Miranda, a esposa safada e seu corno beta

Chegou o domingo, aquele dia carregado de tesão e expectativa que eles tinham planejado com tanto detalhe sujo. Eduardo acordou cedo, antes do sol nascer completamente em Quilmes, já com o pau meio duro só de pensar no que estava por vir. Deu um beijo na testa da Miranda enquanto ela ainda se espreguiçava na cama, seus peitões aparecendo pelo decote da camisola, e sussurrou: "Hoje é o dia, amor... vou levar os meninos pros meus pais e volto pra te ajudar a se preparar pra ter essa buceta velha arrombada".
As crianças, inocentes e alheias a tudo, ficaram empolgadas com a ideia de passar a tarde com os avós. Eduardo as colocou no carro, dirigiu até a casa dos sogros com o coração batendo forte, já imaginando sua mulher aberta na cama do casal, gemendo enquanto quatro pedreiros feios e suados a enchiam de pau e porra grossa. Deixou as crianças com beijos e desculpas de "um tempinho de descanso para a mamãe e o papai", e voltou dirigindo rápido, sentindo um nó quente no estômago.
Ao entrar na casa, ele a encontrou no quarto: Miranda se arrumando na frente do espelho, ficando gostosa para seu gangbang como a vadia requintada que era. Ela tinha tomado banho com água quente, depilado a buceta até ficar macia e rosada, e agora estava colocando um conjunto de lingerie preta de renda: um sutiã que levantava seus peitos pesados quase a ponto de transbordar, com mamilos duros marcando como convites obscenos; um fio dental mínimo que se enfiava entre suas nádegas carnudas, deixando a bunda redonda e voluptuosa à mostra; meias de rede com ligas que apertavam suas coxas grossas. Ela penteava o cabelo ruivo em ondas selvagens, maquiava os lábios vermelhos para prometer boquetes profundos, e se perfumava com baunilha doce no pescoço, entre os seios e logo acima do clitóris, para contrastar com o cheiro rançoso que ela sabia que eles trariam.
Eduardo se aproximou por trás, abraçou-a contra sua barriga macia e enfiou as mãos por baixo do sutiã, apertando seus peitos com uma ternura desajeitada, mas cheia de tesão.
—Olha só como você fica gostosa pra eles, amor... peitos prontos pra serem mordidos, buceta depilada pra ser aberta sem piedade — ele murmurou com voz rouca, beijando seu pescoço—. Te amo tanto, Miranda... te amo por ser minha esposa perfeita, a mãe dos meus filhos, a que me dá carinho todos os dias... mas também por isso, por ser a hotwife que se entrega a caras sujos e mal-educados, que deixa que te encham de porra alheia na nossa cama. Você me faz o corno mais feliz, rainha... vou ficar no armário vendo como te arrebentam, me masturbando em silêncio enquanto você grita de prazer.
Miranda se virou, deu um beijo profundo na boca dele, enfiando a língua enquanto agarrava o pau mole dele e sentia ele endurecer.
—Eu também te amo, corno... obrigada por me convencer. Hoje vou ser a putinha do grupinho, vou gemer que nem uma louca enquanto revezam rolas grossas e sujas em mim... e saber que você está assistindo deixa minha buceta encharcada.
Eles continuaram assim por um tempo, ele ajudando-a a ajustar as ligas, a passar o perfume, a escolher uns saltos altos que fariam sua bunda monumental balançar ao caminhar. O tesão flutuava no ar, mas antes que pudessem ir mais longe, a campainha tocou: os pedreiros haviam chegado.
Eduardo ficou nervoso, deu um último beijo nos lábios dela e correu para o armário do quarto, entrando lá dentro com a porta entreaberta o suficiente para ver e ouvir tudo, sem ser notado. Ajeitou-se no escuro, com a mão já no pau, esperando pelo espetáculo safado.
Miranda respirou fundo, ajustou o sutiã mais uma vez, e caminhou até a porta com o coração batendo forte e a buceta pulsando de expectativa.




