Minha tia gostosa

Minha tiazinha do Hiphop911 instagram: hiphop911ok Sempre acreditei que conhecia os limites entre o certo e o proibido. Que a moral era uma espécie de bússola interna, incapaz de se dobrar, nem mesmo diante do desejo mais visceral. Mas o tempo – e principalmente as pessoas – me ensinaram que nada disso é tão claro como costumamos repetir. Que há momentos em que a razão se torna um sussurro fraco e o corpo grita com uma força que justifica tudo. Não foi um impulso repentino, mas uma corrente lenta, silenciosa, que começou como curiosidade e terminou sendo necessidade. A gente não percebe quando o pensamento deixa de ser inocente e se transforma em desejo; quando o afeto se enreda com a atração, ou quando a admiração se tinge de pecado. De repente, o que antes parecia um limite intransponível se torna difuso, como uma linha traçada na água. Às vezes penso que a moral não se mede pelos atos, mas pelo que nos atormenta depois. Por aquele instante de lucidez em que compreendemos que o que nos tenta também pode nos destruir, e ainda assim seguimos em frente, como se o coração não entendesse o idioma da culpa. Há uma parte de mim que ainda se pergunta se o desejo é uma forma de amor, ou apenas uma desculpa para cruzar fronteiras que juramos respeitar. Talvez, por isso eu escreva, ou confesse, ou lembre: porque não quero me justificar, mas também não quero negar que fui humano. Que senti, que desejei, que me deixei arrastar por algo que me superava. E que, no final, compreendi que a moral nem sempre se quebra num ato, mas no silêncio prévio, quando decidimos não nos afastar a tempo. CAPÍTULO 1 O nome dela é Tanya. A jovem esposa do meu tio Roberto, recentemente falecido. De origem genovesa, veio para a Argentina quando era muito pequena, ainda uma criança, e pouco depois de passar dos 20 anos se casou com ele. As pessoas não conseguiam entender a diferença de quase 30 anos entre eles, eu também não, mas eles pareciam bem juntos. Atualmente, ela tem 28 anos, quase 10 a que yo. Uma loira linda. Cabelo comprido, loiro, às vezes meio castanho. Também, ela tem uns olhos verdes lindos, bem claros. Sempre achei que ela era muito parecida com a atriz Rebecca Romijn na juventude. A primeira Mystique do cinema live action de X-men. Aliás, meu nome é Ramiro, hehe. Tenho quase um metro e oitenta, estudo Engenharia e, não é pra me gabar, mas Deus me abençoou bem lá embaixo, hehe. A tana, como chamam no bairro, sempre foi muito reservada. Pouco ou nada se sabia da vida dela. E você nunca ia encontrar alguém que falasse mal dela. Talvez por estar com uma pessoa muito mais velha, ela era obrigada a manter um perfil baixo, sei lá... Eu, que conheço ela desde os 10 anos, posso dizer que ela é um sol. E que sol! Lembro que sempre que eu ficava na casa do tio, ela era muito legal comigo. Eu era um pirralho, claro, mas conforme fui crescendo, fui percebendo como ela era gostosa. Posso dizer que, de certa forma, ela me chamava a atenção. Ainda mais, considerando como ela sempre foi carinhosa. Meu tio não tinha filhos, não sei se porque não podia ou não queria, mas ele sempre me tratou como se fosse um filho dele, não posso negar. Em uma das últimas conversas que tive com ele, ele me disse isso. "Você sempre foi um filho para mim..." foram as palavras exatas dele. Fiquei emocionado na hora, mas não chorei na frente dele, claro. Mas isso não foi o mais surpreendente de tudo que conversamos. Ele também me pediu para nunca deixar de visitar a casa dele quando ele não estivesse mais aqui e para nunca deixar a tia sozinha. Um cara legal... Além disso, acho que esse último pedido era mais por medo de quem poderia se aproximar dela do que por qualquer outra coisa, hehe. Mas voltando a ela... Minha "tia" é uma deusa. Alta, com mais de 1,70m e um corpo invejável. Ele conheceu ela quando ela estava dando os primeiros passos na modelagem. Coisa que ela abandonou pouco depois. Eu, poucas vezes tive a oportunidade de ver ela, digamos, com pouca roupa. No máximo na piscina do tio, mas ela usava Maiôs inteiros que a cobriam toda. De vez em quando eu a via de camisola. E sim, me masturbei várias vezes pensando nela. Era difícil não fazer isso depois que ela vinha me dar um beijo de boa noite com aqueles tecidos de seda, mal presos ao corpo. Além disso, ela não conseguia esconder aquele tremendo **bundão** que tinha. Sobre isso sim, eu já tinha ouvido algum comentário. Qualquer roupa que ela colocasse, marcava tudo. Uma maçã linda! Ela também era peituda. Embora eu sempre achasse que ela aparentava ter mais peitos do que parecia. Eu era um dos poucos que tinha tanto contato com ela, além do meu tio. Muitas vezes eu fazia companhia para ela enquanto escrevia seus romances. Claro, eu era uma criança naquela época. Não como agora. Mas algo não tinha mudado. Ela continuava sendo uma **gostosa**. E eu já tinha 19 anos. Em parte pelo meu tio e em parte pelo meu carinho, uma vez por semana eu a visitava durante uns três meses. Ela sempre esteve preparada para esse fato. Mas mesmo assim, eu a acompanhei na sua tristeza. Tomávamos mate, assistíamos TV na sala. Já não existia aquela espécie de cerimônia de tia-sobrinho. Parecia mais um bom amigo ou um irmão, poderia se dizer. Eu a sentia mais solta, não tão estruturada. Como se tivesse se libertado do peso das aparências… Nós zoamos, nós rimos. Claro que havia muitos "vocês" que antes não aconteciam tanto. E muito mais confiança. Eu adorava isso. Ela começou a me chamar carinhosamente de "guri". E eu gostava disso. No entanto, tem algo mais interessante… O que eu mais curtia, era poder ver um pouco dela. Um pouco do decote, ou das pernas e das leggings justas. Até cheguei a comprovar que minha teoria