Olá, queridos leitores. Apresento a vocês uma nova série de quatro capítulos. Espero de coração que vocês curtam tanto quanto eu curti escrevendo. Obrigado por me acompanharem mais uma vez. Depois de nove anos de casamento, a rotina tinha nos engolido como uma rede invisível. Aos 37, eu continuava sendo o gerente que chegava tarde em casa com a cabeça cheia de números e reuniões intermináveis. Tenho cerca de 1,75m, nem alto nem baixo, com um corpo normal que o estresse do trabalho manteve em forma básica, nada demais. Meu cabelo é natural e uso uma barba feita, aparada toda semana pra passar aquela imagem profissional e confiável. Mariana, minha esposa, é a mesma mulher linda e dedicada de sempre: dona de casa, cozinheira de mão cheia, devota na fé católica, com as amigas do grupo de oração e os jantares perfeitos aos domingos. Por fora, tudo era impecável: a pele branca como porcelana, cabelo ondulado e preto que cai até os ombros em ondas suaves, olhos grandes e expressivos que parecem ler sua alma, um corpo curvilíneo dos bons com peitos firmes e redondos que sempre me enlouqueceram, e uma bunda espetacular, redonda e empinada, daquelas que fazem os homens virarem o pescoço sem vergonha. Mas na intimidade… o sexo tinha virado mecânico. Beijos rápidos, papai e mamãe sem variação, orgasmos silenciosos e depois cada um pro seu lado da cama. Não tinha paixão, não tinha fogo. Ninguém falava alto, mas os dois sentiam: a faísca tava apagando. Uma noite, depois de um jantar leve que a Mariana preparou com o carinho de sempre — frango assado com ervas frescas, que só ela sabe equilibrar tão bem —, ela me olhou com aqueles olhos grandes e tímidos que sempre me derreteram. A gente tava na sala, onde costumamos sentar depois de comer, sob a luz quente do abajur. — Alfredo, e se a gente fizer alguma coisa pra mudar? — ela disse enquanto recolhia os pratos, a voz suave mas com um toque de preocupação. — Alguma coisa juntos. Sei lá… Sair mais, nos mexer. Eu me sinto… estagnada. Eu concordei, sentindo um nó no estômago. Sabia que não era só físico. Era a mesmice dos anos, o estresse do trabalho, as responsabilidades. E no fundo, uma parte de mim se perguntava se ainda a desejava como antes. Ou se ela me desejava. No dia seguinte, pesquisando na internet do meu escritório — com o cheiro de café preto da máquina ainda no ar —, encontramos uma academia: um lugar premium, com máquinas de última geração em prata e preto, piscina aquecida com água azul turquesa, e personal trainers que prometiam resultados rápidos. Classe média alta, bem o nosso estilo. Nos inscrevemos na mesma semana. “Vai ser bom pra nós dois”, dissemos. “Vamos reviver a energia.” A primeira visita foi num sábado de manhã. O lugar cheirava a limpeza, a desinfetante com toques cítricos misturado com borracha nova e suor fresco das primeiras aulas. Uma moça na recepção nos recebeu, vestindo um top esportivo preto e leggings cinzas, e nos deu um tour rápido: as máquinas de cardio alinhadas como soldados prateados, os pesos livres numa área com espelhos do chão ao teto que multiplicavam tudo, e a zona de aulas em grupo com colchonetes azuis empilhadas. Aí apareceu ele: Carlos, nosso personal trainer designado para a avaliação inicial. Carlos tinha uns 25 anos, no máximo 27. Alto, cerca de 1,85m, ombros largos e musculosos que se destacavam sob a camiseta preta justa da academia com o logo branco, braços definidos com veias visíveis e tatuagens discretas nos antebraços. Cabelo curto e preto, barba bem aparada que lhe dava um ar rústico mas cuidado, olhos castanhos escuros que te encaram direto, com um sorriso daqueles que sabem que funcionam, dentes brancos e perfeitos. O típico fuckboy de academia: confiante, paquerador sem esforço, com aquela energia que faz as mulheres virarem a cabeça. — Bem-vindos — disse estendendo a mão, a voz grave e segura —. Sou Carlos, vou ser o personal de vocês. Vamos avaliar seu nível e montar um plano personalizado. Mariana deu a mão a ele com timidez, corando um pouco. Eu notei como os olhos dela desceram rápido pro peito largo dele e depois voltaram pro rosto. Carlos olhou pra ela