Olhei como a água caía em linha reta do cano da pistola de brinquedo e falei:
- Onde é que você guarda a farinha, Eva?
— Farinha? Pra quê? — perguntou.
- Pra ficar mais real.
- Mais real?
- É, a gente coloca um pouco de farinha na água pra dar uma consistência e pronto. Já vai ver - falei enquanto abria o tampão da pistola e começava a despejar a água num copo.
- Ah, nãooo, para com esses joguinhos e frescuras, que eu já sei o que você quer dizer.
- Vem cá, mulher... me deixa a farinha - e comecei a abrir os móveis que estavam por perto procurando ela.
Ela não dizia nada enquanto continuava mexendo a comida na frigideira.
-Já peguei! - falei pegando um pote.
Polvilhei um pouco no copo e peguei uma colherinha de café na gaveta. Mexi com força e fui colocando mais até conseguir uma pasta parecida com porra, kkkkk. Ri enquanto fazia isso pra tirar o peso da situação e pra mulher do meu amigo levar tudo na brincadeira.
- E agora o toque final - falei, colocando o copo no micro-ondas e ligando ele.
— Você é louco — ela me disse, sorrindo.
- Você vai ver...
Depois de um minuto, tirei e despejei o conteúdo na pistola de brinquedo. Apertei o gatilho devagar, colocando a mão por baixo.
- Olha olha olha - avisei pra ela.
Ela olhou atenta e a mistura foi saindo devagar, gota a gota da ponta da pistola, escorrendo pra baixo até cair na minha mão. Eu sorri. A textura era muito parecida com sêmen, principalmente com o meu, kkkk.
— O que você acha? — perguntei.
- Uma putaria - disse ela pegando a pistola.
- Não, mulher. Olha, vou experimentar ela.
Se ela quisesse entrar na brincadeira, eu tinha que mostrar que agiria com toda a naturalidade, então me preparei para testar a mistura da pistola no meu rosto.
- Vou experimentar primeiro.
Apontei a pistola pra minha bochecha e apertei um pouco, um jato escorreu pelo meu rosto e deslizou até o queixo, peguei com a mão.
- Tá vendo? Nada demais. É assim que o Raúl goza, né?
— Sim — disse ela, me olhando.
— Toma — falei, estendendo a pistola com naturalidade — agora tenta na tua cara.
Aí peguei a latinha de cerveja pra continuar bebendo. Ela pegou a pistola e ficou olhando pra ela como se fosse uma novidade.
- Eu não vou fazer isso.
- Evaaaa! Por favor! Quero ajudar vocês. Vai ver que não é nada, se você aguenta água com farinha... por que não vai aguentar um jato de porra do homem que você ama?
Ficou me encarando... hehehe.
- Tá bom - ela disse.
Ela aproximou a ponta da pistola e inclinou a cabeça pra deixar o lado direito bem exposto. Só de ver aquilo já fiquei mais duro e com mais tesão do que já tava. Com a latinha na mão, não perdia um detalhe. A ponta da pistola flutuava uns 5 cm acima do rosto dela.
- Aperta o gatilho devagar e suave - falei baixinho.
Ela fez isso. E uma gotona da mistura caiu na cara dela e escorreu pelo meio da bochecha enquanto ela olhava pra frente. A sensação que me envolveu foi tipo um pequeno triunfo. Ela continuou apertando, mas quase não caía mais.
—Espera —falei—. Te ajudo, não se mexe.
E dei um passo à frente e peguei a pistola enquanto ela continuava com a cabeça virada de lado. Então fiz algo que nem eu mesmo tinha planejado naquele momento, foi algo instintivo...
...
Eu rodeei ela, fiquei por trás, com a mão direita peguei a pistola e ela baixou a mão, e com a esquerda peguei o cabelo dela, ela tem cabelo na altura dos ombros e tava solto naquela manhã. Puxei um pouco pra expor ainda mais o rosto dela pro cano da pistola.
—Ei, cuidadaaado — ela disse.
- Chiiiissstt - não se preocupa.
E aí eu apertei devagar o gatilho, saiu um belo gozão que caiu na bochecha dela, perto do nariz, e não satisfeito com isso, virei a cabeça dela com a minha mão esquerda, que tava segurando ela pelos cabelos, pra expor mais a testa dela. Levantei o cano e apertei pra soltar uma boa cuspida da mistura na testa. Considerei suficiente. A respiração dela tinha ficado mais funda, a minha também. Fui me afastando e deixei o cano da pistola roçar parte do rosto dela.
— O que você fez? — perguntou ela.
- Fazer a pistola de brinquedo gozar na sua cara, igual meu amigo faria - falei sério enquanto ela se virava pra me olhar.
- Já entendi, já.
- E aí, como é que tá?
- Normal.
- Claro, porque não é igual, mas é parecido. A mistura tava quentinha, né? E a textura... lembra.
— Sim, parece — disse ela enquanto limpava a gozada de fresco do rosto com um guardanapo de papel.
- Pelo menos agora você já conhece algo mais...
—Isso é uma bobagem. Não faça de novo.
— Mulher, não fica brava... já falei que é pra ajudar vocês, e pra te ajudar também. Da próxima vez a gente faz mais rápido, apertando mais o gatilho — falei enquanto pegava a latinha de cerveja de novo.
- Não vai ter mais vezes. O Raul não ia gostar de saber que a gente fez isso.
— Eva, a gente não fez nada de errado. Mas beleza, vai ser nosso segredo. E sim, vai ter próxima vez. Deixa a pistola por perto — falei enquanto largava minha latinha. — Agora tenho que ir, mas a gente se vê em breve, né?
Cheguei perto e dei um beijo na bochecha dela, onde a pistola tinha escorregado, kkkk.
Ela não me devolveu e, quando soltei um "até logo", ela não disse nada e não me acompanhou até a porta.
Passaram-se uns dias desde aquela manhã de brincadeira com a pistola d'água. Não liguei pra casa do meu amigo, nem me chamaram pra tomar um café ou jantar. Eu pensei que talvez tivesse passado dos limites e que a vida sexual do Raúl e da Eva não era da minha conta... mas era tudo tão safado e a muito Promíscua tinha uma boca e uns peitos... que eu não conseguia parar de pensar em gozar neles.
Além disso, curiosamente o que eu queria era ver os peitos dela de fora e poder encher eles de porra, mesmo que não tocasse no rosto nem na boca dela, mas por outro lado me atraía a ideia de ser o primeiro a fazer isso... um belo jato de porra bem na boca dela, e depois enfiar o máximo que pudesse até a garganta pra ela engolir e não cuspir, ou deixar ela cuspir nos peitos. Vocês sabem, as possibilidades são várias.
Por outro lado, ela era a mulher do meu amigo e ex-colega de trabalho. E não era certo eu fazer nada. Mas a tentação me consumia, pelo menos as brincadeiras eu não considerava erradas, e também não havia traição por parte da Eva com o marido dela. Eu estava meio confuso. Já estávamos no começo de outubro, tinha passado uma semana e as chances de ir pra praja já tinham ido embora, e com elas a possibilidade de aproveitar de novo as belas bundas da Eva de biquíni.
Tinha que pensar em algo, continuar com o papo da pistola. Não ia ser difícil pegar a Eva em casa, já que meu amigo ia continuar trabalhando quase o dia inteiro, principalmente de manhã, e ela ia estar lá sozinha, agora que o filho dela tava na creche. Só precisava passar na casa dela de novo, igual fiz da primeira vez. Mas talvez já não fosse ser tão bem recebido por ela...
Optei por convidar eles pra uma tarde de um dia de semana, lá em casa, pra tomar um café e comer um lanche. Assim eu podia ver a reação da Eva, se ela ficava desconfortável comigo, quieta, essas coisas. Mandei um w h a t s a pp pro meu amigo, depois de uma hora ou coisa assim ele respondeu aceitando, no dia seguinte os três vinham lanchar. Comprei o que precisava.
Na tarde seguinte, eles estavam na minha porta às 6 da tarde. Cumprimentei com um sorriso, um abraço no meu amigo, dois beijos na Eva, que parecia estar normal (como se nada tivesse acontecido uma semana antes com a parada da pistola) e um apertão no pequenino.