era verdadeira. Muitas vezes ela não usava sutiã e dava pra ver claramente que ela tinha uns **peitões** bons. Grandes. Às vezes, vendo algum filme, eu a espiava um pouco. Talvez ela se mexia e mostrava mais pele. Dava pra notar que ela tinha uns belos **balões**. Sempre fiz tudo com muito cuidado, óbvio. Eu curtia admirar ela, completamente em segredo. O ponto de virada aconteceu num dia em que eu passava na frente da casa. Era quase uma mansão, com muitos metros de frente e fundos. Uma casa imensa, ainda mais pra uma pessoa só. A piscina ficava nos fundos, mas avançava um pouco pro lado do terreno. Se você olhasse pela grade da entrada, não via nada. Mas mais pro lado, entre as plantas, tinha um ponto cego que dava pra ver a lateral da casa. Quando tocava a campainha e não abriam, eu sempre dava uma olhada pra ver se via alguém por ali. Mas naquele dia eu não ia entrar, só tava passando, a caminho de outro lugar. Tava um calor da porra... E alguma coisa na minha cabeça me fez chegar perto da grade. Por reflexo, fui tocar a campainha, mas puxei a mão rápido. Dava pra ouvir música ao longe. Não sei por que, mas fui direto pra aquele canto que eu conhecia tão bem. Fiquei olhando e não tinha nada de mais. Até que aconteceu uma coisa que mudou minha vida. Eu vi minha tia Tanya, de longe, bem rapidão. Ela tava saindo da piscina, e me pareceu que tava pelada. Óbvio que de quase meio quarteirão de distância não dava pra ver direito, muito menos com nitidez. Mas dava pra ver pele demais pra pensar que ela tava de roupa. Deu pra ver as pernas dela inteiras, de lado. Foram só dois segundos, mas foram suficientes pra alimentar a fantasia por um bom tempo. Amei a pele lisa dela, as curvas. Será que ela tava mesmo pelada? Ou talvez de biquíni e minha mente viajou sozinha um pouco... Da parte de cima não deu pra ver nada direito, mesmo. Naqueles segundos, transpirei mais que num jogo de futebol. Tava tremendo... Do nada, lembrei que tinha câmeras de segurança na entrada, então saí de fininho na hora. Não fosse o caso dela ver a filmagem e me pegar espiando, sei lá por quê. Me recompus e continuei andando. Atordoado... Não conseguia acreditar. Será que ela tava peladona? Não sei, mas mesmo de longe, nunca tinha visto ela daquele jeito. Fiquei que nem um idiota o dia inteiro. Em casa, fiquei olhando pro teto a tarde toda. Tentava lembrar cada detalhe. Ficava pesquisando na minha mente tentava ver além. Sem sucesso, inventei o resto sozinho. Ela se despindo sobre o piso antitérmico da piscina, deixando as roupas caírem no chão… Os peitos dela balançando ao ar livre, recebendo com tranquilidade o brilho do sol… Enquanto tomava banho, me masturbei gostoso. Não tinha como não ficar de pau duro. Senti um pouco de culpa quando a porra toda saiu de dentro de mim. Afinal, era a mulher do meu tio. Mas gozei pra caralho… Mesmo já tendo ficado com algumas minas, fazia um tempão que eu não batia uma pensando em alguém assim. E ainda por cima, era minha tia. Minha tia jovem. O que eu tinha feito era errado? Não sei, mas fiquei com um desejo estranho de conseguir mais momentos assim. Minha mente pedia, meu corpo pedia… Alguns dias depois, Tanya me mandou umas mensagens no WhatsApp. Normalmente a gente se comunicava assim. Ainda com uns vestígios de arrependimento pelo que tinha feito dias atrás, respondi com a maior normalidade possível. Reconheço que eu gostava quando ela me escrevia… TAN: E aí, cara!! Eu ri ao ver a tela do celular. EU: Tan! EU: Tudo bem??? TAN: Tudo, tudo! TAN: Você podia ter me avisado que tinha vindo aqui no outro dia, seu bobo! Como assim? Pensei “ela me viu, me fodi…”. Meu coração começou a bater acelerado de nervoso. E agora, o que eu ia dizer? Não tem como ser mais burro… Tentei me acalmar e não piorar a situação. Ser o mais natural possível. EU: Ahhh, é! EU: Só passei por ali mesmo, hehe TAN: Te vi na câmera quando tocou a campainha, mas não ouvi haha TAN: Podia ter me mandado mensagem!! Agradeço ao céu aquele movimento involuntário de quase tocar a campainha. Salvou minha vida. EU: Haha, sem problema! EU: Pensei que você não tivesse em casa TAN: Tava, tava na piscina e ouvindo música, por isso não te ouvi 😅 Já tinha me acalmado. Como eu escapei! Me deu um tesão ela ter dito isso. Que estava na piscina. Só faltava ela me contar como estava e pronto, haha. EU: Ahhh, por isso haha TAN: Hehe TAN: Ei, quando você vai ter um tempo livre pra me ajudar com uma coisa?? Vai, se quiser EU: Quando você quiser, Tan, o que precisa?? Adorava quando ela pedia coisas e passava tempo comigo.
TAN: Tenho um monte de coisas pra tirar lá do fundo, mas são pesadas pra eu carregar sozinha 😁
EU: Pode deixar, quando quiser eu vou te ajudar!
TAN: Valeu, gato! Depois você dá um mergulho na piscina.
TAN: Não vou te explorar nesse calor, haha
Por dentro pensei: "coisas que não vão acontecer na sua vida de puta…". Meu verão estava prestes a começar… Será que ela ia dar em cima de mim? Seria um sonho.
EU: Haha, pode deixar!!
TAN: Então, amanhã tá bom pra você??
EU: Tô lá, hahaha
TAN: Beleza, cara! Te espero 😘
EU: Combinado!
Eu sei que é bobeira. Mas aquele beijinho fez meu pau ficar duro. Bastava um gesto, né. Eu ia trabalhar um pouco. Mas tinha certeza que ia me divertir muito com ela. A verdade é que sempre foi assim… Era meio de semana e naquele dia eu não ia trabalhar com meu pai. Ele tem uma empresa de segurança da informação e sempre me ensinava como tocar os negócios. De vez em quando me passava alguma tarefa. Mas como eu estudava, ele não me cobrava horário fixo. Eu era muito sortudo, pra ser sincero. Por isso sempre tentei aproveitar a situação e levar tudo muito a sério. Tomei café da manhã e mandei uma mensagem pra Tanya dizendo que ia quando ela quisesse. Ela não morava longe da minha casa.
