Para meus queridos cinco leitores:
Esta é a parte final do conto "A Bunda do Benja"
As partes anteriores, e todos os meus contos, vocês podem encontrar escrevendo na lupa "discretomf"
Benja foi acordando, pela janela já entrava o sol da manhã, ele foi despertado por uma sensação suave que vinha da sua bunda, aquela bunda que naquela noite tinha sido desvirginada pelo Johny, aquela bunda que guardava as 3 gozadas que o primo tinha deixado 19 cm bem dentro da sua buceta de puta, do seu cuzinho, arrombado pra sempre. Agora ele era acordado pelo entra e sai suave do dedo indicador do Johny, que parecia que em vez de tomar chimarrão no café da manhã, queria tomar rabetão. Entreabriu os olhos, deu um sorriso sonolento, mandou um beijinho e se deitou de bruços. Não precisava de mais sinal, Johny colocou as pernas ao lado das de Benja, abriu as nádegas morenas, enfiou a pica, que entrou suave, quase sem resistência, e apoiou o corpo nas costas de Benja. Devagar, bem de leve, a pica entrava e saía daquela bundinha grande e gostosa. O gordo só gemia baixinho, do Johny só se ouvia a respiração ritmada. A quarta transa saiu devagar, uns beijinhos no pescoço de Benja, e assim mesmo, do jeito que estavam, caíram no sono.
Às 2 da tarde o celular do Johny acordou os dois. A mãe, de Chascomús, ligou pra avisar que já estavam na estrada voltando. Bateu o desespero. Eram pouco mais de 100 km, uma hora e meia no máximo. Trocar lençóis, máquina de lavar, desodorante pra todo lado, banho na correria. Benja, por via das dúvidas, guardou a bunda lisa no bolso e vestiu a calça jeans sem cueca. Ainda sobraram 10 minutos pra um boquete ajoelhado entre as pernas do primo. Afinal, o enxaguante bucal disfarça tudo.
Chegou o carro, a tia desceu, Benja subiu, sentou do lado do irmão que, como sempre, tava concentrado no jogo de sei lá o que no celular e só cumprimentou com um grunhido. O gordo tava tão feliz que não conseguia parar de falar. "O que esse cara tem hoje, que sempre foi tão calado? Parece que passar um dia com o primo fez bem pra ele", pensava a mãe, sem imaginar o bem que fez pro Benja estar com o primo Johny, o bem que o primo Johny fez nele, mas principalmente porque finalmente cada peça se encaixou na cabeça dele e a homossexualidade do Benja foi aceita total, feliz, completa. Ele tava morrendo de vontade de gritar pros pais "sou gay", mas pensou que tinha que seguir o exemplo do Tanque, deixar todo mundo perceber aos poucos, sem ele sair berrando. Era mais político. Mas ele precisava contar, tava explodindo de vontade!!! E pra quem, senão pro Tanque?". Pegou o celular e começou a mensagear.
