Priscila na oficinae seu Chente, com a mesma paciência, voltou-se para os outros e disse: vamos! O que estão esperando? Continuem, que esse carro não vai se consertar sozinho, e se retirou para o banheiro enquanto os outros seguiam com o carro.
Carlos... você está bem? – perguntou Priscila
Sim... só me desculpa, não foi minha intenção... disse ele tentando não olhar para ela
Priscila se aproximou dele de frente e ele desviou o olhar...
Olha pra mim – pediu Priscila, isso não é nada, essas coisas acontecem, dizia mostrando a mancha da mão no suéter, mas Carlos continuava sem olhar para ela...
Olha pra mim, eu falei! – disse ela séria e Carlos obedeceu, e o que viu foi um sorriso carinhoso
Já te falei que não foi nada, bobinho, vai continuar trabalhando, o dia ainda não acabou – disse ela empurrando ele e deu um tapa na bunda de Carlos que o surpreendeu.
Priscila viu ele de costas, sorrindo, tinha algo naquele garoto que ela gostava, e ela se assustou quando sentiu uma rola dura atrás dela, entre a bunda, e a voz de Dom Chente no ouvido: "gosto quando você fica brava… parece que o menino precisa de ajuda, amor, quer que eu te dê um tempo com ele?"Velho safado… disse ela enquanto apertava a rola dele com os glúteos. — Não se aguentou, né… — respondeu ela, no mesmo tom de voz que ele usou.
— Não, mamãe, sabe que ainda tenho vontade de você, e Carlinhos precisa de uma mulher fogosa… quer que eu te dê o espaço pra você tirar o leite dele? — pergunta Dom Chente, enquanto continuava esfregando a rola em Priscila, que gemia gostoso.
— Sim, papai, quero sim tirar o leite do menino… gosto dele e quero provar e ver a pica desse garotinho — respondeu ela com a voz baixinha, enquanto se tocava.
— Merda, você já me fez ficar molhada — respondeu ela.
— Mas pelo menos te ajudei a aliviar um pouco — disse Dom Chente enquanto apertava as nádegas de Priscila com força, que mordia o lábio.
Ao que ela respondeu com um gemido, balançando a cabeça.
Dom Chente se enfiou atrás dela e virou pros veículos com um sorriso safado
Priscila virou pro banheiro, fechou a porta e ficou se dedando gostoso pra caralho
Não só pelo que o Dom Chente fez de esquentar ela e preparar o caminho com o Carlos… é que, ao fechar os olhos, a Priscila percebeu que aquele toque do Carlos não foi um simples agarrão, teve um apertão leve que mandou um choque nela, só que o Carlos tava envergonhado, não queria passar dos limites com a Priscila, mesmo ela já tendo plantado a sementinha, com aquela história de "ter liberdades". E pensando nisso, ela continuou se dedando até gozar forte e teve que tapar a boca pra ninguém ouvir ela gritar, ficou lá recuperando o fôlego, porque sabia que, com o Carlos, ia precisar de força pra conseguir ordenhar ele do jeito que ela queria e as luvas de látex amarelas dela com um vidro de lubrificante iam ajudar nessa tarefa. Saiu do banheiro e foi pra recepção esperar a hora do almoço.Chegou a hora do almoço, os outros caras da oficina foram pro restaurante da esquina, enquanto o Carlos tinha se virado pra uma cadeira e deixado o pote de comida perto, não queria ir com os caras, não depois do que tinha acontecido. A Priscila percebeu que o Carlos não tinha saído, quando ouviu o Vicente falar: "Pris! Vou fechar por enquanto, segurança primeiro, a gente volta daqui a uma hora, já avisei os meninos... você não trouxe comida, né?"
E ela respondeu: "Não, Seu Vicente, não trouxe nada, talvez um leite, mas adoraria comer alguma coisa" – respondeu ela com malícia.
"Fica tranquila – vou te trazer algo, enquanto isso, aproveita seu copo de leite" – respondeu ele com um sorriso, enquanto fechava a porta de metal e ficavam só a Priscila e o Carlos na oficina.
O Carlos tava sossegado e calado, comendo a comida no pote, quando viu a Priscila se aproximar. Estranhou que ela não tivesse ido com os outros.
"Você não ia almoçar com a galera?" – perguntou o Carlos.
E a Priscila respondeu: "Não, pedi pro Seu Chente me trazer algo pra comer. Preferi ficar aqui com você e conversar, já que a gente não teve chance de bater um papo."
O Carlos engoliu seco... tava ficando nervoso.
"Calma, Carlinhos, não vou te morder, só quero conversar e te conhecer melhor" – respondeu a Priscila com um sorriso, tentando relaxar o menino, porque percebeu que ele ficou tenso.
Pegou uma cadeira e sentou do lado dele, e então falou:
"Vamos ver, Carlos... me conta sobre você, tem namorada?"
O Carlos arregalou os olhos – ele sabia que quando uma mina perguntava essas coisas, era pra sondar o terreno.
Tossiu um pouco e limpou a voz, dizendo: "Não, não tenho namorada, tô solteiro..."
"Ai, que coisinha!" – disse a Priscila.
"O quê?" – perguntou ele.
"Nada, nada, é que eu tava pensando que uma mulher que te tivesse como parceiro devia ser sortuda" – respondeu ela, sorrindo pra ele.
"Quem me dera fosse assim, Priscila, pelo menos a senhora tem onde escolher. Pegar, enquanto apontava pro anel no dedo e pro macacão do Don Chente pendurado no cabideiro. – Eu nem isso tenho, falou com um certo tom de apatia.
Priscila percebeu, algo soou diferente na voz de Carlos e com aquela voz meiga que ela raramente usava, se interessou.