EU: E aí! Quando quiser, eu vou!
TAN: Bom dia 😊
TAN: Em meia hora eu passo te buscar… Tô voltando das compras
EU: Beleza!!
TAN: 👌
E foi assim.
30 minutos depois ouvi a buzina.
Ela veio no Audi A4 branco dela.
O sorriso dela do carro fez meu dia começar excelente. Que anjo, pensei.
Pra minha surpresa, ela estava de roupa de ficar em casa. Tinha o cabelo preso num coque e uma camiseta decote em V, que deixava ver a parte de cima dos seus peitos. Embaixo, uma calça jeans azul desgastada. De fato, a vida era mais leve pra ela…
— Pronto pra trabalhar? — Ela riu com uma careta muito fofa.
— Haha, sim… Imagino que você vai fazer uns mates bons pra mim… — Respondi com graça.
— Ah, é? Hah
— O quê? Você acha Isso é de graça? - Puta merda, puta merda! - Exclamou, como diria Emmett Brown. Ele sempre falava essa frase. Seria porque o filme favorito dele era De Volta para o Futuro... Eu ri alto. - Claro, gato! Que linda ela estava. Fiquei meio corado, pra ser sincero. Mesmo não sendo do meu sangue, ela era da família. Não devia passar dos limites. De qualquer forma, já sentia que estava gostando dela... Chegamos e eu comecei a limpar umas coisas do galpão que tinha ao lado do quiosque. Muita coisa velha e inútil. - Vou me trocar pra te dar uma mão! - Ela disse enquanto eu mexia coisas de um lado pro outro. - Beleza! Eu continuei. Não sei explicar, mas a companhia dela, a atenção dela, era algo necessário pra mim. Eu me divertia muito com ela, seja trabalhando, tomando uns mates ou falando merda enquanto a gente assistia um filme. Por isso, fazia esse tipo de coisa com todo o gosto... Um tempo depois, vi ela vindo de longe. Parecia que só tinha trocado o jeans. Ela colocou uma legging... Marcava todas as pernas. Já começava a pensar coisas que não devia... Era cinza, meio surrada. De vez em quando eu olhava. E percebia que ela parecia ter a minha idade, tranquilamente... Não queria ter uma ereção na frente dela, então tentei não olhar. Mas num momento ela se abaixou pra frente e eu a vi como nunca tinha visto até agora. A bunda dela marcou toda! Fiquei obnubilado... Era uma bunda monumental. Fiquei petrificado olhando aquelas nádegas. A 'empanada' que se formava no meio era uma coisa de louco. Dava pra ver o contorno dos lábios vaginais. Não conseguia acreditar no que estava vendo. Além disso, dava pra ver o relevo da calcinha fio-dental. Fiquei azul e quando ela se endireitou, me fiz de distraído como um expert. Mas o pau já estava duro... Agora tinha que esconder de qualquer jeito. Me concentrei, mas toda vez que ela ia se abaixar, fazia um movimento na minha frente e eu via os peitos balançando ou a via de costas marcando a bunda. Era impossível... Percebi que ela não estava de sutiã. Dava pra ver, bem de leve, o contorno dos mamilos por baixo da Gata. Que dia incrível eu estava vivendo! A blusa verde que ela vestia era bem soltinha. Era uma tortura ver como os peitos dela balançavam. Sofri a manhã inteira. Já estava louco para terminar e ver se ela entrava na piscina comigo... Depois do meio-dia, a gente terminou o serviço. Mandou bem! Almoçamos uns sanduíches no quiosque, igual operários de obra. Eu ficava olhando pra ela... Não era possível ela estar tão gostosa! E ainda por cima o sol batia no rosto dela e deixava ver algumas sardas. Aff... — Tá morrendo de vontade de cair de cabeça na piscina, né? — Ela me perguntou, provocante. — Hehe, é... Que calor... — Trouxe outra roupa, né? Você tá todo sujo. — Ela deu uma risada gostosa. — Éééhh haha... Pois é! — Hehe... Zueira, zueira — Você vai entrar também? — Hmm, quem sabe um pouquinho... — Ela falou, revirando os olhos pro lado — Como assim, quem sabe? Haha — É, sei lá... Haha — Que tédio ficar sozinha... — Haha, então tá... Já que você insiste tanto... — Assim que eu gosto. — Eu ri, malandro. — Calma, cara, eh!! — Fiz meu papel de engraçadinho. — Tá bom... Entra você que eu vou me trocar... Meus olhos encheram de felicidade. Só esperava que ela não fosse usar aquelas maiôs dos anos 50. Era a primeira vez que a gente ia ficar sozinho com pouca roupa... Eu, mergulhei de cabeça na água e fiquei esperando. Era doidera o que eu tava fazendo. Olhar pra mulher do meu tio. Ex-mulher, mas deu pra entender. Não tinha um pingo de vergonha pelos meus atos... Eu só tava de short, azulado e bem fresco. Ahhh... Que bom que era ficar assim... Quando eu vi ela vindo da casa! Ela caminhava como se estivesse desfilando. Fiquei olhando. Toda vez que eu fazia isso, Tanya soltava aquele sorriso que desmontava qualquer um. Dessa vez não foi diferente... Ela tava com um shortinho minúsculo. Metade do tamanho do meu, pra comparar. Mas em cima, só o top do biquíni. Eu babei sozinho. Não só ela tinha uma cintura fitness de dar inveja, como os peitos dela eram lindos. Naturais e grandes... Deus! Nunca tinha visto ela de maiô. Não dava pra evitar a reação. com nervos. - O quê?? - ela perguntou, inocente e rindo. - Não, nada… - sorri, meio sem graça. - Você ficou paradinho haha - Só tava te vendo desfilar haha. - falei, esperto. Ela soltou um daqueles sorrisos que derretem. - Vaaai!! Não sei se era por causa do sol, mas ela estava toda corada no rosto. - Haha sério! Uma super modelo! - Haha nossa, que elogio! - ela disse enquanto se abaixava para colocar os pés na piscina. Foi aí que vi aqueles balões levitando. Não podia ser… Hipnóticos… O biquíni era vermelho e fazia você olhar para os peitos dela com vontade de desidratar tudo chupando eles. Acho que ela percebeu que eu estava olhando… Senti uma pontada no peito como se estivesse caindo no vazio. Não podia ser mais besta! - O que você tá olhando, hein? - ela falou com cara de