-Tanqueeeeeeeee, me desvirginaram a bundaaaaaaa-
-Benjaaaaaaaaaaa, finalmente putãoooo!!!, quem foi?-
-Meu primo Johny, tu não sabe a pica que ele tem, tô super feliz!-
-Tô dentro pra um ménage-
-Ainda fui com uma calcinha Booty less que roubei dos troféus do meu irmão. Tu não sabe como ficou linda em mim, e me depilei toda toda. Eu, Tanque, quero muitas calcinhas, me ajuda a comprar?-
-Fecha, vem sexta que a gente compra num site e tu me paga depois-
-Ai Tanque, se não fosse por você, obrigada, obrigada-
-Te amo muito Benja promíscuo-
-Não me chama de promíscuo!!!, sou vadia !-
-É vadia mesmo, Benja-
Chegaram em casa, largaram as malas, e cada um pro seu lado. Benja tava morrendo de vontade de ir no banheiro e se tocar na bunda, curioso pra ver como tinha ficado, mas o irmão, Santi, foi mais rápido. O tempo passava e Santi não saía. Benja olhou pra todo lado, ninguém perto, se abaixou e espiou pelo buraco da fechadura. Mmm, o que viu fez a buceta dele formigar, Santi tava se masturbando ferozmente e o pau dele era enorme!!!, maior que o do Johny. O que a natureza não deu pro irmão mais novo, deu tudo pro mais velho. "Aiii buceta, ou melhor, aiii irmãozinho" pensou Benja, a bundinha minúscula já ficava molhada. Ele Esqueceu da mãe, esqueceu do pai, esqueceu do irmão, aquela putaria recém-assumida tomava conta dele, a raba dele mandava, os hormônios descontrolados mandavam, foda-se os cuidados. Correu pro quarto, se pelou todo, pegou o desodorante, lambeu de leve e enfiou de uma vez. Ai!!, doeu, mas num minuto o Benja já tava se comendo a pussy com o desodorante, aguentando os gemidos como dava.
O Santi terminou o serviço e saiu do banheiro com uma cara misturada de felicidade e sono. Precisava dela, a namorada dele, com uma desculpa ou outra, já fazia mais de um mês que não dava a pussy e pior ainda, porque era o que ele mais gostava, já fazia três meses que negava o cu. Certeza que alguém tava comendo a filha da puta. "cuck", gritou a cabeça dele, "não dá pra confiar numa conchuda", gritou uma voz interna estranha que às vezes dava uns discursinhos, a felicidade da punheta evaporou e começou a nascer nele um ódio danado pela namorada re-slut que tinha. Precisava deitar um pouco na cama pra pensar. Abriu a porta do quarto. O irmão dele tava completamente pelado, de quatro na cama, enfiando um desodorante no cu e gemendo como o que era: uma slut.
— O que cê tá fazendo, Benja??????? — disse quase gritando.
O gordo, que na putaria de viado novo tinha esquecido de tudo e tava voando no céu do prazer anal, caiu de volta no chão como se tivesse sido derrubado por um míssil. Viu o Santi na porta e só aí percebeu o otário que tinha sido.
O desodorante escapou do cu dele e, ainda na mesma posição, quase implorando, falou pro irmão:
— Fecha rápido, Santi, por favor —
— Mas então, cê é viado, Benja??? —
— Sim, irmãozinho — O Benja desceu da cama, pegou a Booty less e, mostrando bem a rabuda pro irmão, disse — Cê gosta como fica em mim? Me desculpa, peguei a sua —
— Nnnão, não, problema. Era da Loly —
— E em mim não fica melhor? —
O Santi ficou calado, desceu a vista. Pra ser sincero, no irmão dela ficava dez vezes melhor do que naquela putinha da namorada dele. Nunca tinha reparado, mas o Benja tinha uma bunda incrível.
— É verdade sim — disse sem levantar os olhos do chão.
Os dois ficaram em silêncio.
— Se veste, vai, que se a velha chegar e te ver de fio dental, ela tem um treco — Benja baixou a cabeça, vestiu uma cueca por cima do fio dental e um short. Cada um se jogou na cama. Benja com os olhos quase fechados, pensando, lembrando, sorrindo, se tocando no clitóris e nos peitos de vez em quando. Santi sério, olhando pro teto.
Chegou a mensagem da mãe pra descerem pra jantar. Benja tava saindo quando ouviu o Santi.
— Benja, não rebola tanto, os velhos vão perceber.
— Sério? Mas eu ando igual sempre!
— Não, irmãozinho, você não anda igual sempre. Será que era verdade? Ou será que o Santi agora tava reparando na bundinha dele? A bundinha dele antes era "a bunda do meu irmão" e agora, em vez disso, era "a bunda de um viado".