Miranda, a esposa safada e seu corno beta




Miranda respirou fundo uma última vez diante da porta, sentindo a buceta latejando forte sob o fio dental preto que se enfiava entre suas nádegas carnudas. O perfume doce de baunilha contrastava com a excitação úmida que já escorria por suas coxas grossas. Ela abriu a porta com aquele sorriso lindo e malicioso, e lá estavam eles: quatro pedreiros velhos e rústicos, todos acima dos 55, com corpos robustos e suados que cheiravam a trabalho pesado, cimento e dias sem banho. Raúl liderava o grupo, com seu macacão cinza sujo, barba branca desalinhada, pança de cerveja e mãos calejadas manchadas de tinta velha. Ao seu lado, um cara de uns 58, mais alto e magro mas com ombros largos, rosto enrugado com cicatrizes de sol, dentes amarelos e um cheiro forte de sovaco rançoso que se misturava com tabaco; ele se chamava Carlos, e seu pau já marcava nas calças gastas. Atrás, outro de 62, gordinho como Raúl mas com menos cabelo, quase totalmente careca, pele oleosa e suada, mãos enormes e sujas com unhas pretas de terra, cheirando a pés imundos e cerveja velha; o apelidavam de Tito. E o último, de 57, robusto e baixo, com bigode espesso e grisalho, nariz grande e vermelha de bebedor, corpo peludo que aparecia pela camisa aberta, suando profusamente com cheiro de pica sem lavar; era Jorge, com um sorriso torto que prometia grosserias.
—Entrem, machos... bem-vindos à minha casa — disse Miranda com voz rouca, rebolando os quadris ao dar um passo para trás, deixando que entrassem sentindo o cheiro do ambiente a testosterona rançosa e suor fresco do dia.
Os caras entraram sem delicadeza, deixando pegadas de botas sujas no chão do corredor, olhando ela de cima a baixo como lobos famintos. Raúl deu um tapinha leve na bunda dela ao passar, rosnando: "Que gostosa você está, ruivinha... com essa lingerie de puta já me deixou de pau duro".
Miranda os guiou até a sala principal, a ampla sala de estar com poltronas confortáveis e uma mesa baixa onde ela e Eduardo costumavam assistir TV com as crianças. "Sentem-se, vou trazer algo fresco para beber... cerveja ou água, o que preferirem", disse ela, inclinando-se um pouco para que seus peitos balançassem no sutiã preto, sentindo os olhares deles fixos em suas curvas voluptuosas.
Ela serviu cervejas geladas da geladeira, distribuindo latas com aquele sorriso lindo, e sentou no meio do sofá, cercada por eles. Raúl de um lado, Carlos do outro, Tito e Jorge nas poltronas de frente. Começaram a conversar casualmente, mas com um tom que já prometia putaria: "E seu corno onde anda, ruivinha? Trabalhando enquanto você nos espera com a buceta molhada?", perguntou Raúl com uma risada rouca, bebendo um gole longo.
Miranda deu uma risada rouca, cruzando as pernas para que as meias de rede ficassem esticadas em suas coxas grossas. "Tá trabalhando, sim...
Pouco a pouco, o tom subiu, as palavras ficaram mais grosseiras. Carlos, o alto e magro, olhou fixo para os peitos dela e disse: "Que melões você tem, puta... grandes e pesados, perfeitos para apertar até você gritar". Tito, o careca gordinho, soltou uma gargalhada e completou: "E essa bunda... redonda e carnuda, dá pra ver que tá pedindo uns tapas fortes e rola por trás. Você gosta que abram seu cu, ruivinha?". Jorge, o de bigode grosso, coçou a virilha sem vergonha e rosnou: "Eu vou encher sua boca primeiro, raposa... minha rola cheira a suor do dia, mas você vai chupar até engolir tudo".
Miranda sentia a buceta encharcada, o fio-dental colado nos lábios inchados, e respondia de forma provocante: "Eu adoro... venham preparados para me arrebentar de vez". O ar ficava carregado de testosterona, os cheiros suados deles envolvendo ela, até que Raúl, sem avisar, agarrou ela pela nuca com a mão calejada e suja, e plantou um beijo brutal, enfiando a língua grossa e áspera até a garganta dela, com gosto de cerveja e cigarro.
A partir daí, os outros se soltaram: Carlos enfiou a mão no sutiã dela, apertando um peito com força bruta, beliscando o mamilo duro; Tito se aproximou e passou a palma suada pela coxa grossa, subindo até roçar o fio dental encharcado; Jorge, rosnando obscenidades, abriu as pernas dela e enfiou um dedo calejado pela borda da renda, sentindo o quanto ela estava molhada.
Miranda gemeu na boca do Raúl, arqueando o corpo, pronta para o que estava por vir.


esposa


Miranda gemia abafada na boca de Raúl enquanto sua língua grossa e áspera enfiava fundo em sua garganta, com gosto de cerveja barata e cigarro rançoso, um hálito sujo que contrastava com o frescor mentolado de sua boca limpa e fresca. Ela se arqueava no sofá, sentindo como o beijo brutal a incendiava, a buceta pulsando forte sob o fio dental encharcado. Carlos, ao seu lado, arrancou o sutiã preto de uma vez, libertando seus peitos enormes e pesados que balançaram livres, mamilos rosados endurecidos como pedras. "Olha que peitos de puta, branquinhos e macios... vou apertá-los até você gritar, ruivinha de merda", rosnou ele, enfiando suas mãos calejadas e ásperas —manchadas de cimento e graxa— sobre a pele cremosa e sardenta dela, apertando com força bruta, deixando marcas vermelhas naquela carne branca e delicada que tremia sob o toque rude.
Tito, o careca gordão, se ajoelhou diante dela e abriu suas coxas grossas com um safanão, as palmas suadas e ásperas roçando a pele macia das coxas, subindo até enfiar os dedos na borda do fio dental. "Que buceta molhada você tem, gostosa casada... cheirando a baunilha doce enquanto a gente traz cheiro de suor e pica rançosa", disse com voz rouca, puxando a renda para rasgá-la e expor sua boceta depilada e rosada, enfiando um dedo calejado dentro sem delicadeza, bombando enquanto ela gemía. Jorge, o de bigode espesso, se juntou ao beijo, empurrando Raúl para enfiar sua própria língua suja —com hálito de álcool barato e cigarros velhos— na boca fresca de Miranda, obrigando-a a engolir aquela mistura nojenta e quente, mordendo seus lábios até inchar.
Os quatro a tocavam ao mesmo tempo, arrancando o que restava da lingerie com puxões brutais: mãos ásperas e calejadas percorrendo sua pele branca e macia como se fosse um troféu, agarrando a bunda carnuda com força animal, batendo nela para ouvir o som seco contra a carne cremosa; beliscando os mamilos duros enquanto sussurravam obscenidades no seu ouvido: "Você é uma puta peituda que finge ser uma mamãe direitinha, mas olha como você fica molhada quando é usada por velhos nojentos como a gente... vamos te encher de porra rançosa até você transbordar, ruivinha... seu corno gordo deve estar batendo uma pensando nisso". Miranda se contorcia de prazer, o contraste doentio a deixava louca: seu corpo voluptuoso e perfumado contra aqueles corpos suados e imundos, línguas ásperas invadindo sua boca limpa, mãos calejadas marcando sua pele macia com hematomas que Eduardo veria depois.
Finalmente, ofegante e com a buceta pingando pelos coxas, Miranda se levantou cambaleante, agarrando Raúl pelo macacão sujo. "Venham... vamos para o quarto de casal. Lá vocês me destroçam de verdade, malucos... me encham na cama onde durmo com meu marido".
Do armário do quarto, Eduardo escutava ansioso, com o pau pequeno duro e pingando no escuro, o coração batendo forte ao ouvir os passos pesados e as risadas grosseiras se aproximando pelo corredor, as vozes roucas dizendo "vamos arrebentar essa gostosa na própria cama"... sabendo que em segundos veria tudo, escondido como o corno perfeito.






