Agora estávamos nós três completamente pelados na nossa cama de casal. Eu olhava pra Sol e pra minha irmã e não conseguia acreditar que elas estavam nuas na minha cama, mas o que me deixava mais incrédulo era que minha irmã tinha chupado meu pau depois de se entregar pra eu chupar a buceta dela.
O negócio da minha irmã chupando a buceta da minha mulher foi a cereja do bolo. Sol pulou da cama e disse: Vou pegar algo pra beber Dale – falei eu
De repente, como se fosse um adolescente prestes a dar o primeiro beijo, me deu um nervoso danado. Tava na cama com minha irmã pelada do meu lado. Olhava pro teto e meu coração batia forte. Sentia que começava a entrar num estado de desespero e pânico. Por sorte, minha irmã, que me conhecia muito bem, perguntou: Tá acontecendo alguma coisa, Gon? Não vou mentir pra você – falei. Só com essas cinco palavras comecei a relaxar um pouco. E aí, beleza? Estou nervoso – confessei a ela Gonza, é normal você ficar nervoso, o que a gente fez agora, mesmo tendo sido fantástico, foge de qualquer lógica. Valeu por me entender – falei pra ela, agora olhando com carinho Tenta se acalmar, eu também tava meio tensa, mas a Sol é uma foda que me fez relaxar como ninguém sabe fazer. Sim, não é por acaso que, quando ela se levantou da cama, comecei a me sentir assim. Bom, calma – ela disse, apoiando-se num cotovelo e me beijando na bochecha.
Foi um beijo um pouco mais longo que o normal, e depois outro mais curto. Depois mais um, mas dessa vez mais perto da boca.
Eu me deixava levar, e os beijos foram chegando na minha boca. Primeiro curtos, depois mais longos, depois com os lábios mais relaxados e, por fim, com nossas línguas brincando como se não houvesse amanhã.
Minha irmã realmente beijava muito bem. A boca dela era gostosa de sentir, macia, levemente carnuda, mas bem lubrificada pela saliva. Era brincalhona como sempre, mas dessa vez eram brincadeiras quentes que me deixavam louco. Sem parar de me beijar, ela se afastou um pouco e soltou: Quero continuar Eu também – falei pra ela
Ela subiu em cima de mim enquanto eu via a sombra da Sol na porta. Olhei pra ela e ela fez um sinal com a mão pra eu continuar com o que tava fazendo.
Voltei a olhar pra minha irmã nos olhos, percebi ela mais gostosa do que nunca. Não consegui evitar a tentação de olhar pros peitos dela, pequenos mas lindos, coroados com um mamilo escuro e duro. Ela sorriu pra mim com amor, com amor fraternal, com amor de irmãos, um amor lindo. Agora eu tinha certeza.
Mas o que era amor, rapidamente virou desejo e a Lúcia se jogou em mim pra me beijar com uma desesperação que eu nunca tinha visto nela. Minha pica ficou dura como se tivesse sido ativada por um mecanismo de mola.
Agora minha irmã tava em cima de mim, com as duas pernas de cada lado do meu corpo e completamente pelada. Ou seja, minha pica tava a centímetros da buceta dela. Uma descidinha da parte dela faria o contato inevitável.
Pra piorar, minha ereção era tanta que minha pica não descansava apoiada na minha barriga, mas sim em pé. Por sorte, minha irmã parecia estar tão tesuda quanto eu e me fez saber disso. Quero fazer tudo com você – ele/ela me disse Eu também – repeti de novo que nem um robô. Quero sentir você dentro de mim" – ela disse e se deixou cair um pouco. Siiiiim Hummm, já tá duro de novo! – ela disse surpresa quando sentiu a dureza do meu pau separando os lábios da buceta dela. Sim, tô muito tesuda – me confessei Eu também tô muito tesuda – ela disse e me beijou de novo.
Aí a Lucía começou a se mexer pra frente e pra trás em cima do meu pau. Dava pra ver que ela tava adorando me sentir tanto quanto eu tava adorando sentir ela. Mesmo sem eu estar penetrando ela, a sensação era tão gostosa que eu não queria que nada mudasse. Ayyy, eu gosto muito disso – ela me dizia Eu também. Sentir teu pau assim, aghhhhh, tô muito tesuda Siiim, continua assim Mmmmm que prazer sentir sua pica – ela disse e me beijou profundamente de novo
Agora ela colocou a boca no meu ouvido:
- Sabe que eu adoro isso? Sabe que eu amo sentir seu pau na minha buceta?
A Lucía se mexia e falava comigo Ayyyy, que buceta gostosa que tu tem, Gonza… Lu, eu adoro sentir sua buceta no meu pau também.
