Sebastián chegou em casa depois das cinco, o sol ainda morno na pele, cheirando a asfalto quente e gasolina dos ônibus que subiam a ladeira. Antes de abrir o portão, um entregador lhe estendeu um pacote para sua filha Carlita: papelão liso, pesado, com um leve aroma de plástico novo que escapava pelas emendas da fita adesiva. Ele o deixou sobre a mesa de centro; a madeira estalou levemente sob o peso.
Dez minutos depois, a porta da frente se abriu de repente. Carlita entrou ofegante, o cabelo grudado na testa pelo suor da corrida, cheirando a sol, a perfume barato de baunilha e a algo mais íntimo: o leve almíscar de excitação que já começava a emanar de entre suas coxas. Suas bochechas ardiam, os lábios entreabertos, respirando rápido.
—Chegou alguma coisa pra mim? —perguntou quase num sussurro rouco.
Sebastião apontou para a caixa. Ela se aproximou, as chinarras arrastando no piso de cerâmica. Vendo-a de perto, notou como seus dedos tremiam levemente ao tocar o pacote.
—Desculpa… você não devia ter recebido isso —murmurou, a voz falhando—. Que vergonha…
—O que é? —insistiu ele, a voz mais grave do que pretendia.
Carlita tentou mentir, mas as palavras se embolaram. Finalmente baixou a cabeça, o cabelo caindo como cortina sobre o rosto corado.
—É um vibrador… pedi pela internet. Às vezes… sinto coisas, necessidades. Me perdoa, pai. Não queria que você soubesse.
O silêncio se encheu do tique-taque do relógio de parede e da batida acelerada que Sebastião sentia nas têmporas. Ela agarrou a caixa com as duas mãos, o papelão amassando sob seus dedos, e subiu as escadas quase correndo. Cada degrau fez a madeira velha ranger; o som reverberou no peito dele.
Ficou sozinho na sala, o ar parado cheirando a sua colônia barata e ao leve rastro de baunilha que ela tinha deixado. De repente a viu diferente: os quadris balançando ao subir, a bunda redonda tensionando o tecido da calça jeans justa, os óculos escorregando um pouco pelo nariz suado. Lembrou das noites em que a tinha visto descer de camiseta fina, os mamilos escuros aparecendo quando ela se inclinava para pegar algo na geladeira, o cheiro suave da sua pele recém-banhada misturado com o sabonete de coco.
Não era do seu sangue, mas era dele. Desde os dois anos. Desde que a mãe morreu e o mundo ficou só os dois.
Subiu para o quarto dele. Parou em frente à porta de Carlita. Colocou a orelha na madeira fria. No começo, nada. Depois, bem tênue, um zumbido elétrico, quase inaudível, acompanhado de um gemido abafado, de lençóis roçando na pele. Afastou-se como se tivesse sido queimado, o membro já duro pressionando contra o tecido da calça.
Mais tarde, na varanda, o vento quente da tarde trouxe o cheiro de sabão e tecido molhado. Lá estavam as calcinhas dela: algodão branco simples, mas também uma calcinha fio-dental preta de renda tão fina que parecia fumaça, e outra vermelha com tiras que mal cobririam nada. O sutiã push-up preto tinha transparências nas bordas; ele imaginou os seios pequenos dela pressionando contra aquele tecido, os mamilos roçando as bordas bordadas. Ele ficou olhando, a brisa movendo as peças, o sol aquecendo sua nuca, o pau latejando dolorosamente.
Naquela tarde, quando Carlita desceu para o lanche, o ar da cozinha se encheu do cheiro dela: suor fresco, excitação recente, o leve aroma metálico e doce da buceta depois do orgasmo. Ela usava uma camiseta branca de algodão tão fina que os mamilos escuros se marcavam como moedas sob o tecido, duros, pontudos. A calça de pijama cinza era leve; ao caminhar, dava para adivinhar a ausência total de roupa íntima, o contorno dos lábios maiores se insinuando contra o tecido a cada passo. Os olhos dela brilhavam, vidrados, as pupilas dilatadas.
Sebastião engoliu em seco, o gosto amargo da culpa na língua.
— Vou sair com os amigos — disse, a voz rouca.