Miranda abriu a porta do quarto principal com um empuxão suave, guiando os quatro pedreiros sujos pelo corredor com sua bunda redonda balançando nua, os peitões enormes pulando livres e as coxas grossas brilhando de melada. "É aqui, rapazes... na cama onde meu corno me abraça todas as noites. Me destrocem como a puta que eu sou", disse com voz rouca, jogando-se de costas sobre os lençóis brancos, abrindo as pernas para mostrar a buceta depilada e encharcada, o cuzinho rosa e apertado convidando.
Do armário, Eduardo via tudo pelo vão entreaberto, o pau pequeno duro como pedra na sua mão, batendo uma devagar e ansioso, ouvindo cada palavra obscena e cada gemido da sua mulher. O coração batia forte, o tesão queimando ele enquanto os caras entravam pisando forte com botas sujas, deixando o chão marcado de barro e cimento.
Raúl foi o primeiro a se jogar em cima, rosnando: "Abre bem essa buceta, sua gostosa ruivinha... vou chupar até você gozar na minha boca rançosa". Ele abriu os lábios inchados com dedos calejados e enfiou a língua áspera direto lá dentro, lambendo os fluidos doces com sabor de baunilha misturados com sua própria saliva suja, chupando o clitóris como se quisesse engolir. "Que buceta gostosa você tem... molhada que nem uma putinha de esquina, mas com cheiro de patricinha... vou encher você de baba de velho nojento".
Carlos se ajoelhou, ajoelhando-se ao pé da cama e agarrando um pé dela com a mão suja de graxa, enfiando os dedinhos pintados na boca. "Olha esses pés macios, ruivinha... vou lamber feito uma puta, chupando seus dedos enquanto imagino você mancando depois que a gente te arrebentar". Sua língua suja, com bafo de cigarro barato, percorreu a sola do pé, entre os dedos, mordiscando o calcanhar enquanto dizia: "Você é uma mamãe puta que deixa pedreiros imundos chuparem seus pés... gosta do gosto do suor alheio na sua pele branca?".
Tito, o careca gordinho, se jogou ao lado dela e levantou sua bunda carnuda, abrindo as nádegas com mãos suadas e ásperas que deixavam marcas vermelhas na pele cremosa. "Que cuzinho apertado... vou chupar até abrir igual flor, sua gostosa casada". Enterrou o rosto entre as nádegas, lambendo o ânus rosado com a língua grossa e babosa, enfiando-a pra dentro enquanto resmungava: "Sente o gosto da minha língua rançosa no seu cu limpinho... vou deixar você cheirando à minha saliva nojenta, pro seu corno lamber depois a bagunça que a gente fez".
Jorge, o do bigode grosso, subiu por cima e enfiou seu pau grosso e venoso direto na boca dela, fodendo sua garganta sem piedade. "Chupa, puta peituda... meu pau tá com cheiro de suor do dia todo, mas você vai chupar até engolir minhas bolas peludas". Enquanto ela se engasgava babando, ele chupava seus peitos, mordendo os mamilos duros com dentes amarelos, lambendo a pele branca e sardenta com bafo de pinga barata: "Que peitos macios e grandes... vou marcá-los como uma puta no cio, chupando até doer... você é uma raposa que finge ser decente, mas olha como fica molhada quando é usada como carne barata".
Eles se revezavam num caos sujo: Raúl enfiava o pau na buceta dela com uma enfiada brutal, invadindo-a fundo enquanto chupavam seus pés e ânus ao mesmo tempo; Carlos a comia pela boca, enfiando o pau até a garganta enquanto Tito lambia seu cu aberto e Jorge chupava seus seios marcados. "Toma pau na buceta e na boca, ruivinha de merda... vamos te encher de porra rançosa enquanto te chupamos como animais... que puta nojenta você é, com filhos e tudo, e aqui aberta pra velhos feios como a gente", rosnavam entre risadas ásperas, suas línguas sujas invadindo cada centímetro de seu corpo macio e branco, deixando baba e marcas na pele cremosa.
Eduardo, escondido no armário, via e ouvia tudo: os gemidos abafados de Miranda, os estalos de línguas lambendo cu, buceta e pés, as enfiadas selvagens na vaginal e oral, os insultos grosseiros que a faziam gozar tremendo. Ele se masturbava furioso, o pau pingando, o tesão queimando ele vivo enquanto sua mulher era usada como puta grupal na própria cama.


