Olá, como vocês estão? Meu nome é Mário e acho que minhas experiências podem ser do agrado de vocês. Acabei de ver a página e gostei muito de ler várias histórias, e me animei a contar as minhas. Quero começar por uma em especial. Moro só com minha mãe e minha irmã. Ela é mais velha que eu, e minha mãe é viúva. Ela ficou sozinha muito jovem e gosta de sair para se divertir com as amigas. Não é de ficar com caras, porque ela é muito focada nela mesma, mas sai pelo menos uma ou duas vezes por semana. Minha mãe tem lá seus trinta e poucos anos, quase chegando nos quarenta, e as amigas dela são da mesma idade. Na verdade, eu era só um moleque tarado e punheteiro que ficava em casa vendo pornô e não saía daí. Gostava de garotas da minha idade, era muito seletivo e exigente pra isso. As senhoras mais velhas não me interessavam, não via graça na maioria. Mas aí entrava a diferença. No grupo de amigas da minha mãe, tinha uma chamada Emma. Emma é baixinha, tipo 1,60, magrinha, mas com uma bunda enorme e umas pernas bem trabalhadas de tanto exercício que ela gosta de fazer. Apesar de já ter quase quarenta anos, tem um corpo espetacular e um rosto lindo. Cabelo ruivo, nem curto nem comprido, e sempre cheira uma delícia. Uma voz tão sensual que qualquer um pensaria que ela tá dando em cima, mas é assim que ela fala. De uns tempos pra cá, ela começou a me chamar muita atenção. Apesar de eu não gostar de milf, ela era diferente. Todo fim de semana que saía com minha mãe e as outras amigas, ela sempre se vestia como uma putinha: vestidos bem curtos e saltos altíssimos, mesmo fazendo frio, ela sempre tá mostrando as pernas.
Uma vez ela estava se arrumando na nossa casa e eu ficava olhando ela parada, não conseguia parar de admirar. Cada movimento que ela fazia, eu não perdia de vista. De repente, ela virou pra mim e falou: — "Qual é, tá muito sério, o que tá tramando?" Fiquei nervoso pra caralho porque ela me pegou olhando, mas só ri e não falei nada. Fiquei tanto tempo olhando pra ela que a pica começou a endurecer e pulsar sozinha, e eu não conseguia me levantar porque tava de pijama e ia ficar na cara que eu tava excitado. Tive que esperar um tempão ali, olhando ela mais um pouco, até que terminassem de se arrumar.
Assim foram os primeiros dias e eu não passava de ver as fotos dela no Facebook e bater uma, imaginando que metia nela de várias formas, porque no fundo eu sabia que ela nunca ia reparar em mim, não teria nenhuma chance, já que era inalcançável. Muitos caras estavam atrás dela e ela não dava bola pra ninguém, era muito, muito especial. Mesmo tendo caras bons, ela não dava mole pra ninguém, muito menos eu teria chance de algo, e criei a ideia de que só poderia tê-la na minha imaginação. Um dia cheguei da escola e ouvi minha mãe falando no telefone com a Emma, e minha mãe, quando fala no telefone, coloca no viva-voz enquanto faz outras coisas. Naquele dia, minha mãe dizia pra Emma: "Como você chegou na sua casa? Você tava muito bêbada, já tá passando dos limites, Emma, e ainda insiste em dirigir assim." Emma respondeu: "Não, amiga, ontem à noite não consegui dirigir, e a Aracely (outra amiga delas) dirigiu. Eu não consegui dirigir e não lembro de nada. A Aracely me disse que me colocou em casa, deixou as chaves na mesa, me deitou, pediu um Uber e foi embora!" Minha mãe disse: "Viu, toma cuidado, já te falei várias vezes pra não beber assim. Você é a que mora mais longe e é perigoso." E eu só ouvia a conversa sem falar nada. Naquele