— Tá bom… — respondeu ela, e o jeito que pronunciou essas duas palavras soou como uma carícia.
Os dias seguintes foram pura tortura. Cada vez que passava perto, ele percebia o calor que emanava do corpo dela, o toque acidental do quadril dela contra o dele ao se cruzarem no corredor, o aroma almiscarado que ela deixava no banheiro depois do banho. À noite, quando o zumbido vinha do quarto ao lado — agora mais claro, acompanhado de gemidos abafados, de molas da cama rangendo —, Sebastião se masturbava no escuro, a mão escorregadia de pré-gozo, o cheiro da própria excitação enchendo o quarto, mas ele sempre parava antes do clímax, o remorso queimando seu peito.
Até aquela noite.
Ele se despiu completamente. A O lençol cheirava ao seu suor acumulado de dias. Ele se deitou de costas, o pau já grosso e pingando, a cabeça brilhando sob a luz fraca do abajur. Começou a se masturbar devagar no início, a pele quente e macia deslizando sobre as veias inchadas, o som úmido e rítmico preenchendo o silêncio. Acelerou, imaginando a buceta da Carlita: rosada, inchada, brilhando de melado, apertando ele enquanto ela gemía o nome dele. O orgasmo chegou brutal: o primeiro jato saiu com força, quente e grosso, respingando no abdômen, no peito, um fio grosso aterrissando no queixo dele. Ele gritou, um rugido rouco que reverberou nas paredes.
Dez segundos depois, a porta se abriu sem bater.
Carlita apareceu no batente, iluminada pela luz do corredor. Só vestia uma camisetinha de cetim rosa claro, tão curta que mal cobria a bunda. Os mamilos duros empurravam o tecido fino, escuros e salientes. Entre as coxas dela brilhava um rastro úmido; o cheiro intenso de sexo era forte: de buceta molhada, de lubrificante de silicone, do próprio orgasmo recente dela. O cabelo despenteado, os óculos tortos, os lábios inchados de tanto morder.
Ela ficou paralisada ao vê-lo: o pau ainda duro, pulsando, porra escorrendo pelos dedos e pelo tronco.
—Pai… você está…?
Sebastián tentou se cobrir com o lençol, mas o movimento só fez com que mais sêmen escorresse pela sua barriga.
—Filha… sinto muito… —ele ofegou—. Eu te imagino o tempo todo… em vez daquele vibrador… quero ser eu… quero enfiar em você… quero te foder até você gritar.
Carlita respirou fundo, o peito subindo e descendo rápido. Deu um passo à frente. Sua voz saiu trêmula, mas carregada:
—E eu… sempre gozo pensando no seu pau, pai… imaginando que é você quem abre minha bucetinha… que me enche com seu leite quente…
Não houve mais palavras.
Eles se lançaram. Ele a levantou pelas nádegas, as mãos afundando na carne macia e quente. A estampou contra a parede; a camisetinha rasgou ao ser puxada para cima. Os seios ficaram livres: pequenos, firmes, os mamilos duros como pedrinhas escuras. Ele os chupou com fome, a língua circulando-os, saboreando o sal de sua pele, o leve sabor de sabão e excitação. Ela gemeu, arranhou suas costas, as unhas deixando sulcos vermelhos.
Ele baixou a mão, agarrou o pau ainda úmido de sêmen e saliva. Apertou, masturbou com força, o polegar esfregando a cabeça sensível.
—Me fode… por favor… enfia logo…
Sebastián a carregou até a cama, a jogou de costas. Abriu suas pernas de uma vez. A buceta estava inchada, os lábios vermelhos e brilhantes, o clitóris aparecendo como um botão inflamado, os fluidos escorrendo em direção ao ânus. Cheirava intensamente: doce, salgado, animal. Apoiou a ponta grossa na entrada estreita, sentiu o calor abrasador, e empurrou de uma vez. Ela gritou, as paredes vaginais apertando-o como um punho quente e molhado.
—Assim… pai… toda… me arrebenta…
Ele começou a bombear com força, o som úmido e obsceno de carne contra carne, as bolas batendo contra suas nádegas. O cheiro de sexo enchia o quarto: suor, sêmen, buceta encharcada. Carlita gemía sem controle, os óculos caíram, ela os jogou no chão. Cravou as unhas em seus ombros.
