Milf da banca 11

Depois do último encontro, ficamos quase 2 semanas sem nos falar, eu e L. Também não queria ser muito chato e até pensei que ela podia ter tido problemas com o marido no dia seguinte ou nos dias depois do encontro, mas essa gostosa me esquenta tanto que já não aguentava mais. Tava com uma vontade louca de comer ela, e até sozinho em casa já tinha batido umas punhetas do caralho lembrando das fodas e vendo as fotos que ela me mandou em alguns momentos. Sentava no sofá, ligava o celular na TV pra ver com mais clareza a bunda impressionante que ela tinha e fazer a punheta ser o mais gostosa possível.

Cheguei um dia na casa da minha mãe perto do meio-dia e ela tava na calçada, com uma legging curta do caralho que marcava bem a separação das duas nádegas e com uma camiseta meio solta, mas que ainda assim marcava os peitos dela. A gente sorriu um pro outro e se cumprimentou. Ela perguntou o que eu vim fazer, e eu falei que só vim dar comida pros cachorros e botar água fresca, porque meus pais tinham viajado uns dias e um parente e eu tava cuidando disso, um dia cada um. "Cê tá com fome? Tô terminando de cozinhar uma coisa, a gente pode beliscar e tomar algo gelado, se cê não tiver com pressa. Aproveito e te conto umas paradas." Na minha cabeça, ouvi um "É tua vez, daqui cê não volta sem gozar em casa", mas respondi "Fechou, vou fazer isso e passo na sua casa, fecho como sempre". "Sim, sim", ela disse.

E fui fazer tudo o mais rápido possível. Tava um calor do caralho, então lavei bem o pau, por via das dúvidas, e fui. Entrei e fechei como sempre. "L", falei alto. Lá longe, ela respondeu "Vem, a comida tá na mesa, come o que quiser". Quando entrei na sala de jantar, a surpresa e a satisfação foram enormes. A voz que eu tinha ouvido na minha cabeça tava certa: eu ia sair de lá com os ovos completamente vazios. Ela tinha subido na mesa, se colocando de quatro, empinando a raba. Só tava de meia e camiseta, a legging já tinha ido embora e a calcinha fio-dental também. Cheguei perto, só com a ponta do... Os dedos acariciavam as nádegas dela, um pouco as coxas, e eu chegava bem perto da buceta dela, mas sem tocar. Ela suspirava e, aos poucos, eu via os sucos começando a escorrer. N: Como pode ser tão piranha? L: É culpa sua, eu não era assim. N: Sempre foi piranha, só não sabia. L: Não tava com fome? Serve, vai, come. N: Calma, tenho tempo e acho que a comida não vai esfriar. Toquei o cu dela com o polegar e depois com o indicador; ela se contorceu um pouco, mas tentou relaxar. Massageei a parte interna das coxas dela e depois toquei a buceta, molhada pra caralho. Brinquei com a vulva por fora, mas quando toquei o clitóris dela, ao mesmo tempo minha língua encostou no cu dela — e aí, sim, a mesa tava servida. Enfiei um dedo na buceta dela e comecei a acariciar tudo por dentro, de um lado pro outro, com paciência, enquanto minha língua se deliciava com aquele cu lindo e gostoso, que entrava cada vez mais fundo. Ela me ajudava, afastando uma nádega pra eu ir mais profundo. O único dedo que eu tinha na buceta dela ganhou um companheiro, e agora eram dois. Ela começou a gemer bem alto, pedindo mais e mais. Da boca dela só saíam gemidos, reclamações, gritinhos e xingamentos. Eu tava puta que pariu de tesão e queria meter logo de uma vez, mas pelo jeito que ela tava, quis fazer um esforço a mais e continuar assim. L: Enfia os dedos mais forte... continua assim... ahh ahh... Que gostoso, pelo amor de Deus... Chupa chupa chupa... Chupa minha bunda, chupa chupa... Ahhhh... SIM, siiiim, siiiim... Que piranha você me fez virar. Ela se tocava no clitóris, e a buceta dela tava um rio, literalmente escorrendo na mesa. A bunda dela, já acostumada e cheia de saliva, passou da minha língua pro dedo maior, num vai e vem tão intenso quanto o que ela sentia na vagina. Virei ela. Já era hora de sentir meu pau e apagar o fogo que ardia na buceta dela na base da porrada. Deitei ela na mesa de barriga pra cima e puxei ela pra borda, sem... ter compaixão... meu pau tocou o fundo, pra bombar ela, o barulho de molhado aumentava cada vez mais a cada estocada, ela se tocava no clitóris e eu seguia a todo vapor, até gozar. Não tive compaixão antes nem agora, virei ela de bruços de novo e deixei as pernas dela penduradas na mesa. Apoiei a cabeça na bunda dela, e com as duas mãos ela tentava me afastar, gritando "PARA", mas ela quem pediu, então tem que aguentar. Juntei as mãos dela nas costas e, num movimento só, enfiei o pau no cu dela. Ela reclamava um pouco e pedia pra eu parar, claro que era em vão, não ia parar até terminar e deixar o cu dela cheio de porra. Depois de algumas bombadas, ela se acostumou, já não sofria, agora tava gostando. Não precisei mais segurar as mãos dela, então soltei pra me apoiar melhor nos quadris dela e fazer o som das nádegas batendo na minha pelve ecoar pela casa toda. Levei uns 5 minutos, mas quando consegui, deixei uma quantidade enorme de porra no fundo do cu dela. A gente se separou e cada um ficou numa cadeira, exaustos, sorrindo e tentando recuperar o fôlego. Depois de um tempo, enquanto comíamos, ela me contou que na outra semana ia viajar de férias. Ela não queria ir, mas "C" praticamente obrigava, então ela fez um acordo e, se eu topasse, ia ser bom pra mim também. O trato era o seguinte: Pra ela ir de férias, eu tinha que deixar ela passar o fim de semana anterior inteiro comigo na minha casa. N: Isso quer dizer que, pra aceitar ir de férias, ele tem que aceitar que você passe o fim de semana anterior inteiro comigo na minha casa? L: Isso mesmo. N: Como ele deixa você fazer isso? L: Ele sabe que você vem me comer e que eu não vou parar, mas quero ficar tranquila um fim de semana com você na sua casa. Senão, não vou de férias, e você fica livre pra me comer aqui quando quiser. N: Aceito. Se prepara, porque você vai virar uma puta, você não faz ideia do que eu tenho guardado. pensado pra você, só não se assusta. L: Confio em você, negócio fechado. Terminamos de comer e fui embora, comprovante enviado e foto da minha pica, você vai ter que esperar uns dias pra sentir ela de novo, putinha.

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