provocação. Que pedaço de salame… O que eu digo? Pensei. Olhar assim pra ela, tão deslocado e óbvio… - Que estranho te ver de biquíni… Você sempre usava aquele outro tipo de maiô hehe - Aahh… É… Seu tio não gostava que, digamos, eu mostrasse tanto… - Ahh… - Olha o que eu tô te contando haha… - ela mexia os pezinhos na água. - Haha e aí? Não vai entrar?? - Tá fria haha - Bom, agora eu saio e te jogo de uma vez… - Não exagera… Nem pense nisso… Eu adorava zoar com ela. Ela sempre entrava na brincadeira… Muito sacana, sempre. - Mmmm não sei. Talvez… - Tá cheia de confiança hoje… - E ela ria de lado, de brincadeira. - Beeem… - E fiz que fiquei ofendido… - Tô te zoando, bobo. - Ela sorriu. Fingi que estava andando triste, desolado. Ela ficou… - Eei!! Ficou bravo?? Ela ficou me olhando enquanto eu me aproximava como se fosse sair. Fez um silêncio enorme e só dava pra ouvir a água se mexendo. Quando, de repente, agarrei seus braços e joguei ela dentro da piscina. A explosão respingou longe, hehe. Ri, malvado. Fiz ela entrar que nem um cavalo. - Aaaahh…. Filho da puta do caralho… Oooohh, tá gelada!!!! - Ela disse morrendo de frio, mas rindo. - Nunca confie em mim. - Como você me enganou, seu merda haha Como os peitos dela brilhavam com a água. Que delícia eles estavam. - Hehe você tá Linda toda molhada. - Me escapou dizer isso. Não percebi. O inconsciente me traiu. - Pô, pô, ehh!! Eu não sou nenhuma das suas namoradas... Só ri. Mas adorei que você tenha dito isso. - Eu não queria molhar o short... Droga, droga! Vou te matar! - Mas você riu... Era meu objetivo! - É... - E ela ria dando razão pra mim. Que momento lindo. Aproveitei como nunca. Ela se mexia e os peitos pareciam flutuar. Como balançavam! Uma loucura... Ficamos um tempinho. O sol batendo no rosto dela, embelezava de um jeito especial. Dava prazer olhar... É linda demais. A verdade é que eu estava me divertindo muito com ela. Gostava muito... E isso fazia o tempo voar. Um tempinho depois, já íamos sair. Tanya foi primeiro. Olhei enquanto ela andava de costas. Eu estava feito um tarado malicioso. O shortinho fino colava divinamente na bunda. Deixava ela bem volumosa. Tremendo. Eu saí atrás dela. Ela se secou na minha frente. Se inclinava passando a toalha e os peitos balançavam pra caralho. Implorava pra um deles escapar. - Vou tomar um banho e volto, me aguenta ou quer ir já? - Não, não, sem drama, te espero! - Oka... Uma vez pronta, foi tomar banho. Eu me troquei, lembrando cada curva do corpo molhado dela, hehe. Minha cabeça ia ficar maquinando um tempinho com o que rolou naquele dia, hehe. Depois, fui pra sala esperar ela. Ao me sentar, notei que o notebook dela estava na mesa, aberto. Toquei no touchpad e estava ligado. Algo em mim se acendeu de repente... Me deu vontade de bisbilhotar. Ver se tinha fotos ou vídeos, sei lá. Era errado. Eu sabia. Mas mesmo assim, me joguei. A tentação foi maior. Com o coração batendo forte, comecei a procurar. De longe ouvia o barulho do chuveiro. Tinha fotos soltas, mas todas normais, de família. Arquivos de texto e tal. Nada importante. A adrenalina estava lá em cima... No canto superior da área de trabalho tinha uma pasta. Chamava "Tanya". Passei o cursor sobre ela e na descrição dizia pesar mais de 15 gigas. Engoli seco e cliquei. Mas não consegui entrar. Tinha senha. Que merda! Mas se tinha senha, algo privado guardava ali. Com certeza… Coisas privadas, íntimas? Precisava ver o conteúdo. Mas como? Pelo menos naquele dia não ia dar. A Tanya podia sair do banheiro a qualquer momento… Para piorar, ia ter que evitar que ela viesse pro notebook, até a tela apagar de novo como estava. A curiosidade ainda se regozijava em mim. Na lixeira tinha arquivos. Entrei, mas nada. Nada do meu interesse. Fui além e abri o navegador de internet. A verdade é que eu estava enlouquecido, fora de mim, ha. Tava com muita tesão depois da piscina… Abri o Facebook e entrei. Abriu a conta dela. Tinha uma senha salva, então entrei sem problemas. Tinha perdido o controle… Tava envolvido numa curiosidade incontrolável. Mas isso era perigoso. Se me descobrisse, tava frito. Além disso, perderia a confiança em mim pra sempre. Imediatamente, fui invadido pelo medo e saí. Não podia fazer aquilo. Era muito arriscado. Mas não sem antes ir em “opções avançadas” e ver se a senha tava salva. Pensei que talvez ela tivesse alguma conversa quente ou tinha mandado alguma foto por ali. Não acreditei que teria sucesso. Normalmente não salvam senhas desse site. Para minha surpresa, essa era a exceção. Tava salva. Me senti um espião secreto. “Ibiza2017” era a senha. Engoli seco e voltei pra tela inicial. Ouvi o chuveiro. Tudo bem… Imediatamente tentei na pasta. Não deu, não era. Mas pelo menos tinha a senha do Facebook dela. Tava errado o que eu tava fazendo. Mas minha pica tava agindo por conta própria. Apaguei todos os rastros e ouvi que ela tinha terminado de se banhar. Já era o suficiente… Fui pra cozinha. No que eu tava pensando? Tinha enlouquecido? Me arrependi em certo ponto, mas a ansiedade por descobrir mais dela me dominou… No minuto seguinte apareceu a Tanya com uma camisão longo e uma toalha na cabeça. Em algumas partes dava pra ver através da água. Será que ela estava pelada por baixo?
- Tudo bem, neném?
- Sim... Mas... Por que "neném"? Haha
- Porque você é um neném haha
- Estou a algumas semanas de entrar nos 20, igual você hehe
- Haha... É verdade...
Ela percebeu que eu estava olhando. Olhou pra si mesma.
- Fiquei seca que nem o c... Vou me trocar antes que você veja uma teta. - Ela riu.
Deus. Não se troca...
Eu ri da minha própria expressão atônita.
Ela virou as costas e foi embora. Enquanto se afastava, dava pra ver a camiseta colada na sua bunda. Mal dava pra cobrir quando ela secava o cabelo e a blusa subia. Parecia que não tinha nada por baixo.