Servi café e comemos um lanche como bons amigos. E não acontecia mais nada digno de nota. Até que o Raúl levou o pequeno ao banheiro (que ficava no andar de cima, já que moro numa casa), já estavam ensinando ele a fazer as necessidades dele, hehe. Aí fiquei sozinho com a Eva por uns cinco minutos. Assim que ficamos a sós, perguntei como ela estava, me referindo ao que tinha rolado na semana anterior.
— Beleza — disse ela.
- Pois amanhã vou passar na sua casa - soltei de supetão.
- Pra quê?
- Já sabe, tem que continuar treinando.
— Já, aquela parada da pistola, né? — falou ela, soltando um sorriso, mas sem muita convicção.
- Ou será que meu amigo já conseguiu que você...? - perguntei se ela já tinha deixado ele gozar na boca dela...
Por um momento, ela ficou em silêncio e deu mais um gole no café. Eu já temi o pior, que já tivesse rolado... Mas não.
- Ainda não.
— Que mulher durona você é, haha.
- já viu - disse.
- Bom, vai dar certo. Se você não praticou sozinha, pra isso que eu tô aqui. falei enquanto pegava minha xícara.
— Não quero que isso vá além — disse ela, bem séria.
- Fica tranquila, Eva. É só um jogo. Amanhã nós dois vamos nos atirar com a pistola d'água, aí você vai ver como é que segura os jatos, bom... as gotas no seu caso, claro - falei lembrando que ela tinha dito que meu amigo gozava a conta-gotas, e não a jato. Vamos atirar de vários jeitos e pronto.
- Já, mas no final você fica com tesão, com certeza!
- Mulher, sou um homem, não uma pedra... embora fique duro, hahaha.
- Caramba, que gostosa você é...
- Não me leva a mal, todo mundo é igual, né?
- Não, se já sei, já sei.
- Anda logo, você também fica toda tesuda que nem uma putinha - soltei -. Cê acha que eu não percebo quando conto alguma das minhas aventuras e você me pede pra contar mais e mais?
- Isso é diferente.
Já... mas causa efeito. No fim de semana que vem marquei com a coroa... a das boquetas olímpicas — especifiquei.
-Ah sim, lembro dela.
- Ela vai vir aqui.
Ouvi barulho de passos no andar de cima, meu amigo e o filho dele já estavam voltando.
— Onze horas? — perguntei em voz baixa.
— Vale — disse ela.
E aí mudei de assunto pra algo mais banal...
Só de pensar que eu ia encher aquela buceta de novo com a pistolinha no dia seguinte já me deixava de pau duro...
À noite, não consegui dormir muito bem, pensando no que podia fazer pra não assustar muito a Eva e ela me mandar pastar na manhã seguinte se eu passasse dos limites com a história da pistolinha d'água. O truque era dar uma de boa e outra de má. E sempre de olho nas reações dela. Claro, se ela tinha aceitado que eu fosse na casa dela, era porque realmente queria continuar o jogo, e principalmente porque tava deixando ela com tesão, não só o jogo... eu também. Se não... pra que tanto roçar em mim quando a gente via um filme junto com o marido dela, meu amigo?
De manhã eu levantei, tomei café da manhã e tomei um banho bem caprichado, não fosse que a flauta tocasse e eu tivesse que tirar a calça na frente da mulher do meu amigo, haha. Eu não ia trabalhar até a noite naquele dia, então não tava com pressa, embora ela estivesse, claro. Ela teria que buscar o filho na creche, lá pela 1. O que nos dava pelo menos uma hora e pouco de espaço pra brincadeiras na casa dela.
Finalmente chegou a hora de ligar. Eram 11 horas em ponto. Eu estava na porta dela, isso foi há dois meses, dia 11 ou 12 de outubro. Toquei a campainha e ela veio me atender. O cabelo dela estava preso num rabo de cavalo, só lembrando que o cabelo dela era compridinho, na altura do ombro. Ela vestia uma calça jeans e uma camiseta de manga comprida, simples, sem decote, mas mesmo assim os peitos dela, tamanho 110, marcavam, claro. E as alças do sutiã, que não eram daqueles reforçados, parecia que dessa vez ela tava usando um daqueles tipo regata fininha.
- Oi! - me cumprimentou, e me deu dois beijinhos castos, claro.
- Bom dia - falei.
Ajudei ela a colocar umas sacolas de um mercado que tinha na entrada.
— Acabei de chegar das compras. Valeu — disse ela ao ver que eu ajudava a levar as compras pra cozinha.
Uma vez lá, ela começou a bater um papo comigo como se nada fosse, tipo, como se não soubesse mesmo o motivo da minha visita. Percebi que ela tava nervosa. Não quis forçar muito e fui respondendo e falando sobre os assuntos que ela ia puxando. Até que eu perguntei:
- Cadê a pistola de brinquedo? Assim a gente treina um pouco antes de você ter que sair de novo.
Ela me olhou e disse:
— Vamos ver... essa história da pistolinha é uma bobagem, né? Cê acha que eu não sei direito como colocar a cara ou a boca quando meu marido... gozar? — disse ela cruzando os braços, os peitos acabaram apertados um contra o outro dentro da camiseta.

- Não é isso, é só a prática. Você sabe como tem que ficar, mas na hora de uma gozada... como é novidade pra você... com certeza faz cara feia, e isso corta muito o tesão.
- Fiz cara feia semana passada quando você me besuntou a cara de farinha e água?
- Não, mas agora vamos fazer um pouco mais e diferente, pra ver como você se sente e como reage. Cadê a pistola? No tanque?
- Não, na banheira.
Sem falar nada, saí da cozinha pra buscar ela. Lá estava. Peguei ela e fui pra cozinha. Soltei ela na bancada e enchi um copo d'água. Peguei a farinha e comecei a fazer aquela mistura de novo, a meleca, mexendo bem. Ela continuava arrumando as compras do mercado nos armários e prateleiras, e tirava umas coisas pra começar a fazer a comida pro meu amigo quando ele voltasse do trampo. Assim que terminei a mistura, coloquei no micro-ondas em temperatura baixa pra ela ganhar consistência e ficar morna, quase quente. Ela ficava me olhando. Quando acabou, fui colocando na pistola, sorte que a tampa deixava um buraco bem grande pra despejar o conteúdo. Depois testei atirar na minha mão, saiu um jorro que me sujou e bateu na bancada. Dessa vez consegui uma massa mais parecida com porra.
— Halaaa, você encheu a bancada toda — disse ela passando um pano na área.
- De boa, mulher, depois a gente limpa.
— Quando você marcou com a coroa? — ela soltou.
Aquilo me pegou de surpresa.
No sábado à noite, daqui a dois dias, a gente janta na minha casa e depois com certeza a coisa vai acabar estourando, haha.
- Que bom pra você, hein?
- O que foi? Quer vir ver? - soltei sem pensar.
- Sim, claaaaro - disse ela de brincadeira -. Eu vou ficar de olho pra tudo dar certo, haha.
Só de pensar que ela podia ser assim já me dava um tesão.
- No sábado, vou sair com minha irmã e minhas amigas, e seu amiguinho vai ficar aqui sozinho cuidando do menino. Então você já podia marcar com aquela tia outro dia e vir fazer companhia pro Raul, né?
—Que nada, outro dia, hahaha. Bom... vamos testar a pistola — falei apontando pra cara dela a uns 10 cm.
Cuidado, vê lá o que vai fazer...
- Só isso.
E apontei pra testa dela e soltei uma gotinha apertando devagar o gatilho. Ela se jogou pro lado.
- Tá vendo? Isso é uma bobagem. A gente tem que deixar mais emocionante. Vamos ver... E eu dei a arma pra ela, ela pegou. Aí tirei a jaqueta e a camiseta, ou seja, fiquei só de calça e sapato. Se eu queria que ela entrasse na dança, tinha que fazer de otário babão eu mesmo, haha.
- O que cê tá fazendo?
- Nada, mulher, é pra não sujar minha roupa. Também não se assusta, já me viu assim na praia um monte de vezes.
