Me pediram muito pra continuar com os contos, então peguei a caneta e comecei a escrever. A experiência que vou contar é de quase um ano atrás. Foi no começo do primeiro semestre da faculdade (tô estudando medicina na UNC), um tempinho depois do meu primeiro relato.
http://www.poringa.net/posts/relatos/5646386/Un-desconocido-me-hizo-acabar-en-su-auto.html
Todo ano o centro de estudantes organiza uma espécie de festa de boas-vindas pros calouros, mas geralmente ninguém vai, só o pessoal do centro e alguns do primeiro ano. Dessa vez rolou na casa de um dos organizadores, que tinha um quincho, e eles ficaram convidando todo mundo durante as primeiras semanas de aula. Eu, no começo, não tava a fim de ir, mas como a pica da farra e da vida noturna tinha me mordido, acabei me arrumando pra ir.
Na faculdade, eu sempre fui bem na minha, nunca consegui formar um grupo grande de amigos e também nunca saí com os caras da faculdade. Lembra que eu fiquei namorando o primeiro ano inteiro, então não dava muita bola pros meus colegas. Até aquele momento, não tinha tido nenhuma experiência sexual relacionada ao mundo da faculdade. Fui pra festa com uma colega com quem às vezes estudava, mas não era uma amiga de verdade.
Eu tava vestida com uma minissaia xadrez preta e verde que marcava bem a raba e mostrava bastante as pernas, em cima um top preto de manga curta, justinho e com um decote, e nos pés coloquei umas topper branca, pra ir confortável e não furar com salto, e meias de algodão brancas altas até a metade da canela. Tudo isso mais os óculos que uso sempre, ficou um look bem de colegial. Por baixo da roupa, tava usando um conjunto de fio dental e sutiã branco com uma rendinha.
Chegamos lá pra umas 12h e, como eu imaginava, tinha pouca gente, um grupo dos caras do primeiro ano e alguns do centro de estudantes, não vi ninguém que estudasse comigo. Tavam fazendo hambúrguer na churrasqueira, e na hora que a gente chegou já tavam quase terminando, mas deu pra comer um cada uma.
Depois a gente serviu umas cervejas que a gente mesma tinha comprado. Minha amiga encontrou umas minas do centro de estudantes que ela conhecia e a gente começou a conversar com elas. Depois de um tempo, eu meio que enjoei e fui dar uma volta pelo quincho. Sentei numa espreguiçadeira perto da piscina e comecei a mandar mensagens, quando um cara do centro de estudantes se aproximou. Ele se chamava Ramiro, era uns anos mais velho, já tava quase se formando, digamos. Tinha cabelo escuro e comprido, ondulado com franja e uma barbinha. O corpo era até normal, mas bonitinho. O que mais me chamou a atenção foi o quão bem vestido ele tava, comparado com os outros caras.
Ele chegou e começou a falar umas paradas da faculdade, tava tomando um mojito e me deu pra experimentar. Depois se ofereceu pra fazer um pra mim e eu topei. Daí foi e voltou com meu drink. Tava mais forte, mas tomei mesmo assim, foi basicamente a única coisa que bebi a noite toda, então tava de boa. Me perguntou se eu fumava e eu falei que de vez em quando, na real quase nunca fumo, mas na hora bateu uma vontade de fumar um baseado. Ele disse que a gente podia ir fumar dentro de casa pra não vir mais gente, achei meio estranho mas aceitei, senti que aquele convite tinha segundas intenções.
Dentro de casa não tinha quase ninguém, tava quase todo mundo no churrasco ou na piscina. Ela me levou pra um quarto que era pequeno, mas tinha uma cama de casal e um espelho grande do lado, daqueles fixos que têm o tamanho de uma pessoa. Quando entramos, ela fechou a porta e tampou a janela com as cortinas. Sentamos na cama e ela tirou do bolso um saquinho pra preparar o baseado.
Olha que é forte" — ela me disse enquanto terminava de montar.
Passei o cigarro pra ele e ele acendeu, dei uns tragos e comecei a tossir. Como eu disse, não tinha fumado muito, então não tava tão acostumada. Passei de volta e a gente continuou fumando na cama, e o quarto ficou cheio de fumaça. Ele me perguntou se tava batendo, e eu fiz que sim com a cabeça.
Quando terminamos, me deitei na cama de barriga pra cima, tinha levado uma boa surra e tava bem relaxada. Ele se deitou do meu lado.
- Bom, agora o que você quer que a gente faça? - ela me perguntou.
- Sei lá, o que você quiser - respondi meio sem pensar.
