Quando você dá o cu pela primeira vez, nada mais é igual. Por mais que você tente se enganar e dizer "não sou gay", "só gosto de transar com homens". Aquele sentimento de se sentir uma puta está ali, latente.
Tinha transado com um desconhecido aos 22 anos, e a verdade é que foi uma experiência gostosa. O problema sempre foi encontrar alguém que não fosse esquisito e que, pelo menos, parecesse decente.
Depois de transar com aquele cara, tive mais umas 3 ou 4 experiências como passivo (já que como ativo levo uma vida hétero normal), mas que não foram nada memoráveis. Quase todas eram nos apartamentos dos caras, chegava, me despia, chupava o pau deles um tempo, eles me colocavam de quatro e me penetravam até gozar, o que não durava mais que 10-15 minutos. Obviamente eu gostava, mas queria algo a mais.
Uma noite, tinha chegado um pouco bebado de um rolê com amigos e amigas, nada fora do normal: baladas, depois na casa de um amigo, algumas cervejas, risadas, bagunça e só. Cheguei em casa lá pelas 5 da manhã. Não estava com sono e abri o Grindr. De repente, um cara cujo rosto estava coberto por um adesivo me mandou mensagem. Começamos a conversar, ele disse que estava na minha cidade e que era ativo. A surpresa foi quando trocamos fotos quentes. O cara tinha um membro descomunal. Uma coisa enorme de mais de 17 cm e uma grossura bem boa. Combinamos de ir na casa dele, ele disse que tinha camisinhas e tudo mais. Falei pra ele me dar uns 20 minutos até fazer a lavagem. Quando estava prestes a escrever que já estava pronto pra ir, ele disse: "somos dois".
Por um momento já estava me arrependendo e pensei "não, isso não é pra mim", mas a bebida e aquele pózinho branco que um amigo tinha compartilhado comigo pra segurar os efeitos do álcool me motivaram a dizer "ok". Na verdade, o que eu acabei falando foi: "não vão me enfiar ao mesmo tempo".
- Relaxa, gato, um de cada vez. Enquanto um te come, você chupa o outro, e assim vai.
- Mas se já tiverem me enfiado, não vou chupar.
- A gente te enfia com camisinha, e pra você chupar a gente tira a camisinha, e quando for meter de novo a gente bota outra camisinha, temos de sobra. (e me manda uma foto de uma cartela com mais de 30 camisinhas)
- Tá bom - eu disse - tô indo aí
Quando cheguei, veio me receber o cara com quem eu tinha falado, um mano de uns 29 anos mais ou menos. Pedi pra ele me deixar entrar com a moto e ele abriu um portão. Estacionei e ele disse - segue, é no terceiro andar.
Quando cheguei tinha outro cara da mesma idade, magro, de bermuda e sem camiseta.
- É aqui - ele disse, me levando pra um quarto no fundo.
O outro cara só deu um oi levantando a cabeça e não fez mais nada, continuou vendo o celular.
Uma vez no quarto ele me disse
- Fica à vontade
Eu já sabia que isso era "tira a roupa"
Tirei a roupa e fiquei de cueca.
Aí o primeiro cara vem e se despe também e fica na minha frente e puxa o pau pra fora. Era maior do que quando eu tinha visto na foto, meio torto, fino na ponta e engrossava conforme chegava na base.
Peguei com as mãos e disse - você tem um pauzão
- Então aproveita. Abre bem essa boca. Eu gosto que chupem bastante antes de dar no cu. - Pra mim não era problema, já que eu adoro chupar pau, comparando e aplicando as técnicas que tantas mulheres me ensinaram.
Enfiei na boca feito um bezerro e comecei a chupar devagar, o cara só segurava minha cabeça. Em pouco tempo tava duro e mostrando todo o tamanho real. Não cabia na minha boca, mesmo eu tentando engolir tudo. Em outras vezes eu tinha transado com vários caras, mas eles tinham paus parecidos com o meu; normais de 14-15 e não tão grossos, e eu sempre conseguia enfiar por completo. Mas com esse não dava, mal chegava na metade.
- Você adora, né? Que putinha safada
Só sorri, enquanto continuava engolindo aquele mastodonte.
Aí o cara deitou na cama e me disse pra deitar de lado pra continuar chupando enquanto eu dava meu rabo pra ele me estimular. Ele pegou um tubo de lubrificante Five e passou um pouco nas mãos, começando a enfiar os dedos devagar.
Eu continuava chupando o pau dele enquanto ele me dedava. Fiquei assim uns 5 minutos.
Nessa hora, já achei que não ia rolar o trio, porque o outro cara não dava sinal de aparecer.