Fiquei na frente dela e falei:
- Aponta e atira.
-Onde...
- Na cara - eu disse.
Ela fez isso e a primeira lambuzada de porcaria acertou meu pescoço.
- Nada mal, ainda bem que tirei a camiseta, haha.
Ela riu. Pelo menos já tava levando na brincadeira...
- Chega mais perto agora e não atira tão forte, mais devagar, e aponta pra minha cara.
Ele fez isso e dessa vez caiu na minha cara e parte do nariz.
- Você viu minha reação?
- Você só reagiu.
- Pois é isso que você tem que fazer. Coloca a pica do meu amigo perto do seu rosto, você aponta pra sua cara ou pros seus lábios, e não reage mal. Olha.
Peguei a pistola dela e apontei pro meu rosto e pra minha boca, soltei três gozadas e peguei elas, duas na minha boca, uma na cara. Olhando fixo pra ela, me aproximei e mostrei as duas gozadas acumuladas dentro da minha boca, entre minha língua e meus dentes. Ela olhou com uma cara estranha, com um pouco de nojo.
Cuspi na pia.
- Essa cara que você fez ao ver ele é a que não devia fazer - falei enquanto enxaguava a boca com água e limpava a porra de misturada do meu rosto com um guardanapo de papel.
- Vale, vou tentar.
- Vamos tentar com você... - falei enquanto me aproximava dela, pistola na mão. Minha pica já começava a ficar dura...
Aproximei-me dela, que me ofereceu o lado do rosto pra eu disparar o jato de porra feito de água e farinha. Mirei a dois centímetros da cara dela e apertei o gatilho devagar até que um gotão escorreu da maçã do rosto dela até o queixo.
— Assim —eu disse—. Muito bem, você nem se mexeu. Agora vamos dificultar. Abre a boca.
- Não.
— Eva, por favor, abre ela e vou jogar um pouco, na mesma velocidade que fiz na sua cara. Vai cair nos seus dentes, bem devagar, entre os dentes de baixo e a língua você consegue segurar, é fácil.
Ela me olhou, como se não confiasse em mim.
- Porra - ele disse-. Que chato você fica...
- É pro teu bem. Vamos - pressionei ela, segurando a emoção.
Ela abriu a boca e eu apertei o gatilho de brinquedo pra começar a cair uma gota da mistura, caiu bem no lugar que eu tinha mandado. Ela fez menção de se afastar, mas com a outra mão eu apertei o ombro dela.
-Ah, ah, ah... não, querido, não - falei devagar. - Segura assim.
E aí eu encostei a ponta da pistola de brinquedo nos lábios dela.
- Sem graça.
- Quê? - disse ela surpresa e de boca aberta, segurando a gota que tinha caído dentro debaixo da língua.
—Passa seus lábios na ponta da pistola — falei, completamente de pau duro.
- Não, não, não...
Faz isso, sabe que é assim que a gente gosta... é como se o pau do seu marido já tivesse gozado. Faz isso.
Ela fez isso meio sem convicção, olhando pra frente.
- Assim, isso é...
Eu já tava com um pau duro fudido dentro da calça. A danada tinha que chupar ele bem... Ela pegou com os lábios a ponta da pistola e lambeu umas duas vezes. Depois se afastou devagar.
- Tá bom. Agora a gente vai atirar um pouco mais rápido, umas duas rajadas, mas pra não sujar você... tira a camiseta - falei na maior naturalidade, já que eu tinha tirado a minha... agora era a vez dela.
- O que você tá dizendo? Nem pensar!!!
- Evaaa, deixa de onda... já te vi na praia de biquíni!! Se você tá de sutiã, é a mesma coisa, né?
- Mas olha só... pra que você vai atirar a pistolinha rápido se o Raul não goza com tanta força? Não ia me encher assim, na discrição.
- Nunca se sabe! Além disso, não vou gozar com força, falei um pouco mais rápido, e dois bons jatos vão encher sua camiseta com certeza. Porque meu amigo goza pra caralho, né?
- Bem, sim... - disse ela, agora um pouco envergonhada.
Eu já tava com o pau duro pra caralho, ela devia perceber, mas não olhava pra minha calça, sempre encarava meu rosto. Nem pro torso. E olha que não sou feio não, malho na academia, corro, faço vela quando dá...
-Bom, então tira ela.
-Não, não tenho um sutiã adequado.
- Como que não? - perguntei.
- Não tenho não, é daqueles tipo camiseta, um pouco comprido na barriga. Vou pro quarto e visto outro, ou a parte de cima de um biquíni.
Pelo menos isso já era alguma coisa, eu teria adorado ver ela de sutiã... mas fazer o quê.
- Tá bom - falei. - Vai, enquanto isso vou dar uma mijada rapidinho.
Ela saiu da cozinha e foi pro corredor, e eu fiz o mesmo, atravessei a sala pra entrar no banheiro com um pau duro do caralho. Eu ia ter a mulher do meu amigo de biquíni na cozinha, e ia encharcar ela com dois ou três jatos da pistola. Minha intenção era acertar um direto no meio dos peitos dela. Entrei no banheiro, na real nem sabia por que tinha dito que ia lá, não tava com vontade de mijar... entrei, fechei a porta e me olhei no espelho. Tava nervoso. Larguei a pistolinha na pia e desabotoei a calça, tirei o pau pra fora, lá estava ele, duro e maravilhoso como eu tava acostumado, hahaha.
Na hora me veio uma ideia na cabeça... mas eu tinha que botar pra rolar rápido. E já. Agora.
Acabava de entrar no banheiro, lembrando que tava sem camiseta e com a pica pra fora, sem saber exatamente pra quê, mas era um bom momento pra baixar o inchaço da minha pica que a Eva tinha provocado lambendo a pistola de brinquedo depois de levar uma gozada da massa de água e farinha.
Ela tinha ido trocar o sutiã no quarto dela, pra colocar a parte de cima do biquíni e não me mostrar mais do que o necessário.
Eu disse pra vocês que na mesma hora veio uma ideia na minha cabeça... mas eu tinha que botar em prática rápido. E pronto. Agora.
Então abri o tampão da pistola por onde recarregava e joguei um pouco da mistura na pia, pronto pra botar minha ideia em prática. Depois abri um pouco a torneira pra água levar os pingos de mistura pelo ralo. Tinha que ser rápido e certeiro, dois minutos ou três no máximo, porque em dois minutos ela ia voltar pra cozinha... e ter uma pontaria perfeita, isso ia ser mais difícil... Me olhei no espelho, com a mão esquerda segurava a pistola, com a direita peguei na minha piroca e comecei a bater uma com decisão. Fico mais duro se faço devagar, sabendo disso comecei assim, e depois fui acelerando, mas com a pressa de gozar logo, talvez não conseguisse terminar nesses dois minutos e tivesse que parar...
Passou o tempo e ouvi passos no corredor, Eva voltava pra cozinha, em um minuto eu já tinha que estar fora... Acelerei o ritmo da punheta, já tava quase lá, minha cabecinha brilhava de um jeito incrível, parei um instante pra cuspir na mão e continuar, imaginava a boca da Eva cheia do meu leite, e ela me chupando e limpando minha pica depois, principalmente enfiando a cabecinha bem onde tinha caído a porra da mistura minutos antes na cozinha...
Passou o segundo minuto, quase tava...
Ouvi passos e a voz da Eva.
—Já tô pronto!! Cê já vai sair?
- Siiiiim, me desculpaaaa - falei, levantando a voz como dava.
Ouvi ela voltando pra cozinha. Continuei me masturbando, segurando a rola, tava lá, sentindo o orgasmo, percebendo que ia gozar...
Aproximei a abertura da pistola na ponta da minha piroca, a abertura era do tamanho da boca de uma garrafinha de cerveja, suficiente pra caber o jato da ponta da minha cabecinha. Tava gozando...
Pressionei meu grelo contra a abertura e abafei um gemido de prazer e satisfação ao gozar. O primeiro jato entrou na arma, o segundo também, no terceiro me mexi um pouco, e só entrou um pouco, o resto sujou a arma, parte do móvel da pia e o chão.

