Tinha 23 anos naquela época, e minha namorada uns 21. A gente morava num quarto alugado num bairro humilde, daqueles lugares onde o espaço era justo mas dava pro gasto: uma cama de casal encostada na parede, um guarda-roupa velho e uma janela que deixava a luz da rua passar como um véu indiscreto. A mãe da minha namorada, uns 45 anos, nos visitava de vez em quando quando vinha pra cidade a trabalho ou família. Era uma mulher madura, com um corpo que o tempo tinha moldado com elegância: não tinha quadril largo, mas os peitos eram bem formados e chamativos, pesados mas firmes, daqueles que marcavam até debaixo de qualquer blusa solta; a bunda não era exagerada, mas apetitosa, redonda e macia, com aquela curva sutil que dava vontade de olhar. Sempre chegava com um sorriso caloroso, trazendo comida caseira ou conselhos, e tudo parecia tranquilo, familiar.
Mas aquela noite foi uma dessas loucuras que só acontecem uma vez, quando as condições se alinham como um eclipse proibido. Não tínhamos sofá nem espaço extra, então se viesse visita, a gente encaixava uma cama fina do lado da principal, juntando bem pra não mexer e ficar "aconchegante". Era basicamente um colchão estreito, na mesma altura, que transformava tudo numa cama grande improvisada. Cheguei cansado do trabalho, lá pela meia-noite, sem saber que tinha visita. Me despi rápido, fiquei só de cueca, e me joguei do lado da minha namorada, notando uma silhueta no outro canto, colada na parede. Achei que era a prima ou alguém, mas não liguei; o cansaço me nublava.
Comecei a perturbar minha namorada, como sempre: carícias suaves no quadril, roçando a coxa dela debaixo do lençol, com vontade acumulada de semanas. Fazia um mês que a gente não transava; ela sempre "cansada", virando as costas como se meu desejo fosse um incômodo. Aquela noite não foi diferente: entre sonhos, murmurou baixinho "não enche, tem visita", e virou, me deixando frustrado e com tesão. "De novo não", pensei, a rejeição cravando. como um espinho no peito, essa mistura de raiva e solidão que faz você questionar tudo. Fiquei meio dormindo, a insônia picando igual mosquito, até sentir minha namorada levantar e ir pro banheiro. Quando voltou, me empurrou pro outro lado, me deixando perto da visita. Estranhei, me virei como pude na escuridão total — a luz apagada não deixava ver nada —, encostando sem querer na silhueta. Senti um cheiro de álcool, forte e adocicado, tipo rum barato. No começo me deu nojo; não sou de beber, e a ideia de algo rolar por causa da bebida revirou meu estômago. "Que merda", pensei, tentando me afastar, mas o espaço era mínimo.
Parei de pensar nisso e tentei dormir, mas a cama fina forçava a proximidade. Imagino que ela, pra ficar confortável, se aproximou mais, achando talvez que era minha namorada ou só por instinto. O cheiro de álcool aumentou, mas ela tava dormindo, respiração funda e constante. Na altura do meu cotovelo, senti algo macio, tipo uma esponja quente: era um peito, pressionado contra mim por acidente. Porra, a náusea sumiu num segundo. Meu coração disparou, uma onda de tesão subindo pela espinha igual eletricidade proibida. "E se ela chegar mais perto", pensei, a excitação acumulada de um mês sem sexo nublando meu juízo. Meu pau começou a endurecer só com a ideia, pulsando contra a cueca. Usei minha mão livre pra tocar: macio ao toque, pele quente e elástica, o mamilo duro como se ela tivesse excitada nos sonhos. Não quis ir além no começo, mas a vontade queimava; era tipo um fogo reprimido que minha namorada avivava com a indiferença dela.
Me virei na cama, dando as costas pra minha namorada — como ela sempre fazia comigo, um gesto irônico que doeu e excitou ao mesmo tempo —, liberando minhas mãos e peito pra acariciar esses peitos. Sempre com cuidado extremo pra não acordar ela, dedos traçando curvas, amassando devagar, beliscando mamilos que endureciam mais sob meu toque. Era um gozo total: a maciez contra minhas palmas, o calor irradiando, minha mente gritando de prazer e culpa. "Isso é loucura", pensava, mas o tesão me dominava, aquela voz interna sussurrando "só mais um pouco, ninguém vai saber". Minha pica estava dura pra caralho, doendo, pressionando contra o tecido. Na minha cabeça fervilhavam opções: virar pra minha mina e arriscar outra rejeição? Ou continuar explorando essa silhueta anônima que o destino tinha me dado? Fui na aposta; continuei com a visitante, o risco alimentando o desejo como gasolina.