—Mais forte… enfia até o fundo… quero te sentir na minha matriz…
Ele a virou de quatro. As nádegas redondas tremiam a cada investida. Deu-lhe uma palmada forte; a pele avermelhou instantaneamente, o som seco ecoando. Ela empurrou para trás, engolindo-o por completo.
—Vou te encher… vou te deixar pingando meu porra…
—Goza dentro… me enche… quero sentir você pulsando…
Ele acelerou, os testículos batendo no clitóris inchado. Carlita começou a tremer, o orgasmo a atravessou: sua buceta se contraiu violentamente, ordenhando-o, jatos quentes salpicando suas coxas. Isso o desencadeou. Ele afundou até o fundo, grunhiu e ejaculou com força: jatos grossos e quentes inundando-a, escorrendo para fora quando já não cabia mais.
Ficaram grudados, ofegantes, suados. Ele ainda dentro, pulsando fracamente. O sêmen escorria lento pelas coxas dela, misturado com seus fluidos. Carlita virou a cabeça, os olhos vidrados, as bochechas ardentes.
—Isso não pode ser a última vez… né, papi?
Sebastián acariciou suas costas úmidas, enterrou os dedos em seus cabelos, cheirou sua nuca: suor, baunilha, sexo.
—Não, minha menina… isso só está começando. E da próxima vez… vou fazer você gozar tantas vezes que não vai conseguir andar.
Sebastián ainda a tinha dentro, seu pau semiduro pulsando na buceta encharcada de Carlita, o sêmen quente se misturando com os fluidos dela e escorrendo lento pelas coxas trêmulas. O ar do quarto estava pesado: cheiro de suor salgado, de sexo cru, de baunilha do perfume dela que se misturara com o almíscar de sua excitação. Os dois respiravam agitados, o peito de Carlita subindo e descendo contra o dele.
Ela virou a cabeça, os lábios inchados roçando a barba incipiente dele, e sussurrou com voz rouca, ainda entrecortada pelos suspiros:
—Sabe quantas vezes eu gozei pensando em você, papi?… —Passou a língua em seu lóbulo da orelha, lenta, úmida—. Enfiava o vibrador até o fundo e fechava os olhos imaginando que Era você… que seu pau grosso me abria assim… que me enchia com sua porra quente até escorrer pelas minhas pernas…
Sebastián gemeu baixinho, sentindo seu pau endurecer de novo dentro dela só com essas palavras. Agarrou seus quadris com mais força, movendo-se apenas, um vai e vem lento que fazia o sêmen se mexer dentro.
—Porra, Carlita… —murmurou contra seu pescoço, sentindo o cheiro do suor doce ali—. Você não tem ideia do que me fazia passar. Toda vez que ouvia você gemer do outro lado da parede… aquele zumbidinho… seus gemidos abafados… eu batia uma punheta louco imaginando que era eu que te fazia gritar assim. Queria entrar, arrancar aquele brinquedo de merda e te foder até você não conseguir nem andar.
Ela soltou uma risadinha entrecortada, travessa, e apertou a buceta em volta dele, um espasmo deliberado que o fez suspirar.
—Ficava duro só de me ouvir, papi? —perguntou, virando-se um pouco mais para olhá-lo nos olhos, as pupilas dilatadas, brilhantes—. Gozava pensando na minha bucetinha apertada? Me conta… me conta o que você fazia…
Sebastián mordeu seu ombro com suavidade, deixando uma marca vermelha.
—Batendo uma punheta forte… imaginando seus peitinhos balançando enquanto eu te metia… imaginando como você gemeria meu nome… “papi, mais forte, me arrebenta”… —Deslizou uma mão entre suas pernas por trás, roçou o clitóris inchado com os dedos encharcados dos próprios fluidos dela—. E agora você tá aqui… aberta pra mim… escorrendo meu sêmen…
Carlita gemeu baixinho, empurrando os quadris para trás para que ele a penetrasse mais fundo.