Porra, que delícia... apoiei meu pau na pia e deixei o resto sair ali, com cuidado coloquei a tampa na pistola e agitei pra minha porra misturar com a farinha e a água. Porque o Roberto me chamou dizendo que aquela puta ia provar semente pela primeira vez hoje... Recolhi o mais rápido que pude, limpei tudo com papel higiênico e joguei no vaso, dei descarga. Antes de guardar o pau, passei o cano da pistola pelas bolas e pela ponta da cabecinha.
Eu tinha decidido que a gostosa da mulher do meu amigo experimentasse algo mais do que a mistura do meu esperma com a farinha hoje... pelo menos que o cano da pistola de brinquedo tivesse o cheirão das minhas bolas.
Abotoei a calça, peguei a pistola e saí empunhando ela com a mão que tinha usado pra me masturbar, decidido a finalizar o pequeno plano que tinha bolado.
Com uma pistola de brinquedo na mão, carregada parte com a mistura de farinha e água e parte com dois bons jatos da minha porra, saí do banheiro em direção à cozinha. Quando entrei, vi a Eva; ela tinha vestido a parte de cima de um biquíni que eu ainda não tinha visto nela. Ela estava uma gostosa. Era daqueles de triângulo, que cobrem a teta, sim, mas menos que outros. E deixava ver pouco mais do que eu já tinha visto na praia, o que já não era pouca merda, pra ser sincero.
Não subiu de novo na hora porque eu tinha gozado bem no banho... se não fosse assim... ia dar pra ver o volume e aí sim não teria como disfarçar de jeito nenhum.

Você demorou muito - disse ela, me olhando.
— Já, me desculpa — falei sem jeito.
- Então vamos logo que não tenho o dia todo, daqui a 20 minutos tenho que buscar o moleque na creche. Vai com cuidado, hein? Pra prova final que vamos fazer, vou te mostrar que consigo segurar toda essa porcaria da pistola na minha boca. Bom, toda não, com dois jatos já basta, não exagera.
E dito isso, ela se colocou na minha frente. Senti um frio na barriga de tesão. Ia encher a cara da mulher do meu amigo com a mistura da pistola, que ainda tinha dois tiros de leite, e o cano com gosto de rola e ovo... A emoção me dominava.
—Vou — falei.
E sem dizer nada, ela me ofereceu o rosto, fechando os olhos. Apontei a pistola carregada e atirei devagar. O primeiro jato foi na lateral do rosto dela, até o canto dos lábios. Fiquei nervoso ao distinguir a cor e a textura da minha porra naquele esguicho.
Ela nem se abalou, recebeu ele de boa. Passei o cano da arma pelos lábios dela, roçando de leve, o mesmo cano que um minuto antes tinha passado na minha pica... Ela abriu um pouco a boca e passou a língua. E o jato da mistura anterior começou a escorrer pelo queixo dela, deslizando até o peito e sujando um pouco o biquíni.
- Vai outra - falei. - Dessa vez um pouco mais rápido. Não abre os olhos.
Afastei a pistola e apontei para a boca, ela estava entreaberta. A pistola a 10 cm.
- Essa vai entrar em você...
Ela não se mexeu.
Atirei.
E o jato acertou o lábio superior dela, escorreu um pouco pro lábio inferior e ela pegou com a língua, saboreou. Mas deixou depositado na língua, sem engolir.
E aí, beleza?
- Bom, tem um gosto estranho...
Comecei a ficar de pau duro. Era parte da minha porra que a mulher do meu amigo estava saboreando. E ela, sem saber... Abriu os olhos e me olhou, sem achar estranho.
- Agora vou te dar os dois últimos.
- Com cuidado...
Sim, sim...
Aí pedi pra ela fechar os olhos de novo e abrir a boca, e falar pra ela ficar preparada porque eu não ia dizer onde ia gozar. Ela obedeceu. Teve um silêncio e eu soltei uma porrada de leite à distância, que escorreu da testa até a boca, passando pelo nariz. Ela só recuou um pouquinho.
— Muito bem — falei excitado.
O jato começou a escorrer pelo rosto dela e a pingar do queixo até as tetas.
- Cruza as mãos na frente, já sabe, Eva, de braços cruzados, levantando os peitos pra tudo ficar no biquíni e não cair no chão.
— Cê gosta delas, hein? — perguntou sorrindo e sem abrir os olhos.
- E quem não gosta? rsrs.
Ela cruzou os braços por baixo das tetas e elas subiram esplendorosamente, o decote se acentuou e a mistura de farinha, água e porra já manchava uma parte do biquíni e se acumulava no meio do decote. Tava pedindo pra forçar ela a se ajoelhar ali no meio e meter a pica entre as tetas e na boca dela.


- Vem, o último - disse abrindo a boca. De novo com os olhos fechados.
Então, pra ter certeza de que ia provar direitinho o conteúdo do brinquedinho, enfiei o cano da pistola na boca dela. Ela reagiu e abriu um pouco mais, arregalou os olhos e me olhou, tipo: "cuidado, não joga muito...". Coloquei uma mão no braço dela, como se quisesse acalmar, e de leve passei a mão num peito. Ela fechou os olhos de novo e eu apertei o gatilho, não muito rápido, mas o suficiente pra cair como um gotejo persistente com dois apertos no gatilho de brinquedo. Que tesão doentio que senti... parte do meu gozo misturado na língua dela, direto... e ela sem saber.
Ela mexeu um pouco a garganta e inclinou a cabeça de leve, como se estivesse direcionando o conteúdo para um lado da boca. Antes de tirar a área da pistola esfregada nas minhas bolas da boca dela, eu disse:
- Agora vou tirar. Se não engolir, não cuspa. Faz de conta que teu marido gozou na sua boca... e... olha pra mim e deixa escorrer tudo pelos seus peitos.
Tirei a pistola e ela calou a boca, devia ter lá dentro tipo meio gole de mistura, hehe. Ela me olhou. Agarrou bem os peitos. Abriu a boca devagar e deixou o conteúdo escorrer no meio dos peitos dela...
Porra, que prazer quando eu vi ele. Ficou duro na hora de novo. Ela me olhou e riu.
- Já acabou o show, hein? Vamos parar com essa palhaçada que você tá ficando muito idiota, e não é plano. Eu passei no teste?
— Já te falei que sim — eu disse sorrindo e olhando pra buceta dela.
Pois é... vou ver se me decido de uma vez e falo pro Raul que a gente pode tentar.
- Isso, acho que você já tá pronta, Eva - falei pegando minha camiseta.
Ela foi até a pia e começou a se enxaguar um pouco e a se esfregar com um guardanapo de papel pra tirar toda a porra. Quase que um peito escapou de milagre.
Bem nessa hora, bateram na porta.
- Merda!!! Porra!!! - disse ela, assustada -. Acho que é minha sobrinha, às vezes ela dá uma passada aqui.
- Caralho, Jooodeeer.
— Já tô abrindo, vou no quarto me trocar — falou, e sumiu atravessando a sala. Eu ajeitei bem a camiseta e fui pra porta. Larguei a pistola no banheiro e coloquei meu melhor sorriso. Abri.
- Oi!
- Oi - disse ela, estranhando.
- Sua tia tava estendendo roupa e me mandou abrir a porta. Entra, entra.
Entramos na sala ao mesmo tempo que Eva saía do corredor, já com a blusa de manga comprida dela, claro.
- Oi, Vanesa.
- Oi, tia - e deu dois beijos nela.
- Conhece o Roberto? Amigo do Raul e meu.
— Sim —disse a garota—. De ver ele às vezes pela cidade.
A gente trocou dois beijos. A Vanesa ainda não tinha 18, mas já dava sinais do que viria. Pedi desculpas, falei que precisava ir fazer umas paradas e vazei de lá. Na real, não ficou nada forçado. Prometi voltar quando o Raúl estivesse, assim a mina ia achar que eu tinha passado lá pra ver se pegava meu amigo em casa por acaso.
Tinha que pensar no próximo passo... queria que a Eva provasse meu sêmen direto "do meu pote", hehehe.