Miranda estava estirada na cama de casal, com os lençóis já encharcados de suor e baba, ofegante como uma puta no cio enquanto os quatro pedreiros a rodeavam. Raúl tirou seu pau grosso e brilhante da sua buceta e sorriu com aquela boca amarelada.
—Agora é a sua vez pelo cuzinho, ruivinha... se prepara, que vou abrir esse seu cu de putinha casada.
Colocaram ela de quatro na cama, com o rosto contra os travesseiros onde ela dormia todas as noites com Eduardo. Tito cuspiu no seu cu rosado e apertado, um cuspe grosso e quente, e enfiou dois dedos calejados sem piedade, abrindo ela.
—Aaahhh… tá doendo… tá doendo muito… —gemeu Miranda no início, apertando os dentes, o corpo todo tenso. Seu cuzinho virgem diante de um pau tão grosso resistia, queimava, se esticava de um jeito doloroso enquanto Raúl apoiava a cabeça inchada e empurrava devagar.
—Toma, gostosa... abre essa bunda branquinha e limpinha pra um pau de pedreiro sujão —grunhiu Raúl, agarrando firme seus quadris e enfiando a cabeça do pau pra dentro.
Miranda soltou um gemido abafado, as unhas cravadas nos lençóis, a bunda ardendo. "Ai, porra... é muito grossa... você tá me partindo ao meio!" Mas Raúl não parou, empurrou centímetro a centímetro até que seus ovos peludos bateram contra sua boceta encharcada.
Do armário, Eduardo ouvia tudo com a respiração ofegante, tocando seu pau pequeno e mole que nem mesmo ficava totalmente duro. Ele apenas o acariciava com dois dedos, sentindo a humilhação deliciosa enquanto sua mulher gritava de dor por causa de outro pau.
Pouco a pouco a dor de Miranda foi se transformando. As investidas de Raúl ficaram mais profundas e ela começou a gemer diferente, mais gutural, mais safada.
—Continua... não para... já... já estou gostando... tá me dando prazer, filho da puta... —ela gemeu, empurrando a bunda para trás por conta própria.
Os pedreiros deram risada.
—Olha como a vadia tá se acostumando… agora ela tá gostando mesmo de rola no cu —disse Carlos.
Então começaram a fazer dupla penetração nela. Raúl continuou metendo com força no cú dela enquanto Jorge deitou embaixo e enfiou o pau grosso e venoso direto na buceta encharcada. Os dois buracos cheios ao mesmo tempo, esticados ao máximo, esfregando um no outro através da fina parede.
—Aiii… tão me arrebentando… dois paus ao mesmo tempo… vão me partir no meio… — gemeu Miranda, os olhos revirados, a boca aberta.
E Jorge, lá de baixo, agarrou a cabeça ruiva dela e enfiou o terceiro pau até o fundo da garganta.
Chupa, gostosa... três buracos cheios como a vadia barata que você é. Toma rola no cu, na buceta e na boca ao mesmo tempo.
Os três a atacavam em sincronia: Raúl arrombando seu cu com socadas brutais, Jorge metendo na sua buceta por baixo, e Carlos (agora em sua boca) fodendo sua garganta sem piedade, suas bolas peludas batendo em seu queixo.
—Que puta nojenta… uma mãe decente com filhos e tudo, e olha como ela deixa a bunda ser arrombada por velhos feios e sujos — resmungava Tito, se masturbando ao lado e cuspindo na cara dela de vez em quando.
Miranda já não sentia dor, só prazer animal. Gozava uma vez atrás da outra, tremendo toda, o cu e a buceta apertando os paus que a rasgavam, babando e se engasgando com o pau que fodia sua boca.
Do armário, Eduardo continuava a acariciar sua pichitinha pequena e mole, que mal inchava um pouco, pingando um fio transparente de lubrificação enquanto ouvia os gemidos abafados de sua mulher e os insultos grosseiros dos pedreiros. Lágrimas de humilhação e prazer escorriam por suas bochechas, mas ele não parava de se masturbar, completamente entregue ao tesão de ver (e ouvir) como profanavam sua rainha em sua própria cama conjugal.
velho




Os pedreiros não deram nem um segundo de descanso. Raúl tirou o pau do cu da Miranda com um som molhado e obsceno, deixando seu ânus aberto, vermelho e pulsando.
Olha como ficou esse cu… parece uma cratera, puta. Agora vamos te dar por turnos até você não conseguir sentar por uma semana.
Ela foi posta de joelhos na beirada da cama, bunda empinada, rosto contra o colchão. Tito foi o primeiro a enfiar de uma vez só, num empurrão brutal.
—Engole esse pau todinho no cu, sua gostosa casada do caralho! —ele rugiu, agarrando seus quadris com força—. Essa bunda agora é minha, sua mãe de família! Abre bem esse cuzinho branco e limpinho pro pau sujo de pedreiro!
Miranda gritou de prazer, empurrando para trás.
—Mais forte… arrebenta ele… me arrebenta o cu, seu velho nojento!
Carlos se posicionou na frente, enfiou o pau na boca dela e começou a foder a garganta enquanto Tito a arrombava por trás.
—Chupa, puta cornuda! Enquanto te dão pelo cu, você fica pensando nos seus filhos, né?! Que mãe mais puta você é!
Depois mudaram ela de posição. Jogaram ela de barriga pra cima, levantaram as pernas dela até quase tocar a cabeça e o Raúl enfiou de novo no cu dela, agora olhando nos olhos dela.
—Olha pra mim enquanto eu te arrombo, sua ruivinha de merda! —ele cuspiu no rosto dela—. Esse cu gordo e carnudo foi feito pra pica velha e rançosa! Fala! Fala que você adora levar no cu na cama do seu marido!
— Eu adoro! Adoro que arrombem minha bunda! — gritava Miranda entre gemidos, os peitos balançando loucamente a cada investida.
Jorge a substituiu, colocou-a de lado, ergueu uma de suas pernas e a penetrou lateralmente, fodendo-a analmente com investidas curtas e brutais.
Toma no cu, sua puta no cio! Olha como entra todinha... seu corno gordo nunca vai te dar uma rola dessas! Você é uma vadia anal, uma mamãe que abre o rabo pra desconhecidos!
Tito queria mais profundidade. Sentou-a em cima dele na cama (posição cowboy anal invertida), agarrou seu cabelo ruivo como rédeas e a fez quicar em seu pau grosso.
— Sobe, puta! Sobe nesse pau com esse seu rabo gordo! Mais rápido, gostosa! Quero ouvir como eu arrebento sua bunda! Fala que você é uma viciada em cu!
Miranda, suada e com o rosto vermelho, pulava sem parar, gritando:
— Eu sou uma vadia anal! Adoro levar no cu! Mais forte, seus filhos da puta!
Raúl se posicionou na frente dela e enfiou o pau na boca dela enquanto ela continuava cavalgando o cu do Tito.
Dois buracos cheios de novo, sua puta! O cu e a boca! Seu marido deve estar chorando no trabalho enquanto você vira um esgoto de porra!
A última posição foi a mais selvagem: colocaram ela de pé, encostada na parede do quarto, com uma perna levantada. Carlos a penetrou analmente por trás, segurando ela no ar enquanto os outros três a tocavam e gritavam para ela:
— Toma no cu contra a parede que nem uma puta de rua!
— Abre essa bunda, gostosa peituda! Que entre até as bolas!
— Que rabo guloso você tem, sua ruivinha de merda! Vai voltar mancando pra cozinhar pros seus filhos!
— Você é a pior mãe do bairro! Uma hotwife anal que se deixa arrombar por quatro velhos feios!
Miranda gozou gritando, o cu apertando o pau com espasmos, jatos dos seus fluidos caindo no chão enquanto os pedreiros continuavam xingando ela sem parar.
Do armário, Eduardo estava à beira do delírio, se masturbando com sua pica pequena e mole, ouvindo cada palavrão e cada embestida brutal na bunda de sua mulher.