—Continua falando… eu adoro quando você me diz coisas safadas… —sussurrou, a voz trêmula de desejo—. Me conta o que você quer fazer comigo… quero ouvir tudo…
Ele a virou com cuidado mas firme, colocou-a de costas de novo. Inclinou-se sobre ela, o pau escorregadio roçando a parte interna de suas coxas. Beijou seu pescoço, desceu até um mamilo e o chupou com força antes de falar:
—Quero chupar sua buceta até você me implorar pra parar… quero que você molhe minha cara inteira… —Ele separou os lábios maiores com os dedos, observou como a porra ainda escorria devagar—. Depois vou te foder de novo… bem devagarinho no começo… pra você sentir cada centímetro entrando… e depois com força, até você gritar meu nome e gozar toda trêmula…
Carlita arqueou as costas, os mamilos duros roçando o peito dele.
—Faz… me come… —suplicou, abrindo mais as pernas—. Quero sua língua no meu clitóris… quero que você me chupe enquanto ainda tá com sua porra dentro… que me faça gozar na sua boca…
Sebastião desceu sem hesitar. O cheiro era intoxicante: porra, melado, pele quente. Apoiou a língua plana contra o clitóris e lambeu devagar, saboreando a mistura salgada-doce. Carlita soltou um gemido longo, agarrou o cabelo dele com as duas mãos.
—Assim… papi… bem aí… não para… —ofegou—. Adoro sentir sua barba raspando em mim… me deixa tão cachorra… chupa mais forte… enfia a língua dentro…
Ele obedeceu, enfiou a língua na entrada ainda dilatada, saboreou a própria porra misturada com ela. Carlita começou a mexer o quadril contra a boca dele, se esfregando.
—Vou gozar de novo… —avisou entre gemidos—. Quer que eu jorre na sua cara, papi? Quer engolir tudo que você fizer sair de mim?
Sebastião ergueu o olhar, os lábios brilhantes.
—Quero tudo… goza na minha boca, minha menina… me encharca…
Acelerou a língua, chupou o clitóris com força. Carlita se tensionou, as pernas tremendo, e gritou o nome dele enquanto o orgasmo a atravessava: um jato quente respingou no queixo, na boca, no rosto. Ele não recuou, lambeu cada gota, rosnando de prazer.
Quando ela parou de tremer, a colocou de novo por cima dele. Carlita sentou de cavalinho, o pau duro deslizando de novo na buceta escorregadia com um som molhado.
—Me olha… —sussurrou ela, começando a se mover devagar, pra cima e pra baixo—. Olha como eu engulo ele inteiro… como minha bocetinha se abre pra você… —Agarrou as mãos dele e colocou nos peitos—. Aperta eles… belisca meus mamilos… mamilos… quero te sentir em todo lugar…
Sebastião obedeceu, beliscou os mamilos duros enquanto ela acelerava o ritmo, as nádegas batendo contra suas coxas.
—Você é tão puta pra mim… —rosnou ele, a voz rouca—. Minha puta… minha garotinha safada… me diz que é minha…
Carlita se inclinou, os lábios roçando os dele.
—Sou sua, papai… toda sua… —sussurrou contra sua boca—. Me fode quando quiser… me enche quando quiser… quero acordar com seu pau dentro… quero dormir com sua porra escorrendo em mim…
Ele a abraçou forte, inverteu as posições de novo e começou a bombear com força, fundo.
—Vou te foder todo dia… —prometeu entre investidas—. Na cozinha… no chuveiro… na sua cama… até que você não consiga pensar em nada além do meu pau…
Carlita cravou as unhas nas costas dele, o segundo orgasmo se aproximando.
—Goza comigo… me enche de novo… quero sentir como você pulsa… como me deixa cheia…
Eles gozaram quase ao mesmo tempo: ele rosnando seu nome, ejaculando jatos quentes dentro dela; ela tremendo, a buceta se contraindo em volta, ordenhando até a última gota.
Ficaram abraçados, suados, respirando o mesmo ar carregado de sexo.
Carlita beijou seu pescoço, lenta, sensual.
—Nunca para de me dizer essas coisas… —murmurou—. Me faz gozar só de ouvir…
Sebastião sorriu contra seu cabelo, ainda enterrado nela.