Meses atrás, ela nunca andaria assim pela casa na minha frente ou de qualquer um. Ou seja, pela lei, ela era minha tia. Mas a realidade era que Tanya ainda era uma garota. Só um pouco mais velha que eu...
Fiquei pensando no jeito que ela falou comigo. Gostei...
Pouco depois, ela voltou já trocada. Eu tinha coisas pra fazer em casa, então falei que ia embora.
- Tan, tô indo!
- Uhh, já vai?? - Ela falou como se estivesse triste. Qual foi?
- Sim, por quê?
- Achei que você ficaria mais um pouco... Mas se tem que fazer algo, não liga pra mim, vai...
- Não, como assim?
- Sei lá... Ver alguma garota, por exemplo. - Sorriu, provocante.
- Hehe não, nada a ver...
- Não seria nada de mais, digo...
- Não, não... Só pensei que você queria ficar tranquila, talvez... Sei lá...
- Haha não... Como sempre você fica... Por isso achei estranho...
- Ok...
- Vamos ver um filme, companheiro?
Não podia ser mais fofa. Como dizer não?
- Bora!
Ela curtia muito minha companhia. E eu não ficava babando o tempo todo. Bom, pelo menos tentava não fazer, ha. Dava pra levar numa boa...
Ela preparou uns cafezinhos e fomos ver um filme na sala. Era um de espaço. Tava bom. E éramos muito bons companheiros de filme, pra falar a verdade. Eu olhava pra ela, com aquela camisinha até o umbigo e o shorts de jeans.
Deus! Em alguns momentos eu queria pular em cima dela.
Ela tava muito gostosa... Além disso, a gente se dava super bem.
Tanto que, em um momento, cagando de rir, ela disse que "tava mais pra ser prima minha do que tia". Tanta razão... Naquela tarde eu olhei demais pra ela, algumas vezes. Não sei se ela percebia, mas quando notava, ria. Talvez não soubesse com que olhos eu tava olhando. Ela me olhava como se nada tivesse acontecendo. Realmente curti aquela tarde. Ela é daquelas pessoas que dão até satisfação visual. Mas já tava meio tarde... - Bom... Te pago todo o trabalho, me banca - O quê? Naa haha - Como assim não? - Fiz pra te ajudar, não pra você me pagar.... Além do mais, a gente se cagou de rir... - Trabalho é trabalho.. - Se não, não te ajudo mais haha - E então... Você arruma as coisas e nada? - Me sinto útil, aprendo também... E a gente se diverte um pouco... Além do mais, bom, você sabe... Às vezes sinto como se fosse minha casa... - Bom... Tem certeza? - Sim... E se quiser a gente troca a fiação das luzes do fundo... Tá velha já e em algum dia de chuva vai pifar tudo - É um trabalhão isso... - Você me paga com comida haha. - Ela se matou de rir. - Que barato! - Viu? haha - Bom, vamos ver... Acho que ela gostou da minha resposta. Dava pra ver nos olhos dela uma certa satisfação ao me olhar... Alguns minutos depois, quando já era hora de eu ir, ela se ofereceu pra me levar. - Te levo? - Naaa, são umas quadras só - Tem certeza? Te incomoda se eu te levar? haha - Haha não, por quê? - Não sei.... Não é que eu te trato como um menino, hein... É o mínimo que posso fazer - Haha não, eu sei... - Não quer que alguma mina te veja descendo do carro de uma deusa como eu? - E fazia caras. Mmm... - Hehe não... Me leva, vai! - Haha vai... Dirige você.. Ela jogou as chaves do carro pra mim como Han fez com Sean, em Tokyo, e saímos da casa, em direção ao carro. Era perto mesmo, mas mais um tempinho com a Tanya nunca podia ser ruim. A gente foi conversando e se cagando de rir. Combinamos de continuar no dia seguinte. Ela viajava muito confortável sentada, com um pé em cima do banco. Ficava muito cancheira. Não podia ser mais linda... O cabelo comprido caía pela frente. Tinha um braço apoiado no joelho. - Você Falta o boné e você parece uma rapper haha
- Haha, é mesmo? Eu, eu!!
- E ela fez o gesto com as mãos
- Haha, que maldade
- E como seria meu nome de rapper, vamos ver?
- Mmm não sei... Tany Tan... Taz-Tanya...
- Eu ri com esse.
- Siiim Taz-Tanya, gostei... Haha
- Haha viu... Depois me diz que horas a gente começa amanhã
- Se quiser vem às 10... Tá bom?
- Vamos!
- Toma a chave do portão, caso eu tenha saído ou algo assim... Entra tranquilo... Ela me dava as chaves? Bom, hehe... Embora fossem só as do portão.
- Ok... Já tínhamos chegado.
Conversamos 2 minutos sobre o que tinha que comprar e tal. Não era muito, mas eram alguns itens essenciais pro trabalho.
- Agora vou me sentir sozinha em casa... Droga, droga haha.
- Ela me deu um sorriso doce que me derreteu. Sério que ela tava me dizendo isso?
- Haha, eu também... A gente se divertiu pra caramba hoje! Mas amanhã continua!
- See!! Vamos lá, cara!!
- Ela sorriu. Eu também. Parecíamos dois namorados no carro conversando, ha.
Depois descemos e ela veio me cumprimentar.
- Até amanhã!
- Até mais, Taz-Tanya hehe
Ela me cumprimentou e entrou no carro rindo pra caralho. Eu fiquei olhando até ela ir embora.
Que dia!
Algo estranho eu sentia em mim.
Eu tava gostando da minha tia? Ufff... Poderia ser um problema se fosse. Não só por ser da minha família, mas pelo fato de ser a mulher do meu tio. Aquele que eu tanto amava. E que tanto me amou...
Balancei a cabeça e entrei. Melhor não pensar nessas coisas...
Um tempo depois, à noite, não parava de pensar na questão do computador dela. Fiquei com muita vontade de ver se no Facebook dela tinha alguma coisa. Me invadiu um puta tesão de curiosidade. Outra parte de mim, no entanto, sabia que era errado.
Me mordi e me mordi pra não fazer. Ela era um sol comigo, Tanya. Não podia fazer isso. Seria trair a confiança dela. Não tinha porquê.
Embora o desejo de descobrir mais sobre ela também fosse insustentável. Não dava pra fazer escondido... Pensei e cravey os dentes nos lábios várias vezes, hehe. E bom, finalmente, não fiz.
Tomei um banho e, isso sim, me dei uma punheta soberana.