O jantar passou rápido e os irmãos voltaram pro quarto. Santi, apressado, ficou só de cueca e se enfiou entre os lençóis. Benja, por via das dúvidas, tirou o fio dental, mas não ia ficar de cueca, preferiu dormir pelado. Santi não tirou os olhos dele até que a morena e deliciosa bunda do Benja desapareceu debaixo dos lençóis. Veio a escuridão, veio o silêncio.
— Benja, tá acordado?
— Tô.
— Podemos conversar?
— Fala.
— Faz tempo que você é viado?
— Sim, mas só agora tive coragem de experimentar.
— E você gostou?
— Sim, porra, não percebeu?
Veio o silêncio.
— Benja, só agora percebi, sua bunda é muito mais gostosa que a da Loly, juro.
— Você gosta? — Longo silêncio.
— Sim — Benja ouviu quase num sussurro, vindo daquela cama que estava a um metro da dele.
— Eu vi você no banheiro agora há pouco quando você tava batendo uma, e eu gostei — ouviu Santi quase num sussurro, vindo daquela cama que estava a um metro da dele.
De novo o silêncio tenso tomou conta do quarto.
Uns Passos descalços soaram no piso cerâmico, uma mão quentinha enfiou debaixo do lençol e foi direto encontrar uma rola que tava duríssima e toda molhada de pré-gozo.
Uma língua quentinha lambeu cada gotinha de pré-gozo daquele pauzão enorme e duro, uns lábios começaram a rodear aquela cabecinha, a língua começou a percorrer as bordas da glande, Santi gemeu e começou a acariciar a cabeça de Benja. Benja perdeu o medo da rejeição e começou a engolir aquele pau desejado. Subiu e desceu, lambeu, beijou, mas tava de lado, ajoelhado perto da cama, e queria chupar ele inteiro até as bolas, como o Tanque tinha ensinado, como ele tinha mamado no Johny, então puxou o lençol, subiu na cama, apoiou os joelhos dos lados do torso de Santi e engoliu a rola de novo, agora sim, quase até o fundo, agora sim, lambendo aquela uretra que daqui a pouco ia dar de presente o elixir do macho, agora sim sentindo aquela cabecinha passar pela garganta.
De repente sentiu uma delícia vindo da buceta dele, siiiim, Santi segurou ele pelas coxas e chupou a bunda dele com ferocidade, ai aquela língua na buceta dele, a bundinha dele tava no céu, teve que parar de mamar pra poder gemer e gemer, até não aguentar mais.
— Santi, irmãozinho, por favor, me come, me come!!
Em segundos o sabrão enorme de Santi tava até as bolas na raba de Benja, quase sem dor, a raba dele molhava e dilatava melhor que a buceta da Loly. Começou o vai e vem furioso, os dois gemendo, os dois gozando, o pintinho de Benja escorrendo, e com o gozo prestes a sair.
— Ai irmão, me dá tua cueca senão a velha vai ver meu gozo nos teus lençóis, fala, já vou gozar.
— Ela vai achar que é uma punheta, promíscua, sabe quantas vezes eu sujei os lençóis e ela nunca falou nada?
— Sério?, ahhhhhhhhhhhhhhh — o esperma explodiu no clitóris de Benja, a raba dele se contraiu duas, três, cinco vezes. Santi não aguentou.
— Ahhhhh, Benjaaaaaaa, que rabaço!!!!!!!! — Santi inundou ele, literalmente! Benja, relaxado e feliz, foi escorregando até ficar deitado de barriga pra baixo. Santi, sem tirar ela, ficou deitado nas costas do irmão.
—Gostou, irmãozinho?
—Ben, foi a melhor foda da minha vida, nunca a puta filha da puta da Loly me chupou assim, nunca meu pau gozou tanto com a bunda dela e muito menos com a buceta de puta dela.
—Sério? — Benja sorriu mais que feliz, levantou o quadril e mexeu a bundinha —, —cê gosta tanto da minha bundinha?
—Viado de merda, já me deixou duro, toma — a pica do irmão fez ele gemer.