dia, fiquei pensando muito e comecei a matutar como poderia ter alguma chance, nem que fosse de roubar um beijo dela ou algo assim, mas de verdade não me vinha nada na cabeça. Naquela época, eu ainda era muito inexperiente... Passou exatamente uma semana, quando chegou sábado e, como de costume, minha mãe se arrumava pra ir pra balada, mas agora as amigas dela não vinham se arrumar em casa. Minha mãe ia encontrá-las lá e me disse: "Já vou, se sair, volta cedo, ok? Toma cuidado." E foi embora. Naquela noite, fiquei na bad porque não tinha visto a Emma, já que só podia vê-la nos fins de semana que ela vinha com minha mãe, mas naquele fim de semana elas não tinham ido. Não tive outra opção a não ser procurar o Instagram dela e, como sempre, me tocar vendo as fotos dela. Fiquei acordado até tarde vendo vídeos e acabei dormindo, umas... 3 da manhã eu ouvi a caminhonete da minha mãe e a garagem abrindo pra guardar ela e não dei muita importância, só ouvi que minha mãe tinha chegado e fiquei de boa e voltei a dormir. Lá pras 4 da manhã, me deu vontade de mijar e fui como sempre, antes de voltar pra cama desci pra pegar uma garrafa d'água na geladeira e tava escuro, não acendi nenhuma luz pra não espantar o sono. Quando abri a porta da geladeira e a luz acendeu, iluminou a sala e qual não foi minha surpresa: tinha alguém deitada no sofá. Fechei a geladeira e liguei o flash do celular, e era a Emma. Meu coração começou a bater muito rápido e minhas mãos começaram a tremer pra caramba. Ela tinha ficado lá, muito bêbada na sala, tava com um cobertor mas tava calor, imagino que ela deve ter tirado.
Eu tava dormindo quando ela chegou de mini saia preta e top preto curtinho. Dava pra ver ela só pela claridade que vinha de fora do jardim. Fiquei em choque, não sabia o que fazer na hora, não parava de tremer. A primeira coisa que fiz foi voltar pro meu quarto bem devagar. Minha pika tava dura pra caralho, não sabia o que fazer, aí pensei: é minha chance. Não ia ter outra oportunidade, porque ela nunca tinha dormido aqui e eu não fazia a menor ideia do que ela tava fazendo ali. Ela foi pro quarto da minha mãe, que tava dormindo tão pesado que até roncava, não ia ouvir nada, e minha irmã não tava na cidade. Aí tirei os chinelos, troquei de roupa — tava com uma calça meio barulhenta — e coloquei um short de tecido. Desci as escadas bem devagar, cheguei onde ela tava e iluminei um pouco, mas sem flash, só com a tela branca do celular. Ela tava roncando, sinal de que tava muito dormida. Mesmo assim, pensei muito antes de fazer algo. Tinha que tocar nela, mas se ela acordasse, era problema. Então pensei: vou fazer isso e, se ela perceber, tenho que ter uma boa desculpa. Peguei o cobertor no chão — que acho que minha mãe tinha dado pra ela se cobrir — e coloquei na mão. Se ela notasse alguma coisa, minha desculpa seria: "Desculpa, é que o cobertor tava caído, achei que você tivesse frio e quis te cobrir". Tremendo e com o coração quase saindo pela boca de nervoso, comecei a tocar a perna dela. Mas em vez de só roçar, apoiei a mão com mais pressão na perna dela, porque se roçasse, ia fazer cócegas e ela ia se mexer. Eu tinha pensado em tudo direitinho em muito pouco tempo. Passei a mão até chegar na bunda dela e, praticamente, ela não tava usando nada. Não acreditei na sorte que tive naquela noite. Ela tava deitada de lado, a saia tinha subido até em cima e ela tava de fio dental, então não precisei fazer nenhum esforço pra ver a buceta dela inteira.