—Não vou parar, minha garotinha… vou te dizer toda sacanagem que me vier à cabeça… até você gozar só com a minha voz.
E a beijou fundo, saboreando ainda o gosto dos dois em sua língua.
Dez minutos depois, a porta da frente se abriu de repente. Carlita entrou ofegante, o cabelo grudado na testa pelo suor da corrida, cheirando a sol, a perfume barato de baunilha e a algo mais íntimo: o leve almíscar de excitação que já começava a emanar de entre suas coxas. Suas bochechas ardiam, os lábios entreabertos, respirando rápido.
—Chegou alguma coisa pra mim? —perguntou quase num sussurro rouco.Sebastião apontou para a caixa. Ela se aproximou, as chinarras arrastando no piso de cerâmica. Vendo-a de perto, notou como seus dedos tremiam levemente ao tocar o pacote.
—Desculpa… você não devia ter recebido isso —murmurou, a voz falhando—. Que vergonha…
—O que é? —insistiu ele, a voz mais grave do que pretendia.
Carlita tentou mentir, mas as palavras se embolaram. Finalmente baixou a cabeça, o cabelo caindo como cortina sobre o rosto corado.
—É um vibrador… pedi pela internet. Às vezes… sinto coisas, necessidades. Me perdoa, pai. Não queria que você soubesse.
O silêncio se encheu do tique-taque do relógio de parede e da batida acelerada que Sebastião sentia nas têmporas. Ela agarrou a caixa com as duas mãos, o papelão amassando sob seus dedos, e subiu as escadas quase correndo. Cada degrau fez a madeira velha ranger; o som reverberou no peito dele.
Ficou sozinho na sala, o ar parado cheirando a sua colônia barata e ao leve rastro de baunilha que ela tinha deixado. De repente a viu diferente: os quadris balançando ao subir, a bunda redonda tensionando o tecido da calça jeans justa, os óculos escorregando um pouco pelo nariz suado. Lembrou das noites em que a tinha visto descer de camiseta fina, os mamilos escuros aparecendo quando ela se inclinava para pegar algo na geladeira, o cheiro suave da sua pele recém-banhada misturado com o sabonete de coco.
Não era do seu sangue, mas era dele. Desde os dois anos. Desde que a mãe morreu e o mundo ficou só os dois.
Subiu para o quarto dele. Parou em frente à porta de Carlita. Colocou a orelha na madeira fria. No começo, nada. Depois, bem tênue, um zumbido elétrico, quase inaudível, acompanhado de um gemido abafado, de lençóis roçando na pele. Afastou-se como se tivesse sido queimado, o membro já duro pressionando contra o tecido da calça.
Mais tarde, na varanda, o vento quente da tarde trouxe o cheiro de sabão e tecido molhado. Lá estavam as calcinhas dela: algodão branco simples, mas também uma calcinha fio-dental preta de renda tão fina que parecia fumaça, e outra vermelha com tiras que mal cobririam nada. O sutiã push-up preto tinha transparências nas bordas; ele imaginou os seios pequenos dela pressionando contra aquele tecido, os mamilos roçando as bordas bordadas. Ele ficou olhando, a brisa movendo as peças, o sol aquecendo sua nuca, o pau latejando dolorosamente.Naquela tarde, quando Carlita desceu para o lanche, o ar da cozinha se encheu do cheiro dela: suor fresco, excitação recente, o leve aroma metálico e doce da buceta depois do orgasmo. Ela usava uma camiseta branca de algodão tão fina que os mamilos escuros se marcavam como moedas sob o tecido, duros, pontudos. A calça de pijama cinza era leve; ao caminhar, dava para adivinhar a ausência total de roupa íntima, o contorno dos lábios maiores se insinuando contra o tecido a cada passo. Os olhos dela brilhavam, vidrados, as pupilas dilatadas.
Sebastião engoliu em seco, o gosto amargo da culpa na língua.
— Vou sair com os amigos — disse, a voz rouca.
— Tá bom… — respondeu ela, e o jeito que pronunciou essas duas palavras soou como uma carícia.