De repente, o cara me colocou de quatro, com a cabeça na beirada da cama e ele ajoelhado atrás de mim.
— Combinamos que seria com camisinha — eu falei.
— Sim, tranquilo, já vou colocar.
Ele botou uma camisinha e começou a esfregar a cabeça do pau na minha bunda. Eu já estava superestimulado e com muito tesão de ter chupado aquele pauzão — pelo menos pra mim e minhas poucas experiências com homens.
Ele foi enfiando devagar e logo já estava todo dentro. Começou a meter e eu só suspirava, porque cada vez que ele chegava no fundo, eu sentia como se estivesse revirando minhas tripas; nunca tinha transado com um pau tão comprido.
— Que cuzinho gostoso, tá apertando delícia.
— Ah, é?
— É, sinto como se ele estivesse engolindo e não quisesse soltar.
O cara estava no paraíso e começou a meter cada vez mais forte. Eu aguentei como um campeão, me segurando na beirada da cama pra não cair, com o rosto no colchão.
De repente, sinto uma mão pegando meu cabelo com cuidado e levantando minha cabeça. Na minha frente estava o outro cara. Não sei quando ele entrou, mas estava ali, com uma camisinha na mão e de bermuda.
— Agora sim, chamo, é pra isso que você veio.
O cara era venezuelano e, aparentemente, era parceiro do outro. Na real, nem liguei. Só pensei: "não vou sair dessa".
AQUI AS COISAS FICAM "FEIAS" PRA MIM
O segundo cara (o venezuelano) abaixou a bermuda e soltou uma coisa monstruosa — sério, era um animal de pau, uma coisa de mais de 20cm e uma grossura absurda. Pra referência, deixo uma foto pra vocês terem uma ideia, aquilo não era desse mundo. Em todos os meus anos vendo pornô, só vi um pau igual, que é o do Big Rasta, um brasileiro que só faz vídeos de sexo anal em um site chamado 'Mambo perv

Naquela altura, até esqueci que estavam perfurando minha bunda, e só conseguia ver e pensar que aquela pica não ia caber em mim, era uma coisa quase do mesmo tamanho da imagem que deixo como referência. Mesmo assim, não podia recuar e só peguei ela com as mãos tentando disfarçar meu espanto.
Enquanto o outro me enfiava a pica (que não era pequena) com força e num ritmo bom, eu continuava masturbando o outro que me diz naquele momento:
— Mas chupa, pra isso que você veio
— Não vai caber na minha boca
— Cabe sim — e ele encosta ela nos meus lábios. Por inércia, só abri a boca o máximo que pude e mal a cabeça entrava, comecei a chupar, se é que dá pra chamar de chupar, porque não passava mais que a ponta, já que a cabeça enchia minha boca toda. Mesmo assim, continuei na minha: chupando enquanto arrebentavam meu cu. Ficar assim foi realmente uma situação muito excitante, mas ao mesmo tempo sentia muita ansiedade pelo que poderia vir depois.
O primeiro cara continuou me metendo, agora bem forte e sem piedade, e eu estava lidando com aquele animal na minha frente. O que estava me enfiando tinha a pica um pouco escura, mas o venezuelano tinha a branca e com a cabeça rosa, o que me excitava ainda mais chupando aquela cabeça. Lambia ela de cima a baixo, batia na minha cara, chupava a ponta como um louco, mas em vão tentava engolir porque mal passava da cabeça, já dava ânsia.
Ficamos assim por mais uns 5 minutos até que vejo o primeiro parar de meter.
— Aguenta sim — disse ele
— Será? — replicou o outro
— Hã? — fui falar eu
O que estava metendo tirou a camisinha e passou um lenço umedecido por toda a pica, como se limpando, mesmo eu tendo me lavado muito bem e não havendo rastro de nada que pudesse estragar o momento. Mesmo assim, achei o gesto muito correto da parte dele.
Eles procedem, entre os dois, a me virar. Dessa vez, minha bunda ficou na beirada da cama onde estava chupando, e minha cabeça no meio da cama. O que estava me... Ele primeiro sentou na cama e começou a puxar o pau, me convidando para chupar. Como uma puta, só me aproximei e comecei a chupar. Foi aí que senti o venezuelano começar a agarrar minha bunda e colocar aquele tronco dele em cima das minhas costas – dava pra sentir quase na cintura. Enquanto continuava chupando, percebi que o outro se abaixou e começou a estacionar o pau na minha bunda, dilatada mas com medo de abrir pra aquela fera com bolas. No começo, senti como, mesmo depois de ter recebido pau por mais de 10 minutos, meu cu estava dilatando como nunca antes. Tive que relaxar e me soltar, senão sabia que ia dar ruim.