Continua...
- Onde é que você guarda a farinha, Eva?
— Farinha? Pra quê? — perguntou.
- Pra ficar mais real.
- Mais real?
- É, a gente coloca um pouco de farinha na água pra dar uma consistência e pronto. Já vai ver - falei enquanto abria o tampão da pistola e começava a despejar a água num copo.
- Ah, nãooo, para com esses joguinhos e frescuras, que eu já sei o que você quer dizer.
- Vem cá, mulher... me deixa a farinha - e comecei a abrir os móveis que estavam por perto procurando ela.
Ela não dizia nada enquanto continuava mexendo a comida na frigideira.
-Já peguei! - falei pegando um pote.
Polvilhei um pouco no copo e peguei uma colherinha de café na gaveta. Mexi com força e fui colocando mais até conseguir uma pasta parecida com porra, kkkkk. Ri enquanto fazia isso pra tirar o peso da situação e pra mulher do meu amigo levar tudo na brincadeira.
- E agora o toque final - falei, colocando o copo no micro-ondas e ligando ele.
— Você é louco — ela me disse, sorrindo.
- Você vai ver...
Depois de um minuto, tirei e despejei o conteúdo na pistola de brinquedo. Apertei o gatilho devagar, colocando a mão por baixo.
- Olha olha olha - avisei pra ela.
Ela olhou atenta e a mistura foi saindo devagar, gota a gota da ponta da pistola, escorrendo pra baixo até cair na minha mão. Eu sorri. A textura era muito parecida com sêmen, principalmente com o meu, kkkk.
— O que você acha? — perguntei.
- Uma putaria - disse ela pegando a pistola.
- Não, mulher. Olha, vou experimentar ela.
Se ela quisesse entrar na brincadeira, eu tinha que mostrar que agiria com toda a naturalidade, então me preparei para testar a mistura da pistola no meu rosto.
- Vou experimentar primeiro.
Apontei a pistola pra minha bochecha e apertei um pouco, um jato escorreu pelo meu rosto e deslizou até o queixo, peguei com a mão.
- Tá vendo? Nada demais. É assim que o Raúl goza, né?
— Sim — disse ela, me olhando.
— Toma — falei, estendendo a pistola com naturalidade — agora tenta na tua cara.
Aí peguei a latinha de cerveja pra continuar bebendo. Ela pegou a pistola e ficou olhando pra ela como se fosse uma novidade.
- Eu não vou fazer isso.
- Evaaaa! Por favor! Quero ajudar vocês. Vai ver que não é nada, se você aguenta água com farinha... por que não vai aguentar um jato de porra do homem que você ama?
Ficou me encarando... hehehe.
- Tá bom - ela disse.
Ela aproximou a ponta da pistola e inclinou a cabeça pra deixar o lado direito bem exposto. Só de ver aquilo já fiquei mais duro e com mais tesão do que já tava. Com a latinha na mão, não perdia um detalhe. A ponta da pistola flutuava uns 5 cm acima do rosto dela.
- Aperta o gatilho devagar e suave - falei baixinho.
Ela fez isso. E uma gotona da mistura caiu na cara dela e escorreu pelo meio da bochecha enquanto ela olhava pra frente. A sensação que me envolveu foi tipo um pequeno triunfo. Ela continuou apertando, mas quase não caía mais.
—Espera —falei—. Te ajudo, não se mexe.
E dei um passo à frente e peguei a pistola enquanto ela continuava com a cabeça virada de lado. Então fiz algo que nem eu mesmo tinha planejado naquele momento, foi algo instintivo...
...
Eu rodeei ela, fiquei por trás, com a mão direita peguei a pistola e ela baixou a mão, e com a esquerda peguei o cabelo dela, ela tem cabelo na altura dos ombros e tava solto naquela manhã. Puxei um pouco pra expor ainda mais o rosto dela pro cano da pistola.
—Ei, cuidadaaado — ela disse.
- Chiiiissstt - não se preocupa.
E aí eu apertei devagar o gatilho, saiu um belo gozão que caiu na bochecha dela, perto do nariz, e não satisfeito com isso, virei a cabeça dela com a minha mão esquerda, que tava segurando ela pelos cabelos, pra expor mais a testa dela. Levantei o cano e apertei pra soltar uma boa cuspida da mistura na testa. Considerei suficiente. A respiração dela tinha ficado mais funda, a minha também. Fui me afastando e deixei o cano da pistola roçar parte do rosto dela.
— O que você fez? — perguntou ela.
- Fazer a pistola de brinquedo gozar na sua cara, igual meu amigo faria - falei sério enquanto ela se virava pra me olhar.
- Já entendi, já.
- E aí, como é que tá?
- Normal.
- Claro, porque não é igual, mas é parecido. A mistura tava quentinha, né? E a textura... lembra.
— Sim, parece — disse ela enquanto limpava a gozada de fresco do rosto com um guardanapo de papel.
- Pelo menos agora você já conhece algo mais...
—Isso é uma bobagem. Não faça de novo.
— Mulher, não fica brava... já falei que é pra ajudar vocês, e pra te ajudar também. Da próxima vez a gente faz mais rápido, apertando mais o gatilho — falei enquanto pegava a latinha de cerveja de novo.
- Não vai ter mais vezes. O Raul não ia gostar de saber que a gente fez isso.
— Eva, a gente não fez nada de errado. Mas beleza, vai ser nosso segredo. E sim, vai ter próxima vez. Deixa a pistola por perto — falei enquanto largava minha latinha. — Agora tenho que ir, mas a gente se vê em breve, né?
Cheguei perto e dei um beijo na bochecha dela, onde a pistola tinha escorregado, kkkk.
Ela não me devolveu e, quando soltei um "até logo", ela não disse nada e não me acompanhou até a porta.
Passaram-se uns dias desde aquela manhã de brincadeira com a pistola d'água. Não liguei pra casa do meu amigo, nem me chamaram pra tomar um café ou jantar. Eu pensei que talvez tivesse passado dos limites e que a vida sexual do Raúl e da Eva não era da minha conta... mas era tudo tão safado e a muito Promíscua tinha uma boca e uns peitos... que eu não conseguia parar de pensar em gozar neles.
Além disso, curiosamente o que eu queria era ver os peitos dela de fora e poder encher eles de porra, mesmo que não tocasse no rosto nem na boca dela, mas por outro lado me atraía a ideia de ser o primeiro a fazer isso... um belo jato de porra bem na boca dela, e depois enfiar o máximo que pudesse até a garganta pra ela engolir e não cuspir, ou deixar ela cuspir nos peitos. Vocês sabem, as possibilidades são várias.
Por outro lado, ela era a mulher do meu amigo e ex-colega de trabalho. E não era certo eu fazer nada. Mas a tentação me consumia, pelo menos as brincadeiras eu não considerava erradas, e também não havia traição por parte da Eva com o marido dela. Eu estava meio confuso. Já estávamos no começo de outubro, tinha passado uma semana e as chances de ir pra praja já tinham ido embora, e com elas a possibilidade de aproveitar de novo as belas bundas da Eva de biquíni.
Tinha que pensar em algo, continuar com o papo da pistola. Não ia ser difícil pegar a Eva em casa, já que meu amigo ia continuar trabalhando quase o dia inteiro, principalmente de manhã, e ela ia estar lá sozinha, agora que o filho dela tava na creche. Só precisava passar na casa dela de novo, igual fiz da primeira vez. Mas talvez já não fosse ser tão bem recebido por ela...
Optei por convidar eles pra uma tarde de um dia de semana, lá em casa, pra tomar um café e comer um lanche. Assim eu podia ver a reação da Eva, se ela ficava desconfortável comigo, quieta, essas coisas. Mandei um w h a t s a pp pro meu amigo, depois de uma hora ou coisa assim ele respondeu aceitando, no dia seguinte os três vinham lanchar. Comprei o que precisava.
Na tarde seguinte, eles estavam na minha porta às 6 da tarde. Cumprimentei com um sorriso, um abraço no meu amigo, dois beijos na Eva, que parecia estar normal (como se nada tivesse acontecido uma semana antes com a parada da pistola) e um apertão no pequenino.