Quer me contar o que aconteceu? – perguntou ela
Priscila interessada na história do CarlosBom… teve alguém por quem eu “fui apaixonado”, mas as coisas não rolaram — Carlos hesitava se contava ou não, não queria dar muitos detalhes, era a primeira vez, depois de uns dois anos, que outra mina falava com ele ou mostrava interesse.
Priscila percebeu, suspirou e disse: Ela te botou chifre, né?
Carlos olhou pra ela estranho… como ela sabia??? — ele nem tinha contado ainda.
Priscila entendeu a cara dele e sorriu: Moleque, sou adulta, não sou mocinha, disse ela rindo.
E Carlos sorriu meio sem jeito.
Me desculpa, mas é a primeira mina que mostra interesse em mim depois de um tempão — respondeu Carlos.
E Priscila respondeu: não tem o que desculpar, pussy, vai fundo, continua me contando, não me deixa no suspense. — disse ela.
Carlos começou a contar a história de que tinha conhecido uma mina chamada Virginia há um tempo, enquanto estavam num aluguel de quartos durante a época de faculdade, e claro que rolou uma química entre eles. No começo não teve nada, só amizade, mas com o tempo virou algo a mais, cada um fazendo agrados pro outro, até que numa saída com amigos e outros caras que eles conheciam, aconteceu que Virginia levou ele pra um canto afastado e beijou ele, e isso pegou Carlos de surpresa, mas ele correspondeu o beijo. A Virginia já tinha percebido as intenções do Carlos, mas não tinha certeza antes de dar o passo. Ficaram namorando oficiais por quase um ano e meio, os dois foram a primeira vez um do outro e curtiram pra caralho, porque rolou num dia chuvoso, em que ficaram encharcados já que não estavam perto do apartamento e tiveram que alugar um quarto de hotel pra passar o dia, e aí aconteceu. Foi o melhor dos dois mundos pra ambos e, claro, terminaram como coelhos, transando em toda oportunidade que tinham juntos e aproveitando ao máximo.
Carlos e Virgínia na primeira vez delesPriscila olhava pra ele com atenção e um sorriso, vendo como Carlos era bonitinho, não imaginava que aquele cara fosse tão selvagem na cama, pelo que ele contava, e ela soltou:
— Puxa!!! Então você é um garanhão que aguenta tudo, devia dar uma conferida, não acha? — com uma risada safada.
E Carlos só ficou vermelho com aquele comentário, enquanto afastava a comida e via o suor aparecendo no pescoço de Priscila.
Ele continuou contando a história até chegar na parte que fez a voz dele falhar um pouco e umas lágrimas teimosas escorrerem dos olhos. Respirou fundo, porque ainda era difícil superar, mesmo já tendo se passado três anos do ocorrido. Priscila colocou a mão no ombro dele e o incentivou a seguir:
— Era um dia de muita correria, sabe? Tava terminando uns compromissos e tinha preparado uma surpresa pra dar pra ela, tava chegando nosso aniversário e eu queria dar algo especial pra ela... — fez uma pausa e continuou. — Liguei pra ela, ela tava no apartamento, conversei com ela, mas não percebi o que ela tava fazendo, porque ouvia uns barulhos como se ela tivesse engolindo alguma coisa, não pensei que era ela chupando o cara, não dei importância e continuei falando com ela, até que ouvi um gemido e perguntei se ela tava bem, e ela soltou: "Sim... sim, amor... é... tô bem... só bati com força... é. Te espero chegar pra gente sair então. Sim, me espera no apartamento e fode a tua surpresa Valebebe, tô te esperando. Te quero. Tchau, querido
E desligou a chamada… Priscila abriu os olhos e disse:
NÃOOOO!!!! Que puta…. Ela tava dando quando você ligou…. Desculpa usar a palavra, ela disse
Que importa – é a palavra que ela merece – mas Carlos falou com uma voz bem diferente, quase com ódio
Priscila percebeu algo diferente em Carlos naquele instante… o que ele estava revelando mudou a perspectiva dela sobre esse cara…
Carlos continuou contando que, já de tarde, quando conseguiu se acalmar, foi pro apartamento e chegou em silêncio, abriu a porta porque não queria fazer barulho e foi pro quarto. Quando abriu a porta, o que viu foi devastador: Virginia estava empalada por dois paus, tava tomando um DP e tinha um terceiro na boca dela, e ela tava adorando aquilo. Carlos não conseguia acreditar no que via. O mais triste é que eram amigos dele, os que estavam comendo a namorada dele. Quando Virginia tirou o pau da boca e gritou: — Me encham de leite!!! E os três caras gozaram ao mesmo tempo e falaram pra ela: — Toma todo o nosso leite, puta!!!
E ninguém percebeu o Carlos, até que a Virgínia virou a cabeça e viu ele chorando. A Virgínia ficou pasma, congelou, e os outros amigos, ao verem aquilo, não conseguiram dizer nada…— A… amor… eu… eu posso explicar… — disse a Virgínia, gaguejando.
Mas o Carlos só jogou o presente de aniversário dela: uma corrente com o símbolo de farmácia, flores e chocolates. E daí ele saiu correndo, pegando algumas coisas suas, e gritou: — VOCÊ É UMA MALDITA VAGABUNDA!!! EU TE ODEIO!!! TODAS SÃO IGUAIS!!!!! TODAS!!!!! … Sempre soube, pensei que você fosse diferente, e não, no fim você é a mesma merda que as minhas outras ex…
E a Virgínia só conseguiu soluçar amargamente pelo que tinha acabado de fazer…
Carlos terminou de contar a história e, meio irritado, afastou com força a mão da Priscila do ombro dele e se levantou do banco.
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