Lembrava daqueles peitos na Piscina. Suas lindas pernas. Acho que já estava ultrapassando a linha. Mas se era o que eu sentia por dentro, por que teria que ser errado? Era a realidade. Minha realidade… Depois que terminei, pensando nela, talvez eu sentisse um pouco de culpa, hehe. Era lógico. Fui dormir mais aliviado. Como se tivesse tirado um grande peso das costas. Dormi feito um bebê e com um sorriso estampado no rosto… No outro dia… Acordei cedo, com muita energia e entusiasmo. Separei algumas ferramentas que ia usar. Fiquei orgulhoso de mim por não cair na tentação e fuçar nas coisas da Tanya, hehe. Tomei um café da manhã e às 10h, meu velho me levou até a casa dela. Me deixou no portão e seguiu. Toquei a campainha e nada. Que estranho… Olhei pelo lugar secreto e não vi nem ouvi nada. Parecia que não tinha ninguém em casa. Então, como a Tanya tinha me dito, decidi entrar por conta própria. A frente da casa era incrível. Muito verde, caminho de pedras, árvores. Fácil, essa casa valia uma grana preta. Fui pelo lado, para levar a bolsa de ferramentas até o fundo. Estava um pouco pesada. Um silêncio envolvia toda a casa. Só se ouvia o canto dos pájaros. Mas ao chegar na área da piscina, meu coração disparou, quase a ponto de explodir meu peito. Na borda da piscina estava Tanya, tomando sol, de bruços. Estava com um micro biquíni verde claro. Quase explodi a cabeça. Era a primeira vez que a via com tão pouca roupa. O bumbum em forma de maçã apontando para o céu. Mal coberto pela calcinha fio dental, brilhava de um jeito que fazia minhas papilas gustativas trabalharem como nunca. Dava para ver um pouco da carne na lateral da buceta que se formava entre as nádegas. Isso é real? Fiquei vermelho. A pele lisa da sua bunda e pernas deixaram meu pau duro pra caralho. Não conseguia acreditar no que estava vendo. Ela percebeu minha presença e pulou do chão. -Nenê!!.- Se cobriu com a toalha. Vi a parte da frente do biquíni. Os triângulos eram uma coisa… pequenos. Cobriam só 30% dos seus peitos. Que infarto. Olhei pro lado. -Desculpa, Tan... Você disse 10h e pra entrar se não atendesse... -Que horas são?? -perguntou, perdida. -Tipo, 10h20 já... -Uhh, nem percebi a hora... haha. -Começou a rir meio sem graça. Tinha um livro na frente. Comecei a me acalmar vendo que ela tava levando na boa. -Nossa... Desculpa... Tô quase pelada. Tinha que dizer algo pra minimizar a situação. -Pelada? O povo não vai assim pra praia ou piscina? Haha. Ela me olhou. Fez uma careta, tipo "assim mesmo? Não...". -Haha do jeito que tô agora... Tô com vergonha de você ter me visto, cara... Vi ela meio constrangida. Estranho. Eu só ria como se nada. -Como se eu nunca tivesse visto ninguém assim... -Saiu o espertinho de dentro... -Mas tudo bem haha... -Ela se cobria bem com a toalha pra ir se trocar. Eu só esperava que ela não olhasse o volume que tinha formado entre minhas pernas... Meio corada, ela se levantou e foi pra dentro. Nunca vou esquecer essa imagem. Nunca mais... Me dediquei a fazer o possível pra baixar minha ereção. Não queria que ela me visse assim. Isso seria desrespeitoso, grosseiro. Como explicar? Precisava começar a me controlar mais. Um minuto depois, ela saiu com um shorts e uma regata rosa. -Agora sim, já botei uma roupa haha -Hehe -Por favor, não conta pra ninguém que me viu assim, hein... -De biquíni? Qual o problema? Haha. -Minimizava tudo. -Tá bom... Mas não era um biquíni qualquer... Era um bem pequeno... Dava pra ver tudo... Não quero que fiquem falando besteira de mim, depois... Fiquei quieto. -Claro... Não se preocupa... Mas você não devia ficar preocupada com o que os outros pensam... Era compreensível ela pensar assim. Afinal, era viúva fazia só alguns meses. Notei ela meio estranha... Tinha ficado desconfortável que eu tivesse visto ela daquele jeito. Percebi isso. Quer dizer, era algo novo. Mas também não era pra tanto. Era o que eu pensava, pelo menos. -Bom... Já tomou café? -Sim, sim... Se quiser, começo... -Como quiser! Vamos lá! Com a companhia dela, fiz o serviço. Ficamos quase até o final da tarde. Não deu tempo, nem espaço pra coisas libidinosas. Além disso, senti que vê-la com aquele biquíni tão minúsculo afetou ela um pouquinho, hehe. Não quis criar mais nenhuma situação desconfortável. No fim das contas, o que eu mais queria era continuar compartilhando momentos com ela, então não ia fazer nada pra atrapalhar isso… Já eram umas 15h. Se eu disser que não imaginei aquele bunda quase nua enquanto trabalhava, tô mentindo… O trabalho ficou espetacular. Tinha que ver à noite como a iluminação ficou. Mas ela economizou uma boa grana com a minha mão de obra. Isso sem dúvida.
- Gênio!! Quero que chegue a noite pra ver como fica haha
- Haha depois tira foto e me manda…
- Como assim, não vai ficar pra ver sua obra?
De novo ela pedia pra eu ficar. Eu adorava quando ela fazia isso…
- Bemm… Se você quiser… - Respondi, me fazendo de bonzinho.
- Claro… Te devo um jantar daqueles, no mínimo hehe. - Ri, cúmplice.
- Agora vou mergulhar de cabeça na piscina, com sua permissão…
- Vai lá… Eu também… Mas vou colocar algo a altura haha. - Tive uma ideia.
- Entra assim haha, olha se vai se trocar por minha causa…
- Assim como estou?? Haha
- Com a sunga que já tem por baixo…
- Ahh, claro… Quase pelada. - Ela riu, provocada.
- Pelada… Meu Deus! - Insisti.
- Você tá confiante, hein, cara… haha. - Ela ria, incrédula com minha atitude.
- Mmmm, eu sei…
- O quê? - Ela me olhou curiosa.
- Cê sabe que você é modelo…
Ela fez cara de “que que esse cara vai soltar agora…”
- Sssee… Era… E daí?
- Bom… Entra na piscina como estava antes e é tipo um show que você faz e me paga assim…
- Assim como? - Perguntou atônita.
- Me deixando ficar nele haha…
