
A casa estava cheia de risadas e copos vazios. Carlos tinha organizado uma pequena comemoração pela sua promoção no trabalho, acompanhado do seu inseparável amigo e parceiro de bebida: Antônio, um moreno de olhar intenso, pele curtida e um físico que impunha respeito em qualquer lugar.Marta o observava desde sempre. Toda vez que ele vinha, a presença dele a perturbava. Não era só o porte, mas aquele algo selvagem que emanava dele e que ela tentava ignorar… até aquela noite.
Passada a meia-noite, Carlos caiu vencido pelo álcool, largado no sofá, com os sapatos ainda nos pés e um ronco que anunciava que não acordaria tão cedo.
Marta recolhia os pratos devagar, com um vestido justo que marcava sua cintura e suas coxas. Antônio permanecia sentado, com um copo na mão, observando-a com uma cara de pau que a fazia tremer.
— Seu marido não aguenta nada — disse ele, num tom baixo, apontando para Carlos.
— Parece que não… — respondeu ela com a voz trêmula.
Marta parou na frente dele, com o coração batendo forte. Sentiu aquele olhar percorrê-la de cima a baixo, e a ousadia tomou conta dela.
— E você? — sussurrou —. Também vai cair no sono… ou vai me dar o que eu tô imaginando há tempos?
O moreno sorriu com malícia e a pegou pelo pulso, puxando-a até sentar no colo dele. Marta engoliu seco ao sentir, por baixo do tecido da calça, um volume enorme que a fascinou e a intimidou ao mesmo tempo.
— Sabia que um dia você ia cair — murmurou no ouvido dela.
Ela o beijou com fome reprimida, enquanto suas mãos trêmulas exploravam aquele pau que mal conseguia abarcar.
— Meu Deus…! — ofegou, entre excitada e nervosa —. É maior do que eu imaginava.
Antônio levantou o vestido dela, deixando à mostra a pele macia das coxas. Se inclinou e prendeu um mamilo com a boca, fazendo-a gemer baixinho. Marta mordia os lábios, com medo de que o marido se mexesse no sofá.
Mas a tensão de ser descoberta só a excitava mais.
O moreno a ergueu no braços e apoiou ela contra a parede. Sem mais delongas, meteu com força na buceta dela, arrancando um grito que ela teve que abafar mordendo o ombro dele. —Não para…! —implorou com a voz trêmula. Antonio meteu nela sem piedade, segurando ela pelas nádegas, fazendo ela sentir cada centímetro da vara dele que deixava ela louca. Marta chorava de prazer, incapaz de acreditar no que o corpo dela tava sentindo.
Levou ela até a mesa, inclinou e comeu ela por trás, cada estocada ecoando na pele molhada dela. Marta apertava os dentes, olhando de canto pro marido dormindo, excitada até a loucura pelo perigo. Finalmente, Antonio tirou a rola e gozou nas costas dela, ofegante, marcando ela com o leite. Marta ficou deitada na mesa, tremendo, o vestido todo destruído. Virou-se com um sorriso cansado e safado, e sussurrou: —Agora entendo por que você sempre me olhava daquele jeito… e eu fingia que não via.
Marta passou o dia inteiro distraída. Enquanto cozinhava, enquanto dobrava a roupa, até enquanto falava com Carlos. A cabeça dela não conseguia esquecer aquela imagem: a pica descomunal do Antonio pulsando dentro dela, fazendo ela perder o controle como nunca tinha sentido antes.A oportunidade chegou numa tarde qualquer. Carlos saiu pra fazer umas compras, e ela, com o coração acelerado, se aproximou do quarto de hóspedes onde o Antonio costumava ficar quando demorava. Bateu de leve na porta, e quando ele apareceu, Marta não conseguiu mais disfarçar.
— Não consigo parar de pensar no que você fez comigo ontem à noite — falou com a voz trêmula, mordendo o lábio.
Antonio sorriu com aquela segurança que sempre a desmontava.
— Sabia… você nasceu pra isso.
Puxou ela pela cintura e arrastou pra dentro. Mal fechou a porta, já foi tirando a roupa dela com vontade, deixando o vestido cair no chão. As mãos dele percorreram aqueles peitos que ele tanto queria, devorando eles com a boca, lambendo cada pedaço, chupando os bicos até fazer ela gemer.
Marta se contorcia de prazer, e quando ele desceu até a buceta dela, sentiu a língua dele enlouquecendo ela, molhada e tremendo. Entre suspiros, ele empurrou ela de leve pra cama.
— Agora quero que você me chupe, Marta… — ordenou com a voz grossa.
Ela não hesitou. Se ajoelhou na frente dele, com as mãos trêmulas, e ao sentir a grossura da pica do Antonio na boca, se arrepiou. Lambeu, chupou com fome, como se quisesse engolir cada centímetro. Ele grunhia, segurando ela pelo cabelo, marcando o ritmo.
— Isso, assim… quem diria que a esposa fina do Carlos era tão boa nisso — provocou com tesão.
Marta olhou pra ele de baixo, com os lábios ocupados, os olhos brilhando de luxúria.
De repente, ele a levantou e montou na cama, enfiando a pica na buceta dela com uma força que a fez gritar. Marta se arqueou, abraçando ele, perdida no prazer. Antonio metia o pau com potência, suando, adorando ver ela tremer. Depois, virou ela e deixou ela em cima dele, fazendo ela cavalgar com violência. Marta montava como uma possessa, com os peitos balançando, as unhas marcando o torso dele, chorando de prazer.
O momento final chegou quando Antonio a jogou de costas, montou nela e, depois de umas estocadas brutais, saiu e gozou nos peitos dela, banhando-a com o leite quente dele. Ofegante, com a respiração cortada, Antonio acariciou o rosto dela com um sorriso malicioso e disse: —Nunca imaginei que você fosse uma puta tão gostosa… mas adoro que você seja assim pra mim.
Marta, coberta e ainda tremendo, sorriu com cara de safada, sabendo que não tinha mais volta.


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