La amiga de mi sobrina Vicky

Os meses passaram, e na pausa de uma trepada foda e intensa, a Vicky me disse: - Cara, contei isso pra uma colega da faculdade.
Quase desmaiei, perguntei: contou o nosso lance pra uma colega? Você sabia que isso é segredo.
- Sim, cara, mas tava precisando contar pra alguém, não falei que você é meu tio, disse que você era um cara mais velho.Em algum momento isso ia acontecer, as mulheres sempre precisam contar pra outra mulher sobre sua vida sexual.- E a sua colega, o que ela disse?
- Ela ficou curiosa, e quando eu contei sobre as enculadas, vi que ela ficou interessada. E sabe?
- O quê?
- Ela quer te conhecer.
- Não, de jeito nenhum! – exclamou.
- Vai lá, mano, não seja ruim. Quem sabe você gosta...
- Não, não...

Vicky insistiu em cada encontro, e a ideia de ter outra mina à minha disposição começou a dar voltas na minha cabeça.
Finalmente, aceitei.as mulheres enchem tanto o saco, que no final conseguem o que querem haha- Tá bom, mas com uma condição.
- Qual, mano?
- Se eu não gostar, tomamos um café e só isso, mas se eu gostar, ela tem que chupar meu pau e deixar eu meter.
- Vou falar com ela, mano.
- Como ela se chama?
- Lorena, tem 25 anos, é um pouco mais alta que eu, morena, olhos verdes, peitão, um pouco menos bunda que eu, cabelo escuro.
- Beleza, vamos nos encontrar no bar da esquina pra tomar um café. Se tudo correr bem, quando acabar o café eu digo: "Vamos?". Se ela curtir a ideia, é só dizer: "Bom". Se não, que diga: "Preciso ir estudar".
- Tá certo, mano.

Duas semanas se passaram, recebi uma ligação da Vicky.
- Mano, falei com a Lorena e ela topou. Nos encontramos amanhã no bar da esquina do escritório, lá pelas 9:00 da manhã.
- Beleza, até amanhã.

No dia seguinte, um pouco antes das 9:00, eu já estava no bar, sentado de modo a ver a porta de entrada. Por volta das 9:15, a porta do bar se abriu e entrou minha sobrinha. Atrás dela, uma garota linda, além do que a Vicky tinha me dito, tinha uns lábios carnudos e úmidos. Vestia uma blusa, jeans apertado e tênis, igual à minha sobrinha.
- Oi Carlos, disse a Vicky, me chamando pelo nome.
- Oi Vicky, falei enquanto me levantava.
- Ela é a Lorena, minha colega.

Nos cumprimentamos com beijo no rosto e nos sentamos, Vicky ao meu lado e Lorena na frente.
Pedimos três cafés e conversamos sobre estudos etc. A Lorena me observava, me estudava, brincava com a língua depois de tomar o café, e a Vicky acariciava minha perna por baixo da mesa, de um jeito que me deixou duro.

Terminado o café, enquanto chamava o garçom, eu disse:
- Vamos?

Elas se olharam, e a Lorena disse:
- Bom, enquanto a Vicky sorria. Aí senti meu pau ficar ainda mais duro. Paguei e nos levantamos da mesa.