Acho que se não fosse porque eu tinha gozado poucos minutos antes, eu não aguentava nem mais um instante. Por sorte, o orgasmo parecia estar longe, e isso me animou a continuar com o jogo de palavras. Você também tem uma buceta linda, toda depilada que eu adoro. Sim? Você gosta da minha buceta? Muito
Agora minha irmã tinha descido mais e se adiantou um pouco. Quando voltou, a ponta da minha rola ficou na entrada da buceta dela e ela se mexeu procurando que pelo menos a cabeça entrasse.
Era tanta lubrificação que minha glande entrou com facilidade na porta da buceta dela, toda oleada. Mmmmmm – she groaned Aghhhhh Aíiii, tá entrando! – ela disse Siiiiim Você vai me comer?" – ela me perguntou de forma retórica. Claro que sim, vou te comer Ou eu vou te comer, sim – ela me disse, e era verdade.
Lucía se moveu de um jeito tão decidido que me surpreendeu. Foi descendo devagar e meu pau entrou como uma faca quente numa barra de manteiga. Foi uma das melhores sensações da minha vida. Até hoje lembro com clareza. Meu pau entrando naquela buceta toda lubrificada.
Naquele momento, éramos só nós dois no mundo inteiro. O universo sumiu, deixando a gente sozinho. Eu era todo dela e ela era toda minha.
A gente se beijou com paixão, amor, loucura, safadeza e ternura ao mesmo tempo. A língua dela era macia, quente e brincalhona. A minha respondia do mesmo jeito. Parecíamos feitos um para o outro.
Nossos corpos se colavam. Os peitos dela no meu peito. A pélvis dela contra a minha, buscando uma penetração bem funda.
Num momento, depois de me beijar, minha irmã me agarrou pelo cabelo e olhou nos meus olhos.
– Deixa eu te olhar Pra quê? – quis saber Quero ver bem a sua cara quando você tá me comendo. Eu gosto de olhar pra você quando me come" – eu disse
Então ela me respondeu com uma frase que ecoou na minha cabeça e até hoje continua soando toda vez que a vejo Me olha bem, e de agora em diante, toda vez que me ver, vai lembrar de mim te comendo. Aghhhh siiiim, adoro te olhar enquanto você me come Sim? Cê gosta que eu te coma? Cê gosta de comer sua irmã?
Agora a parada tava tomando um rumo muito perverso. As perguntas iam crescendo em putaria e o que minha irmã não sabia era que eu não tinha limites quando se tratava de fantasias e sacanagem. Adoro foder minha irmã Sim? Sim, sou muito perverso e degenerado. Com certeza eu sempre te deixava com tesão – ela me dizia. Sempre me deixou com tesão, ficava olhando pra sua bunda e sonhando em te comer – eu dizia, todo excitado. Siiim? E você batia uma punheta se imaginando como a gente tá agora? Claro… sempre sonhei em te comer na cama da mamãe e do papai – soltei pra ela.
Mesmo que nunca tivesse sido uma fantasia concreta, eu tava tão tarado que essas imagens começaram a aparecer na minha cabeça. Ayyy simmm, e eles que não tão aqui e a gente transando na cama deles – minha irmã parecia embarcar na minha fantasia Ahhh, como eu te comeria na cama deles, siiiim Transar onde nossos pais transam – dizia ela, completamente louca. Siiii, que delícia te foder, maninha – falei pra ela Siiim, vai fundo, me come, irmãozão Siii? Cê gosta que teu irmão mais velho te coma? Sim, sou muito depravada, adoro ser comida pelo meu irmão
Ela continuava se mexendo e eu ia chegando no orgasmo. Ela também, e me fazia saber. Ayyy, que gostoso que tu me come, maninho. Você gosta de como teu irmão te come? Você é muito puta?" – essa última escapou e eu temi que ela levasse a mal, mas não foi o caso. Siiiiim, sou tão puta e tão viciada que vou gozar com o pau do meu irmão dentro de mim. Aghhhh Lu, que gostosa que tu é Continua me comendo assim que eu vou gozar, continua, vai. Ayyy nãooo, vou gozar também – confessei pra ela Não tira agora, por favor, continua me comendo. É que eu tô quase Eu também – avisei ela Não para agora, aghhh ahhhhh siiiim aghhhhh – minha irmã tava gozando. Aííííí, vou gozar, Lu – falei pra ela Siiii, goza dentro de mim, não me importo, quero sentir você Aghhhhhh aaghhhhhhh Mmmmmm – a boca dela me calou com um beijo profundo
Ela me beijou enquanto eu gemia e gozava. Só quando se acalmou um pouquinho, sussurrou no meu ouvido: Que gostoso é transar com você, não me importa que seja meu irmão. Ou sei lá, talvez isso torne ainda mais gostoso.