Os pedreiros estavam soltos. Raúl tinha Miranda de quatro sobre a cama de casal, seu pau grosso enterrado até o fundo no cu vermelho e inchado dela. Cada enfiada fazia os peitos pesados dela balançarem como pêndulos.
PLOC! PLOC! PLOC!
As palmadas brutais caíam sem parar sobre sua bunda carnuda e branca. A mão calejada de Raúl deixava marcas vermelhas perfeitas em cada nádega.
— Toma, sua puta de merda! Toma palmadas nessa bunda gorda que seu marido beija com amor! — ele rugia enquanto a fodia analmente —. Você é mãe de três filhos e olha como abre a bunda pra quatro velhos nojentos!
Carlos se ajoelhou diante dela, agarrou seu cabelo ruivo e deu um tapa forte em seu rosto, fazendo sua cabeça girar.
PAAAFF!
— Olha pra minha cara enquanto te comem o cu, sua safada casada! — ele gritou, e deu outro tapa na outra bochecha dela —. O que sua mãe diria se te visse agora, hein? A filha perfeita virou uma esgoto anal!
Miranda gemendo que nem uma louca, a bunda ardendo das palmadas e o cu esticado ao máximo.
— Mais forte…! Me batam mais…! Eu sou uma péssima mãe… uma péssima esposa…!
Tito se aproximou pelo lado e deu outro tapa seco, dessa vez mais forte.
PAAAFF!
— Claro que você é uma péssima mãe, filha da puta! Enquanto seus filhos estão com os avós, você tem quatro paus velhos arrebentando sua bunda na cama de casal! Que exemplo você dá para suas meninas, hein? A mamãe que se deixa tratar como uma vadia barata!
Jorge se juntou nas palmadas, revezando com Raúl para bater na bunda dela sem parar. Cada tapa soava seco e forte, fazendo as nádegas da Miranda quicarem e ficarem cada vez mais vermelhas.
PLOC! PLOC! PLOC! PLOC!
— Essa bunda não é mais do seu marido! Essa bunda agora é de pedreiro! Fala, gostosa! Fala que você é uma mãe degenerada!
— Eu sou… uma mãe degenerada! — gritava Miranda entre gemidos e lágrimas de prazer —. Sou uma esposa infiel… uma puta anal… adoro ser humilhada…!
Raúl acelerou as enfiadas no cu, metendo nela como um animal enquanto continuava a dar palmadas.
— Toma pau no cu, sua puta! Enquanto seus filhos comem biscoitos com a vovó, você tá com o pau de um velho feio até as bolas no seu rabo! Que vergonha, sua vermelha de merda!
Carlos deu outro tapa forte, dessa vez deixando os dedos marcados na bochecha dela.
PAAAFF!
— Olha só como você fica toda vermelha, sua puta! Seu marido beija essa boca todo dia… e agora ela tá cheia de saliva de pedreiro e tapas. Você é a pior, Miranda! A pior esposa e a pior mãe do bairro!
Miranda gozou violentamente, o cu apertando o pau do Raúl com espasmos, jatos dos seus fluidos caindo sobre a cama enquanto ela gritava:
— Sim… sou a pior mãe… a pior esposa… me destrocem… me humilhem mais…!
Os quatro riram como hienas, sem parar de bater, dar tapa e meter no cu dela sem piedade.
Do armário, Eduardo tremia todo. Sua picolé pequena e mole pingava sem parar enquanto ele via sua mulher sendo humilhada e usada da forma mais baixa possível... e ele nunca havia estado tão excitado na vida.






Os pedreiros não tinham a menor intenção de parar. Miranda estava completamente destruída de prazer, deitada de barriga para cima na cama de casal, com as pernas abertas e tremendo. Raúl e Jorge se posicionaram rápido: Raúl deitou embaixo dela, enfiou o pau grosso e venoso direto no cu já aberto e vermelho, e Jorge subiu por cima, metendo o dele até o fundo da buceta num único empurrão brutal.
Penetração dupla completa.
— Aaaahhh… estão me arrebentando… dois paus ao mesmo tempo…! — gritou Miranda, os olhos revirados, a boca aberta de puro prazer e dor misturados.
Raúl, lá de baixo, agarrou os peitos dela com força e começou a meter sem piedade na bunda enquanto gritava no ouvido dela:
— Toma, sua puta degenerada! Dois paus arrombando seus buracos ao mesmo tempo! Você é uma esposa de merda, uma mãe de três filhos que se deixa encher igual a um bueiro! O que suas meninas pensariam se te vissem agora, hein? A mamãe que prepara lanches com a buceta e o cu cheios de pica velha!
Jorge, por cima dela, deu um tapa forte no rosto dela e acelerou as estocadas na sua buceta.
PAAAFF!
— Cala a boca e abre mais as pernas, gostosa! Olha como entra tudo... seu marido corno nunca vai te dar isso! Você é a pior mãe do mundo! Enquanto seus filhos brincam com os avós, você tá aqui sendo uma puta dupla, anal e vaginal!
Tito, o careca gordinho e suado, ajoelhou-se ao lado da cama, agarrou um pé dela com as mãos sujas e enfiou-o inteiro na boca. Chupava os dedos com uma luxúria nojenta, lambendo entre cada um, mordiscando a planta macia e branca enquanto gemía:
— Mmm… esses pés de putinha fina… tão limpos e macios… e olha como eu estou babando neles, um pedreiro nojento! Chupa, sua putinha… enquanto te arrombam os dois buracos eu chupo seus pezinhos de vagabunda!
Miranda se contorcia entre os três, completamente cheia: buceta, cu e pé na boca. Seu corpo voluptuoso brilhava de suor, os peitos balançando violentamente a cada dupla enfiada.
— Sim… sou uma péssima mãe… uma péssima esposa… me estraguem… me humilhem mais…! — ela gritava entre gemidos abafados, gozando de novo, apertando os dois paus dentro dela.
Raúl continuava xingando ela sem parar enquanto arrombava o cu dela:
— Fala mais alto, sua puta! Fala que você adora ser humilhada enquanto leva pau dos dois lados! Fala que você é uma mãe que abre o cu e a buceta pra velhos feios e sujos!
Jorge deu outro tapa e cuspiu na cara dela:
— A rainha da casa transformada numa putinha de dupla penetração barata! Seu corno gordo deve estar chorando de tesão enquanto a gente te usa como brinquedo!
Tito continuou chupando o outro pé agora, babando, enfiando os dedinhos até o fundo da garganta:
— Esses pés tão lindos... e eu, um velho rançoso, babando por eles enquanto te arrebentam como uma puta de aluguel!
Miranda estava em outro planeta, gozando sem parar, o corpo sacudido pelas investidas duplas e pelas palavras mais baixas e degradantes que já ouvira na vida.
Do armário, Eduardo tremia todo, tocando sua pichitinha pequena e mole que mal pingava, ouvindo cada insulto, cada tapa, cada gemido de sua mulher sendo destruída como a pior esposa e mãe… e nunca tinha sentido tanto prazer humilhado na vida.








