Tava numa reunião com um cliente que já tinha saído da cadeia graças a mim, o crime era estupro, o caso era por abusar de uma das funcionárias dele numa festa da empresa. Ele pagava muito bem, mas quando li o processo, algo me excitou — saber como aquela mulher foi drogada, a roupa dela rasgada com violência. Aquilo dentro de mim me esquentou. E um tesão pelo não consentido cresceu dentro de mim.
Eu tava muito excitada e a sacanagem do rolê fez eu passar a mão na minha buceta umas duas vezes, mas tinha que manter a pose, ia encontrar com ele num restaurante, mas de última hora ele me chamou na casa dele, um lugarzão e o tempo todo ele não parava de olhar pra minha blusa. Depois da comida, me senti tonta, sem vontade, mas muito tesuda — ele colocou alguma coisa na minha bebida, me pegou pela mão e me levou pro quarto dele.
Arranco a blusa de forma brusca, estourando os botões, dizendo: "Hoje você vai ser minha, doutora. E com o que acabei de te pagar, não vai poder me denunciar." Eu não tinha controle sobre mim mesma, e o que ele colocou na minha bebida me deixava muito excitada, já estava me molhando. Rapidamente, ele me jogou na cama, fiquei de quatro, e ele ficou olhando pra minha bunda.
de repente me pegou pela cintura, me levantou com um movimento, arrancou todos os botões da minha blusa, subiu minha saia, baixou meu sutiã e começou a devorar meus peitos com uma fome, lambendo eles, e eu, toda excitada, só gemia enquanto ele dizia: "que peitos gostosos, doutora". Cada vez que ele chupava, eu ficava mais molhada, não conseguia me controlar, ele me tinha sob o domínio dele. Ele lambia meus peitos, tocava na minha buceta, já toda molhada, e eu não podia fazer nada além de gemer e falar "não, por favor, não, me deixa ir pra casa". Enquanto ele lambia meu peito, dizia: "você é minha escrava, de hoje e pra sempre, quando eu quiser, onde eu quiser e como eu quiser, você vai ser minha". Eu só falava "não, por favoooooor, eu tenho um namorado". Ele respondia: "você tem um namorado, mas eu sou seu dono, seu amo. Hoje eu te droguei, mas logo você vai fazer isso por vontade própria".
Ele me colocou de novo de quatro, rasgou minhas meias feito um animal, me deu uns tapas na bunda, me chamava de safada, safada da advogada, você se comportou mal, seu dono vai te castigar. Eu só dizia não, por favoooor, me deixa ir, e ele falava não, você é minha escrava, meu brinquedo, um brinquedo caro, você pertence a mim e a mais ninguém, agora sua vontade é minha. Eu pedia clemência, que me deixasse ir, ele estava me estuprando, igual à garota do caso, mas comigo ele fazia melhor. Ele me virou de frente, abriu minhas pernas e, pelas minhas meias-calças rasgadas, encontrou um buraco pra chegar na minha buceta molhada, começou a lamber, eu não conseguia dizer nada além de gemer.
Apertava os dentes pra ela não perceber o quanto eu tava gostando, mas no final não aguentei mais, e meus gemidos de prazer escaparam da minha boca. Pedia mais, siiiiiiiiiii, aí siiiiiiiiiii, não para, come tudo, continua assim, não resisti mais, falei: sou sua escrava, sua slut, sua foxy. Quando ouviu isso, ela parou de chupar minha buceta, meteu a cock sem nenhuma piedade. Me dizia: agora sim você é minha escrava. Eu já tinha perdido toda a vontade, só conseguia aproveitar como ela me montava, as palavras sujas que ela dizia me excitavam ainda mais. Você é meu amo, meu dono, e eu sou sua escrava submissa. Depois ela disse: era assim que eu queria te ver, doutora, escrava dos meus desejos.
Ele não parava de me meter como um touro e eu já só gemia e pedia mais e mais, e ele tava disposto a me dar tudo de um jeito e de outro, de pernas bem abertas ali estava eu, curtindo uma foda, minha dignidade no chão, reduzida a uma simples puta, que só pedia mais pica, gemer e gemer com minha roupa toda rasgada. Me odiava tanto por gostar quanto me degradava, passar de uma advogada a uma escrava sexual.
Sem minha dignidade nem meu orgulho, comecei a cavalgar ele. Não tinha controle, eu só queria prazer. Sentava em cima e descia, mexia minha cintura em círculos. Gemia e gritava: "sou sua puta, você é meu dono, sou sua, sua puta formada, a mais puta da cidade". Ele dizia: "você gosta de ser violentada, como uma vadia de rua". Eu respondia: "sim, me viola uma e outra vez, você é meu amo, meu dono, meu corpo é seu, eu não tenho vontade".
Termino enfiando o pau dele na minha boca, mexendo pra frente e pra trás, ele segurava minha cabeça, tava me comendo pela boca e eu não podia fazer nada, só babando tudo, a baba escorrendo pelo meu céu da boca, era tão grande que machucava minha garganta e mesmo assim eu pedia mais.
Gozou dentro da minha boca, e quando tirou, o resto do esperma espalhou pelos meus peitos e pelo meu colo.