Os dias seguintes foram pura tortura. Cada vez que passava perto, ele percebia o calor que emanava do corpo dela, o toque acidental do quadril dela contra o dele ao se cruzarem no corredor, o aroma almiscarado que ela deixava no banheiro depois do banho. À noite, quando o zumbido vinha do quarto ao lado — agora mais claro, acompanhado de gemidos abafados, de molas da cama rangendo —, Sebastião se masturbava no escuro, a mão escorregadia de pré-gozo, o cheiro da própria excitação enchendo o quarto, mas ele sempre parava antes do clímax, o remorso queimando seu peito.
Até aquela noite.
Ele se despiu completamente. A O lençol cheirava ao seu suor acumulado de dias. Ele se deitou de costas, o pau já grosso e pingando, a cabeça brilhando sob a luz fraca do abajur. Começou a se masturbar devagar no início, a pele quente e macia deslizando sobre as veias inchadas, o som úmido e rítmico preenchendo o silêncio. Acelerou, imaginando a buceta da Carlita: rosada, inchada, brilhando de melado, apertando ele enquanto ela gemía o nome dele. O orgasmo chegou brutal: o primeiro jato saiu com força, quente e grosso, respingando no abdômen, no peito, um fio grosso aterrissando no queixo dele. Ele gritou, um rugido rouco que reverberou nas paredes.
Dez segundos depois, a porta se abriu sem bater.
Carlita apareceu no batente, iluminada pela luz do corredor. Só vestia uma camisetinha de cetim rosa claro, tão curta que mal cobria a bunda. Os mamilos duros empurravam o tecido fino, escuros e salientes. Entre as coxas dela brilhava um rastro úmido; o cheiro intenso de sexo era forte: de buceta molhada, de lubrificante de silicone, do próprio orgasmo recente dela. O cabelo despenteado, os óculos tortos, os lábios inchados de tanto morder.
Ela ficou paralisada ao vê-lo: o pau ainda duro, pulsando, porra escorrendo pelos dedos e pelo tronco.
—Pai… você está…?Sebastián tentou se cobrir com o lençol, mas o movimento só fez com que mais sêmen escorresse pela sua barriga.
—Filha… sinto muito… —ele ofegou—. Eu te imagino o tempo todo… em vez daquele vibrador… quero ser eu… quero enfiar em você… quero te foder até você gritar.
Carlita respirou fundo, o peito subindo e descendo rápido. Deu um passo à frente. Sua voz saiu trêmula, mas carregada:
—E eu… sempre gozo pensando no seu pau, pai… imaginando que é você quem abre minha bucetinha… que me enche com seu leite quente…
Não houve mais palavras.
Eles se lançaram. Ele a levantou pelas nádegas, as mãos afundando na carne macia e quente. A estampou contra a parede; a camisetinha rasgou ao ser puxada para cima. Os seios ficaram livres: pequenos, firmes, os mamilos duros como pedrinhas escuras. Ele os chupou com fome, a língua circulando-os, saboreando o sal de sua pele, o leve sabor de sabão e excitação. Ela gemeu, arranhou suas costas, as unhas deixando sulcos vermelhos.
Ele baixou a mão, agarrou o pau ainda úmido de sêmen e saliva. Apertou, masturbou com força, o polegar esfregando a cabeça sensível.
—Me fode… por favor… enfia logo…
Sebastián a carregou até a cama, a jogou de costas. Abriu suas pernas de uma vez. A buceta estava inchada, os lábios vermelhos e brilhantes, o clitóris aparecendo como um botão inflamado, os fluidos escorrendo em direção ao ânus. Cheirava intensamente: doce, salgado, animal. Apoiou a ponta grossa na entrada estreita, sentiu o calor abrasador, e empurrou de uma vez. Ela gritou, as paredes vaginais apertando-o como um punho quente e molhado.
—Assim… pai… toda… me arrebenta…
Ele começou a bombear com força, o som úmido e obsceno de carne contra carne, as bolas batendo contra suas nádegas. O cheiro de sexo enchia o quarto: suor, sêmen, buceta encharcada. Carlita gemía sem controle, os óculos caíram, ela os jogou no chão. Cravou as unhas em seus ombros.