Se ainda me restava um pouco de porra, acho que terminei de soltar tudo com esse comentário. Respondi:
- Não me importa que você seja minha irmã, ou até importa, mas o que eu tenho certeza é que adoro te foder e quero te foder todinha. Toda?" – ela me perguntou Toda, por todo lado, em toda parte – eu disse Quer me comer a buceta? – ela me disse Claro que sim, tô morrendo de vontade de te fazer a Booty E eu morro de vontade de você me comer no cu…
Eu continuava gozando dentro da buceta dela e ela agora me beijava e me perguntava: Ainda sinto seu pau se mexendo, você ainda tá gozando? Se vocês continuarem me falando essas coisas, acho que nunca vou parar de gozar. Mmmmm, que irmãozinho tão safadinho que eu tenho. Viu? – foi a Sol que apareceu atrás dela com uns copos na mão. Sol! A gente esqueceu de você – disse minha irmã. Já percebi, deixei eles porque senti que precisavam ficar sozinhos, mas tenho que confessar que dei uma espiadinha. E aí, cê gostou?" – minha irmã perguntou. Muito, até me deu um pouquinho de ciúme essa tal simbiose. Tem um pouco disso, não vou mentir – disse minha irmã e me beijou na boca.
Minha irmã olhou pra Sol, que estava com uma camiseta minha e sorrindo com aquele cabelo laranja e aquelas sardas lindas. Agora você pode me ajudar a limpar isso?" – disse a Lucía e se levantou devagar, enquanto meu esperma escorria por toda a minha pica ainda bem dura. Claro que sim! – disse Sol.
Eu pensei que Sol ia se dedicar ao meu pau, mas não, foi direto pra buceta dela e lambeu devagar. Ayyyy, tô vendo que minha cunhada é bem limpinha – falou minha irmã entre risadas. Mmmmm – eu beijei minha irmã na boca. Mmmmm – Agora Sol chupava a buceta dela com amor. Não, espera, Sol – ordenou minha irmã E aí, beleza? Você ainda não gozou, vamos limpar a pica do seu irmão e depois quero chupar sua buceta de novo, mas dessa vez, por mais tempo.
Minha irmã estava totalmente diferente. E eu amava isso.
Continua…
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Ou no telegram @reybaco2005
O negócio da minha irmã chupando a buceta da minha mulher foi a cereja do bolo. Sol pulou da cama e disse: Vou pegar algo pra beber Dale – falei eu
De repente, como se fosse um adolescente prestes a dar o primeiro beijo, me deu um nervoso danado. Tava na cama com minha irmã pelada do meu lado. Olhava pro teto e meu coração batia forte. Sentia que começava a entrar num estado de desespero e pânico. Por sorte, minha irmã, que me conhecia muito bem, perguntou: Tá acontecendo alguma coisa, Gon? Não vou mentir pra você – falei. Só com essas cinco palavras comecei a relaxar um pouco. E aí, beleza? Estou nervoso – confessei a ela Gonza, é normal você ficar nervoso, o que a gente fez agora, mesmo tendo sido fantástico, foge de qualquer lógica. Valeu por me entender – falei pra ela, agora olhando com carinho Tenta se acalmar, eu também tava meio tensa, mas a Sol é uma foda que me fez relaxar como ninguém sabe fazer. Sim, não é por acaso que, quando ela se levantou da cama, comecei a me sentir assim. Bom, calma – ela disse, apoiando-se num cotovelo e me beijando na bochecha.
Foi um beijo um pouco mais longo que o normal, e depois outro mais curto. Depois mais um, mas dessa vez mais perto da boca.
Eu me deixava levar, e os beijos foram chegando na minha boca. Primeiro curtos, depois mais longos, depois com os lábios mais relaxados e, por fim, com nossas línguas brincando como se não houvesse amanhã.
Minha irmã realmente beijava muito bem. A boca dela era gostosa de sentir, macia, levemente carnuda, mas bem lubrificada pela saliva. Era brincalhona como sempre, mas dessa vez eram brincadeiras quentes que me deixavam louco. Sem parar de me beijar, ela se afastou um pouco e soltou: Quero continuar Eu também – falei pra ela
Ela subiu em cima de mim enquanto eu via a sombra da Sol na porta. Olhei pra ela e ela fez um sinal com a mão pra eu continuar com o que tava fazendo.
