A putinha e o Velho Tarado

A putinha e o Velho Tarado
Relatos eroticosSeu Raúl, um viúvo sexagenário aposentado, vivia numa rua tranquila de um bairro residencial. Sua rotina era monótona e solitária, mas tudo mudou quando conheceu Marta, uma jovem vizinha que sobrevivia fazendo limpeza nas casas alheias. Seu Raúl se sentia atraído pela beleza e energia juvenil dela, e não perdia a chance de elogiá-la sempre que a via passar.

"Até mais, Marta", dizia ele com um sorriso malicioso. "Quando quiser, vem me visitar."

Marta, acostumada com os comentários do Seu Raúl, só ria e respondia com simpatia, sem dar muita importância às palavras dele.

Um dia, enquanto Marta varria a calçada, Seu Raúl se aproximou e sussurrou no ouvido dela: "Você é muito gostosa, Marta. Adoraria te ver peladinha."

Marta, sem se perturbar, respondeu com uma risada irônica: "Seu Raúl, acho que nem sobe mais. Pare de sonhar."

Seu Raúl, longe de se sentir ofendido, ficou desafiado. Disse que faria o impossível para conquistar Marta, nem que fosse só por uma noite de prazer.velho taradoDon Raúl, decidido a ter Marta em sua cama, a contratou para limpar sua casa. Ao terminar, pagou-a e, sem rodeios, disse: "Marta, sei que também cobra por sexo. Um vizinho me contou. Gostaria que me deixasse tocá-la."

Marta olhou para ele com uma mistura de surpresa e diversão. "Don Raúl, o senhor está em condições? Olhe que se fizer mal, não posso me responsabilizar."

Don Raúl riu, mostrando uma confiança que Marta não esperava. "Se isso acontecer, partirei feliz," respondeu, passando uma maço de notas para suas mãos.

Levou-a ao quarto e pediu que se despisse. Marta, com um sorriso malicioso, começou a tirar a roupa lentamente, aproveitando a expectativa nos olhos de Don Raúl. Quando ficou completamente nua, ele tremia de excitação ao ver seus seios firmes e sua buceta depilada.muito gostosaMarta olhou para ele com uma mistura de respeito e luxúria. "E agora é a sua vez, Seu Raúl," disse com voz sedutora.

Seu Raúl começou a se despir aos poucos, aproveitando cada momento. Marta observava atentamente, surpresa com a vitalidade que ainda emanava de seu corpo envelhecido. Quando ele baixou a cueca, seu pau se levantou, grande e ereto.

Marta olhou surpresa. "Viu que ainda sobe", disse Seu Raúl com uma risada irônica.

"Sim, e não pensei que fosse tão grande," acrescentou Marta, fazendo-o sentar na cama. Ajoelhou-se diante dele e começou a lamber e chupar seu pau, fazendo Seu Raúl suspirar de prazer.

Depois, ela o fez deitar e montou sobre ele, deslizando sua buceta molhada sobre seu pau duro e cavalgando com movimentos rítmicos e apaixonados. Marta gemía de prazer, quicando sobre seu corpo, enquanto Seu Raúl dava tapas fortes em sua bunda.

"Diga 'pai' agora," ele ordenou, e Marta, ainda mais excitada, obedeceu. "Sim, pai, sim," gritava enquanto saltava sobre seu pau, aumentando o ritmo.relatos quentesDon Raúl, à beira do orgasmo, avisou que estava quase terminando. Marta, com um sorriso malicioso, desceu e o deixou terminar em seus peitos, recebendo seu sêmen com satisfação.

"Amanhã você volta para receber mais," disse Don Raúl, enquanto Marta se limpava com uma toalha.

Marta assentiu, sorrindo. "Sim, Don Raúl. Amanhã volto para mais."

E assim, naquela tarde de paixão desinibida, Don Raúl e Marta exploraram os limites do prazer, deixando para trás qualquer preconceito.

Marta voltou à casa de Don Raúl, e ele a recebeu como uma dama, com um elogio sincero: "Que linda você está hoje, Marta."

Marta riu, lisonjeada. "Que sedutor você é, Don Raúl," respondeu com um sorriso malicioso, enquanto o levava ao seu quarto.

Lá, Marta começou a se despir lentamente, aproveitando o olhar apreciativo de Don Raúl. "Marta, você é linda e gostosa," ele disse, admirando seu corpo. "Vale a pena gastar minha aposentadoria com você."

Marta apenas riu, curtindo a situação. Don Raúl se levantou e começou a percorrer seu corpo com beijos, parando em seus peitos, que beijava e mordia suavemente. Suas mãos exploravam sua buceta, fazendo-a gemer de prazer.

Depois, ele se ajoelhou diante dela e começou a beijar sua boceta, chupando seu clitóris, fazendo Marta tremer de excitação. Marta, não querendo ficar para trás, abaixou sua calça e tirou seu pau, começando a lamber e chupar com entusiasmo, saboreando cada centímetro de sua pele.Colecao de DramasDon Raúl, já completamente excitado, deitou-a na cama e subiu por cima, penetrando-a com firmeza. Marta gemeu de prazer ao receber seu pau na buceta, sentindo seu corpo responder a cada movimento, enquanto ele a bombava com força. Depois, a fez cavalgar em seu pau, massageando seus peitos, aumentando o prazer de ambos.