Servi café e comemos um lanche como bons amigos. E não acontecia mais nada digno de nota. Até que o Raúl levou o pequeno ao banheiro (que ficava no andar de cima, já que moro numa casa), já estavam ensinando ele a fazer as necessidades dele, hehe. Aí fiquei sozinho com a Eva por uns cinco minutos. Assim que ficamos a sós, perguntei como ela estava, me referindo ao que tinha rolado na semana anterior.
— Beleza — disse ela.
- Pois amanhã vou passar na sua casa - soltei de supetão.
- Pra quê?
- Já sabe, tem que continuar treinando.
— Já, aquela parada da pistola, né? — falou ela, soltando um sorriso, mas sem muita convicção.
- Ou será que meu amigo já conseguiu que você...? - perguntei se ela já tinha deixado ele gozar na boca dela...
Por um momento, ela ficou em silêncio e deu mais um gole no café. Eu já temi o pior, que já tivesse rolado... Mas não.
- Ainda não.
— Que mulher durona você é, haha.
- já viu - disse.
- Bom, vai dar certo. Se você não praticou sozinha, pra isso que eu tô aqui. falei enquanto pegava minha xícara.
— Não quero que isso vá além — disse ela, bem séria.
- Fica tranquila, Eva. É só um jogo. Amanhã nós dois vamos nos atirar com a pistola d'água, aí você vai ver como é que segura os jatos, bom... as gotas no seu caso, claro - falei lembrando que ela tinha dito que meu amigo gozava a conta-gotas, e não a jato. Vamos atirar de vários jeitos e pronto.
- Já, mas no final você fica com tesão, com certeza!
- Mulher, sou um homem, não uma pedra... embora fique duro, hahaha.
- Caramba, que gostosa você é...
- Não me leva a mal, todo mundo é igual, né?
- Não, se já sei, já sei.
- Anda logo, você também fica toda tesuda que nem uma putinha - soltei -. Cê acha que eu não percebo quando conto alguma das minhas aventuras e você me pede pra contar mais e mais?
- Isso é diferente.
Já... mas causa efeito. No fim de semana que vem marquei com a coroa... a das boquetas olímpicas — especifiquei.
-Ah sim, lembro dela.
- Ela vai vir aqui.
Ouvi barulho de passos no andar de cima, meu amigo e o filho dele já estavam voltando.
— Onze horas? — perguntei em voz baixa.
— Vale — disse ela.
E aí mudei de assunto pra algo mais banal...
Só de pensar que eu ia encher aquela buceta de novo com a pistolinha no dia seguinte já me deixava de pau duro...
À noite, não consegui dormir muito bem, pensando no que podia fazer pra não assustar muito a Eva e ela me mandar pastar na manhã seguinte se eu passasse dos limites com a história da pistolinha d'água. O truque era dar uma de boa e outra de má. E sempre de olho nas reações dela. Claro, se ela tinha aceitado que eu fosse na casa dela, era porque realmente queria continuar o jogo, e principalmente porque tava deixando ela com tesão, não só o jogo... eu também. Se não... pra que tanto roçar em mim quando a gente via um filme junto com o marido dela, meu amigo?
De manhã eu levantei, tomei café da manhã e tomei um banho bem caprichado, não fosse que a flauta tocasse e eu tivesse que tirar a calça na frente da mulher do meu amigo, haha. Eu não ia trabalhar até a noite naquele dia, então não tava com pressa, embora ela estivesse, claro. Ela teria que buscar o filho na creche, lá pela 1. O que nos dava pelo menos uma hora e pouco de espaço pra brincadeiras na casa dela.
Finalmente chegou a hora de ligar. Eram 11 horas em ponto. Eu estava na porta dela, isso foi há dois meses, dia 11 ou 12 de outubro. Toquei a campainha e ela veio me atender. O cabelo dela estava preso num rabo de cavalo, só lembrando que o cabelo dela era compridinho, na altura do ombro. Ela vestia uma calça jeans e uma camiseta de manga comprida, simples, sem decote, mas mesmo assim os peitos dela, tamanho 110, marcavam, claro. E as alças do sutiã, que não eram daqueles reforçados, parecia que dessa vez ela tava usando um daqueles tipo regata fininha.
- Oi! - me cumprimentou, e me deu dois beijinhos castos, claro.
- Bom dia - falei.
Ajudei ela a colocar umas sacolas de um mercado que tinha na entrada.
— Acabei de chegar das compras. Valeu — disse ela ao ver que eu ajudava a levar as compras pra cozinha.
Uma vez lá, ela começou a bater um papo comigo como se nada fosse, tipo, como se não soubesse mesmo o motivo da minha visita. Percebi que ela tava nervosa. Não quis forçar muito e fui respondendo e falando sobre os assuntos que ela ia puxando. Até que eu perguntei:
- Cadê a pistola de brinquedo? Assim a gente treina um pouco antes de você ter que sair de novo.
Ela me olhou e disse:
— Vamos ver... essa história da pistolinha é uma bobagem, né? Cê acha que eu não sei direito como colocar a cara ou a boca quando meu marido... gozar? — disse ela cruzando os braços, os peitos acabaram apertados um contra o outro dentro da camiseta.

- Não é isso, é só a prática. Você sabe como tem que ficar, mas na hora de uma gozada... como é novidade pra você... com certeza faz cara feia, e isso corta muito o tesão.
- Fiz cara feia semana passada quando você me besuntou a cara de farinha e água?
- Não, mas agora vamos fazer um pouco mais e diferente, pra ver como você se sente e como reage. Cadê a pistola? No tanque?
- Não, na banheira.
Sem falar nada, saí da cozinha pra buscar ela. Lá estava. Peguei ela e fui pra cozinha. Soltei ela na bancada e enchi um copo d'água. Peguei a farinha e comecei a fazer aquela mistura de novo, a meleca, mexendo bem. Ela continuava arrumando as compras do mercado nos armários e prateleiras, e tirava umas coisas pra começar a fazer a comida pro meu amigo quando ele voltasse do trampo. Assim que terminei a mistura, coloquei no micro-ondas em temperatura baixa pra ela ganhar consistência e ficar morna, quase quente. Ela ficava me olhando. Quando acabou, fui colocando na pistola, sorte que a tampa deixava um buraco bem grande pra despejar o conteúdo. Depois testei atirar na minha mão, saiu um jorro que me sujou e bateu na bancada. Dessa vez consegui uma massa mais parecida com porra.
— Halaaa, você encheu a bancada toda — disse ela passando um pano na área.
- De boa, mulher, depois a gente limpa.
— Quando você marcou com a coroa? — ela soltou.
Aquilo me pegou de surpresa.
No sábado à noite, daqui a dois dias, a gente janta na minha casa e depois com certeza a coisa vai acabar estourando, haha.
- Que bom pra você, hein?
- O que foi? Quer vir ver? - soltei sem pensar.
- Sim, claaaaro - disse ela de brincadeira -. Eu vou ficar de olho pra tudo dar certo, haha.
Só de pensar que ela podia ser assim já me dava um tesão.
- No sábado, vou sair com minha irmã e minhas amigas, e seu amiguinho vai ficar aqui sozinho cuidando do menino. Então você já podia marcar com aquela tia outro dia e vir fazer companhia pro Raul, né?
—Que nada, outro dia, hahaha. Bom... vamos testar a pistola — falei apontando pra cara dela a uns 10 cm.
Cuidado, vê lá o que vai fazer...
- Só isso.
E apontei pra testa dela e soltei uma gotinha apertando devagar o gatilho. Ela se jogou pro lado.
- Tá vendo? Isso é uma bobagem. A gente tem que deixar mais emocionante. Vamos ver... E eu dei a arma pra ela, ela pegou. Aí tirei a jaqueta e a camiseta, ou seja, fiquei só de calça e sapato. Se eu queria que ela entrasse na dança, tinha que fazer de otário babão eu mesmo, haha.
- O que cê tá fazendo?
- Nada, mulher, é pra não sujar minha roupa. Também não se assusta, já me viu assim na praia um monte de vezes.
Fiquei na frente dela e falei:
- Aponta e atira.