um segundo a mais do que o necessário, os olhos dele parando na figura dela: a blusa folgada cinza que cobria os peitos firmes mas deixava ver o decote sutil, e a legging preta que abraçava a bunda espetacular dela, redonda e empinada. — Mariana, né? Você tem uma base muito boa — disse ele, a voz com um toque brincalhão —. Dá pra ver que você cuida da alimentação. E você, Alfredo, parece ser forte, mas precisa trabalhar um pouco a mobilidade. A avaliação foi profissional, mas com faíscas sutis. Carlos nos mediu numa sala privada com paredes brancas e um espelho grande. Nos colocou na esteira, e depois fez a gente fazer agachamentos básicos na área de pesos livres, com aquele cheiro de metal e suor leve flutuando no ar. Quando ele corrigiu a postura da Mariana — as mãos grandes e caleadas dele nos quadris dela pra ela descer mais a bunda —, senti um aperto estranho no estômago. Os dedos dele afundaram levemente no tecido da legging, ajustando a posição dela, e a bunda da Mariana arqueou perfeita, redonda e firme, como dois melões maduros por baixo do tecido preto justo. Não era raiva. Era… algo mais. Ciúme misturado com uma ereção sutil que me pegou de surpresa, meu pau endurecendo um pouco no meu short cinza. — Assim, empurra o quadril pra trás — disse ele, a voz grave e calma, as mãos firmes na pele branca dela exposta pela blusa que subiu um pouco —. Sente como ativa o glúteo. Muito bem… você tem um corpo perfeito pra agachamento, Mariana. Mariana ficou vermelha que nem tomate. “Obrigada”, murmurou, a voz suave e tímida, como sempre quando alguém elogia ela. Eu fiquei olhando pelo espelho, vendo como os peitos firmes dela subiam e desciam com a respiração acelerada, o decote da blusa cinza deixando ver a curva superior, rosada pelo esforço. Terminamos a sessão com um plano básico: três dias por semana, cardio nas máquinas e força com pesos livres. Carlos passou o WhatsApp dele "pra caso precisem ajustar horários ou tirar dúvidas", o número aparecendo na tela do meu celular como um contato novo. Mariana salvou com dedos trêmulos no telefone dela, mordendo o lábio inferior. No carro de volta, o silêncio era pesado, o cheiro do nosso suor fresco misturado com o aromatizador de baunilha do veículo. Finalmente, ela falou, a voz suave. —Parecia boa pessoa… muito profissional. Me fez sentir confortável, mesmo que um pouco nervosa com as correções. —Sim —respondi, minha mão no volante, ainda sentindo a ereção latente—. E ele sabe o que faz. Te olhou bem… essa sua bunda é espetacular. Ela riu tímida, cruzando as pernas no banco de couro. Chegamos em casa, Mariana foi direto pro chuveiro. Eu fiquei na sala, no sofá de couro escuro onde a gente costuma sentar, com o tapete macio sob meus pés descalços. Minha pica meio dura lembrando das mãos de Carlos na cintura da minha esposa, do jeito que a bunda dela arqueava, redonda e empinada, o tecido preto esticando sobre ela. Quando ela saiu do banho, enrolada numa toalha branca, o cabelo pingando água nos ombros, beijei ela com mais fome do que o normal. Ela se surpreendeu, os olhos grandes se arregalando, mas correspondeu, os lábios macios e úmidos contra os meus. Levei ela pro sofá, o couro rangendo sob nosso peso, e tirei a toalha devagar, revelando o corpo dela: peitos firmes e redondos, mamilos rosados endurecendo com o ar fresco da sala, barriga lisa com uma leve curva feminina, e aquela bunda espetacular que ficava perfeita quando eu virei ela. —Mariana… você tá tão gostosa hoje —murmurei, com minhas mãos nos peitos dela, amassando de leve, sentindo o peso pesado e quente. Ela gemeu baixinho, a voz tímida: "Alfredo… o que foi? Você tá… diferente". Coloquei ela de quatro no sofá, a bunda dela apontando pro teto, redonda e branca, as nádegas separadas de leve mostrando a dobra. rosado da buceta dela. O cheiro de sabonete de baunilha do banho dela se misturava com o aroma natural da excitação dela, doce e almiscarado. Passei minhas mãos pelas costas dela, sentindo a pele macia, e posicionei meu pau na entrada, esfregando devagar contra os lábios molhados dela. —Ufff… Alfredo… mete logo… —implorou ela, arqueando mais a