O vai e vem furioso recomeçou, mas agora pele com pele, naquela pose tão gostosa que a gente viado usa, com beijos no pescoço, com as línguas se esticando pro beijo, com as mãos do Santi percorrendo os lados do Benja, procurando os peitos dele, gemido com gemido, palavra promíscua com palavra promíscua, beijo com beijo. Foi longo, sentido, enorme em porra e em gemidos. Só uma coisa não cresceu, o pauzinho do Benja, que cada vez parecia mais murcho.
Antes de ir dormir, claro cada um na sua cama e de cueca, Benja lambeu cada gotão de porra nos lençóis do Santi e Santi lambeu toda a porra que escorria da bunda do Benja. Por segurança, e por tesão, pegaram o dilatador anal que só conhecia o cu da Loly e que foi pra fechar a bunda do Benja, caso saísse mais porra. Não conseguiram, Benja tava tão dilatado que o topo entrava dentro do esfíncter. Se faltava uma prova que ele já era um cu arrombado de vez, foi essa. Dormiram até as 3 da tarde.
A vida do Benja mudou pra sempre. O irmão dele comia ele quase toda noite, o primo Johny vinha cada vez mais seguido. Com o Tanque todo fim de tarde de sexta se davam com o consolo de duas pontas e depois os dois gordos passivos conversavam por horas. No colégio ele já não era mais o gordo fedido e uns caras deram pro cu dele. Sempre discreto, mais de uma vez quiseram comer ele no banheiro do colégio, mas ali nem boquete. Ele lembrava sempre Uma frase do seu grande amigo Tanque: "a felicidade do viado passivo se baseia na discrição".
Mesmo assim, o boato se espalhou na escola e a buceta do Benja, do gordinho, ficou mais cobiçada que a do Cris, o femboy magrinho e gostoso da outra turma.
O Tanque, como sempre, tinha razão: os passivos gordinhos têm fãs.
Esta é a parte final do conto "A Bunda do Benja"
As partes anteriores, e todos os meus contos, vocês podem encontrar escrevendo na lupa "discretomf"
Benja foi acordando, pela janela já entrava o sol da manhã, ele foi despertado por uma sensação suave que vinha da sua bunda, aquela bunda que naquela noite tinha sido desvirginada pelo Johny, aquela bunda que guardava as 3 gozadas que o primo tinha deixado 19 cm bem dentro da sua buceta de puta, do seu cuzinho, arrombado pra sempre. Agora ele era acordado pelo entra e sai suave do dedo indicador do Johny, que parecia que em vez de tomar chimarrão no café da manhã, queria tomar rabetão. Entreabriu os olhos, deu um sorriso sonolento, mandou um beijinho e se deitou de bruços. Não precisava de mais sinal, Johny colocou as pernas ao lado das de Benja, abriu as nádegas morenas, enfiou a pica, que entrou suave, quase sem resistência, e apoiou o corpo nas costas de Benja. Devagar, bem de leve, a pica entrava e saía daquela bundinha grande e gostosa. O gordo só gemia baixinho, do Johny só se ouvia a respiração ritmada. A quarta transa saiu devagar, uns beijinhos no pescoço de Benja, e assim mesmo, do jeito que estavam, caíram no sono.
Às 2 da tarde o celular do Johny acordou os dois. A mãe, de Chascomús, ligou pra avisar que já estavam na estrada voltando. Bateu o desespero. Eram pouco mais de 100 km, uma hora e meia no máximo. Trocar lençóis, máquina de lavar, desodorante pra todo lado, banho na correria. Benja, por via das dúvidas, guardou a bunda lisa no bolso e vestiu a calça jeans sem cueca. Ainda sobraram 10 minutos pra um boquete ajoelhado entre as pernas do primo. Afinal, o enxaguante bucal disfarça tudo.