— Devagar, por favor.
— Relaxa, vou meter de leve. Quando já estiver dentro e você se acostumar, eu arrebento esse cu.
— É, porque senão você me mata.
Foi aí que senti a cabeça começando a entrar e uma pressão no meu cu como nunca tinha sentido. Obviamente estava de camisinha, mas senti que não ia aguentar.
— Vai, ele aguenta — disse o que estava sentado.
— Esse cara aperta gostoso demais.
— Vamos ver — disse o venezuelano.
Pouco depois, senti aquilo deslizar de uma só vez. Quase soltei um grito, mas não de dor, e sim de prazer, porque ao sentir meu cu tão cheio assim, parecia que me remexeram até o útero que nem tenho, haha.
De repente, estava com um pau de 20 cm dentro do cu, sem conseguir me mexer, porque me sentia completamente empalado; se me movesse um pouco, parecia que ia me destruir por dentro.
— Devagar, o seu é grande demais. Põe mais lubrificante.
O filho da puta puxou de uma vez e pegou o tubo. Naquele momento, dei um suspiro e senti como se tivesse cagado, mas estava tudo bem — foi só o pau enorme dele esvaziando meu cu e deixando ele pulsando.
Ele botou mais lubrificante e começou a meter de novo. A sensação não foi diferente; cada vez que entrava, era como se estivessem me abrindo por dentro.
Pouco depois, aquele tronco estava entrando e saindo do meu cu. O filho da puta tirava quase tudo e voltava a meter, devagar mas constante e até o fundo. No começo não entrava tudo, mas aí alguma coisa se ajeitou e eu até sentia as bolas dele batendo nas minhas.
Ele começou a me comer, e aí eu lembrei que tinha outro na minha frente. Então continuei chupando pra não reclamar, porque nunca sou de gemer ou gritar, mas com aquela pica na minha bunda os gemidos saíam mesmo sem eu querer, então chupando fazia menos barulho.
- Olha como entra, essa bunda tava desesperada por pica.
Na verdade ele tinha razão, nunca tinha estado tão enrabado e chupando feito uma puta completa.
A essa altura já não estava em meus cinco sentidos, só me deixei levar e aquela pica fazia o que queria. Pouco depois, trocaram de novo: o que estava me comendo tirou a camisinha, se limpou e me botou pra chupar. O outro colocou uma camisinha nova e começou a me comer. Não sei quantas vezes trocaram de lugar, mas era um vai e vem de picas na minha bunda e na minha boca.
- Que puta gostosa que você arrumou
- Te falei que ela aguentava
- Uf, olha como entra
Depois pararam de me fazer chupar. Os dois ficaram atrás de mim.
- A camisinha, não esquece
- Sim, tranquilo
Os filhos da puta começaram a me meter a pica por turnos, uns 20 segundos cada, um tirava e o outro metia, e assim constantemente. Obviamente sentia mais quando o venezuelano estava me comendo e parecia um pequeno descanso quando era o outro, mas mesmo assim eu curtia.
De repente começaram a se masturbar um ao outro. Deve ter passado uma hora desde que o venezuelano apareceu quando senti que os dois gozaram nas minhas costas. Nesse momento, percebi que eu também tinha gozado, não sei em que momento de tanta pica que estavam me dando.
- Já sujei a cama de vocês - falei
- Não tem problema
Me levantei e fui ao banheiro. Tinha a bunda completamente aberta e dilatada, mas por sorte não me rasgaram, que era o que eu temia.
Fui tomar banho e ao voltar pensei que já estariem vestidos, que eu me vestiria também e iria pra minha casa como sempre. passar com esses encontros, mas nada. Os filhos da puta foram tomar banho e quando voltaram me viram vestido esperando que abrissem a porta, mas me disseram - vem cá, mãe, um pouco. Como boa puta, aceitei. Comecei a mamar com as duas mãos como se fosse um filme pornô. O tesão de chupar o pau deles quando estavam meio dormindo por causa do que tinham acabado de fazer e deixá-los duros de novo, foi demais e me pegou. Fiquei mamando enquanto eles conversavam entre si e de vez em quando me faziam uma pergunta, que eu mal conseguia responder por estar ocupado. Depois de um tempo, dei um beijo naquelas duas rolas enormes e disse, - Bom, foi um prazer, mas vou indo.
Eles não insistiram, também estavam satisfeitos, o venezuelano desceu comigo para me abrir a porta. Bom cara, esse tipo. Super tranquilo quando não estava com o pau dentro de mim. Me despedi, subi na minha moto e cheguei em casa para dormir depois de ter sido arrebentado por outros dois completos desconhecidos.
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