bunda, os peitos balançando e quicando com o movimento, os bicos roçando o couro do sofá. Meti devagar no começo, sentindo como a buceta quente e molhada dela me envolvia, escorregadia pelos sucos que começavam a escorrer. O barulho molhado enchia a sala, misturado com nossos gemidos. Meti com força, agarrando os quadris dela como Carlos tinha feito, meus dedos afundando na carne branca dela, deixando marcas rosadas. —Assim… me come gostoso… —gemeu ela, o cabelo caindo no rosto e os olhos fechados de prazer. Comi ela mais rápido, minhas bolas batendo na buceta dela, o cheiro de sexo subindo forte, suor misturado com sabonete. A bunda dela quicava a cada estocada, redonda e perfeita, as nádegas tremendo. Dei um tapa leve nela, o som seco ecoando, e ela gritou de prazer: “Isso… mais!”. Os peitos dela balançavam pra frente e pra trás, os bicos duros roçando o sofá. —Você tá tão molhada… foi por causa do Carlos? Por como ele te tocou? —perguntei, minha voz rouca, fantasiando. Ela hesitou, mas gemeu: “Talvez… foi intenso. Mas é você quem tá me comendo agora… mais fundo!”. Virei ela, colocando de barriga pra cima no sofá, os peitos dela espalhados no peito, os bicos apontando pro teto branco. Abri as pernas dela, a buceta rosada e aberta escorrendo sucos transparentes no tapete. Meti de novo, enfiando fundo, o barulho molhado mais alto, sentindo o cheiro doce da excitação dela. Os olhos grandes dela me olhavam, vidrados: “Meu Deus… vou gozar!”. Acelerei, sentindo a buceta dela apertar, e gozei dentro dela com um grunhido, jatos quentes enchendo ela, enquanto ela tremia, gozando também, as unhas dela na minha costa, o suor perlando a pele dela. Foi a melhor foda em meses. Ficamos ofegantes no sofá, o couro grudento de suor, o cheiro de sexo pairando no ar. Depois, deitados na cama do quarto — com o espelho do armário refletindo nossos corpos nus —, a Mariana olhou o celular e soltou uma risadinha nervosa. — É a Génesis… minha melhor amiga de sempre. Me mandou um áudio. É aquela que sempre se mete em aventuras loucas, sabe, a que não tem filtro. Ela colocou no viva-voz. A voz alegre e sem vergonha da Génesis encheu o quarto, com aquele sotaque brincalhão que ela tem. “Mari! Ontem eu comi um colombiano que conheci no bar do centro. Alto, tipo 1,90, musculoso, uma piroca grossa e comprida assim… ele meteu por trás no banheiro do lugar, deixou minha bunda vermelha e tremendo a noite inteira. Juro que nunca senti algo tão selvagem, com um gringo bem dotado assim. Quando você se anima a vir comigo? Tem uns caras espetaculares por aqui, iam te fazer esquecer a rotina…” Mariana desligou rápido, corada, os olhos grandes dela fitando o teto. — Ai, Deus… sempre com as loucuras dela. A Génesis é assim desde a faculdade, não para. Eu sorri, sentindo a piroca se mexer de novo debaixo dos lençóis. — Parece intenso… devia ir com ela um dia. Ver no que dá. Mariana me olhou, entre divertida e nervosa, o cabelo dela espalhado no travesseiro. — Talvez eu vá… mas não sei. Parece selvagem demais pra mim… embora, não vou mentir, me deixa um pouco pensativa. Eu beijei ela, e naquela noite a gente transou de novo. Mais devagar, mais fundo, no quarto, o espelho refletindo a bunda espetacular dela quando coloquei ela de lado, os peitos dela quicando a cada estocada, o cheiro de baunilha do creme corporal dela misturado com nosso suor. Pensando no Carlos. Pensando no que a Génesis contava. No dia seguinte, a Mariana foi sozinha pra academia pela primeira vez. Voltou com as bochechas vermelhas e um sorriso tímido, a blusa cinza dela grudada de suor, os peitos marcados e a bunda dela. espetacular apertando os leggings. —O Carlos me ajudou com os agachamentos. Ele disse que tenho potencial… que meu corpo responde muito bem. Ele corrigiu minha postura umas duas vezes. Eu senti a pontada de novo. Mas dessa vez, também senti a excitação crescendo, meu pau endurecendo só de imaginar. —Que bom — falei, abraçando ela, sentindo o cheiro do suor fresco dela —. Continua indo. Gosto de te ver motivada… e excitada. E no fundo, eu sabia que isso era só o começo.
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