Era fácil demais e eu não conseguia acreditar, o problema é que eu não parava de tremer e, ao perceber que ela não acordava, fiquei mais nervoso e queria ir além. Fui devagar pra parte de cima e entrei de novo no quarto da minha mãe pra verificar se ela tava dormindo, e ela continuava bem dormida, roncando. Não sei por que ela tinha deixado a amiga dormindo muito bêbada na sala de casa com a bunda de fora, porque só faltava uma placa no cu dela escrito "me come". Desci de novo, me agachei e continuei acariciando as pernas dela, daí passei a acariciar a bunda dela. Era uma delícia e ao mesmo tempo uma sensação de vertigem, as duas coisas juntas eram algo maravilhoso. Depois de alguns minutos, resolvi ir pra buceta dela, devagar, abrindo espaço com meus dedos, puxando a calcinha fio dental pro lado e nem precisei me esforçar. Ela cedeu fácil e comecei a enfiar o dedo indicador devagar. Tava escorregadia, a buceta dela era apertada e escorregadia, como se tivesse lubrificante, e eu já tava com o pau bem duro, prestes a estourar. Ela tava muito molhada e eu enfiei outro dedo, e vocês não sabem o prazer, era algo delicioso. Mas eu queria mais, e quanto mais o tempo passava e ela não se mexia e eu não sentia nada, mais vontade eu tinha de passar pro próximo nível. Eu queria fazer aquilo, minha excitação era enorme, mas precisei ir verificar de novo o quarto da minha mãe, e foi o que fiz. Já eram quase 6 da manhã e eu queria aproveitar antes do amanhecer. Minha mãe continuava dormindo, desci de novo e, pra garantir, comecei a tocar nela de novo com o cobertor na mão, pra caso ela acordasse, eu ter minha desculpa. Enfiei os dedos de novo e ela continuava roncando e sem se mexer. Eu queria meter o pau nela já, mas tinha um grande problema: ela tava deitada de lado, mas com a bunda e as costas encostadas no encosto do sofá, e eu não cabia. Se eu mexesse nela, ela acordaria e estragaria tudo. Não me veio nada na cabeça e tomei a decisão: vou mexer ela um pouquinho e, se ela deixar, vou poder fazer o que quiser, ou então ela se vira um pouco de bruços. Algo assim, puxei ela pela bunda, mas não se mexia. Tive que usar um pouquinho mais de força, aplicar mais força, e ela se moveu um pouco, mas não muito. Mesmo assim, eu não cabia do outro lado. Era um risco muito grande, porque mesmo que eu conseguisse me enfiar entre o encosto do sofá e ela, se ela acordasse, eu não conseguiria sair dali e, claro, me descobriria. Já estava entrando em desespero e tive a ideia de movê-la com mais força, não importava mais se ela acordasse, foda-se, eu já teria tentado. E ela acabou ficando um pouco de bruços. Não podia perder mais tempo, esperava por aquele momento há anos.
Fiquei de bruços e ela ainda continuava bem dormida, roncando. Aí me animei, tirei o shorts porque já não tava de calcinha, pra ser mais rápido e fácil. Subi meu joelho no sofá devagar, com todo cuidado, tentando não colocar meu peso em cima dela, porque senão ela sentiria. Meu joelho ficou em cima do sofá, por cima dela, e a outra perna no chão. Com a mão direita, puxei a tanga dela pro lado e molhei a bunda e a buceta dela. Meu coração quase saía pela boca, era uma tontura que nunca vou esquecer, um nervoso de ser descoberto. Minha pica já tava bem dura e lubrificada, e fui aproximando devagar, mas de tão nervoso não acertava, até que num movimento entrou. Senti uma delícia, um prazer que não dá pra explicar com palavras. A bunda da Emma é uma bunda tão gostosa, tão deliciosa, umas pernas tão lindas e a pele dela tão macia, tão fina. Ver ela assim, com aquele bundão enorme e uma cinturinha fina, minha pica lá dentro era um sonho que nunca pensei que se realizaria. Ela é uma mulher monumento que muitos homens nunca teriam como eu tive. Então é isso, amigos, dei só umas 5 ou 6 metidas e gozei dentro dela a jato. Sempre sai muita porra de mim, mas dessa vez parecia uma mangueira, tava com a pica enorme e grossa de tanta porra que tava botando dentro dela, e pulsava tanto na buceta dela que achei que ela fosse perceber na hora. Mas não aconteceu nada, ela não se mexeu, não fez nada, continuou bem dormida. Talvez se eu tivesse durado mais metendo ela teria percebido ou algo assim, mas admito que não durou nem um minuto, e é que qualquer um que comesse aquela mulher gozaria em 1, 2, 3. Limpei com o mesmo cobertor que minha mãe tinha deixado pra ela, porque era muita porra que tinha na buceta e na bunda dela, cobri ela e fui embora. Não podia acreditar, era meu sonho realizado. Tenho muito mais pra contar, então se você gostou, deixa um like ou me segue, vou atualizar direitinho. Prometo, as fotos reais dela eu mando por mensagem pra quem quiser. Aqui não 😔 porque tenho medo dela descobrir ou algo assim.