Elas caminhavam na minha frente pela calçada estreita. A bunda da Vicky era de olhar e já querer apertar e penetrar. A da Lorena, mesmo um pouco menor, se mexia de um jeito sensual. Chegamos ao estacionamento, entramos no carro, minha sobrinha na frente, ao meu lado, e Lorena atrás. Liguei o carro e segui em direção ao hotel. No caminho, Vicky, como era de se esperar, começou a acariciar meu pau, fiz uma parada no parque, Vicky abriu minha calça, meteu a mão e tirou ele pra fora, puxou o prepúcio deixando à mostra a cabecinha roxa e suculenta, mostrando pra Lorena, que olhava de trás com olhos cheios de desejo. Minha sobrinha se inclinou e começou a me chupar.
Olhei pra trás e vi Lorena com as mãos na virilha, estiquei o braço e, como pude, apalpei os peitos dela.
— Vicky, vamos continuando.
— Tá bom, Carlos.
Seguimos viagem. Chegamos ao hotel, descemos do carro e entramos no quarto que eu tinha reservado antes.
Elas caminhavam em fila na minha frente, Lorena atrás, então assim que entramos no quarto, passei a mão no meio da bunda dela, por cima da calça jeans, ela parou, continuei apalpando, levando minha mão até a buceta, ela abriu um pouco as pernas, o jeans estava quente naquela área...
A peguei por trás, amassei os peitos dela enquanto encostava meu pau na bunda e beijava sua nuca.
— Carlos, você é sempre assim? — perguntou Lorena.
— Isso não é nada — disse Vicky.
Peguei Lorena pela mão e a levei até um sofá, sentei e abri minhas pernas. Ela se ajoelhou, acariciou meu pau por cima da calça (a braguilha estava aberta), meteu a mão e o tirou pra fora. Olhei pra ela, ela puxou o prepúcio, começou a passar a língua no tronco de baixo pra cima, depois devagar o meteu na boca, uma boca macia, quente, cheia de saliva e com uma língua bem solta. Seus lábios carnudos e úmidos contornavam o tronco do meu pau.
Enquanto Lorena chupava meu pau, Vicky tirou a blusa, ficando de peitos pra fora, depois tirou a de Lorena, se ajoelhou atrás e começou a amassar os peitos dela.
Fiquei surpreso com aquela cena de lesbianismo, que ao mesmo tempo me deixou ainda mais excitado. Lorena, com a boca ocupada, fazia um som de prazer enquanto me olhava nos olhos. Pra que ela não ficasse com nenhuma dúvida de que eu estava adorando o que a Vicky fazia, agarrei a cabeça dela e enfiei meu pau todinho na sua boca.
A Lorena engasgou, deu um engasgo levantando a cabeça, se virou e a Vicky aproveitou pra dar um beijo na sua boca. A Lore desabotoou o jeans e voltou a me chupar, minha sobrinha puxou o jeans dela pra baixo da bunda e meteu a mão no cu e na buceta dela, isso fez com que ela chupasse meu pau com frenesi. Tive que me segurar pra não gozar naquela hora.

A Vicky se levantou e se despiu. A Lore parou de me mamar e fez o mesmo. Eu, por minha parte, me despi mais do que rapidamente. Fiz a Lore ficar de quatro no sofá, me ajoelhei atrás dela, abri suas nádegas pra lamber sua buceta e… Que surpresa! O cu da Lorena tinha vários vincos e o contorno era irregular. Aquele rabo sabia mesmo o que era ser penetrado (Por isso – aí eu percebi – ela tinha se interessado tanto quando minha sobrinha contava dos nossos encontros).

Passei a língua no seu cu e enfiei dedos na sua buceta, lambi sua bunda por um bom tempo, bem fundo.
Minha sobrinha se ajoelhou do meu lado, pegou meu pau e começou a me masturbar enquanto sussurrava: “Tá gostando?”, depois enfiou a cabeça por baixo e me chupou.

Depois de um tempo, me levantei, olhei a bunda tentadora da Lorena, mas me segurei. A Vicky pegou meu pau e levou até a entrada da buceta da Lore, agarrei suas nádegas e enfiei de uma vez.
A buceta da Lorena é maior que a da minha sobrinha e ainda por cima, bem molhada, então meu pau entrou todo sem problemas, aí comecei a meter forte, sentindo que a cabecinha batia no fundo do seu útero, e a cada golpe ela reclamava de prazer: – Ahh, ahh, ahh, Carlos, você tá batendo no fundo, mmmmmmm…, ISSO!, ASSIM MESMO!

Agarrei seus cabelos enquanto a fodia com força.
– Filho da puta, não sabia que você era assim!, disse a Lore enquanto a Vicky apertava seus peitos.

Tirei meu pau.
– Vamos pra cama, eu disse.

