e bochechas, e começou a foder sua boca, fazendo com que ela engasgasse e soltasse os paus dos companheiros, na tentativa de tirar o pau do Nico da boca. Quando ela fez isso, Nico enfiou até o fundo e prendeu com força.

Nico: Se soltar meus amigos, eu não deixo você respirar.

Rapidamente ela voltou a procurar com as mãos as outras duas picas e Nico permitiu que ela respirasse. Tinha caído muita baba da boca dela e molhado seus peitos, enquanto ela continuava chupando, os garotos brincavam com seus peitos, apertando, dando tapas, eles riam dela, e em vez de ficar brava, isso a fazia se sentir mais puta, sendo usada e humilhada por três adolescentes, ela não conseguia acreditar mas isso a deixava com um tesão insuportável.

Fizeram ela se levantar, Mati a levou até a mesa dela e a deitou, para chupar sua buceta, só puxou a calcinha de lado e começou. Pablo e Nico vieram do outro lado e colocaram a cabeça dela pendurada para enfiar o pau direto no fundo da garganta, dava pra ver que o Pablo estava muito excitado e em um momento ele ficou com o pau no fundo da boca da Grace, com as bolas praticamente tampando os olhos dela, tremendo.

Grace: O que foi, Pabli? Não aguentou?

Os outros riram e zoaram: "Já acabou? Hahaha

Grace: Ele nem me deixou saborear, tinha o pau tão fundo que a porra foi direto.

Nico: Eu tenho bastante porra pra você saborear.

Grace: Mmm que delícia, com o que eu gosto.

Eles trocaram de posição e dessa vez Nico a colocou de quatro em cima da mesa, fazendo ela levantar a bunda bem na frente do seu rosto, ele terminou de puxar a saia para cima e puderam ver que ela usava uma calcinha fio-dental.

Nico: Olha como essa putinha vem dar aula, toda peladinha.

Os caras riram, enquanto esfregavam o pau na cara dela.

Pablo: E se ela é uma puta terrível, a gente sempre soube.

Nico arrancou a calcinha dela de uma vez só e começou a chupar sua bunda, que estava uma delícia. Ele estava desesperado por aquele cu e por toda a perversão que era ter sua professora daquele jeito. Ele baixou as pernas dela da carteira e deixou sua buceta na altura do seu pau, se ajustou e enfiou até o fundo. Agora não tinha mais volta, eles estavam realizando a fantasia de foder sua professora. Eles mudaram de posição várias vezes, até chegarem em uma que foi o fim de tudo.

Mati sentou, colocou a professora em cima do seu pau, Pablo se posicionou à sua direita para receber um boquete, enquanto Grace, sem olhar, procurava com a mão, do lado esquerdo, o pau de Nico para fazer o mesmo, mas ela se enganou, ele tinha outros planos.

Ele se posicionou atrás dela, cuspiu na sua rola enorme e, sem rodeios, com uma mão afastou as nádegas da sua professora e com a outra segurou seu membro, apoiou no cu da Grace e antes que ela pudesse dizer algo ou pelo menos pará-lo. Com uma única investida, enfiou sua rola na bunda dela, e mesmo que doesse de tanto que ela apertava o cu em volta da sua pica, ele começou a bombear sem parar.

Grace, eu gozei uma vez. Mas ela não pediu para parar, continuou aguentando as estocadas, já sabia que não podia reclamar de nada, ia voltar para casa toda arrebentada e fodida, sem dúvidas. Ela estava quase chegando no segundo orgasmo, e o Paulo gozou na boca dela de novo,

Grace: Dessa vez eu consegui provar, adoro o leitinho dos novinhos.

Pablo se afastou um pouco, mas ela o agarrou de novo e o puxou de volta.

Vem, quero sentir seu pau dormindo na minha boca.

Nico: Uff, então você vai adorar sentir como meu pau fica mole na sua bunda.

Grace: Claro, cara, não tira do meu cu ou eu te mato.

Eles continuaram metendo nela, Mati gozou e ficou paradão, Grace estava prestes a fazer o mesmo. Nico agarrou ela pelo cabelo, encostando ela no Mati, e meteu com toda força na bunda dela, até que a professora gozou e Nico não demorou muito mais, encheu o rabo dela de porra, ficaram todos paradinhos por uns minutos. Se vestiram e se prepararam pra ir embora.

Grace: Acho que o acordo tá mais que pago, essas fotos não vão vazar de jeito nenhum.

Nico: Fica tranquila, que essa parada das fotos morre aqui.

Grace: Eu também me diverti muito.

Nico: Acho que todos nós também, vou levar seu fio dental de lembrança, você acabou sendo uma putinha terrível.

Grace: Me devolve, não posso chegar em casa sem calcinha. É difícil uma gostosa como eu não ficar excitada com caras como vocês.

Nico: Não, haha, esse fio dental vai pra minha casa. Sabe as punhetas que vou dar esse verão com esse fio dental? Disse levantando-o com um dedo, fazendo-o parecer ainda menor.

Eles se despediram e todos foram embora, no caminho de casa os 3 caras iam conversando.

Mati: Não acredito no que aconteceu, que foda que você achou ela no Poringa, eu tava com vontade dela.

Pablo: Que puta safada, que pena que só deu pra comer ela dessa vez.

Nico: Só dessa vez?

Pablo: E aí, a gente resolveu isso.

Nico: Deixa comigo. Sempre tenho um ás na manga.

Mati: Esse cara é um filho da puta, mas eu confio em você.

No dia seguinte, durante o horário de aula, Nico manda um WhatsApp para sua professora.

Nico: Oi, professora, preciso te mostrar uma coisa.

Grace: Aconteceu alguma coisa?

Nico: Não, relaxa, é uma bobagem, se ele tá com o notebook eu levo, tenho num pendrive, é de uma das aulas.

Grace: Tô na aula, mas pedi permissão e trouxe ele.

Ele pediu permissão e entrou na sala, ficou ao lado da professora. Conectou o pendrive e mostrou alguns slides. A apresentação começou assim...

Diapositiva = D

D1: Oi, putinha

D2: O trato tá fechado, maaaaas

D3: Só falamos do que você postou no Poringa.

Grace o encarou, na frente de toda a sua turma, com desconcerto e raiva ao mesmo tempo. "O que mais esse filho da puta quer?" pensou.

D4: Mas a gente nunca falou disso, devia ter outros termos e condições.

D5: Aproveita a vista como você fez no outro dia.

D6: “VÍDEO”

Quando Nico ligou seu notebook, ele colocou a câmera no modo vídeo, diminuiu o brilho da tela para não aparecer nada e filmou absolutamente tudo que aconteceu na sala de aula, com seus outros dois colegas. Ele trouxe uma bolsinha, abriu e mostrou o que tinha dentro: era o fio dental da putinha da professora dele.

D6: A partir de agora o trato muda, e você vai ser minha PROFESSORZONA sempre que eu quiser.

Grace, boquiaberta, olhava para a tela e via ele ali.

Ela sussurrou no ouvido dele:

Nico: Sei que você gosta disso, putinha, não faz de difícil. Talvez eu precise de um boquete no banheiro dos alunos, te aviso. Ahhh e te dejo o vídeo pra você ver como a gente te comeu.

Deixo o pendrive, dou um beijo na bochecha e vou embora.

4 comentários - Grace, a Professora Safada.