Confissões de uma rabuda... (El Nono Carlos).

As mulheres da minha família desenvolveram uma boa genética no quesito corpos volumosos. Tanto minha mãe quanto minhas irmãs: quem não tem peitão tem bumbum grande. Mas eu, particularmente, ganhei os dois, embora no meu corpo predomine mais a minha bunda. Sou a mais nova de três irmãs e posso dizer que fui a que se desenvolveu mais cedo. Lembro que não tinha parado de brincar com minhas bonecas por volta dos 12 ou 13 anos e, de repente, aos 14 e 15, me vi praticamente uma mulher feita, algo que se destacava entre minhas amigas ou coleguinhas da escola. Minhas irmãs sempre me lembravam disso também, e embora eu ainda fosse meio inocente, comecei a sentir uma atenção e olhar especial dos homens. E devo admitir que essa atenção em particular me agradava muito.

Por exemplo, minha família é numerosa e sempre era comum nos reunirmos com tios e primos, seja em nossa casa ou na deles. Meus tios sempre aproveitavam a ocasião, quando eu sentava no colo deles, para me apoiar disfarçadamente. Lembro de sentir o calor da virilha deles e esfregar nela, fazendo-me de desentendida, mas tudo ficava por ali mesmo. Era assim também com meus primos, alguns mais velhos, de 16 ou 17 anos, quando brincávamos de esconde-esconde ou de pega-pega na piscina. Eles aproveitavam para me apalpar descaradamente ou me mostrar seus paus duros, que eu admirava em silêncio, com medo de sermos descobertos. Essas brincadeiras nunca passaram disso, mas sempre ficaram na minha mente e foram alimentando um caldo de cultura que fazia minhas hormonas explodirem, quase involuntariamente. Comecei a esfregar-me nos meus travesseiros e bichos de pelúcia até descobrir meus primeiros orgasmos.

