Fala, poringa boys! Esse aqui era meu primeiro conto, mas o Poringa deletou ele faz pouco tempo e resolvi escrever de novo porque é importante pra mim. Vou começar me apresentando: meu nome é Sebastián e, quando eu tinha 11 anos, tava com meu melhor amigo Pablo no banheiro, uma idade onde a gente já começava a querer meter. Muitos se mostravam as picas. Eu sentia vergonha, principalmente porque a minha não era desenvolvida, mas a do Pablo era de outro mundo, super grande, e pensar que com 11 anos aquilo ainda ia crescer. Só de imaginar a quantidade de minas que ele podia comer, até mais velhas que a gente, era admirável.
Os anos passaram, me mudei e, com 36 anos, tava num relacionamento com a Soledad, a gente morava junto e, embora transasse com frequência, fazia meses que algo tinha desgastado. Passando de várias fodas por dia pra uma bem esporádica e rápida. O motivo do desgaste? A gente não saía mais como antes por falta de trampo, e isso era um efeito dominó, deixava o astral lá embaixo e na cama ela já não tava tão afim quanto eu, mas uma vez foi diferente. Olha daqui, olha de lá, a gente tirou a roupa e, quando ela tava de calcinha, sempre como ritual eu olhava pras tetas enormes que ela tinha, operadas, mas bem operadas. Quando tirei o sutiã dela e comecei a chupar, notei não só um chupão, mas vários, e não deu pra ignorar, então perguntei sobre isso.
Ela não só ficou puta com a pergunta, como me culpou, me acusando de ser precoce, ter pica pequena e ser intenso demais, e disse que o amante dela era mais novo, apaixonado e tinha uma pica "muito maior". Isso ficou ecoando na minha cabeça por um tempo. Não demorou muito pra ela ir embora e tudo desmoronar, mas a parada da pica grande ficou martelando e, enquanto eu batia uma por aqui, procurei picas grandes, vendo vários vídeos também. De ver um, imaginei como eles comiam a Sole, depois pensei nas minas, no que elas sentiam ali e como gozavam com umas picas daquelas. E falando na Sole, uns meses depois cruzei com ela e o cara que tinha me Corno, eu era novinho. Ela com 35 e o namorado fácil 24 tinha, dava pra notar a diferença. Ela tava grávida e, longe de me incomodar, me excitava — o fato de ter aquela pica e ela encher ela toda, deve ser uma sensação muito gostosa. Aí eu decidi um dia: não parava de pensar em picas grandes, ver tudo relacionado, e fui num buteco gay na época, chamava Toms, ficava no Microcentro num subsolo. Só pra homem, tinha cabines, vídeo porno gay e era bem escuro. Um crushing bar, chamam. Tinha de tudo, cara grande, novinho, quase da minha idade, mas quando eu tava quase indo embora porque sentia que era só putaria, foi aí que um moleque me chamou a atenção. Não sei o que foi, mas era legal conversar com ele, até que uma frase mudou tudo: — E viu algum cara que te agrada? — Tem uns gostosos, mas sempre tem algo. — Falei nervosa. — E de frio pra quente, cadê o que você gosta? — Morno. — respondi e mordi o lábio, olhando pra ele com uma cara de puta do caralho, e ele também não tirou o olho de mim. Fiquei com arrepio na pele só de apertar ele com paixão, e na hora baixei o jeans dele pra ver a pica linda que ele tinha. Borrachuda, mas grande pro físico de um cara de 1,60, meio atlético, que não parava de me dar sensações novas. Peguei a pica borrachuda dele e comecei a chupar devagar, passei minha língua e não ia parar até deixar ela dura e gozar. Era como se eu tivesse esperado a vida toda por isso, entrei num transe e fiquei brincando com aquela pica, e enquanto eu chupava e ela crescia, entendi tudo daquela lembrança: eu não admirava a pica do meu amigo pelas mina que ele podia comer — eu queria ser uma delas pra sentir uma pica daquelas. Foi um antes e depois quando chupei ela, fiquei feliz, muito feliz, e a uns metros tinha uma sex shop, vi uma fio dental vermelha e fiquei doida pra ter e estrear, mas isso já é outra história.
Os anos passaram, me mudei e, com 36 anos, tava num relacionamento com a Soledad, a gente morava junto e, embora transasse com frequência, fazia meses que algo tinha desgastado. Passando de várias fodas por dia pra uma bem esporádica e rápida. O motivo do desgaste? A gente não saía mais como antes por falta de trampo, e isso era um efeito dominó, deixava o astral lá embaixo e na cama ela já não tava tão afim quanto eu, mas uma vez foi diferente. Olha daqui, olha de lá, a gente tirou a roupa e, quando ela tava de calcinha, sempre como ritual eu olhava pras tetas enormes que ela tinha, operadas, mas bem operadas. Quando tirei o sutiã dela e comecei a chupar, notei não só um chupão, mas vários, e não deu pra ignorar, então perguntei sobre isso.
Ela não só ficou puta com a pergunta, como me culpou, me acusando de ser precoce, ter pica pequena e ser intenso demais, e disse que o amante dela era mais novo, apaixonado e tinha uma pica "muito maior". Isso ficou ecoando na minha cabeça por um tempo. Não demorou muito pra ela ir embora e tudo desmoronar, mas a parada da pica grande ficou martelando e, enquanto eu batia uma por aqui, procurei picas grandes, vendo vários vídeos também. De ver um, imaginei como eles comiam a Sole, depois pensei nas minas, no que elas sentiam ali e como gozavam com umas picas daquelas. E falando na Sole, uns meses depois cruzei com ela e o cara que tinha me Corno, eu era novinho. Ela com 35 e o namorado fácil 24 tinha, dava pra notar a diferença. Ela tava grávida e, longe de me incomodar, me excitava — o fato de ter aquela pica e ela encher ela toda, deve ser uma sensação muito gostosa. Aí eu decidi um dia: não parava de pensar em picas grandes, ver tudo relacionado, e fui num buteco gay na época, chamava Toms, ficava no Microcentro num subsolo. Só pra homem, tinha cabines, vídeo porno gay e era bem escuro. Um crushing bar, chamam. Tinha de tudo, cara grande, novinho, quase da minha idade, mas quando eu tava quase indo embora porque sentia que era só putaria, foi aí que um moleque me chamou a atenção. Não sei o que foi, mas era legal conversar com ele, até que uma frase mudou tudo: — E viu algum cara que te agrada? — Tem uns gostosos, mas sempre tem algo. — Falei nervosa. — E de frio pra quente, cadê o que você gosta? — Morno. — respondi e mordi o lábio, olhando pra ele com uma cara de puta do caralho, e ele também não tirou o olho de mim. Fiquei com arrepio na pele só de apertar ele com paixão, e na hora baixei o jeans dele pra ver a pica linda que ele tinha. Borrachuda, mas grande pro físico de um cara de 1,60, meio atlético, que não parava de me dar sensações novas. Peguei a pica borrachuda dele e comecei a chupar devagar, passei minha língua e não ia parar até deixar ela dura e gozar. Era como se eu tivesse esperado a vida toda por isso, entrei num transe e fiquei brincando com aquela pica, e enquanto eu chupava e ela crescia, entendi tudo daquela lembrança: eu não admirava a pica do meu amigo pelas mina que ele podia comer — eu queria ser uma delas pra sentir uma pica daquelas. Foi um antes e depois quando chupei ela, fiquei feliz, muito feliz, e a uns metros tinha uma sex shop, vi uma fio dental vermelha e fiquei doida pra ter e estrear, mas isso já é outra história.
2 comentários - Cómo cambie mí sexualidad (resubido)