Se virou em cima de mim e começou a beijar meu pescoço, enquanto com a mão passava nas minhas pernas. Eu meio que abracei ele pela barriga e com minha boca comecei a beijar perto da orelha dele. Ele começou a passar a língua no meu pescoço, se levantou um pouco e me beijou de boca. Depois se afastou um pouquinho e começamos a chupar as línguas um do outro por fora da boca, enquanto ele subiu uma das mãos e enfiou por baixo do meu top e começou a apalpar meus peitos. Eu tava super entregue, então só fui seguindo o que ele fazia.
Tiro a camiseta e o sutiã, abaixo a cabeça e começo a chupar meus peitos enquanto apertava eles. Nessa altura já tava bem quente e molhada. Abri as pernas e senti ele em cima de mim, depois ele desce, tiro a calcinha fio dental e jogo fora. Ele começou a chupar minha buceta com muita língua por um tempão. Me perguntou se eu tava gostando, e respondi que gosto mais quando enfiam os dedos.
— E aí, então? — ela disse e enfiou dois dedos lá dentro.
Pega um gemido — É assim que eu gosto, me dá.
Depois enfiou mais um dedo, mexendo bem forte. Me fez gozar assim, eu gritei sem perceber que podiam me ouvir.
Depois que ele gozou, foi minha vez de chupar ele. Levantei da cama e me ajoelhei na beirada, ajustei ele um pouco pra ficar bem de frente e puxei a calça junto com a cueca de uma vez. Ele tinha uma rola bonita, depilada e com a cabeça bem grande, mas não muito comprida. Segurei firme e comecei a chupar devagar, passando bem a língua na ponta da rola. Depois comecei a meter tudo na boca, e como tinha um espelho ali, de vez em quando olhava pra ver como eu tava. Me dava muito tesão me olhar no espelho e ver minha cara enquanto tinha uma rola na boca.
Ouviu uma batida na porta.
— Tá ocupado — gritei Ramiro.
Do outro lado perguntaram: "Tá tudo bem?
- Sim, sim, só estamos fumando mesmo
Aí meio que parei de chupar ela e comecei a rir alto. Voltei a chupar ele, usando bastante a língua na cabeça, e fiz ele gozar ali na minha boca. Me surpreendi porque começou a sair um pouco de porra do nada, quando eu já tinha diminuído a intensidade. Mas fazer o quê, continuei um pouco e chupei toda a porra da pica dele.
Quando a gente se recompôs um pouco, ele me deitou na cama pra me comer. Levantei a saia e ele começou a meter de ladinho, com minhas pernas no ombro dele. Com as mãos, ele segurava minhas pernas na parte da meia e, de vez em quando, passava a mão nas minhas coxas. Depois me soltou e me virou de lado pra poder pegar na minha bunda enquanto continuava me comendo de boa.
—Pela buceta você se deixa comer? — perguntei como quem pede permissão.
Sim, sim, se você quiser, pode me pegar" – respondi pra ela.
A cara de empolgação que ele fez me fez dar risada de novo. Me ajeitei de quatro e mandei ele chupar minha buceta por um tempo. Ele ficou atrás de mim e começou a chupar meu cu e mexer na minha buceta. Depois, fiz ele deitar e montei em cima. Me equilibrei pisando na cama com os tênis e comecei a enfiar devagarzinho. Quando já me acostumei, comecei a dar pulos fortes pra sentir bem como a rola inteira entrava na minha buceta. Ele não aguentou muito mais, me segurou pelas costas e me puxou contra ele, tirou a rola e encostou na minha buceta, e começou a gozar. Um pouco espirrou nas minhas costas, mas quase tudo foi parar na bunda.
Nós deitamos e ele acendeu outro baseado, me ofereceu, mas eu disse que não dessa vez. Ficamos conversando um tempão até que ele soltou uma frase que me deixou em choque.
— Que delícia que você deixa eu fazer a Booty, minha namorada nunca deixou eu fazer nela.
Demorei um tempinho pra responder — Tá namorando?
Sim, isso faz muito tempo, te incomoda?
Não responde pra ele, no começo fiquei meio bolada, mas depois percebi que não era problema meu. A gente continuou conversando e ele me contou qual era a dele com a namorada e essas paradas. Também me falou que era a primeira vez que tinha comido um cu. Depois ajeitamos as coisas e arrumamos o quarto, antes de eu ir embora ele me pegou pela cabeça e chupou minha língua de novo. Saí do quarto e não achei minha amiga, mandei mensagem pra ela e ela disse que já tinha ido. Chamei um Uber e voltei pra casa. Cruzei com o Ramiro umas vezes na faculdade e a gente transou de novo uma vez, nunca descobri quem era a namorada.