—Mais forte… enfia até o fundo… quero te sentir na minha matriz…
Ele a virou de quatro. As nádegas redondas tremiam a cada investida. Deu-lhe uma palmada forte; a pele avermelhou instantaneamente, o som seco ecoando. Ela empurrou para trás, engolindo-o por completo.
—Vou te encher… vou te deixar pingando meu porra…
—Goza dentro… me enche… quero sentir você pulsando…
Ele acelerou, os testículos batendo no clitóris inchado. Carlita começou a tremer, o orgasmo a atravessou: sua buceta se contraiu violentamente, ordenhando-o, jatos quentes salpicando suas coxas. Isso o desencadeou. Ele afundou até o fundo, grunhiu e ejaculou com força: jatos grossos e quentes inundando-a, escorrendo para fora quando já não cabia mais.
Ficaram grudados, ofegantes, suados. Ele ainda dentro, pulsando fracamente. O sêmen escorria lento pelas coxas dela, misturado com seus fluidos. Carlita virou a cabeça, os olhos vidrados, as bochechas ardentes.
—Isso não pode ser a última vez… né, papi?
Sebastián acariciou suas costas úmidas, enterrou os dedos em seus cabelos, cheirou sua nuca: suor, baunilha, sexo.
—Não, minha menina… isso só está começando. E da próxima vez… vou fazer você gozar tantas vezes que não vai conseguir andar.
Sebastián ainda a tinha dentro, seu pau semiduro pulsando na buceta encharcada de Carlita, o sêmen quente se misturando com os fluidos dela e escorrendo lento pelas coxas trêmulas. O ar do quarto estava pesado: cheiro de suor salgado, de sexo cru, de baunilha do perfume dela que se misturara com o almíscar de sua excitação. Os dois respiravam agitados, o peito de Carlita subindo e descendo contra o dele.
Ela virou a cabeça, os lábios inchados roçando a barba incipiente dele, e sussurrou com voz rouca, ainda entrecortada pelos suspiros:
—Sabe quantas vezes eu gozei pensando em você, papi?… —Passou a língua em seu lóbulo da orelha, lenta, úmida—. Enfiava o vibrador até o fundo e fechava os olhos imaginando que Era você… que seu pau grosso me abria assim… que me enchia com sua porra quente até escorrer pelas minhas pernas…
Sebastián gemeu baixinho, sentindo seu pau endurecer de novo dentro dela só com essas palavras. Agarrou seus quadris com mais força, movendo-se apenas, um vai e vem lento que fazia o sêmen se mexer dentro.
—Porra, Carlita… —murmurou contra seu pescoço, sentindo o cheiro do suor doce ali—. Você não tem ideia do que me fazia passar. Toda vez que ouvia você gemer do outro lado da parede… aquele zumbidinho… seus gemidos abafados… eu batia uma punheta louco imaginando que era eu que te fazia gritar assim. Queria entrar, arrancar aquele brinquedo de merda e te foder até você não conseguir nem andar.
Ela soltou uma risadinha entrecortada, travessa, e apertou a buceta em volta dele, um espasmo deliberado que o fez suspirar.
—Ficava duro só de me ouvir, papi? —perguntou, virando-se um pouco mais para olhá-lo nos olhos, as pupilas dilatadas, brilhantes—. Gozava pensando na minha bucetinha apertada? Me conta… me conta o que você fazia…
Sebastián mordeu seu ombro com suavidade, deixando uma marca vermelha.
—Batendo uma punheta forte… imaginando seus peitinhos balançando enquanto eu te metia… imaginando como você gemeria meu nome… “papi, mais forte, me arrebenta”… —Deslizou uma mão entre suas pernas por trás, roçou o clitóris inchado com os dedos encharcados dos próprios fluidos dela—. E agora você tá aqui… aberta pra mim… escorrendo meu sêmen…
Carlita gemeu baixinho, empurrando os quadris para trás para que ele a penetrasse mais fundo.