Quase me odeio tanto por gostar de como fui estuprada, reduzida a uma putinha qualquer, mas mais ainda deveria me odiar porque agora sou escrava dele e ele me controla como um bichinho de estimação – uma bichinha que adora sexo e ser dominada. Mas no dia seguinte tô lá, como se nada tivesse acontecido, no meu escritório, esperando um novo cliente pra ajudar.
Eu tava muito excitada e a sacanagem do rolê fez eu passar a mão na minha buceta umas duas vezes, mas tinha que manter a pose, ia encontrar com ele num restaurante, mas de última hora ele me chamou na casa dele, um lugarzão e o tempo todo ele não parava de olhar pra minha blusa. Depois da comida, me senti tonta, sem vontade, mas muito tesuda — ele colocou alguma coisa na minha bebida, me pegou pela mão e me levou pro quarto dele.
Arranco a blusa de forma brusca, estourando os botões, dizendo: "Hoje você vai ser minha, doutora. E com o que acabei de te pagar, não vai poder me denunciar." Eu não tinha controle sobre mim mesma, e o que ele colocou na minha bebida me deixava muito excitada, já estava me molhando. Rapidamente, ele me jogou na cama, fiquei de quatro, e ele ficou olhando pra minha bunda.
de repente me pegou pela cintura, me levantou com um movimento, arrancou todos os botões da minha blusa, subiu minha saia, baixou meu sutiã e começou a devorar meus peitos com uma fome, lambendo eles, e eu, toda excitada, só gemia enquanto ele dizia: "que peitos gostosos, doutora". Cada vez que ele chupava, eu ficava mais molhada, não conseguia me controlar, ele me tinha sob o domínio dele. Ele lambia meus peitos, tocava na minha buceta, já toda molhada, e eu não podia fazer nada além de gemer e falar "não, por favor, não, me deixa ir pra casa". Enquanto ele lambia meu peito, dizia: "você é minha escrava, de hoje e pra sempre, quando eu quiser, onde eu quiser e como eu quiser, você vai ser minha". Eu só falava "não, por favoooooor, eu tenho um namorado". Ele respondia: "você tem um namorado, mas eu sou seu dono, seu amo. Hoje eu te droguei, mas logo você vai fazer isso por vontade própria".
Ele me colocou de novo de quatro, rasgou minhas meias feito um animal, me deu uns tapas na bunda, me chamava de safada, safada da advogada, você se comportou mal, seu dono vai te castigar. Eu só dizia não, por favoooor, me deixa ir, e ele falava não, você é minha escrava, meu brinquedo, um brinquedo caro, você pertence a mim e a mais ninguém, agora sua vontade é minha. Eu pedia clemência, que me deixasse ir, ele estava me estuprando, igual à garota do caso, mas comigo ele fazia melhor. Ele me virou de frente, abriu minhas pernas e, pelas minhas meias-calças rasgadas, encontrou um buraco pra chegar na minha buceta molhada, começou a lamber, eu não conseguia dizer nada além de gemer.
Apertava os dentes pra ela não perceber o quanto eu tava gostando, mas no final não aguentei mais, e meus gemidos de prazer escaparam da minha boca. Pedia mais, siiiiiiiiiii, aí siiiiiiiiiii, não para, come tudo, continua assim, não resisti mais, falei: sou sua escrava, sua slut, sua foxy. Quando ouviu isso, ela parou de chupar minha buceta, meteu a cock sem nenhuma piedade. Me dizia: agora sim você é minha escrava. Eu já tinha perdido toda a vontade, só conseguia aproveitar como ela me montava, as palavras sujas que ela dizia me excitavam ainda mais. Você é meu amo, meu dono, e eu sou sua escrava submissa. Depois ela disse: era assim que eu queria te ver, doutora, escrava dos meus desejos.
Ele não parava de me meter como um touro e eu já só gemia e pedia mais e mais, e ele tava disposto a me dar tudo de um jeito e de outro, de pernas bem abertas ali estava eu, curtindo uma foda, minha dignidade no chão, reduzida a uma simples puta, que só pedia mais pica, gemer e gemer com minha roupa toda rasgada. Me odiava tanto por gostar quanto me degradava, passar de uma advogada a uma escrava sexual.
Sem minha dignidade nem meu orgulho, comecei a cavalgar ele. Não tinha controle, eu só queria prazer. Sentava em cima e descia, mexia minha cintura em círculos. Gemia e gritava: "sou sua puta, você é meu dono, sou sua, sua puta formada, a mais puta da cidade". Ele dizia: "você gosta de ser violentada, como uma vadia de rua". Eu respondia: "sim, me viola uma e outra vez, você é meu amo, meu dono, meu corpo é seu, eu não tenho vontade".
Termino enfiando o pau dele na minha boca, mexendo pra frente e pra trás, ele segurava minha cabeça, tava me comendo pela boca e eu não podia fazer nada, só babando tudo, a baba escorrendo pelo meu céu da boca, era tão grande que machucava minha garganta e mesmo assim eu pedia mais.
Gozou dentro da minha boca, e quando tirou, o resto do esperma espalhou pelos meus peitos e pelo meu colo.
Quase me odeio tanto por gostar de como fui estuprada, reduzida a uma putinha qualquer, mas mais ainda deveria me odiar porque agora sou escrava dele e ele me controla como um bichinho de estimação – uma bichinha que adora sexo e ser dominada. Mas no dia seguinte tô lá, como se nada tivesse acontecido, no meu escritório, esperando um novo cliente pra ajudar.
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