Espero que vocês tenham gostado do que escrevi e que me contem o que acharam e o que pensam.
http://www.poringa.net/posts/relatos/5646386/Un-desconocido-me-hizo-acabar-en-su-auto.html
Todo ano o centro de estudantes organiza uma espécie de festa de boas-vindas pros calouros, mas geralmente ninguém vai, só o pessoal do centro e alguns do primeiro ano. Dessa vez rolou na casa de um dos organizadores, que tinha um quincho, e eles ficaram convidando todo mundo durante as primeiras semanas de aula. Eu, no começo, não tava a fim de ir, mas como a pica da farra e da vida noturna tinha me mordido, acabei me arrumando pra ir.
Na faculdade, eu sempre fui bem na minha, nunca consegui formar um grupo grande de amigos e também nunca saí com os caras da faculdade. Lembra que eu fiquei namorando o primeiro ano inteiro, então não dava muita bola pros meus colegas. Até aquele momento, não tinha tido nenhuma experiência sexual relacionada ao mundo da faculdade. Fui pra festa com uma colega com quem às vezes estudava, mas não era uma amiga de verdade.
Eu tava vestida com uma minissaia xadrez preta e verde que marcava bem a raba e mostrava bastante as pernas, em cima um top preto de manga curta, justinho e com um decote, e nos pés coloquei umas topper branca, pra ir confortável e não furar com salto, e meias de algodão brancas altas até a metade da canela. Tudo isso mais os óculos que uso sempre, ficou um look bem de colegial. Por baixo da roupa, tava usando um conjunto de fio dental e sutiã branco com uma rendinha.
Chegamos lá pra umas 12h e, como eu imaginava, tinha pouca gente, um grupo dos caras do primeiro ano e alguns do centro de estudantes, não vi ninguém que estudasse comigo. Tavam fazendo hambúrguer na churrasqueira, e na hora que a gente chegou já tavam quase terminando, mas deu pra comer um cada uma.
Depois a gente serviu umas cervejas que a gente mesma tinha comprado. Minha amiga encontrou umas minas do centro de estudantes que ela conhecia e a gente começou a conversar com elas. Depois de um tempo, eu meio que enjoei e fui dar uma volta pelo quincho. Sentei numa espreguiçadeira perto da piscina e comecei a mandar mensagens, quando um cara do centro de estudantes se aproximou. Ele se chamava Ramiro, era uns anos mais velho, já tava quase se formando, digamos. Tinha cabelo escuro e comprido, ondulado com franja e uma barbinha. O corpo era até normal, mas bonitinho. O que mais me chamou a atenção foi o quão bem vestido ele tava, comparado com os outros caras.
Ele chegou e começou a falar umas paradas da faculdade, tava tomando um mojito e me deu pra experimentar. Depois se ofereceu pra fazer um pra mim e eu topei. Daí foi e voltou com meu drink. Tava mais forte, mas tomei mesmo assim, foi basicamente a única coisa que bebi a noite toda, então tava de boa. Me perguntou se eu fumava e eu falei que de vez em quando, na real quase nunca fumo, mas na hora bateu uma vontade de fumar um baseado. Ele disse que a gente podia ir fumar dentro de casa pra não vir mais gente, achei meio estranho mas aceitei, senti que aquele convite tinha segundas intenções.
Dentro de casa não tinha quase ninguém, tava quase todo mundo no churrasco ou na piscina. Ela me levou pra um quarto que era pequeno, mas tinha uma cama de casal e um espelho grande do lado, daqueles fixos que têm o tamanho de uma pessoa. Quando entramos, ela fechou a porta e tampou a janela com as cortinas. Sentamos na cama e ela tirou do bolso um saquinho pra preparar o baseado.
Olha que é forte" — ela me disse enquanto terminava de montar.
Passei o cigarro pra ele e ele acendeu, dei uns tragos e comecei a tossir. Como eu disse, não tinha fumado muito, então não tava tão acostumada. Passei de volta e a gente continuou fumando na cama, e o quarto ficou cheio de fumaça. Ele me perguntou se tava batendo, e eu fiz que sim com a cabeça.
Quando terminamos, me deitei na cama de barriga pra cima, tinha levado uma boa surra e tava bem relaxada. Ele se deitou do meu lado.
- Bom, agora o que você quer que a gente faça? - ela me perguntou.
- Sei lá, o que você quiser - respondi meio sem pensar.