—Continua falando… eu adoro quando você me diz coisas safadas… —sussurrou, a voz trêmula de desejo—. Me conta o que você quer fazer comigo… quero ouvir tudo…
Ele a virou com cuidado mas firme, colocou-a de costas de novo. Inclinou-se sobre ela, o pau escorregadio roçando a parte interna de suas coxas. Beijou seu pescoço, desceu até um mamilo e o chupou com força antes de falar:
—Quero chupar sua buceta até você me implorar pra parar… quero que você molhe minha cara inteira… —Ele separou os lábios maiores com os dedos, observou como a porra ainda escorria devagar—. Depois vou te foder de novo… bem devagarinho no começo… pra você sentir cada centímetro entrando… e depois com força, até você gritar meu nome e gozar toda trêmula…
Carlita arqueou as costas, os mamilos duros roçando o peito dele.
—Faz… me come… —suplicou, abrindo mais as pernas—. Quero sua língua no meu clitóris… quero que você me chupe enquanto ainda tá com sua porra dentro… que me faça gozar na sua boca…
Sebastião desceu sem hesitar. O cheiro era intoxicante: porra, melado, pele quente. Apoiou a língua plana contra o clitóris e lambeu devagar, saboreando a mistura salgada-doce. Carlita soltou um gemido longo, agarrou o cabelo dele com as duas mãos.
—Assim… papi… bem aí… não para… —ofegou—. Adoro sentir sua barba raspando em mim… me deixa tão cachorra… chupa mais forte… enfia a língua dentro…
Ele obedeceu, enfiou a língua na entrada ainda dilatada, saboreou a própria porra misturada com ela. Carlita começou a mexer o quadril contra a boca dele, se esfregando.
—Vou gozar de novo… —avisou entre gemidos—. Quer que eu jorre na sua cara, papi? Quer engolir tudo que você fizer sair de mim?
Sebastião ergueu o olhar, os lábios brilhantes.
—Quero tudo… goza na minha boca, minha menina… me encharca…
Acelerou a língua, chupou o clitóris com força. Carlita se tensionou, as pernas tremendo, e gritou o nome dele enquanto o orgasmo a atravessava: um jato quente respingou no queixo, na boca, no rosto. Ele não recuou, lambeu cada gota, rosnando de prazer.
Quando ela parou de tremer, a colocou de novo por cima dele. Carlita sentou de cavalinho, o pau duro deslizando de novo na buceta escorregadia com um som molhado.
—Me olha… —sussurrou ela, começando a se mover devagar, pra cima e pra baixo—. Olha como eu engulo ele inteiro… como minha bocetinha se abre pra você… —Agarrou as mãos dele e colocou nos peitos—. Aperta eles… belisca meus mamilos… mamilos… quero te sentir em todo lugar…
Sebastião obedeceu, beliscou os mamilos duros enquanto ela acelerava o ritmo, as nádegas batendo contra suas coxas.
—Você é tão puta pra mim… —rosnou ele, a voz rouca—. Minha puta… minha garotinha safada… me diz que é minha…
Carlita se inclinou, os lábios roçando os dele.
—Sou sua, papai… toda sua… —sussurrou contra sua boca—. Me fode quando quiser… me enche quando quiser… quero acordar com seu pau dentro… quero dormir com sua porra escorrendo em mim…
Ele a abraçou forte, inverteu as posições de novo e começou a bombear com força, fundo.
—Vou te foder todo dia… —prometeu entre investidas—. Na cozinha… no chuveiro… na sua cama… até que você não consiga pensar em nada além do meu pau…
Carlita cravou as unhas nas costas dele, o segundo orgasmo se aproximando.
—Goza comigo… me enche de novo… quero sentir como você pulsa… como me deixa cheia…
Eles gozaram quase ao mesmo tempo: ele rosnando seu nome, ejaculando jatos quentes dentro dela; ela tremendo, a buceta se contraindo em volta, ordenhando até a última gota.
Ficaram abraçados, suados, respirando o mesmo ar carregado de sexo.
Carlita beijou seu pescoço, lenta, sensual.
—Nunca para de me dizer essas coisas… —murmurou—. Me faz gozar só de ouvir…
Sebastião sorriu contra seu cabelo, ainda enterrado nela.
—Não vou parar, minha garotinha… vou te dizer toda sacanagem que me vier à cabeça… até você gozar só com a minha voz.
E a beijou fundo, saboreando ainda o gosto dos dois em sua língua.
0 comentários - Sebastián e a filha