Voltei a olhar pra minha irmã nos olhos, percebi ela mais gostosa do que nunca. Não consegui evitar a tentação de olhar pros peitos dela, pequenos mas lindos, coroados com um mamilo escuro e duro. Ela sorriu pra mim com amor, com amor fraternal, com amor de irmãos, um amor lindo. Agora eu tinha certeza.
Mas o que era amor, rapidamente virou desejo e a Lúcia se jogou em mim pra me beijar com uma desesperação que eu nunca tinha visto nela. Minha pica ficou dura como se tivesse sido ativada por um mecanismo de mola.
Agora minha irmã tava em cima de mim, com as duas pernas de cada lado do meu corpo e completamente pelada. Ou seja, minha pica tava a centímetros da buceta dela. Uma descidinha da parte dela faria o contato inevitável.
Pra piorar, minha ereção era tanta que minha pica não descansava apoiada na minha barriga, mas sim em pé. Por sorte, minha irmã parecia estar tão tesuda quanto eu e me fez saber disso. Quero fazer tudo com você – ele/ela me disse Eu também – repeti de novo que nem um robô. Quero sentir você dentro de mim" – ela disse e se deixou cair um pouco. Siiiiim Hummm, já tá duro de novo! – ela disse surpresa quando sentiu a dureza do meu pau separando os lábios da buceta dela. Sim, tô muito tesuda – me confessei Eu também tô muito tesuda – ela disse e me beijou de novo.
Aí a Lucía começou a se mexer pra frente e pra trás em cima do meu pau. Dava pra ver que ela tava adorando me sentir tanto quanto eu tava adorando sentir ela. Mesmo sem eu estar penetrando ela, a sensação era tão gostosa que eu não queria que nada mudasse. Ayyy, eu gosto muito disso – ela me dizia Eu também. Sentir teu pau assim, aghhhhh, tô muito tesuda Siiim, continua assim Mmmmm que prazer sentir sua pica – ela disse e me beijou profundamente de novo
Agora ela colocou a boca no meu ouvido:
- Sabe que eu adoro isso? Sabe que eu amo sentir seu pau na minha buceta?
A Lucía se mexia e falava comigo Ayyyy, que buceta gostosa que tu tem, Gonza… Lu, eu adoro sentir sua buceta no meu pau também.
Acho que se não fosse porque eu tinha gozado poucos minutos antes, eu não aguentava nem mais um instante. Por sorte, o orgasmo parecia estar longe, e isso me animou a continuar com o jogo de palavras. Você também tem uma buceta linda, toda depilada que eu adoro. Sim? Você gosta da minha buceta? Muito
Agora minha irmã tinha descido mais e se adiantou um pouco. Quando voltou, a ponta da minha rola ficou na entrada da buceta dela e ela se mexeu procurando que pelo menos a cabeça entrasse.
Era tanta lubrificação que minha glande entrou com facilidade na porta da buceta dela, toda oleada. Mmmmmm – she groaned Aghhhhh Aíiii, tá entrando! – ela disse Siiiiim Você vai me comer?" – ela me perguntou de forma retórica. Claro que sim, vou te comer Ou eu vou te comer, sim – ela me disse, e era verdade.
Lucía se moveu de um jeito tão decidido que me surpreendeu. Foi descendo devagar e meu pau entrou como uma faca quente numa barra de manteiga. Foi uma das melhores sensações da minha vida. Até hoje lembro com clareza. Meu pau entrando naquela buceta toda lubrificada.
Naquele momento, éramos só nós dois no mundo inteiro. O universo sumiu, deixando a gente sozinho. Eu era todo dela e ela era toda minha.
A gente se beijou com paixão, amor, loucura, safadeza e ternura ao mesmo tempo. A língua dela era macia, quente e brincalhona. A minha respondia do mesmo jeito. Parecíamos feitos um para o outro.
Nossos corpos se colavam. Os peitos dela no meu peito. A pélvis dela contra a minha, buscando uma penetração bem funda.
Num momento, depois de me beijar, minha irmã me agarrou pelo cabelo e olhou nos meus olhos.
– Deixa eu te olhar Pra quê? – quis saber Quero ver bem a sua cara quando você tá me comendo. Eu gosto de olhar pra você quando me come" – eu disse
Então ela me respondeu com uma frase que ecoou na minha cabeça e até hoje continua soando toda vez que a vejo Me olha bem, e de agora em diante, toda vez que me ver, vai lembrar de mim te comendo. Aghhhh siiiim, adoro te olhar enquanto você me come Sim? Cê gosta que eu te coma? Cê gosta de comer sua irmã?