Primeiro tentei virá-la: coloquei meus joelhos debaixo das pernas dela devagar, empurrando sutil pra ela virar e me dar as costas. Era difícil, um equilíbrio precário entre movimento e silêncio, o medo de ela abrir os olhos batendo na minha garganta. Mas foi estranho: quando me acomodei, ela sentiu minha presença e virou voluntariamente — ou instintivamente —, me dando as costas. Minhas mãos já não alcançavam os peitos dela, mas agora eu tinha a bunda macia dela na minha frente, pressionada contra minha virilha. Não dava pra ver quem era no escuro, então peguei o celular sorrateiro, acendendo a tela com um brilho mínimo. Vi uma costa não muito branca, com marcas do tempo, e o começo daquela bunda quase perfeita: não tão redonda, mas bem cuidada, macia e apetitosa. Esperei minutos eternos pro sono ficar pesado — a cachaça ajudando, supus — e fui em frente: apalpei devagar, dedos percorrendo as curvas, amassando nádegas mornas e firmes. Fiquei excitado pra caralho: a textura sedosa, o calor contra minhas palmas, minha mente fantasiando com o proibido, o pulso acelerado pelo segredo.
Mas não bastava; o desejo era um monstro que crescia. Agora eu queria mais: colocá-la de lado pra meter nela. Era uma loucura absoluta, um pensamento que me aterrorizava e me acendia. Recuei uns centímetros, empurrando minha mina pra ganhar espaço — ela murmurou mas não acordou. Peguei as pernas dela e dobrei devagar, até os pés ficarem na altura altura dos quadris dela, uma posição fetal quase perfeita. Afastei os pés dela um pouco até bater na parede; ela não se mexia, o álcool mantendo ela num sono profundo. Não podia acreditar: tinha acesso total. A dificuldade agora era achar a buceta dela sem errar, senão ela acordava. Pensei rápido: usei a câmera do celular pra dar uma olhada rápida, marcando o caminho entre as nádegas dela com saliva, um rastro molhado que guiasse meu pau. Funcionou: vi a buceta dela com os lábios de fora, pentelho abundante mas convidativo.
Sem pensar mais, abaixei minha cueca só o suficiente, respirei fundo — o coração batendo forte, a culpa me mordendo mas o desejo abafando ela —. Guiei meu pau com a mão, achando o caminho salivado. Demorei um pouco, a cabeça roçando pele quente, até sentir a entrada: seca no começo, então lubrifiquei com meu líquido pré-gozo. Empurrei devagar, a cabeça afundando centímetro por centímetro. Senti como ela se abria pra mim, paredes espaçosas mas suculentas, me envolvendo num calor viscoso que me fez gemer em silêncio. Era uma sensação gostosa avassaladora depois de um mês de seca: cada movimento lento, metendo e tirando, mandava ondas de êxtase pelo meu corpo, minha mente gritando "isso é real, proibido, seu". Psicologicamente me destruía e reconstruía: o tesão do desconhecido, o risco de um gemido que acordasse ela, a culpa por trair minha mina dormindo do lado, mas o prazer primitivo dominando tudo. Bombeava devagar, fundo, sentindo como a buceta dela se adaptava, se contraindo involuntariamente nos sonhos, me massageando como uma luva quente. O cheiro de álcool misturado com suor feminino, o som sutil de pele molhada, tudo amplificava o transe: "Sou um animal, mas isso me faz sentir vivo", pensava, o desejo reprimido explodindo em cada estocada controlada.