-Onde...
- Na cara - eu disse.
Ela fez isso e a primeira lambuzada de porcaria acertou meu pescoço.
- Nada mal, ainda bem que tirei a camiseta, haha.
Ela riu. Pelo menos já tava levando na brincadeira...
- Chega mais perto agora e não atira tão forte, mais devagar, e aponta pra minha cara.
Ele fez isso e dessa vez caiu na minha cara e parte do nariz.
- Você viu minha reação?
- Você só reagiu.
- Pois é isso que você tem que fazer. Coloca a pica do meu amigo perto do seu rosto, você aponta pra sua cara ou pros seus lábios, e não reage mal. Olha.
Peguei a pistola dela e apontei pro meu rosto e pra minha boca, soltei três gozadas e peguei elas, duas na minha boca, uma na cara. Olhando fixo pra ela, me aproximei e mostrei as duas gozadas acumuladas dentro da minha boca, entre minha língua e meus dentes. Ela olhou com uma cara estranha, com um pouco de nojo.
Cuspi na pia.
- Essa cara que você fez ao ver ele é a que não devia fazer - falei enquanto enxaguava a boca com água e limpava a porra de misturada do meu rosto com um guardanapo de papel.
- Vale, vou tentar.
- Vamos tentar com você... - falei enquanto me aproximava dela, pistola na mão. Minha pica já começava a ficar dura...
Aproximei-me dela, que me ofereceu o lado do rosto pra eu disparar o jato de porra feito de água e farinha. Mirei a dois centímetros da cara dela e apertei o gatilho devagar até que um gotão escorreu da maçã do rosto dela até o queixo.
— Assim —eu disse—. Muito bem, você nem se mexeu. Agora vamos dificultar. Abre a boca.
- Não.
— Eva, por favor, abre ela e vou jogar um pouco, na mesma velocidade que fiz na sua cara. Vai cair nos seus dentes, bem devagar, entre os dentes de baixo e a língua você consegue segurar, é fácil.
Ela me olhou, como se não confiasse em mim.
- Porra - ele disse-. Que chato você fica...
- É pro teu bem. Vamos - pressionei ela, segurando a emoção.
Ela abriu a boca e eu apertei o gatilho de brinquedo pra começar a cair uma gota da mistura, caiu bem no lugar que eu tinha mandado. Ela fez menção de se afastar, mas com a outra mão eu apertei o ombro dela.
-Ah, ah, ah... não, querido, não - falei devagar. - Segura assim.
E aí eu encostei a ponta da pistola de brinquedo nos lábios dela.
- Sem graça.
- Quê? - disse ela surpresa e de boca aberta, segurando a gota que tinha caído dentro debaixo da língua.
—Passa seus lábios na ponta da pistola — falei, completamente de pau duro.
- Não, não, não...
Faz isso, sabe que é assim que a gente gosta... é como se o pau do seu marido já tivesse gozado. Faz isso.
Ela fez isso meio sem convicção, olhando pra frente.
- Assim, isso é...
Eu já tava com um pau duro fudido dentro da calça. A danada tinha que chupar ele bem... Ela pegou com os lábios a ponta da pistola e lambeu umas duas vezes. Depois se afastou devagar.
- Tá bom. Agora a gente vai atirar um pouco mais rápido, umas duas rajadas, mas pra não sujar você... tira a camiseta - falei na maior naturalidade, já que eu tinha tirado a minha... agora era a vez dela.
- O que você tá dizendo? Nem pensar!!!
- Evaaa, deixa de onda... já te vi na praia de biquíni!! Se você tá de sutiã, é a mesma coisa, né?
- Mas olha só... pra que você vai atirar a pistolinha rápido se o Raul não goza com tanta força? Não ia me encher assim, na discrição.
- Nunca se sabe! Além disso, não vou gozar com força, falei um pouco mais rápido, e dois bons jatos vão encher sua camiseta com certeza. Porque meu amigo goza pra caralho, né?
- Bem, sim... - disse ela, agora um pouco envergonhada.
Eu já tava com o pau duro pra caralho, ela devia perceber, mas não olhava pra minha calça, sempre encarava meu rosto. Nem pro torso. E olha que não sou feio não, malho na academia, corro, faço vela quando dá...
-Bom, então tira ela.
-Não, não tenho um sutiã adequado.
- Como que não? - perguntei.
- Não tenho não, é daqueles tipo camiseta, um pouco comprido na barriga. Vou pro quarto e visto outro, ou a parte de cima de um biquíni.
Pelo menos isso já era alguma coisa, eu teria adorado ver ela de sutiã... mas fazer o quê.
- Tá bom - falei. - Vai, enquanto isso vou dar uma mijada rapidinho.
Ela saiu da cozinha e foi pro corredor, e eu fiz o mesmo, atravessei a sala pra entrar no banheiro com um pau duro do caralho. Eu ia ter a mulher do meu amigo de biquíni na cozinha, e ia encharcar ela com dois ou três jatos da pistola. Minha intenção era acertar um direto no meio dos peitos dela. Entrei no banheiro, na real nem sabia por que tinha dito que ia lá, não tava com vontade de mijar... entrei, fechei a porta e me olhei no espelho. Tava nervoso. Larguei a pistolinha na pia e desabotoei a calça, tirei o pau pra fora, lá estava ele, duro e maravilhoso como eu tava acostumado, hahaha.
Na hora me veio uma ideia na cabeça... mas eu tinha que botar pra rolar rápido. E já. Agora.
Acabava de entrar no banheiro, lembrando que tava sem camiseta e com a pica pra fora, sem saber exatamente pra quê, mas era um bom momento pra baixar o inchaço da minha pica que a Eva tinha provocado lambendo a pistola de brinquedo depois de levar uma gozada da massa de água e farinha.
Ela tinha ido trocar o sutiã no quarto dela, pra colocar a parte de cima do biquíni e não me mostrar mais do que o necessário.
Eu disse pra vocês que na mesma hora veio uma ideia na minha cabeça... mas eu tinha que botar em prática rápido. E pronto. Agora.
Então abri o tampão da pistola por onde recarregava e joguei um pouco da mistura na pia, pronto pra botar minha ideia em prática. Depois abri um pouco a torneira pra água levar os pingos de mistura pelo ralo. Tinha que ser rápido e certeiro, dois minutos ou três no máximo, porque em dois minutos ela ia voltar pra cozinha... e ter uma pontaria perfeita, isso ia ser mais difícil... Me olhei no espelho, com a mão esquerda segurava a pistola, com a direita peguei na minha piroca e comecei a bater uma com decisão. Fico mais duro se faço devagar, sabendo disso comecei assim, e depois fui acelerando, mas com a pressa de gozar logo, talvez não conseguisse terminar nesses dois minutos e tivesse que parar...
Passou o tempo e ouvi passos no corredor, Eva voltava pra cozinha, em um minuto eu já tinha que estar fora... Acelerei o ritmo da punheta, já tava quase lá, minha cabecinha brilhava de um jeito incrível, parei um instante pra cuspir na mão e continuar, imaginava a boca da Eva cheia do meu leite, e ela me chupando e limpando minha pica depois, principalmente enfiando a cabecinha bem onde tinha caído a porra da mistura minutos antes na cozinha...
Passou o segundo minuto, quase tava...
Ouvi passos e a voz da Eva.
—Já tô pronto!! Cê já vai sair?
- Siiiiim, me desculpaaaa - falei, levantando a voz como dava.
Ouvi ela voltando pra cozinha. Continuei me masturbando, segurando a rola, tava lá, sentindo o orgasmo, percebendo que ia gozar...
Aproximei a abertura da pistola na ponta da minha piroca, a abertura era do tamanho da boca de uma garrafinha de cerveja, suficiente pra caber o jato da ponta da minha cabecinha. Tava gozando...
Pressionei meu grelo contra a abertura e abafei um gemido de prazer e satisfação ao gozar. O primeiro jato entrou na arma, o segundo também, no terceiro me mexi um pouco, e só entrou um pouco, o resto sujou a arma, parte do móvel da pia e o chão.