Se virou em cima de mim e começou a beijar meu pescoço, enquanto com a mão passava nas minhas pernas. Eu meio que abracei ele pela barriga e com minha boca comecei a beijar perto da orelha dele. Ele começou a passar a língua no meu pescoço, se levantou um pouco e me beijou de boca. Depois se afastou um pouquinho e começamos a chupar as línguas um do outro por fora da boca, enquanto ele subiu uma das mãos e enfiou por baixo do meu top e começou a apalpar meus peitos. Eu tava super entregue, então só fui seguindo o que ele fazia.
Tiro a camiseta e o sutiã, abaixo a cabeça e começo a chupar meus peitos enquanto apertava eles. Nessa altura já tava bem quente e molhada. Abri as pernas e senti ele em cima de mim, depois ele desce, tiro a calcinha fio dental e jogo fora. Ele começou a chupar minha buceta com muita língua por um tempão. Me perguntou se eu tava gostando, e respondi que gosto mais quando enfiam os dedos.
— E aí, então? — ela disse e enfiou dois dedos lá dentro.
Pega um gemido — É assim que eu gosto, me dá.
Depois enfiou mais um dedo, mexendo bem forte. Me fez gozar assim, eu gritei sem perceber que podiam me ouvir.
Depois que ele gozou, foi minha vez de chupar ele. Levantei da cama e me ajoelhei na beirada, ajustei ele um pouco pra ficar bem de frente e puxei a calça junto com a cueca de uma vez. Ele tinha uma rola bonita, depilada e com a cabeça bem grande, mas não muito comprida. Segurei firme e comecei a chupar devagar, passando bem a língua na ponta da rola. Depois comecei a meter tudo na boca, e como tinha um espelho ali, de vez em quando olhava pra ver como eu tava. Me dava muito tesão me olhar no espelho e ver minha cara enquanto tinha uma rola na boca.
Ouviu uma batida na porta.
— Tá ocupado — gritei Ramiro.
Do outro lado perguntaram: "Tá tudo bem?
- Sim, sim, só estamos fumando mesmo
Aí meio que parei de chupar ela e comecei a rir alto. Voltei a chupar ele, usando bastante a língua na cabeça, e fiz ele gozar ali na minha boca. Me surpreendi porque começou a sair um pouco de porra do nada, quando eu já tinha diminuído a intensidade. Mas fazer o quê, continuei um pouco e chupei toda a porra da pica dele.
Quando a gente se recompôs um pouco, ele me deitou na cama pra me comer. Levantei a saia e ele começou a meter de ladinho, com minhas pernas no ombro dele. Com as mãos, ele segurava minhas pernas na parte da meia e, de vez em quando, passava a mão nas minhas coxas. Depois me soltou e me virou de lado pra poder pegar na minha bunda enquanto continuava me comendo de boa.
—Pela buceta você se deixa comer? — perguntei como quem pede permissão.
Sim, sim, se você quiser, pode me pegar" – respondi pra ela.
A cara de empolgação que ele fez me fez dar risada de novo. Me ajeitei de quatro e mandei ele chupar minha buceta por um tempo. Ele ficou atrás de mim e começou a chupar meu cu e mexer na minha buceta. Depois, fiz ele deitar e montei em cima. Me equilibrei pisando na cama com os tênis e comecei a enfiar devagarzinho. Quando já me acostumei, comecei a dar pulos fortes pra sentir bem como a rola inteira entrava na minha buceta. Ele não aguentou muito mais, me segurou pelas costas e me puxou contra ele, tirou a rola e encostou na minha buceta, e começou a gozar. Um pouco espirrou nas minhas costas, mas quase tudo foi parar na bunda.
Nós deitamos e ele acendeu outro baseado, me ofereceu, mas eu disse que não dessa vez. Ficamos conversando um tempão até que ele soltou uma frase que me deixou em choque.
— Que delícia que você deixa eu fazer a Booty, minha namorada nunca deixou eu fazer nela.
Demorei um tempinho pra responder — Tá namorando?
Sim, isso faz muito tempo, te incomoda?
Não responde pra ele, no começo fiquei meio bolada, mas depois percebi que não era problema meu. A gente continuou conversando e ele me contou qual era a dele com a namorada e essas paradas. Também me falou que era a primeira vez que tinha comido um cu. Depois ajeitamos as coisas e arrumamos o quarto, antes de eu ir embora ele me pegou pela cabeça e chupou minha língua de novo. Saí do quarto e não achei minha amiga, mandei mensagem pra ela e ela disse que já tinha ido. Chamei um Uber e voltei pra casa. Cruzei com o Ramiro umas vezes na faculdade e a gente transou de novo uma vez, nunca descobri quem era a namorada.
Espero que vocês tenham gostado do que escrevi e que me contem o que acharam e o que pensam.
7 comentários - A namorada não deixava, mas eu deixei