Chegou o carro, a tia desceu, Benja subiu, sentou do lado do irmão que, como sempre, tava concentrado no jogo de sei lá o que no celular e só cumprimentou com um grunhido. O gordo tava tão feliz que não conseguia parar de falar. "O que esse cara tem hoje, que sempre foi tão calado? Parece que passar um dia com o primo fez bem pra ele", pensava a mãe, sem imaginar o bem que fez pro Benja estar com o primo Johny, o bem que o primo Johny fez nele, mas principalmente porque finalmente cada peça se encaixou na cabeça dele e a homossexualidade do Benja foi aceita total, feliz, completa. Ele tava morrendo de vontade de gritar pros pais "sou gay", mas pensou que tinha que seguir o exemplo do Tanque, deixar todo mundo perceber aos poucos, sem ele sair berrando. Era mais político. Mas ele precisava contar, tava explodindo de vontade!!! E pra quem, senão pro Tanque?". Pegou o celular e começou a mensagear.
-Tanqueeeeeeeee, me desvirginaram a bundaaaaaaa-
-Benjaaaaaaaaaaa, finalmente putãoooo!!!, quem foi?-
-Meu primo Johny, tu não sabe a pica que ele tem, tô super feliz!-
-Tô dentro pra um ménage-
-Ainda fui com uma calcinha Booty less que roubei dos troféus do meu irmão. Tu não sabe como ficou linda em mim, e me depilei toda toda. Eu, Tanque, quero muitas calcinhas, me ajuda a comprar?-
-Fecha, vem sexta que a gente compra num site e tu me paga depois-
-Ai Tanque, se não fosse por você, obrigada, obrigada-
-Te amo muito Benja promíscuo-
-Não me chama de promíscuo!!!, sou vadia !-
-É vadia mesmo, Benja-
Chegaram em casa, largaram as malas, e cada um pro seu lado. Benja tava morrendo de vontade de ir no banheiro e se tocar na bunda, curioso pra ver como tinha ficado, mas o irmão, Santi, foi mais rápido. O tempo passava e Santi não saía. Benja olhou pra todo lado, ninguém perto, se abaixou e espiou pelo buraco da fechadura. Mmm, o que viu fez a buceta dele formigar, Santi tava se masturbando ferozmente e o pau dele era enorme!!!, maior que o do Johny. O que a natureza não deu pro irmão mais novo, deu tudo pro mais velho. "Aiii buceta, ou melhor, aiii irmãozinho" pensou Benja, a bundinha minúscula já ficava molhada. Ele Esqueceu da mãe, esqueceu do pai, esqueceu do irmão, aquela putaria recém-assumida tomava conta dele, a raba dele mandava, os hormônios descontrolados mandavam, foda-se os cuidados. Correu pro quarto, se pelou todo, pegou o desodorante, lambeu de leve e enfiou de uma vez. Ai!!, doeu, mas num minuto o Benja já tava se comendo a pussy com o desodorante, aguentando os gemidos como dava.
O Santi terminou o serviço e saiu do banheiro com uma cara misturada de felicidade e sono. Precisava dela, a namorada dele, com uma desculpa ou outra, já fazia mais de um mês que não dava a pussy e pior ainda, porque era o que ele mais gostava, já fazia três meses que negava o cu. Certeza que alguém tava comendo a filha da puta. "cuck", gritou a cabeça dele, "não dá pra confiar numa conchuda", gritou uma voz interna estranha que às vezes dava uns discursinhos, a felicidade da punheta evaporou e começou a nascer nele um ódio danado pela namorada re-slut que tinha. Precisava deitar um pouco na cama pra pensar. Abriu a porta do quarto. O irmão dele tava completamente pelado, de quatro na cama, enfiando um desodorante no cu e gemendo como o que era: uma slut.
— O que cê tá fazendo, Benja??????? — disse quase gritando.