Porra, que delícia... apoiei meu pau na pia e deixei o resto sair ali, com cuidado coloquei a tampa na pistola e agitei pra minha porra misturar com a farinha e a água. Porque o Roberto me chamou dizendo que aquela puta ia provar semente pela primeira vez hoje... Recolhi o mais rápido que pude, limpei tudo com papel higiênico e joguei no vaso, dei descarga. Antes de guardar o pau, passei o cano da pistola pelas bolas e pela ponta da cabecinha.
Eu tinha decidido que a gostosa da mulher do meu amigo experimentasse algo mais do que a mistura do meu esperma com a farinha hoje... pelo menos que o cano da pistola de brinquedo tivesse o cheirão das minhas bolas.
Abotoei a calça, peguei a pistola e saí empunhando ela com a mão que tinha usado pra me masturbar, decidido a finalizar o pequeno plano que tinha bolado.
Com uma pistola de brinquedo na mão, carregada parte com a mistura de farinha e água e parte com dois bons jatos da minha porra, saí do banheiro em direção à cozinha. Quando entrei, vi a Eva; ela tinha vestido a parte de cima de um biquíni que eu ainda não tinha visto nela. Ela estava uma gostosa. Era daqueles de triângulo, que cobrem a teta, sim, mas menos que outros. E deixava ver pouco mais do que eu já tinha visto na praia, o que já não era pouca merda, pra ser sincero.
Não subiu de novo na hora porque eu tinha gozado bem no banho... se não fosse assim... ia dar pra ver o volume e aí sim não teria como disfarçar de jeito nenhum.

Você demorou muito - disse ela, me olhando.
— Já, me desculpa — falei sem jeito.
- Então vamos logo que não tenho o dia todo, daqui a 20 minutos tenho que buscar o moleque na creche. Vai com cuidado, hein? Pra prova final que vamos fazer, vou te mostrar que consigo segurar toda essa porcaria da pistola na minha boca. Bom, toda não, com dois jatos já basta, não exagera.
E dito isso, ela se colocou na minha frente. Senti um frio na barriga de tesão. Ia encher a cara da mulher do meu amigo com a mistura da pistola, que ainda tinha dois tiros de leite, e o cano com gosto de rola e ovo... A emoção me dominava.
—Vou — falei.
E sem dizer nada, ela me ofereceu o rosto, fechando os olhos. Apontei a pistola carregada e atirei devagar. O primeiro jato foi na lateral do rosto dela, até o canto dos lábios. Fiquei nervoso ao distinguir a cor e a textura da minha porra naquele esguicho.
Ela nem se abalou, recebeu ele de boa. Passei o cano da arma pelos lábios dela, roçando de leve, o mesmo cano que um minuto antes tinha passado na minha pica... Ela abriu um pouco a boca e passou a língua. E o jato da mistura anterior começou a escorrer pelo queixo dela, deslizando até o peito e sujando um pouco o biquíni.
- Vai outra - falei. - Dessa vez um pouco mais rápido. Não abre os olhos.
Afastei a pistola e apontei para a boca, ela estava entreaberta. A pistola a 10 cm.
- Essa vai entrar em você...
Ela não se mexeu.
Atirei.
E o jato acertou o lábio superior dela, escorreu um pouco pro lábio inferior e ela pegou com a língua, saboreou. Mas deixou depositado na língua, sem engolir.
E aí, beleza?
- Bom, tem um gosto estranho...
Comecei a ficar de pau duro. Era parte da minha porra que a mulher do meu amigo estava saboreando. E ela, sem saber... Abriu os olhos e me olhou, sem achar estranho.
- Agora vou te dar os dois últimos.
- Com cuidado...
Sim, sim...
Aí pedi pra ela fechar os olhos de novo e abrir a boca, e falar pra ela ficar preparada porque eu não ia dizer onde ia gozar. Ela obedeceu. Teve um silêncio e eu soltei uma porrada de leite à distância, que escorreu da testa até a boca, passando pelo nariz. Ela só recuou um pouquinho.
— Muito bem — falei excitado.
O jato começou a escorrer pelo rosto dela e a pingar do queixo até as tetas.
- Cruza as mãos na frente, já sabe, Eva, de braços cruzados, levantando os peitos pra tudo ficar no biquíni e não cair no chão.
— Cê gosta delas, hein? — perguntou sorrindo e sem abrir os olhos.
- E quem não gosta? rsrs.
Ela cruzou os braços por baixo das tetas e elas subiram esplendorosamente, o decote se acentuou e a mistura de farinha, água e porra já manchava uma parte do biquíni e se acumulava no meio do decote. Tava pedindo pra forçar ela a se ajoelhar ali no meio e meter a pica entre as tetas e na boca dela.


- Vem, o último - disse abrindo a boca. De novo com os olhos fechados.
Então, pra ter certeza de que ia provar direitinho o conteúdo do brinquedinho, enfiei o cano da pistola na boca dela. Ela reagiu e abriu um pouco mais, arregalou os olhos e me olhou, tipo: "cuidado, não joga muito...". Coloquei uma mão no braço dela, como se quisesse acalmar, e de leve passei a mão num peito. Ela fechou os olhos de novo e eu apertei o gatilho, não muito rápido, mas o suficiente pra cair como um gotejo persistente com dois apertos no gatilho de brinquedo. Que tesão doentio que senti... parte do meu gozo misturado na língua dela, direto... e ela sem saber.
Ela mexeu um pouco a garganta e inclinou a cabeça de leve, como se estivesse direcionando o conteúdo para um lado da boca. Antes de tirar a área da pistola esfregada nas minhas bolas da boca dela, eu disse:
- Agora vou tirar. Se não engolir, não cuspa. Faz de conta que teu marido gozou na sua boca... e... olha pra mim e deixa escorrer tudo pelos seus peitos.
Tirei a pistola e ela calou a boca, devia ter lá dentro tipo meio gole de mistura, hehe. Ela me olhou. Agarrou bem os peitos. Abriu a boca devagar e deixou o conteúdo escorrer no meio dos peitos dela...
Porra, que prazer quando eu vi ele. Ficou duro na hora de novo. Ela me olhou e riu.
- Já acabou o show, hein? Vamos parar com essa palhaçada que você tá ficando muito idiota, e não é plano. Eu passei no teste?
— Já te falei que sim — eu disse sorrindo e olhando pra buceta dela.
Pois é... vou ver se me decido de uma vez e falo pro Raul que a gente pode tentar.
- Isso, acho que você já tá pronta, Eva - falei pegando minha camiseta.
Ela foi até a pia e começou a se enxaguar um pouco e a se esfregar com um guardanapo de papel pra tirar toda a porra. Quase que um peito escapou de milagre.
Bem nessa hora, bateram na porta.
- Merda!!! Porra!!! - disse ela, assustada -. Acho que é minha sobrinha, às vezes ela dá uma passada aqui.
- Caralho, Jooodeeer.
— Já tô abrindo, vou no quarto me trocar — falou, e sumiu atravessando a sala. Eu ajeitei bem a camiseta e fui pra porta. Larguei a pistola no banheiro e coloquei meu melhor sorriso. Abri.
- Oi!
- Oi - disse ela, estranhando.
- Sua tia tava estendendo roupa e me mandou abrir a porta. Entra, entra.
Entramos na sala ao mesmo tempo que Eva saía do corredor, já com a blusa de manga comprida dela, claro.
- Oi, Vanesa.
- Oi, tia - e deu dois beijos nela.
- Conhece o Roberto? Amigo do Raul e meu.
— Sim —disse a garota—. De ver ele às vezes pela cidade.
A gente trocou dois beijos. A Vanesa ainda não tinha 18, mas já dava sinais do que viria. Pedi desculpas, falei que precisava ir fazer umas paradas e vazei de lá. Na real, não ficou nada forçado. Prometi voltar quando o Raúl estivesse, assim a mina ia achar que eu tinha passado lá pra ver se pegava meu amigo em casa por acaso.
Tinha que pensar no próximo passo... queria que a Eva provasse meu sêmen direto "do meu pote", hehehe.
Continua...
1 comentários - A gostosa peituda do meu amigo😈