Entrei no quarto, ela continuava exatamente como eu tinha deixado, não moveu um músculo, talvez com um pouco de medo de eu usar o chicote de novo, embora eu pudesse notar ela bem excitada, talvez essa sensação e a incerteza de não saber o que ia acontecer nem o que eu faria com ela a deixava com tesão, não podia ver, não podia ouvir e as mãos estavam algemadas nas costas, completamente indefesa. Tirei os fones de ouvido e toquei na pussy dela, ainda estava ensopada. Eu: Você continua pronta pra ser comida. L: Tô pronta pra você me comer do jeito que quiser. Eu: Dá pra ver que você quer que eu faça a Booty. Você não falou, mas deu a entender. L: Quero que você faça de tudo comigo, como vou aguentar quando eu for de férias sem ser comida? Eu: Depois a gente vê. Vem. Levei ela pra sala, sentei no sofá e coloquei música um pouco alta, pra que o que a gente falasse não fosse ouvido fácil, deixei ela em pé de frente pro sofá. Eu: Dança. Bem sexy slut. Ela começou a se mexer, se ajoelhava, abria a boca e colocava a língua pra fora, em pé juntava os joelhos e descia se mexendo de um lado pro outro, virou de costas deixando a bunda perto do sofá e se agachou sem dobrar os joelhos. Levou uma palmada. L: Apa, ficou com vontade de me castigar? Não teve resposta. L: Pode me dar outra, um pouquinho mais forte? Levou outra palmada. L: A última por favor, mais uma. De novo, levou outra palmada. L: Se eu pudesse apertar e esticar meus mamilos eu faria, mas tô algemada. Você faz por mim? Ela se aproximou do sofá, balançando os peitos. Os dois mamilos dela foram apertados e esticados exatamente como ela pediu. L: Aii que gostoso, um pouquinho mais. Os ratos comeram sua língua? Perguntou brincando. Eu: Não, só quero aproveitar. De novo foram apertados e esticados. Eu: Chega mais perto, ajoelha e abre bem a boca. Feliz, ela fez, sabia que vinha uma cock na boca dela de novo. Devagar foi movendo o rosto, até bater na cock, abriu a boca e começou a mamar, desesperada. Eu: Mais devagar, a cock quer aproveitar. Essa boca. Ela sorriu, com um ritmo lento e brusco ao mesmo tempo, tratando ela com carinho e luxúria. Chupava inteiro e colocava a língua pra lamber os ovos enquanto fazia garganta profunda. L: O que que tem, não tá tão grande que nem antes? Cê não tá tão excitado? Eu: Continua, e não pergunta. L: Tira pelo menos as algemas, deixa eu chupar direito. Eu: Continua assim, chupa com a boca, não com as mãos. Ela não respondeu, colocou a pica na boca de novo. E de repente um dedo começou a brincar com o cu dela, até que entrou e ela suspirou. L: Cê vai fazer a raba antes de me comer a buceta? Eu: Quero fazer tudo ao mesmo tempo. Cê ia gostar? L: Aii que gostoso seria. A raba já tava bem lubrificada, perfeita e pronta pra pica. "Sobe na pica, senta." Fazia horas que esperava, a buceta não aguentava mais de tesão. Sentou com dificuldade por não poder usar as mãos e soltou um gemido de alívio, deixei ela se mexer e acalmar um pouco a ardência que com certeza tava na buceta dela. Eu: Quieta. L: Deixa eu continuar, por favor. Eu: Quieta, não tira a pica, mas empina a raba o máximo que puder. Tinha duas mãos na cintura dela segurando, mas de repente sentiu outra mão aberta nas costas e uma cabeça de pica na porta do cu e em menos de um segundo já tava dentro, enquanto a pica percorria o reto dela, ela tentou se mexer surpresa. L: Que porra cê tá fazendo, filho da puta? Quem é? Eu: Sou eu, tô abrindo teu cu. L: Quem caralho é você? Disse colocando a cara de frente pra pessoa que tava por cima. Tirei a venda dela. F: Sou eu, F. Cê tava me deixando de pau duro com as fotos agora pouco, já esqueceu? Ela se virou pra me ver, surpresa e parecendo meio puta. Tudo que tinha feito desde que tirei ela do quarto, tinha feito pro meu amigo, dançou e chupou a pica dele. E a palmada, puxão nos bicos dos peitos e curtiu um boquete foda. Agora, respondam isso pra mim, queridos leitores. EU NÃO SOU UM GRANDE AMIGO? Ela quis começar a falar, mas começamos a meter nela de um jeito descomunal, parecíamos dois animais tentando satisfazer nossos instintos mais baixos, queríamos só prazer sem ligar pra mais nada. F segurava ela por baixo das nádegas, levantando um pouco pra poder se mover, enfiando de baixo pra cima. Enquanto isso, eu alternava uma mão nas costas dela e depois segurava as algemas, com a outra mão pegava o osso do quadril dela pra deixar na posição perfeita, pra minha pica entrar com força e sem problemas, completa no cu. Ela reclamava um pouco de prazer, gritava um pouco, e meu amigo foi mordido no peito e no ombro várias vezes, mas isso não parou ele. Duas picas ferozes estavam dando uma trepada violenta nela, um pussy-culo que soava perfeito enquanto ela voava, pedia mais forte e nos xingava, especialmente a mim pelo que eu tinha feito. Eu: Amigo, vamos trocar. Sei que você ficou louco pelo cu dela, aproveita. Ela não queria, só me queria no cu dela, disse que não, pra continuarmos assim. Mas não podia ser ruim com meu melhor amigo, e a culpa foi dela, ela que esquentou ele. Nós a movemos e arrumamos de novo do mesmo jeito que estávamos, mas invertemos os papéis. Ela gemeu quando sentiu minha pica na buceta dela, verdade seja dita, era maior e conseguia percorrer a vagina inteira dela. Depois de alguns minutos, ela tava perto de gozar, me avisava, e meu amigo curtia aquele monumento de raba que ela tava fazendo. Ela gozou, banhando minha pica completamente com os sucos dela e um pouco o sofá. Dei as chaves das algemas pro meu amigo, pra ele soltar as mãos dela e ela poder ficar de quatro no chão. Desse jeito, enquanto ele continuava castigando o cu dela, eu ia curtir um boquete pra depois encher a boca dela de porra. Ele continuou, sacudindo e castigando aquele cu com tapas. Já tô perto, aviso. Já vai vir a porra. Posso gozar no cu dela? Ele me perguntou, como se eu fosse o dono daquela puta, e a verdade era essa. "Claro, amigo, mas você tem que Trazer algo pra tomar depois, como pagamento". "Claro, o que você quiser", respondi. Eu tava praticamente vendendo a bunda da "L" pro meu amigo por um tempo, e isso a excitava, eu sabia. Não sei como aconteceu, mas nós dois gozamos praticamente ao mesmo tempo, enchemos a boca e o cu dela de porra. Ela gemeu aliviada depois de engolir cada gota de sêmen que eu tinha dado na boca dela. Sentou no sofá, exausta, sem conseguir falar praticamente. Meu amigo se trocou, apertou minha mão e disse pra ela: "Você tem uma bunda do caralho, vadia, e chupa muito bem o pau. Espero que meu amigo me convide de novo". Sorriu e foi embora. Foi informação demais pra ela de uma vez, mas ela tava caindo no sono sorrindo, aquela putinha adorou isso. Eu: "Eu te falei que você ia se formar como vadia esse fim de semana e não menti". L: "Tomara que esse fim de semana nunca acabe". Respondeu e dormiu.
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