Ela me encarou fixo. Pronto, vai me mandar à merda, pensei.
- Posso te fazer uma pergunta?
- Pode… - Espero que ela não tenha levado a mal.
- Como você pensou numa besteira dessas? - E ela explodiu de rir, muito provocada. Ufff. Quase morri…
- Hehe… Acabei de inventar.
- Tá na cara, Engenheiro… Mais elaboração na próxima haha
- Tá bom haha, vou tentar. Meio termo. que olhava para o chão. Pensava. Ele estava considerando? Hmm… Ele levantou a cabeça e me olhou. -Tá bom… Mas não me olha, hein…- Sério? me perguntei por dentro. Excelente… Quando eu tinha perdido as esperanças, ele disse que sim! O dia não podia estar melhor… -Haha, vamos lá… Vou colocar o short. Fui me trocar. Pensei em como eu ia dar uma olhada na bunda dela sem que ela percebesse. E sem que ela notasse minha ereção garantida! Essa coisa de fazer coisas no limite do pudor estava me dando um formigamento enorme na barriga… Que minha tia tivesse essa confiança comigo era o máximo. Me fazia sentir, sei lá, incrível. Quando voltei, ela já estava na água. Deus! Não podia ser mais gostosa… Vi a bunda dela debaixo d’água, de costas. Só um pouquinho, até que ela percebeu que eu estava entrando. Com os braços, ela se cobria um pouco. Ela estava corada e não era só por causa do sol. -Fica aí, você!.- Ela riu. -Haha, nervosa, Potter? -Se acha esperto só… E mais respeito que eu sou sua tia… -Mas você poderia ser minha prima, melhor…- Eu zoava para provocá-la. Ela entrava na brincadeira. -Haha, quase troquei suas fraldas… -Ah, para, exagerada! haha -Você é uma criança… Olhei para ela com a cara do careca da múmia. Ela morreu de rir. -Bom, você não é um neném, mas eu sou sua tia… Pelo menos, legalmente haha -Minha tia gostosa!!.- Exclamei e ri. Bem atrevido. -Como é???.- Ela parou. Me olhou sem saber se ria ou me matava. -Claro haha Que outro cara tem uma tia tão jovem e gata?? Absolutamente ninguém haha Ela não aguentou e caiu na risada. -Cara… Vou te matar… Tia gostosa… Deus… Ela ria de um jeito tão fofo… -Além disso… Temos quase a mesma idade… Ela me olhava como se dissesse que eu tinha razão. Mas não entendia minha repentina confiança. Quando ela se distraía, eu olhava para os peitos dela. Que vontade de lamber eles… Bem molhados pela água, eram uma delícia. -Bom… Acho que já me refresquei o suficiente… Ela continuava cobrindo os peitos com os braços. -Já?? -Sim… Além do mais, tenho vergonha de ficar assim, na sua frente… -Por mim, fica haha -Sim, sim… Vejo que você não tem problema… Você é bem atrevido… Ela ria como se estivesse pensando. Eu também, tentando normalizar minha conduta. -Haha mas o que tem de errado? - Ela ficou me observando. -Acho que nada… Como essas situações me deixavam! Indescritível o que eu sentia… -A água tá boa -É… Você tá com o pescoço todo vermelho… - Ela disse -Não me liguei de passar filtro quando fazia as coisas -Depois vai se fuder, dermaglós -Qualé!! -Bons esses abdominais, hein… -Haha viu… -Também não se faça de bonitão… - E ela riu -Hehe você também tem abdômen… Ela levou uma mão para tocá-los e liberou um pouco seus peitos. Que delícia… Cada centímetro quadrado de seus seios preciosos era terrivelmente delicioso de se ver. A pele, lisa, brilhava de forma esplêndida. Ela viu que eu estava olhando. -O que tá olhando? Se dá pra saber… -Seus abdominais haha. - Exclamei, rápido. -Ah, claro! - Respondeu como dizendo “tava me olhando as tetas, cara”. Ela riu e eu adorei que ela fez isso. Só de pensar que ela considerou essa possibilidade. Ufff… Dava aquele toque especial de que estávamos fazendo algo que não devia. Ótimo… Me deixava no auge… Conversamos um pouquinho assim e ela se preparou para sair. Ela não era de ficar muito tempo na água, aparentemente. Ela se cobria um pouco, me olhava. Deixava um pouco mais à vista. Se cobria de novo. Eu também não olhei muito descarado. Foi o suficiente aquele olhar que ela me deu para eu viajar durante todo esse tempo. Será que ela realmente pensou que eu tava olhando as tetas dela? Senti um frio na barriga… Com menos vergonha já, de costas, ela saiu. Vi toda a bunda dela nua de novo. Era incrível. Te deixava duro, pra caralho. E ainda por cima, ela nem se cobriu. Isso sim me pareceu estranho. Ela virou se enxugando e agiu como se fosse normal que eu estivesse vendo. Como se nada, ela disse que ia preparar um lanche. O tesão me invadiu de novo… Ela passou da vergonha extrema a não falar nada em questão de uma tarde. Ou talvez por causa do reflexo do sol, ela não me viu. Poderia ser. Mas, tomara que continuasse assim. Ela andou balançando a bunda como uma deusa até entrar na casa. Eu a devorei com o olhar. Como aquele rabo balançava pros lados a cada passo, era uma atração fatal. Um tempinho depois eu saí também e fui pra dentro. Mas antes de entrar, fiquei numa das janelas, de ladinho, já que vi outra cena preciosa. Era a Tanya, ainda de biquíni, tirando uma selfie de cima, com o cabelo solto. Fazendo biquinho. Que inferno era… Mentiria se dissesse que não a capturei na minha mente… Linda…Minha tia gostosaClaramente, ela não ia postar nas redes sociais. Seria para alguém? Melhor nem pensar nisso. Aqueles peitos… Uma verdadeira femme fatale. Fiquei observando enquanto ela tirava as fotos. Até dava vontade de tirar uma também, mas não tinha o celular por perto. Além do mais, já tinha imortalizado a cena na minha cabeça. Depois, ela foi pra área do quarto dela e eu entrei. Com o pau duro que nem ferro quente, também fui me vestir. Doeu um pouco fazer isso, hehe. Acomodei meu ganso inchado pro lado, como deu. Tava muito excitado, na real… Pouco depois, já trocados, a gente foi lanchar. Ela vestiu uma roupa de ficar em casa e o coque voltou pro cabelo. Enquanto comíamos, ela disse:

- Fazia tempo que alguém não me via assim…

Gostei do rumo que a coisa tava tomando.

- Assim como? - Fingi que não entendi.

- Como na piscina, bobo haha

- Ahh haha, sério?

- Sério… - Ela falou com vergonha.

- Mas você também não tava pelada, Taz-Tanya… - Ri como se nada.

- Ai, nenê! Hahaha

- E é haha. Tava me fazendo de besta como ninguém.

- Mesmo assim…

- Você tem um corpão, por que não deixa rolar?

- Opa, opa haha… - Ela falou abrindo os olhos.

- Beeeem… Só tô dizendo.

- Ah, é?? Você acha isso?? - E fez uma cara de satisfação. Isso me deixou doido.

- É… - Tive coragem de falar.

- Quando tô sozinha é uma coisa… Não tenho problema.

- Bom, mas é normal, ué… Não é nada demais.

- Sei lá… É costume de tantos anos… - Eu entendia. Mas mesmo assim não tava entendendo o bronzeado uniforme que ela tinha. Não tinha partes brancas.

- Mesmo assim… Não, nada. - Parei. Não quis continuar.

- O quê? Me conta!

- Haha, nada não, era uma bobagem.

- Então me conta. - Ela continuou intrigada.

- Não é que eu tenha visto muito… Mas não dava pra ver partes brancas, pelas marcas do biquíni, digamos… - Falei com uma cara de pau enorme.

Ela sorriu de modo malicioso e olhou pro lado. Meu Deus…

- Haha

- O quê? Haha

- Não, nada… - E fazia uma cara de quem tava escondendo algo.

- Agora, conta você! Haha

- É que às vezes… Não, não posso contar isso… - Ela parou. - O que foi?
- Eu já sabia onde a parada ia dar e isso estava me deixando louco. Será que eu estava sonhando? Fiquei dormindo em algum momento?
- Nada, mano... Pra que eu falei! Porra, porra haha
- Aaaa agora eu sei onde a parada vai parar… - falei, confiante. Olhei pra ela e ri.
- O que você tá pensando?
Ela me encarou firme. As sardas do rosto dela apareciam de um jeito lindo.
- Você pega sol na... né?
O rosto dela ficou vermelho profundo. Intenso. Vulcânico… Acho que exagerei na pergunta. Ou melhor, na afirmação, hein…
Ela não falava nada. Só me olhava tentando achar a resposta certa. Abriu os olhos que pareciam um cu e respondeu:
Me segue no hiphop911ok e descobre como continua…

1 comentários - Minha tia gostosa

puro IA
tiene bocha de años esta historia... es un repost de una cuenta secundaria