Fomos pra cama, a Lore ficou de quatro de novo e voltei a enfiar nela. Vicky deitou de costas na frente da Lorena, com as pernas levantadas para que ela chupasse sua buceta enquanto eu continuava a comê-la.
A foda que eu estava dando na Lore era tremenda, ela rebolava a bunda, movia em círculos, enquanto chupava a xota da Vicky e enfiava dedos, minha sobrinha ofegava, Lore de vez em quando levantava a cabeça e gemía, pedia mais pau, me dá mais forte Carlos ahh, eu metia como se minha vida dependesse disso.
Vicky apertou a cabeça da Lorena com as pernas e gozou com um longo Ahhhhhhhhhhhh...
Lore pediu que eu deitasse de costas, eu fiz, ela subiu em cima e enterrou meu pau na sua boceta, me olhava como com ódio enquanto cavalgava furiosamente, eu apertava seus peitos, apertava, beliscava seus mamilos, massageava sua bunda, até que finalmente ela teve um orgasmo longo, tremendo, respirando com os dentes apertados; eu jorrei toda minha porra no fundo de sua boceta.
Ela parou, respirou fundo e deslizou sobre mim, me beijou na boca e disse: - Agora eu entendo...
Nós três deitamos na cama, tiramos um descanso enquanto fumávamos devagar.
Depois de um tempo, Vicky começou a acariciar meu pau, a me masturbar; depois ficou de quatro entre minhas pernas e enfiou meu pau na boca, devagar, suavemente, tudo que podia, e levantava a cabeça sugando até chegar na cabecinha, repetindo os movimentos.
Lore ficou atrás da minha sobrinha, abriu suas nádegas e começou a chupar seu cu e sua boceta enfiando alguns dedos, assim ficamos um bom tempo, gozando, sem pressa, de vez em quando Vicky levantava mais a bunda e se concentrava na Lore, me masturbando ao mesmo tempo.
Minha sobrinha se levantou e disse: - Carlos, me acompanha?
Lorena e eu a seguimos até o banheiro, lá ela abriu sua bolsa, tirou as enemas, ficou de quatro diante do olhar cheio de curiosidade da Lore, enfiei o cano de um frasco em seu ânus e fui apertando aos poucos enquanto massageava sua boceta, ela levantava a bunda e ele dizia: "Siiim... assim..."

Terminei de aplicar o enema nela, ela sentou no vaso e com a Lore nós saímos.

Enquanto esperávamos do lado de fora do banheiro, Lorena, de joelhos, estava me chupando.

"Já está, Carlos."

Entrei no banheiro e repetimos com o segundo enema.

Lá fora, a Lore esperava para continuar me mamando.

Vicky saiu do banheiro, ajoelhou-se atrás da Lorena, que estava me chupando, e enquanto a beijava no pescoço, apertava seus peitos e a apalpava. Depois de alguns minutos, tirei meu pau da boca da Lore e disse a elas: "Vamos."

Elas se levantaram e me seguiram até a cama.

Vicky, minha sobrinha surpreendente, tirou da bolsa o dildo e o tubo de gel, passou no seu cu e no dildo, agachou-se e enfiou no bumbum. Quando estava tudo lá dentro (só a base larga ficava para fora), ela se levantou devagar e sentou na beirada da cama com o brinquedo enfiado, eu fiquei na frente, ela pegou no meu pau, me masturbou e começou a me mamar, Lore sentou ao lado dela me dando uma chupada de vez em quando, passando a cabecinha nos mamilos de seus peitões, para depois se colocar atrás da Vicky, e ajoelhada na cama passou as mãos pela frente apertando seus peitos e beijando-a no pescoço.

Minha sobrinha era pura tesão e prazer, me chupava o pau como se quisesse me ordenhar, se movia no dildo, esticava a mão para trás e tocava a boceta da Lorena.

Um tempo depois, ela parou de me chupar, virou a cabeça para trás e deu um beijo de língua com a Lore.

Vicky se levantou devagar, segurando em mim, ficou inclinada e Lorena suavemente tirou o dildo do bumbum dela, subiu na cama, ficou de quatro, Lore passou gel no seu cu, passou no meu pau devagar e me masturbou um pouco.

Me coloquei atrás da minha sobrinha, sua amiga abriu suas nádegas me oferecendo um buraco latejante semiaberto, apoiei a cabecinha na entrada do cu e disse: "Vicky, agora como você sabe..."