Fiquei assim um tempo, prolongando pra não gozar, mas tinha outro sonho: sexo anal. Nunca com minha mina — "dói, é nojento", ela dizia —. "Essa é a hora", pensei, o tesão me golpeando como um raio. Procurei a entrada da bunda gostosa dela, difícil no escuro, mas encontrei o anel apertado, fechado como se protegesse. Isso me excitou mais: a resistência inicial, símbolo do virgem ou proibido. Coloquei mais saliva, usei os dedos pra dilatar: o indicador entrou devagar, uma sensação estranha — calor apertado, diferente do vaginal, como um vício que espremia —. Mexi devagar, sentindo como se abria, testando depois com o polegar. Minha surpresa: ela recebia, relaxando. "Chegou a hora", pensei, apontando meu pau pra entrada.
Empurrei devagar, a cabeça lutando contra o esfíncter, até que cedeu: entrou com um esticamento sutil, um "pop" interno que senti na alma. Algo se abriu pra me receber, ar escapando suave como um suspiro. Nada mais importava: continuei entrando, tirando pra lubrificar com saliva pra caralho — na bunda dela e no meu pau —, voltando a penetrar. Bombava devagar, sem tocar a pele dela pra não acordá-la, estocadas profundas mas controladas. Psicologicamente era um turbilhão: o aperto brutal em volta da minha grossura, espremendo cada veia, um prazer intenso e primitivo que me fazia questionar meus limites. "Isso é o que sempre quis, o sujo, o proibido", pensava, a culpa se misturando com euforia, o risco dela se mexer e tudo explodir amplificando cada pulsação. Agüentei assim um tempo eterno, o calor sufocante, as contrações involuntárias me massageando, até que não agüentei: gozei dentro, jorros quentes e grossos enchendo a bunda dela, um êxtase que me deixou tremendo, a mente em branco exceto pela onda do que conquistei.
Apaguei as evidências: arrumei a calcinha dela, saí pro banheiro por cima da minha namorada — ela nem se mexeu —, e ao voltar movi ela pra perto da visitante. Dormi tranqüilo, até o dia seguinte. Ouvi vozes no café da manhã: "Algo me fez mal ontem, porque no banho vi tipo líquido branco ou catarro". Me fiz de dormido, querendo rir mas aterrorizado. Levantei devagar, e grande foi minha surpresa: era a mãe da minha namorada. Anos depois, o sexo vira rotina ou ausência. Sinto falta daquele tesão: o risco, a escuridão, o proibido que te faz sentir invencível e culpado. Aquela noite me marcou, um segredo que revivo com culpa e desejo. E uma parte de mim ainda fantasia com o que teria acontecido se eu tivesse acordado, se a gente tivesse prolongado. Se você é mulher e já sentiu esse vazio no relacionamento, esse desejo que explode no inesperado, me escreve. Preciso desabafar com alguém que entenda esse fogo escondido. Saudações pra quem ainda vive isso.
Mas aquela noite foi uma dessas loucuras que só acontecem uma vez, quando as condições se alinham como um eclipse proibido. Não tínhamos sofá nem espaço extra, então se viesse visita, a gente encaixava uma cama fina do lado da principal, juntando bem pra não mexer e ficar "aconchegante". Era basicamente um colchão estreito, na mesma altura, que transformava tudo numa cama grande improvisada. Cheguei cansado do trabalho, lá pela meia-noite, sem saber que tinha visita. Me despi rápido, fiquei só de cueca, e me joguei do lado da minha namorada, notando uma silhueta no outro canto, colada na parede. Achei que era a prima ou alguém, mas não liguei; o cansaço me nublava.
Comecei a perturbar minha namorada, como sempre: carícias suaves no quadril, roçando a coxa dela debaixo do lençol, com vontade acumulada de semanas. Fazia um mês que a gente não transava; ela sempre "cansada", virando as costas como se meu desejo fosse um incômodo. Aquela noite não foi diferente: entre sonhos, murmurou baixinho "não enche, tem visita", e virou, me deixando frustrado e com tesão. "De novo não", pensei, a rejeição cravando. como um espinho no peito, essa mistura de raiva e solidão que faz você questionar tudo. Fiquei meio dormindo, a insônia picando igual mosquito, até sentir minha namorada levantar e ir pro banheiro. Quando voltou, me empurrou pro outro lado, me deixando perto da visita. Estranhei, me virei como pude na escuridão total — a luz apagada não deixava ver nada —, encostando sem querer na silhueta. Senti um cheiro de álcool, forte e adocicado, tipo rum barato. No começo me deu nojo; não sou de beber, e a ideia de algo rolar por causa da bebida revirou meu estômago. "Que merda", pensei, tentando me afastar, mas o espaço era mínimo.