Uma vez ela estava se arrumando na nossa casa e eu ficava olhando ela parada, não conseguia parar de admirar. Cada movimento que ela fazia, eu não perdia de vista. De repente, ela virou pra mim e falou: — "Qual é, tá muito sério, o que tá tramando?" Fiquei nervoso pra caralho porque ela me pegou olhando, mas só ri e não falei nada. Fiquei tanto tempo olhando pra ela que a pica começou a endurecer e pulsar sozinha, e eu não conseguia me levantar porque tava de pijama e ia ficar na cara que eu tava excitado. Tive que esperar um tempão ali, olhando ela mais um pouco, até que terminassem de se arrumar.
Assim foram os primeiros dias e eu não passava de ver as fotos dela no Facebook e bater uma, imaginando que metia nela de várias formas, porque no fundo eu sabia que ela nunca ia reparar em mim, não teria nenhuma chance, já que era inalcançável. Muitos caras estavam atrás dela e ela não dava bola pra ninguém, era muito, muito especial. Mesmo tendo caras bons, ela não dava mole pra ninguém, muito menos eu teria chance de algo, e criei a ideia de que só poderia tê-la na minha imaginação. Um dia cheguei da escola e ouvi minha mãe falando no telefone com a Emma, e minha mãe, quando fala no telefone, coloca no viva-voz enquanto faz outras coisas. Naquele dia, minha mãe dizia pra Emma: "Como você chegou na sua casa? Você tava muito bêbada, já tá passando dos limites, Emma, e ainda insiste em dirigir assim." Emma respondeu: "Não, amiga, ontem à noite não consegui dirigir, e a Aracely (outra amiga delas) dirigiu. Eu não consegui dirigir e não lembro de nada. A Aracely me disse que me colocou em casa, deixou as chaves na mesa, me deitou, pediu um Uber e foi embora!" Minha mãe disse: "Viu, toma cuidado, já te falei várias vezes pra não beber assim. Você é a que mora mais longe e é perigoso." E eu só ouvia a conversa sem falar nada. Naquele dia, fiquei pensando muito e comecei a matutar como poderia ter alguma chance, nem que fosse de roubar um beijo dela ou algo assim, mas de verdade não me vinha nada na cabeça. Naquela época, eu ainda era muito inexperiente... Passou exatamente uma semana, quando chegou sábado e, como de costume, minha mãe se arrumava pra ir pra balada, mas agora as amigas dela não vinham se arrumar em casa. Minha mãe ia encontrá-las lá e me disse: "Já vou, se sair, volta cedo, ok? Toma cuidado." E foi embora. Naquela noite, fiquei na bad porque não tinha visto a Emma, já que só podia vê-la nos fins de semana que ela vinha com minha mãe, mas naquele fim de semana elas não tinham ido. Não tive outra opção a não ser procurar o Instagram dela e, como sempre, me tocar vendo as fotos dela. Fiquei acordado até tarde vendo vídeos e acabei dormindo, umas... 3 da manhã eu ouvi a caminhonete da minha mãe e a garagem abrindo pra guardar ela e não dei muita importância, só ouvi que minha mãe tinha chegado e fiquei de boa e voltei a dormir. Lá pras 4 da manhã, me deu vontade de mijar e fui como sempre, antes de voltar pra cama desci pra pegar uma garrafa d'água na geladeira e tava escuro, não acendi nenhuma luz pra não espantar o sono. Quando abri a porta da geladeira e a luz acendeu, iluminou a sala e qual não foi minha surpresa: tinha alguém deitada no sofá. Fechei a geladeira e liguei o flash do celular, e era a Emma. Meu coração começou a bater muito rápido e minhas mãos começaram a tremer pra caramba. Ela tinha ficado lá, muito bêbada na sala, tava com um cobertor mas tava calor, imagino que ela deve ter tirado.