Agora a parada tava tomando um rumo muito perverso. As perguntas iam crescendo em putaria e o que minha irmã não sabia era que eu não tinha limites quando se tratava de fantasias e sacanagem. Adoro foder minha irmã Sim? Sim, sou muito perverso e degenerado. Com certeza eu sempre te deixava com tesão – ela me dizia. Sempre me deixou com tesão, ficava olhando pra sua bunda e sonhando em te comer – eu dizia, todo excitado. Siiim? E você batia uma punheta se imaginando como a gente tá agora? Claro… sempre sonhei em te comer na cama da mamãe e do papai – soltei pra ela.
Mesmo que nunca tivesse sido uma fantasia concreta, eu tava tão tarado que essas imagens começaram a aparecer na minha cabeça. Ayyy simmm, e eles que não tão aqui e a gente transando na cama deles – minha irmã parecia embarcar na minha fantasia Ahhh, como eu te comeria na cama deles, siiiim Transar onde nossos pais transam – dizia ela, completamente louca. Siiii, que delícia te foder, maninha – falei pra ela Siiim, vai fundo, me come, irmãozão Siii? Cê gosta que teu irmão mais velho te coma? Sim, sou muito depravada, adoro ser comida pelo meu irmão
Ela continuava se mexendo e eu ia chegando no orgasmo. Ela também, e me fazia saber. Ayyy, que gostoso que tu me come, maninho. Você gosta de como teu irmão te come? Você é muito puta?" – essa última escapou e eu temi que ela levasse a mal, mas não foi o caso. Siiiiim, sou tão puta e tão viciada que vou gozar com o pau do meu irmão dentro de mim. Aghhhh Lu, que gostosa que tu é Continua me comendo assim que eu vou gozar, continua, vai. Ayyy nãooo, vou gozar também – confessei pra ela Não tira agora, por favor, continua me comendo. É que eu tô quase Eu também – avisei ela Não para agora, aghhh ahhhhh siiiim aghhhhh – minha irmã tava gozando. Aííííí, vou gozar, Lu – falei pra ela Siiii, goza dentro de mim, não me importo, quero sentir você Aghhhhhh aaghhhhhhh Mmmmmm – a boca dela me calou com um beijo profundo
Ela me beijou enquanto eu gemia e gozava. Só quando se acalmou um pouquinho, sussurrou no meu ouvido: Que gostoso é transar com você, não me importa que seja meu irmão. Ou sei lá, talvez isso torne ainda mais gostoso.
Se ainda me restava um pouco de porra, acho que terminei de soltar tudo com esse comentário. Respondi:
- Não me importa que você seja minha irmã, ou até importa, mas o que eu tenho certeza é que adoro te foder e quero te foder todinha. Toda?" – ela me perguntou Toda, por todo lado, em toda parte – eu disse Quer me comer a buceta? – ela me disse Claro que sim, tô morrendo de vontade de te fazer a Booty E eu morro de vontade de você me comer no cu…
Eu continuava gozando dentro da buceta dela e ela agora me beijava e me perguntava: Ainda sinto seu pau se mexendo, você ainda tá gozando? Se vocês continuarem me falando essas coisas, acho que nunca vou parar de gozar. Mmmmm, que irmãozinho tão safadinho que eu tenho. Viu? – foi a Sol que apareceu atrás dela com uns copos na mão. Sol! A gente esqueceu de você – disse minha irmã. Já percebi, deixei eles porque senti que precisavam ficar sozinhos, mas tenho que confessar que dei uma espiadinha. E aí, cê gostou?" – minha irmã perguntou. Muito, até me deu um pouquinho de ciúme essa tal simbiose. Tem um pouco disso, não vou mentir – disse minha irmã e me beijou na boca.
Minha irmã olhou pra Sol, que estava com uma camiseta minha e sorrindo com aquele cabelo laranja e aquelas sardas lindas. Agora você pode me ajudar a limpar isso?" – disse a Lucía e se levantou devagar, enquanto meu esperma escorria por toda a minha pica ainda bem dura. Claro que sim! – disse Sol.
Eu pensei que Sol ia se dedicar ao meu pau, mas não, foi direto pra buceta dela e lambeu devagar. Ayyyy, tô vendo que minha cunhada é bem limpinha – falou minha irmã entre risadas. Mmmmm – eu beijei minha irmã na boca. Mmmmm – Agora Sol chupava a buceta dela com amor. Não, espera, Sol – ordenou minha irmã E aí, beleza? Você ainda não gozou, vamos limpar a pica do seu irmão e depois quero chupar sua buceta de novo, mas dessa vez, por mais tempo.
Minha irmã estava totalmente diferente. E eu amava isso.
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