Parei de pensar nisso e tentei dormir, mas a cama fina forçava a proximidade. Imagino que ela, pra ficar confortável, se aproximou mais, achando talvez que era minha namorada ou só por instinto. O cheiro de álcool aumentou, mas ela tava dormindo, respiração funda e constante. Na altura do meu cotovelo, senti algo macio, tipo uma esponja quente: era um peito, pressionado contra mim por acidente. Porra, a náusea sumiu num segundo. Meu coração disparou, uma onda de tesão subindo pela espinha igual eletricidade proibida. "E se ela chegar mais perto", pensei, a excitação acumulada de um mês sem sexo nublando meu juízo. Meu pau começou a endurecer só com a ideia, pulsando contra a cueca. Usei minha mão livre pra tocar: macio ao toque, pele quente e elástica, o mamilo duro como se ela tivesse excitada nos sonhos. Não quis ir além no começo, mas a vontade queimava; era tipo um fogo reprimido que minha namorada avivava com a indiferença dela.
Me virei na cama, dando as costas pra minha namorada — como ela sempre fazia comigo, um gesto irônico que doeu e excitou ao mesmo tempo —, liberando minhas mãos e peito pra acariciar esses peitos. Sempre com cuidado extremo pra não acordar ela, dedos traçando curvas, amassando devagar, beliscando mamilos que endureciam mais sob meu toque. Era um gozo total: a maciez contra minhas palmas, o calor irradiando, minha mente gritando de prazer e culpa. "Isso é loucura", pensava, mas o tesão me dominava, aquela voz interna sussurrando "só mais um pouco, ninguém vai saber". Minha pica estava dura pra caralho, doendo, pressionando contra o tecido. Na minha cabeça fervilhavam opções: virar pra minha mina e arriscar outra rejeição? Ou continuar explorando essa silhueta anônima que o destino tinha me dado? Fui na aposta; continuei com a visitante, o risco alimentando o desejo como gasolina.
Primeiro tentei virá-la: coloquei meus joelhos debaixo das pernas dela devagar, empurrando sutil pra ela virar e me dar as costas. Era difícil, um equilíbrio precário entre movimento e silêncio, o medo de ela abrir os olhos batendo na minha garganta. Mas foi estranho: quando me acomodei, ela sentiu minha presença e virou voluntariamente — ou instintivamente —, me dando as costas. Minhas mãos já não alcançavam os peitos dela, mas agora eu tinha a bunda macia dela na minha frente, pressionada contra minha virilha. Não dava pra ver quem era no escuro, então peguei o celular sorrateiro, acendendo a tela com um brilho mínimo. Vi uma costa não muito branca, com marcas do tempo, e o começo daquela bunda quase perfeita: não tão redonda, mas bem cuidada, macia e apetitosa. Esperei minutos eternos pro sono ficar pesado — a cachaça ajudando, supus — e fui em frente: apalpei devagar, dedos percorrendo as curvas, amassando nádegas mornas e firmes. Fiquei excitado pra caralho: a textura sedosa, o calor contra minhas palmas, minha mente fantasiando com o proibido, o pulso acelerado pelo segredo.
Mas não bastava; o desejo era um monstro que crescia. Agora eu queria mais: colocá-la de lado pra meter nela. Era uma loucura absoluta, um pensamento que me aterrorizava e me acendia. Recuei uns centímetros, empurrando minha mina pra ganhar espaço — ela murmurou mas não acordou. Peguei as pernas dela e dobrei devagar, até os pés ficarem na altura altura dos quadris dela, uma posição fetal quase perfeita. Afastei os pés dela um pouco até bater na parede; ela não se mexia, o álcool mantendo ela num sono profundo. Não podia acreditar: tinha acesso total. A dificuldade agora era achar a buceta dela sem errar, senão ela acordava. Pensei rápido: usei a câmera do celular pra dar uma olhada rápida, marcando o caminho entre as nádegas dela com saliva, um rastro molhado que guiasse meu pau. Funcionou: vi a buceta dela com os lábios de fora, pentelho abundante mas convidativo.