Eu tava dormindo quando ela chegou de mini saia preta e top preto curtinho. Dava pra ver ela só pela claridade que vinha de fora do jardim. Fiquei em choque, não sabia o que fazer na hora, não parava de tremer. A primeira coisa que fiz foi voltar pro meu quarto bem devagar. Minha pika tava dura pra caralho, não sabia o que fazer, aí pensei: é minha chance. Não ia ter outra oportunidade, porque ela nunca tinha dormido aqui e eu não fazia a menor ideia do que ela tava fazendo ali. Ela foi pro quarto da minha mãe, que tava dormindo tão pesado que até roncava, não ia ouvir nada, e minha irmã não tava na cidade. Aí tirei os chinelos, troquei de roupa — tava com uma calça meio barulhenta — e coloquei um short de tecido. Desci as escadas bem devagar, cheguei onde ela tava e iluminei um pouco, mas sem flash, só com a tela branca do celular. Ela tava roncando, sinal de que tava muito dormida. Mesmo assim, pensei muito antes de fazer algo. Tinha que tocar nela, mas se ela acordasse, era problema. Então pensei: vou fazer isso e, se ela perceber, tenho que ter uma boa desculpa. Peguei o cobertor no chão — que acho que minha mãe tinha dado pra ela se cobrir — e coloquei na mão. Se ela notasse alguma coisa, minha desculpa seria: "Desculpa, é que o cobertor tava caído, achei que você tivesse frio e quis te cobrir". Tremendo e com o coração quase saindo pela boca de nervoso, comecei a tocar a perna dela. Mas em vez de só roçar, apoiei a mão com mais pressão na perna dela, porque se roçasse, ia fazer cócegas e ela ia se mexer. Eu tinha pensado em tudo direitinho em muito pouco tempo. Passei a mão até chegar na bunda dela e, praticamente, ela não tava usando nada. Não acreditei na sorte que tive naquela noite. Ela tava deitada de lado, a saia tinha subido até em cima e ela tava de fio dental, então não precisei fazer nenhum esforço pra ver a buceta dela inteira.
Era fácil demais e eu não conseguia acreditar, o problema é que eu não parava de tremer e, ao perceber que ela não acordava, fiquei mais nervoso e queria ir além. Fui devagar pra parte de cima e entrei de novo no quarto da minha mãe pra verificar se ela tava dormindo, e ela continuava bem dormida, roncando. Não sei por que ela tinha deixado a amiga dormindo muito bêbada na sala de casa com a bunda de fora, porque só faltava uma placa no cu dela escrito "me come". Desci de novo, me agachei e continuei acariciando as pernas dela, daí passei a acariciar a bunda dela. Era uma delícia e ao mesmo tempo uma sensação de vertigem, as duas coisas juntas eram algo maravilhoso. Depois de alguns minutos, resolvi ir pra buceta dela, devagar, abrindo espaço com meus dedos, puxando a calcinha fio dental pro lado e nem precisei me esforçar. Ela cedeu fácil e comecei a enfiar o dedo indicador devagar. Tava escorregadia, a buceta dela era apertada e escorregadia, como se tivesse lubrificante, e eu já tava com o pau bem duro, prestes a estourar. Ela tava muito molhada e eu enfiei outro dedo, e vocês não sabem o prazer, era algo delicioso. Mas eu queria mais, e quanto mais o tempo passava e ela não se mexia e eu não sentia nada, mais vontade eu tinha de passar pro próximo nível. Eu queria fazer aquilo, minha excitação era enorme, mas precisei ir verificar de novo o quarto da minha mãe, e foi o que fiz. Já eram quase 6 da manhã e eu queria