Ela empurrou para trás e eu para frente, a cabecinha roxa entrou, ela parou um pouco, e empurrou de novo, a Agarrei ela pelos quadris e empurrei pra frente, a pica deslizava suavemente na bunda que ia se abrindo devagar. Quando já tinha metido metade na buceta da minha sobrinha, comecei a bombear devagar. Ela suspirava respirando fundo, a Lorena dava tapas na bunda dela pra que relaxasse o cu enquanto observava atentamente como a Vicky engolia ela toda pelo rabo. Pouco a pouco foi entrando até o final do tronco e, aí parei.

Sentia a pressão da buceta na cabecinha, bombei devagar, com movimentos curtos e suaves. Ela movia a bunda em círculos, empurrando pra trás, respirando roucamente com um som tipo: Ahhh...fsss...

A Lore se posicionou debaixo dela pra fazer um 69. Eu estava comendo minha sobrinha, enquanto as duas se chupavam e lambiam os clitóris. A Lore de vez em quando lambia minhas bolas que balançavam sobre a boceta da Vicky. Assim passaram vários minutos, de modo que a buceta da minha sobrinha foi dilatando mais.

Quando senti que meu pau se movia mais livremente, tirei pra passar mais gel, depois enfiei quase de uma vez naquilo que parecia um túnel escuro. A Vicky soltou algo tipo um grito rouco, lastimoso. Fiquei lá dentro, no fundo, tirei um pouco e enfiei de novo. Ela gemeu num queixume. Comecei a bombear mais rápido.

- Aggggg....ahhh... aggggg .......ahhhhhh............

Eram os sons que saíam da garganta da minha sobrinha, enquanto eu a comia com força. Ela sabia o que estava por vir, por isso movia a bunda como querendo me reter dentro da sua buceta.

Enquanto isso, a Lorena tinha saído de debaixo da Vicky e estava se masturbando.

Tirei a pica de novo, passei mais gel e enfiei de uma vez, estocando forte.

- Noooooooooo..... ahhh.............mmm...........

Alternadamente, eu a fodia com força, tirava e estocava de novo. A bunda da minha sobrinha estava como partida, engolia ela toda inteira, devorava. A Vicky gritava, gemia, rosnava.

- Carlos, fica aí dentro.

Enfiei até o fundo e, ali fiquei, Vicky. ela movia a bunda em círculos apertando contra mim, e num gemido interminável, teve um orgasmo intenso enquanto eu enchia seu cu de porra grossa e quente.
Ela desabou na cama.
Deitei ao lado.
Lorena esfregava o clitóris com força, até ter um orgasmo longo.
Uns dois dias depois, nos encontramos de novo, dessa vez eu queria dar uma boa foda na Lorena.
Ela ocupou o lugar da Vicky no carro, e minha sobrinha atrás.
No caminho fez a mesma coisa que tinha visto, amassou meu pau, tirou pra fora e chupava quando dava, Vicky se acariciava no banco de trás, as duas vestiam vestidos curtos de tecido leve.
No parque fiz a parada de sempre, e ali Lorena montou no meu pau apoiada no volante do carro, gozando depois de várias metidas.
Chegamos no hotel, ali apalpei minha sobrinha que se contorcia de tesão, estava tão excitada que rapidamente ficou de joelhos, pegou meu pau e enfiou na boca, chupando quase com desespero.
Lorena se despiu, ficou atrás da Vicky e começou a apalpá-la.
Fui tirando minha roupa, Lore fez o mesmo e depois ajudou a Vicky. Lore se jogou no chão e enfiou a cabeça entre as pernas da minha sobrinha, enquanto minha sobrinha me chupava ela chupava a boceta, assim Vicky teve um orgasmo lento e prolongado com um final intenso, no qual me chupou como se quisesse arrancar meu pau.
Fomos pra cama, fizemos um 69 com a Lorena, que a deixou muito, exageradamente excitada, com a boceta encharcada de melado, eu disse: - Lore, vamos nos preparar.
- Ok Carlos.
Nos dirigimos ao banheiro seguidos pela Vicky, Lorena ficou de quatro e eu chupei muito seu ânus, estava dilatado pelo tesão e pelas enfiadas, minha língua penetrava um pouco. Minha sobrinha preparou um tubo de enema, me afastei e ela enfiou no cu da Lore, a cânula entrou muito bem e um pouco do tubo, Lore respirava fundo, a deixamos para usar o banheiro. Lá fora Vicky chupava meu pau enquanto esperávamos. Repetimos com o outro frasco.
Uma vez pronta, fomos para a Na cama, minha sobrina passou gel no cu dela, lubrificou o dildo e entregou pra Lore. Ela agachou e enfiou no rabo sem muitos problemas, depois sentou na beirada da cama e, como sempre, me chuparam por um bom tempo.