Os quatro pedreiros estavam no limite. Eles puxaram seus paus dos buracos da Miranda com um som úmido e obsceno, deixando sua buceta e seu cu abertos, vermelhos e inchados, escorrendo lubrificação e porra.
—Ajoelha no meio da cama, sua puta —ordenou Raúl com voz rouca —. Vamos pintar sua cara de porra, igual à vadia barata que você é.
Miranda, trêmula e com as pernas bambas, ajoelhou-se no centro da cama de casal, ergueu o rosto, abriu a boca e pôs a língua para fora como uma putinha obediente. Seus peitos enormes brilhavam de suor, o cabelo ruivo colado na testa.
Um por um, eles se masturbavam furiosamente ao redor dela.
Raúl foi o primeiro. Ele gemeu como um animal e despejou jatos grossos e quentes de porra branca diretamente no rosto dela, cobrindo a testa, os olhos e o nariz.
Toma leite de velho, sua puta... pro seu corno lamber depois.
Carlos continuou, mirando na boca aberta dela:
Abre bem, gostosa... engole o que conseguir e o resto na cara. Que linda você fica com a cara de puta toda melada de porra!
Tito e Jorge gozaram quase ao mesmo tempo, cobrindo suas bochechas, lábios e até o cabelo com grossos fios de porra grossa e amarelada. O rosto de Miranda ficou completamente pintado, escorrendo porra por todos os lados, pingando do queixo até os peitos.
—Olha como ficou… uma verdadeira esporrada na cara —elas riram.
Miranda, com os olhos semicerrados pelo sêmen, sorriu com aquele sorriso lindo e perverso que ela tinha mesmo coberta de porra alheia.
—Agora venham... me deem um beijo de despedida, gostosas.
Um por um eles se aproximaram.
Raúl foi o primeiro. Ele agarrou ela pelo cabelo grudento e enfiou a língua até a garganta dela num beijo profundo, babado e barulhento, misturando a saliva dele com o sêmen que cobria o rosto dela. Dava pra ouvir o som úmido e nojento das línguas se batendo e chupando.
—Que putinha gostosa você é, ruivinha… volta quando quiser que a gente te fode de novo.
Carlos a beijou depois, mais violento, mordendo seu lábio inferior cheio de porra enquanto dizia:
Você é a pior esposa e a pior mãe do bairro... e é por isso que adoramos te comer.
Tito a beijou longa e babosamente, chupando sua língua e lambendo o sêmen de sua bochecha:
Obrigada por abrir nossa bunda e nossa buceta, mamãe degenerada... na próxima a gente traz mais amigos.
Jorge foi o último, enfiando a língua até quase sufocá-la e cuspindo na boca dela antes de se afastar:
—Vai lavar essa cara de puta… ou melhor, deixa assim mesmo pra que seu corno te veja bem usada.
Miranda se despediu de cada um com aqueles beijos de língua profundos, barulhentos e babosos que se ouviam perfeitamente de dentro do armário: o som molhado de bocas chupando, línguas se enrolando e gemidos baixos.
Eduardo, escondido na escuridão, ouvia tudo com o pauzinho pingando sem parar: cada beijo babado, cada estalido de saliva, cada palavra safada que diziam para sua mulher antes de irem embora.
Quando a porta da frente se fechou e a casa ficou em silêncio, Miranda ficou de joelhos na cama, o rosto completamente coberto de porra grossa, escorrendo por todo lado, e murmurou com voz rouca e satisfeita:
—cornudo… eles já foram… pode sair.
Do armário veio o som da porta se abrindo devagar.




