Sempre tive uma queda pela minha prima. Ela era alta, magra, com um rosto delicado. Quando era adolescente, vivia na academia, tinha um corpo muito bem definido. Quando eu era mais novo, dediquei várias das minhas melhores punhetas pra ela. Ela até chegou a ser modelo pra uns comerciais de TV. Ela é mais velha que eu. Lembro que uma vez eu espiei ela vestindo o vestido de noiva dela — afff, uma punheta que até hoje eu bato uma lembrando. Ela casou, mas todo mundo trabalha na empresa da família. Um dia ela chegou muito triste porque descobriu uma traição daquele inútil do marido dela.
Naquele dia, ela chegou muito triste. "Fica tranquila, me conta tudo." E, claro, ela me contou o que aquele inútil tinha feito. Mas aquilo não me importava nem um pouco. Eu só via aquele decote, aquelas pernas de matar, aquela cinturinha, aquela carinha que era protagonista das minhas punhetas. Hoje ela estava aqui na minha frente, sozinha e descuidada, e pelo que ela me contava, insatisfeita, com raiva e vontade de se vingar. E eu, há anos sonhando em comê-la. "Você não precisa procurar um estranho", falei, quando a interrompi com um beijo na boca. "O que rolar aqui fica entre nós dois." Tirei a blusa dela, depois a saia, e comecei a chupar aquela buceta por cima da calcinha. Sentia ela ficando molhada, me dizendo que o marido nunca tinha feito aquilo com ela. Eu só passava a língua e via como aquela gostosa se excitava, querendo meu pau dentro dela.
Não deu tempo pra detalhes românticos, encostei ela na escrivaninha e comecei a meter nela feito louco. Ela deixou eu tomar o controle, eu tava metendo e falando: "Mexe essa sua bunda pra mim com força, não quer se vingar daquele idiota? Vamos, priminha, aproveita, pega meu pau, deixa ele entrar fundo em você, vai ter o sexo que nunca teve. Vamos, sei que você vai gostar." No meio desse vai e vem, ela falava: "Isso não tá certo." Eu ficava mais excitado e metia nela sem parar, ela pedia "para, por favor", mas não se afastava.
Eu falei pra ela: "Coloca sua mãozinha na buceta e estimula, assim você vai ter mais prazer." Ela obedecia tudo que eu mandava, me dizia: "Como é gostoso assim, primo, assim!" Eu metia nela com loucura, meus desejos se realizavam, empurrava o corpo dela contra o meu com loucura e ela gemia de prazer.
O melhor prazer da minha vida eu tinha ela e era toda minha, via ela se tocando sozinha, isso me excitava e me dava energia pra meter nela cada vez mais forte. Ela colocava a perna por baixo pra eu poder ver aquela carinha de prazer da minha priminha mimada.
Vamos, priminha, de agora em diante você vai ser minha amante, minha mulher, e eu vou ser seu macho. Vou fazer coisas com você que você nem imagina — eu dizia quando a coloquei na minha frente. Ela me respondeu: "Sim, priminho, sim, a partir de agora sou sua amante, sua mulher. Tudo vai ficar entre nós. Me ajuda a me vingar do meu marido.
Hoje você vai aprender algo novo. Ajoelhe-se e abra essa boquinha. Você vai provar meu gozo, como minha amante que, de agora em diante, vai realizar todas as minhas fantasias.
Eu trago meu gozo com uma obediência e um prazer que dava pra ver nos olhos dela como eles brilhavam.
Agora você experimentou coisas novas e vai experimentar mais, priminha. Pena que hoje não temos mais tempo.
Minha prima agora é minha amante, e em breve vou transformá-la na minha putinha.
Naquele dia, ela chegou muito triste. "Fica tranquila, me conta tudo." E, claro, ela me contou o que aquele inútil tinha feito. Mas aquilo não me importava nem um pouco. Eu só via aquele decote, aquelas pernas de matar, aquela cinturinha, aquela carinha que era protagonista das minhas punhetas. Hoje ela estava aqui na minha frente, sozinha e descuidada, e pelo que ela me contava, insatisfeita, com raiva e vontade de se vingar. E eu, há anos sonhando em comê-la. "Você não precisa procurar um estranho", falei, quando a interrompi com um beijo na boca. "O que rolar aqui fica entre nós dois." Tirei a blusa dela, depois a saia, e comecei a chupar aquela buceta por cima da calcinha. Sentia ela ficando molhada, me dizendo que o marido nunca tinha feito aquilo com ela. Eu só passava a língua e via como aquela gostosa se excitava, querendo meu pau dentro dela.
Não deu tempo pra detalhes românticos, encostei ela na escrivaninha e comecei a meter nela feito louco. Ela deixou eu tomar o controle, eu tava metendo e falando: "Mexe essa sua bunda pra mim com força, não quer se vingar daquele idiota? Vamos, priminha, aproveita, pega meu pau, deixa ele entrar fundo em você, vai ter o sexo que nunca teve. Vamos, sei que você vai gostar." No meio desse vai e vem, ela falava: "Isso não tá certo." Eu ficava mais excitado e metia nela sem parar, ela pedia "para, por favor", mas não se afastava.
Eu falei pra ela: "Coloca sua mãozinha na buceta e estimula, assim você vai ter mais prazer." Ela obedecia tudo que eu mandava, me dizia: "Como é gostoso assim, primo, assim!" Eu metia nela com loucura, meus desejos se realizavam, empurrava o corpo dela contra o meu com loucura e ela gemia de prazer.
O melhor prazer da minha vida eu tinha ela e era toda minha, via ela se tocando sozinha, isso me excitava e me dava energia pra meter nela cada vez mais forte. Ela colocava a perna por baixo pra eu poder ver aquela carinha de prazer da minha priminha mimada.
Vamos, priminha, de agora em diante você vai ser minha amante, minha mulher, e eu vou ser seu macho. Vou fazer coisas com você que você nem imagina — eu dizia quando a coloquei na minha frente. Ela me respondeu: "Sim, priminho, sim, a partir de agora sou sua amante, sua mulher. Tudo vai ficar entre nós. Me ajuda a me vingar do meu marido.
Hoje você vai aprender algo novo. Ajoelhe-se e abra essa boquinha. Você vai provar meu gozo, como minha amante que, de agora em diante, vai realizar todas as minhas fantasias.
Eu trago meu gozo com uma obediência e um prazer que dava pra ver nos olhos dela como eles brilhavam.
Agora você experimentou coisas novas e vai experimentar mais, priminha. Pena que hoje não temos mais tempo.
Minha prima agora é minha amante, e em breve vou transformá-la na minha putinha.
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