Decidido a ir além, Don Raúl a colocou de quatro e a penetrou por trás, embestindo sua buceta com força e prazer. Marta gemida, sentindo cada investida a aproximar mais do êxtase. De repente, Don Raúl enfiou um dedo em seu cu, fazendo-a gritar de prazer.

Em seguida, a fez ajoelhar e chupar seu pau, aproveitando a vista e o toque de sua boca. Com um último empurrão, Don Raúl se deixou levar, ejaculando sobre ela com um gemido final.

"Marta, que puta gostosa você é," disse ele, ofegante, enquanto ela limpava a boca, sorrindo satisfeita.relatos pornoDepois de vários encontros, a dinâmica entre o Seu Raúl e a Marta começou a mudar. O Seu Raúl, que no início a tratava com respeito e fazia elogios, virou um "velho tarado", falando com ela usando palavras obscenas e a tratando de forma mais brutal.

Um dia, enquanto a beijava e apalpava sua buceta, ele enfiou os dedos com força, arranhando-a sem querer. "Ai, Seu Raúl, cuidado! Você me enfiou a unha", reclamou a Marta.

O Seu Raúl só deu uma risada, com um olhar lascivo. "Você gosta disso, putinha", disse ele, aumentando a intensidade dos movimentos.velho e novinhaEntão, ele a colocou de quatro e, sem aviso, enfiou o pau na buceta, embestindo com força. Marta ofegava, tentando se adaptar à rudeza de seus movimentos. De repente, Don Raúl enfiou o pau no seu cu, fazendo-a protestar.

"Don Raúl, assim eu não gosto," disse Marta, tentando se afastar.

Mas ele, implacável, apenas respondeu: "Para isso te pago, puta. Fica quieta."

Ele a deu um tapa forte na bunda, marcando sua pele, e terminou sobre suas nádegas, deixando seu sêmen quente em sua pele.

Marta, ainda de quatro, tentava recuperar o fôlego, confusa e dolorida. Ela não entendia o que tinha acontecido com aquele homem que antes a tratava com respeito e simpatia. Agora, só via nele um velho tarado, obcecado em satisfazer seus próprios instintos, sem se importar com seu conforto ou prazer.

Don Raúl, em um de seus encontros mais intensos, começou a beijar Marta com paixão, mas com um toque de crueldade. Ele a colocou de quatro, e ela, se preparando para recebê-lo por trás, recebeu algo inesperado: um chicotada na nádega com seu cinto.vadiaAi, seu Raúl! O que foi que aconteceu?" gritou Marta, surpresa e dolorida.

Seu Raúl, com um sorriso sádico, só falava dela como puta. "É pra isso que te pago, puta. Pra você aguentar", disse, enquanto a penetrava com firmeza, metendo com força no seu cu.

Depois, a fez cavalgá-lo, dando palmadas na sua bunda e apertando com força seus peitos. Marta começou a rebolar mais rápido para que ele acabasse mais cedo. Fazendo ele gozar rápido.A putinha e o Velho TaradoEnquanto se vestia, Don Raúl trouxe uma cenoura, com uma expressão perturbada no rosto. "Enfia na sua buceta, sua puta. É pra isso que te pago," ordenou, com um olhar delirante.

Marta, ao ver aquilo, balançou a cabeça. "Não, Don Raúl. Tem alguma coisa acontecendo com o senhor. Tô vendo que tá tremendo e delirando," disse, preocupada e assustada.

Don Raúl, com uma risada maníaca, só respondeu: "Faz isso, sua puta. Ou vai se arrepender."

Marta, sem saber o que fazer, ficou olhando para Don Raúl, sentindo que algo nele tinha mudado drasticamente, e não para melhor.

Marta se dirigiu à casa de Don Raúl para o encontro de sempre. Ao chegar, foi recebida pela filha dele, Lucía, que a olhou com uma mistura de curiosidade e preocupação.

"O que você quer?" perguntou Lucía, bloqueando a entrada.

Marta, desconfortável, respondeu: "Vim pra limpar."

Lucía suspirou e, com uma voz carregada de tristeza, disse: "Marta, vou levar meu pai comigo. Ele não tá bem. Diagnosticaram Parkinson e princípio de Alzheimer. O comportamento dele... mudou muito."

Naquele momento, Don Raúl apareceu na porta, com um olhar vidrado e um sorriso perturbador. "Voltou pra mais, sua puta," gritou, com uma voz que denunciava seu delírio.

Lucía olhou para Marta, com os olhos cheios de vergonha. "Viu, ele não tá bem. Delira. Desculpa pelo vocabulário dele."

Marta, concordando com a cabeça, se retirou devagar, pensando no tempo que tinha passado com Don Raúl. "Aproveitei enquanto pude," disse pra si mesma, com uma mistura de alívio e melancolia, enquanto se afastava da casa, deixando pra trás as lembranças daqueles encontros intensos e, às vezes, dolorosos.Relatos eroticos

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