Depois, Lorena se levantou, tirou o dildo e ficou de quatro na cama. Me posicionei atrás, Vicky abriu as nádegas dela – o cu estava bem aberto e pulsando, esperando a enfiada. Minha sobrina passou gel no meu pau, aproximei do buraco e empurrei.

Entrou quase metade.
- Ahhhhhh… isso…

Agarrei sua cintura e empurrei mais fundo. Um gemido abafado saiu – estava entrando bem. Comecei a meter entre exclamações de prazer da Lorena, que empurrava pra trás, rebolando. A foda foi violenta, aquele cu era acostumado. Tirei e enfiei várias vezes.
- Filho da puta! Você me machuca, eu gosto… me dá mais, assim…

A boceta da Lorena era mesmo um túnel, meu pau era uma viga entrando e saindo, até que fiquei lá no fundo enquanto ela rebolava em círculos.
- Sinto sua cabecinha… me dá o leite, papi…

Vicky massageava o clitóris dela. Lore se encostou em mim com o pau todo dentro e, de repente, gritou: “Me dá!”. Meti violentamente, enchendo o cu dela de porra enquanto ela tremia num orgasmo extenuante.

Ela ficou parada uns segundos e caiu de bruços na cama.

Levantei pra ir ao banheiro me limpar. Vicky me seguiu e cuidou de lavar meu pau muito bem enquanto eu a apalpava. Depois, ela sentou na tampa do vaso, levantou as pernas e abriu a bucetinha, oferecendo. Me ajoelhei pra chupar, enfiei dedos enquanto lambia o clitóris, dedo no cu também… ela acabou apertando minha cabeça com as pernas com tanta força que quase quebrou meu pescoço. Fiquei de pé, minha sobrina se sentou, começou a acariciar e chupar meu pau. Voltamos pra cama, onde Lorena estava de bruços. Com uma nova ereção, dei umas fodas fortes na Vicky – o pau estava pronto de novo.

Abri o cu da Lore… o ânus dela… quase aberto, sujo de porra, me joguei em cima dela, enfiei o pau entre as suas nádegas procurando o cu e empurrei, entrou fácil tudo que dava nessa posição, ela murmurava: - Mmmmmmmm.... papi...........

Ficamos assim um tempo, depois tirei, ela ficou de quatro e eu enfiei tudo.

- Isso......, assim.......... me dá tudo......

A cada golpe a bunda dela tremia, a boceta da Lorena era uma boca insaciável que engolia tudo. Tirei.

- Vira de costas.

Ela virou de costas, levantei as pernas dela, ela segurou com os braços, assim o cu aberto ficou exposto, me posicionei por cima e enfiei, entrou mas estava apertado, ela reclamou de dor, franziu a boca e fechou os olhos, eu sentia mais, a boceta mais apertada apertava a cabecinha e o tronco. Ela abriu os olhos, passou a língua nos lábios em sinal de tesão, a beijei, língua com língua, enquanto tinha o pau todo dentro daquele lindo cu.

Assim eu comi ela devagar, até um final explosivo quando gozamos os dois pela segunda vez.

No caminho de volta, Lorena disse pra Vicky: - Tava escondendo isso, hein?.

- Quem?, meu tio?.

- Seu tio?!.

Eu fingi que não tava ouvindo.

Vicky ficou toda vermelha:

- E...., pois é....

- Tá explicado!, vocês são dois degenerados...

- Mas você não gostou?, perguntei.

- Me deixa com muito tesão, disse Lorena metendo a mão na virilha enquanto Vicky olhava com desejo, Lore abriu as pernas mostrando a buceta, minha sobrinha foi pra trás. Enquanto eu dirigia, ouvia os gemidos de prazer das minhas duas putas que estavam se satisfazendo mutuamente.

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