infiel


A porta do armário se abriu devagar com um leve rangido. Eduardo saiu tremendo, com o rosto vermelho, os olhos brilhando de lágrimas de emoção e o pauzinho ainda pingando dentro da calça. Ele olhou para Miranda ajoelhada na cama de casal: completamente nua, o corpo voluptuoso coberto de suor e marcas vermelhas de mãos calejadas, o rosto e os peitos pintados com grossos jatos de porra grossa que escorriam pelas bochechas, lábios e queixo.
Ele se aproximou devagar, quase com reverência, e se ajoelhou diante dela na cama.
—Meu amor… minha rainha… minha vida inteira… —sussurrou com a voz embargada de emoção.
Ele a abraçou forte, pressionando seu corpo gordo e macio contra o dela, sem se importar com o sêmen que grudava em sua camisa. A envolveu com seus braços e a apertou contra seu peito como se quisesse se fundir a ela.
Miranda suspirou feliz e o abraçou também, enterrando o rosto melado de porra no pescoço dele.
Eduardo começou a cobri-la de beijos: beijos suaves, ternos e desesperados. Beijou sua testa manchada de porra, as pálpebras, as bochechas pegajosas, o nariz, os lábios inchados e cheios de sêmen alheio. Beijava-a sem nojo, com amor absoluto, lambendo suavemente alguns fios de porra enquanto a beijava.
—Eu te amo… te amo tanto, Miranda… —murmurava entre beijo e beijo—. Você é a mulher mais linda do mundo, minha deusa ruiva, minha putinha perfeita, minha rainha safada e adorada.
Ele a beijou profundamente na boca, saboreando o sêmen dos quatro pedreiros misturado com sua saliva, sem parar de abraçá-la com força.
Aproveitei cada segundo, meu amor… cada socada, cada grito, cada tapa, cada palavrão que eles te diziam… te ver tão aberta, tão entregue, tão feliz sendo a putinha deles… me deixou louco de tesão e de tesão. Você é tão corajosa, tão gostosa, tão minha…
Ele beijou o pescoço, as tetas cobertas de porra, lambendo devagar enquanto continuava falando com a voz cheia de ternura:
—Eu te amo por ser a mãe perfeita dos nossos filhos… e te amo ainda mais por ser essa gostosa insaciável que se deixa arrebentar por machos safados. Você é meu tudo, Miranda. Minha esposa, minha amante, minha putinha, minha melhor amiga, minha razão de viver. Ninguém me faz sentir o que você me faz sentir… ninguém.
Ele a abraçou ainda mais forte, balançando-a suavemente em seus braços, beijando seu cabelo suado.
—Obrigado por me deixar olhar… obrigado por ser tão honesta, tão livre, tão minha. Mesmo que te usem como uma puta barata, você sempre vai ser minha rainha. Minha deusa. A mulher que eu mais amo nesse mundo. Eu te amo, eu te amo, eu te amo… mil vezes eu te amo.
Miranda, com os olhos úmidos de emoção e prazer, acariciava sua cabeça careca enquanto ele continuava a beijá-la e abraçá-la sem parar.
—Meu corno lindo… —ela sussurrou com uma voz rouca e cheia de amor.
Eduardo ergueu o rosto, olhou nos seus olhos verdes e disse com total devoção:
Você é a mulher da minha vida, Miranda. E hoje... hoje você foi mais minha do que nunca.
Ficaram assim, abraçados e se beijando devagar no meio da cama bagunçada, cercados pelo cheiro de sexo e sêmen alheio, mas envolvidos num amor imenso e profundo.




Eduardo continuou abraçando-a forte, beijando com devoção todo o rosto coberto de porra, quando Miranda agarrou sua cabeça careca com ambas as mãos e olhou em seus olhos com aquele sorriso lindo e perverso que o deixava louco.
—Agora sim, meu corno lindo... —ela sussurrou com voz rouca e carregada de luxúria—. Quero que você limpe minha buceta. Está cheia de porra dos quatro pedreiros... ainda quente, grossa, escorrendo da minha buceta recém fodida. Vai... ajoelha e chupa tudo até deixar brilhando e limpinha.
Eduardo gemeu baixinho, o corpo tremendo de excitação humilhada. Desceu da cama, ajoelhou-se entre as pernas abertas de sua mulher e aproximou o rosto de sua buceta inchada, vermelha e completamente encharcada de sêmen branco e cremoso que escorria lentamente de entre seus lábios abertos.
Miranda acariciou sua cabeça com ternura enquanto ele enfiava a língua e começava a lamber devagar, recolhendo os primeiros fios grossos.
—Mmm… assim, meu amor… chupa… chupa todo esse esperma alheio que deixaram dentro de mim — ela gemeu baixinho —. Você é meu corno chupa-porra favorito… olha como você lambe com essa língua desajeitada e obediente tudo que outros machos descarregaram na minha buceta.
Eduardo enfiou a língua mais fundo, fazendo barulhos molhados e obscenos enquanto engolia a mistura quente de porra e os fluidos da Miranda. Ele ergueu o olhar por um segundo, com os lábios brilhantes e pegajosos.
—Eu te amo tanto... —murmurou antes de afundar o rosto de novo.
Miranda sorriu e apertou a cabeça dele contra sua buceta.
Me diz, corno… você gosta do gosto da porra de quatro pedreiros velhos na buceta da sua mulher? Você adora ser meu chupa-porra pessoal?
Eduardo ergueu o rosto por um instante, ofegante:
—Sim, amor... eu adoro... tem gosto de macho, de pau sujo... e saber que é deles deixa minha bucetinha tão dura quanto pode ficar...
Miranda deu uma risada rouca e empurrou a cabeça dele de volta.
Continua chupando, corno… não para. Você é um verdadeiro corno chupa-porra… um marido que não consegue me foder como um macho, mas pode limpar o que outros deixam em mim. Sabe o quanto isso me excita? Me deixa mais molhada do que os paus que me arrombaram hoje… te ver ali, lambendo obediente, engolindo porra alheia enquanto me olha com olhos de amor.
Eduardo gemeu contra sua buceta, lambendo mais rápido, enfiando a língua até o fundo, chupando os restos grossos que ainda escorriam.
—Conta mais, amor… me diz o que eu sou… —suplicou com a voz embargada.
Você é meu corno chupa-porra... meu limpador de bocetas fodidas... o marido que me adora enquanto viro uma puta para outros. Adoro que você seja tão patético e amoroso ao mesmo tempo. Enquanto eu gritava para arrebentarem meu cu e minha buceta, você estava no armário batendo uma com esse pintinho mole que nem fica duro... e agora está aqui, comendo toda a evidência como um bom corno.
Eduardo tremia, lambendo com mais vontade, passando a língua por cada dobra, limpando até o último fio de porra.
—Eu te amo por ser assim... —ele sussurrou entre lambidas—. Eu te amo por me deixar ser seu corno chupa-porra...
Miranda arqueou as costas e gemeu de prazer ao sentir a língua do marido limpando sua buceta tão devotamente.
—E eu te amo por isso, minha vida… por ser o único que consegue me amar tanto depois de me ver transformada num esgoto de porra. Continua chupando, corno… enfia a língua bem fundo e tira tudo que esses machos deixaram em mim. Depois você vai limpar minha bunda também… e vai me beijar com a boca cheia do gozo deles pra eu provar o que fizeram comigo.
Eduardo só conseguiu gemer um "sim, amorzinho..." antes de enterrar o rosto de novo, chupando com devoção absoluta enquanto Miranda continuava falando putaria e carinho ao mesmo tempo, acariciando sua cabeça como se fosse um cachorro fiel.
A conversa continuou longa, cheia de palavras de amor pervertido, enquanto ele limpava cada gota da sua buceta recém-usada.