O gordo, que na putaria de viado novo tinha esquecido de tudo e tava voando no céu do prazer anal, caiu de volta no chão como se tivesse sido derrubado por um míssil. Viu o Santi na porta e só aí percebeu o otário que tinha sido.
O desodorante escapou do cu dele e, ainda na mesma posição, quase implorando, falou pro irmão:
— Fecha rápido, Santi, por favor —
— Mas então, cê é viado, Benja??? —
— Sim, irmãozinho — O Benja desceu da cama, pegou a Booty less e, mostrando bem a rabuda pro irmão, disse — Cê gosta como fica em mim? Me desculpa, peguei a sua —
— Nnnão, não, problema. Era da Loly —
— E em mim não fica melhor? —
O Santi ficou calado, desceu a vista. Pra ser sincero, no irmão dela ficava dez vezes melhor do que naquela putinha da namorada dele. Nunca tinha reparado, mas o Benja tinha uma bunda incrível.
— É verdade sim — disse sem levantar os olhos do chão.
Os dois ficaram em silêncio.
— Se veste, vai, que se a velha chegar e te ver de fio dental, ela tem um treco — Benja baixou a cabeça, vestiu uma cueca por cima do fio dental e um short. Cada um se jogou na cama. Benja com os olhos quase fechados, pensando, lembrando, sorrindo, se tocando no clitóris e nos peitos de vez em quando. Santi sério, olhando pro teto.
Chegou a mensagem da mãe pra descerem pra jantar. Benja tava saindo quando ouviu o Santi.
— Benja, não rebola tanto, os velhos vão perceber.
— Sério? Mas eu ando igual sempre!
— Não, irmãozinho, você não anda igual sempre. Será que era verdade? Ou será que o Santi agora tava reparando na bundinha dele? A bundinha dele antes era "a bunda do meu irmão" e agora, em vez disso, era "a bunda de um viado".
O jantar passou rápido e os irmãos voltaram pro quarto. Santi, apressado, ficou só de cueca e se enfiou entre os lençóis. Benja, por via das dúvidas, tirou o fio dental, mas não ia ficar de cueca, preferiu dormir pelado. Santi não tirou os olhos dele até que a morena e deliciosa bunda do Benja desapareceu debaixo dos lençóis. Veio a escuridão, veio o silêncio.
— Benja, tá acordado?
— Tô.
— Podemos conversar?
— Fala.
— Faz tempo que você é viado?
— Sim, mas só agora tive coragem de experimentar.
— E você gostou?
— Sim, porra, não percebeu?
Veio o silêncio.
— Benja, só agora percebi, sua bunda é muito mais gostosa que a da Loly, juro.
— Você gosta? — Longo silêncio.
— Sim — Benja ouviu quase num sussurro, vindo daquela cama que estava a um metro da dele.
— Eu vi você no banheiro agora há pouco quando você tava batendo uma, e eu gostei — ouviu Santi quase num sussurro, vindo daquela cama que estava a um metro da dele.
De novo o silêncio tenso tomou conta do quarto.
Uns Passos descalços soaram no piso cerâmico, uma mão quentinha enfiou debaixo do lençol e foi direto encontrar uma rola que tava duríssima e toda molhada de pré-gozo.
Uma língua quentinha lambeu cada gotinha de pré-gozo daquele pauzão enorme e duro, uns lábios começaram a rodear aquela cabecinha, a língua começou a percorrer as bordas da glande, Santi gemeu e começou a acariciar a cabeça de Benja. Benja perdeu o medo da rejeição e começou a engolir aquele pau desejado. Subiu e desceu, lambeu, beijou, mas tava de lado, ajoelhado perto da cama, e queria chupar ele inteiro até as bolas, como o Tanque tinha ensinado, como ele tinha mamado no Johny, então puxou o lençol, subiu na cama, apoiou os joelhos dos lados do torso de Santi e engoliu a rola de novo, agora sim, quase até o fundo, agora sim, lambendo aquela uretra que daqui a pouco ia dar de presente o elixir do macho, agora sim sentindo aquela cabecinha passar pela garganta.