Sem pensar mais, abaixei minha cueca só o suficiente, respirei fundo — o coração batendo forte, a culpa me mordendo mas o desejo abafando ela —. Guiei meu pau com a mão, achando o caminho salivado. Demorei um pouco, a cabeça roçando pele quente, até sentir a entrada: seca no começo, então lubrifiquei com meu líquido pré-gozo. Empurrei devagar, a cabeça afundando centímetro por centímetro. Senti como ela se abria pra mim, paredes espaçosas mas suculentas, me envolvendo num calor viscoso que me fez gemer em silêncio. Era uma sensação gostosa avassaladora depois de um mês de seca: cada movimento lento, metendo e tirando, mandava ondas de êxtase pelo meu corpo, minha mente gritando "isso é real, proibido, seu". Psicologicamente me destruía e reconstruía: o tesão do desconhecido, o risco de um gemido que acordasse ela, a culpa por trair minha mina dormindo do lado, mas o prazer primitivo dominando tudo. Bombeava devagar, fundo, sentindo como a buceta dela se adaptava, se contraindo involuntariamente nos sonhos, me massageando como uma luva quente. O cheiro de álcool misturado com suor feminino, o som sutil de pele molhada, tudo amplificava o transe: "Sou um animal, mas isso me faz sentir vivo", pensava, o desejo reprimido explodindo em cada estocada controlada.
Fiquei assim um tempo, prolongando pra não gozar, mas tinha outro sonho: sexo anal. Nunca com minha mina — "dói, é nojento", ela dizia —. "Essa é a hora", pensei, o tesão me golpeando como um raio. Procurei a entrada da bunda gostosa dela, difícil no escuro, mas encontrei o anel apertado, fechado como se protegesse. Isso me excitou mais: a resistência inicial, símbolo do virgem ou proibido. Coloquei mais saliva, usei os dedos pra dilatar: o indicador entrou devagar, uma sensação estranha — calor apertado, diferente do vaginal, como um vício que espremia —. Mexi devagar, sentindo como se abria, testando depois com o polegar. Minha surpresa: ela recebia, relaxando. "Chegou a hora", pensei, apontando meu pau pra entrada.
Empurrei devagar, a cabeça lutando contra o esfíncter, até que cedeu: entrou com um esticamento sutil, um "pop" interno que senti na alma. Algo se abriu pra me receber, ar escapando suave como um suspiro. Nada mais importava: continuei entrando, tirando pra lubrificar com saliva pra caralho — na bunda dela e no meu pau —, voltando a penetrar. Bombava devagar, sem tocar a pele dela pra não acordá-la, estocadas profundas mas controladas. Psicologicamente era um turbilhão: o aperto brutal em volta da minha grossura, espremendo cada veia, um prazer intenso e primitivo que me fazia questionar meus limites. "Isso é o que sempre quis, o sujo, o proibido", pensava, a culpa se misturando com euforia, o risco dela se mexer e tudo explodir amplificando cada pulsação. Agüentei assim um tempo eterno, o calor sufocante, as contrações involuntárias me massageando, até que não agüentei: gozei dentro, jorros quentes e grossos enchendo a bunda dela, um êxtase que me deixou tremendo, a mente em branco exceto pela onda do que conquistei.
Apaguei as evidências: arrumei a calcinha dela, saí pro banheiro por cima da minha namorada — ela nem se mexeu —, e ao voltar movi ela pra perto da visitante. Dormi tranqüilo, até o dia seguinte. Ouvi vozes no café da manhã: "Algo me fez mal ontem, porque no banho vi tipo líquido branco ou catarro". Me fiz de dormido, querendo rir mas aterrorizado. Levantei devagar, e grande foi minha surpresa: era a mãe da minha namorada. Anos depois, o sexo vira rotina ou ausência. Sinto falta daquele tesão: o risco, a escuridão, o proibido que te faz sentir invencível e culpado. Aquela noite me marcou, um segredo que revivo com culpa e desejo. E uma parte de mim ainda fantasia com o que teria acontecido se eu tivesse acordado, se a gente tivesse prolongado. Se você é mulher e já sentiu esse vazio no relacionamento, esse desejo que explode no inesperado, me escreve. Preciso desabafar com alguém que entenda esse fogo escondido. Saudações pra quem ainda vive isso.
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