aproveitar antes do amanhecer. Minha mãe continuava dormindo, desci de novo e, pra garantir, comecei a tocar nela de novo com o cobertor na mão, pra caso ela acordasse, eu ter minha desculpa. Enfiei os dedos de novo e ela continuava roncando e sem se mexer. Eu queria meter o pau nela já, mas tinha um grande problema: ela tava deitada de lado, mas com a bunda e as costas encostadas no encosto do sofá, e eu não cabia. Se eu mexesse nela, ela acordaria e estragaria tudo. Não me veio nada na cabeça e tomei a decisão: vou mexer ela um pouquinho e, se ela deixar, vou poder fazer o que quiser, ou então ela se vira um pouco de bruços. Algo assim, puxei ela pela bunda, mas não se mexia. Tive que usar um pouquinho mais de força, aplicar mais força, e ela se moveu um pouco, mas não muito. Mesmo assim, eu não cabia do outro lado. Era um risco muito grande, porque mesmo que eu conseguisse me enfiar entre o encosto do sofá e ela, se ela acordasse, eu não conseguiria sair dali e, claro, me descobriria. Já estava entrando em desespero e tive a ideia de movê-la com mais força, não importava mais se ela acordasse, foda-se, eu já teria tentado. E ela acabou ficando um pouco de bruços. Não podia perder mais tempo, esperava por aquele momento há anos.
Fiquei de bruços e ela ainda continuava bem dormida, roncando. Aí me animei, tirei o shorts porque já não tava de calcinha, pra ser mais rápido e fácil. Subi meu joelho no sofá devagar, com todo cuidado, tentando não colocar meu peso em cima dela, porque senão ela sentiria. Meu joelho ficou em cima do sofá, por cima dela, e a outra perna no chão. Com a mão direita, puxei a tanga dela pro lado e molhei a bunda e a buceta dela. Meu coração quase saía pela boca, era uma tontura que nunca vou esquecer, um nervoso de ser descoberto. Minha pica já tava bem dura e lubrificada, e fui aproximando devagar, mas de tão nervoso não acertava, até que num movimento entrou. Senti uma delícia, um prazer que não dá pra explicar com palavras. A bunda da Emma é uma bunda tão gostosa, tão deliciosa, umas pernas tão lindas e a pele dela tão macia, tão fina. Ver ela assim, com aquele bundão enorme e uma cinturinha fina, minha pica lá dentro era um sonho que nunca pensei que se realizaria. Ela é uma mulher monumento que muitos homens nunca teriam como eu tive. Então é isso, amigos, dei só umas 5 ou 6 metidas e gozei dentro dela a jato. Sempre sai muita porra de mim, mas dessa vez parecia uma mangueira, tava com a pica enorme e grossa de tanta porra que tava botando dentro dela, e pulsava tanto na buceta dela que achei que ela fosse perceber na hora. Mas não aconteceu nada, ela não se mexeu, não fez nada, continuou bem dormida. Talvez se eu tivesse durado mais metendo ela teria percebido ou algo assim, mas admito que não durou nem um minuto, e é que qualquer um que comesse aquela mulher gozaria em 1, 2, 3. Limpei com o mesmo cobertor que minha mãe tinha deixado pra ela, porque era muita porra que tinha na buceta e na bunda dela, cobri ela e fui embora. Não podia acreditar, era meu sonho realizado. Tenho muito mais pra contar, então se você gostou, deixa um like ou me segue, vou atualizar direitinho. Prometo, as fotos reais dela eu mando por mensagem pra quem quiser. Aqui não 😔 porque tenho medo dela descobrir ou algo assim.
15 comentários - La amiga de mi madre