De repente sentiu uma delícia vindo da buceta dele, siiiim, Santi segurou ele pelas coxas e chupou a bunda dele com ferocidade, ai aquela língua na buceta dele, a bundinha dele tava no céu, teve que parar de mamar pra poder gemer e gemer, até não aguentar mais.
— Santi, irmãozinho, por favor, me come, me come!!
Em segundos o sabrão enorme de Santi tava até as bolas na raba de Benja, quase sem dor, a raba dele molhava e dilatava melhor que a buceta da Loly. Começou o vai e vem furioso, os dois gemendo, os dois gozando, o pintinho de Benja escorrendo, e com o gozo prestes a sair.
— Ai irmão, me dá tua cueca senão a velha vai ver meu gozo nos teus lençóis, fala, já vou gozar.
— Ela vai achar que é uma punheta, promíscua, sabe quantas vezes eu sujei os lençóis e ela nunca falou nada?
— Sério?, ahhhhhhhhhhhhhhh — o esperma explodiu no clitóris de Benja, a raba dele se contraiu duas, três, cinco vezes. Santi não aguentou.
— Ahhhhh, Benjaaaaaaa, que rabaço!!!!!!!! — Santi inundou ele, literalmente! Benja, relaxado e feliz, foi escorregando até ficar deitado de barriga pra baixo. Santi, sem tirar ela, ficou deitado nas costas do irmão.
—Gostou, irmãozinho?
—Ben, foi a melhor foda da minha vida, nunca a puta filha da puta da Loly me chupou assim, nunca meu pau gozou tanto com a bunda dela e muito menos com a buceta de puta dela.
—Sério? — Benja sorriu mais que feliz, levantou o quadril e mexeu a bundinha —, —cê gosta tanto da minha bundinha?
—Viado de merda, já me deixou duro, toma — a pica do irmão fez ele gemer.
O vai e vem furioso recomeçou, mas agora pele com pele, naquela pose tão gostosa que a gente viado usa, com beijos no pescoço, com as línguas se esticando pro beijo, com as mãos do Santi percorrendo os lados do Benja, procurando os peitos dele, gemido com gemido, palavra promíscua com palavra promíscua, beijo com beijo. Foi longo, sentido, enorme em porra e em gemidos. Só uma coisa não cresceu, o pauzinho do Benja, que cada vez parecia mais murcho.
Antes de ir dormir, claro cada um na sua cama e de cueca, Benja lambeu cada gotão de porra nos lençóis do Santi e Santi lambeu toda a porra que escorria da bunda do Benja. Por segurança, e por tesão, pegaram o dilatador anal que só conhecia o cu da Loly e que foi pra fechar a bunda do Benja, caso saísse mais porra. Não conseguiram, Benja tava tão dilatado que o topo entrava dentro do esfíncter. Se faltava uma prova que ele já era um cu arrombado de vez, foi essa. Dormiram até as 3 da tarde.
A vida do Benja mudou pra sempre. O irmão dele comia ele quase toda noite, o primo Johny vinha cada vez mais seguido. Com o Tanque todo fim de tarde de sexta se davam com o consolo de duas pontas e depois os dois gordos passivos conversavam por horas. No colégio ele já não era mais o gordo fedido e uns caras deram pro cu dele. Sempre discreto, mais de uma vez quiseram comer ele no banheiro do colégio, mas ali nem boquete. Ele lembrava sempre Uma frase do seu grande amigo Tanque: "a felicidade do viado passivo se baseia na discrição".
Mesmo assim, o boato se espalhou na escola e a buceta do Benja, do gordinho, ficou mais cobiçada que a do Cris, o femboy magrinho e gostoso da outra turma.
O Tanque, como sempre, tinha razão: os passivos gordinhos têm fãs.
1 comentários - A Bunda do Benja 5 (Conto Gay)
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