Eduardo ergueu o rosto de entre as pernas de Miranda, com os lábios e o queixo brilhantes e cobertos de porra grossa. Ele a olhou com olhos cheios de amor e devoção absoluta.
—Agora vou limpar sua bunda também, meu amor… —sussurrou com voz rouca.
Miranda se virou devagar, ficou de quatro na cama e abriu bem as nádegas com as duas mãos, mostrando o ânus vermelho, inchado e ainda pingando porra dos quatro pedreiros.
—Vem cá, corno… enfia a língua bem fundo. Chupa tudo o que deixaram na minha bunda.
Eduardo se aproximou como se estivesse em transe, afastou suas nádegas com ternura e enterrou o rosto entre elas. Sua língua começou a lamber lentamente o ânus aberto, recolhendo os fios grossos de sêmen que escorriam de dentro. Fazia sons úmidos e obscenos enquanto chupava, engolindo tudo com devoção.
—Mmm… isso, assim… limpa minha bunda cheia de porra dos outros, meu amor — Miranda gemeu, empurrando a bunda contra o rosto dele—. Você é um corno tão obediente… lambendo a porra que deixaram na minha bunda enquanto eu gemia que nem uma puta.
Eduardo enfiou a língua o mais fundo que pôde, chupando, lambendo cada dobra, engolindo os restos quentes e grossos. Quando a boca estava completamente cheia de porra (mistura da buceta e do cu), ele se levantou, segurou-a gentilmente pela cintura e a virou para ficarem cara a cara.
Miranda olhou para ele com aquele sorriso lindo e perverso, ainda com sêmen seco nas bochechas.
—Beija, corno… beija com a boca cheia do que esses machos deixaram em mim.
Eduardo se aproximou e deu um beijo profundo, longo e babado. Abriu a boca e deixou que todo o gozo que acabara de chupar de sua buceta e seu cu se misturasse entre suas línguas. O beijo era lento, molhado, sujo e cheio de amor. Beijavam-se com paixão, trocando o esperma grosso dos pedreiros, engolindo um pouco cada um enquanto gemiam na boca do outro.
Quando se separaram por um segundo, com fios de sêmen conectando seus lábios, Miranda acariciou seu rosto e sussurrou:
Adoro isso, Eduardo… adoro que na rua e na frente de todos eu seja a esposa perfeita, a mãe exemplar, aquela que sorri nas reuniões da escola e organiza tudo em casa. Mas quando a gente tranca a porta… eu viro essa puta safada, essa hotwife que abre a buceta e o cu para machos rudes e nojentos. Esse contraste me deixa molhada como nada.
Eduardo a beijou de novo, curto mas intenso, e respondeu com a voz trêmula de excitação:
—E me deixa louco, meu amor... ver você sendo a mulher perfeita para o mundo, tão elegante, tão boa mãe, tão respeitada... e saber que em casa você é minha raposinha pessoal, aquela que se deixa encher de pica e porra por quatro pedreiros velhos enquanto eu fico escondido assistindo. Esse nosso segredo me deixa tão excitado... me faz sentir que você é só minha de um jeito que ninguém mais entende.
Miranda o abraçou forte, colando seu corpo melado no dele.
—Exato, meu corno… lá fora eu sou a dona Miranda, a esposa ideal. Aqui dentro sou sua puta anal, sua mãe degenerada que se deixa degradar e quebrar. E isso deixa nós dois loucos, né? Eu fico excitada de saber que você me vê transformada na coisa mais baixa e ainda assim me ama mais. E você adora ser o marido que me deixa ser livre, que me limpa depois e que me beija com a boca cheia de porra alheia.
Eduardo anuiu, beijando-a novamente, compartilhando mais sêmen entre suas bocas.
—Me deixa tão excitado… tão excitado… Saber que enquanto as pessoas te cumprimentam e dizem “que família linda vocês têm”, eu sei que há poucas horas você estava gritando para te arrombarem o cu e engolindo pica de desconhecidos. Essa dupla vida nossa é o que mais me excita no mundo. Eu te amo por ser perfeita lá fora… e te amo mil vezes mais por ser tão puta e tão minha aqui dentro.
Miranda sorriu contra seus lábios, lambendo um fio de porra que pendia do seu queixo.
—E eu te amo por me aceitar assim, por curtir tanto, por ser meu corno chupa-porra perfeito. Esse é o nosso segredo mais gostoso… e vamos continuar vivendo ele pra sempre.
Ficaram se beijando por um longo tempo, abraçados, compartilhando o gosto sujo e o amor mais puro, enquanto a cama ainda cheirava à suruba que tinha acabado de terminar.NO PRÓXIMO CAPÍTULO, MIRANDA TEM UMA SURPRESA PARA EDUARDO QUE VAI MUDAR O CASAMENTO DELEScuckold

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