Bem, e como eu estava dizendo, por ser de uma família numerosa, meu avô paterno era do interior e costumava vir uma vez por ano, ficando uma semana em nossa casa. Eu tinha uma relação muito boa com ele, já que era a mais mimada por ser a caçula. mais nova e por uma questão de espaço, já que não havia camas disponíveis, sempre dormia comigo na minha cama, embora no mesmo quarto que minhas irmãs. Devo admitir que ele nunca tinha se passado nem nada do tipo, nunca, e olha que ele já era viúvo há alguns bons anos. Mas naquele ano, quando me viu depois de quase um ano, se deparou com uma mulherzinha em sua plenitude, e grande foi sua surpresa ao me ver, pois notei em seu olhar um brilho especial. "Nonitoooo..." – cumprimentei-o com um beijo na bochecha e um grande abraço, apertando meus peitinhos duros contra seu peito. "Oi, Chiquilla, como você cresceu, senti muita sua falta", ele respondeu. "Te trouxe uns presentinhos", ele disse, "mas acho que já não vão te servir." "Por que não, nono?" perguntei. "Porque te comprei roupas, mas me parece que já não vão caber em você", ele disse. E todos na minha família caíram na risada ao entender a referência. "Bom, não importa, eu te amo do mesmo jeito", respondi. Ele me deu os presentes e, de fato, eram roupas de menina que já não me serviam: camisetinhas, saiazinhas e um pijama de shortinho com camisinha cor-de-rosa. Aquele dia transcorreu normalmente e, ao chegar a noite, chegou a hora de ir para a cama e, como já era costume, me cabia dividir a cama com ele. Quis dar uma surpresa para mostrar minha gratidão e, embora com muito esforço, consegui vestir o pijaminha que ele me tinha dado – o shortinho entrava no meu bumbum já proeminente, e a camisetinha ficava tipo cropped, bem justa. "Olha, nonito", eu disse... "Oh, querida!" exclamou ele. "Viu se o seu presentinho serve em mim", disse, e fomos para a cama. Meu nono tinha naquela época uns 70 e poucos anos, mas se conservava muito bem – era um homem do campo, alto, moreno e grisalho, com mãos grandes e ásperas. Ele sempre deitava de pijama também, mas dessa vez foi só de short e regata. Ao deitarmos, eu fiquei encostada no peito dele e adormeci quase instantaneamente. Depois de um tempo, quando todos já dormiam, e entre sonhos, percebi que sem querer tinha levado minha mão... em direção à sua virilha e a deixei repousando sobre seu pacote, notei como ele tinha ficado duro e observei que ele dormia profundamente, então aproveitei para tocar ainda mais forte. Percebi que ele não usava cueca, porque rapidamente seu membro ereto sobressaiu por cima do elástico do short, deixando metade do pau para fora. Notei que, embora não fosse muito comprido, era bem grosso, com uma cabeça proeminente, e que saía um líquido dela. Esfreguei sua cabecinha e tirei uma gotinha daquele líquido com a ponta dos meus dedos, levando à boca para provar. Ainda não sei por que fiz isso, mas a verdade é que, longe de me dar nojo, acabei gostando do seu sabor, entre salgado e adocicado. Lembrei do pau dos meus primos e, sem poder observá-la, essa parecia maior. Continuei brincando com a ponta dos meus dedos e ainda saboreava o gosto dos seus líquidos. Não percebi que meu avô já tinha acordado e agarrou minha mão, com a qual eu estava brincando com seu pau. Ao virar para vê-lo, meio assustada por ter sido descoberta, ele me olhou e levou um dedo à boca, em sinal de silêncio. Em seguida, abaixou seu short e deixou seu pau à mostra, que estava duro como uma pedra, e com a outra mão começou a guiar a minha sobre seu pau, me ensinando a masturbá-lo suavemente. Eu, com a inexperiência da idade, apertava forte e arrancava uns suspiros intensos dele, mas aprendi que, quando apertava seu tronco, a cabeça se enchia de líquido, então meu avô com a outra mão o recolhia e levava à minha boca, que eu saboreava timidamente. Com a outra mão, ele levantou minha camisinha e deixou meus peitinhos à mostra, que beijou e chupou suavemente, fazendo meus biquinhos ficarem durinhos. E assim ficamos um bom tempo, até que ele começou a tocar minha buceta, totalmente molhada. Sentia sua respiração ofegante no meu ouvido, e eu soltava uns gemidos timidamente. Ao enfiar a mão na minha calcinha, pude sentir a aspereza dos seus dedos no meu clitóris. qual acaricio com movimentos circulares, o que provocou um orgasmo quase instantâneo, que ele abafou tapando minha boca com sua outra mão. Enchi sua mão com meus líquidos vaginais, que ele aproveitou para saborear completamente como se fosse maná vindo do céu. Continuou tocando minha buceta e explorando meu interior com seus dedos enquanto eu continuava me contorcendo de um prazer até então desconhecido, enquanto ele seguia abafando meus gemidos com a outra mão e beijando meus peitinhos duros. Perdi a conta de quantos orgasmos tive naquele momento. Depois, me colocou de conchinha e, abaixando minha calcinha, posicionou seu pau quente na minha virilha e começou a esfregá-lo na minha buceta toda molhada, simulando um movimento de vai e vem como se estivesse me comendo suavemente. Seu pau quente parecia ter inchado ainda mais, e a dureza dele na entrada da minha buceta fez com que fosse eu quem esfregasse contra ele, até que senti vovô apertar meus seios com força, provocando outro orgasmo ainda mais forte que os anteriores e fazendo com que ele também gozasse em grande quantidade sobre minha buceta ainda virgem. Acho que fizemos um pouco de barulho, porque uma das minhas irmãs acordou, e nós ficamos parados nessa posição até ela dormir de novo. Vovô pegou um lenço e limpou minha buceta, me vestiu de novo, me deu um beijinho e nós dormimos outra vez. Comentem para a parte 2.

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