Sempre quis comer minha mãe, desde que era adolescente. Mas tava tão obcecado que fui num xamã que me recomendaram. No começo, não acreditei. Ele me prometeu que eu poderia ter quem eu quisesse, só precisava pagar uma grana considerável. Eu não acreditei nele, então ele me deu uma amostra: um pózinho que eu devia usar com o nome da mulher que eu quisesse, colocar num papel e queimar. Levei pro trabalho, coloquei o nome de uma secretária e queimei. De repente, ela começou a se tocar na minha frente, mas só por um tempo. Óbvio, voltei pra comprar mais, mas dessa vez ele pediu mais dinheiro. Óbvio, dei tudo. Ele disse que quantidades maiores deixariam elas mais loucas.
Minha mãe na rua começou a correr, na rua igual uma doida, nos arredores de casa quando me viu se jogou em cima de mim abrindo a camisa dela, queria que eu comesse ela na rua, mas eu tive que levar rápido pra nossa casa, passei da mão com os pózinhos kkkkkk

Mãe chegou como uma louca, me despi na maior rapidez, mas com um tesão, descontrolada, era uma doente sexual, parecia uma puta no cio que só queria ser comida, eu tava feliz, meu sonho se realizando, mas de um jeito que nunca imaginei. Ver como ela chupava meu pau com a língua, como ela se movia devorando meu pau molhado, enfiei até o fundo, até as bolas, e com a língua dela fazia uma punheta em mim, ufffffffff, que genial.
Quando aquela buceta chegou na minha boca, eu fiquei extasiado, mas ela tava muito acelerada, queria tudo e rápido. Ela praticamente empurrava a buceta na minha cara, queria que eu comesse ela com a boca. Eu fazia tudo que podia, mas era difícil; ela esfregava a buceta na minha própria cara. Mas no fim consegui controlar ela, e com calma mover minha língua por aquela delícia, abrir seus lábios, chegar no clitóris dela, massagear ele com minha língua pra levar ela ao máximo de excitação. Depois daquela chupada que ela me deu, eu tinha que estar à altura.
Com aquele frenesi, eu meti de quatro nela e ela gemia como uma louca enquanto eu a empurrava, mas ela, com seus movimentos de quadril, de repente acabou montando em mim. E com aquele rebolado, ela me deixava louco, me fazia vibrar. E ela continuava comigo, queria me acabar, não tinha misericórdia de mim com seus movimentos agressivos, não parava. Eu dava o que ela pedia, mas não sabia que minha mãe era tão insaciável assim.

Como um cachorrinho, foi uma das melhores jogadas que eu fiz. Minha mãe tava me dando a foda da minha vida, abrindo as pernas como uma profissional. O olhar dela, a atitude, mudava completamente — era agressiva, insaciável. Ela mordia os lábios, me olhava como se estivesse no cio, numa excitação que eu nunca tinha visto. Mas eu continuei metendo nela com loucura, fazendo ela tremer. Eu também não conseguia parar, já tava quente e pronto pra meter com tudo. Agora era minha vez de tirar tudo que eu tinha e dar pra ela, exatamente como ela pediu.

Cavalgando no meu estilo, de quatro, as posições que eu nunca tinha imaginado eu tava fazendo com a minha mãe, tinha que fazer, meter com tudo, deixar ela minha, encher ela até o talo, fazer ela provar minha pica, a pica do filhinho dela, da criação dela.

Essa mulher tinha que ser saciada, ter ela só pra mim, só pra mim. E com tanta vontade e tesão, ela não dizia nada, só gemia e gemia, e me olhava com uma cara que sempre pedia mais e mais.


Empurrar até o fundo, pra ela me dar aquele gemido gostoso, prova do nosso encontro, e aquela cara que nunca vou esquecer, não de ser minha mãe, mas de uma mulher satisfeita.

Acabar logo com meu gozo na carinha dela, que a partir de hoje não era mais minha mãe, mas sim minha mulher a dona do meu pau, e eu ainda tinha muito mais do que o xamã me deu.

Minha mãe na rua começou a correr, na rua igual uma doida, nos arredores de casa quando me viu se jogou em cima de mim abrindo a camisa dela, queria que eu comesse ela na rua, mas eu tive que levar rápido pra nossa casa, passei da mão com os pózinhos kkkkkk

Mãe chegou como uma louca, me despi na maior rapidez, mas com um tesão, descontrolada, era uma doente sexual, parecia uma puta no cio que só queria ser comida, eu tava feliz, meu sonho se realizando, mas de um jeito que nunca imaginei. Ver como ela chupava meu pau com a língua, como ela se movia devorando meu pau molhado, enfiei até o fundo, até as bolas, e com a língua dela fazia uma punheta em mim, ufffffffff, que genial.
Quando aquela buceta chegou na minha boca, eu fiquei extasiado, mas ela tava muito acelerada, queria tudo e rápido. Ela praticamente empurrava a buceta na minha cara, queria que eu comesse ela com a boca. Eu fazia tudo que podia, mas era difícil; ela esfregava a buceta na minha própria cara. Mas no fim consegui controlar ela, e com calma mover minha língua por aquela delícia, abrir seus lábios, chegar no clitóris dela, massagear ele com minha língua pra levar ela ao máximo de excitação. Depois daquela chupada que ela me deu, eu tinha que estar à altura.
Com aquele frenesi, eu meti de quatro nela e ela gemia como uma louca enquanto eu a empurrava, mas ela, com seus movimentos de quadril, de repente acabou montando em mim. E com aquele rebolado, ela me deixava louco, me fazia vibrar. E ela continuava comigo, queria me acabar, não tinha misericórdia de mim com seus movimentos agressivos, não parava. Eu dava o que ela pedia, mas não sabia que minha mãe era tão insaciável assim.
Como um cachorrinho, foi uma das melhores jogadas que eu fiz. Minha mãe tava me dando a foda da minha vida, abrindo as pernas como uma profissional. O olhar dela, a atitude, mudava completamente — era agressiva, insaciável. Ela mordia os lábios, me olhava como se estivesse no cio, numa excitação que eu nunca tinha visto. Mas eu continuei metendo nela com loucura, fazendo ela tremer. Eu também não conseguia parar, já tava quente e pronto pra meter com tudo. Agora era minha vez de tirar tudo que eu tinha e dar pra ela, exatamente como ela pediu.

Cavalgando no meu estilo, de quatro, as posições que eu nunca tinha imaginado eu tava fazendo com a minha mãe, tinha que fazer, meter com tudo, deixar ela minha, encher ela até o talo, fazer ela provar minha pica, a pica do filhinho dela, da criação dela.

Essa mulher tinha que ser saciada, ter ela só pra mim, só pra mim. E com tanta vontade e tesão, ela não dizia nada, só gemia e gemia, e me olhava com uma cara que sempre pedia mais e mais.


Empurrar até o fundo, pra ela me dar aquele gemido gostoso, prova do nosso encontro, e aquela cara que nunca vou esquecer, não de ser minha mãe, mas de uma mulher satisfeita.

Acabar logo com meu gozo na carinha dela, que a partir de hoje não era mais minha mãe, mas sim minha mulher a dona do meu pau, e eu ainda tinha muito mais do que o xamã me deu.
2 comentários - O feitiço da buceta